A ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO COMO PRODUTORA DE CONHECIMENTO CIENTÍFICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO COMO PRODUTORA DE CONHECIMENTO CIENTÍFICO"

Transcrição

1 A ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO COMO PRODUTORA DE CONHECIMENTO CIENTÍFICO Gisela Morena de Souza 1 Universidade Federal de Ouro Preto RESUMO: QUANDO FUNDADA EM 1876, A ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO FEZ PARTE DE UMA REDE DE INSTITUIÇÕES CIENTIFICAS QUE PARTILHARAM NÃO SÓ A CRISE DO IMPÉRIO, MAS E SOBRETUDO TEMAS QUE AJUDARAM A FORMAR O CAMPO CIENTIFICO NO BRASIL. SENDO ASSIM, O OBJETIVO DESTE TRABALHO, EM LINHAS GERAIS, É O DE ANALISAR O PAPEL DA ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO, BEM COMO OS PESQUISADORES QUE ESTABELECEM CONTATOS E TEMAS QUE CIRCULAM, A PARTIR DA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX NO BRASIL. PRETENDE-SE ELABORAR UM LEVANTAMENTO DE PESQUISADORES E TEMAS QUE INTERESSAM PARA O DEBATE DA CRIAÇÃO DO CAMPO CIENTIFICO NO BRASIL E COMO QUESTÕES REFERENTES AO TEMPO, PRINCIPALMENTE AO PASSADO, ESTÃO COLOCADAS. PALAVRAS-CHAVE: ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO, ANAIS DA EMOP, CAMPO CIENTÍFICO. Dom Pedro II coloca em prática um projeto que já há muito tinha sido deixado de lado: a criação de uma Escola de Minas 2. Em uma de suas viagens a Paris, o Imperador, então membro estrangeiro da Academia de Ciências de Paris, pediu a um renomado professor francês, o prof. Auguste Daubrée, que publicasse uma noticia sobre o modo de chegar a um conhecimento mais completo do solo do Brasil e de desenvolver a exploração de suas riquezas minerais. Ao publicar a noticia, Daubrée aconselhava a confecção da carta geológica geral do Império e das cartas detalhadas das regiões minerais, de que poderiam se encarregar jovens brasileiros, após receberem formação na Europa. 3 Ainda no mesmo ano e a pedido do Imperador, este professor publica noticia relativa ao objetivo do ensino da mineralogia e da geologia no Rio de Janeiro. Nela, o professor sugere que o ensino seja entregue a um ou vários estrangeiros de reconhecida competência, ou então, a jovens brasileiros escolhidos, que tivessem completado durante vários anos seus estudos teóricos e práticos fora de seu país. 4 Diante desses acontecimentos, em 1872, D. Pedro II convida o Professor Auguste Daubrée a vir para o Brasil para tomar a frente das pesquisas sobre as riquezas minerais do país e do ensino de suas explorações. Na carta ao professor, o Imperador reconhece as imensas vantagens que sua visita traria ao Brasil, e especialmente à Província de Minas

2 Gerais, já que segundo ele, o próprio Daubrée, a considerava campo admirável para as observações de que estabelecerá a teoria e a prática sobre bases sólidas 5. O Imperador ainda continua, enfatizando a importância da visita do geólogo ao Brasil, dizendo que o maior proveito de sua visita não será das minas brasileiras, mas sim das ciências Naturais que a partir dela (a visita ao Brasil) receberão forte impulso. Daubré devido as suas ocupações de membro da Academia de Ciências de Paris, Inspetor Geral das Minas, Professor de Mineralogia e Geologia na Faculdade de Ciências de Strassburgo, Professor do Museu de História Natural e da Escola de Minas de Paris e, ainda, seu diretor não pode aceitar o convite. Mas se colocou à disposição para auxiliar na escolha de alguém que o substituísse. Aceitando a ajuda do Professor francês, o Imperador pede a indicação de um mineralogista e um geólogo franceses em condições de formarem, no Brasil, engenheiros capazes de organizar a exploração das riquezas minerais do país sob bases científicas 6, garantindo assim a prosperidade do Brasil no presente e no futuro. Daubrée não indicou ninguém de imediato, escrevendo ao Imperador Entre os nossos jovens e sábios engenheiros, não veio ainda ninguém que eu possa garantir como devendo preencher com êxito esta importante missão 7. E somente mais de um ano depois, é que foi indicar Claude Henri Gorceix, que tinha apenas 31 anos de idade. Em 1874, Gorceix é então convidado a planejar a organização de uma escola de mineralogia no Brasil, e logo assinou um contrato provisório, no qual se colocou a serviço do Governo Imperial para ir ao Rio de Janeiro. Chegando ao Brasil, Gorceix inicia suas excursões geológicas, e procura saber a que nível se encontram as instruções secundária e superior no Brasil. No final desse mesmo ano, ele foi mandado à Província de Minas Gerais para escolher o melhor local para ser instalada a Escola de Minas, tendo também que organizar os planos e orçamentos necessários, estudar todas as questões que se ligavam a criação de tal escola e fazer uma coleção de amostras mineralógicas e geológicas para o laboratório da futura escola. No primeiro relatório que Gorceix envia ao Imperador, ele já demonstra sua vontade em criar uma instituição na qual a mineralogia e a geologia pudessem ser ensinadas com base nos métodos de seus mestres, onde os alunos fossem submetidos a trabalhos com base tanto teóricas quanto práticas. Gorceix (1875) rapidamente fez sua opção por Ouro Preto, não somente por ser a capital da Província, mas também por, segundo ele, possuir numa pequena extensão de terreno a série quase completa de rochas metamórficas que constituem grande parte do

3 território brasileiro, e por seus arredores oferecerem excursões mineralógicas proveitosas e interessantes. E em julho 1875, Gorceix apresenta ao governo um relatório, que mais tarde serviu de base para o primeiro regimento da Escola, onde tratava das vantagens e desvantagens de cada região que poderia ser instalada a sede da escola, e explicando as vantagens que Ouro Preto teria em relação a outras cidades. Neste relatório ele ainda registrou a quão é importante e útil para a nação ter engenheiros de minas e seu ponto de vista em relação aos critérios administrativos que a Escola deveria adotar. Aprovado o regulamento em 1875, a Escola de Minas finalmente foi instalada em Ouro Preto, em 12 de outubro de Até 1885 a escola teve mais dois regulamentos: um em 1882 e outro em Em janeiro de 1891, já no o governo provisório da República, foi aprovado o quarto regulamento da escola. Neste mesmo ano, em outubro o primeiro e até então único diretor da EMOP foi exonerado do cargo. E, em 1893, já havia um quinto regulamento vigorando na escola de minas, tendo sido mantido até A Escola de minas de Ouro Preto faz parte de uma rede de instituições científicas criadas durante o Império, e que assumiu neste momento um importante papel ao ajudar na formação do campo científico no Brasil. Tanto a Escola de Minas de Ouro Preto quanto as outras instituições tiveram a História Natural como uma das áreas que mais se ocuparam no XIX. Dessa forma, abre-se a possibilidade de novo debate a respeito dos recortes do tempo, no qual o passado ganha mais profundidade e o futuro maior horizonte, cabendo a implantação de projetos políticos que se pretendiam duradouros. E é exatamente a implantação desses projetos políticos, que se deve à criação da Escola de Minas. Uma vez que ela foi uma resposta a uma demanda que era antes política e econômica do que social, pois visava o progresso do país, que então era marcadamente agrário. E é isso que José Murilo de Carvalho demonstra em seu livro A escola de minas de Ouro Preto, ao propor que o processo de criação das áreas técnicas e o papel das ciências naturais no ensino universitário no Brasil se diferem dos Estados Unidos. Para ele, neste houve uma demanda social seguida de uma organização do ensino destas áreas. E no Brasil, esse processo foi inverso, antes de se ter a demanda por geólogos e engenheiros de minas, houve um empenho político na articulação de pessoas e instituições para organizar a áreas técnicas e o ensino das ciências naturais. E só depois é que esse empenho começou a se transformar em impacto tecnológico.

4 Sendo a Escola de Minas meu ponto de partida, proponho não uma história institucional pura e simples, mas sim traçar as importantes redes construídas ao seu redor, uma vez que ocupou um importante papel no campo científico do século XIX. No presente trabalho me deterei apenas nos resultados parciais, oriundos da pesquisa com os primeiros anais publicados pela Escola de Minas de Ouro Preto e com a documentação presente no arquivo da escola, e que se refere aos programas das disciplinas e aos primeiros alunos e professores da escola. Os periódicos de uma maneira geral vêm demonstrando grande importância nas pesquisas historiográficas. Apesar de ser a história política o campo que até agora mais se beneficiou com o uso desse material, os periódicos científicos, ainda que timidamente, vem sendo considerados imprescindíveis para a história das ciências. Isso se deve ao fato de que esse tipo de periódico ser um meio de divulgar as pesquisas mais recentes, e por isso pode ser tido segundo Tânia de Luca (2006) como um instrumento de manipulação de interesses, pois o que se publica é o que interessa para o(s) editor (es). Ao mesmo tempo, é também um instrumento de intervenção na medida em que exerce influência direta na comunidade científica. O estudo dos periódicos científicos é importante, principalmente, para a história das ciências, por possibilitar a verificação do que, de quem e pra quem se veiculam certas informações. Além disso, a recorrência de certos nomes e assuntos, a periodicidade, a tiragem e o próprio funcionamento interno podem nos trazer questões muito interessantes. E foram algumas dessas informações que busquei investigar nos anais da Escola de Minas de Ouro Preto. Durante o século XIX foram publicados somente quatro números, entre os anos de 1881 e 1885, sem periodicidade definida e que seguiram basicamente o mesmo padrão: prefácio, seção de artigos e noticiário. Nos prefácios, todos escritos por Gorceix, percebe-se que ele sempre procura expor as dificuldades que teve que enfrentar para conseguir publicar os anais. Isso soa como uma justificativa para o fato deles não terem uma periodicidade estabelecida. Gorceix coloca como um dos principais obstáculos para a publicação desses periódicos a falta de recursos que a Escola dispõe para tal empreendimento e também a falta de tempo dos alunos e professores da EMOP para executarem suas pesquisas, produzindo assim trabalhos originais para serem publicados nos anais. No prefácio do primeiro número dos Anais da EMOP, Gorceix diz que estes seriam mais um elemento a fazer parte da organização da escola, em suas palavras: a criação de uma

5 revista que se ocupe com o estado da indústria das minas no Brasil é natural e necessário para a organização da escola (1881, p. III). Além disso, ele ainda fala dos objetivos da escola, os quais os anais seguem que é de: estudar, tornar conhecidas as riquezas minerais do país e vulgarizar os meios de aproveitá-las. E os anais foram publicados justamente para suprir a necessidade de divulgação e de vulgarização da ciência, pois um país tão rico quanto o Brasil, segundo o mineralogista francês, não poderia deixar que suas riquezas permanecessem desconhecidas entre os seus. Ainda neste primeiro prefácio, o diretor da escola comenta que são muito poucas as riquezas do solo brasileiro que são conhecidas, e é dever da EMOP fazer conhecer essas riquezas e vulgarizar noções sobre a sua constituição geológica. Diz também surpreender-se com o uso de obras menos científicas, desconhecendo-se memórias cheias de fatos interessantes, bem observados e bem discutidos (1881, p.vi). Sendo assim, os anais viriam também em resposta a essa demanda, com o exemplo da memória de Lund, publicada e traduzida nos números três e quatro dos anais. E por fim, ele afirma a importância de estudar fatos e observar fenômenos em detrimento do que ele chama de discussões frívolas sobre palavras e teorias, simples especulações do espírito (1881, p.vi). E anuncia a divisa que é o norte da escola, norteando também os anais: [cum mente et malleo], que é estudar sempre com o martelo e o espírito, ou seja, manter sempre junta a prática da teoria. Na seção destinada aos artigos, os assuntos tratados giram em torno: da situação das minas exploradas no Império do Brasil, do estado das diversas concessões feitas pelo governo, dos estudos sobre os estabelecimentos metalúrgicos, dos trabalhos sobre mineralogia e geologia relativos ao país, dos resultados das análises feitas no laboratório de docimasia e no Observatório Meteorológico da Escola, e dos aperfeiçoamentos recentes introduzidos na exploração das minas e na metalurgia. Ao confrontar os autores dos artigos publicados com os nomes de alunos e professores da EMOP, tem-se que todos esses artigos foram produzidos por pessoas que tinham alguma ligação com a Escola de Minas, sendo na maioria dos casos seus professores, ex-alunos recém-formados e até alunos. Os primeiros professores eram bacharéis em ciências físicas e matemáticas no exterior ou na politécnica do Rio de Janeiro. E dois dos quatros primeiros alunos da escola, todos procedentes da Politécnica do Rio de Janeiro, depois de formandos contribuíram com artigos para os anais da EMOP. A procedência desses alunos e professores já indica a formação de uma rede científica que se constituía entre os cientistas franceses, a Escola politécnica do Rio de Janeiro e a escola de Minas de Ouro Preto.

6 No noticiário, observa-se a publicação de informativos referentes às questões financeiras e judiciais que interessassem à indústria mineira do Brasil e do resto do mundo. E de outros a respeito da Escola de Minas de Ouro Preto, pois informavam sobre as reformas e modificações do ensino, trazendo algumas vezes os novos programas dos cursos. Ao observar as mudanças dos programas de ensino na EMOP, constata-se que o curso deixou de ser tão direcionado à formação de engenheiros de minas, podendo agora os alunos quando formados atuarem em outras áreas, como por exemplo, a civil. Isso só confirma a proposta, já citada, de José Murilo de Carvalho, de que quando a Escola de Minas foi fundada não havia uma demanda pelos profissionais que ela formaria. E para que seus alunos pudessem ser inseridos no mercado de trabalho disponível da época, ela teve que diminuir a especialização do seu curso, aumentando sua duração e criando a opção de engenheiro de minas com regalias em civil, e posteriormente fragmentando-o em engenharia de minas e civil. Diante dessa rápida exposição dos resultados parciais da pesquisa, na qual me detive nos anais publicados pela EMOP, durante século XIX, e em alguns documentos da escola observa-se que tanto seus anais quanto seus professores e alunos ocuparam um importante papel na tentativa de vulgarizar o conhecimento sobre as riquezas do solo brasileiro. Além disso, também foram responsáveis pela difusão do conhecimento científico produzido na escola, tão necessário para o auxílio da organização da exploração do solo brasileiro, garantido assim o desenvolvimento da mineralogia e da geologia, imprescindíveis ao projeto político do Império.

7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS A ESCOLA de Minas de Ouro Preto: Ouro Preto: Oficinas gráficas da Universidade Federal de Ouro Preto, A ESCOLA de Minas de Ouro Preto: 1º Centenário ( ). Ouro Preto: Oficinas gráficas da Universidade Federal de Ouro Preto, ANNAES DA ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO. Ouro Preto, n. 1, ANNAES DA ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO. Ouro Preto, n. 2, ANNAES DA ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO. Ouro Preto, n. 3, ANNAES DA ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO. Ouro Preto, n. 4, CARVALHO, José Murilo de. A Escola de Minas de Ouro Preto: o peso da gloria. Belo Horizonte: Ed. UFMG, Claude-Henry Gorceix. Organização de uma Escola de Minas na Província de Minas Geraes. [1875]. Revista da Escola de Minas. Ouro Preto: Escola de minas/ufop, n. 3, 1992, p LUCA, Tania Regina de. História dos, nos e por meio dos periódicos. In: PINSKY, Carla Bassanezi (org). Fontes históricas. 2. ed. São Paulo: Contexto, Graduanda em História, pela Universidade Federal de Ouro Preto com bolsa de iniciação cientifica pelo Programa de bolsas de iniciação científica e tecnologia (PROBIC) FAPEMIG/UFOP, sob a orientação da Prof. Dr. Helena Miranda Mollo. Emal: 2 Já no século XVIII, havia uma recomendação para que se criasse uma instituição destinada ao estudo da mineralogia. 3 DAUBRÉE, 1871 Apud A ESCOLA de Minas de Ouro Preto: 1º Centenário ( ), p. 4 Ibidem, p DOM PEDRO II, 1872 Apud A ESCOLA de Minas de Ouro Preto: 1º Centenário ( ), p. 6 Ibidem, p DAUBRÉE, 1872 Apud A ESCOLA de Minas de Ouro Preto: 1º Centenário ( ), p.

1962. UM ROTEIRO PARA ENTENDER OS

1962. UM ROTEIRO PARA ENTENDER OS cad_08.qxd:layout 1 5/13/11 10:02 AM Page 57 57 1962. UM ROTEIRO PARA ENTENDER OS TEMAS QUE DOMINAVAM A SUDENE RODRIGO SANTIAGO* O objetivo deste relatório é apontar os principais aspectos relacionados

Leia mais

ENSINO DE ARTE NO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA (20 DE NOVEMBRO)

ENSINO DE ARTE NO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA (20 DE NOVEMBRO) ENSINO DE ARTE NO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA (20 DE NOVEMBRO) Flaviane dos Santos Malaquias flavinhamalaquias@hotmail.com Universidade Federal de Uberlândia Comunicação Relato de Experiência O presente

Leia mais

Breve histórico do movimento Pró Morro da Pedreira A poucos quilômetros da vila Serra do Cipó, distrito do município de Santana do Riacho. Os visitantes que vêm de Belo Horizonte chegam à sede pela rodovia

Leia mais

Relatório Abril 2016

Relatório Abril 2016 Relatório Abril 2016 Dados Gerais Data 30 e 31 de Março de 2016. Local Hotel Boulevard Plaza - Av. Getúlio Vargas, 1640 - Funcionários - Belo Horizonte - MG. Público Alvo Analistas das Superintendências

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Conhecendo e compartilhando com Rosário e a rede de saúde

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Conhecendo e compartilhando com Rosário e a rede de saúde UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Faculdade de Ciências Médicas Departamento de Saúde Coletiva Residência Multiprofissional em Saúde Mental e Coletiva Relatório Referente à experiência de Estágio Eletivo

Leia mais

Lata na mão, grafiteiro na rua, arte na prede e a montagem de um vídeo etnográfico na Amazônia 1

Lata na mão, grafiteiro na rua, arte na prede e a montagem de um vídeo etnográfico na Amazônia 1 Lata na mão, grafiteiro na rua, arte na prede e a montagem de um vídeo etnográfico na Amazônia 1 Leila Cristina Leite Ferreira-UFPA RESUMO: Este artigo traz como discussão a captação, a elaboração e a

Leia mais

A PUBLICIDADE DE FESTAS: RELATÓRIO DE PROJETO DE DESENVOLVIMENTO

A PUBLICIDADE DE FESTAS: RELATÓRIO DE PROJETO DE DESENVOLVIMENTO Universidade Estadual de Campinas Fernanda Resende Serradourada A PUBLICIDADE DE FESTAS: RELATÓRIO DE PROJETO DE DESENVOLVIMENTO INTRODUÇÃO: O Projeto de Desenvolvimento realizado por mim visava à confecção

Leia mais

ATA DA 22ª REUNIÃO DA CÂMARA TÉCNICA INSTITUCIONAL DO COMITÊ DA

ATA DA 22ª REUNIÃO DA CÂMARA TÉCNICA INSTITUCIONAL DO COMITÊ DA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 ATA DA 22ª REUNIÃO DA CÂMARA TÉCNICA INSTITUCIONAL DO COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PIABANHA

Leia mais

Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011

Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011 Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011 Estou muito honrado com o convite para participar deste encontro, que conta

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 Resumo Claudenici Aparecida Medeiros da Silva Universidade Federal do Pará Campus de Marabá Pólo de Canaã dos Carajás nici_medeiros@hotmail.com

Leia mais

IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO

IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO IDENTIDADE DO PEDAGOGO: QUAL A VISÃO QUE O ESTUDANTE DE PEDAGOGIA TEM DE SUA PROFISSÃO Deise Sachetti Pinar,Maria José Gomes Moreira de Miranda 2, Sumiko Hagiwara Sakae 3 Orientadora: Drª. Maria Tereza

Leia mais

OPORTUNIDADES DE PARTICIPAÇÃO. Associe sua empresa ao maior evento das Geociências da América Latina. Promoção:

OPORTUNIDADES DE PARTICIPAÇÃO. Associe sua empresa ao maior evento das Geociências da América Latina. Promoção: OPORTUNIDADES DE PARTICIPAÇÃO Associe sua empresa ao maior evento das Geociências da América Latina. Promoção: MENSAGEM DA COMISSÃO ORGANIZADORA O Brasil possui dimensões continentais com uma imensa riqueza

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SOCIAL E EDUCAÇÃO PÚBLICA TRABALHANDO EM CONJUNTO: O PROERD COMO UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO.

DESENVOLVIMENTO SOCIAL E EDUCAÇÃO PÚBLICA TRABALHANDO EM CONJUNTO: O PROERD COMO UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO. DESENVOLVIMENTO SOCIAL E EDUCAÇÃO PÚBLICA TRABALHANDO EM CONJUNTO: O PROERD COMO UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO. DINIZ, Carlos Alberto Malveira 1 Universidade Estadual de Montes Claros Unimontes carlosalbertodiniz@ymail.com

Leia mais

Análise: Desemprego Jovem e medidas de apoio IEFP. Análise: Desemprego Jovem e Medidas de Apoio IEFP

Análise: Desemprego Jovem e medidas de apoio IEFP. Análise: Desemprego Jovem e Medidas de Apoio IEFP Análise: Desemprego Jovem e Medidas de Apoio IEFP Análise: Desemprego Jovem e Medidas de Apoio IEFP Com o número de jovens desempregados a não apresentar melhorias significativas, torna-se importante perceber

Leia mais

Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XIX Prêmio Expocom 2012 Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação

Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XIX Prêmio Expocom 2012 Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação Projeto de Assessoria de Imprensa para Casa Lar: Uma Proposta de Acessibilidade 1 Camila Pilla de Azevedo e SOUZA 2 Aline MARTINS 3 Caiane LOPES 4 Dieison MARCONI 5 Marília DALENOGARE 6 Josafá Lucas ROHDE

Leia mais

Memória do. 6º Encontro do Projeto Universidades Cidadãs

Memória do. 6º Encontro do Projeto Universidades Cidadãs Memória do 6º Encontro do Projeto Universidades Cidadãs Recife - PE Novembro de 2007 6º Encontro do Projeto Universidades Cidadãs O Encontro realizado nas instalações da Chesf, em Recife, de 05 à 7 de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA CIDADE DE AREIA-PB: DO MUSEU PARA A COMUNIDADE

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA CIDADE DE AREIA-PB: DO MUSEU PARA A COMUNIDADE A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA CIDADE DE AREIA-PB: DO MUSEU PARA A COMUNIDADE Resumo Natália Cândido da Cruz Silva 1 - UFPB Márcia Verônica Costa Miranda 2 - UFPB Rebeca Nogueira Martins 3 -

Leia mais

Formação Continuada de Professores de Matemática: Uma Extensão Válida *

Formação Continuada de Professores de Matemática: Uma Extensão Válida * Formação Continuada de Professores de Matemática: Uma Extensão Válida * Mariene Helena Duarte¹, Maria da Gloria Bastos de Freitas Mesquita² marieneduarte@hotmail.com ¹ Graduanda em Química Bolsista Iniciação

Leia mais

Estratégia de escuta psicanalítica aos imigrantes e refugiados: uma oficina de português

Estratégia de escuta psicanalítica aos imigrantes e refugiados: uma oficina de português Estratégia de escuta psicanalítica aos imigrantes e refugiados: uma oficina de português Christian Haritçalde Miriam Debieux Rosa Sandra Letícia Berta Cristiane Izumi Bruno Maya Lindilene Shimabukuro O

Leia mais

LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA

LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA LEITURA LITERÁRIA: REFLEXÕES SOBRE UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA BORTTOLIN, A. M. P. LITTERA/UNESC SILVEIRA, R. de F. K. da LITTERA/UNESC O presente texto mostra uma experiência de leitura literária na escola

Leia mais

CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE Preâmbulo Os representantes do CONFAUeD, reunidos em assembléia, no dia 30 de junho de 2011, para instituição dos regimentos dos seus laboratórios e núcleos, após deliberação aprovou o REGIMENTO INTERNO

Leia mais

Destes temas prioritários, apenas a Educação teve a Câmara temática instalada no mês de março, quando da realização do primeiro Pleno do CDES.

Destes temas prioritários, apenas a Educação teve a Câmara temática instalada no mês de março, quando da realização do primeiro Pleno do CDES. Análise dos Resultados do Survey para as Câmaras Temáticas O survey indicou 7 temas prioritários para os conselheiros: Educação, Segurança Pública, saúde, capacidade de Investimento do estado, Infraestrutura

Leia mais

FORMAÇÃO DE MONITORES RELACIONANDO EDUCAÇÃO FORMAL E NÃO FORMAL EM MUSEUS DE CIÊNCIA

FORMAÇÃO DE MONITORES RELACIONANDO EDUCAÇÃO FORMAL E NÃO FORMAL EM MUSEUS DE CIÊNCIA POSTER FORMAÇÃO DE MONITORES RELACIONANDO EDUCAÇÃO FORMAL E NÃO FORMAL EM MUSEUS DE CIÊNCIA Nome do Grupo de Trabalho: Educação Popular Número do Grupo de Trabalho: 06 Autora: ISABEL APARECIDA MENDES Co-autora

Leia mais

O PIPE I LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

O PIPE I LÍNGUAS ESTRANGEIRAS O PIPE I LÍNGUAS ESTRANGEIRAS O PIPE I Línguas Estrangeiras foi desenvolvido juntamente com as Disciplinas de Aprendizagem Crítico-Reflexiva das Línguas Inglesa, Francesa e Espanhola. O objetivo desse

Leia mais

AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO

AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO Gabriela Rodrigues Botelho Prof. Camila Maria Corrêa Rocha (Orientador) RESUMO Este artigo tem por objetivo abordar

Leia mais

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu.

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu. CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: INDICATIVOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE E DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO NUM CURSO DE PEDAGOGIA G1 Formação de Professores

Leia mais

8 Conclusões, recomendações e desdobramentos

8 Conclusões, recomendações e desdobramentos 8 Conclusões, recomendações e desdobramentos 136 8 Conclusões, recomendações e desdobramentos 8.1. Introdução Finalmente inicia-se a etapa conclusiva deste trabalho. Com base nos resultados da pesquisa

Leia mais

Desafios, Necessidades e Perspectivas de Recursos Humanos na formação e capacitação para exploração e comercialização de Gás e da área de Petroquímica

Desafios, Necessidades e Perspectivas de Recursos Humanos na formação e capacitação para exploração e comercialização de Gás e da área de Petroquímica Clique para editar o estilo do título mestre Desafios, Necessidades e Perspectivas de Recursos Humanos na formação e capacitação para exploração e comercialização de Gás e da área de Petroquímica Brasília,

Leia mais

OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA

OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA Luiz Cleber Soares Padilha Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande lcspadilha@hotmail.com Resumo: Neste relato apresentaremos

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de assinatura de atos e declaração à imprensa

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de assinatura de atos e declaração à imprensa , Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de assinatura de atos e declaração à imprensa Porto Príncipe-Haiti, 28 de maio de 2008 Meu caro amigo, presidente René Préval, presidente da República do

Leia mais

UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ

UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ Daniella de Souza Bezerra - daniella@jatai.ifg.edu.br Daniela

Leia mais

Como desenvolver um projeto de pesquisa. Profa. Ana Maria Ferreira Barcelos anamfb@ufv.br

Como desenvolver um projeto de pesquisa. Profa. Ana Maria Ferreira Barcelos anamfb@ufv.br Como desenvolver um projeto de pesquisa Profa. Ana Maria Ferreira Barcelos anamfb@ufv.br Pesquisa é curiosidade formalizada. É cutucar e indagar com um propósito. (Zora Neale Hurston) A ciência, como um

Leia mais

ANÁLISE DO EMPREGO E DESEMPREGO A PARTIR DO CADASTRO DA CAT Andréia Arpon* Adriana Fontes *

ANÁLISE DO EMPREGO E DESEMPREGO A PARTIR DO CADASTRO DA CAT Andréia Arpon* Adriana Fontes * ANÁLISE DO EMPREGO E DESEMPREGO A PARTIR DO CADASTRO DA CAT Andréia Arpon* Adriana Fontes * Pesquisas indicam que o desemprego é um dos maiores problemas, senão o maior, enfrentados pela população brasileira

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca SOLENIDADE DE LANÇAMENTO DO SISTEMA

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Janeiro 2011

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Janeiro 2011 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Janeiro 2011 A CONTRATAÇÃO DE EQUIPE DE VENDAS IN HOUSE Eco, MBA Real Estate, Mestre em Eng. Civil, Alfredo Eduardo Abibi Filho No mercado

Leia mais

A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS

A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS A EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS ADULTOS Alyson Fernandes de Oliveira 1 Hanna Maia Marques de Mello 2 Ana Paula de Almeida Saraiva Magalhães 3 Renata Emiko Basso Hayashi 4 Resumo: Com o elevado

Leia mais

O PULO DO GATO. Luiz Carlos Bresser-Pereira

O PULO DO GATO. Luiz Carlos Bresser-Pereira O PULO DO GATO Luiz Carlos Bresser-Pereira Entrevista publicada em Synthesis no.3, maio 1992; 4-9. Melhorar de vida tem sido uma preocupação do homem desde o século X, na Idade Média, quando a invenção

Leia mais

PERÍODO ATÉ AO TELÉGRAFO ELECTRICO

PERÍODO ATÉ AO TELÉGRAFO ELECTRICO PERÍODO ATÉ AO TELÉGRAFO ELECTRICO l. Introdução Este Período corresponde a cerca de 70 anos, entre o princípio do século XIX (1807) e 1873, data da criação da primeira sede telegráfica eléctrica militar

Leia mais

SÍNTESE DA 11ª REUNIÃO Página 1 de 5

SÍNTESE DA 11ª REUNIÃO Página 1 de 5 SÍNTESE DA 11ª REUNIÃO Página 1 de 5 Unidade: SEEJ Assuntos: Centro de Treinamento Esportivo Local: Sala 06, 13ª andar, Cidade Administrativa. Data: 29/11/2012 Início: 09:30 h Término: 11:50 PARTICIPANTE

Leia mais

Acompanha o presente Edital o Regulamento do Concurso que contém:

Acompanha o presente Edital o Regulamento do Concurso que contém: COMISSÃO DE SELEÇÃO DE FRASES E CHARGES DO CONCURSO DO Comitê de Mediação e Humanização das Relações de Trabalho na UFOP COMHUR Artigo I. Inscrição: até 20 de outubro de 2010 Prazo de Entrega dos Trabalhos:

Leia mais

81AB2F7556 DISCURSO PROFERIDO PELO SENHOR DEPUTADO LUIZ CARLOS HAULY NA SESSÃO DE 05 DE JUNHO DE 2007. Senhor Presidente, Senhoras Deputadas,

81AB2F7556 DISCURSO PROFERIDO PELO SENHOR DEPUTADO LUIZ CARLOS HAULY NA SESSÃO DE 05 DE JUNHO DE 2007. Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, DISCURSO PROFERIDO PELO SENHOR DEPUTADO LUIZ CARLOS HAULY NA SESSÃO DE 05 DE JUNHO DE 2007 Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, Hoje dia 5 de junho completam 70 anos da fundação da

Leia mais

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente

O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente O INGRESSO NA CARREIRA DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: Currículo e atuação docente Leandro Pedro de Oliveira¹ INTRODUÇÃO A introdução à carreira docente tem sido objeto de

Leia mais

ED WILSON ARAÚJO, THAÍSA BUENO, MARCO ANTÔNIO GEHLEN e LUCAS SANTIGO ARRAES REINO

ED WILSON ARAÚJO, THAÍSA BUENO, MARCO ANTÔNIO GEHLEN e LUCAS SANTIGO ARRAES REINO Entrevista Cláudia Peixoto de Moura Nós da Comunicação tendemos a trabalhar com métodos qualitativos, porque, acredito, muitos pesquisadores desconhecem os procedimentos metodológicos quantitativos ED

Leia mais

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em conjunto com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com perguntas respondidas pelo presidente Lula Manaus-AM,

Leia mais

DAI/DCTEC/DE-I/ 228 /692 (B46) (F37)

DAI/DCTEC/DE-I/ 228 /692 (B46) (F37) DAI/DCTEC/DE-I/ 228 /692 (B46) (F37) O Ministério das Relações Exteriores cumprimenta a Embaixada da França e tem a honra de acusar recebimento da nota número 1166, de 28 de setembro do corrente ano, cujo

Leia mais

O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO

O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO O PIBID-UESB E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO FUTURO PEDAGOGO Elane Porto Campos-UESB Graduanda em Pedagogia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Bolsista do subprojeto de Pedagogia PIBID/UESB-CAPES

Leia mais

CENTRO HISTÓRICO EMBRAER. Entrevista: Eustáquio Pereira de Oliveira. São José dos Campos SP. Abril de 2011

CENTRO HISTÓRICO EMBRAER. Entrevista: Eustáquio Pereira de Oliveira. São José dos Campos SP. Abril de 2011 CENTRO HISTÓRICO EMBRAER Entrevista: Eustáquio Pereira de Oliveira São José dos Campos SP Abril de 2011 Apresentação e Formação Acadêmica Meu nome é Eustáquio, estou com sessenta anos, nasci em Minas Gerais,

Leia mais

De que jeito se governava a Colônia

De que jeito se governava a Colônia MÓDULO 3 De que jeito se governava a Colônia Apresentação do Módulo 3 Já conhecemos bastante sobre a sociedade escravista, especialmente em sua fase colonial. Pouco sabemos ainda sobre a organização do

Leia mais

Destaque. Vamos viver em harmonia transcendendo Nacionalidades e Culturas! Dados da cidade de Kanuma (31de dezembro de 2010)

Destaque. Vamos viver em harmonia transcendendo Nacionalidades e Culturas! Dados da cidade de Kanuma (31de dezembro de 2010) Este artigo foi extraído do informativo Koho Kanuma da edição de abril. Enviamos aos estrangeiros registrados esta tradução que foi feita através da colaboração da Associação Internacional de Kanuma. Destaque

Leia mais

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte A Educação na Constituinte de 1823 Cristiano de Jesus Ferronato 1 - PPG-UFPB O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte de 1823, e documentos contemporâneos ao período

Leia mais

LETRA DE PROFESSOR: IMPLICAÇÕES EM AULAS DE MATEMÁTICA

LETRA DE PROFESSOR: IMPLICAÇÕES EM AULAS DE MATEMÁTICA LETRA DE PROFESSOR: IMPLICAÇÕES EM AULAS DE MATEMÁTICA Nilson de Matos Silva Fundação Helena Antipoff nilson.ise@gmail.com Resumo: Algumas universidades do mundo oferecem a disciplina de caligrafia em

Leia mais

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a 1. INTRODUÇÃO Muitas e intensas transformações ambientais são resultantes das relações entre o homem e o meio em que ele vive, as quais se desenvolvem num processo histórico. Como reflexos dos desequilíbrios

Leia mais

A Necessidade de Realizar a Avaliação de Desempenho dos Recursos Humanos: O Ponto de Concórdia

A Necessidade de Realizar a Avaliação de Desempenho dos Recursos Humanos: O Ponto de Concórdia A Necessidade de Realizar a Avaliação de Desempenho dos Recursos Humanos: O Ponto de Concórdia Alexandre Pires DREAlentejo "Aprender sem pensar é tempo perdido." Confúcio A avaliação é-nos familiar a todos.

Leia mais

A acupuntura combate doenças em gado leiteiro e melhora a produção 1

A acupuntura combate doenças em gado leiteiro e melhora a produção 1 A acupuntura combate doenças em gado leiteiro e melhora a produção 1 Raimundo Nonato de Souza 2 Eustáquio Trindade Netto 3 Centro Universitário Newton Paiva, Belo Horizonte, MG RESUMO O tema da reportagem

Leia mais

Vida Universitária Junho 2007 Ano XVII Nº 173

Vida Universitária Junho 2007 Ano XVII Nº 173 Futuro do planeta depende de mudanças de atitude e políticas públicas No dia 16 de maio, o francês Yves Mathieu, um dos mil multiplicadores treinados pelo ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore,

Leia mais

Manual de Segurança e higiene do trabalho Procedimento para CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

Manual de Segurança e higiene do trabalho Procedimento para CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Revisão: 00 Folha: 1 / 10 1. Definição CIPA Acidente 2. Objetivo A CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS UFMG COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR COPEVE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS UFMG COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR COPEVE UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS UFMG COMISSÃO PERMANENTE DO VESTIBULAR COPEVE EDITAL DO PROGRAMA DE ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO AO VESTIBULAR (PITV) UFMG 2014 A Universidade Federal de Minas Gerais

Leia mais

Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área.

Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área. Formação Profissional em Psicologia Social: Um estudo sobre os interesses dos estudantes pela área. Autores: Ligia Claudia Gomes de Souza Universidade Salgado de Oliveira Faculdades Integradas Maria Thereza.

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento

Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Agosto/2009 SDS Edifício Eldorado salas 106/109 CEP 70392-901 Brasília DF Telefax: (61) 3225-2288 E-mail: fneng@fne.org.br

Leia mais

MEMÓRIAS GEOGRÁFICAS À TONA:

MEMÓRIAS GEOGRÁFICAS À TONA: MEMÓRIAS GEOGRÁFICAS À TONA: Uma retomada da história do Curso de Geografia da UFU a partir de uma entrevista com a Profa. Dra. Suely Regina Del Grossi Revista OBSERVATORIUM: Qual (ais) a (s) razão (ões)

Leia mais

MINERAÇÃO NO BRASIL A DESCOBERTA E EXPLORAÇÃO DO OURO E DO DIAMANTE

MINERAÇÃO NO BRASIL A DESCOBERTA E EXPLORAÇÃO DO OURO E DO DIAMANTE A DESCOBERTA E EXPLORAÇÃO DO OURO E DO DIAMANTE O início da mineração no Brasil; Mudanças sociais e econômicas; Atuação da Coroa portuguesa na região mineira; Revoltas ocorridas pela exploração aurífera;

Leia mais

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EM SEGURANÇA DO TRABALHO IMPORTÂNCIA INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO Quando do início de um empreendimento, de um negócio ou qualquer atividade; As expectativas e desejos de início são grandes:

Leia mais

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS Elisabete Duarte de Oliveira e Regina Maria de Oliveira Brasileiro Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS NA PESQUISA CIENTÍFICA

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS NA PESQUISA CIENTÍFICA MANUAL DE BOAS PRÁTICAS NA PESQUISA CIENTÍFICA BASEADO NO CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS CIENTÍFICAS FAPESP 2012 1. Diretrizes para as atividades científicas Estas diretrizes repousam sobre o princípio geral

Leia mais

(Hangar Centro de Convenções da Amazônia / Belém-PA 10 de novembro de 2008)

(Hangar Centro de Convenções da Amazônia / Belém-PA 10 de novembro de 2008) PRONUNCIAMENTO DO DIRETOR-PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DE MINERAÇÃO IBRAM, PAULO CAMILLO VARGAS PENNA NA SOLENIDADE DE ABERTURA DA EXPOSIBRAM AMAZÔNIA 2008 I CONGRESSO DE MINERAÇÃO DA AMAZÔNIA E

Leia mais

REGISTROS REUNIÃO DO PROGRAMA ENERGIA SOCIAL NA E.E SALVADOR MORENO MUNHOZ. TEORODO SAMPAIO - SP

REGISTROS REUNIÃO DO PROGRAMA ENERGIA SOCIAL NA E.E SALVADOR MORENO MUNHOZ. TEORODO SAMPAIO - SP 1 REGISTROS REUNIÃO DO PROGRAMA ENERGIA SOCIAL NA E.E SALVADOR MORENO MUNHOZ. TEORODO SAMPAIO - SP Data: 01/09/2012 Horário: 18h às 20h. Munhoz Município: Teodoro Sampaio Carneiro da Silva Gonçalves Número

Leia mais

CHAMADA DE SELEÇÃO 006 2016 PROGRAMA DE APOIO A PROJETOS DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL (PAPCI)

CHAMADA DE SELEÇÃO 006 2016 PROGRAMA DE APOIO A PROJETOS DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL (PAPCI) CHAMADA DE SELEÇÃO 006 2016 PROGRAMA DE APOIO A PROJETOS DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL (PAPCI) O Diretor de Relações Internacionais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Professor Fabio Alves da

Leia mais

7º Prêmio VIVALEITURA Edição Lúcia Jurema

7º Prêmio VIVALEITURA Edição Lúcia Jurema 7º Prêmio VIVALEITURA Edição Lúcia Jurema TÍTULO JUSTIFICATIVA Pontes da Leitura por Ravel Andrade de Sousa As atividades descritas neste projeto foram por mim realizadas na Sala de Leitura, a partir do

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca Já não se poderá escrever sem este

Leia mais

No seu ponto de vista porque a ABPp iniciou-se em São Paulo, quais eram as condições?

No seu ponto de vista porque a ABPp iniciou-se em São Paulo, quais eram as condições? "Entrevista com Barone" Elisa Maria Pitombo Entrevista feita com Barone pela ABPp-SP realizada em 29/03/2005, agradecemos a possibilidade dessa entrevista. Você poderia citar fatos marcantes e curiosos

Leia mais

CINEMA, CULTURA E TRANSMISSÃO DA PSICANÁLISE. aspecto, a Arte e, principalmente, o Cinema, percebemos uma questão recorrente entre

CINEMA, CULTURA E TRANSMISSÃO DA PSICANÁLISE. aspecto, a Arte e, principalmente, o Cinema, percebemos uma questão recorrente entre CINEMA, CULTURA E TRANSMISSÃO DA PSICANÁLISE Tereza Raquel Tomé Adeodato Laéria Bezerra Fontenele Miguel Fernandes Vieira Filho Orlando Soeiro Cruxên Quando nos deparamos com a interseção entre Psicanálise

Leia mais

REGULAMENTO DA RECOLHA DE MANUAIS ESCOLARES

REGULAMENTO DA RECOLHA DE MANUAIS ESCOLARES REGULAMENTO DA RECOLHA DE MANUAIS ESCOLARES PREÂMBULO Com o propósito de maximizar a recuperação de manuais escolares usados, disponibilizando-os gratuitamente a quem deles necessite, é lançada esta iniciativa

Leia mais

Discurso do Presidente. Dr Marco Antonio Mroz, Secretário de Estado Adjunto de Saneamento e Recursos Hídricos

Discurso do Presidente. Dr Marco Antonio Mroz, Secretário de Estado Adjunto de Saneamento e Recursos Hídricos Discurso do Presidente Dr Marco Antonio Mroz, Secretário de Estado Adjunto de Saneamento e Recursos Hídricos Dra Dilma Pena, Presidente da Sabesp Dr Carlos Roberto dos Santos, Diretor de Engenharia e Qualidade

Leia mais

Carta Influência do Clima no Cotidiano Juvenil. Prezados representantes brasileiros da Conferencia Juvenil de Copenhague,

Carta Influência do Clima no Cotidiano Juvenil. Prezados representantes brasileiros da Conferencia Juvenil de Copenhague, Rio de Janeiro 03 de dezembro de 2009 Carta Influência do Clima no Cotidiano Juvenil Prezados representantes brasileiros da Conferencia Juvenil de Copenhague, Tendo em vista a confecção coletiva de uma

Leia mais

KLEIDYR BARBOSA: JUAZEIRENSE É O REI DO PLATINADO EM SÃO PAULO.

KLEIDYR BARBOSA: JUAZEIRENSE É O REI DO PLATINADO EM SÃO PAULO. KLEIDYR BARBOSA: JUAZEIRENSE É O REI DO PLATINADO EM SÃO PAULO. O Blog tem mantido contato nas últimas semanas com Cláudia Costa que reside em São Paulo e é amiga de Kleidyr Barbosa dos Santos que é natural

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA EM GRUPO

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA EM GRUPO FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA EM GRUPO MONIKE CRISTINA SILVA BERTUCCI Universidade Federal de São Carlos mobertucci@yahoo.com.br RESUMO Este artigo relata uma

Leia mais

Agostinho Guerreiro Engenheiro Agrônomo Presidente do Crea-RJ

Agostinho Guerreiro Engenheiro Agrônomo Presidente do Crea-RJ Agostinho Guerreiro Engenheiro Agrônomo Presidente do Crea-RJ A Organização do Sistema Profissional 1. A Regulamentação Profissional: Primeiros Ensaios século XIX As atividades eram permitidas para diplomados

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

Educação Patrimonial Centro de Memória

Educação Patrimonial Centro de Memória Educação Patrimonial Centro de Memória O que é história? Para que serve? Ambas perguntas são aparentemente simples, mas carregam uma grande complexidade. É sobre isso que falarei agora. A primeira questão

Leia mais

A importância da participação de crianças e jovens nas práticas de cinema e educação

A importância da participação de crianças e jovens nas práticas de cinema e educação A importância da participação de crianças e jovens nas práticas de cinema e educação POR RAQUEL PACHECO 1 Há muitos anos que o investigador David Buckingham (2009) aborda e baseia seu trabalho na Convenção

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA ACESSO E PREENCHIMENTO DE DADOS VIA FORMULÁRIO ELETRÔNICO SISPAC

MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA ACESSO E PREENCHIMENTO DE DADOS VIA FORMULÁRIO ELETRÔNICO SISPAC Gabinete do Ministro MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA ACESSO E PREENCHIMENTO DE DADOS VIA FORMULÁRIO ELETRÔNICO SISPAC Versão 1.1 OUTUBRO DE 2013 Contatos podem ser feitos por meio dos seguintes meios: Telefone:

Leia mais

Palavras-chave: Historia da Educação Física. Formação Profissional. Tendências Pedagógicas.

Palavras-chave: Historia da Educação Física. Formação Profissional. Tendências Pedagógicas. GT10 EDUCAÇÃO, HISTÓRIA E MEMÓRIA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FISICA NO BRASIL E SUAS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO SUPERIOR. Jose Carlos de Sousa 1 RESUMO Este artigo constitui-se numa reflexão a respeito

Leia mais

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil Página 1 de 5 Sobre a Revista Ed 24 - fev 04 Home Medical Infocenter Med Atual Edição Atual Serviços Global Home Brasil Home Busca Mapa do Site Fale Conosco Edição Atual Edição Atual Matéria de Capa Artigo

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

RELATÓRIO DE INTERCÂMBIO CRInt ECA. Dados do Intercâmbio

RELATÓRIO DE INTERCÂMBIO CRInt ECA. Dados do Intercâmbio RELATÓRIO DE INTERCÂMBIO CRInt ECA Nome: Mariana Grazini Ferreira Rocha No. USP 7586806 Curso ECA: Comunicação Social - Jornalismo Dados do Intercâmbio Universidade:Université Lumière Lyon 2 Curso: Cinema,

Leia mais

Desafios da maturidade

Desafios da maturidade Desafios da maturidade PATRÍCIA ESTER Ação de extensão da UFMG enfrenta contratempos após trajetória de mais de duas décadas Foto: patientsafetyauthority.org Q uando a velhice chega, poucos sabem para

Leia mais

MUSEU DINÂMICO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: trajetórias e temporalidades dos acervos

MUSEU DINÂMICO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: trajetórias e temporalidades dos acervos MUSEU DINÂMICO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: trajetórias e temporalidades dos acervos Paulo de Melo Noronha Filho 1 Patrícia Muniz Mendes 2 N as sociedades contemporâneas

Leia mais

O Mestrado Profissional em Inovação Tecnológica da UFTM: evoluções e tendências

O Mestrado Profissional em Inovação Tecnológica da UFTM: evoluções e tendências Artigo de Revisão 57 O Mestrado Profissional em Inovação Tecnológica da UFTM: evoluções e tendências The Professional Master in Technological Innovation UFTM: developments and trends Marlei Barboza (1)

Leia mais

ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO DR. RUI MARIA DE ARAÚJO POR OCASIÃO DA ABERTURA DA XIV CONFERÊNCIA DOS MINISTROS DA JUSTIÇA DA CPLP

ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO DR. RUI MARIA DE ARAÚJO POR OCASIÃO DA ABERTURA DA XIV CONFERÊNCIA DOS MINISTROS DA JUSTIÇA DA CPLP ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO DR. RUI MARIA DE ARAÚJO POR OCASIÃO DA ABERTURA DA XIV CONFERÊNCIA DOS MINISTROS DA JUSTIÇA DA CPLP A propriedade da terra como fator de desenvolvimento Salão

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA HISTÓRIA 3.º ANO/EF 2015

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA HISTÓRIA 3.º ANO/EF 2015 SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA MANTENEDORA DA PUC Minas E DO COLÉGIO SANTA MARIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA HISTÓRIA 3.º ANO/EF 2015 Caro(a) aluno(a), É tempo de conferir os conteúdos estudados

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE LETRAS RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE LETRAS RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE LETRAS RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Amile Suzam Souza Almeida Viçosa Junho de 2014 1 Relatório apresentado

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Faculdade de Letras. Oficina Online de Leitura e Produção de Textos. Professora Ana Cristina Fricke Matte

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Faculdade de Letras. Oficina Online de Leitura e Produção de Textos. Professora Ana Cristina Fricke Matte UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Faculdade de Letras Oficina Online de Leitura e Produção de Textos Professora Ana Cristina Fricke Matte A utilização da Plataforma Moodle pela Universidade na Educação

Leia mais

O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA

O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA O PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E A MOBILIDADE DO CAMPO PARA A CIDADE EM BELO CAMPO/BA Silmara Oliveira Moreira 1 Graduanda em Geografia/UESB, Bolsista da UESB E-mail: silmara.geo@gmail.com Resumo: O objetivo

Leia mais

Um perfil interligado às novas tendências

Um perfil interligado às novas tendências informativo ADMINISTRAÇÃO Diretrizes do Provão mostram o que a sociedade espera dos futuros profissionais de Administração Qual o perfil ideal para o estudante ao concluir a graduação? Quais habilidades

Leia mais

Os Tecnólogos e o Mestrado Profissional do CEETEPS

Os Tecnólogos e o Mestrado Profissional do CEETEPS Os Tecnólogos e o Mestrado Profissional do CEETEPS Rafael Gonçalves Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS) rafagon90@terra.com.br Helena Gemignani Peterossi Centro Estadual de Educação

Leia mais

ESCOLAS PIBIDIANAS NO TEATRO

ESCOLAS PIBIDIANAS NO TEATRO ESCOLAS PIBIDIANAS NO TEATRO Bianca Ebeling Barbosa Murilo Furlan Jade Garisto Ramos Allan Luis Correia Leite 1 Taís Ferreira 2 EIXO TEMÁTICO: Ações com a comunidade. Palavras chave: Escolas; Carência;

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO INVENTÁRIO DO FUNDO AURÉLIO PIRES

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO INVENTÁRIO DO FUNDO AURÉLIO PIRES GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO INVENTÁRIO DO FUNDO AURÉLIO PIRES Revisão e Atualização Diretoria de Arquivos Permanentes Diretoria de Acesso à

Leia mais

PLANO DE CELULAR: UMA EXPERIÊNCIA DE MODELAGEM MATEMÁTICA COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO

PLANO DE CELULAR: UMA EXPERIÊNCIA DE MODELAGEM MATEMÁTICA COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO PLANO DE CELULAR: UMA EXPERIÊNCIA DE MODELAGEM MATEMÁTICA COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO GT 06 Formação de professores de matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Ana Queli Mafalda Reis

Leia mais

INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1

INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 INTEGRAÇÃO DA TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR QUE ENSINA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 Marilena Bittar, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Sheila Denize Guimarães, Universidade Federal de

Leia mais