EDUCAÇÃO INCLUSIVA A DIVERSIDADE EM IMAGENS NAS CAPAS DA REVISTA NOVA ESCOLA

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1 EDUCAÇÃO INCLUSIVA A DIVERSIDADE EM IMAGENS NAS CAPAS DA REVISTA NOVA ESCOLA Eliana Cristina Pereira Santos 1 Introdução O processo de inclusão vem sendo aplicado em todos os aspectos sociais. Todavia, aqui vale a inclusão na educação, ou seja, educação inclusiva. Este trabalho visa identificar como a inclusão vem sendo representada em algumas capas da revista Nova Escola (todas relacionadas ao tema inclusão) nos enunciados das chamadas principais de cada edição. A revista parece trazer respostas especializadas (voz de autoridade) sobre o assunto, uma vez que esse tema é relacionado a várias áreas do conhecimento (científico, médico, humanas e etc.). No entanto, não fica claro, para os profissionais da educação (professores), o que eles podem e devem fazer no âmbito escolar. Nesta perspectiva, este trabalho, apresenta um esboço analítico fundamentado nos estudos da Análise do Discurso (AD), desta forma tenta demonstrar com a seguinte fundamentação teórica: Foucault (2001; 2005); Hernandes (2006), Orlandi (2005) e Pêcheux (2002). Haja vista, que os enunciados, sejam verbais ou imagéticos são sempre repletos de efeitos de sentido, já-ditos que voltam na fala do outro. Este estudo com propósito de identificar a imagem do portador de necessidade especial, ou como essa diversidade na educação, vem sendo apresentada em algumas capas da revista Nova Escola, doravante RNE. Por isso neste trabalho está sendo feito um esboço analítico, ou seja, um iniciar ainda não finalizado, com algumas informações, que poderão ser aprofundadas em outros trabalhos e também que podem ser vistas como brechas para que outros investigadores que pensam sobre o mesmo 1 Pedagoga da rede estadual de ensino de Foz do Iguaçu-PR, especialista em Psicopedagogia. Atualmente é aluna regular do curso de Mestrado Strictu Sensu pela UNIOESTE- Cascavel/PR em Letras, sob orientação do Dr. João Carlos Cattelan.

2 assunto. Para tal, foram selecionadas três capas, especificamente relacionadas ao tema inclusão: a educação inclusiva. As capas da RNE que foram selecionadas aparecem como resposta especializada sobre o assunto, uma vez que esse tema está diretamente relacionado à área de estudo e atuação de várias ciências entre elas a medicina e a educação. No entanto, as capas tal qual estão colocadas trazem dúvidas ao interlocutor em questão, mais precisamente os professores leitores da Nova Escola. Não fica muito claro, o que ele, enquanto educador pode fazer, ou deixar de fazer, diante da heterogeneidade no âmbito escolar, como ele poderá estar lidando com a diversidade de um modo geral. Quando nos referimos à diversidade, estamos não falando somente da inclusão dos portadores necessidades especiais, mas, referimo-nos também os alunos marginalizados pela sociedade e consequentemente pela escola. A escola enquanto instituição social, é, muitas vezes, mantenedora da sociedade vigente, nas palavras de Althusser(), a escola é mais um aparelho ideológico do Estado, eis as palavras do autor: Acreditamos portanto ter boas razões para afirmar que, por trás dos jogos de seu Aparelho Ideológico de Estado político, que ocupava o primeiro plano do palco, a burguesia estabeleceu como seu aparelho de Estado n 1, e portanto dominante, o aparelho escolar, que, na realidade, substitui o antigo aparelho ideológico de Estado dominante, a Igreja, em suas funções. Podemos acrescentar: o par Escola Família substitui o par Igreja Família. (ALTHUSSER, 1985, p. 78). Feitas essas colocações, busca-se fundamentação teórica nos estudos da Análise do Discurso (AD), procurando trazer para a educação discussões pertinentes aos discursos em relação à educação. Entende-se discurso como sentidos em movimento, as errâncias dos sujeitos, a improbabilidade de lugares para as conjunções nas dispersões e discursividade de unidades, de incertezas de trajetos, indistinção, vestígios e ancoragem realizadas pelas e/com as palavras, ou até mesmo com a ausência delas. Ou seja, são os sentidos ou efeitos de sentidos, que estão em constantes mudanças na sociedade, utilizam-se da materialidade contida nas palavras, ou ausência delas; nas cores, nas figuras, nas formas diversas para que seus discursos sejam veiculados. Esses discursos são veiculados como traços culturais, muito bem estabelecidos amarrados e socialmente. São discursos, socialmente considerados óbvios, mas que essa obviedade é fruto da ideologia. Um dos autores a perceber as forças internas que detêm a tarefa de conter o discurso ou de controlar o caráter de acontecimento do discurso, no intuito de entendê-

3 lo é, Foucault (2001). Ele considera o discurso um processo de construção social e de constituição nas relações de interação entre os interlocutores. Para o autor, os discursos nada têm de espontâneo ou de particular, mas ao contrário, seus termos são sempre determinados pelas relações de poder que controlam a práxis humana. Tomando como referencia esse autor podemos afirmar que a RNE, nada mais é que um órgão muito bem institucionalizado, isso significa que, é conferido a ela poderes de interdição do que deve ou não ser publicado. Interdições que Foucault (2001) denomina de tabu do objeto, as capas são materiais muito bem elegidos, o que possivelmente não passe pela aceitação do leitor é automaticamente interditado, por seus produtores. Uma das características básicas da mídia é se passar como transparente, verdadeira, embora, com frequência se venda como imparcial e objetiva, faz falar por diversas formações discursivas (FD), muitas vezes numa mesma capa, supõe-se, assim, que tudo que o discurso formula já se encontra articulado nesse meio-silêncio que lhe é prévio, que continua a correr obstinadamente sob ele, mas que ele recobre e faz calar (FOUCAULT, 2005, p. 28). Diríamos até, que, são várias vozes, falando com o leitor, de vários lugares imaginários, o qual quer dizer que, o que está na capa, é o que pode ser dito, neste lugar especifico, e dessa maneira e não de outra forma. Vale ressaltar que, os meios de comunicação do Brasil pertencem a poucos donos. Por isso, na questão do imaginário reproduzido pelos discursos veiculados nas mídias, observa-se o desempenho de um poderoso papel de conscientização das pessoas. Sodré (1992) assegura que: O setor cada vez mais responsável pelo controle desse imaginário [social brasileiro] imprensa escrita e radiodifusão é um dos mais centralizados ou monopolistas do país. E também um dos mais familiais: nove clãs controlam mais de 90% de toda a comunicação social brasileira. Trata-se de jornais, revistas, rádios, redes de televisão, com mais de 90% de circulação, audiência e produção de informações (SODRÉ 1992, p.43). Nas capas da RNE, as figuras aparecem carregadas de signos ainda não elucidados e direciona a reprodução no inconsciente do interlocutor de uma imagem (modelo-padrão) do que é e como é ser aluno portador de necessidades especiais na sociedade vigente e o que o professor deve fazer. A escolha do tema deve aos estudos das mídias e a importância do tema 2 : corresponder às chamadas minorias sociais, ou as 2 O tema inclusão não é meu foco de pesquisa no Mestrado, por isso, trabalharei com alguns conhecimentos compartilhados de outras áreas do estudo científico.

4 diversidades na escola, que, por razões históricas sempre sofreram de atos discriminatórios, embora, existam leis que prevêem punições para qualquer tipo de discriminação. Nas palavras de Cardoso e Ribeiro (1997) podemos encontrar a seguinte afirmação, que nos auxilia para entendermos essa discriminação velada, principalmente no que tange a postura da escola, e consequentemente da educação em relação a inaceitabilidade: a discriminação parece se consolidar como alguma coisa que se repete, que se reproduz. Não se pode esmorecer na hipocrisia e dizer que o nosso jeito não é esse. Não, o nosso jeito está errado mesmo, há uma repetição de discriminações e há a inaceitabilidade do preconceito. Isso tem de ser desmascarado, tem de ser, realmente, contra-atacado, não só verbalmente, como também em termos de mecanismos e processos que possam levar a uma transformação, no sentido de uma relação mais democrática, entre as raças, entre os grupos sociais e entre classes. (CARDOSO; RIBEIRO, 1997, p.14-16, grifos meus). Desde a idade primitiva as pessoas com necessidades educacionais especiais vêm lutando por sua inserção social. Com o predomínio da burguesia a idéia de liberdade e igualdade de direito, vão sendo discutidas e propostas, afinal, a burguesia exigia a concretude de ações para seus filhos anormais. No século XX, os filósofos e pedagogos Piaget e Vygotsky, entre outros, iniciaram estudos científicos para saber como as crianças aprendem. Segundo documentos do MEC- Ministério da Educação (1997) foi dessa forma, a partir de propostas pedagógicas de muitos autores que a educação especial passou a ganhar espaços nas discussões acerca de uma reforma educacional, primeiro em nível internacional e depois no Brasil. Depois de inúmeras discussões a LDB nº 9.394/96, é aprovada e reafirma a preferência do atendimento da Educação Especial em escolas de ensino regulares, ou seja, atendimento a esses alunos não mais em escolas especializadas,que poderiam transformarem-se em Centros de Apoio. Na Lei, o único trecho que anda tirando o sono de muitos educadores é a última parte, aponta providências de ordem escolar ou assistencial, mas, não define como será feita a inclusão desses alunos nas redes regulares de ensino. O capítulo V, artigo 60, parágrafo único diz assim: O Poder Público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com necessidades especiais na própria rede pública regular de ensino, independentemente do apoio as instituições previstas neste artigo LDB 9394/96. Dessa forma, pode-se perceber um dos motivos porque a inclusão

5 tem conquistado grandes espaços no cenário educacional, embora, este, ainda, deva ser um dos assuntos amplamente discutidos por pedagogos e profissionais da educação. O corpus e esboços de análises A RNE, enquanto revista de grande circulação entre o professorado brasileiro propõe a atender o imediatismo do professor em exercício. As capas são de épocas distantes entre si, entretanto, abordam o mesmo tema, de grande discussão nos dias atuais, dentro da Educação de forma geral e mais especificamente nos estabelecimentos de ensino. Capa (1), Edição n 165, set/2003 Capa (2), Edição nº182, maio/2005 Capa (3),Edição Especial Na chamada principal da capa (1) A inclusão que dá certo, nesse enunciado e, podemos encontrar o operador argumentativo que introduzindo uma justificativa. Poderia simplesmente, ser a inclusão dá certo, entretanto, é utilizado o que para apresentar uma experiência que já deu certo. As letras são apresentadas em cor diferente juntamente com a palavra dá, em verde escuro. Dessa forma, as outras palavras escritas na cor branca se sobressaem do plano, ou seja, A inclusão - assunto principal - e certo reforçam no leitor a certeza, afinal, elas saltam aos olhos. Se a chamada fosse a

6 inclusão dá certo os efeitos de sentido seriam outro. Mas, a RNE utiliza de estratégias atrativas para o leitor, parafraseando Hernandes (2006), a revista busca a confiança do seu interlocutor/leitor. Para tal, utiliza-se de estratégias linguísticas, aparentemente simples, mas de efeitos de sentido provocadores completamente diferentes, a utilização do que no enunciado, auxilia na busca da veracidade de sua afirmação. Sabemos que somente o linguístico não completa os possíveis efeitos de sentido, faz-se então necessário em uma capa a utilização da imagem. As figuras estão no mesmo plano. Ambas são crianças, brancas, do gênero feminino, cabelos lisos, para diferenciá-las, a criança portadora de necessidade especial, seu rosto sobressai ao da outra, está acima, além das características notáveis da Síndrome de Down. Na capa (2) a chamada principal é: A escola que é de todas as crianças, a linguagem utilizada aponta para a intencionalidade dos produtores da capa em asseverar que a escola é uma instituição de acesso a todas as crianças, principalmente às crianças portadoras de necessidades especiais. O uso do pronome que juntamente com o uso da expressão todas as introduz um efeito discursivo de uma afirmação. O uso do termo todas incide diretamente sobre o substantivo crianças, confirmando efeitos que, independentemente da situação, todas as crianças devem estar na escola. Em destaque a palavra todas é apresentada em cor amarela, enquanto o resto do enunciado está na cor branca. Os participantes representados por um grupo de alunos enfileirados em um tanque de areia, podem ser agrupados a classes simultaneamente: a relação de nacionalidade (brasileiros), a idade (crianças), a instituição (mesma escola).entretanto, o discurso da RNE é que é possível uma sala de aula inclusiva, sem diferenciação o garoto cadeirante é apresentado no início da fila e ou de uma brincadeira. Se pensarmos nos princípios que regulam a produção dos efeitos de sentidos composicionais, podemos justificar o posicionamento do cadeirante em primeiro plano, pelo fato de ser necessário que se faça uma dupla apresentação, do portador de necessidades especiais: ele, enquanto, aluno, matriculado e uniformizado como os demais alunos da escola, realizando a mesma atividade, e, ao mesmo tempo diferente, pois necessita da cadeira de roda para se locomover. Entretanto, o posicionamento dessa criança é justificável, já que o assunto da matéria de capa seja a questão da inclusão de alunos portadores de necessidades especiais em salas do ensino regular, e o mesmo parece estar em evidência. O posicionamento dos demais alunos em segundo plano só reforça os discursos da revista: a inclusão é possível entre outros discursos dispersos. Embora, se possa perceber que uma garota de óculos, se encontra em segundo plano - não a exclui

7 de necessitar também de um artefato (óculos) e possuir necessidades especiais. Há, pois, aqui, um conflito discursivo ocasionados pelas condições de produção que foram proporcionadas à sociedade através, de razões culturais, religiosas, histórias, pelo qual os portadores de alguma deficiência, seres semi-excluídos da sociedade, silenciados durante séculos. A constatação é visível, dadas as condições de planejamento arquitetônico da maioria das escolas em funcionamento: escadas, degraus, piso irregular e outros. No aspecto pedagógico: a formação dos docentes específica, mas aqui, entra a RNE com dicas, planos de aula, projetos, etc. para auxiliar o educador que já teve uma formação acadêmica sobre o assunto, contudo, para os que, não tenham formação específica, a informação primordial que recebe é a da revista. Pelo exposto até agora, é possível perceber que a RNE marca presença e se autoapresenta,na busca de divulgação, a revista transformou-se na embalagem ideal para o produto publicidade (MARTINS, 2008, p. 244). É o caso da capa (3), a garotinha que interpretava a Clara, na Rede Globo em Páginas da Vida exibida em 2006/07 é portadora da síndrome de Down, e na novela com sua interpretação representou, não somente, Joana Mocarzel, pessoa física, portadora da síndrome, mas, os diversos casos que já existiam/existem no Brasil e no mundo. Um tema de muita relevância, merecedor de debates, entretanto, necessitou da ajudinha dos controladores da RNE. Inclusive essa capa pertence a uma edição especial, justamente, enquanto a novela estava no ar, provavelmente, tenha sido lucrativa para o grupo Abril. Segundo Soares (2007) o fato de se considerar importante algo que foi publicado pelo veículo de informação [...] cria um imaginário de verdade em torno dos fatos abordados (SOARES, 2007, p.189). Segundo Orlandi (2002), o silêncio também é um discurso. Podemos entender que o silêncio, portanto, não é ausência de linguagem, de significado e de sentido; também não é complemento de linguagem. Ele tem significância própria (...) o silêncio não está apenas entre as palavras. Ele as atravessa. Acontecimento essencial da significação, ele é matéria significante por excelência. (ORLANDI, 2002 p. 49). Ao observar essa garota na capa, sem que precise de nenhuma palavra, sua imagem fica associada ao papel da novela. Na imagem ela brinca sozinha em um balanço, e fixa os olhos para a câmera com um sorriso. As cores trazem uma harmonia, o vermelho do vestido da garota, com uma blusa branca, incita nossos olhos a percebê-la em primeiro plano. O que combina com o slogan da RNE, também apresentados nas mesmas cores. Na chamada: Inclusão todos aprendem quando as crianças com deficiência vão a

8 escola junto com a outras a primeira palavra destacada pela cor amarela e por ser maior que as demais, denota que o tema maior é a Inclusão, curiosamente é apresentado entre um símbolo matemático: chaves. Na matemática as chaves representam um conjunto, e o conjunto acaba por significar elementos pertences ao mesmo grupo, unido, ligados, conjugados, entretanto, a chave é apresentada só de um lado, por isso dá a idéia de um conjunto aberto. Além, de a chave representar a importância do todo que está dentro do espaço delimitado por ela.. A chave que aparece no slogan, já é fechada por um colchete, ou seja, a inclusão está aberta. Essas são algumas análises percebidas diante das capas e do conceito de inclusão. A inclusão de que se fala são dos portadores de necessidades especiais, sem levar em conta que a segregação social é muito maior dentro de uma escola. Por isso, destacamos, todo discurso marca a possibilidade de uma desestruturação-reestruturação das redes e trajetos. (PÊCHEUX, 2002, p. 56). Isto remete ao sentido de que todo discurso pode registrar um conflito tanto nas filiações sociais, quanto históricas. Considerações finais O discurso veiculado pela RNE, sobre a educação inclusiva, em seus níveis de diversidades, vem imbricado pela ideologia, essa por sua vez, naturaliza certos sentidos, fazendo-os parecer evidentes e óbvios. A educação inclusiva apresenta-se romanticamente linda, entretanto, o discurso realizado pela RNE está ancorado em um já-dito, em outra situação, não tão idealistas, mas, um já dito em consonância com a realidade.com os debates acirrados politicamente em torno do diferente dentro da escola, do direito garantido constitucionalmente de igualdade a todos. No entanto,quando nos deparamos com essas capas, percebemos que os mesmos são apresentados de forma idealizada, acaba por apagar a história, apaga as condições de produção que realmente aqueles discursos foram gerados, ou seja, todo o processo de construção que levou para sua produção é apagado, quase um apagamento histórico. Não são levados em consideração todos os entraves políticos, e processos de discussões que resultaram em leis, em determinações, deliberações, até por fim, chegar à escola, nas mãos do professor. Enquanto revista de grande repercussão, esses discursos, veiculados por ela, vão se alojando na sociedade, e à medida que vão sendo apreendidos e apropriados, sendo apresentados no nível do intradiscurso, como adequados e naturais. Assim, coloca

9 Orlandi (1994) nessa naturalização acontece uma falsa desambiguação no lugar que são edificadas as transparências, podem e devem ser explicadas pelas condições de produção. Essas condições de produção fazem com que os efeitos de sentido sejam interpretados numa determinada direção, ou seja, em uma determinada formação discursiva. Mas, os discursos apresentam opacidade em sua materialidade, o que dá essa transparência é a ideologia. Segundo Orlandi (1994), é a ideologia oculta à realidade e enquanto prática discursiva, não é consciente, somente através dela, é que a relação, língua-história-sujeito, ganha significado. Assim sendo, temos a seguinte situação: os sujeitos, leitores, interlocutores desta revista, pode, através do discurso veiculado por ela, evidenciar uma identificação com a ideologia da realidade apresentada, não condizente com a realidade a qual pertence e sem ter consciência disso. No caso das capas da RNE vista quando lemos estamos produzindo sentidos (reproduzindo-os ou transformando-os), em relação a educação inclusiva brasileira. Mais do que isso, quando estamos lendo, estamos participando do processo (sóciohistórico) de produção de sentidos e o fazemos de um lugar e com uma direção histórica determinada (ORLANDI, 2005, p.59). Por isso, um pressuposto básico da RNE é exaustivamente repetido: os problemas educacionais sempre podem ser resolvidos, bastando para isso que cada um "faça a sua parte", ou seja, cada professor que se responsabilize pela educação, que dê conta do processo de inclusão, afinal, eles enquanto revista estão oferecendo informações. Vale lembrar também que "As escolas e os professores podem muito, mas não podem tudo! (CARVALHO, 2004, p. 09). Referências Bibliográficas: ALTHUSSER, L. Aparelhos Ideológicos de Estado: nota sobre os aparelhos ideológicos de Estado (AIE). Tradução de Maria Laura V. de Castro. Introdução crítica de José Augusto Albuquerque. 2. ed. Rio de Janeiro: Graal, BARTHES, Roland. (1964). Rhétorique de l image. Communications 4. In: VESTERGAARD/SCHRODER A linguagem da propaganda. São Paulo: Martins Fontes BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Lei n , de 23 de Dezembro de 1996, que fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, MEC, BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Plano Nacional de Educação. Brasília, MEC, 1997 CARDOSO, Paulino de Jesus F.;RIBEIRO, Neli Góes e. Racismo, multiculturalismo e currículo escolar. In: LIMA, Ivan C. e ROMÃO, Jeruse, (Orgs). Negros e currículo, Florianópolis. Núcleo de Estudos Negros/NEN, Série Pensamento Negro em Educação nº2, 1997.

10 CARVALHO, Rosita Edler. Dez Anos Depois da Declaração de Salamanca FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. Trad. de Laura F. A Sampaio. São Paulo: Ed. Loyola, A arqueologia do saber. Trad. De Luiz Felipe Baeta Neves- 7. ed.- Rio de Janeiro: Forense Universitária, HERNANDES, Nilton. A mídia e seus truques. São Paulo: Contexto, MARTINS, Ana Luiza. Revistas em Revista: imprensa e práticas culturais em tempos de República. São Paulo ( ). 1ª Ed. Editora FAPESP, 2008 MIRANDA, Marília Gouvêa de. Novo paradigma de conhecimento e políticas educacionais na América Latina. Cadernos de Pesquisa, n 100, Fundação Carlos Chagas, São Paulo: Cortez, p , ORLANDI, Eni P. Discurso, imaginário social e conhecimento. In: Em Aberto, n.61, ano 14. Brasília: INEP, jan./mar, Interpretação: autoria, leitura e efeitos do trabalho simbólico. Petrópolis, RJ, Vozes Editora. 2ª edição As formas do silêncio: no movimento dos sentidos. 3ª. ed. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, Análise de Discurso: Princípios e procedimentos. São Paulo: Pontes PÊCHEUX, Michel. O discurso: estrutura ou acontecimento. Trad. Eni Pulcinelli Orlandi. 3. ed. Campinas: Pontes, REVISTA NOVA ESCOLA. A inclusão que dá certo. Editora Abril. Ano XVIII n 165. Setembro/2003 REVISTA NOVA ESCOLA. A escola que é de todas as crianças. Editora Abril. Ano XX n 182. Maio/2005. REVISTA NOVA ESCOLA. Inclusão. Editora Abril. Edição Especial. nº 11, out/2006 SOARES, Alexandre S. F. O Discurso Jornalístico e seus rituais. Revista ECO-PÓS, Rio de Janeiro, n.2, vol. 10, p , julho-dezembro, SODRÉ, Muniz. O social irradiado: violência urbana, neogrotesco e mídia. São Paulo: Cortez, 1992.

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