Diretrizes para Habilitação de Centros de Treinamento

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diretrizes para Habilitação de Centros de Treinamento"

Transcrição

1 Diretrizes para Habilitação de Centros de Treinamento Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista Gestão

2 Centros de Treinamento Comissão Coordenador Dr. José Armando Mangione - SP Membros Dr. Alcides José Zago - RS Dr. Fausto Feres SP Dr. Jamil Abdalla Saad MG Dr. Marco Antonio Perin SP Dr. Miguel Antonio Neves Rati RJ Dr. Wilson Pimentel Filho - SP

3 Centros de Treinamento Itens Avaliados I. Hospital II. Laboratório de Hemodinâmica III. Equipe Médica IV. Aluno V. Programa Teórico/Prático VI. Aprovação e Fiscalização do Centro

4 I - Hospital 1. Estar cadastrado na SBHCI 2. Serviço de Cirurgia Cardiovascular Atuante 3. Unidade de Terapia Intensiva e Coronária 4. Laboratório de Análises Clínicas, Banco de Sangue, Serviço de Imagem (Radiologia, Ecodopplercardiografia transtorácica ou transesofágica, Ultra-sonografia com Doppler, Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética, Endoscopia)

5 I - Hospital 5. Serviço de Hemodiálise 6. Especialidades Clínicas - Cardiologia, Nefrologia, Neurologia, Gastroenterologia, Hematologia, Anestesiologia 7. Balão de Contrapulsação Intra-Aórtico

6 II - Laboratório de Hemodinâmica 1. Equipamento de Cateterismo Cardiovascular com as seguintes especificações técnicas: Sistema em arco, preferencialmente com proteção contra colisão do corpo do paciente, que interrompa o movimento com a aproximação do contato físico entre as partes

7 II - Laboratório de Hemodinâmica Arquitetura que permita a realizações de projeções craniais/caudais de 40 e oblíquas de 90 de angulação. Velocidade de rotação do arco deve ser preferencialmente de no mínimo 25 /seg. Mesa de exames com a capacidade de suportar no mínimo pacientes com 160 Kg mais 100 Kg para manobras de ressuscitação o que garante segurança em situações de emergência.

8 II - Laboratório de Hemodinâmica Gerador de Rx de alta tensão com potência mínima de 100 KW e proporcionar ao tubo de Rx uma emissão de radiação rápida e de potência suficiente para obtenção de contraste na imagem, permitindo nesta condição a operação dentro dos limites de segurança de radiação para o paciente e operador. Tubo de Rx com capacidade térmica mínima de HU.

9 II - Laboratório de Hemodinâmica Fluoroscopia pulsada com taxas de pelo menos 30/15 e 7,5 pulsos por segundo. Intensificador de imagem com o maior fator conversor possível ou sistema Flat Panel. Videocâmara de alta resolução responsável pela qualidade das imagens de fluoroscopia e que promove a transformação do sinal análogo para o sistema de angiografia digital.

10 II - Laboratório de Hemodinâmica Imagem digital de alta qualidade com matriz de no mínimo 512x512x8 bites a 30 quadros/seg. Gravação do exame em compact disc (CD) em padrão DICOM 2) Polígrafo com no mínimo 3 canais de ECG 3 e 2 canais de pressão com possibilidade de registro simultâneo. 3) Monitor de Pressão Invasiva de 2 canais 1 por sala.

11 II - Laboratório de Hemodinâmica 3) Bomba injetora de contraste de alta precisão. 4) Aparelho de coagulação por TCA. 5) Oxímetro de pulso. 6) Equipamento para cálculo do débito cardíaco. 7) Material para reanimação cardiorespiratória e desfibrilador externo.

12 II - Laboratório de Hemodinâmica 8) Marcapasso temporário. 9) Ultrasom Intracoronário (recomendável). 10) Controle Mensal da Exposição ao Rx através de dosímetros 11) Aventais Plumbíferos

13 II - Laboratório de Hemodinâmica 12) Registro de todos os casos preferencialmente de forma digital por um período mínimo de 5 anos para recuperação de dados 13) Cateteres e dispositivos acessórios mais comuns para a prática exclusiva e indispensável da especialidade

14 II - Laboratório de Hemodinâmica 14) Um enfermeiro responsável pertencente ao Departamento de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista da SBHCI. 15) Um técnico em radiologia ou tecnólogo credenciado pelo CONTER Conselho Técnico de Radiologia

15 III - Equipe Médica 1) Possuir no mínimo 2 preceptores, membros titulares da SBHCI há pelo menos 5 anos, com certificado de área de atuação em hemodinâmica. Comprovar a manutenção da proficiência através da CENIC mínimo de 75 Intervenções Cardiovasculares/ano, nos últimos 2 anos.

16 III - Equipe Médica 2) O coordenador do programa deverá ser um dos preceptores que será o responsável junto a SBHCI pela observância desta recomendações. 3) Realizar pelo menos cateterismos cardíacos diagnósticos anuais (8,3/dias úteis), comprovados por declaração assinada pelo chefe do serviço, referentes aos dois últimos anos de atividade.

17 III - Equipe Médica 4) Realizar intervenções coronárias, valvares, congênitas e vasculares (opcional), sendo no mínimo 400 ICP/ano (1,6/dia). 5) Enviar para a CENIC o registro de todos os casos de Intervenções Cardiovasculares realizados anualmente.

18 III - Equipe Médica 6) Seguir o programa teórico/prático recomendado nesta diretriz. 7) O número de vagas disponibilizadas por equipe/ano deve obedecer os seguintes limites: um aluno para cada preceptor e para cada 250 procedimentos intervencionistas percutâneos realizados no ano anterior, registrados no CENIC.

19 IV - Aluno 1) Inscrição no respectivo CRM 2) Conclusão de 2 anos de residência médica em cardiologia credenciada pela Comissão Nacional de Residência Médica ou estágio em cardiologia reconhecido pelo FUNCOR ou título de especialista em cardiologia pela AMB/SBC

20 IV - Aluno 3) Durante o período de formação, o aluno deverá permanecer em tempo integral no Centro de Treinamento.

21 V - Programa Teórico/Prático 1) O período mínimo de treinamento é de 24 meses consecutivos, observando-se 30 dias anuais para férias, aprimoramento científico, participações em congressos e encontros da especialidade. 2) O programa de treinamento deverá propiciar ao aluno formação completa com domínio de técnicas e conhecimentos relativos à intervenção cardiovascular. O primeiro ano deverá oferecer

22 V - Programa Teórico/Prático treinamento fundamentalmente em noções básicas e procedimentos percutâneos diagnósticos. O segundo ano deverá incluir o treinamento em procedimentos percutâneos terapêuticos. 3) A participação direta do aluno, sob supervisão do preceptor, em cateterismos cardíacos, vasculares diagnósticos e intervenções percutâneas que deverão ser devidamente registradas no CENIC.

23 V - Programa Teórico/Prático 4) Durante o período de treinamento recomenda-se que o aluno atue como primeiro operador sob supervisão de: a) 500 cateterismos cardíacos e angiográficos diagnósticos. b) 75 intervenções cardiovasculares percutâneas (incluindo coronárias, vasculares extra-cardíacas, congênitas e valvares).

24 V - Programa Teórico/Prático 5) Aulas Teóricas a) Estrutura do laboratório de Hemodinâmica e características do equipamento de angiografia. b) Noções básicas de radiação ionizante, formação de imagem e proteção radiológica. c) Acessos vasculares anatomia vascular, técnicas de acesso arterial e venoso em múltiplos sítios (radial, braquial, femoral), reconhecimento e tratamento de complicações do acesso vascular.

25 V - Programa Teórico/Prático d) Principais materiais utilizados nos procedimentos diagnósticos e intervencionistas cardiovasculares. e) Contrastes radiológicos tipos, dose e complicações. Prevenção e tratamento de reações alérgicas e de nefrotoxicidade. f) Registro de pressão: avaliação crítica da qualidade dos registros e seu funcionamento, análise das curvas de pressão.

26 V - Programa Teórico/Prático g) Medida do débito cardíaco e oximetria. Análise da função ventricular esquerda. h) Cálculo de shunt, resistências vasculares e área valvar. i) Anatomia radiológica cardíaca, coronária e vascular. Projeções angiográficas para procedimentos cardiovasculares.

27 V - Programa Teórico/Prático j) Princípios da angiografia digital quantitativa e Interpretação de imagens. k) Indicações, contra-indicações e complicações do cateterismo cardíaco e da angiografia cardiovascular diagnóstica. l) Estudo hemodinâmico nas valvopatias. m) Estudo hemodinâmico nas cardiopatias congênitas acianogênicas.

28 V - Programa Teórico/Prático n) Estudo hemodinâmico nas cardiopatias congênitas cianogênicas. o) Estudo hemodinâmico nas miocardiopatias, doenças do pericárdio e da aorta. p) Fisiologia e fisiopatologia do fluxo coronário métodos de avaliação e interpretação de resultados (Doppler-flow e Pressure-wire).

29 V - Programa Teórico/Prático q) Ultra-som intracoronário técnica de execução e interpretação de imagens. r) Farmacologia adjunta às intervenções cardiovasculares. s) Indicações, contra-indicações, técnica e resultados dos diversos procedimentos terapêuticos em intervenção cardiovascular e congênita, incluindo:

30 V - Programa Teórico/Prático Angioplastia e implante de stent coronário e vascular Utilização de dispositivos de proteção distal Valvopatias Alcoolização e embolização de artérias coronárias Retirada de corpos estranhos intra-vasculares Atrioseptostomia

31 V - Programa Teórico/Prático Angioplastia das artérias pulmonares e outras artérias e veias Aortoplastia e endopróteses aórticas Radiofreqüência nas atresias valvares Técnicas de oclusão: embolização, dispositivos de oclusão de defeitos cardíacos

32 V - Programa Teórico/Prático Análise crítica dos principais estudos em intervenção cardiovascular publicados na literatura e apresentados em congressos

33 Centro de Treinamento VI - Aprovação e Fiscalização 1) O Conselho Deliberativo da SBHCI será o responsável pela avaliação dos centros e verificação do cumprimento da diretrizes para o credenciamento. 2) A cada 2 anos, o centro deverá ter uma reavaliação para renovação do seu credenciamento realizada pelo Conselho Deliberativo. Os centros que descumprirem as normas estarão sujeitos a perda da sua habilitação. O comunicado será feito por

34 Centro de Treinamento VI - Aprovação e Fiscalização escrito ao coordenador do programa. Os centros terão 90 dias para solicitarem uma nova avaliação, após a devida correção. Mediante a evidência de ajustes apenas parciais da anormalidades observadas, um novo período de 45 dias será concedido. A persistência das incorreções implicará na perda da habilitação do centro.

Pedro A. Lemos MD PhD

Pedro A. Lemos MD PhD Incorporação de novas técnicas e tecnologias em saúde Propostas para treinamento e certificação dos especialistas em novos procedimentos Pedro A. Lemos MD PhD Instituto do Coração InCor Hospital das Clínicas

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria nº 227 de 05 de Abril de 2002.

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria nº 227 de 05 de Abril de 2002. Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Portaria nº 227 de 05 de Abril de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 640, de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO NA ÁREA DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA E TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA CARDIOVASCULAR. CAPÍTULO I Conceito

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO NA ÁREA DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA E TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA CARDIOVASCULAR. CAPÍTULO I Conceito REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO NA ÁREA DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA E TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA CARDIOVASCULAR CAPÍTULO I Conceito Art. 1º - O Programa de Aprimoramento na área de Ressonância

Leia mais

Diretrizes para Habilitação de Centros de Treinamento e para Obtenção de Certificação em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista

Diretrizes para Habilitação de Centros de Treinamento e para Obtenção de Certificação em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista Rev Bras Cardiol Invas 2005; 13(4): 315-322. Diretrizes para Habilitação de Centros de Treinamento e para Obtenção de Certificação em Hemodinâmica e Cardiologia Diretriz Diretrizes para Habilitação de

Leia mais

Processo de Avaliação para Obtenção do Certificado de Atuação na Área de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista Junho/2007

Processo de Avaliação para Obtenção do Certificado de Atuação na Área de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista Junho/2007 Processo de Avaliação para Obtenção do Certificado de Atuação na Área de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista Junho/2007 Edital de Abertura de Inscrição ao Processo de Avaliação para Obtenção do

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR Coordenadores: Drs. Clerio Azevedo e Marcelo Hadlich 1. Objetivos do Programa Proporcionar, aos pós-graduandos, formação especializada

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO NA ÁREA DE ARRITMIAS, ELETROFISIOLOGIA E ESTIMULAÇÃO CARDÍACA ARTIFICIAL DO HOSPITAL DO CORAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO NA ÁREA DE ARRITMIAS, ELETROFISIOLOGIA E ESTIMULAÇÃO CARDÍACA ARTIFICIAL DO HOSPITAL DO CORAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE APRIMORAMENTO NA ÁREA DE ARRITMIAS, ELETROFISIOLOGIA E ESTIMULAÇÃO CARDÍACA ARTIFICIAL DO HOSPITAL DO CORAÇÃO CAPÍTULO I Conceito Art. 1º - O Programa de Aprimoramento

Leia mais

JOSÉ SERRA ANEXO NORMAS PARA CADASTRAMENTO CENTROS DE REFERÊNCIA EM CIRURGIA VASCULAR INTRALUMINAL EXTRACARDÍACA

JOSÉ SERRA ANEXO NORMAS PARA CADASTRAMENTO CENTROS DE REFERÊNCIA EM CIRURGIA VASCULAR INTRALUMINAL EXTRACARDÍACA Portaria GM/MS nº de abril de 2002 O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a alta incidência de doenças cardiovasculares na população brasileira, o que se constitui

Leia mais

ESTRUTURA FUNCIONAL INCOR HCFMUSP

ESTRUTURA FUNCIONAL INCOR HCFMUSP ESTRUTURA FUNCIONAL INCOR HCFMUSP CONSELHO DIRETOR DIRETORIA EXECUTIVA Comissões (*) Assessoria Coordenação e supervisão do conhecimento Divisão de Cardiologia Clínica Coordenação Administrativa do ao

Leia mais

VAGAS e INSCRITOS por GRUPO 39 85

VAGAS e INSCRITOS por GRUPO 39 85 01 - ÁREAS BÁSICAS COM ACESSO DIRETO 1 ANESTESIOLOGIA - 3 ANOS 15 165 11,0 2 CIRURGIA GERAL - 2 ANOS 46 211 4,6 3 CLÍNICA MÉDICA - 2 ANOS 54 275 5,1 4 DERMATOLOGIA - 3 ANOS 5 88 17,6 5 INFECTOLOGIA - 3

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003 Página 1 de 27 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003 Ementa: Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.634/2002, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre

Leia mais

Modificado conforme PT SAS/MS nº 123 de 28/02/05 ANEXO II A

Modificado conforme PT SAS/MS nº 123 de 28/02/05 ANEXO II A Modificado conforme PT SAS/MS nº 123 de 28/02/05 ANEXO II A A - FORMULÁRIO PARA VISTORIA DO GESTOR (deve ser preenchido e assinado pelo Gestor) (esse formulário não deve ser modificado e/ou substituído)

Leia mais

Medicina de Urgência e Cuidados intensivos 500horas/aula

Medicina de Urgência e Cuidados intensivos 500horas/aula Introdução à Medicina Veterinária Intensiva Introdução à Medicina Veterinária Intensiva Medicina Baseada em Evidências Estatística Biomédica e Metodologia do Ensino Índices Prognósticos Arquitetura Hospitalar

Leia mais

Página 1 de 6. Médico - Acupuntura. Médico - Alergia e Imunologia Pediátrica. Médico - Anestesiologia. Médico - Cancerologia Clínica

Página 1 de 6. Médico - Acupuntura. Médico - Alergia e Imunologia Pediátrica. Médico - Anestesiologia. Médico - Cancerologia Clínica Especialidade Médico - Acupuntura Médico - Alergia e Imunologia Médico - Anestesiologia Médico - Cancerologia Clínica Médico - Cancerologia Médico - Cardiologia Médico - Cardiologia - Eletrofisiologia

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA 1 de 26 16/11/2010 18:54 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1845/2008 (Publicada no D.O.U. de 15 Jul 2008, Seção I, p. 72) (Republicada com anexo no D.O.U. 16 Jul 2008, Seção I, p.164-168) (Modificada

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA

SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA NORMAS PARA CREDENCIAMENTO E RECREDENCIAMENTO DE SERVIÇOS DE TREINAMENTO EM NEFROLOGIA Curso de Especialização em Nefrologia OBJETIVOS DO PROGRAMA OBJETIVO GERAL Capacitar o profissional médico no conteúdo

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA DA UFMG DEPARTAMENTO DE CIRURGIA CIR

FACULDADE DE MEDICINA DA UFMG DEPARTAMENTO DE CIRURGIA CIR 1 FACULDADE DE MEDICINA DA UFMG DEPARTAMENTO DE CIRURGIA Av. Prof. Alfredo Balena 190-2 0 andar Caixa postal 340 - CEP 30130-100 031-3409-9759 e 3409-9760 cirurgia@medicina.ufmg.br CIR Disciplina Optativa

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA REGIMENTO DA COMISSÃO DE ENSINO

SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA REGIMENTO DA COMISSÃO DE ENSINO Capítulo I Da Comissão de Ensino SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA REGIMENTO DA COMISSÃO DE ENSINO Art. 1º - A Comissão de Ensino da SBD é composta por 8 (oito) membros associados titulares há mais

Leia mais

O curso de Pós-graduação em Engenharia Biomédica e Engenharia Clínica tem 368 horas de atividades presenciais, organizadas em quatro módulos.

O curso de Pós-graduação em Engenharia Biomédica e Engenharia Clínica tem 368 horas de atividades presenciais, organizadas em quatro módulos. PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA BIOMÉDICA E ENGENHARIA CLÍNICA 1. ORGANIZAÇÃO E MÓDULOS O curso de Pós-graduação em Engenharia Biomédica e Engenharia Clínica tem 368 horas de atividades presenciais, organizadas

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM REABILITAÇÃO CARDIOPULMONAR Unidade

Leia mais

Princípio da formação de imagem e sua aplicação na cardiologia intervencionista. Patrícia Lopes Barbosa patricialb7@gmail.com

Princípio da formação de imagem e sua aplicação na cardiologia intervencionista. Patrícia Lopes Barbosa patricialb7@gmail.com Princípio da formação de imagem e sua aplicação na cardiologia intervencionista Patrícia Lopes Barbosa patricialb7@gmail.com Produção dos raios X Na Cardiologia Intervencionista não existem fontes naturais

Leia mais

CONVÊNIO CELEBRADO ENTRE O CFM, A AMB E A CNRM

CONVÊNIO CELEBRADO ENTRE O CFM, A AMB E A CNRM CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.973, DE 14 DE JULHO DE 2011 Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM Nº 1.845/08, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades

Leia mais

Antonio Carlos Moreira. antonicmoreira@gmail.com

Antonio Carlos Moreira. antonicmoreira@gmail.com Antonio Carlos Moreira antonicmoreira@gmail.com 1 O Tecnólogo em Radiologia como integrante da equipe multiprofissional na Intervenção Cardiovascular. 2 Ministério do Trabalho e Emprego C.B.O.: 3241-20

Leia mais

Manual Específico Unimed-Rio - TISS

Manual Específico Unimed-Rio - TISS UNIME D-RIO Manual Específico Unimed-Rio - TISS Área de Relacionamento com Hospitais Rio 2 PADRONIZAÇÃO DOS NOVOS FORMULÁRIOS QUE SERÃO UTILIZADOS PELOS PRESTADORES PARA ENVIO PARA A UNIMED-RIO. Estes documentos

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.973/2011 (Publicada no D.O.U. de 1º de agosto de 2011, Seção I, p. 144-147) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.845/08, que celebra

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DE SANTO ANDRÉ

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DE SANTO ANDRÉ ANEXO I EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO N 008/2014 PARA CREDENCIAMENTO DE HOSPITAIS E CLÍNICAS HABILITADOS PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ALTA COMPLEXIDADE, ASSIM COMPREENDIDOS OS CENTROS DE INFUSÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS;

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E REDES ASSISTENCIAIS ANEXO I

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E REDES ASSISTENCIAIS ANEXO I MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DEPARTAMENTO DE SISTEMAS E REDES ASSISTENCIAIS ANEXO I DE ACORDO COM O ESTABELECIDO PELA PORTARIA Nº 3432 /GM/MS, DE 12 DE AGOSTO DE 1998, REFERENTE

Leia mais

TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR. Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP

TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR. Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP TOMOGRAFIA E RESSONÂNCIA CARDIOVASCULAR Renato Sanchez Antonio Santa Casa RP Tomografia Técnica baseada em radiografia com uso colimadores para restringir feixes Realizada na mesma fase do ciclo cardíaco

Leia mais

Audiologia. SERVIÇO DE FONOAUDIOLOGIA ORGANOGRAMA Chefe de serviço: Prof. Maria Isabel Kós Vice-chefe: Prof. Rosane Pecorari

Audiologia. SERVIÇO DE FONOAUDIOLOGIA ORGANOGRAMA Chefe de serviço: Prof. Maria Isabel Kós Vice-chefe: Prof. Rosane Pecorari SERVIÇO DE FONOAUDIOLOGIA ORGANOGRAMA Chefe de serviço: Prof. Maria Isabel Kós Vice-chefe: Prof. Rosane Pecorari Sessão de pacientes internos Motricidade oral e disfagia (pacientes internados no HU) A

Leia mais

Índice Remissivo do Volume 91-2008

Índice Remissivo do Volume 91-2008 Por Assunto A Acidente cerebrovascular/complicações Acidente vascular na doença de Chagas, 306 Abscesso Opção para tratamento de abscesso aórtico, 72 Acesso radial Acesso ulnar Angioplastia primária pelo

Leia mais

O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, considerando:

O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, considerando: PORTARIA Nº 3.432/MS/GM, DE 12 DE AGOSTO DE 1998 O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, considerando: a importância na assistência das unidades que realizam tratamento intensivo

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 5/2014-EBSERH/HC-UFMG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, 21 DE FEVEREIRO DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 5/2014-EBSERH/HC-UFMG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, 21 DE FEVEREIRO DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 5/2014-EBSERH/HC-UFMG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, 21 DE FEVEREIRO DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 801 Médico Acupuntura 802

Leia mais

Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 *****

Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 ***** Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 ***** Ementa: Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM n.º 1.634/2002, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

EDITAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GASTROENTEROLOGIA 2016. Gastroenterologia 01 02 anos 60 horas. 2. Período de Inscrição: de 01/02/2016 a 12/02/2016

EDITAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GASTROENTEROLOGIA 2016. Gastroenterologia 01 02 anos 60 horas. 2. Período de Inscrição: de 01/02/2016 a 12/02/2016 Curitiba, 19 de janeiro de 2016. EDITAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GASTROENTEROLOGIA 2016 O Serviço de Gastroenterologia do Hospital Nossa Senhora das Graças, vem por meio deste edital, tornar pública

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 2.068/2013, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 004 Médico - Alergia e Imunologia

Leia mais

FUNDAÇÃO ESTATAL DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA EM SAÚDE DE CURITIBA

FUNDAÇÃO ESTATAL DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA EM SAÚDE DE CURITIBA EDITAL Nº 03/2012 O Diretor Geral da FUNDAÇÃO ESTATAL DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA EM SAÚDE DE CURITIBA, com sede na Rua Lothário Boutin, nº. 7.585, Bairro Pinheirinho, Curitiba, PR, no uso de suas atribuições

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA GESTÃO E PREVIDÊNCIA SECRETARIA ADJUNTA DE SEGURIDADE DOS SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA GESTÃO E PREVIDÊNCIA SECRETARIA ADJUNTA DE SEGURIDADE DOS SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA GESTÃO E PREVIDÊNCIA SECRETARIA ADJUNTA DE SEGURIDADE DOS SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS INFORMAÇÕES SOBRE O FUNBEN 1. O QUE É O FUNBEN (Fundo de Benefícios dos

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM CIRURGIA DERMATOLÓGICA

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM CIRURGIA DERMATOLÓGICA CHEFE DO SERVIÇO: DR. SÉRGIO COSTA LIMA DA SILVA COORDENADORES: DRª ANDRÉA MYCHELAYNE E RAPHAEL C. PERYASSÚ SETOR DE CIRURGIA DERMATOLÓGICA Local: Hospital da Gamboa/RJ Nível: Pós-Graduação Lato Sensu

Leia mais

IMPORTANTE: Consulte o edital 01/2015 e suas retificações em www.concursos.ufba.br e observe todas as demais exigências e prazos estabelecidos.

IMPORTANTE: Consulte o edital 01/2015 e suas retificações em www.concursos.ufba.br e observe todas as demais exigências e prazos estabelecidos. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA GABINETE DA REITORIA EDITAL DE INCLUSÃO Nº 4 O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA), no uso de suas atribuições estatutárias, tendo em vista

Leia mais

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Quando uma pessoa sofre agravo agudo à saúde, deve ser acolhido em serviço do SUS mais próximo de sua ocorrência, seja numa Unidade de Saúde

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 801 802 Médico Alergia e

Leia mais

Especialização em Fisioterapia Respiratória e UTI - NOVO

Especialização em Fisioterapia Respiratória e UTI - NOVO Especialização em Fisioterapia Respiratória e UTI - NOVO Apresentação Previsão de Início Agosto Inscrições em Breve - Turma 01 - Campus Stiep O foco deste curso é promover ao profissional conhecimentos

Leia mais

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO MANUAL DE FISCALIZAÇÃO ROTEIROS DE VISTORIAS O médico fiscal, quando no exercício das vistorias, deverá sempre apresentar sua carteira de identidade funcional (emitida pelo Conselho Regional) e ofício

Leia mais

GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO

GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO Encontro Nacional UNIMED de Recursos e Serviços Próprios e Jornadas Nacionais UNIMED de Enfermagem e Farmácia Hospitalar GESTÃO DOS SERVIÇOS DE PRONTO SOCORRO Instituto Central do Hospital das Clínicas

Leia mais

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Tabela 01 - Principais Antecedentes e Fatores de Risco para Doença Cardiovascular à Internação na Unidade Todos os Pacientes Egressos da Unidade Hipertensão Arterial

Leia mais

Página 1 de 4. Código Especialidade Requisitos

Página 1 de 4. Código Especialidade Requisitos CONCURSO PÚBLICO 12/2014-EBSERH/HU-UFMA ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS RETIFICADO Código Especialidade Requisitos 801 Médico

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM CARDIOLOGIA HEMODINÂMICA

Leia mais

Validação. Revalidação

Validação. Revalidação NORMAS BÁSICAS PARA INSCRIÇÃO NO PROGRAMA DE QUALIDADE EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA Validação Revalidação 0 1) Médico Responsável pelo Serviço Membro Titular do CBR. Título de Especialista em Radiologia e

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Artigo 1 o.- A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) através da Faculdade de Medicina e do Hospital de Clínicas, manterá

Leia mais

Protecção contra radiações em gastroenterologia

Protecção contra radiações em gastroenterologia Protecção contra radiações em gastroenterologia O uso de radiação ionizante em gastroenterologia está em transição. No passado, gastroenterologistas realizavam uma variedade de intervenções envolvendo

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA Unidade

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 006 Médico - Anestesiologia

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS EM RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E CIRURGIA ENDOVASCULAR

PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS EM RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E CIRURGIA ENDOVASCULAR PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS EM RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E CIRURGIA ENDOVASCULAR Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular SoBRICE Colégio Brasileiro de Radiologia

Leia mais

ANEXO I NORMAS DE CLASSIFICAÇÃO E CREDENCIAMENTO DE UNIDADES DE ASSISTÊNCIA EM ALTA COMPLEXIDADE CARDIOVASCULAR

ANEXO I NORMAS DE CLASSIFICAÇÃO E CREDENCIAMENTO DE UNIDADES DE ASSISTÊNCIA EM ALTA COMPLEXIDADE CARDIOVASCULAR ANEXO I NORMAS DE CLASSIFICAÇÃO E CREDENCIAMENTO DE UNIDADES DE ASSISTÊNCIA EM ALTA COMPLEXIDADE CARDIOVASCULAR 1 NORMAIS GERAIS DE CREDENCIAMENTO 1.1. Planejamento/Distribuição das Unidades 1.1.1 - As

Leia mais

EDITAL Nº 031/ UFSM/PRPGP, de 14 de agosto de 2015.

EDITAL Nº 031/ UFSM/PRPGP, de 14 de agosto de 2015. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA EDITAL Nº 031/ UFSM/PRPGP, de 14 de agosto de 2015. PROCESSO SELETIVO PÚBLICO DO HOSPITAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PARA MÉDICOS

Leia mais

Portaria SAS/Nº 210 (publicada no Diário Oficial n 117, de 21 de junho de 2004, página 43, Seção 1) ANEXO III(*)

Portaria SAS/Nº 210 (publicada no Diário Oficial n 117, de 21 de junho de 2004, página 43, Seção 1) ANEXO III(*) Portaria SAS/Nº 210 (publicada no Diário Oficial n 117, de 21 de junho de 2004, página 43, Seção 1) ANEXO III(*) RELAÇÃO DE PROCEDIMENTOS INCLUÍDOS NAS TABELAS DO SIH E SIA/SUS PROCEDIMENTOS INCLUÍDOS

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.918, DE 9 DE JUNHO DE 1998.

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.918, DE 9 DE JUNHO DE 1998. MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.918, DE 9 DE JUNHO DE 1998. O Ministro de Estado da Saúde no uso de suas atribuições, considerando: - a importância na assistência das unidades que

Leia mais

ANEXO 1. Aprovação no Comitê de Ética em Pesquisa (CEP-UNIFESP)

ANEXO 1. Aprovação no Comitê de Ética em Pesquisa (CEP-UNIFESP) 94 95 96 97 ANEXO 1 Aprovação no Comitê de Ética em Pesquisa (CEP-UNIFESP) 98 99 Anexo 2 Termo de consentimento livre e esclarecido Consentimento informado para realização de Estudo Eletrofisiológico e

Leia mais

ALERGOLOGIA BERÇÁRIO. Tel: 2107-5123 Ordem Procedimentos e Exames OBS

ALERGOLOGIA BERÇÁRIO. Tel: 2107-5123 Ordem Procedimentos e Exames OBS Clínicas médicas ALERGOLOGIA Emissão de pareceres e laudos médicos. 3 Assistência a pacientes baixados. 4 Exames especificados na Clínica Pneumológica. BERÇÁRIO Tel: 107-513 1 Atendimento de pacientes

Leia mais

Instituto Nacional de Cardiologia / Fundação Pró Coração (FUNDACOR)

Instituto Nacional de Cardiologia / Fundação Pró Coração (FUNDACOR) Instituto Nacional de Cardiologia / Fundação Pró Coração (FUNDACOR) FORMULÁRIOA PARA REGISTRO DE CURSO PROPONENTES: NOME: Luciano Belem E-MAIL: lbelem@globo.com TELEFONES: 21 999828522 INFORMAÇÃO SOBRE

Leia mais

Centro Médico Pedro Maques. Av. Mendonça Junior,1018, Gruta de Lourdes. Fone: (82) 3316-7870. Rua Hugo Correia Paes, 253, Farol. Fone: (82) 2123-7000

Centro Médico Pedro Maques. Av. Mendonça Junior,1018, Gruta de Lourdes. Fone: (82) 3316-7870. Rua Hugo Correia Paes, 253, Farol. Fone: (82) 2123-7000 www.plamed.com.br Rede Credenciada Por Município MACEIÓ Urgência e Emergência URGÊNCIA PEDIÁTRICA CONSULTAS ALERGOLOGIA E IMUNOLOGIA (ADULTO E PEDIATRIA) ANGIOLOGIA CARDIOLOGIA CIRURGIA CARDÍACA CIRURGIA

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM CARDIOLOGIA HEMODINÂMICA

Leia mais

SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ SURCE 2012 ADITIVO AO EDITAL Nº 02/2011

SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ SURCE 2012 ADITIVO AO EDITAL Nº 02/2011 SELEÇÃO UNIFICADA PARA RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO CEARÁ SURCE 2012 ADITIVO AO EDITAL Nº /2011 A Coordenação Geral do Grupo Gestor da SURCE e a Coordenação de Ensino e Pesquisa dos Hospitais Universitários

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 801 Médico Alergia

Leia mais

MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EDUCAÇÃO FÍSICA

MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EDUCAÇÃO FÍSICA MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EDUCAÇÃO FÍSICA 1 OBJETIVO Padronização e estruturação das normas técnicas, deveres e direitos das partes envolvidas e diretrizes do Trabalho de Conclusão de Curso

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM CARDIOLOGIA HEMODINÂMICA

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS MÉDICOS ITEM FUNÇÃO OBJETIVOS

ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS MÉDICOS ITEM FUNÇÃO OBJETIVOS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS MÉDICOS ITEM FUNÇÃO OBJETIVOS 48 MÉDICO ANESTESIOLOGISTA 49 MÉDICO CARDIOLOGISTA 50 MÉDICO CIRURGIÃO GERAL 51 MÉDICO CIRURGIÃO PEDIÁTRICO 52 MÉDICO CIRURGIÃO VASCULAR 53 MÉDICO CLÍNICO

Leia mais

Saúde Naval GUIA MÉDICO

Saúde Naval GUIA MÉDICO Saúde Naval GUIA MÉDICO INFORMAÇÕES, SERVIÇOS E ESPECIALIDADES Índice Ambulátorio Naval da Penha (ANP) página 3 Departamento de Saúde do Colégio Naval (DSCN) página 4 Hospital Central da Marinha (HCM)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM SAMANTHA CORREA VASQUES RELATÓRIO ESTÁGIO CURRICULAR III- SERVIÇOS DA REDE HOSPITALAR: UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA PORTO ALEGRE

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192)

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Página 1 de 17 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.666/2003, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

ERRATA DE EDITAL LEIA-SE: EM, 27 /11 /2015

ERRATA DE EDITAL LEIA-SE: EM, 27 /11 /2015 EM, 27 /11 /2015 ERRATA DE EDITAL A SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE/PE torna público a ERRATA do edital do Processo Seletivo da RESIDÊNCIA MÉDICA para o ano de 2016 publicado no DOE 14/11/2015, que será realizado

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIAIS DO HOSPITAL DOS DEFEITOS DA FACE

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIAIS DO HOSPITAL DOS DEFEITOS DA FACE REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIAIS DO HOSPITAL DOS DEFEITOS DA FACE Objetivos e seus Fins 1. O programa de residência na Área de Cirurgia e Traumatologia

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE COLOPROCTOLOGIA (SBCP) COMISSÃO DE ENSINO E APERFEIÇOAMENTO MÉDICO

SOCIEDADE BRASILEIRA DE COLOPROCTOLOGIA (SBCP) COMISSÃO DE ENSINO E APERFEIÇOAMENTO MÉDICO SOCIEDADE BRASILEIRA DE COLOPROCTOLOGIA (SBCP) COMISSÃO DE ENSINO E APERFEIÇOAMENTO MÉDICO PROPOSTA DE CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA ESPECIALIDADE DE COLOPROCTOLOGIA Abril de 2010 À Comissão Nacional de Residência

Leia mais

CURRICULUM VITAE I - DADOS PESSOAIS NOME: DR. RICARDO WANG NOME EM CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS: WANG, R. SEXO: Masculino

CURRICULUM VITAE I - DADOS PESSOAIS NOME: DR. RICARDO WANG NOME EM CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS: WANG, R. SEXO: Masculino CURRICULUM VITAE Ricardo Wang Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (1997), especialização em Hemodinâmica pela Benemérita Sociedade Portuguesa de Beneficência (2004),

Leia mais

Saúde Naval GUIA MÉDICO

Saúde Naval GUIA MÉDICO Saúde Naval GUIA MÉDICO INFORMAÇÕES, SERVIÇOS E ESPECIALIDADES Índice Ambulátorio Naval da Penha (ANP) página 3 Hospital Central da Marinha (HCM) página 4 Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD) página 5 Policlínica

Leia mais

EDITAL HRTN 01/2013, de 30 de dezembro de 2013 CONCURSO PÚBLICO 01/2013 ERRATA

EDITAL HRTN 01/2013, de 30 de dezembro de 2013 CONCURSO PÚBLICO 01/2013 ERRATA EDITAL HRTN 01/2013, de 30 de dezembro de 2013 CONCURSO PÚBLICO 01/2013 ERRATA A Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP) e o Hospital Risoleta Tolentino Neves (HRTN) COMUNICA que foram efetuadas

Leia mais

SELEÇÃO PARA COOPERAÇÃO DE MÉDICOS Edital n. 01/2009. ACUPUNTURA Código 101. Gabarito

SELEÇÃO PARA COOPERAÇÃO DE MÉDICOS Edital n. 01/2009. ACUPUNTURA Código 101. Gabarito ACUPUNTURA Código 101 Questão 01: D Questão 19: B Questão 37: D Questão 55: D Questão 02: D Questão 20: D Questão 38: B Questão 56: B Questão 03: D Questão 21: A Questão 39: C Questão 57: A Questão 04:

Leia mais

Requisitos mínimos (Item 2.1 dos Editais 01, 02 e 03/2014)

Requisitos mínimos (Item 2.1 dos Editais 01, 02 e 03/2014) Requisitos mínimos (Item 2.1 dos Editais 01, 02 e 03/2014) CARGOS Farmacêutico Médico Anestesiologista Médico Clínico Geral Médico Obstetra* Doenças Externas Oculares* REQUISITOS MÍNIMOS (1) Graduação

Leia mais

X FÓRUM NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM FISIOTERAPIA FLORIANÓPOLIS-SC

X FÓRUM NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM FISIOTERAPIA FLORIANÓPOLIS-SC X FÓRUM NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM FISIOTERAPIA FLORIANÓPOLIS-SC Dirceu Costa Florianópolis-SC - Abril-2015 HÁ NECESSIDADE DE AJUSTES CONSTANTES: DA COERÊNCIA INTERNA DOS PPGs

Leia mais

fundação portuguesa de cardiologia Nº. 12 Dr. João Albuquerque e Castro REVISÃO CIENTÍFICA: [CIRURGIA VASCULAR DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL]

fundação portuguesa de cardiologia Nº. 12 Dr. João Albuquerque e Castro REVISÃO CIENTÍFICA: [CIRURGIA VASCULAR DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL] fundação portuguesa de cardiologia TUDO O QUE DEVE SABER SOBRE ANEURISMAS DA AORTA ABDOMINAL Nº. 12 REVISÃO CIENTÍFICA: Dr. João Albuquerque e Castro [CIRURGIA VASCULAR DO CENTRO HOSPITALAR LISBOA CENTRAL]

Leia mais

MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE

MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE ACESSO E ATIVIDADES DO GESTOR ESTADUAL, GESTOR MUNICIPAL E CADASTRADOR DE PROPOSTAS REDE/PROGRAMA ASSISTÊNCIA AO

Leia mais

Por que a Varicocele causa Infertilidade Masculina?

Por que a Varicocele causa Infertilidade Masculina? O Nosso protocolo assistencial tem como base as diretrizes e normas elaboradas pela Society of Interventional Radiology (SIR) O Que é a Varicocele? Entende-se por varicocele à dilatação anormal (varizes)

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Pró-Reitoria de Graduação Diretoria de Processos Seletivos

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Pró-Reitoria de Graduação Diretoria de Processos Seletivos RETIFICAÇÃO DO EDITAL N 125, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2011 - CONCURSO PÚBLICO PARA TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO. A Pró-reitora de Recursos Humanos, em exercício, da Universidade Federal de Uberlândia

Leia mais

Um tratamento. endovascular para. aneurismas de. aorta abdominal

Um tratamento. endovascular para. aneurismas de. aorta abdominal Um tratamento endovascular para aneurismas de aorta abdominal Sumário Introdução 1 O que é um aneurisma de aorta abdominal (AAA)? 3 Página Quais são alguns dos sintomas de um aneurisma de aorta abdominal

Leia mais

COMUNICADO. Autorização Prévia do Plano de Saúde ELETROBRAS/CEPEL/ELETROS Nova Lista Unificada e Novo Procedimento

COMUNICADO. Autorização Prévia do Plano de Saúde ELETROBRAS/CEPEL/ELETROS Nova Lista Unificada e Novo Procedimento COMUNICADO CARTA ES - 386/11 Autorização Prévia do Plano de Saúde ELETROBRAS/CEPEL/ELETROS Nova Lista Unificada e Novo Procedimento Prezados Credenciados, Com o intuito de adotar as melhores práticas,

Leia mais

POLÍTICAS DE SAÚDE EM QUEIMADOS

POLÍTICAS DE SAÚDE EM QUEIMADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA POLÍTICAS DE SAÚDE EM QUEIMADOS JUNHO - 2009 Diretrizes Tomando por base a necessidade de organizar à assistência

Leia mais

HOSPITAL SÃO FRANCISCO RIBEIRÃO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA EM 2016

HOSPITAL SÃO FRANCISCO RIBEIRÃO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA EM 2016 HOSPITAL SÃO FRANCISCO RIBEIRÃO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA EM 2016 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia Início 2 de Fevereiro

Leia mais

Os horários poderão sofrer alteração para atender à necessidade e o interesse do serviço público.

Os horários poderão sofrer alteração para atender à necessidade e o interesse do serviço público. Os horários poderão sofrer alteração para atender à necessidade e o interesse do serviço público. Os servidores que trabalham na área de assistência e área médica, no regime de escala poderão ter suas

Leia mais

MANUAL DO CREDENCIADO

MANUAL DO CREDENCIADO CAIXA DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE CUBATÃO MANUAL DO CREDENCIADO PM_Manual_do_Credenciado_Revisão_04_20070624_DGQ/SAJ 1 Neste MANUAL, que é parte integrante do credenciamento de prestação

Leia mais

Heart Saver AED Salva Corações DEA

Heart Saver AED Salva Corações DEA Heart Saver AED Salva Corações DEA Centro de Ensino, Treinamento e Simulação-CETES-HCor A simulação aplicada ao ensino em saúde é uma técnica destinada a substituir experiências de pacientes reais por

Leia mais

Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar

Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar JUSTIFICATIVA A Promoção de saúde só será completa

Leia mais

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO - 2016

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO - 2016 1 CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO - 2016 A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - ISCMSP (Rua Dr. Cesário Motta Junior, 112 Vila Buarque São Paulo SP ) faz saber que estão abertas às inscrições

Leia mais

PACS. III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica. Santa Casa de Porto Alegre, RS. 24 de Novembro de 2012

PACS. III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica. Santa Casa de Porto Alegre, RS. 24 de Novembro de 2012 PACS III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica Santa Casa de Porto Alegre, RS 24 de Novembro de 2012 III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica PACS - Agenda Histórico Workflow Modalidades

Leia mais

REGIMENTO DA DIRETORIA DE ENFERMAGEM HOSPITAL SÃO PAULO/ HU da UNIFESP. Subseção I. Subseção II. Subseção III. Subseção IV. Subseção V.

REGIMENTO DA DIRETORIA DE ENFERMAGEM HOSPITAL SÃO PAULO/ HU da UNIFESP. Subseção I. Subseção II. Subseção III. Subseção IV. Subseção V. REGIMENTO DA DIRETORIA DE ENFERMAGEM HOSPITAL SÃO PAULO/ HU da UNIFESP SEÇÃO I Da Estrutura Organizacional e Funcionamento da Subseção I Da Direção Subseção II Das Gerências Executivas Subseção III Do

Leia mais

Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares

Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Enfermagem THAÍLA TANCCINI Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares Porto Alegre 2011 2 THAÍLA TANCCINI Relatório de

Leia mais

DECRETO Nº 7.767, DE 27 DE JUNHO DE 2012

DECRETO Nº 7.767, DE 27 DE JUNHO DE 2012 CÂMARA DOS DEPUTADOS Centro de Documentação e Informação DECRETO Nº 7.767, DE 27 DE JUNHO DE 2012 Estabelece a aplicação de margem de preferência em licitações realizadas no âmbito da administração pública

Leia mais

Radiação Ionizante: Riscos e Minimização dos seus efeitos. Hélio Castello. Diretor de Qualidade Profissional SBHCI

Radiação Ionizante: Riscos e Minimização dos seus efeitos. Hélio Castello. Diretor de Qualidade Profissional SBHCI Radiação Ionizante: Riscos e Minimização dos seus efeitos Hélio Castello Diretor de Qualidade Profissional SBHCI Os perigos do Raio X Conceitos Básicos EFEITOS BIOLÓGICOS Efeitos Estocáticos: Efeitos

Leia mais

Capítulo II Habilidades: básicas e pediátricas específicas

Capítulo II Habilidades: básicas e pediátricas específicas Capítulo II Habilidades: básicas e pediátricas específicas Introdução Este capítulo encerra visão ampla das competências essenciais que nortearão residente durante o treinamento. Parte delas deve ser desenvolvida

Leia mais

EDITAL Nº 005/2009 RE-RATIFICAR

EDITAL Nº 005/2009 RE-RATIFICAR EDITAL Nº 005/2009 O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ, no uso de suas atribuições, atendendo aos termos da Lei Complementar nº 108, de 18 de maio de 2005, com alteração dada pela Lei Complementar

Leia mais