OS HINOS DAS ESTELAS FUNERÁRIAS DE SUTI E HOR NO CONTEXTO DO CULTO SOLAR EGÍPCIO DA XVIIIª DINASTIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS HINOS DAS ESTELAS FUNERÁRIAS DE SUTI E HOR NO CONTEXTO DO CULTO SOLAR EGÍPCIO DA XVIIIª DINASTIA"

Transcrição

1 OS HINOS DAS ESTELAS FUNERÁRIAS DE SUTI E HOR NO CONTEXTO DO CULTO SOLAR EGÍPCIO DA XVIIIª DINASTIA Regina Coeli Pinheiro da Silva 1 O CULTO SOLAR Na mitologia egípcia, o culto ao sol destaca-se em relação aos dos demais deuses e chega ao seu ápice durante o Antigo Império (2575 a 2134 a.c. 2 ). Seu simbolismo se relaciona ao movimento cíclico do seu ritmo diário. Durante o Novo Império, quando a capital do Egito Antigo era Tebas, a principal divindade de culto em Karnak e em Luxor era Amon-Re, fruto de uma junção entre os deuses Re de Heliópolis e Amon de Tebas 3. Efetiva-se assim uma identificação que já teria se iniciado desde o Médio Império, com Amon-Re reconhecido pelos egípcios como um deus universal e com poderes de criação. Seu culto passa a adquirir cada vez maior força e influência como deus estatal, chegando à situação de concorrer com o poder real. Durante o reinado do faraó Amenhotep III (c.1380 a.c. 4 ), período que antecede à reforma amarniana, o culto a Amon Re passa a desenvolver uma crença em que este deus vem a se orientar para a característica solar. Amon Re passa então a ser celebrado sob esse aspecto, uma mudança que não reflete mais aquelas características presentes no Grande Hino a Amon. Uma prova arqueológica dessa afirmativa é encontrada na estela objeto de nosso estudo, pertencente aos arquitetos do reinado de Amenhotep III, Suti e Hor (Ermann:1952: ), atualmente no Museu Britânico (nº 826). Nela, Amon aparece 1 Arqueóloga IPHAN e Mestre pelo Museu Nacional/UFRJ( 2 Cronologia elaborada pelo Prof. Dr. Antônio Brancaglion Jr, tendo por base Baines, J. e Malek, Possivelmente por união de interesses desses dois cleros. 4 Datação que tem por base Drioton e Vandier (1977:356/157/158). 309

2 equiparado a uma listagem dos nomes múltiplos do sol tais como Harakhti, Re, Khépri, e Aton, assemelhando-se muito à idéia de primazia do sol como deus criador e mantenedor da vida. Quanto ao deus solar Aton (ítn o disco solar), este teve como principal local de adoração a cidade de Akhetaton, localizada na atual vila de El-Amarna. Adotado por Akhenaton durante o período de seu reinado, antecede, entretanto, à reforma empreendida por esse faraó e assume grandes poderes quase se tornando uma deidade universal e exclusiva durante seu reinado. Uma primitiva e talvez mais antiga iconografia de Aton como deus aparece em uma estela em Gizé, como um disco solar alado, com braços estendidos que seguravam em suas mãos um cartucho com o nome do faraó. Existem referências a Aton desde o Médio Império, na passagem do Conto de Sinuhe (Papiro de Berlim B), onde pode ser lido: (...) quando o rei foi para o céu, unindo-se ao disco solar/aton, o corpo do deus se uniu àquele que o criou. Nesse texto Aton aparece com o determinativo de deus 5 ( textos religiosos dos Caixões, Aton refere-se somente ao disco solar. ).Quando usado nos O CRESCIEMNTO GRADUAL DA IMPORTÂNCIA GRADUAL DE ATON DURANTE A XVIIIª DINASTIA Posta sob confronto com as teologias anteriores, a atoniana trouxe em seu cerne uma relação com a teologia de Heliópolis, com a diferença que, nesse novo culto, o deus age sem a intervenção de outras divindades. Se Amon era o deus Oculto, Aton era o deus

3 manifestado, revelado. HART vê uma relação entre Aton e o culto solar de Heliópolis, esta reforçada no fato do nome do local construído para culto atoniano em Karnak ter recebido o nome de Casa do Benben, simbolizando o monte primordial no qual o deu-sol se elevou do Nun, o criador do universo. Benben era o nome do santuário em Heliópolis, cujo determinativo hieroglífico era um obelisco - outro empréstimo do culto heliopolitano - possivelmente indicando que um obelisco se situava ali a leste de Karnak (HART: 1998, 40). No início do Novo Império e consequentemente da XVIIIª Dinastia, Aton, o disco solar, era compreendido como uma das três fases do percurso do sol no céu. O faraó Ahmose é referido em uma estela como sendo relacionado a Aton quando brilha, e seu sucessor, Amenhotep I, quando de sua morte, torna-se unido com Aton, juntando-se àquele do qual veio. 6 A rainha Hatshepsut usou seu símbolo no lado sul de um dos seus obeliscos no Templo de Karnak significando entretanto o conceito astronômico do disco (Hart:1998, 37), ou seja, o disco do sol - mas não o deus sol. Entretanto, existe uma inscrição datada de cerca de 1500a.C. (Hart:1998, 38), achada na Núbia, em que a palavra Aton ocorre seguida do símbolo de deus, na forma de uma deidade ostentando um disco solar na sua cabeça. Seguindo a sequência de registros da representação de Aton, esta obtém maior destaque a partir da XVIIIª Dinastia, sendo então identificado como uma deidade solar somente no reinado de Tuthmés IV. Este faraó manda fazer um escaravelho comemorativo no qual Aton aparece protegendo-o como um deus associado à guerra, num contexto que coloca esse deus na vanguarda do exercício do faraó em batalha (Hart:1998, 38 e Wilkinson: 2003, 236) um lugar geralmente dado a Amon. 6 Hart, 1998:

4 Seu sucessor Amenhotep III mandou construir um templo para Aton fora dos muros do perímetro leste do templo de Karnak, cujo espaço era dedicado ao deus Amon. Essa estrutura se chamava Per Aton, que significa A Casa de Aton (Ermann, 1952: ). Aton adquire então cada vez mais prestígio com Amenhotep III, tendo entretanto seu apogeu somente durante o reinado de Amenhotep IV (que posteriormente assume o nome de Akhenaton). Este faraó apresenta-nos um Aton doador de vida, deus único, sem igual, que tomaria o lugar de Amon-Ra com exclusividade. Com o reinado do faraó Amenhotep III, Aton começa a assumir uma posição mais importante, sendo que já existiam evidências de um culto a esse deus, indicando que estava estabelecido em Heliópolis, onde contava com um corpo de sacerdotes e um templo. Em decorrência deste fato, muitos dos oficiais desse faraó usaram títulos ligados a Aton, como Administrador da Grande Casa de Aton. Amenhotep III estimulou extraordinariamente o culto solar a Aton, fato demonstrado dentre outros exemplos, em um dos seus epítetos Tjekhen - Aton ou Radiância de Aton, um termo que também foi usado em vários outros contextos durante seu reinado. Ele constrói o palácio em Malkata, complexo arquitetônico que se localizava no lado oeste de Tebas; chamava-se A casa de Nebmaatre é o esplendor de Aton. Nele existia o Per Hay, ou Casa do Júbilo, referência esta que também será encontrada, em parte do Grande Templo de Aton amarniano. Essa extraordinária construção pode significar uma primeira tentativa de isolamento por parte do rei e de seu corpo administrativo, com relação ao sacerdócio de Amon, que exercia então grande influência nos assuntos políticos daquela época. Nesse sentido, a construção da cidade de Akhetaton por parte Amenhotep IV, pode significar uma conclusão ou aperfeiçoamento dessa estratégia isoladora. Destaca-se também a presença do nome do deus em Baketaton, filha mais nova de Amenhotep III com a esposa real Tiye. Também seu barco era chamado Aton Brilha. Entretanto, Amenhotep III não negligenciou os cultos dos outros deuses e não existem indícios de que tenha considerado Aton como uma deidade especial, destacada do 312

5 panteão egípcio. Registros arqueológicos demonstram esse expressivo estímulo ao deus, mas esse monarca foi um governante que poderíamos chamar de tradicional, respeitoso a Amon-Re. Só, não podemos negar que, aos poucos, Aton passa a ocupar um espaço maior no repertório religioso da XVIIIª dinastia, até chegar ao seu ápice no reinado de Akhenaton. Na parte inicial do seu reinado, no período conhecido como pré-amarniano, Akhenaton construiu no Templo de Karnak - dedicado ao deus Amon - um novo espaço para culto a Aton. Trata-se de um momento de transição, quando ainda pensava ser possível fazer Tebas abrir mão de seu tradicional deus Amon em favor de Aton. Interessante destacar que na pedreira de onde se retirava matéria prima para as construções no Templo de Karnak, Amenhotep IV/Akhenaton é mostrado em adoração a Amon-Re, mas com uma inscrição em que se auto-refere como O primeiro profeta de Re- Harakhte em júbilo no Horizonte em seu nome A Luz que é Aton. Este título já aponta para o futuro reformador, intermediando as antigas idéias de Heliópolis e as novas criadas para o culto a Aton. AS ESTELAS FUNERÁRIAS DE SUTI E HOR DESCRIÇÃO E CARACTERÍSTICAS DAS PEÇAS Já nos referimos às duas estelas pertencentes aos irmãos gêmeos Suti e Hor, arquitetos e supervisores do templo de Amon em Tebas. Datam de c.1390 a 1352 a.c., período que compreende o reinado do faraó Amenhotep III. São originárias de Tebas, sendo que uma se encontra quase que totalmente destruída. Supõe-se que essas duas estelas ficavam na entrada da tumba, uma de cada lado. São estelas de cume arredondado, esculpido no quadro retangular da porta. Possuem as seguintes dimensões: Altura: 146 cm. 313

6 Largura: 90 cm. Espessura: 29 cm. Matéria prima: granito cinza Por seu bom estado de conservação, podemos ver que a moldura da estela do Museu Britânico apresenta invocações para oferendas funerárias, e a sua área central mostra os dois irmão fazendo oferendas a Osiris e a Anubis Composta por vinte e uma linhas de hino ao deus sol, suas inscrições estão gravadas ao longo e figuras esculpidas em relevo. No lintel da porta são três linhas horizontais de leitura de texto a partir do centro para fora. No lado direito e no direito existem três linhas de texto vertical. À direita e à esquerda do topo do arco da estela, no ângulo formado pela moldura da porta, estão os olhos "wedjat'. No arco da estela há um disco alado. A estela inclui dois registros: 1º - está dividido em duas cenas simétricas: a - Anubis à direita,mostrado com cabeça de chacal, vestindo uma saia curta e segurando um cetro na mão esquerda e "ankh" no canto direito, é adorado por Hor e uma mulher (ambos de quase totalmente apagados). Acima de Anúbis, há duas colunas de texto vertical. Acima de Hor e a mulher, estão quatro colunas verticais de texto. b Osiris à esquerda, mostrado em forma de múmia, usando uma coroa, barba, colar, segurando um cetro na mão; é adorado por Suty e uma mulher (também apagados). Logo acima Suty e da mulher, estão quatro colunas verticais de texto. Sobre Osíris estão duas colunas de texto vertical. 314

7 2º - uma inscrição em 21 linhas horizontais. Essa estela está bem preservada, mas existem pequenas escoriações. O nome do Suty no painel do lado esquerdo da porta e todas as figuras com as suas inscrições de acompanhamento (com exceção das dos deuses), foram apagadas na antiguidade. OS TEXTOS 7 HINO nº 1 DA ESTELA DE SUTY E HOR (da linha 1 ao meio da linha 8) "(...) hail to you, beaultiful Re When you are moved to rise at dawn, your brightness opens the eyes of catthe; and when you set in Manu, then they sleep in the fashion of death (...) Saudação para você, formoso Re Quando se move para surgir no amanhecer, seu brilho abre os olhos do rebanho; e quando você se põe na colina ocidental, então eles dormem como se estivessem mortos HINO nº 2 DA ESTELA DE SUTY E HOR (do meio da linha 8 até a linha 14) Hail to you Aten of the daytime, Who was created all and made them live (...) Saudação a você Aton do dia, Que criou tudo e os fez vivos (...) 7 Segundo W. Murnane Texts from the Amarna Period in Egypt, 1994, pp

8 As linhas restantes consistem de depoimentos pessoais e súplicas dos dois irmãos CONCLUSÕES Os textos da estela de Suti e Hor avançam no conceito da unicidade de uma deidade egípcia, apresentando o domínio da teologia solar, numa concepção universalista do culto ao sol. A vida está relacionada à presença do astro solar. O segundo texto da estela é dedicado a Aton; Testemunham a inclusão, entre as manifestações do deus-sol, do disco solar/aton, visto como uma deidade distinta já durante o reinado de Amenhotep III. Esse hino ao deus sol destaca o disco solar como um legítimo deus e o descreve como o único criador de tudo e doador e mantenedor de vida, concepção essa também adotada por Akhenaton. Assim Aton, em destaque nesse hino, convive com outros deuses (Amon, Horus, Nut, Khnum, Khepri). Quanto a Amon, este aparece equiparado a uma listagem de múltiplos nomes do sol, tais como Harakhti, Re, Khépri, e Aton, compondo a idéia já referida de primazia do sol. Os dois hinos da estela de Suti e Hor do Museu Britânico apresentam de, modo antecipado, idéias contidas no Hino a Aton, composto no reinado seguinte (Akhenaton). A composição da estela mostra a transição do culto tradicionalista a Amon para o atoniano, base da reforma político-religiosa do faraó Akhenaton. É nosso entendimento que a reforma amarniana, não deve ser vista como um episódio único, sem antecedentes, mas sim como a conclusão de um processo que já vinha se firmando desde faraós antecessores, sendo Amenhotep III o responsável por um maior implemento ao culto ao deus Aton, mais tarde reforçado por Akhenaton. 316

9 Destaca-se o fato do Hino a Aton da reforma amarniana manter elementos comuns com a estela de Suty e Hor, levando a idéia de continuidade na concepção da reforma amarniana. 317

10 IMAGEM 1- Estela nº British Museum 318

11 IMAGEM 2 - nº Museu do Cairo 319

12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ASSMAN, Jann. Theological responses to Amarna. Penn State University,2001. BAINES, John; McNAMARA, Liam. The Twin Stelae of Suty and Hor in The Archaeology and Art of Ancient Egypt - Essays in Honor of David B. O'Connor, Annales du Service des Antiquites de L Egypte Cahier N 36 -vol II. Cairo: Publications du Conseil Supreme des Antiquites de L'egypte, DRIOTON, Étienne ; VANDIER, Jacques. Historia de Egipto. Manuales, Buenos Aires: Editorial Universitaria de Buenos Aires, ERMAN, Adolphe. La Religion des Égyptiens. Paris : Payot,1955. GARNOT, Jean Sainte-Faire. Les idées religieuses des frères jumeaux Souti et Hor, architectes d'aménophis III. Comptes-rendus des séances. 92e année, N. 4, pp Paris : Académie des inscriptions et belles-lettres, GRANDET, Pierre (trad). Hymnes de la religión d Aton Hymnes du XIVe. Siècle avant J.C. Paris : Éditions du Seuil, HART, George. A Dictionary of Egyptian Gods and Goddesses. London: Routledge,1988. LICHTHEIM, Miriam. Ancient Egyptian Literature. Vol II. Los Angeles, California e Berkeley: The New Kingdom.University of California Press, Berkeley e Los Angeles, MURNANE, William J. Texts from the Amarna Period in Egypt. SBL Writings from the Ancient World Series 5 Atlanta: Scholars Press, O'CONNOR, David; CLINE, Eric H. (eds). Amenhotep III: Perspectives on His Reign. USA : The University of Michigan Press,

13 REDFORD, Donald. Akhenaten: the heretic King. New Jersey: Princeton University Press, VARILLE, Alexandre. L'hymne au soleil des architectes d'aménophis III Souti et Hor. Bulletin de L Institut Français D Achéologie Orientale/BIFAO 41. Cairo : Ministère de l Education Nationale, de L Enseignament SuperiEURE ET DE LA Recherche, REFERÊNCIAS ELETRÔNICAS Estela de Suti e Hor: SHUBERT, Steven Blak. Double Entendre in the Stela of Suty and Hor. Acesso em 27/11/: Egyptian twins: BAINES, John. Orientalia 54: Acesso em 27/11/ : 321

A arte no Egito. ~1ll!DI Visão frontal e visão. A arquitetura. o mais antigo documento egípcio é esse pedaço de estela

A arte no Egito. ~1ll!DI Visão frontal e visão. A arquitetura. o mais antigo documento egípcio é esse pedaço de estela 14 Ca ítulo 2 A arte no Egito civilizações da Antiguidade e nos deixou uma produção cultural riquíssima. OEgito Temosdesenvolveu informações uma detalhadas das principais sobre essa cultura graças à sua

Leia mais

Coleguium -3ºEM 1ª etapa

Coleguium -3ºEM 1ª etapa Coleguium -3ºEM 1ª etapa CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA: - Desenvolvida às margens do Nilo, na África; - Organização social complexa e rica em realizações culturais; - Escrita bem estruturada; Hieróglifos na parede

Leia mais

TATIANA RITA DA SILVA

TATIANA RITA DA SILVA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE ARTES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES TATIANA RITA DA SILVA DO CÂNONE À CRIAÇÃO: A SIMBOLOGIA USADA NA REPRESENTAÇÃO DO FARAÓ AKHENATON SÃO PAULO 2006 2 TATIANA

Leia mais

A Vi V da a d o Far a a r ó a Tutan a kh k am a o m n Ari L e L on n J u J r u kiewi w cz Akhenaton T tankhamo m n c oroa o do

A Vi V da a d o Far a a r ó a Tutan a kh k am a o m n Ari L e L on n J u J r u kiewi w cz Akhenaton T tankhamo m n c oroa o do A Vida do Faraó Tutankhamon Ari Leon Jurkiewicz Tutankhamon coroado Deus Amon Akhenaton Tutankhamon (18 18ª Dinastia) - a imagem viva de Amon - reinou de 1333-1323 a.c. e era filho do Faraó Akhenaton com

Leia mais

O EGITO É UMA DÁDIVA DO NILO

O EGITO É UMA DÁDIVA DO NILO CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA PARA O HISTORIADOR GREGO HERÓDOTO: O EGITO É UMA DÁDIVA DO NILO DÁDIVA = PRESENTE SIGNIFICADO = Sem as cheias do Nilo, o Egito seria um grande deserto PARA O HISTORIADOR FRANCÊS JEAN

Leia mais

O aspecto feminino no mundo religioso egípcio: as divinas adoradoras e as esposas do deus Amón Poliane Vasconi dos Santos/UNESP-Assis

O aspecto feminino no mundo religioso egípcio: as divinas adoradoras e as esposas do deus Amón Poliane Vasconi dos Santos/UNESP-Assis O aspecto feminino no mundo religioso egípcio: as divinas adoradoras e as esposas do deus Amón Poliane Vasconi dos Santos/UNESP-Assis A mulher egípcia teve um status privilegiado em comparação com outras

Leia mais

O PAPIRO DE ANI: UMA ANÁLISE ICONOGRÁFICA ATRAVÉS DOS RECURSOS DO PROJETO MAAT. RESUMO

O PAPIRO DE ANI: UMA ANÁLISE ICONOGRÁFICA ATRAVÉS DOS RECURSOS DO PROJETO MAAT. RESUMO O PAPIRO DE ANI: UMA ANÁLISE ICONOGRÁFICA ATRAVÉS DOS RECURSOS DO PROJETO MAAT. RESUMO Keidy Narelly Costa Matias Departamento de História UFRN Sabemos que os recursos para se trabalhar com História Antiga

Leia mais

ALUNO: - ANO - TURMA - DATA \ \ 201. Ficha de Aula de Arte I Trimestre

ALUNO: - ANO - TURMA - DATA \ \ 201. Ficha de Aula de Arte I Trimestre ALUNO: Nº - ANO - TURMA - DATA \ \ 201 Profª Ana Lúcia Leal Ficha de Aula de Arte I Trimestre Arte no Antigo Egito Uma das principais civilizações da Antiguidade foi a que se desenvolveu no Egito. Era

Leia mais

1-Em janeiro de 2011, os jornais noticiaram que os protestos contra o governo do Egito poderiam ter um efeito colateral muito sério: a destruição ou

1-Em janeiro de 2011, os jornais noticiaram que os protestos contra o governo do Egito poderiam ter um efeito colateral muito sério: a destruição ou 1-Em janeiro de 2011, os jornais noticiaram que os protestos contra o governo do Egito poderiam ter um efeito colateral muito sério: a destruição ou dano de várias relíquias, obras e sítios arqueológicos

Leia mais

MELHOR DO EGITO ALEXANDRIA INCLUIDO. Datas de Chegada ao Cairo: Mai-17, 24, 31; Out-4,11 e Todos os Domingos de 01 Junho a 30 Setembro.

MELHOR DO EGITO ALEXANDRIA INCLUIDO. Datas de Chegada ao Cairo: Mai-17, 24, 31; Out-4,11 e Todos os Domingos de 01 Junho a 30 Setembro. MELHOR DO EGITO ALEXANDRIA INCLUIDO Datas de Chegada ao Cairo: Mai-17, 24, 31; Out-4,11 e Todos os Domingos de 01 Junho a 30 Setembro. Dia 01 Cairo Chegada ao aeroporto do Cairo. Formalidades de desembarque

Leia mais

EGITO, TERRA DAS PIRÂMIDES E DOS FARAÓS QUE GOVERNAVAM

EGITO, TERRA DAS PIRÂMIDES E DOS FARAÓS QUE GOVERNAVAM EGITO, TERRA DAS PIRÂMIDES E DOS FARAÓS QUE GOVERNAVAM COMO DEUSES TERRA DAS MÚMIAS E DOS GRANDES MISTÉRIOS LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA Mar Mediterrâneo Egito Nordeste da África Península Arábica Lago Vitória

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPOSIÇÃO DIVINDADES EGÍPCIAS: VALORES SOCIAIS NO ANTIGO EGITO DO MUSEU EGÍPCIO E ROSACRUZ DE CURITIBA PARANÁ

CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPOSIÇÃO DIVINDADES EGÍPCIAS: VALORES SOCIAIS NO ANTIGO EGITO DO MUSEU EGÍPCIO E ROSACRUZ DE CURITIBA PARANÁ CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPOSIÇÃO DIVINDADES EGÍPCIAS: VALORES SOCIAIS NO ANTIGO EGITO DO MUSEU EGÍPCIO E ROSACRUZ DE CURITIBA PARANÁ Leandro Hecko 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS O estudo de museus pelos historiadores

Leia mais

O Olho Egípcio dos Barcos dos Pescadores da Costa da Caparica

O Olho Egípcio dos Barcos dos Pescadores da Costa da Caparica O Olho Egípcio dos Barcos dos Pescadores da Costa da Caparica Pelo Professor Doutor José Sales, Egiptólogo, Docente da Universidade Aberta Creio que se justifica, de facto, a tese da origem egípcia para

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA GISELA CHAPOT

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA GISELA CHAPOT UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA GISELA CHAPOT A FAMÍLIA REAL AMARNIANA E A CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA

Leia mais

Antiguidade Oriental I. História A Prof. Thiago

Antiguidade Oriental I. História A Prof. Thiago Antiguidade Oriental I História A Prof. Thiago Modo de Produção Asiático Sociedades ditas Hidráulicas ou de Regadio; Estado proprietário da terra (posse comunitária); Base social aldeã; Intervenção estatal

Leia mais

Capítulo 5 O Egito Antigo. Prof.ª Marilia C. Camillo Coltri 6.º ano História Colégio Ser! Sorocaba

Capítulo 5 O Egito Antigo. Prof.ª Marilia C. Camillo Coltri 6.º ano História Colégio Ser! Sorocaba Capítulo 5 O Egito Antigo Prof.ª Marilia C. Camillo Coltri 6.º ano História Colégio Ser! Sorocaba Egito atual O Egito Antigo 5.000 a.c. O Rio Nilo atraiu populações às suas margens em busca de água, vegetação

Leia mais

EGITO PA P SSADO E PR P ESENT N E T

EGITO PA P SSADO E PR P ESENT N E T EGITO PASSADO E PRESENTE VOCÊ SABE ONDE ESTÁ O EGITO? ÁFRICA O EGITO É UM PAÍS DO CONTINENTE AFRICANO NO PASSADO O EGITO ERA ASSIM... ATUALMENTE, O EGITO CHAMA-SE REPÚBLICA ÁRABE DO EGITO. SUA CAPITAL

Leia mais

EDITORA Mercedes G. Kothe CONSELHO

EDITORA Mercedes G. Kothe CONSELHO ISSN 1414-6304 NÚMERO 25 ANO XIII DEZEMBRO 2008 EDITORA Mercedes G. Kothe CONSELHO Ana Luiza Setti Reckziegel Alcides Costa Vaz José Flávio Sombra Saraiva Marcos Ferreira da Costa Lima Manoel Moacir C.

Leia mais

ARTE 1ª série Prof. Alysson

ARTE 1ª série Prof. Alysson ARTE 1ª série Prof. Alysson História contada a partir das Dinastias. Uma das formas mais estáveis de civilização A religiosidade integra toda a vida egípcia, interpretando o universo, justificando sua

Leia mais

História da Arte. Exercícios de Sala de Aula

História da Arte. Exercícios de Sala de Aula História da Arte Exercícios de Sala de Aula A arte é um conjunto de procedimentos que são utilizados para realizar obras, e no qual aplicamos nossos conhecimentos. Apresenta-se sob variadas formas como:

Leia mais

OS CAMPONESES: Chamados no Egito de felás, constituíam a imensa maioria da população. Trabalhavam nas propriedades do faraó e dos sacerdotes e tinham

OS CAMPONESES: Chamados no Egito de felás, constituíam a imensa maioria da população. Trabalhavam nas propriedades do faraó e dos sacerdotes e tinham OS CAMPONESES: Chamados no Egito de felás, constituíam a imensa maioria da população. Trabalhavam nas propriedades do faraó e dos sacerdotes e tinham o direito de conservar para si apenas uma pequena parte

Leia mais

A ASTRONOMIA NAS CULTURAS DA AMÉRICA PRÉ-COLOMBIANA

A ASTRONOMIA NAS CULTURAS DA AMÉRICA PRÉ-COLOMBIANA A ASTRONOMIA NAS CULTURAS DA AMÉRICA PRÉ-COLOMBIANA Astronomia Fundamental Caroline F. Dorneles Abril, 2011 Civilizações pré-colombianas MAIAS ASTECAS INCAS Civilizações pré-colombianas Estas civilizações

Leia mais

Arte 1º. Ano do Ensino Médio. Linha do Tempo da História da Arte (Períodos/ Movimentos Artísticos/ Contexto Histórico).

Arte 1º. Ano do Ensino Médio. Linha do Tempo da História da Arte (Períodos/ Movimentos Artísticos/ Contexto Histórico). Arte 1º. Ano do Ensino Médio 1º. Trimestre - Conteúdo Avaliativo: Linha do Tempo da História da Arte (Períodos/ Movimentos Artísticos/ Contexto Histórico). Períodos Artísticos: Pré-História/Idade Antiga

Leia mais

Textos da religião de Aton

Textos da religião de Aton A R T I G O S Textos da religião de Aton Esplêndido te ergues, ó Aton Vivo, senhor da eternidade! Tu és radioso, tu és belo, poderoso. Grande e profundo é o teu amor. Os teus raios iluminam todos os rostos,

Leia mais

O Grande Hino ao Aton e a Expressão da Teologia Amarniana

O Grande Hino ao Aton e a Expressão da Teologia Amarniana O Grande Hino ao Aton e a Expressão da Teologia Amarniana Autora: Gisela Chapot 1 RESUMO: Os hinos de louvor ao deus Aton, escritos pelo faraó Akhenaton durante a reforma de Amarna, costumam ser exaltados

Leia mais

A DÉCIMA OITAVA DINASTIA

A DÉCIMA OITAVA DINASTIA A DÉCIMA OITAVA DINASTIA Como coros textos oficiais relativos à história do Egito, o primeiro faraó da 18 A dinastia foi Ahmoses, nome que significa "Aquele que foi gerado pela lua ". Quando subiu ao poder,

Leia mais

República Árabe do Egipto. Egipto, da costa Mediterrânica aos desertos da Núbia Data sob consulta

República Árabe do Egipto. Egipto, da costa Mediterrânica aos desertos da Núbia Data sob consulta República Árabe do Egipto Cairo Egipto, da costa Mediterrânica aos desertos da Núbia Data sob consulta Uma viagem entre o mundo urbano das grandes metrópoles do Cairo e Alexandria, a paisagem rural do

Leia mais

HIERÓGLIFOS: ENTRE O SIMBÓLICO E O MÁGICO 1

HIERÓGLIFOS: ENTRE O SIMBÓLICO E O MÁGICO 1 HIERÓGLIFOS: ENTRE O SIMBÓLICO E O MÁGICO 1 Moacir Elias Santos 2 Introdução: Nos diversos museus que mantêm, em maior ou menor quantidade, artefatos do antigo Egito, é possível perceber que os hieróglifos

Leia mais

A arte na Grécia. Capítulo 3

A arte na Grécia. Capítulo 3 A arte na Grécia Capítulo 3 Por volta do século X a. C, os habitantes da Grécia continental e das ilhas do mar Egeu formavam pequenas comunidades, distantes umas das outras, e falavam diversos dialetos.

Leia mais

Os epitáfios funerários como suporte para as crenças e práticas mortuárias do Egito Romano: exemplares de Terenuthis e Ábidos

Os epitáfios funerários como suporte para as crenças e práticas mortuárias do Egito Romano: exemplares de Terenuthis e Ábidos Os epitáfios funerários como suporte para as crenças e práticas mortuárias do Egito Romano: exemplares de Terenuthis e Ábidos MÁRCIA SEVERINA VASQUES 1 1. Introdução As estelas funerárias do Egito Romano,

Leia mais

2 - O CORPO IDEAL: UM ESTUDO SOBRE O FEMININO NA ARTE RÉGIA DO REINO NOVO (cc. 1550-1070 a.c.)

2 - O CORPO IDEAL: UM ESTUDO SOBRE O FEMININO NA ARTE RÉGIA DO REINO NOVO (cc. 1550-1070 a.c.) 2 - O CORPO IDEAL: UM ESTUDO SOBRE O FEMININO NA ARTE RÉGIA DO REINO NOVO (cc. 1550-1070 a.c.) Gregory da Silva Balthazar RESUMO Na concepção dos egípcios, a pirâmide social da humanidade culmina no rei,

Leia mais

O Templo de Ramsés II

O Templo de Ramsés II Introdução: A ideia de reproduzir em Portugal, percorrendo várias cidades, o Templo de Ramsés II, que se encontra inserido no Complexo de Abu Simbel (Egipto), surgiu pela pessoa de Saleh Torky, comerciante

Leia mais

PTAH-SOKAR-OSÍRIS: UM DEUS SINCRÉTICO DO RENASCIMENTO

PTAH-SOKAR-OSÍRIS: UM DEUS SINCRÉTICO DO RENASCIMENTO PTAH-SOKAR-OSÍRIS: UM DEUS SINCRÉTICO DO RENASCIMENTO Simone Maria Bielesch 1 A presente publicação está baseada nos capítulos 5 e 6 da minha dissertação de mestrado, Em Busca de Auxilio para o Renascimento:

Leia mais

COLÉGIO SANTO ANDRÉ. EXERCÍCIOS DE HISTÓRIA 6º Ano - 1º TRIMESTRE. PROFª Ms ROSANE T. PETRORÓSSI DE FIGUEIREDO

COLÉGIO SANTO ANDRÉ. EXERCÍCIOS DE HISTÓRIA 6º Ano - 1º TRIMESTRE. PROFª Ms ROSANE T. PETRORÓSSI DE FIGUEIREDO COLÉGIO SANTO ANDRÉ EXERCÍCIOS DE HISTÓRIA 6º Ano - 1º TRIMESTRE PROFª Ms ROSANE T. PETRORÓSSI DE FIGUEIREDO REFLITA A PARTIR DE ESTUDOS EM SALA DE AULA E TAREFAS DIRIGIDAS E RESPONDA ÀS SEGUINTES QUESTÕES

Leia mais

CULTO AO MARFIM. Instituto de Educação infantil e juvenil Primavera, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: Edição XIX MMXII Fase 3 Grupo E.

CULTO AO MARFIM. Instituto de Educação infantil e juvenil Primavera, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: Edição XIX MMXII Fase 3 Grupo E. CULTO AO MARFIM Instituto de Educação infantil e juvenil Primavera, 2012. Londrina, de. Nome: Ano: TEMPO Início: Término: Total: Edição XIX MMXII Fase 3 Grupo E Questão 1 No mapa anexo, pinte de cores

Leia mais

Arte Egípicia ARQUITETURA

Arte Egípicia ARQUITETURA Arte Egípicia Uma das principais civilizações da Antigüidade foi a que se desenvolveu no Egito. Era uma civilização já bastante complexa em sua organização social e riquíssima em suas realizações culturais.

Leia mais

O faraó Akhenaton e nossos contemporâneos

O faraó Akhenaton e nossos contemporâneos O faraó Akhenaton e nossos contemporâneos Ciro Flamarion Cardoso (Universidade Federal Fluminense) 1. Prolegômenos Esta palestra tratará de mostrar, por um lado, as diferenças entre o Akhenaton da Egiptologia

Leia mais

COMO JERUSALÉM SE TORNOU A CIDADE SANTA

COMO JERUSALÉM SE TORNOU A CIDADE SANTA COMO JERUSALÉM SE TORNOU A CIDADE SANTA Aíla L. Pinheiro de Andrade Judaísmo, cristianismo e islamismo consideram Jerusalém 1 cidade sagrada, local onde teriam acontecido eventos considerados eminentemente

Leia mais

Antiguidade Oriental. Prof. Helder Carneiro

Antiguidade Oriental. Prof. Helder Carneiro Antiguidade Oriental Prof. Helder Carneiro Impérios Teocráticos de Regadio Desenvolveram-se próximos de grandes rios; Teocracia = Governo de Deus; Obras Hidráulicas; Modo de Produção Asiático: O Estado

Leia mais

Sugestões de avaliação. História 6 o ano Unidade 3

Sugestões de avaliação. História 6 o ano Unidade 3 Sugestões de avaliação História 6 o ano Unidade 3 5 Nome: Data: Unidade 3 1. Complete as sentenças a seguir. a) O termo Mesopotâmia, em grego, significa. b) O território mesopotâmico estava situado entre

Leia mais

A presença de estrangeiros no contexto funerário egípcio do Reino Novo

A presença de estrangeiros no contexto funerário egípcio do Reino Novo 52 A presença de estrangeiros no contexto funerário egípcio do Reino Novo Moacir Elias Santos Universidade Federal Fluminense Resumo: Na cosmogonia egípcia os deuses foram responsáveis pela criação do

Leia mais

A ARTE EGÍPCIA. Desde sempre, o Egipto, como pais e como cultura, tem exercido um intenso fascínio e sedução.

A ARTE EGÍPCIA. Desde sempre, o Egipto, como pais e como cultura, tem exercido um intenso fascínio e sedução. CONTEXTO HISTORICO-CULTURAL Desde sempre, o Egipto, como pais e como cultura, tem exercido um intenso fascínio e sedução. Já os Gregos, como nos contam Heródoto, na sua História, o estudaram; os Persas,

Leia mais

MESOPOTÂMIA. TERRA ENTRE RIOS Prof. Ive

MESOPOTÂMIA. TERRA ENTRE RIOS Prof. Ive MESOPOTÂMIA TERRA ENTRE RIOS Prof. Ive ASPECTOS FÍSICOS Os dois rios mais importantes são o Tigre e o Eufrates. Localiza-se, predominantemente, no Crescente Fértil, onde hoje está o Iraque. Possui precárias

Leia mais

ÊXODO INTRODUÇÃO TEOLOGIA 1 INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 NOME DO LIVRO 1.2 CONTEÚDO 1.3 CRONOLOGIA. Jörg Garbers

ÊXODO INTRODUÇÃO TEOLOGIA 1 INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 NOME DO LIVRO 1.2 CONTEÚDO 1.3 CRONOLOGIA. Jörg Garbers Jörg Garbers ÊXODO INTRODUÇÃO TEOLOGIA 1 INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 NOME DO LIVRO O nome do livro vem da palavra grega "êxodo", que significa saída. 1.2 CONTEÚDO Podemos dividir o livro em cinco partes: 1-18

Leia mais

Medicina e Otorrinolaringologia no Egito Antigo

Medicina e Otorrinolaringologia no Egito Antigo o Medicina e Otorrinolaringologia no Egito Antigo Hesham Negm A Medicina é uma das práticas mais antigas da história da humanidade. Alguns registros apontam que seu desenvolvimento ocorreu em paralelo

Leia mais

unidade 2 Linguagens, Códigos e suas Tecnologias

unidade 2 Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Cappella Sistina, Vaticano Arte unidade 2 Capítulo 1 2 Egito e Mesopotâmia: arte, religião e poder Capítulo 2 12 O despertar da arte grega Capítulo 3 20 A Grécia

Leia mais

Sociedade das Ciências Antigas. O que é um Iniciado? por Papus

Sociedade das Ciências Antigas. O que é um Iniciado? por Papus Sociedade das Ciências Antigas O que é um Iniciado? por Papus Publicação feita na revista L'Initiation nº 4, de 1973. Uma das causas mais reiteradas da obscuridade aparente dos estudos das Ciências Ocultas

Leia mais

www.fashionspill.com Moda e Turismo em Nova York

www.fashionspill.com Moda e Turismo em Nova York NPS-STATUE OF LIBERTY NATIONAL MONUMENT Statue Sculptor: Frederic-Auguste Bartholdi A Historia da Estátua da Liberdade é uma historia de mudancas. A Estátua da Liberdade foi doada pelo povo da França para

Leia mais

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano.

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano. Trabalho realizado por: Luís Bernardo nº 100 8ºC Gonçalo Baptista nº 275 8ºC Luís Guilherme nº 358 8ºC Miguel Joaquim nº 436 8ºC Índice; Introdução; As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império

Leia mais

O último ato da favorita do imperador

O último ato da favorita do imperador capa O último ato da favorita do imperador Marcos Pivetta 16 janeiro DE 2014 fotos 1 eduardo cesar 2 iugiro kuroki Esquife de Sha-amun-em-su, cantora-sacerdotisa do templo de Amon e tomografia por raios

Leia mais

O Imaginário simbólico da criação do Mundo no antigo Egipto 1

O Imaginário simbólico da criação do Mundo no antigo Egipto 1 O IMAGINÁRIO SIMBÓLICO DA CRIAÇÃO DO MUNDO NO ANTIGO EGIPTO Rogério Ferreira de Sousa Instituto das Ciências da Saúde Norte O Imaginário simbólico da criação do Mundo no antigo Egipto 1 Eu louvo a tua

Leia mais

Geografia da Terra Prometida De Davi até Joaquim. Grupo de Estudos Bíblicos Nova Serrana Reginaldo Silva

Geografia da Terra Prometida De Davi até Joaquim. Grupo de Estudos Bíblicos Nova Serrana Reginaldo Silva Geografia da Terra Prometida De Davi até Joaquim Grupo de Estudos Bíblicos Nova Serrana Reginaldo Silva Império de Davi A Bíblia refere-se ao poderoso Reino de David no século 10 AC, segundo rei de Israel,

Leia mais

Nome: nº. Data: / / Trabalho de recuperação 1º EM Arte Prof. Denise ARTE GREGA. QUESTÃO 01 Sobre a arte feita na Grécia antiga marque a alternativa

Nome: nº. Data: / / Trabalho de recuperação 1º EM Arte Prof. Denise ARTE GREGA. QUESTÃO 01 Sobre a arte feita na Grécia antiga marque a alternativa 1 Nome: nº Data: / / Trabalho de recuperação 1º EM Arte Prof. Denise ARTE GREGA QUESTÃO 01 Sobre a arte feita na Grécia antiga marque a alternativa correta: a- ( ) Os gregos não produziram pinturas. b-

Leia mais

DESVENDANDO A TUMBA 10A: FORMAS DE ENTERRAMENTO E ENXOVAL FUNERÁRIO NO INÍCIO DO REINO MÉDIO 1 Liliane Cristina Coelho 2

DESVENDANDO A TUMBA 10A: FORMAS DE ENTERRAMENTO E ENXOVAL FUNERÁRIO NO INÍCIO DO REINO MÉDIO 1 Liliane Cristina Coelho 2 DESVENDANDO A TUMBA 10A: FORMAS DE ENTERRAMENTO E ENXOVAL FUNERÁRIO NO INÍCIO DO REINO MÉDIO 1 Liliane Cristina Coelho 2 Introdução Morrer, para um egípcio antigo, não representava o final de um ciclo

Leia mais

ARTE PRÉ-COLOMBIANA: nas artes, a arquitetura e a escultura foram dominantes. A pintura e o desenho foram relativamente apagados.

ARTE PRÉ-COLOMBIANA: nas artes, a arquitetura e a escultura foram dominantes. A pintura e o desenho foram relativamente apagados. ARTE PRÉ-COLOMBIANA: nas artes, a arquitetura e a escultura foram dominantes. A pintura e o desenho foram relativamente apagados. Três principais civilizações: Maias; Astecas; Incas. Civilização Maia:

Leia mais

FÓRUM ANTIGUIDADE CLÁSSICA E A EDUCAÇÃO ATUAL. UNICAMP Maio de 2012

FÓRUM ANTIGUIDADE CLÁSSICA E A EDUCAÇÃO ATUAL. UNICAMP Maio de 2012 FÓRUM ANTIGUIDADE CLÁSSICA E A EDUCAÇÃO ATUAL UNICAMP Maio de 2012 O Egito Antigo na educação infantil 1ª ETAPA LANÇAMENTO DO PROJETO Apresentação da 1ª carta enviada pela historiadora Raquel Um envelope

Leia mais

Disciplina:História Professora: Andréa Alexandre

Disciplina:História Professora: Andréa Alexandre Disciplina:História Professora: Andréa Alexandre Cidadania Democracia Filosofia Geometria Teatro Período Pré-Homérico (2800 1100 a. C.) povoamento da Grécia. Período Homérico (1100 800 a. C.) poemas

Leia mais

HISTÓRICO DA ENGENHARIA E REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL. Prof.ª Mayara Moraes Custódio

HISTÓRICO DA ENGENHARIA E REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL. Prof.ª Mayara Moraes Custódio HISTÓRICO DA ENGENHARIA E REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL Prof.ª Mayara Moraes Custódio HISTÓRICO DA ENGENHARIA E REGULAMENTAÇÃO PROFISSIONAL A história da engenharia confunde-se com a história da própria

Leia mais

TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO

TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO ULISSES F. ARAÚJO TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO Copyright 2004, 2014 by Ulisses F. Araújo Direitos

Leia mais

#101r. (Continuação) Apocalipse 13:1~10; a besta que subiu do mar.

#101r. (Continuação) Apocalipse 13:1~10; a besta que subiu do mar. (Continuação) Apocalipse 13:1~10; a besta que subiu do mar. #101r Na aula passada, iniciamos o estudo do cap13 de Apocalipse, onde, como falamos de certa forma descreve o personagem mais importante da

Leia mais

ALUNO: - ANO - TURMA - DATA \ \ 201. Ficha de Aula de Arte I Trimestre

ALUNO: - ANO - TURMA - DATA \ \ 201. Ficha de Aula de Arte I Trimestre ALUNO: Nº - ANO - TURMA - DATA \ \ 201 Profª Ana Lúcia Leal Ficha de Aula de Arte I Trimestre Arte no Antigo Egito Uma das principais civilizações da Antiguidade foi a que se desenvolveu no Egito. Era

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES PROJETO ARQUITETÔNICO ADEQUAÇÕES NA USINA DE TRIAGEM DE LIXO LINHA ESTRELA MEMORIAL DESCRITIVO 1 MEMORIAL DESCRITIVO 1. OBJETIVO: USINA DE TRIAGEM DE LIXO A presente especificação tem por objetivo estabelecer

Leia mais

O Brasão e a Bandeira Nacional da Polônia

O Brasão e a Bandeira Nacional da Polônia O Brasão e a Bandeira Nacional da Polônia O BRASÃO O brasão da República da Polônia é representado por uma águia branca coroada, com as asas abertas, sobre fundo vermelho. Oficialmente é a Águia branca

Leia mais

O povo da Bíblia HEBREUS

O povo da Bíblia HEBREUS O povo da Bíblia HEBREUS A FORMAÇÃO HEBRAICA Os hebreus eram pastores nômades que se organizavam em tribos lideradas por chefes de família denominado patriarca. Principais patriarcas: Abraão, Jacó e Isaac.

Leia mais

FORMAÇÃO DOS CATEQUISTAS ESQUEMA DO ANO LITÚRGICO

FORMAÇÃO DOS CATEQUISTAS ESQUEMA DO ANO LITÚRGICO CEP 12.209621 FORMAÇÃO DOS CATEQUISTAS ESQUEMA DO ANO LITÚRGICO O ano litúrgico, o que é? Qual a diferença do ano civil para o ano litúrgico? A importância do ano litúrgico na vida do cristão. É o tempo

Leia mais

Panorama dos pré-socráticos ao helenismo

Panorama dos pré-socráticos ao helenismo Panorama dos pré-socráticos ao helenismo Heidi Strecker* A filosofia é um saber específico e tem uma história que já dura mais de 2.500 anos. A filosofia nasceu na Grécia antiga - costumamos dizer - com

Leia mais

19 de Março SÃO PAULO / ROMA / CAIRO Apresentação no aeroporto de Guarulhos São Paulo, para embarque com destino ao Cairo, com conexão em Roma.

19 de Março SÃO PAULO / ROMA / CAIRO Apresentação no aeroporto de Guarulhos São Paulo, para embarque com destino ao Cairo, com conexão em Roma. 19 de Março SÃO PAULO / ROMA / CAIRO Apresentação no aeroporto de Guarulhos São Paulo, para embarque com destino ao Cairo, com conexão em Roma. 20 de Março - CAIRO Chegada no aeroporto do Cairo Recepção

Leia mais

UNOCHAPECÓ Artes Visuais 6º período Conteúdo e Métodos II. Profª Me. Márcia Moreno

UNOCHAPECÓ Artes Visuais 6º período Conteúdo e Métodos II. Profª Me. Márcia Moreno UNOCHAPECÓ Artes Visuais 6º período Conteúdo e Métodos II Profª Me. Márcia Moreno 1 Conhecendo o Louvre... Foi no fim do século XII que Filipe Augusto mandou construir um castelo num local já chamado Louvre.

Leia mais

O ESPLENDOR DO EGITO FARAÔNICO. com Roger Bottini S E T E M B R O 2 0 1 5

O ESPLENDOR DO EGITO FARAÔNICO. com Roger Bottini S E T E M B R O 2 0 1 5 com Roger Bottini S E T E M B R O 2 0 1 5 com Roger Bottini O que é o Universalismo Crístico O Universalismo Crístico não é uma nova religião ou instituição. É, na verdade, uma nova forma de ver e vivenciar

Leia mais

47º Problema de Euclides

47º Problema de Euclides 47º Problema de Euclides Como esquadrejar seu esquadro 1 O 47º Problema de Euclides, também chamado de 47ª Proposição de Euclides, assim como o Teorema de Pitágoras é representado por 3 quadrados. Para

Leia mais

A Síndrome de Faraó. A seriedade do pecado. Natanael Pedro Castoldi

A Síndrome de Faraó. A seriedade do pecado. Natanael Pedro Castoldi A Síndrome de Faraó A seriedade do pecado Natanael Pedro Castoldi Contexto: - Os filhos de Abraão foram ao Egito para esperar Canaã depravar-se o suficiente para recair-lhe severo juízo. Gênesis 15:12-16.

Leia mais

Uma Geração Igual a Jesus

Uma Geração Igual a Jesus Uma Geração Igual a Jesus 1 A SOMA DO MELHOR DE CADA UM Uma Geração Igual a Jesus 3 A SOMA DO MELHOR DE CADA UM SUMÁRIO Introdução: 00 Ministério Jovem Em Suas 7 Áreas, Propõe: 00 Passos Rumo Às Metas:

Leia mais

O TRIÂNGULO E A NATUREZA: UMA RELAÇÃO ABSTRATA OU CONCRETA

O TRIÂNGULO E A NATUREZA: UMA RELAÇÃO ABSTRATA OU CONCRETA O TRIÂNGULO E A NATUREZA: UMA RELAÇÃO ABSTRATA OU CONCRETA MOURA, William da Silva GALDINO, Luiz da Silva RESUMO Este estudo trata de uma pesquisa bibliográfica que tem como objetivo investigar a existência

Leia mais

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO

Leia mais

CIVILIZAÇÃO MAIA 1000 a.c. a 1500 d.c.

CIVILIZAÇÃO MAIA 1000 a.c. a 1500 d.c. CIVILIZAÇÃO MAIA 1000 a.c. a 1500 d.c. Os espanhóis que em 1519 chegaram à região do atual México, não puderam esconder seu espanto diante do que viram. Naquela época, muitas histórias sobre fantásticas

Leia mais

DOSSIÊ DE TOMBAMENTO DAS IMAGENS DOS TRÊS REIS MAGOS

DOSSIÊ DE TOMBAMENTO DAS IMAGENS DOS TRÊS REIS MAGOS DOSSIÊ DE TOMBAMENTO DAS IMAGENS DOS TRÊS REIS MAGOS PORTEIRINHA - MG MARÇO DE 2002 INTRODUÇÃO Este dossiê contém as informações sobre as três imagens dos Santos Reis, que pertencem a Igreja de Santos

Leia mais

ROTEIRO: EGITO CLASSICO COM CRUZEIRO NO NILO -12 DIAS ACOMPANHAMENTO: JULIO GRALHA E MARCO AURELIO

ROTEIRO: EGITO CLASSICO COM CRUZEIRO NO NILO -12 DIAS ACOMPANHAMENTO: JULIO GRALHA E MARCO AURELIO ROTEIRO: EGITO CLASSICO COM CRUZEIRO NO NILO -12 DIAS ACOMPANHAMENTO: JULIO GRALHA E MARCO AURELIO 2014 13 DE JANEIRO - (Segunda) - São Paulo / Amsterdan. Comparecimento ao aeroporto internacional de São

Leia mais

Colégio SOTER - Caderno de Atividades - 6º Ano - História - 2º Bimestre

Colégio SOTER - Caderno de Atividades - 6º Ano - História - 2º Bimestre Capítulo 5 1) O que se entende por Crescente Fértil? E quais regiões correspondiam? 2) Qual a importância dos rios para a história da humanidade? 3) Leia as afirmações abaixo: I Civilização é o estágio

Leia mais

Liliane Cristina Coelho *

Liliane Cristina Coelho * URBANISMO E CIDADE NO ANTIGO EGITO: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS Liliane Cristina Coelho * Resumo: A maioria das antigas cidades egípcias foi construída em áreas próximas ao vale do Nilo, com materiais

Leia mais

DAS ARTES. 1º semestre / 2012. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com

DAS ARTES. 1º semestre / 2012. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com ESTÉTICA TICA E HISTÓRIA DAS ARTES 1º semestre / 2012 Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão masiscao@hotmail.com 1 Pré História PRÉ-HIST HISTÓRIA 2 Pré História PALEOLÍTICO (35mil anos atrás) Datam

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 1ª PROVA PARCIAL DE HISTÓRIA Aluno(a): Nº Ano: 1º Turma: Data: 26/03/2011 Nota: Professora: Élida Valor da Prova: 40 pontos Assinatura do responsável: Orientações

Leia mais

. Para que essa soma seja 100, devemos ter 56 + 2x donde 2x = 44 e então x = 22, como antes.

. Para que essa soma seja 100, devemos ter 56 + 2x donde 2x = 44 e então x = 22, como antes. OBMEP 008 Nível 3 1 QUESTÃO 1 Carlos começou a trabalhar com 41-15=6 anos. Se y representa o número total de anos que ele trabalhará até se aposentar, então sua idade ao se aposentar será 6+y, e portanto

Leia mais

A IMAGEM COMO TRANSMISSORA DE CONHECIMENTO. Korina Costa

A IMAGEM COMO TRANSMISSORA DE CONHECIMENTO. Korina Costa Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 155 A IMAGEM COMO TRANSMISSORA DE CONHECIMENTO Korina Costa Arquiteta e Urbanista, Especialista em Docência do Ensino

Leia mais

SUMÁRIO UNIDADE I UNIDADE II A PRÉ-HISTÓRIA... 10. A Pré-História... 12. África, o berço da humanidade... 30

SUMÁRIO UNIDADE I UNIDADE II A PRÉ-HISTÓRIA... 10. A Pré-História... 12. África, o berço da humanidade... 30 SUMÁRIO UNIDADE I A PRÉ-HISTÓRIA... 10 CAPÍTULO 1 A Pré-História... 12 A origem do homem... 13 O desenvolvimento cultural... 16 A periodização da Pré-História... 20 A Pré-História na América... 24 A origem

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro NCE/PGTIAE. Tutorial SweetHome3D

Universidade Federal do Rio de Janeiro NCE/PGTIAE. Tutorial SweetHome3D Universidade Federal do Rio de Janeiro NCE/PGTIAE Tutorial SweetHome3D Trabalho apresentado ao Prof. Carlo na Disciplina de Software Livre no curso Pós Graduação em Tecnologia da Informação Aplicada a

Leia mais

ARTE PROTO-GREGA, GREGA E HELENÍSTICA

ARTE PROTO-GREGA, GREGA E HELENÍSTICA ARTE PROTO-GREGA, GREGA E HELENÍSTICA Arte Proto-Grega A arte Proto-Grega também é conhecida como Creto-Micênica. Na Ilha de Creta, no Mar Egeu, desenvolveu-se uma civilização que deixou como principal

Leia mais

Estes capítulos introduzem a última série de visões de Ezequiel, nas quais ele vê

Estes capítulos introduzem a última série de visões de Ezequiel, nas quais ele vê Lição 14 Ezequiel Mede o Templo Restaurado (Ezequiel 40:1-42:20) Estes capítulos introduzem a última série de visões de Ezequiel, nas quais ele vê o templo restaurado. Nesta lição, vamos considerar alguns

Leia mais

Do nascimento aos primeiros anos de vida: um olhar sobre a infância no Egito do Reino Médio (c. 2040-1640 a. C.)

Do nascimento aos primeiros anos de vida: um olhar sobre a infância no Egito do Reino Médio (c. 2040-1640 a. C.) 30 Do nascimento aos primeiros anos de vida: um olhar sobre a infância no Egito do Reino Médio (c. 2040-1640 a. C.) Liliane Cristina Coelho Universidade Federal Fluminense Resumo: Entre os egípcios o nascimento

Leia mais

ARTE NO EGITO ANTIGO

ARTE NO EGITO ANTIGO ARTE NO EGITO ANTIGO Ao longo do rio Nilo e principalmente na região norte - o Delta - ; e na região sul dos rios Eufrates e Tigre, desenvolveram-se as primeiras civilizações. No Egito desenvolveu-se um

Leia mais

Daniel e Apocalipse. O panorama do futuro. Pr. Erivelton Rodrigues Nunes

Daniel e Apocalipse. O panorama do futuro. Pr. Erivelton Rodrigues Nunes Daniel e Apocalipse O panorama do futuro Pr. Erivelton Rodrigues Nunes Interbíblico Período de aproximadamente 400 anos que divide o Antigo Testamento ao Novo. Títulos Título Dario Assuero Faraó Abimeleque

Leia mais

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano A Bíblia, na parte denominada Antigo Testamento (Torá), é o principal documento da história dos hebreus. Foi escrita ao longo

Leia mais

RELIGIOSIDADE E CULTURA NO IMPÉRIO NEOBABILÔNIO.

RELIGIOSIDADE E CULTURA NO IMPÉRIO NEOBABILÔNIO. RELIGIOSIDADE E CULTURA NO IMPÉRIO NEOBABILÔNIO. MACHADO, Cinara de Oliveira 1. Resumo: Para este estudo os aspectos que nos interessam dizem respeito à cultura, à religiosidade e às representações de

Leia mais

História 1 aula 1 COMENTÁRIOS ATIVIDADES PARA SALA COMENTÁRIOS ATIVIDADES PROPOSTAS

História 1 aula 1 COMENTÁRIOS ATIVIDADES PARA SALA COMENTÁRIOS ATIVIDADES PROPOSTAS História 1 aula 1 1. No período Paleolítico, os homens viviam da caça, da pesca e da coleta de frutos, grãos e raízes, eram nômades e viviam em bandos. 2. Na fase da História denominada de Pré-História,

Leia mais

TOMADA DE POSSE DO NOVO PÁROCO - CELEBRAÇÃO (cf. Cerimonial dos Bispos, nn. 1185-1198) DIOCESE DE CRUZEIRO DO SUL AC/AM

TOMADA DE POSSE DO NOVO PÁROCO - CELEBRAÇÃO (cf. Cerimonial dos Bispos, nn. 1185-1198) DIOCESE DE CRUZEIRO DO SUL AC/AM Página 1 TOMADA DE POSSE DO NOVO PÁROCO - CELEBRAÇÃO (cf. Cerimonial dos Bispos, nn. 1185-1198) DIOCESE DE CRUZEIRO DO SUL AC/AM 01. Canto de Entrada 02. Saudação inicial do celebrante presidente 03. Leitura

Leia mais

O Egito Antigo. O Rio Nilo

O Egito Antigo. O Rio Nilo O Egito Antigo As origens da civilização egípcia datam de 4.000 anos a.c. A população começou a se concentrar no vale do rio Nilo, formando as primeiras aldeias (nomos), que mais tarde evoluíram para prósperas

Leia mais

Calvino sobre Conhecimento

Calvino sobre Conhecimento 1 Calvino sobre Conhecimento W. Gary Crampton Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto 1 JOÃO CALVINO começou sua obra prima, As Institutas da Religião Cristã, com essas sentenças: Quase toda a soma de nosso

Leia mais

INTRODUÇÃO AO AUTOCAD

INTRODUÇÃO AO AUTOCAD INTRODUÇÃO AO AUTOCAD O AUTOCAD é um software que se desenvolveu ao longo dos últimos 30 anos. No início o programa rodava no sistema D.O.S., o que dificultava um pouco seu uso. Com o surgimento do sistema

Leia mais

Técnicas de Construção Egípcia, a Estela de Israel & Amenhotep, filho de Hapu

Técnicas de Construção Egípcia, a Estela de Israel & Amenhotep, filho de Hapu Técnicas de Construção Egípcia, a Estela de Israel & Amenhotep, filho de Hapu Na segunda hora com Joseph Davidovits, continuaremos falando de pedra aglomerada e sobre o concreto de pedra calcária, e ainda

Leia mais

DAS ARTES. 1º semestre / 2012. Aula 4. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com

DAS ARTES. 1º semestre / 2012. Aula 4. Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão. masiscao@hotmail.com ESTÉTICA TICA E HISTÓRIA DAS ARTES 1º semestre / 2012 Aula 4 Prof. a M. a Marcela Provinciatto Siscão masiscao@hotmail.com 1 ANTIGUIDADE OCIDENTAL ARTE ANTIGA: ROMANA 2 Roma Antiga Extensão máxima território

Leia mais