FILOSOFIA DAS ORIGENS: TESTANDO PARADIGMAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FILOSOFIA DAS ORIGENS: TESTANDO PARADIGMAS"

Transcrição

1 1 FILOSOFIA DAS ORIGENS: TESTANDO PARADIGMAS Nahor Neves de Souza Jr. UNASP/EC O estudo das questões ligadas às origens envolve conhecimentos multidisciplinares, despertando o interesse tanto de cientistas, filósofos e teólogos, como de qualquer ser humano inquiridor, seja aquele motivado por uma simples curiosidade intelectual, ou mesmo, alguém que busca um significado maior para a sua própria existência. Dentre as várias maneiras de se interpretar o mundo natural, no decorrer da história humana, com o objetivo de se compreender não apenas a realidade presente, mas também identificar e caracterizar possíveis eventos pretéritos (incluindo as origens), destacamos um quadro de possibilidades que abrange não apenas as principais estruturas conceituais, hoje identificadas, mas também uma relação (bastante simplificada) daquelas prováveis estruturas conceituais precursoras. Dentre as estruturas conceituais atuais, mencionamos as seguintes: Evolucionismo Ateísta; Evolucionismo Panteísta; Evolucionismo Deísta, Evolucionismo Teísta, Criacionismo Progressivo; Design Inteligente; Criacionismo Islâmico e Criacionismo Bíblico. Esses oito modelos, por sua vez, podem estar vinculados, ou terem sido influenciados por pelo menos um dos seguintes modelos conceituais precursores: Empirismo (observação e experimentação); Teologia (bíblica ou filosófica), Naturalismo (ontológico ou metodológico); Herança Grega (aristotélica, neoplatônica, etc.) e Mecanicismo (teológico ou mecanicista). Todo este conjunto de esquemas conceituais, dentre outros, pertenceria ao campo de investigação da Filosofia das Origens. No contexto da Filosofia das Origens uma conhecida frase (mais comumente utilizada pelos geólogos) revela-se bastante útil: O presente é uma chave para o passado (?) Quando nos deparamos com a realidade das transformações, que ocorrem no tempo e no espaço ao nosso redor, um confronto deverá também ser contemplado: a natureza em constante mudança versus leis fixas da natureza. Estes e outros intrigantes e desafiadores temas, com diferentes enfoques interpretativos (relacionados com as origens), são com relativa frequência considerados pelos pesquisadores da História Natural (Biologia, Paleontologia e Geologia). O Biólogo, ao procurar decifrar a própria história da biodiversidade, terá à sua disposição a fantástica e exuberante distribuição global dos atuais biomas (presente). Qual teria sido a origem (passado) de todas essas comunidades biológicas? Neste sentido, o Paleontólogo poderá contribuir, pelo menos em parte, ao disponibilizar explicações sobre a distribuição global dos fósseis (seres que viveram no passado). No entanto, na tentativa de melhor caracterizar o próprio registro fóssil (passado), o Paleontólogo não poderá ignorar uma importante questão: estão se formando fósseis nos dias de hoje (presente)?

2 2 No campo da Geologia, considerando-se as próprias rochas que compõem a coluna geológica fanerozoica (inclui o extraordinário e gigantesco registro fóssil) originadas a partir de eventos geológicos pretéritos (passado) que tipo de comparação pode ser feita com os atuais fenômenos geológicos (presente)? Assim, da mesma forma, o Geólogo também não poderá ignorar uma relevante questão: as atuais transformações geológicas (presente), se acumuladas, no futuro produzirão uma nova coluna geológica com um corresponde registro fóssil, de proporções globais? Apesar das dificuldades e limitações encontradas nesse estudo comparativo, existem interessantes possibilidades na utilização da referida questão O presente: uma chave para o passado à medida que esta for corretamente considerada nos vários procedimentos de investigação da Biologia, Paleontologia e Geologia. Dentre as várias contribuições de conceituados pesquisadores da História Natural, que procuraram desenvolver análises comparativas mais elucidativas (presente x passado), destacamos o Biólogo evolucionista Ernst Mayr (2006) e o Geólogo evolucionista Neville Price (2005). Mayr, divide a Filosofia da Biologia em dois ramos Biologia Funcional (presente) e Biologia Histórica ou Evolutiva (passado). Na Biologia Funcional a experimentação é frequentemente utilizada (ciências naturais); já na Biologia Evolutiva utilizam-se narrativas hipotéticas e cenários imaginários (naturalismo ontológico?). O Geólogo Price, de forma também incomum, desenvolveu um consistente modelo geológico, da História Fanerozoica, em que prevalecem determinados Fenômenos Geológicos Globais pretéritos (passado), diferentes (em natureza, intensidade e abrangência) de quaisquer eventos geológicos atuais (presente), que teriam provocado mudanças catastróficas em toda a superfície da Terra. Verificaremos, a seguir, a contribuição das ideias dos dois pesquisadores na construção de modelos das origens, sob a ótica das duas principais estruturas conceituais atuais Evolucionismo Ateísta (paradigma das origens prevalecente, atualmente, no meio acadêmico secular) e Criacionismo Bíblico (principal paradigma das origens, nas principais universidades europeias e norte-americanas, no período entre os séculos XVII e XIX). EVOLUCIONISMO As principais áreas de atuação da Biologia Funcional (anatomia, fisiologia, genética, etc.), juntamente com outros princípios biológicos responsáveis pelas transformações microevolutivas (mutação gênica, recombinação gênica, seleção natural, etc.), deveriam, em princípio, contribuir na explicação das supostas mudanças macroevolutivas da Biologia Histórica (passado), a partir dos seguintes conceitos abiogênese, adaptacionismo/exaptacionismo, homologia, teoria da endossimbiose, gradualismo, saltacionismo, etc. No entanto, é importante se ter em mente que estes e outros conceitos, da Biologia Evolutiva, são incompatíveis com a própria realidade do registro fóssil. Estes mesmos conceitos (ou cenários imaginários) também não devem ser confundidos com fenômenos ou processos naturais (âmbito exclusivo da Biologia Funcional).

3 3 Na verdade, os conceitos e hipóteses (naturalismo filosófico), utilizados pela Biologia Evolutiva, impedem a visualização das indiscutíveis evidências de planejamento na natureza (neobiologia), dificultam a verdadeira interpretação do registro fóssil (paleobiologia), consequentemente, constituem um obstáculo intransponível para a correta utilização da frase O presente: uma chave para o passado. O inexplicável prevalecimento do paradigma evolucionista das origens, no meio acadêmico, certamente redunda em contínuos e incalculáveis prejuízos, para o avanço do próprio conhecimento científico. Neste sentido, é importante ainda considerar que a situação de um Estado Laico (no Brasil) requer um posição neutra, no que diz respeito às origens, portanto não se deve apoiar nem o teísmo nem o ateísmo. Tendo em vista que os conceitos da Biologia Evolutiva são fundamentados no ateísmo, evidentemente, estes jamais deveriam ser exclusivos e impostos nas universidades. No que diz respeito ao campo de atuação da Geologia, também é possível dividi-lo em Geologia Mecanicista (ou Funcional) e Geologia Evolutiva (ou Histórica). A Geologia Funcional (rochas, minerais e fósseis; intemperismo e formação de solos; sistemas deposicionais atuais; etc.), em harmonia com o estudo dos principais agentes geológicos modificadores da superfície terrestre desastres geológicos (erupções vulcânicas cataclísmicas; terremotos violentos; tsunamis; furacões; etc.), deveriam constituir, em princípio, os principais parâmetros ou fenômenos do presente então utilizados para explicar o passado (história geológica evolutiva, fundamentada no Uniformitarismo). No entanto, o que se verifica é que o Uniformitarismo (prevalecem os longos períodos de calmaria geológica), associado ao Tempo Profundo (centenas de milhões de anos) principais fundamentos da geologia convencional (ou evolutiva) impede a correta análise e aplicação do presente (atuais desastres geológicos), do passado (Fenômenos Geológicos Globais e o próprio registro fóssil), bem como constitui um obstáculo intransponível para a verdadeira utilização da frase O presente: uma chave para o passado. Da mesma forma que na Biologia Evolutiva, os incalculáveis prejuízos decorrentes do prevalecimento da Geologia Evolutiva, nas universidades, afeta não apenas o progresso do conhecimento geológico, mas também a própria liberdade intelectual e acadêmica. A partir da breve explanação das principais premissas do Evolucionismo, que se sustentam sobre três grandes colunas epistêmicas (1 Naturalismo Filosófico; 2 Conhecimento Científico; 3 Uniformitarismo/Gradualismo), podemos então apresentar sua própria definição (provisória): Paradigma (ou cosmovisão) em que são feitas tentativas de mútua conciliação entre o conhecimento científico e os conceitos e hipóteses derivados do naturalismo filosófico. Após mais de 150 anos, tempo mais do que suficiente para a aplicação dos mais variados testes científicos, o evolucionismo caracteriza-se como um paradigma das origens inconsistente e equivocado que, evidentemente, deverá ser abandonado. CRIACIONISMO

4 4 Utilizando-se a mesma classificação de Mayr (2006), tanto para a Biologia Criacionista como para a Geologia Catastrofista, bem como relevantes aspectos do modelo de Price (2005), verificaremos outra possibilidade de se aplicar a premissa O presente: uma chave para o passado. Na verdade, a principal diferença, entre os dois paradigmas em questão, é a utilização de distintas componentes não científicas, na construção de modelos das origens. Enquanto o Evolucionismo emprega o Naturalismo Filosófico, o Criacionismo valoriza o Conhecimento Bíblico-Histórico. Assim, no contexto criacionista, a Biologia Funcional (presente) utiliza os mesmos parâmetros (princípios gerais e fatores microevolutivos) considerados anteriormente (contexto do evolucionismo). Já a Biologia Histórica (passado) é completamente distinta, tanto em termos gerais (biogênese; mecanismos biológicos conservativos; degeneração biológica/degradação ambiental; definição de tipo básico ; complexidade irredutível; etc.), como mais especificamente, quando se refere à origem do próprio registro fóssil (mortandade em massa/rápido soterramento; zoneamento paleoecológico; mobilidade diferenciada, flutuabilidade seletiva; etc.). O resultado final quando confrontamos esta Biologia Histórica (passado) com a Biologia funcional (presente) reflete harmonia, consistência e promissoras motivações. Ou seja, os conceitos e hipóteses, utilizados pela Biologia Criacionista (Bíblia & Ciência), favorecem a visualização das indiscutíveis evidências de planejamento na natureza (neobiologia), promovem a verdadeira interpretação do registro fóssil (paleobiologia) e, consequentemente, cooperam grandemente para a uma correta utilização da frase O presente: uma chave para o passado. No que se refere à geologia, a mesma Geologia Funcional (presente), em seus aspectos gerais (rochas, fósseis, etc.) e específicos fatores transformadores do meio ambiente (vulcanismo, terremotos, tsunamis, etc.) quando confrontada com os principais eventos da Geologia Histórica (passado) ou Catastrófica (impactos de meteoritos e cometas; fragmentação da crosta e tectônica de placas; ação devastadora de grandes volumes de água; grandes províncias ígneas; bacias sedimentares fanerozoicas; etc.), constata-se uma impressionante harmonia e a compreensão da verdadeira história geológica fanerozoica. Em outras palavras, o catastrofismo, associado aos Curtos Intervalos de Tempo Geológico (horas, dias, semanas e meses) principais fundamentos da geologia catastrofista (fanerozoico) favorece a correta análise do presente (atuais desastres geológicos), do passado (Fenômenos Geológicos Globais), bem como coopera grandemente para a correta utilização da frase O presente: uma chave para o passado. Finalmente, com base no processo construtivo de modelos criacionistas, que se apoiam sobre três importantes fundamentos (1 Conhecimento Bíblico-Histórico; 2 Conhecimento Científico; 3 Conhecimento de Deus), não é tarefa difícil definir (provisoriamente) o próprio significado de Criacionismo: Estrutura conceitual em que ocorrem associações intuitivas ou intencionais entre o conhecimento bíblico (historicidade de Gênesis 1 a 11...), o conhecimento de Deus (Criador, Mantenedor e Restaurador) e o conhecimento da natureza (nos seus aspectos funcionais, estéticos e

5 científicos). Não chegou a hora de resgatarmos o mais consistente e confiável paradigma das origens? 5

A Filosofia das Origens

A Filosofia das Origens XIII SEMINÁRIO A FILOSOFIA DAS ORIGENS Rio de Janeiro 18-19 19 / 08 / 2012 A Filosofia das Origens Nahor N. Souza Jr. INTRODUÇÃO I. EMPIRISMO (Observação e Experimentação) II. TEOLOGIA (Bíblica ou Filosófica)

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR BIOLOGIA APRESENTAÇÃO

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR BIOLOGIA APRESENTAÇÃO PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR BIOLOGIA APRESENTAÇÃO A Biologia tem como objeto de estudo o fenômeno Vida, contribuindo para formar sujeitos críticos e atuantes, por meios dos conteúdos que ampliem seu

Leia mais

Atividade extra. Questão 1. Questão 2. Ciências da Natureza e suas Tecnologias Biologia

Atividade extra. Questão 1. Questão 2. Ciências da Natureza e suas Tecnologias Biologia Atividade extra Questão 1 O pesquisador Carlos Lineu nasceu na Suécia, em 1707. Ele descreveu milhares de espécies, incluindo a espécie humana. Fonte: Ciências da natureza e suas tecnologias Biologia 1.

Leia mais

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 3º ano / Ensino Médio Área: Ciências da Natureza e suas Tecnologias Disciplina Biologia carga horária: 120 horas

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 3º ano / Ensino Médio Área: Ciências da Natureza e suas Tecnologias Disciplina Biologia carga horária: 120 horas MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATORIA E ASSISTENCIAL PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 3º ano / Ensino Médio Área: Ciências da Natureza e suas

Leia mais

Perspectivas da Evolução das Espécies

Perspectivas da Evolução das Espécies X SEMINÁRIO FILOSOFIA DAS ORIGENS 2 a 4 de junho de 2011 Perspectivas da Evolução das Espécies Marcia Oliveira de Paula Centro Universitário Adventista de São Paulo Diretrizes Curriculares para o Curso

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS John Dewey (1859-1952) FERRARI, Márcio. John Dewey: o pensador que pôs a prática em foco. Nova Escola, São Paulo, jul. 2008. Edição especial grandes pensadores. Disponível

Leia mais

Dividiremos nossa aula em:

Dividiremos nossa aula em: Curso: Pedagogia Profa. Ms. Mara Pavani da Silva Gomes Ciências, tecnologia e qualidade de vida Dividiremos nossa aula em: 1) Algumas considerações sobre a ciência 2) A atividade científica 3) Construção

Leia mais

Denise Fernandes CARETTA Prefeitura Municipal de Taubaté Denise RAMOS Colégio COTET

Denise Fernandes CARETTA Prefeitura Municipal de Taubaté Denise RAMOS Colégio COTET O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM INFANTIL NAS PERSPECTIVAS SÓCIO-HISTÓRICA, ANTROPOLÓGICA E PEDAGÓGICA: UM ESTUDO DO REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL Denise Fernandes CARETTA Prefeitura

Leia mais

Padrões de evolução da diversidade biológica

Padrões de evolução da diversidade biológica Padrões de evolução da diversidade biológica Quantificação da diversidade Num dado período de tempo, a diversidade de um táxon é influenciada pelas taxas de especiação e extinção D = S E Dessa forma, pode

Leia mais

HUMANOS: QUEM SOMOS NÓS?

HUMANOS: QUEM SOMOS NÓS? HUMANOS: QUEM SOMOS NÓS? Nível de Ensino/Faixa Etária: Série indicada para o Ensino Fundamental Final Áreas Conexas: Biologia, Linguística, Sociologia, Geografia, História, Artes, Gramática, Filosofia.

Leia mais

GEOGRAFIA. 1. TURNOS: Matutino HABILITAÇÕES: Bacharelado e/ou Licenciatura Noturno. PRAZOS PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos

GEOGRAFIA. 1. TURNOS: Matutino HABILITAÇÕES: Bacharelado e/ou Licenciatura Noturno. PRAZOS PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos GEOGRAFIA 1. TURNOS: Matutino HABILITAÇÕES: Bacharelado e/ou Licenciatura Noturno GRAUS ACADÊMICOS: Bacharel em Geografia e/ou Licenciado em Geografia PRAZOS PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 4 anos Máximo = 8

Leia mais

A árvore genealógica dos seres vivos

A árvore genealógica dos seres vivos Aula 11 Objetivo O objetivo desta unidade é apresentar os principais conceitos utilizados na descrição da árvore genealógica dos seres vivos. O presente é a chave do passado J. Hutton Evolução é um metafenômeno.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA DISCIPLINA DESENHO GEOLÓGICO PROF. GORKI MARIANO gm@ufpe.br

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA DISCIPLINA DESENHO GEOLÓGICO PROF. GORKI MARIANO gm@ufpe.br UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA DISCIPLINA DESENHO GEOLÓGICO PROF. GORKI MARIANO gm@ufpe.br INTERPRETAÇÃO ATUALISTICA DE MAPAS GEOLÓGICOS INTRODUÇÃO O estudo das rochas tem

Leia mais

Reconhecer as diferenças

Reconhecer as diferenças A U A UL LA Reconhecer as diferenças Nesta aula, vamos aprender que os solos são o resultado mais imediato da integração dos processos físicos e biológicos na superfície da Terra. A formação e o desenvolvimento

Leia mais

TEMAS AMBIENTAIS NA INTERNET

TEMAS AMBIENTAIS NA INTERNET ATAS - Seminário Ensinar com Pesquisa (Ensinar, Pesquisar e Aprender) - ANO V 1 TEMAS AMBIENTAIS NA INTERNET Ana C. B. da Silva 1, Natália F. da Silva², Maria R. D. Kawamura 3 1 Instituto de Física/Ensino/USP,

Leia mais

A origem dos filósofos e suas filosofias

A origem dos filósofos e suas filosofias A Grécia e o nascimento da filosofia A origem dos filósofos e suas filosofias Você certamente já ouviu falar de algo chamado Filosofia. Talvez conheça alguém com fama de filósofo, ou quem sabe a expressão

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS PADRE ALBINO. Catálogo 2015 do Curso de Educação Física - Licenciatura

FACULDADES INTEGRADAS PADRE ALBINO. Catálogo 2015 do Curso de Educação Física - Licenciatura EMENTÁRIO ANATOMIA I Ementa:. Estudo da forma, estrutura, função e localização de órgãos que compõem os sistemas que formam o aparelho locomotor: sistema esquelético, sistema articular, sistema muscular

Leia mais

Estudo do processo de comunicação, de construção e de uso da informação no contexto da Ciência da Informação

Estudo do processo de comunicação, de construção e de uso da informação no contexto da Ciência da Informação Estudo do processo de comunicação, de construção e de uso da informação no contexto da Ciência da Informação Andressa Mello Davanso Faculdade de Biblioteconomia Centro de Ciências Humanas Sociais Aplicadas

Leia mais

C - Objetivos de aprendizagem (conceituais e procedimentais/habilidades):

C - Objetivos de aprendizagem (conceituais e procedimentais/habilidades): ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE FILOSOFIA Nome: Nº 9 a. Série Data: / /2014 Professores: ALESSANDRO E BENTO Nota: (valor: 2,0) A - Introdução Neste ano, sua média foi inferior a 6,0 e você não assimilou

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Protocolo experimental

Protocolo experimental Protocolo experimental Sherlock-Holmes: na pista de invertebrados marinhos Enquadramento Teórico Do esforço de discernir ordem na incrível diversidade da vida, nasceu a sistemática. A sistemática pode

Leia mais

POLUIÇÃO DO SOLO E RESÍDUOS SÓLIDOS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues

POLUIÇÃO DO SOLO E RESÍDUOS SÓLIDOS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues POLUIÇÃO DO SOLO E RESÍDUOS SÓLIDOS Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues SOLO O que é solo? Formação do solo Horizontes do solo Evolução da Ocupação do Solo O que é o Solo? Solo é um corpo de material

Leia mais

Page 1 of 6. http://www2.unifap.br/borges

Page 1 of 6. http://www2.unifap.br/borges Page 1 of 6 Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Disciplina: Filosofia da Educação I Educador: João Nascimento Borges Filho Pequena

Leia mais

Professor Álvaro Villaça Azevedo Titular da Faculdade de Direito da USP

Professor Álvaro Villaça Azevedo Titular da Faculdade de Direito da USP Indicação nol2812011 SC-43812011 Comissão de Direito de Família AUTOR DA INDICAÇÃO: ADVOGADO MARCOS NUNES CILOS EMENTA PAI SOCIOAFETIVO: ART. 1.593 E 1.595, AMBOS DO CC/2002. NECESSIDADE DE ADEQUAÇÃO TÉCNICA

Leia mais

DIREITO ELETRÔNICO. Liliane Krauss 1 (Faculdade de Direito de Salto) RESUMO

DIREITO ELETRÔNICO. Liliane Krauss 1 (Faculdade de Direito de Salto) RESUMO DIREITO ELETRÔNICO Liliane Krauss 1 (Faculdade de Direito de Salto) RESUMO Este trabalho tem como finalidade o estudo do direito eletrônico, devido a ser um assunto bastante recente, bem como a sua aplicação

Leia mais

RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE Ana Paula Cavalcanti e Renata Cristine de Sá Pedrosa Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco FACP/UPE paulacav@cnen.gov.br Introdução

Leia mais

O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO COMO REDE DE SERVIÇOS E APOIO NA EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL

O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO COMO REDE DE SERVIÇOS E APOIO NA EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO COMO REDE DE SERVIÇOS E APOIO NA EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL ANTUNES, Clarice Filipin de Castro (UNIOESTE) 1 ROSSETTO, Elisabeth (Orientadora/UNIOESTE)

Leia mais

METODOLOGIA CIENTÍFICA

METODOLOGIA CIENTÍFICA METODOLOGIA CIENTÍFICA Profª. Luciana Oliveira metodologia.oliveira@gmail.com Surgimento da ciência. Conceito filosófico do conhecimento e interesse pela pesquisa. Colaboradores: Prof. Dr. José Roberto

Leia mais

A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ

A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ 8-6-2012 TEMA III A TERRA ONTEM, HOJE E AMANHÃ Ano Lectivo 2011/2012 Geologia Joana Pires nº15 12ºB Glaciares Os glaciares são massas de gelo que se originam á superfície terrestre devido à acumulação,

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO AMBIENTE: CONCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO 1

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO AMBIENTE: CONCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO 1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO AMBIENTE: CONCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO 1 Elisabete Chirieleison Fernandes Ana Maria de Oliveira Cunha Oswaldo Marçal Júnior Universidade Federal de Uberlândia 1 Introdução

Leia mais

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO "A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente reuniu-se em Estocolmo entre os dia 05 e 16 de junho de 1972

Leia mais

Disciplina Corpo Humano e Saúde: Uma Visão Integrada - Módulo 3

Disciplina Corpo Humano e Saúde: Uma Visão Integrada - Módulo 3 3. A transversalidade da saúde Você já ouviu falar em Parâmetros Curriculares Nacionais? Já ouviu? Que bom! Não lembra? Não se preocupe, pois iremos, resumidamente, explicar o que são esses documentos.

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 01/014 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Projeto Educativo e Programa de Biologia e Geologia do 11ºano ENSINO SECUNDÁRIO BIOLOGIA

Leia mais

Carta Verde das Américas 2013

Carta Verde das Américas 2013 Carta Verde das Américas 2013 CONSIDERANDO que o Planeta Terra não tem recursos inesgotáveis que possam sustentar um consumo desordenado, sem consciência socioambiental! Que, em função disso, precisamos

Leia mais

... IV - as obras literárias, arquitetônicas, artísticas e científicas ou qualquer criação estética;

... IV - as obras literárias, arquitetônicas, artísticas e científicas ou qualquer criação estética; De: Nelson Parente Junior [mailto:parente@santos.sp.gov.br] Enviada em: segunda-feira, 30 de agosto de 2010 11:56 Para: Consulta Direito Autoral Assunto: Consulta Pública Prezado Senhores, encaninho para

Leia mais

Teorias Pré-Wegenerianas. Catastrofismo. Uniformitarismo

Teorias Pré-Wegenerianas. Catastrofismo. Uniformitarismo Pré - Wegenerianos Desde cedo, o Homem tentou explicar a origem da Terra e as grandes estruturas da sua superfície, nomeadamente os oceanos e as montanhas. Nos séculos XVII e XVIII, surgiram diversas explicações,

Leia mais

JUQUERIQUERÊ. Palavras-chave Rios, recursos hídricos, meio-ambiente, poluição, questão indígena.

JUQUERIQUERÊ. Palavras-chave Rios, recursos hídricos, meio-ambiente, poluição, questão indígena. JUQUERIQUERÊ Resumo Neste breve documentário, um índio faz uma retrospectiva de como ele vivia na região do Rio Juqueriquerê, localizada no litoral norte do Estado de São Paulo. Em seu relato, compara

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO Tatiana Galieta (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Introdução

Leia mais

ISMAR DE SOUZA CARVALHO Editor PALEONTOLOGIA CONCEITOS MÉTODOS. 3a edição VOLUME 1 EDITORA INTERCIÊNCIA

ISMAR DE SOUZA CARVALHO Editor PALEONTOLOGIA CONCEITOS MÉTODOS. 3a edição VOLUME 1 EDITORA INTERCIÊNCIA ISMAR DE SOUZA CARVALHO Editor CONCEITOS MÉTODOS PALEONTOLOGIA 3a edição VOLUME 1 EDITORA INTERCIÊNCIA Sumário Apresentação... Prefácio... Prefácio da 2 a Edição... Prefácio da 1 a Edição... VII IX XI

Leia mais

DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013.

DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013. DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013. Resenhado por Bruno Ribeiro Nascimento 1 PPGCOM/UFPB http://lattes.cnpq.br/4210778274129446

Leia mais

REVISTA ÂMBITO JURÍDICO Sistemas de amortiza?s e o anatocismo

REVISTA ÂMBITO JURÍDICO Sistemas de amortiza?s e o anatocismo REVISTA ÂMBITO JURÍDICO Sistemas de amortiza?s e o anatocismo O ilustre economista Marcos Kruse, em seu artigo Tabela price e anatocismo - Consideração Fundamentais afetas ao Direito Comum, publicado nesse

Leia mais

LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO

LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO 1. Este caderno é constituído de 40 questões assim distribuídas: Conhecimentos Gerais, de 01 a 12; e Conhecimentos Específicos, de 13 a 40. 2. Caso o caderno esteja

Leia mais

BA.28: Evolução BIOLOGIA

BA.28: Evolução BIOLOGIA ATIVIDADES 1. (UFMG) Uma população de formigas foi dividida pela passagem de um rio em seu território. As duas populações formadas ficaram isoladas durante muito tempo. Reunidas em laboratório, observouse

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Teoria geral dos sistemas Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n Necessário entender inicialmente os conceitos básicos e base filosófica que norteiam sistemas

Leia mais

RESENHA. Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios

RESENHA. Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios RESENHA Desenvolvimento Sustentável: dimensões e desafios Sustainable Development: Dimensions and Challenges Marcos Antônio de Souza Lopes 1 Rogério Antonio Picoli 2 Escrito pela autora Ana Luiza de Brasil

Leia mais

BIOLOGIA E GEOLOGIA ANO I Tema I A Geologia, os geólogos e os seus métodos (Módulo inicial)

BIOLOGIA E GEOLOGIA ANO I Tema I A Geologia, os geólogos e os seus métodos (Módulo inicial) Tema I A Geologia, os geólogos e os seus métodos (Módulo inicial) 1. A Terra e os seus subsistemas em interacção. 1.1Subsistemas terrestres (geosfera, atmosfera, hidrosfera e biosfera). 1.2 Interacção

Leia mais

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais Introdução à Segurança do Trabalho Desde seu aparecimento na Terra, o homem convive com situações de risco e por não ter controle sobre elas, esteve sempre sujeito a todo tipo de acidentes. Com o passar

Leia mais

Colégio Salesiano Dom Bosco GEOGRAFIA Prof. Daniel Fonseca 6 ANO. Capítulo 7 Formas, Relevos e solos da Terra

Colégio Salesiano Dom Bosco GEOGRAFIA Prof. Daniel Fonseca 6 ANO. Capítulo 7 Formas, Relevos e solos da Terra Colégio Salesiano Dom Bosco GEOGRAFIA Prof. Daniel Fonseca 6 ANO Capítulo 7 Formas, Relevos e solos da Terra O que é relevo? O relevo terrestre pode ser definido como as formas da superfície do planeta,

Leia mais

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO

O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO O ENSINO DO PRINCÍPIO DE BERNOULLI ATRAVÉS DA WEB: UM ESTUDO DE CASO Rivanildo Ferreira de MOURA 1, Marcos Antônio BARROS 2 1 Aluno de Graduação em Licenciatura em Física, Universidade Estadual da Paraíba-UEPB,

Leia mais

2. Nesse sistema, ocorre uma relação de protocooperação entre algas e bactérias.

2. Nesse sistema, ocorre uma relação de protocooperação entre algas e bactérias. PROVA DE BIOLOGIA QUESTÃO 01 Entre os vários sistemas de tratamento de esgoto, o mais econômico são as lagoas de oxidação. Essas lagoas são reservatórios especiais de esgoto, que propiciam às bactérias

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS EAD (Currículo 2015)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS EAD (Currículo 2015) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS EAD (Currículo 2015) ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA C/H 105 D0232 Estudo anatômico e fisiológico dos sistemas: digestório, circulatório,

Leia mais

Padrão de Desempenho 1: Sistemas de Gerenciamento e Avaliação Socioambiental

Padrão de Desempenho 1: Sistemas de Gerenciamento e Avaliação Socioambiental Introdução 1. O Padrão de Desempenho 1 destaca a importância do gerenciamento do desempenho socioambiental durante o ciclo de um projeto (qualquer atividade comercial sujeita a avaliação e administração).

Leia mais

EVIDÊNCIAS PARA A NOSSA FÉ NO CAMPO DA GEOLOGIA

EVIDÊNCIAS PARA A NOSSA FÉ NO CAMPO DA GEOLOGIA 1 EVIDÊNCIAS PARA A NOSSA FÉ NO CAMPO DA GEOLOGIA Suzanne Phillips Tradução: Urias Echterhoff Takatohi Revisão: Marcia Oliveira de Paula : 1. O que a Bíblia nos diz sobre Geologia? a. Deus criou. b. No

Leia mais

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA O Fórum das universidades públicas participantes do PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA vem, por meio desta, defender

Leia mais

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Unidade I Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Introdução A disciplina Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil tem o objetivo de provocar reflexões

Leia mais

GEOLOGIA GERAL GEOGRAFIA

GEOLOGIA GERAL GEOGRAFIA GEOLOGIA GERAL GEOGRAFIA Segunda 7 às 9h Quarta 9 às 12h museu IC II Aula 2 Deriva continental e Tectônica de placas Turma: 2015/2 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com Dinâmica da Terra Deriva

Leia mais

Sistema de informação Leandro Salenave Gonçalves*

Sistema de informação Leandro Salenave Gonçalves* Sistema de informação Leandro Salenave Gonçalves* Possuir dados registrados, saber que possui informações disponíveis e conseguir extrair conhecimento dessas informações pode representar um valioso diferencial

Leia mais

BIOLOGIA EVOLUÇÃO PROF ESTEVAM

BIOLOGIA EVOLUÇÃO PROF ESTEVAM BIOLOGIA EVOLUÇÃO PROF ESTEVAM TESTES 1) (Santos) Muitos antibióticos, inicialmente usados com sucesso contra bactérias patogênicas, parecem ter perdido sua eficiência. Um mesmo antibiótico, usado para

Leia mais

Processo de Pesquisa Científica

Processo de Pesquisa Científica Processo de Pesquisa Científica Planejamento Execução Divulgação Projeto de Pesquisa Relatório de Pesquisa Exposição Oral Plano de Pesquisa Pontos de referência Conhecimento Científico É a tentativa de

Leia mais

Palestra Virtual. Promovida pelo IRC- Espiritismo http://www.ircespiritismo.org.br. Tema: Passes e Curas Espirituais. Palestrante: Alexandre Lobato

Palestra Virtual. Promovida pelo IRC- Espiritismo http://www.ircespiritismo.org.br. Tema: Passes e Curas Espirituais. Palestrante: Alexandre Lobato Palestra Virtual Promovida pelo IRC- Espiritismo http://www.ircespiritismo.org.br Tema: Passes e Curas Espirituais Palestrante: Alexandre Lobato Rio de Janeiro 09/01/2004 Organizadores da palestra: Moderador:

Leia mais

ENSINO DE QUÍMICA: REALIDADE DOCENTE E A IMPORTANCIA DA EXPERIMENTAÇÃO PARA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM

ENSINO DE QUÍMICA: REALIDADE DOCENTE E A IMPORTANCIA DA EXPERIMENTAÇÃO PARA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM ENSINO DE QUÍMICA: REALIDADE DOCENTE E A IMPORTANCIA DA EXPERIMENTAÇÃO PARA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Ana Maria Gonçalves Duarte Mendonça 1 ; Darling de Lira Pereira 2 1 Universidade Federal de Campina

Leia mais

A Origem do Universo. Prof. Eduardo F. Lütz

A Origem do Universo. Prof. Eduardo F. Lütz A Origem do Universo Prof. Eduardo F. Lütz ADVERTÊNCIA Este power point não deve ser considerado como uma publicação acadêmica, por tratar-se de apenas uma apresentação abordada pelo Palestrante visando

Leia mais

BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA Eng. Carlos Alberto Alvarenga Solenerg Engenharia e Comércio Ltda. Rua dos Inconfidentes, 1075/ 502 Funcionários - CEP: 30.140-120 - Belo Horizonte -

Leia mais

GUIA PARA A TRILHA ADAPTADA DO PARQUE NACIONAL DA TIJUCA: UMA PROPOSTA MULTIDISCIPLINAR SOB A PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

GUIA PARA A TRILHA ADAPTADA DO PARQUE NACIONAL DA TIJUCA: UMA PROPOSTA MULTIDISCIPLINAR SOB A PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA GUIA PARA A TRILHA ADAPTADA DO PARQUE NACIONAL DA TIJUCA: UMA PROPOSTA MULTIDISCIPLINAR SOB A PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Renata Maia Ribeiro de Barros Braga 1 ; Andréa Espinola de Siqueira 1 ; Erika

Leia mais

Breve Histórico do Raciocínio Lógico

Breve Histórico do Raciocínio Lógico Breve Histórico do Raciocínio Lógico Enquanto muitas culturas tenham usado complicados sistemas de raciocínio, somente na China, Índia e Grécia os métodos de raciocínio tiveram um desenvolvimento sustentável.

Leia mais

CIENCIAS MOLECULARES E CELULARES

CIENCIAS MOLECULARES E CELULARES CIENCIAS MOLECULARES E CELULARES Profa. Ms Solange A O Neves Curso: Enfermagem 1 Apresentação do docente Professora Ms Solange Aparecida de Oliveira Neves 2 Curso: Enfermagem Disciplina: Ciências Moleculares

Leia mais

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO Profa. Drª. Ana Maria Maranhão 1 Resumo: A tecnologia da Informação e de modo específico o computador, oferece as diferentes

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais A dissertação traz, como foco central, as relações que destacam os diferentes efeitos de estratégias de marca no valor dos ativos intangíveis de empresa, examinando criticamente

Leia mais

PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE

PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE A contabilidade é uma ciência de caráter essencialmente prático. Ao longo dos anos, diversos critérios foram desenvolvidos, diversas opções foram efetuadas, numa tentativa de

Leia mais

o(a) engenheiro(a) Projeto é a essência da engenharia 07/02/2011 - v8 dá vazão

o(a) engenheiro(a) Projeto é a essência da engenharia 07/02/2011 - v8 dá vazão empíricos ou vulgar ou senso comum filosófico exige raciocínio reflexões racional e objetivo produto precede a construção conjunto de atividades o(a) engenheiro(a) aplica conhecimentos científicos ligado

Leia mais

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Unidade I PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO EDAAPRENDIZAGEM APRENDIZAGEM Prof. Wanderlei Sergio da Silva Conceito PDA estudo sobre o crescimento mental do indivíduo, desde o nascimento até a adolescência;

Leia mais

Provas de Conhecimento Específico. Módulo I (conhecimentos básicos) (resposta obrigatória a todas as Partes: I, II e III) Programa

Provas de Conhecimento Específico. Módulo I (conhecimentos básicos) (resposta obrigatória a todas as Partes: I, II e III) Programa Provas de Admissão para maiores de 23 anos Ano lectivo: 2012 Curso de Engenharia do Ambiente Provas de Conhecimento Específico Módulo I (conhecimentos básicos) (resposta obrigatória a todas as Partes:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS PLANO DE ENSINO 1. IDENTIFICAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS PLANO DE ENSINO 1. IDENTIFICAÇÃO 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS PLANO DE ENSINO 1. IDENTIFICAÇÃO Disciplina: Geologia Código: IEG-002 Pré-Requisito: ************** No. de Créditos:

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM AnoAno Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM AnoAno Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM AnoAno Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa de Biologia e Geologia 10º Ano e Projeto Educativo ENSINO SECUNDÁRIO BIOLOGIA

Leia mais

DESCRITORES DAS PROVAS DO 1º BIMESTRE

DESCRITORES DAS PROVAS DO 1º BIMESTRE PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO DESCRITORES DAS PROVAS DO 1º BIMESTRE CIENTISTAS DO AMANHÃ Descritores 1º Bimestre

Leia mais

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Judith Kaspersma - RUAF Foto: Kranjac-Berisavljevic - dreno principal na cidade de Tamale, Gana Entre 24

Leia mais

II Encontro Nacional de Formação Profissional. Avaliação nos Processos de Ensino e Aprendizagem

II Encontro Nacional de Formação Profissional. Avaliação nos Processos de Ensino e Aprendizagem II Encontro Nacional de Formação Profissional Avaliação nos Processos de Ensino e Aprendizagem Conselho Federal de Nutricionistas Profa. Dra. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP- Rio Claro UNIVERSIDADE

Leia mais

CARTA EMPRESARIAL PELA CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE

CARTA EMPRESARIAL PELA CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE CARTA EMPRESARIAL PELA CONSERVAÇÃO E USO SUSTENTÁVEL DA BIODIVERSIDADE A Organização das Nações Unidas declarou 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, com o objetivo de trazer ao debate público

Leia mais

ENEM. Biologia Aula 03. Profº Marcelo TESTES

ENEM. Biologia Aula 03. Profº Marcelo TESTES TESTES (ENEM 98) João ficou intrigado com a grande quantidade de notícias envolvendo DNA: clonagem da ovelha Dolly, terapia gênica, testes de paternidade, engenharia genética, etc. Para conseguir entender

Leia mais

ABORDAGEM INTERACIONISTA COGNITIVISTA: A EPISTEMOLOGIA GENÉTICA DE PIAGET

ABORDAGEM INTERACIONISTA COGNITIVISTA: A EPISTEMOLOGIA GENÉTICA DE PIAGET ABORDAGEM INTERACIONISTA COGNITIVISTA: A EPISTEMOLOGIA GENÉTICA DE PIAGET 1- QUEM FOI JEAN PIAGET? Piaget nasceu em 9 de agosto de 1896, na Suíça. Foi psicólogo do desenvolvimento e, anteriormente, biólogo.

Leia mais

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 7º Ano. Ano Lectivo: 2010/2011

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 7º Ano. Ano Lectivo: 2010/2011 PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR Ciências Naturais 7º Ano Ano Lectivo: 2010/2011 Competências Temas/Unidades Conteúdos _ Conhecer a constituição do Universo e do Sistema Solar _ Conhecer as características

Leia mais

A EXISTÊNCIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL E UNIFAL-MG

A EXISTÊNCIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL E UNIFAL-MG A EXISTÊNCIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL E UNIFAL-MG PAULO HENRIQUE DE SOUZA 1 e FILIPE EGÍDIO DIAS DO PRADO 2 phsouza31@hotmail.com egidioufla@yahoo.com.br

Leia mais

Paraíso azul CONCEITOS A EXPLORAR. B iologia. M atemática COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER. G eografia. Agressão ao ecossistema e extinção de espécies.

Paraíso azul CONCEITOS A EXPLORAR. B iologia. M atemática COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER. G eografia. Agressão ao ecossistema e extinção de espécies. CONCEITOS A EXPLORAR B iologia Agressão ao ecossistema e extinção de espécies. Populações: contagem, densidade, taxas de crescimento, determinantes populacionais. Dinâmica de populações: crescimento, oscilação

Leia mais

O Ensino da Astronomia

O Ensino da Astronomia O Ensino da Astronomia Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) indicam o estudo da Astronomia no 3o e 4o ciclos do Ensino Fundamental, na área de Ciências Naturais, no eixo temático "Terra e Universo"

Leia mais

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS

A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS 1 A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA COMO MEDIADOR DIDÁTICO CONCEITUAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DOS ANOS INICIAIS Lúcia Helena Bezerra Ferreira Universidade Federal do Piauí luchbf@gmail.com RESUMO

Leia mais

A PRÁTICA PROFISSIONAL NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: UM ENFOQUE NOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS.

A PRÁTICA PROFISSIONAL NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: UM ENFOQUE NOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS. A PRÁTICA PROFISSIONAL NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL: UM ENFOQUE NOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS. CLáudia Mônica dos Santos RESUMO: Esse estudo tem por objetivo conhecer como a prática profissional vem

Leia mais

Palavras-chave: Historiografia; Paraná; Regime de Historicidade; História Regional

Palavras-chave: Historiografia; Paraná; Regime de Historicidade; História Regional Doi: 10.4025/7cih.pphuem.1280 OS HISTORIADORES, SEUS LUGARES E SUAS REGIÕES: A PRODUÇÃO HISTORIOGRÁFICA DA UNICENTRO SOBRE A REGIÃO PARANAENSE Darlan Damasceno Universidade Estadual de Londrina Resumo.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO INTEGRAL NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR

DESENVOLVIMENTO INTEGRAL NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DESENVOLVIMENTO INTEGRAL NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR A BASE A Base Nacional Comum é um conjunto de conhecimentos e habilidades essenciais que cada estudante brasileiro tem o direito de aprender a

Leia mais

I. INTRODUÇÃO. 1. Questões de Defesa e Segurança em Geografia?

I. INTRODUÇÃO. 1. Questões de Defesa e Segurança em Geografia? I. INTRODUÇÃO O fim da Ordem Bipolar, a partir do esfacelamento do Bloco Soviético em 1991, e o avanço do processo de globalização 1 pareciam conduzir o sistema internacional em direção à construção de

Leia mais

Cuba rejeita categoricamente qualquer tentativa de explorar a situação dramática criada para ocupar o país e controlar o petróleo.

Cuba rejeita categoricamente qualquer tentativa de explorar a situação dramática criada para ocupar o país e controlar o petróleo. Leia abaixo a íntegra do discurso do Ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, no Conselho de Dereitos Humanos da ONU, na última terça-feira (1º/3), em Genebra: A consciência humana rejeita

Leia mais

Maria Cândida Moraes 2

Maria Cândida Moraes 2 TEORIA E PRÁTICA EM HOLOMOVIMENTO 1 Maria Cândida Moraes 2 A relação teoria/prática evoca, como metáfora, a imagem do anel de Moebius que inspirou M.C. Escher a representá-lo como no desenho acima. Ela

Leia mais

Pesquisa e método científicos

Pesquisa e método científicos Pesquisa e método científicos Cláudia Dias e Denise Fernandes Brasília, março 2000. Resumo Apresenta conceitos de ciência, pesquisa e método científicos e traça paralelos entre conhecimento científico

Leia mais

Planeta Terra Contributos para o seu conhecimento

Planeta Terra Contributos para o seu conhecimento Planificação da unidade didáctica Biologia e Geologia: Planeta Terra Contributos para o seu conhecimento Manual escolar utilizado: Título: Terra, Universo de Vida Autores: Amparo Dias da Silva; Fernanda

Leia mais

Valores educacionais do Olimpismo

Valores educacionais do Olimpismo Valores educacionais do Olimpismo Aula 3 Busca pela excelência e equilíbrio entre corpo, vontade e mente Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Detalhar o valor busca pela excelência 2 Apresentar estratégias

Leia mais

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1 FACULDADE PIO DÉCIMO LICENCIATURA EM QUÍMICA ENSINO DE QUÍMICA ÁREA 4 PROF a MARIA ANTÔNIA ARIMATÉIA FREITAS QUESTÃO 01 Com base na projeção da população brasileira para o período 2010-2040 apresentada

Leia mais

CAPÍTULO 4 DESASTRES NATURAIS

CAPÍTULO 4 DESASTRES NATURAIS CAPÍTULO 4 DESASTRES NATURAIS Quando vimos na TV o acontecimento do Tsunami, em 2004, pensamos: O mundo está acabando! Mas por que esses desastres naturais estão, cada vez mais, assolando nosso planeta?

Leia mais

Mito, Razão e Jornalismo 1. Érica Medeiros FERREIRA 2 Dimas A. KÜNSCH 3 Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, SP

Mito, Razão e Jornalismo 1. Érica Medeiros FERREIRA 2 Dimas A. KÜNSCH 3 Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, SP Mito, Razão e Jornalismo 1 Érica Medeiros FERREIRA 2 Dimas A. KÜNSCH 3 Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, SP Resumo Este trabalho tem como objetivo relacionar os temas mito, razão e jornalismo. Com uma

Leia mais

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998

RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 RESOLUÇÃO CEB Nº 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, de conformidade

Leia mais