ANÁLISE DO NÍVEL DE SAÚDE DA POPULAÇÃO DE DOURADOS / MS - UMA JUSTIFICATIVA AOS INVESTIMENTOS EM OBRAS DE SANEAMENTO

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1 ANÁLISE DO NÍVEL DE SAÚDE DA POPULAÇÃO DE DOURADOS / MS - UMA JUSTIFICATIVA AOS INVESTIMENTOS EM OBRAS DE SANEAMENTO Cláudio Ikeda Suzuki (1) Engenheiro Civil pela Universidade Municipal de Taubaté - UNITAU. Especialista em Engenharia Sanitária pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Engenheiro Civil da Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul - SANESUL, desde 1989 e atual chefe do Setor de Operação e Manutenção da Regional de Dourados. Joaquim Dias da Mota Longo Professor Adjunto do Departamento de Tecnologia de Alimentos do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Mestre em Medicina Preventiva pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Luiz Augusto Araujo do Val Professor Assistente do Departamento de Hidráulica e Transportes do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Mestre em Planejamento de Transportes pelo Instituto Militar de Engenharia - IME. Kennedy Francis Roche Professor Adjunto do Departamento de Hidráulica e Transportes do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Doutor em Ecologia pela State University of Ghent - Bélgica. Pós-Doutorado em Ecologia de Sistemas pela Escola de Engenharia de São Carlos - USP. Endereço (1) : Rua General Osório, Coophadouro - Dourados - MS - CEP: Brasil - Tel: (067) RESUMO A cidade de Dourados, localizada no Estado de Mato Grosso do Sul, tem recebido, nos últimos anos, expressivos investimentos em saneamento. Tais investimentos tem provocado um acentuado aumento relativo nos sistemas de tratamento/abastecimento de água e coleta/tratamento de esgoto. Tendo-se em vista esta situação, o presente trabalho busca, através da análise de indicadores de saúde, justificar os investimentos feitos em saneamento. Através da análise dos resultados obtidos pela aplicação dos indicadores de: SWAROOP & UEMURA; GUEDES e GUEDES; MORAES; e do Coeficiente de Mortalidade por Infecção Intestinal, constatou-se uma melhora no nível de saúde da população daquele município, ao mesmo tempo em que foram ampliados os serviços de água e esgoto. PALAVRAS-CHAVE: Análise do Nível de Saúde, Saúde em Dourados, Saneamento em Dourados, Saneamento e Saúde, Indicadores de Saúde. 20 o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3007

2 INTRODUÇÃO O encontro de instalações sanitárias, como banheiros e esgotos, além da captação de águas pluviais nas ruínas de uma grande civilização, que se desenvolveu ao norte da Índia há cerca de 4000 a.c. (HOSEN, 1994, apud HELLER, 1994), evidenciam a importância histórica dos hábitos sanitários. Também de grande significado histórico, a visão de saneamento de outros povos, com preocupação do escoamento da água no Egito dos grandes aquedutos, os cuidados com o destino dos dejetos na cultura creto-micenica e as noções de engenharia sanitária dos Quíchuas (HOSEN, l994, apud HELLER, 1994). Na antigüidade, a expressão mais marcante sobre o avanço das práticas sanitárias coletivas, ocorreu durante o auge da civilização romana com a construção de aquedutos, banhos públicos e esgoto. Com o passar do tempo e a evolução das práticas sanitárias coletivas, comprova-se cientificamente em 1854, a transmissão da cólera causada pelo consumo de água contaminada pela população de Londres (HOSEN, l994, apud HELLER, 1994). O aumento do abastecimento de água e de saneamento verificado no século passado, no Estado de Massachusets (EUA), mostrou, em estudo realizado no período de , o decréscimo acentuado na mortalidade por febre tifóide com o aumento da cobertura à população com sistema de abastecimento de água (FAIR et al., 1966, apud HELLER, 1994). Ainda, segundo Briscoe (1987), apud HELLER (1994), conforme estudos realizados por PRESTON e WALLE (1978), apud HELLER (1994), constatou-se um aumento na perspectiva de vida num período logo após a melhoria no serviços de abastecimento de água e esgoto. A implantação e posterior incremento no abastecimento de água à população, ocasionou a diminuição da taxa de mortalidade por diarréia e gastroenterite, na Costa Rica, como mostra o estudo realizado por REIFF (1981), conforme MCJUNKIN (1986), apud HELLER (1994). O Estado de Mato Grosso do Sul vem realizando investimentos substanciais na implantação e incremento na área de saneamento, e sistema de abastecimento de água através da Empresa de Saneamento do Mato Grosso do Sul SA. Uma das cidades contempladas foi Dourados - MS, que no ano de 1987 iniciou a implementação do sistema de abastecimento de água com incremento na captação, produção, reservação, tratamento e distribuição. Neste mesmo ano, recebeu também a implementação de rede e estação de tratamento de esgoto, com o aumento da cobertura de coleta e tratamento de água residuária. Consequentemente, espera-se que tenha havido uma melhora no nível de saúde da população daquela cidade. 20 o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3008

3 METODOLOGIA Com a finalidade de avaliar o nível de saúde na cidade de Dourados-MS, no período de 1986 a 1995, desenvolveu-se um estudo no qual foram utilizados: o indicador de SWAROOP & UEMURA ou Razão de Mortalidade Proporcional (RMP); o indicador de Guedes & Guedes, o qual quantifica a mortalidade proporcional por faixa etária; o indicador de Moraes, que representa a evolução gráfica do nível de saúde, obtido pela curva de mortalidade proporcional por faixa etária; e o Coeficiente de Mortalidade por infecção intestinal, ou Coeficiente de Mortalidade por Causa (CMC). Utilizou-se como fonte de informações, os dados da declaração de óbitos do Subsistema de Informações de Mortalidade SIM/MS, do Departamento de Saúde Pública da Secretaria de Saúde do Estado de Mato Grosso do Sul - MS. Os dados foram colhidos manualmente no período compreendido entre 1986 a 1995 e classificadas por faixa etária. A estimativa populacional utilizada foi a do IBGE com base no censo de 1980, 1991 e Os dados sobre a cobertura de abastecimento de água e população abastecida foram obtidos do Sistema de Informações Básicas Operacionais e Desempenho Operacional da Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul SA - SANESUL. RESULTADOS E DISCUSSÕES No período de 1986 a 1995 a disponibilidade de água encanada passou de 192 L/hab.dia em 1986 para 310 L/hab.dia no ano de 1995, o que demonstra que a localidade recebeu um incremento na cobertura de água tratada e distribuída à população de 61,45%. No período de 1991 a 1995, Dourados-MS recebeu a implantação de m de rede de esgoto, além das já existente que era de m. Foi implantado mais uma estação de tratamento de esgoto no Jardim Água Boa com a capacidade de tratamento de 40 L/s, totalizando 160 L/s a capacidade máxima de tratamento. Nestas novas redes, foram efetuadas novas ligações de esgoto, além das já existentes em 1986, totalizando que representam um acréscimo de 250 % no número de ligações e a população beneficiada por esse tipo de serviço que era de 17,94% em 1986 passou a 34,45% em A população urbana do município de Dourados no período 1986/95 é apresentada na Tabela 1, assim como as informações levantadas junto à Secretaria de Saúde do Estado de Mato Grosso do Sul, compreendendo o total de óbitos e sua distribuição por faixa etária e também os óbitos por causa determinada, no caso, os ocorridos por infecção intestinal. 20 o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3009

4 Tabela 1: Óbitos por Faixa Etária e por Causa, e População Urbana, de 86 a 95. número de óbitos por faixa etária (anos) Ano < 1 1 a 4 5 a a 49 > 50 Total Óbitos por infecção intestinal Popul. urbana Fonte: Mato Grosso do Sul (1997); IBGE (1998). No período de 1986 a 1995, o coeficiente de mortalidade por infecção intestinal, definido como o número de óbitos por causa determinada dividido pela população da área no período e multiplicado por , passou de 26,73 em 1986 para 12,90 em 1995, conforme pode ser observado pela Figura 1. Figura 1: Coeficiente de Mortalidade por infecção intestinal, de 1986 a 1995 Coeficiente de Mortalidade 30,00 25,00 20,00 15,00 10,00 5,00 0, Ano A Razão da Mortalidade Proporcional (RMP), ou indicador de SWAROOP & UEMURA, definido como o número de óbitos de indivíduos com cinquenta anos ou mais, dividido pelo total de óbitos e multiplicado por 100, demonstrou que em 1986 a cidade já se situava no nível 2 (RMP entre 50 e 74%) com o índice de 53,78%, e em 1995 com índice de 56,76%, conforme pode ser visualizado na Figura o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3010

5 Figura 2: Razão da Mortalidade Proporcional da população, de 1986 a % RMP Ano Este indicador é classificado nos seguintes níveis: 1º Nível (RMP 75% ) país ou região onde 75% ou mais da população morre com 50 ou mais anos de idade. Por exemplo países como a Suécia, Japão e França. 2º Nível (RMP 50 a 74 %) este nível abrange os países, que, embora não tenham atingido um satisfatório desenvolvimento econômico, mas que já dispõem de um serviço de saúde regular, por exemplo, Chile e Brasil. 3º Nível (RMP 25 a 49 %) este nível abrange países que dispõem de um serviço de saúde com relativa precariedade em algumas regiões e em outras de forma próxima da regular. 4º Nível (RMP menor que 25 %) são os locais em que os serviços de saúde, de maneira geral, são precários, além do problema de conflitos sejam de ordem religiosa, políticas ou outras, e que devido a este fatores a maioria da população morre muito jovem, isto é 75% ou mais dos óbitos ocorrem em pessoas com menos de 50 anos (ALMEIDA FILHO; ROUQUAYROL, 1990). Outro indicador, também utilizado e que tem um melhor discriminatório é o de GUEDES & GUEDES, que quantifica o indicador de MORAES, atribuindo valor positivo para as proporções de morte de cinqüenta ou mais anos e negativo para as mortes abaixo desse grupo. Este fato se justifica porque o aumento no número de óbitos na faixa de 50 anos ou mais demonstra melhora, enquanto o aumento na faixa abaixo de 50 anos indica piora no nível de saúde. Para o cálculo, multiplica-se a porcentagem dos óbitos de cada grupo etário pelo peso correspondente. Efetua-se a soma algébrica e divide o resultado, por 10. Desta forma, atribui-se peso -4 para óbitos na faixa etária < 1 ano, -2 na faixa de 1 a 4 anos, -1 na faixa de 5 a 19 anos, -3 na faixa de 20 a 49 anos e 5 na faixa de 50 anos ou mais. Através deste Método, constatamos haver uma evolução no nível saúde da população de Dourados-MS, que no período de 1986 a 1995; passou de +12,48 em 1986 para +15,15 em 1995, conforme mostrado na Tabela o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3011

6 Tabela 2: Mortalidade proporcional e indicador de GUEDES & GUEDES, para o período de 1986 a Faixa etária % % % % % % % % % % < 1 16,26 18,20 14,57 18,49 13,07 16,51 15,12 14,05 19,25 13, ,26 3,51 1,86 2,16 0,84 1,99 1,75 2,63 1,76 1, ,48 4,51 6,14 4,62 4,87 5,20 5,13 5,40 5,05 4, ,22 22,70 23,00 23,42 27,12 26,45 21,05 19,20 18,78 23,26 50 ou mais 53,78 51,08 54,43 51,31 54,10 49,85 56,95 58,72 55,16 56,76 Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 GUEDES & GUEDES 12,48 10,30 13,50 10,34 13,03 9,47 15,25 16,91 13,39 15,15 A representação gráfica da evolução do nível de saúde de uma população é obtida pela Curva de Mortalidade Proporcional ou Indicador de MORAES. Este indicador, parte da idéia de SWAROOP e UEMURA, porém, identifica o total de óbitos em cada faixa etária (< 1 ano; 1 a 4; 5 a 19; 20 a 49; e 50 ou mais anos) pelo total de óbitos da população e multiplica o resultado por 100. No indicador de MORAES, o critério classificatório é dado de acordo com o tipo de curva, conforme Figura 3. Figura 3: Evolução do Nível de Saúde Avaliado pelas Curvas de Mortalidade Proporcional. Reproduzido de Moraes, NLA Analisando o gráfico da Figura 4, podemos constatar que existe uma evolução no nível de saúde, de Dourados-MS, no período de 1986 a 1995, partindo de um nível de saúde regular (curva Tipo III) em 1986, tendendo para uma curva do Tipo IV, em 1995, o que mostra haver uma evolução no nível de saúde no período. 20 o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3012

7 Figura 4: Curva da mortalidade proporcional em Dourados - MS. 100 Mortalidade Proporcional (%) < ou + Faixa Etária (anos) Com o intuito de melhor avaliar os resultados obtidos, elaborou-se a Tabela 3, onde estão expressas as médias móveis, de 5 em 5 anos, dos indicadores Mortalidade Proporcional por faixa etária / RMP, CMC e de GUEDES & GUEDES, bem como a evolução de cada um destes indicadores, representada em termos percentuais, de crescimento ou redução, conforme o caso. Tabela 2: Médias móveis de 5 em 5 anos para os indicadores Mortalidade Proporcional / RMP, CMC e G&G, e respectiva evolução. Período Mortalidade Proporcional (%) <1 1 a 4 5 a a 49 >50 / RMP CMC G & G 1986 a ,12 2,13 5,12 23,69 52,94 19,64 11, a ,17 2,07 5,07 24,54 52,15 16,31 11, a ,55 1,72 5,19 24,21 53,33 15,74 12, a ,45 1,88 5,04 23,45 54,19 15,49 13, a ,60 1,80 5,13 22,52 54,96 14,62 13, a ,71 1,96 5,10 21,75 55,49 13,06 14,03 Evolução 2,5% 8,0% 0,5% 8,2% 4,8% 33,5% 17,2% 20 o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3013

8 CONCLUSÕES Da análise do nível de saúde, em Dourados - MS, no período de 1986 a 1995, utilizandose os indicadores selecionados, chegou-se às conclusões a seguir. O Coeficiente de Mortalidade por Causa - CMC (Mortalidade por Infecção Intestinal), foi o indicador que melhor explicou os investimentos feitos em saneamento, mostrando que houve uma melhora sensível no nível de saúde da população. Este coeficiente que em 1986 era de 26,73 óbitos por habitantes, passou a 12,90 em 1995, o que representa uma redução de aproximadamente 50%. A evolução deste indicador, mostrada através de suas médias móveis, em torno de 33%, mostrou-se bastante significativa no contexto analisado, tendo-se em vista que este se baseia em óbitos por doenças intimamente relacionadas com o saneamento. O outro indicador que mostra uma melhora significativa no nível de saúde da população, foi o de GUEDES & GUEDES, apresentando uma evolução da ordem de 17%, obtida através das médias móveis. Os indicadores baseados na mortalidade proporcional, RMP e de MORAES, apontam uma evolução menos otimista do nível de saúde da população, embora nenhum deles deixe de explicar a evolução observada. Dentro da abrangência do trabalho, tendo-se em vista os investimentos realizados em obras de saneamento, conclui-se que houve um melhoria no nível de saúde da população de Dourados-MS, como consequência de tais investimentos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. ALMEIDA FILHO N; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução a Epidemiologia Moderna. 1ª ed. Salvador, BA e Rio de Janeiro, RJ, Editora APCE Produtos do Conhecimento. Co-edição Abrasco, FORATTINI, O. P. Epidemiologia Geral. 1ª edição, São Paulo, Editora Planimpress, HELLER, L. Saneamento e Saúde. 1ª ed. Brasília, DF. Ed. OPAS/OMS, IBGE. Censo Demográfico, LEBRÃO, L. e MELLO, J. G. Estatísticas de Saúde. 2ª ed. Revista, São Paulo, SP, Editora EPU, MATO GROSSO DO SUL. Sistemas de informações sobre mortalidade. Secretaria da Saúde, MATO GROSSO DO SUL. Sistemas de informações básicas e operacionais. SANESUL, OLIVEIRA, R. C. Saúde e Saneamento - Perspectiva de integração das ações de saúde e saneamento no Distrito Federal. Brasília, DF, p o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3014

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