A construção da saúde pelo saneamento dos municípios. Eng Civil Henrique Pires

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1 A construção da saúde pelo saneamento dos municípios Eng Civil Henrique Pires 2011

2 O Homem e a água uma longa história Os primeiros poços, chafarizes, barragens e aquedutos foram construídos no Egito, Mesopotâmia e Grécia. Nos tempos romanos... Uma série de decretos adotados no século XI A.C. regulamentaram a distribuição da água, confiando esta tarefa a um grêmio profissional os aquarii cuja responsabilidade era assegurar que nas fontes públicas a água estivesse disponível para todos, tão regularmente quanto possível, dia e noite. No primeiro século A.C. existiam aquedutos em Roma que forneciam 750 milhões de litros de água por dia a chafarizes públicos, 11 banhos térmicos e 926 casas. Este padrão de abastecimento aproximadamente de 1000 litros/habitante/dia pode ser comparado com os 330 litros distribuídos diariamente a cada italiano no século XX. Uma boa gestão dos recursos hídricos pode ser sinônimo de economia. Há 400 A.C., Hipócrates ( ) chamava a atenção para a relação entre a qualidade da água e saúde da população. Dizia que quando um médico que chega numa cidade desconhecida deveria observar com cuidado a água usada por seus habitantes.

3 Saneamento x Qualidade de vida O saneamento básico corresponde a condições essenciais e inegociáveis que devem ser proporcionadas ao indivíduo, para que ele possa viver com dignidade. Estas condições estão relacionadas ao meio ambiente: Qualidade de água; Tratamento de esgoto; Limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos; Drenagem e manejo de águas pluviais; A qualidade do meio ambiente é direito constitucionalmente assegurado; Saúde é um bem.

4 Saneamento e cidadania Sem qualidade de vida é inviável o exercício da cidadania, que somente é possível em uma sociedade justa.

5 FUNASA Entidade de promoção e proteção à saúde, responsável por fomentar soluções de saneamento para prevenção e controle de doenças e formular e implementar ações de promoção e proteção à saúde relacionados com as ações estabelecidas pelo Subsistema Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental ( Lei nº , de 19 de agosto de 2010) LINHA DE ATUAÇÃO: Promover por meio de ações de saneamento e saúde ambiental, a cidadania e a erradicação da miséria e extrema pobreza.

6 Saneamento Por que é tão importante? Segundo a Organização Mundial da Saúde/OMS : Cada R$ 1,00 aplicado em saneamento gera R$4,00 de economia em saúde. 88% das doenças diarréicas causadas por abastecimento de água e esgotamento sanitário inadequados; A melhoria do abastecimento de água reduz entre 6% a 21% a morbidade por diarréia; A melhoria do esgotamento sanitário reduz a mortalidade por diarréia em 32%; A melhora da qualidade da água por meio do tratamento doméstico, como a cloração no ponto de consumo, pode reduzir de 35% a 39% os episódios de diarréia. Fonte: OMS (2004)

7 EIXOS DO SANEAMENTO Deve abranger os serviços de saneamento básico: abastecimento de água esgotamento sanitário limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos drenagem e manejo das águas pluviais

8 SANEAMENTO PAC 2 / FUNASA Municípios com menos de 50 mil habitantes TOTAL DE RECURSOS PREVISTOS R$ 5 bilhões

9 GRUPO 3 - SANEAMENTO 1ª ETAPA DE SELEÇÃO R$ 3,2 bilhões * Para áreas urbanas e rurais

10 Social e Urbano Investimentos em habitação, saneamento *, mobilidade urbana, pavimentação e equipamentos sociais e urbanos são definidos a partir do diálogo com Estados e Municípios Grupos Quantidade FUNASA* Municípios 11 RMs** e RIDE/DF Acima de 70 mil habitantes no N, NE e CO Acima de 100 mil habitantes no S e SE Entre 50 e 70 mil habitantes no N, NE e CO Entre 50 e 100 mil Habitantes no S e SE % da população 60% 8% Abaixo de 50 mil habitantes 32% **São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Campinas, Belém e Santos Os grupos 2 e 3 têm recursos reservados, que não concorrem com os recursos do Grupo 1

11 SANEAMENTO ABASTECIMENTO DE ÁGUA O QUE APÓIA Captação Estações de bombeamento/elevatórias Adução Estação de tratamento de água Reservação Rede de distribuição Ligações domiciliares Hidrometração de forma complementar O QUE NÃO APÓIA Obras sem a funcionalidade imediata Hidrometração de forma isolada Aquisição de equipamentos comerciais, exemplo: microcomputadores

12 SANEAMENTO ESGOTAMENTO SANITÁRIO O QUE APÓIA Redes coletoras Estações de bombeamento/elevatórias Ligações domiciliares Interceptores e emissários Estações de tratamento O QUE NÃO APÓIA Sistemas mistos: esgoto e drenagem na mesma rede Obras sem a funcionalidade imediata Aquisição de veículos, inclusive caminhões limpa fossa (Operação / Manutençã0) Aquisição de equipamentos comerciais, exemplo: microcomputadores

13 SANEAMENTO ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE ÁGUA E ESGOTO O QUE APÓIA Diagnóstico da Situação Estudos de concepção Projeto básico Projeto executivo O QUE NÃO APÓIA Estudos e diagnósticos isolados Projetos de sistemas mistos (esgoto e drenagem na mesma rede) Obs.: Os editais lançados contemplam 26 estados e mais de projetos

14 SANEAMENTO MELHORIAS SANITÁRIAS DOMICILIARES Solução estática de esgotamento sanitário O QUE APÓIA Módulos sanitários (banheiro, privada, tanque séptico, sumidouro) Reservatório domiciliar Pias de cozinha Cisternas Tanques de lavar roupa e Demais instalações hidrossanitárias (Ligação a rede de água/esgoto, banheiro público, poço chafariz, tanque séptico coletivo, etc) O QUE NÃO APÓIA Obras sem a funcionalidade imediata (Módulos sem solução para destinação final dos dejetos) Acessórios para banheiro (espelhos, porta toalha, etc)

15 Plano Brasil Sem Miséria Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Água Água para Todos Decreto nº 7.535, de 26 de julho de 2011 Objetivo: Promover a universalização do acesso à água em áreas rurais para consumo humano. Comitê Gestor - Composição: Ministério da Integração Nacional Ministério do Desenvolvimento Social/MDS Ministério das Cidades Ministério da Saúde FUNASA Ministério do Meio Ambiente

16 Universalização do acesso à água para consumo humano no semiárido Metas Funasa Ação/Projeto Nº de Famílias Custo (R$) 1-Construção de Cisternas (16m³) ,00 2 Sistemas de abastecimento de Água em 140 comunidades Quilombolas 3 Sistema de Abastecimento de água em 370 comunidades rurais , ,00 4 Perfuração de 150 Poços ,00 5 Elaboração de Projetos ,00 Total ,00

17 Solução Alternativa Individual (SAI)

18 Conceito de Saúde Ambiental Saúde Ambiental compreende a área da saúde pública afeta ao conhecimento científico e à formulação de políticas públicas relacionadas à interação entre a saúde humana e os fatores do meio ambiente natural e antrópico que a determinam, condicionam e influenciam, com vistas a melhorar a qualidade de vida do ser humano, sob o ponto de vista da sustentabilidade. Fonte: Tambellini e Câmara (1998)

19 FUNASA - Entidade de promoção e proteção à saúde AO DEPARTAMENTO DE SAÚDE AMBIENTAL, COMPETE: a) Formulação e implementação de ações de promoção e proteção à saúde ambiental, em consonância com a política do Subsistema Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental. b) Apoio ao controle da qualidade da água para consumo humano; c) Apoio ao desenvolvimento de estudos e pesquisas na área de saúde ambiental. Ex: filtros, cloradores, etc...

20 Fomento à educação em saúde voltada para o saneamento básico e saúde ambiental Objetivos: Assessorar gestores e técnicos em todos os níveis para o desenvolvimento de ações permanentes de educação em saúde e mobilização social, visando à promoção e proteção da saúde, prevenção e controle de doenças e agravos ocasionados pela falta e/ou inadequação de ações de saneamento ambiental. Resultados esperados: - Município beneficiado com programas / projetos / ações integradas de saneamento ambiental; - Impacto nos indicadores epidemiológicos, sócioeconômicos e ambientais; - Melhoria na qualidade de vida; - Fortalecimento da participação e controle social; - Sustentabilidade social, ambiental e utilização correta dos serviços de saneamento.

21 Controle da qualidade da água para consumo humano A FUNASA possui uma Rede Laboratorial composta por: a. 13 laboratórios de média a alta complexidade sediados em 11 capitais (AM, PA, MA, CE, PB, PE, BA, ES, MG, MT e GO) e mais dois nas cidades de Maringá/PR e Casimiro de Abreu/RJ. b. 12 laboratórios móveis no país (PA, MA, CE, PB, PE, BA, GO, MG, ES, RJ, PR e PI). Cada Unidade Laboratorial Móvel é capaz, sob a gestão dos laboratórios fixos, de realizar análises de menor complexidade dos parâmetros físico-químicos e bacteriológicos do controle da qualidade da água; c. 15 laboratórios de média para alta complexidade, nas 5 regiões do país, instalados por meio de apoio aos consórcios públicos de saneamento.

22 Análise da Qualidade da Água

23 Unidade Móvel de Controle da Qualidade da Água

24 OBRIGADO! Henrique Pires Diretor do Departamento de Saúde Ambiental/FUNASA

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