Repensando o Sistema de Transporte do Campus do MIT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Repensando o Sistema de Transporte do Campus do MIT"

Transcrição

1 Repensando o Sistema de Transporte do Campus do MIT Recomendações sobre as Políticas de Acessibilidade e Uso do Solo Recomendações editadas das discussões em aula e relatórios escritos por: Dan Amano Cornelia Hersfeld Matthew Sholler Sarah Barlett Eric Hsieh Lilian Shuey Elizabeth Bent Jordan Karp Shinu Singh Yu Han Chang Chitra Kumar Kavita Srinivasan Lisa Chung Michael Marrella Jing Su Alvaro Covarrubias Michael Pulichino Jesse Williamson Rebecca Dodder George Proakis Lee Huey Yi Eric Feldman Masayoshi Sasazawa Jane Healey Maggie Scott 1.252/11.380J - Planejamento de Transportes Urbanos

2 Índice Introdução...3 Questões de Cruzamentos Transversais...5 O Desafio...5 As Oportunidades...6 Recomendações Gerais...7 Replanejamento da Massachusetts Avenue Mass Ave:...8 Mass Ave e Memorial Drive...9 Mass Ave e Vassar Street...10 Reconceitualização da relação entre Charles River e Memorial Drive...11 Reconceitualização do Corredor Vassar Street/Estrada de Ferro/Albany Street...14 As Oportunidades...14 As Opções...15 As Recomendações...15 Kendall Square...16 Opções e Recomendações /11.380J - Planejamento de Transportes Urbanos 2

3 Introdução Nosso Instituto está sofrendo uma transformação uma transformação física com novos edifícios, centros acadêmicos, complexos de atividades e alojamentos residenciais. Ao mesmo tempo, a cidade de Cambridge está mudando, amadurecendo como um centro de alta tecnologia e biotecnologia, enquanto as antigas áreas industriais são convertidas em escritórios e laboratórios bioquímicos. À medida que o M.I.T. cresce e se modifica, precisamos olhar para o futuro do nosso campus em evolução, no contexto de uma cidade em evolução. Ao longo da extremidade norte de nosso campus, temos uma tremenda oportunidade de tecer novas conexões na malha de Cambridge. O corredor de trilhos da Vassar Street foi por muito tempo o centro de uma cicatriz que divide o campus principal do M.I.T. do resto da cidade de Cambridge, pulverizado com terrenos desocupados e fisicamente separado por uma linha férrea ativa. Com o desenvolvimento de nosso campus indo em direção a esta cicatriz e além dela, temos a oportunidade única de criar novas conexões e novos bairros onde agora só existem propriedades industriais desocupadas 1. O MIT é uma instituição mundial focada em tecnologia, e que possui um compromisso expresso com o desenvolvimento sustentável e a redução da emissão de gás estufa, através da diminuição da dependência de automóveis e do aumento do uso de transportes. Assim, o MIT pode estabelecer um exemplo de forma urbana sustentável que influenciará os padrões mundiais. Em particular, os pressentimentos que os alunos do MIT geram são pertinentes, à medida que eles se tornam líderes em todo o mundo. O curso 1.252/11.380J Planejamento de Transportes Urbanos, oferecido no outono passado, apresentou uma aplicação destes princípios ao ambiente urbano do MIT. Neste contexto, este relatório resume as discussões contidas na aula sobre problemas e oportunidades do MIT, como também as recomendações contidas nos relatórios escritos pelos alunos que fizeram o curso. Estas idéias estão organizadas conforme abaixo:. Recomendações gerais ( Questões de Cruzamentos Transversais ) exigindo uma mudança de paradigma para uma forma mais sustentável de mobilidade, envolvimento no processo de planejamento do Anel Urbano e coerência arquitetônica a favor do acesso a pedestres e integração de atividades urbanas nos arredores.. Recomendações específicas sobre Massachusetts Avenue, Vassar Street, Memorial Drive e Kendall Square, que variam de medidas para um tráfego tranqüilo a uma distribuição mais equilibrada e agradável do espaço público 3 1 Extraído do relatório final de Yu -Han Chang

4 O transporte permanece uma força fundamental moldando o campus, por causa de sua localização urbana. O campus não possui portões, e forma uma parte contígua do tecido urbano ao leste de Cambridge. É por causa desta continuidade com a cidade que o MIT está vinculado ao trabalho junto à cidade de Cambridge em prol de metas comuns que beneficiem ambas as comunidades 2. Vale lembrar-se disso: O Instituto reconhece que, como um dos proeminentes solucionadores de problemas do mundo, deve se reinventar continuamente. 3 Como redatores, ficaríamos muito contentes se este relatório correspondesse a esta tradição e que conduzisse ao estabelecimento de um processo entre a comunidade MIT, a instituição MIT, o MDC, a Secretaria de Assuntos Para o Meio Ambiente e a cidade de Cambridge, seguindo as diretrizes sugeridas neste documento. Achamos que este relatório pudesse servir bem como um ponto de partida para este processo. Além disto, esperamos que uma implementação inicial das etapas do planejamento de segurança aos pedestres envie um forte sinal de que o progresso é uma prioridade e ele realmente é possível. 4 2 citação do relatório de um aluno 3

5 O Desafio Questões de Cruzamentos Transversais 1. O MIT é uma grande instituição que precisa integrar quatro aspectos de seu funcionamento: a. interno; b. interativo com empresas, outras universidades; c. coexistência ou sinergia com vizinhos d. crescimento 2. O MIT também é uma instituição mundial focada em tecnologia, o principal propulsor do progresso econômico e, ao mesmo tempo, o principal propulsor da degradação ambiental. a. os pressentimentos que os alunos do MIT geram são altamente pertinentes, à medida que eles se tornam líderes em todo o mundo. b. o MIT pode estabelecer um exemplo de forma urbana sustentável que influenciará padrões mundiais. 3. O MIT tem o compromisso expresso com o desenvolvimento sustentável e a redução da emissão de gás estufa, diminuição da dependência de automóveis e o aumento do uso de transportes. 4. O MIT precisa interagir com as comunidades empresariais e de tecnologia que estão espalhadas ao longo de uma área metropolitana autodependente, e que dependem de um ensino e base de pesquisa que são freqüentemente suburbanos. Embora seja desejável reduzir o uso desnecessário de automóveis, o MIT está na disputa pela capacidade e precisa proporcionar um conveniente acesso a carros e estacionamentos tanto para os transportes comunitários como para os visitantes (a oferta de vagas para visitantes é particularmente pequena). 5. O MIT depende do acesso ao aeroporto. 5

6 As Oportunidades 1. Muitos alunos do MIT e a equipe de apoio possuem poucas opções razoavelmente convenientes de calçadas, transportes e bicicletas, particularmente ao noroeste, onde a combinação da Linha Vermelha e o transporte comunitário oferecem acesso a uma variedade de opções de moradias urbanas e suburbanas. 2. O serviço de transportes proposto do Anel Urbano poderia tornar o trânsito substancialmente mais conveniente através de uma faixa mais ampla de opções, ampliando o fácil acesso às Linhas Laranja e Verde, aos serviços de transporte comunitário do norte, do oeste e do sudoeste e ao aeroporto. 3. O cruzamento da Mass Pike Allston traz o acesso de automóveis e caminhões para perto do MIT, mas cria congestionamentos e conflitos com o aproveitamento residencial de Cambridge. O Big Dig tornará o MIT mais acessível para a I-93N e a I-93S, e Logan por automóvel e táxi, mas o caminho de acesso para o MIT não está definido claramente. 4. O rio Charles é um recurso ambiental espetacular de grande imaginabilidade. 5. O MIT não arca com as necessidades de alojamento de seus estudantes universitários, de pósgraduação, corpo docente ou funcionários, onerando os alojamentos urbanos de preço acessível. Ele está publicamente comprometido com o aumento dos alojamentos para estudantes. 6. O MIT controla uma quantidade significativa de propriedades urbanas, algumas com uso improdutivo do solo, como estacionamentos. 7. O MIT está crescendo e constantemente em construção, o que possibilita uma oportunidade de crescimento inteligente, atingindo densidade crítica do transporte e reduzindo os estacionamentos para carros. Significa também que o contratempo da construção é uma condição permanente, assim um projeto precisa incluir redundância para se adaptar aos principais movimentos. 6

7 Recomendações Gerais 1. Para fazer uma demonstração significativa de sustentabilidade pragmática e crescimento inteligente, o MIT precisa de uma mudança de paradigma para crescer enquanto reduz significativamente a geração de poluição de ar e gás de estufa; cenários de redução de 10%, 25% e 50% ajudariam a estabelecer parâmetros de evolução para daqui a 10 a 15 anos. 2. Os elementos básicos para atingir tal redução poderiam incluir: negociação da compra em grupo de uma passagem University T Pass junto à MBTA, para oferecer a todos os alunos do MIT, corpo docente e funcionários passes gratuitos do T (transfer). o número de vagas de estacionamento deveria ser reduzido gradativamente e ser re-priorizado para visitas e uso em curto prazo. (Cambridge precisa desenvolver regras claras de implementação da sua lei Clean Air Act.) a quantidade de alunos, corpo docente e funcionários, e os alojamentos a preços acessíveis a pouca distância a pé, em geral, deveriam crescer muito a qualidade do serviço do transporte, segurança e qualidade do pedestre e segurança e qualidade do ciclista, deveria melhorar a cada ano. Um conjunto de indicadores pertinentes deveria ser estabelecido para medir o progresso destas metas. as políticas arquitetônicas do MIT, que é bastante eclético e individualista, precisam ser revisadas para aumentar os acessos aos pedestres, em consonância com os princípios de design universais. um vigoroso processo interativo bem divulgado dentro da comunidade MIT para ajudar na escolha das estratégias, alcançando melhoria e desenvolvendo apoio político para as decisões. Interação com os vizinhos, as cidades de Cambridge e Boston e órgãos estatais como MBTA e MDC são essenciais para o sucesso. medições sistemáticas do progresso e avaliação com discussão pública dos resultados e revisões técnicas serão exigidas periodicamente para manter o compromisso e a efetividade. 7

8 Replanejamento da Massachusetts Avenue Qualidade para o pedestre, prioridade do transporte público e cordialidade com bicicletas no momento não são prioridades compatíveis. 77 Mass Ave: Hoje: abrigos de ônibus mal vedados, informação escassa, segurança razoável para o pedestre e uma noção altamente imaginável da entrada principal. Opções: A. comprimir a rua isolaria o nível de pedestres dos ônibus, táxis, caminhões e rotas de bicicleta que ora interagem razoavelmente bem, e comprometeria o rompimento de esgoto maciço que agora está sendo instalado; o acesso à Amherst St. seria permanentemente interrompido. Os impactos da construção seriam extremamente altos, em termos de custo, contratempos e duração. B. melhorar a rua existente com o fornecimento de pistas para ônibus/bicicletas, iluminação externa para pedestres, abrigos de ônibus de última geração com informações sobre o "próximo ônibus" e uma melhoria significativa para o ônibus No.1 (Dudley para Harvard), com melhor freqüência e fidelidade de horário (integrando possivelmente o CT-1 com o 1) e até a participação do MIT no serviço de transporte público de Harvard em funcionamento privativo. C. propiciar uma passarela para pedestres do primeiro nível do MIT diretamente para o nível superior da praça no Student Center, que poderia começar em um dos lados da escadaria principal, em leve forma de arco, e abaixo incorporar um abrigo de espera para ônibus e táxi ao nível da rua, complementando, mas não substituindo, o cruzamento de pedestres de mesmo nível. Poderia ser levado em consideração o oferecimento de um tipo de escultura significativa celebrando a conexão das duas metades do campus, mas a um custo mais reduzido e sem atropelos do que a depressão da rua. (Por outro lado, poderia reduzir a massa crítica de pedestres e se tornar a desculpa para aumentar a orientação de automóveis na rua.) 8

9 Mass Ave e Memorial Drive Hoje: os riscos de acidente com pedestres são inaceitáveis. Deveria ser fornecido imediatamente o mínimo de semáforos para proteger os pedestres e bicicletas que cruzam a Mass Ave, ao longo do rio Charles. Recomendações: A. o mediano deveria ser removido, para permitir que o tráfego na direção leste da Memorial Drive vire à esquerda na Mass Ave (e ter acesso ao MIT), e o tráfego na direção sul da Mass Ave vire à esquerda na direção leste da Memorial Drive, para esclarecer o acesso à saída da Mass Ave (e do MIT). A falta desta providência cria condições perigosas em outro local na Massachusetts Avenue e Memorial Drive. A curva à esquerda, na direção norte da Mass Ave para o oeste da Memorial Drive, entre as ruas Amherst e Vassar, poderia ter sinalização apropriada, se ao permitir retornar à esquerda da Memorial Drive sobrecarregasse o cruzamento. Exigiria-se uma análise de tráfego completa do cruzamento para determinar se todas as quatro curvas à esquerda poderiam ser permitidas ao cruzamento. Tendo pouco movimento de carros no cruzamento da ponte o semáforo para pedestres seria reforçado e acabaria com a corrida que acontece na ponte. As conexões de pedestres e bicicletas para Boston são importantes. B. o tratamento da pista de bicicleta ou ônibus/bicicleta na Mass Ave tem que continuar pela Ponte de Harvard, ambos para acalmar as velocidades dos automóveis na ponte excessivamente larga e oferecer segurança para as bicicletas que se conectam a Boston, como também as de Storrow, eliminando o perigoso conflito bicicleta/pedestre nas calçadas. C. o cruzamento da Amherst Street precisa ser integrado ao da Memorial Drive e incluir uma pista de retorno à esquerda na direção norte da Mass Ave para a pista da Amherst Street (e na direção oeste da Memorial Drive). O cruzamento de pedestres na Mass Ave, tanto no lado do MIT quanto do rio na Memorial Drive e na Amherst Street, é muito importante e requer faixas exclusivas de pedestres. 9

10 Mass Ave e Vassar Street Hoje: As atuais condições dos pedestres são inaceitáveis. É necessário reintroduzir imediatamente uma faixa exclusiva de pedestre e "nenhuma entrada à direita ao sinal vermelho" para acalmar o tráfego. Recomendações: A. se o "Anel Urbano" é eventualmente para ser BRT na Vassar Street, BRT ou LRT na via férrea, ou BRT ou LRT em uma passagem subterrânea separada por níveis, hoje é o ônibus CT-2 na Vassar. Isto requer abrigos de ônibus para ambos os serviços dos ônibus CT-2 e No.1, e uma "faxina" da "rua e da calçada", em um futuro imediato. B. a restauração de ônibus/bicicleta/pedestre na Mass Avenue precisa ser estendida até a Lafayette Square e Central Square. (Parece que isto está acontecendo.) C. A Mass Avenue é tão importante para o padrão de atividades da comunidade MIT hoje, que é a melhor oportunidade para mobilizar a atenção dos alunos, corpo docente e funcionários sobre um processo participativo interativo. Deveria ser possível desenvolver um processo interativo não só com métodos "tradicionais", como os essenciais seminários diretos e pessoais, reuniões e cartazes na entrada da 77 Mass Ave e o Student Center. Deveria ser possível organizar uma interação internacional da comunidade MIT mundial por , com ferramentas de visualização de vanguarda para testar a reação às propostas alternativas e buscar alternativas novas. O DUSP e o Laboratório de Mídia, assim como o CTS, deveriam ser os principais ativos do MIT a desenvolver um plano para a melhoria da Mass Avenue que envolveria seriamente a comunidade inteira e estabeleceria estágios para empreendimentos semelhantes em outras questões do campus. D. É extremamente importante para o uso do solo nos quatro cantos do cruzamento, todos eles controlados pelo MIT, serem reciclados para utilizações mais produtivas orientadas a pedestres, celebrando a política de que Vassar Street é o acesso de pedestres mais importante. 10

11 Reconceitualizando a relação entre Charles River e Memorial Drive O Charles River é uma comodidade incrível para o MIT e a porta de entrada simbólica da universidade, mas o desgaste com a segurança e o acesso dos pedestres ao MIT causado pela orientação de alta velocidade existente na estrada precisa ser revertido radicalmente. O fato é que o MDC levou anos para responder às fatalidades ocorridas com os pedestres e começar a instalar um sinal na Ames Street, embora continue na Mass Ave (um dos 100 piores cruzamentos em Massachusetts), é um constrangimento. Supõe-se que o MDC seja um administrador de estacionamentos, não um órgão rodoviário. O MIT deveria envolver diretamente o Secretário de Estado Para Assuntos de Meio Ambiente, Durand, e o Governador Swift (que faz parte do conselho de administração do MIT) para chamar atenção do MDC. Recomendações: Cruzamento Mass Ave/Memorial Drive. A passagem subterrânea de quatro pistas da Memorial Drive estabelece um parâmetro de velocidade e orientação que gera risco de segurança ao longo do campus do MIT, e é totalmente incompatível com a permanente limitação da capacidade na Memorial Drive, mais a oeste, onde os "sicômoros" (plátano londrino) embelezam a área Harvard do rio, e para o leste, onde os semáforos e engarrafamentos perto do Museu da Ciência restringem os carros. Se a passagem subterrânea fosse restrita a uma pista em cada direção, os riscos sérios para o oeste (na Amherst Alley) e as três pistas de passagem para o leste poderiam ser acalmados, produzindo um benefício imediato em termos de segurança e compatibilidade. (A construção atual, criando uma pista de contorno à esquerda para servir os veículos da direção oeste que se destinam ao retorno para ter acesso à Ponte de Harvard para Boston, aliviará o risco na direção oeste, mas exacerbará o risco na direção leste, a menos que o cruzamento seja sinalizado. Outra alternativa seria permitir a entrada à esquerda no sinal da Mass Ave na direção oeste da Memorial Drive indo para o sul da Mass Ave.) Ames Street, Wadsworth Street ao extremo leste, perto do Centro Médico do MIT e Audrey Street ao extremo oeste poderiam ser sinalizadas para permitir o acesso de carros à entrada e saída do campus do MIT para a Memorial Drive. 11

12 Não existe nenhum modo mais imaginável de chegar ao MIT de carro que a Memorial Drive, mas as modificações há décadas atrás removeram as características de acesso ao MIT e priorizaram a velocidade na estrada para chegar aos limites orientais e ocidentais. O acesso de carro e os contornos nestes cruzamentos tornariam os semáforos "reais" e aumentariam a segurança dos pedestres. Wadsworth Street Kendall Square está a um arremesso de pedra do Charles River, mas sem acesso de carro a relação fica confusa. Longfellow Bridge O acesso de Boston ao MIT é uma entrada secreta à direita, enquanto a saída de Kendall Square na direção oeste da Memorial Drive é impossível. A sinalização em curto prazo poderia rapidamente sanar o problema da entrada secreta à direita. Uma reconceitualização da relação entre Kendall Square e Third Street, em direção ao rio e à Memorial Drive, requereria um investimento de capital em longo prazo. Viaduto da BU Bridge Nas vias de acesso a oeste, em direção à Mass Avenue, o viaduto de quatro pistas de alta velocidade na BU Bridge, as rampas de conexão que fazem a fusão, a perigosa entrada à direita sem sinalização para os veículos que tentam acessar a Vassar Street (causada em parte pela impossibilidade de acessar o MIT, a partir da Memorial Drive pela Mass Ave ou Ames Street) cria uma situação ruim no portão do lado oeste em direção ao MIT, no cruzamento da Mass Pike, e a falta de um acesso bem-definido para carros e caminhões em direção à área do MIT desvia a circulação regional de carros e caminhões pela River Street, em direção às vizinhanças de Central Square. Em curto prazo, o viaduto poderia ser acalmado na direção leste restringindo-o a apenas uma pista, e a entrada à esquerda para acessar a Vassar Street sinalizada ou proibida (o acesso para o Hotel Hyatt é sinalizado). Em longo prazo, a BU Bridge, que se encontra em péssimo aspecto, criaria uma oportunidade para o cruzamento inteiro do Charles River, inclusive o viaduto da Memorial Drive, a ponte da via férrea e a relação entre as ruas Vassar e/ou Albany sendo totalmente reestruturada, se fosse desenvolvido agora um projeto abrangente. Sem um projeto, cada elemento seria reconstruído prendendo-se fisicamente a um padrão deficiente durante outros 50 a 100 anos. Mediano da Memorial Drive O grande, porém imprestável, mediano da Memorial Drive poderia ser reduzido para criar mais espaço para estacionamentos adjacentes ao rio, e formalizando pistas de bicicleta para reduzir conflitos entre bicicletas e pedestres. Isto 12

13 seria um grande investimento de capital, que exige planejamento, mas seria uma oportunidade de valer-se significativamente de espaços ampliados para estacionamento adjacentes ao rio uma oportunidade rara. Estacionamento ao longo da Memorial Drive O estacionamento ao longo da Memorial Drive, agora disponível essencialmente aos trabalhadores que chegam nas primeiras horas da manhã, poderia ser cobrado, para torná-lo um recurso de estacionamento (e proporcionar alguma renda para MDC). 13

14 Reconceitualização do Corredor Vassar Street/Via Férrea/Albany Street Esta é uma área de prioridade crescente para o MIT, enquanto grandes edifícios novos e o repaisagismo da Vassar Street estão a caminho. A MBTA está explorando o Anel Urbano. O crescimento das atividades relacionadas ao MIT em University Park cria novas pressões para cruzamentos de pedestres na via férrea e novos geradores de tráfego ao longo da principal interligação permeável com a comunidade de Cambridge. As Oportunidades 1. Em curto prazo, o ônibus CT-2 será o precursor do Anel Urbano, e aumentar sua visibilidade e êxito é essencial tanto para o MIT, que verá a acessibilidade dos transportes dramaticamente melhorada, quanto para a MBTA. 2. Preparar-se para uma rota de caminhão aceitável, para aliviar a River Street, é responsabilidade essencial de boa vizinhança do MIT. Com a atual situação indecisa do uso do solo, não existe nenhuma desculpa válida para não oferecer uma rota de caminhão no corredor (ou nas ruas Vassar ou Albany, ou ao longo da preferencial via férrea). Deveria ser estabelecida uma rota de caminhão em curto prazo, porém esta deveria ser consistente com um projeto de longo alcance que pode evoluir com o passar do tempo. 3. Os cruzamentos de pedestre (e possivelmente automóveis, caminhões e ônibus) da via férrea precisam ser formalizados e acordados, para se adaptar a necessidade crescente de interação com a iniciativa da University Park. 4. Projetos de curto, médio e longo prazos para o Anel Urbano e a ligação com a via férrea neste corredor precisam ser agora conceitualizados para consolidar um caminho evolutivo mutuamente compatível, ou é provável que as ações de curto prazo ou impeçam ou mais tarde criem grandes problemas de rompimento com iniciativas maiores. 14

15 As Opções 1. Se uma depressão ou configuração de túnel para a ligação existente da via férrea (e possível a iniciativa eventual do Anel Urbano BRT ou LRT) será preservada como uma opção, então as ruas Vassar e Albany deverão ser capazes de atender as necessidades dos automóveis, ônibus e caminhões, de forma que seja possível controlar a complicada restauração do corredor férreo em um túnel, embora mantendo o serviço férreo durante a obra, e oferecer frete férreo, transporte comunitário, acesso para manutenção, possivelmente uma via férrea entre cidades, LRT ou BRT na configuração completa. (O MIT talvez tenha interesse, num futuro distante, em permitir a conceitualização do corredor inteiro, Albany para Vassar, sem nenhuma trilha superficial no alinhamento da via férrea atual.) 2. Enquanto o desenvolvimento do tipo University Park ocorre, criando oportunidades de "ir a pé para o alojamento do MIT", questões essenciais sobre patrimônio, incluindo alojamentos a preços acessíveis, examinar a vantagem de restabelecer o controle dos aluguéis, a possibilidade de atividades na área de serviços e as oportunidades de caminhar para os alojamentos do MIT pelos tradicionais moradores de colarinho azul (trabalhadores de fábrica) de Cambridge, deveriam ser ativamente orientadas. As Recomendações 1. O MIT está estranhamente calado em relação ao Anel Urbano. Existe uma grande oportunidade de melhorar o transporte público para o MIT e as comunidades de Cambridge nesta iniciativa, e é a única oportunidade de explorar até a possibilidade de colocar a ligação da via férrea existente debaixo da terra. O MIT precisa se envolver pró-ativamente em um processo de planejamento de curto, médio e longo prazos com seus vizinhos e a MBTA. 2. A Vassar Street, mesmo se aumentar dramaticamente o acesso a ônibus e caminhão, controlará muito menos tráfego que a Mass Ave, que faz bifurcação com o campus do MIT, proporcionando segurança e conforto razoável ao pedestre, pelo menos na 77 Mass Ave. O verdadeiro problema não é o tráfego, é o péssimo ambiente criado pelo MIT, com muitos edifícios mortos como a garagem de estacionamento e o Metropolitan Storage. O paisagismo não pode consertar Vassar, só a intensificação do uso do solo com edifícios que gerem atividades significativas podem curar o atual ambiente hostil. 15

16 Kendall Square Esta é uma área de grande potencial para implementar a mudança de paradigma voltada à sustentabilidade, mas atualmente é um tanto incoerente fisicamente, sem nenhum caminho claramente perceptível para o futuro. Opções e Recomendações 1. A estação da Linha Vermelha, Kendall-MIT, é uma ligação forte com o sistema da MBTA no MIT, mas Kendall não é Harvard Square. As propriedades do MIT pouco desenvolvidas e subdesenvolvidas na área são a chave para uma possível transformação dramática desta situação, de três formas: primeiro, a relação incoerente entre Charles River e Memorial Drive poderia ser esclarecida estabelecendo-se conexões identificáveis do tipo alameda, da Broadway até a Memorial Drive com a Third Street, e duas outras oportunidades mais próximas à Longfellow Bridge; segundo, a expansão do Sloan School é uma grande oportunidade para consolidar a presença do MIT no Square; terceiro, aumentar os alojamentos do MIT que possibilitam ir a pé para o trabalho, humanizaria o Square e proporcionaria atividades à noite e em fins de semana e serviços de transporte público. 2. Atualmente, há uma quantidade excessiva de estacionamentos fora da rua, dado o nível de acesso a transportes, e mais estacionamentos sendo desenvolvidos. O MIT precisa controlar sua própria demanda de estacionamento e incentivar as empresas vizinhas a fazer o mesmo. 3. O ônibus CT-2, como precursor do Anel Urbano, precisa dar acesso prioritário à estação T e para além de Lechmere, e deve-se agir agora enquanto as propriedades ainda possuem valor de venda. Talvez algum dia haja um novo túnel LRT com cruzamento em uma nova estação da Linha Vermelha na Albany/Vassar, e essa possibilidade deveria ser seriamente explorada junto à MBTA. Em curto prazo, o CT-2 seria o Anel Urbano e se ele não pode se tornar mais bem-sucedido, refrearia o entusiasmo de um investimento de capital muito maior. Um aumento da freqüência deve melhorar dramaticamente. 16

17 4. Longfellow Bridge é o portal para esta parte do MIT, a partir de Boston e do aeroporto. Mas atualmente é como se ela fosse uma rodovia bastante auto-orientada sem noção de chegada ao MIT. Em curto prazo, a melhoria na sinalização da Memorial Drive, MIT e Kendall Square, tráfego tranqüilo, passagens adicionais para pedestres e a remoção da cerca mediana poderiam melhorar a situação, mas um projeto de longo prazo para melhorar as conexões entre Square e o rio, e a visível introdução de edifícios importantes do MIT é uma oportunidade de melhoria contínua. Existe uma grande oportunidade no Square, mas ela só pode ser percebida através de um processo interativo de comunicação com a cidade, a comunidade empresarial, os moradores do bairro e a MBTA. 17

DOTS Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável

DOTS Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável DOTS Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável O que é DOTS? Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável: modelo de planejamento e desenho urbano Critérios de desenho para bairros compactos,

Leia mais

MOBILIDADE URBANA EM SÃO PAULO APLICAÇÃO DE SOLUÇÕES IMEDIATAS E EFICAZES

MOBILIDADE URBANA EM SÃO PAULO APLICAÇÃO DE SOLUÇÕES IMEDIATAS E EFICAZES MOBILIDADE URBANA EM SÃO PAULO APLICAÇÃO DE SOLUÇÕES IMEDIATAS E EFICAZES JULHO 2015 SÃO PAULO UMA CIDADE A CAMINHO DO CAOS URBANO Fonte: Pesquisa de mobilidade 2012 SÃO PAULO UMA CIDADE A CAMINHO DO CAOS

Leia mais

TÉCNICA DE LEVANTAMENTO DE DADOS: Entrevistas pessoais com questionário estruturado.

TÉCNICA DE LEVANTAMENTO DE DADOS: Entrevistas pessoais com questionário estruturado. Job 44/4 Setembro/04 Metodologia TÉCNICA DE LEVANTAMENTO DE DADOS: Entrevistas pessoais com questionário estruturado. LOCAL DA PESQUISA: Município de São Paulo. UNIVERSO: Moradores de 6 anos ou mais de

Leia mais

Job 150904 Setembro / 2015

Job 150904 Setembro / 2015 Job 50904 Setembro / Metodologia TÉCNICA DE LEVANTAMENTO DE DADOS: Entrevistas pessoais com questionário estruturado. LOCAL DA PESQUISA: Município de São Paulo. UNIVERSO: Moradores de 6 anos ou mais de

Leia mais

Princípios de mobilidade para cidades inclusivas e sustentáveis

Princípios de mobilidade para cidades inclusivas e sustentáveis Princípios de mobilidade para cidades inclusivas e sustentáveis Ana Nassar, ITDP Brasil Seminário Aspectos da Mobilidade Urbana SEMOB - GDF Brasília, 24 de setembro de 2015 Sobre o ITDP Organização social

Leia mais

para todos. BH tem espaço para todos #respeiteabicicleta tem espaço para todos #respeiteabicicleta Apoio:

para todos. BH tem espaço para todos #respeiteabicicleta tem espaço para todos #respeiteabicicleta Apoio: BH tem espaço para todos #respeiteabicicleta BH tem espaço para todos. BH tem espaço para todos #respeiteabicicleta Apoio: Índice Quando você estiver pedalando. 04 Quando você estiver dirigindo. 10 Algumas

Leia mais

GERAL. Porto Olímpico

GERAL. Porto Olímpico Porto Olímpico projeto O Porto Maravilha e o Porto Olímpico N Porto Olímpico aprox. 145.000m2 de área Porto Maravilha aprox. 5.000.000m2 de área aprox. 100.000m2 aprox. 45.000m2 Porquê o Porto? Porquê

Leia mais

Medidas para a Humanização do Tráfego. A Cidade que Queremos

Medidas para a Humanização do Tráfego. A Cidade que Queremos Medidas para a Humanização do Tráfego A Cidade que Queremos Objetivo Publicação com o objetivo de divulgar, junto aos municípios, soluções técnicas para a humanização do trânsito. Estrutura Introdução

Leia mais

Bases para o Planejamento Urbano Integrado. deflorianópolis. Mobilidade metropolitana

Bases para o Planejamento Urbano Integrado. deflorianópolis. Mobilidade metropolitana Bases para o Planejamento Urbano Integrado deflorianópolis Introdução Áreas nobres da expansão urbana Relação com o meio ambiente Patrimônio cultural Paisagem Centro da cidade Centralidades de bairros

Leia mais

MOBILIDADE URBANA: UM DESAFIO PARA GESTORES PÚBLICOS

MOBILIDADE URBANA: UM DESAFIO PARA GESTORES PÚBLICOS MOBILIDADE URBANA: UM DESAFIO PARA GESTORES PÚBLICOS ARTIGO Manoel Reis Coordenador de projetos da FGV Projetos Manoel Reis é engenheiro naval, mestre em engenharia pela Escola Politécnica da USP e tem

Leia mais

Desafios para Melhoria da Mobilidade Urbana

Desafios para Melhoria da Mobilidade Urbana Desafios para Melhoria da Mobilidade Urbana O Desafio da CET 7,2 milhões de veículos registrados 12 milhões de habitantes 7,3 milhões de viagens a pé 156 mil viagens de bicicleta 15 milhões de viagens

Leia mais

LEI Nº 370, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 A CÂMARA MUNICIPAL DE CAFEARA APROVA E EU, PREFEITO DO MUNICÍPIO, SANCIONO A SEGUINTE LEI:

LEI Nº 370, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 A CÂMARA MUNICIPAL DE CAFEARA APROVA E EU, PREFEITO DO MUNICÍPIO, SANCIONO A SEGUINTE LEI: LEI Nº 370, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Lei do Sistema Viário do Município de Cafeara, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAFEARA APROVA E EU, PREFEITO DO MUNICÍPIO, SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

MOBILIDADE URBANA: INTERVENÇÃO E REESTRUTURAÇÃO DE CICLOVIAS NA AVENIDA MANDACARU

MOBILIDADE URBANA: INTERVENÇÃO E REESTRUTURAÇÃO DE CICLOVIAS NA AVENIDA MANDACARU MOBILIDADE URBANA: INTERVENÇÃO E REESTRUTURAÇÃO DE CICLOVIAS NA AVENIDA MANDACARU Adriele Borges da Silva¹; Tatiana Romani Moura²; RESUMO: O presente trabalho tem por finalidade apresentar um estudo e

Leia mais

PROPOSTAS MOBILIDADE PROPOSTAS DE MÉDIO E LONGO PRAZO

PROPOSTAS MOBILIDADE PROPOSTAS DE MÉDIO E LONGO PRAZO PROPOSTAS MOBILIDADE PROPOSTAS DE MÉDIO E LONGO PRAZO AGENDA DO DEBATE: Pedestres Bicicleta Transporte público: ônibus e trilhos Circulação viária carros, motos e caminhões Acessibilidade Educação e trânsito

Leia mais

Metodologia. MARGEM DE ERRO O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Metodologia. MARGEM DE ERRO O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Metodologia COLETA Entrevistas domiciliares com questionário estruturado. LOCAL DA PESQUISA Município de São Paulo. UNIVERSO moradores de 16 anos ou mais. PERÍODO DE CAMPO de 26 de setembro a 1º de outubro

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO DE INFRAESTRUTURA E MOBILIDADE URBANA

GRUPO DE TRABALHO DE INFRAESTRUTURA E MOBILIDADE URBANA DESENVOLVIMENTO DE LAY-OUT DE PROPOSTA ALTERNATIVA PARA O SISTEMA G DE TRANSPORTE PÚBLICO MULTIMODAL PARA A REGIÃO METROPOLITANA DA GRANDE VITÓRIA GRUPO DE TRABALHO DE INFRAESTRUTURA E MOBILIDADE URBANA

Leia mais

Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé

Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé Introdução A proposta de Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes

Leia mais

TÉCNICA DE LEVANTAMENTO DE DADOS: Entrevistas pessoais com questionário estruturado.

TÉCNICA DE LEVANTAMENTO DE DADOS: Entrevistas pessoais com questionário estruturado. Job 1566/10 Setembro/ Metodologia TÉCNICA DE LEVANTAMENTO DE DADOS: Entrevistas pessoais com questionário estruturado. LOCAL DA PESQUISA: Município de São Paulo. UNIVERSO: Moradores de 16 anos ou mais

Leia mais

11 ideias para ciclovias mais seguras

11 ideias para ciclovias mais seguras 11 ideias para ciclovias mais seguras Legislação Política Nacional de Mobilidade Urbana A Política Nacional de Mobilidade Urbana é orientada pelas seguintes diretrizes: II prioridade dos modos de transportes

Leia mais

Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé

Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé Diretrizes para o Plano de Mobilidade Urbana 2015 da Cidade de São Paulo referentes à mobilidade a pé Introdução Este material surge como resultado do acompanhamento das apresentações do Plano de Mobilidade

Leia mais

Mobilidade Urbana COMO SE FORMAM AS CIDADES? 06/10/2014

Mobilidade Urbana COMO SE FORMAM AS CIDADES? 06/10/2014 Mobilidade Urbana VASCONCELOS, Eduardo Alcântara de. Mobilidade urbana e cidadania. Rio de Janeiro: SENAC NACIONAL, 2012. PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL LUCIANE TASCA COMO SE FORMAM AS CIDADES? Como um

Leia mais

abril/2013 CICLOVIA ZONA NORTE

abril/2013 CICLOVIA ZONA NORTE abril/2013 CICLOVIA ZONA NORTE introdução Das temáticas de crise das grandes cidades nos dias de hoje, uma das questões mais contundentes é a mobilidade urbana. A cidade de São Paulo, metrópole que sofre

Leia mais

Guia Multilíngüe de Informações Cotidianas

Guia Multilíngüe de Informações Cotidianas 4 Regras de Trânsito 4-1 Regras de trânsito no Japão No Japão, as regras de trânsito são estabelecidas respectivamente para, automóveis e motos, bicicletas. Recomenda-se a assimilação rápida e correta

Leia mais

CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE TRÁFEGO

CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE TRÁFEGO CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE TRÁFEGO No Brasil a Engenharia de Tráfego evoluiu como um ramo da Engenharia a partir do final da década de 50, face ao aumento do processo de urbanização causado

Leia mais

Divulgação da importância do transporte para o ensino fundamental

Divulgação da importância do transporte para o ensino fundamental Divulgação da importância do transporte para o ensino fundamental Daniel Rech (DEPROT/UFRGS) João Fortini Albano (DEPROT/UFRGS) Resumo O presente artigo deriva de um projeto direcionado a alunos do ensino

Leia mais

Analisando viagens a pé e por bicicletas na integração com transporte de massa

Analisando viagens a pé e por bicicletas na integração com transporte de massa Analisando viagens a pé e por bicicletas na integração com transporte de massa Fernanda Borges Monteiro, Vânia Barcellos Gouvêa Campos arqnandy@gmail.com; vania@ime.eb.br Instituto Militar de Engenharia

Leia mais

Regras de Trânsito do Japão

Regras de Trânsito do Japão Regras de Trânsito do Japão (Versão para pedestres e bicicletas) ~ Para não sofrer acidentes de trânsito ~ Supervisão: Polícia da Província de Gifu Edição / Publicação: Província de Gifu Regras básicas

Leia mais

Solução sustentável de compartilhamento de veículos para o mundo escolar

Solução sustentável de compartilhamento de veículos para o mundo escolar Interbros Tecnologia e Soluções de Internet Ltda. Rua Dr. Guilherme Bannitz, 126 2º andar Conj. 21 /179 Itaim Bibi - São Paulo- SP - 04532-060 Fone: 55 11 9209-3717 / 55 11 8162-0161 Por favor, considere

Leia mais

SITUAÇÃO ENCONTRADA NO DF EM 2007

SITUAÇÃO ENCONTRADA NO DF EM 2007 SITUAÇÃO ENCONTRADA NO DF EM 2007 Frota antiga e tecnologia obsoleta; Serviço irregular de vans operando em todo o DF 850 veículos; Ausência de integração entre os modos e serviços; Dispersão das linhas;

Leia mais

ÍNDICE. Capítulo I...5. Do Sub-Sistema Viário Estrutural...5. Capítulo II...5. Do Sub-Sistema de Apoio...5 DISPOSIÇÕES FINAIS...6

ÍNDICE. Capítulo I...5. Do Sub-Sistema Viário Estrutural...5. Capítulo II...5. Do Sub-Sistema de Apoio...5 DISPOSIÇÕES FINAIS...6 ÍNDICE Capítulo I...5 Do Sub-Sistema Viário Estrutural...5 Capítulo II...5 Do Sub-Sistema de Apoio...5 DISPOSIÇÕES FINAIS...6 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE CRATEÚS PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO PDDU

Leia mais

FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES

FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES 1 FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES Londrina (PR) 2009 Caro cidadão londrinense: 2 Londrina quer um trânsito mais seguro. E convida você para entrar nesta campanha. Esta cartilha traz informações sobre como

Leia mais

Green Line Extension Project Fall 2011

Green Line Extension Project Fall 2011 Green Line Extension Project Fall 2011 Introdução O Departamento de Transportes de Massachusetts (MassDOT) e a Autoridade de Transportes da Baía de Massachusetts (MBTA) estão trabalhando em conjunto para

Leia mais

considerações ciclocidade: 400 km de ciclovias, projeto piloto e eliseu de almeida jun/2014

considerações ciclocidade: 400 km de ciclovias, projeto piloto e eliseu de almeida jun/2014 1 CONSIDERAÇÕES DA CICLOCIDADE A RESPEITO DO PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DE 400 KM DE CICLOVIAS, O PROJETO PILOTO NO CENTRO DE SÃO PAULO E A CICLOVIA DA ELISEU DE ALMEIDA No dia 04 de Junho de 2014 a Prefeitura

Leia mais

INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA

INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA LOCALIZAÇÃO E CONTEXTO Jundiaí Campinas Rio de Janeiro Sorocaba Guarulhos OUC AB Congonhas CPTM E METRÔ: REDE EXISTENTE E PLANEJADA OUC AB SISTEMA VIÁRIO ESTRUTURAL

Leia mais

SP-URBANISMO. Nova Luz Projeto Urbanístico Consolidado

SP-URBANISMO. Nova Luz Projeto Urbanístico Consolidado SP-URBANISMO Nova Luz Projeto Urbanístico Consolidado Setembro 2011 Perímetro da Nova Luz Sala São Paulo Parque da Luz Praça Princesa Isabel Largo do Arouche Igreja de Santa Ifigênia Praça da República

Leia mais

Projeto Nova Luz Visão e Diretrizes Urbanísticas

Projeto Nova Luz Visão e Diretrizes Urbanísticas SP-URBANISMO Projeto Nova Luz Visão e Diretrizes Urbanísticas Novembro 2010 ANTECEDENTES Determinação da Administração desde 2005 de transformar e desenvolver a área Ações multisetoriais: saúde, social,

Leia mais

CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MOBILIDADE URBANA. Lúcia Maria Mendonça Santos Ministério das Cidades

CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MOBILIDADE URBANA. Lúcia Maria Mendonça Santos Ministério das Cidades CRITÉRIOS TÉCNICOS PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE MOBILIDADE URBANA Lúcia Maria Mendonça Santos S e m i n á r i o M o b i l i d a d e U r b a n a S u s t e n t á v e l : P r á t i c a s e T e n d ê n c

Leia mais

AVALIAÇÃO DE IMPACTO NA SAÚDE DO DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES DE MASSACHUSETTS (MassDOT): ESTUDO GROUNDING McGRATH

AVALIAÇÃO DE IMPACTO NA SAÚDE DO DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES DE MASSACHUSETTS (MassDOT): ESTUDO GROUNDING McGRATH AVALIAÇÃO DE IMPACTO NA SAÚDE DO DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES DE MASSACHUSETTS (MassDOT): ESTUDO GROUNDING McGRATH 1/7/2013 Departamento de Saúde Pública de Massachusetts Agência de Saúde Ambiental SUMÁRIO

Leia mais

AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA:ELEMENTO CHAVE PARA GESTÃO DOS FLUXOS

AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA:ELEMENTO CHAVE PARA GESTÃO DOS FLUXOS AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA:ELEMENTO CHAVE PARA GESTÃO DOS FLUXOS Barbosa, Maria Beatriz; Fortes, Melissa Belato; Fischer, Ligia C. Projeto de Estações e Gestão dos Serviços de Transporte A gestão das estações

Leia mais

INFRAESTRUTURA CICLOVIÁRIA EM LARANJEIRAS E COSME VELHO

INFRAESTRUTURA CICLOVIÁRIA EM LARANJEIRAS E COSME VELHO INFRAESTRUTURA CICLOVIÁRIA EM LARANJEIRAS E COSME VELHO Proposta para criação de infraestrutura na Região... Apresentação Assim como as pessoas que as povoam, as cidades e seus elementos tem vida própria,

Leia mais

Prefeitura Municipal do Natal

Prefeitura Municipal do Natal Prefeitura Municipal do Natal Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Finanças Plano Plurianual 2010/2013 Programa Horizonte Público Objetivo: 8 Mobilidade e Cidadania Contínuo População do município

Leia mais

Nesta oportunidade, confirmo que estes projetos estão fundamentados em Estudos, Estatísticas e Opiniões de Cidadãos domiciliados no bairro.

Nesta oportunidade, confirmo que estes projetos estão fundamentados em Estudos, Estatísticas e Opiniões de Cidadãos domiciliados no bairro. Barueri, 21 de Setembro de 2009. Ilustríssimo Senhor Rubens Furlan PREFEITO DE BARUERI Ref: Projetos do 1 Conselho Gestor de Segurança da Aldeia de Barueri Venho à presença de Vossa Excelência apresentar

Leia mais

Engenharia de Segurança Viária

Engenharia de Segurança Viária Engenharia de Segurança Viária Transporte sustentável salva vidas Através da promoção do transporte sustentável, a EMBARQ Brasil está trabalhando para reduzir a poluição, melhorar a saúde pública e criar

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Polos geradores de tráfego, mitigação, impacto de grandes empreendimentos.

PALAVRAS-CHAVE Polos geradores de tráfego, mitigação, impacto de grandes empreendimentos. Medidas Mitigatórias para Polos Geradores de Tráfego. Rovana Reale; Júlio Cezar Miranda; Isabel Cristina Guimarães Haifuch; Lúcia de Borba Maciel EPTC Empresa Pública de Transporte e Circulação (Porto

Leia mais

Transporte e Planejamento Urbano

Transporte e Planejamento Urbano Transporte e Planejamento Urbano para o Desenvolvimento da RMRJ Julho/2014 Cidades a maior invenção humana As cidades induzem a produção conjunta de conhecimentos que é a criação mais importante da raça

Leia mais

DESAFIOS PARA A MOBILIDADE URBANA JOÃO BRAGA

DESAFIOS PARA A MOBILIDADE URBANA JOÃO BRAGA DESAFIOS PARA A MOBILIDADE URBANA JOÃO BRAGA Secretaria de Mobilidade e Controle Urbano Recife Caso você fosse o gestor, quais seriam suas principais intervenções no trânsito do Recife? SE A SITUAÇÃO

Leia mais

Otimização do uso do solo

Otimização do uso do solo Otimização do uso do solo Criamos uma cidade compacta, adensada, próxima de meios de transporte de alta capacidade e de paisagens e ecossistemas visualmente atraentes que agregam valor à comunidade. Urbanização

Leia mais

Otimização do uso do solo

Otimização do uso do solo Otimização do uso do solo Criamos uma cidade compacta, adensada, próxima de meios de transporte de alta capacidade, paisagens e ecossistemas visualmente atraentes e que agregam valor à comunidade. Urbanização

Leia mais

PARECER TÉCNICO FINAL

PARECER TÉCNICO FINAL SMPMA/DEPLAN Em 15/01/2014 Ref.: Processos n 2.532-1/2013 e 16.392-4/2013 PARECER TÉCNICO FINAL Trata-se de um empreendimento que corresponde à construção de um edifício vertical para uso misto, residencial

Leia mais

Planejamento da Mobilidade Urbana em Belo Horizonte

Planejamento da Mobilidade Urbana em Belo Horizonte Seminário de Mobilidade Urbana Planejamento da Mobilidade Urbana em Belo Horizonte Celio Bouzada 23 de Setembro de 2015 Belo Horizonte População de Belo Horizonte: 2,4 milhões de habitantes População da

Leia mais

ESPELHO DE EMENDA INICIATIVA

ESPELHO DE EMENDA INICIATIVA SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE S ÀS LEIS ORÇAMENTÁRIAS ESPELHO DE 001 - Construção do Contorno Ferroviário de Curitiba AUTOR DA Luciano Ducci 37050001 539 0141 - Promover a expansão da malha ferroviária federal

Leia mais

Plano de Mobilidade Sustentável. Por uma cidade amiga da bicicleta Abril 2011

Plano de Mobilidade Sustentável. Por uma cidade amiga da bicicleta Abril 2011 Plano de Mobilidade Sustentável. Por uma cidade amiga da bicicleta Abril 2011 Cronograma Índice Apresentação da TC Urbes Objetivos do Plano de Mobilidade Sustentável Cidade e Mobilidade Diagnóstico Planejamento

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE BELÉM, A CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM, estatui e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

O PREFEITO MUNICIPAL DE BELÉM, A CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM, estatui e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS LEI Nº 8.068, DE 28 DE MAIO DE 2001 Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, no Município de Belém,

Leia mais

DEFESA DE DISSERTAÇÃO

DEFESA DE DISSERTAÇÃO Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica Mestrado DEFESA DE DISSERTAÇÃO Jilmar Augustinho Tatto jilmar.tatto@uol.com.br COMISSÃO JULGADORA Professor Dr. Eduardo Mário Dias (Orientador) Professor

Leia mais

1. Conectividade. Conceito: É sair de casa e poder ir ao bairro do lado sem ter de dar grandes voltas.

1. Conectividade. Conceito: É sair de casa e poder ir ao bairro do lado sem ter de dar grandes voltas. 1. Conectividade Em que medida o ambiente urbano/pedonal dispõe de uma rede integrada que permite conectar origens e destinos, que passa, por exemplo, pela existência e continuidade de uma infra-estrutura

Leia mais

MOBILIDADE POR BICICLETA NO CAMPUS DARCY RIBEIRO

MOBILIDADE POR BICICLETA NO CAMPUS DARCY RIBEIRO MOBILIDADE POR BICICLETA NO CAMPUS DARCY RIBEIRO Aline Amaral Silva; Amanda Barbosa Borges; Amir mahdi Araghi; Gabriel Carvalho; Surik Neytohn Duque Nicols Prof. Pastor W. G. Taco O estudo contemplou o

Leia mais

DOTS - Desenvolvimento Urbano Orientado ao Transporte Sustentável. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil

DOTS - Desenvolvimento Urbano Orientado ao Transporte Sustentável. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil DOTS - Desenvolvimento Urbano Orientado ao Transporte Sustentável Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Contexto das cidades Expansão urbana Modelo de ocupação territorial

Leia mais

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis Plamus. Guilherme Medeiros SC Participações e Parcerias S.A. Governo de Santa Catarina

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis Plamus. Guilherme Medeiros SC Participações e Parcerias S.A. Governo de Santa Catarina Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis Plamus Guilherme Medeiros SC Participações e Parcerias S.A. Governo de Santa Catarina Introdução PLAMUS e status do projeto Diagnóstico: qual

Leia mais

CIDADE DO CIDADE PARA AUTOMÓVEL PESSOAS

CIDADE DO CIDADE PARA AUTOMÓVEL PESSOAS MOBILIDADE URBANA Na região Metropolitana de Florianópolis e o PLAMUS Superintendência da Região Metropolitana da Grande Florianópolis CIDADE DO AUTOMÓVEL CIDADE PARA PESSOAS RACIONALIZAÇÃO DO ESPAÇO Espaço

Leia mais

Mobilidade Urbana. João Fortini Albano. Eng. Civil, Prof. Dr. Lastran/Ufrgs

Mobilidade Urbana. João Fortini Albano. Eng. Civil, Prof. Dr. Lastran/Ufrgs Mobilidade Urbana João Fortini Albano Eng. Civil, Prof. Dr. Lastran/Ufrgs Aspectos conceituais Questões de mobilidade urbana Encaminhando soluções Aspectos conceituais Mobilidade urbana? É uma atividade

Leia mais

ECOXXI 2011/2012 Indicador Mobilidade Sustentável

ECOXXI 2011/2012 Indicador Mobilidade Sustentável ECOXXI 2011/2012 Indicador Mobilidade Sustentável Gabinete de Planeamento Inovação e Avaliação Catarina Marcelino (cmarcelino@imtt.pt) http://www.imtt.pt APA, 14 de Fevereiro de 2012 Índice 1. Conceito

Leia mais

OLHO NO FUTURO PENSANDO EM 2038 SINAENCO 25 ANOS FLORIANÓPOLIS, 07/11/2013

OLHO NO FUTURO PENSANDO EM 2038 SINAENCO 25 ANOS FLORIANÓPOLIS, 07/11/2013 OLHO NO FUTURO PENSANDO EM 2038 SINAENCO 25 ANOS FLORIANÓPOLIS, 07/11/2013 De Olho no futuro mais 25 anos Problemas permanentes de qualquer cidade: combate a droga - segurança pública - saúde pública -

Leia mais

SÃO PAULO GANHA PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO PEDESTRE PARA REDUZIR ATROPELAMENTOS

SÃO PAULO GANHA PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO PEDESTRE PARA REDUZIR ATROPELAMENTOS SÃO PAULO GANHA PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO PEDESTRE PARA REDUZIR ATROPELAMENTOS Em 2010, a cidade de São Paulo registrou 7.007 atropelamentos resultando na morte de 630 pedestres. Apesar de representar uma

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Presidência da República Casa Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.098, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000. Civil Regulamento Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade

Leia mais

TESTE DA CICLOVIA DA AV. IPIRANGA

TESTE DA CICLOVIA DA AV. IPIRANGA TESTE DA CICLOVIA DA AV. IPIRANGA Porto Alegre Junho/2012 1 TESTE DE PONTOS CRÍTICOS PARA IMPLANTAÇÃO DA FUTURA CICLOVIA DA AV. IPIRANGA, EM PORTO ALEGRE O Laboratório de Políticas Públicas e Sociais (Lappus),

Leia mais

As soluções para salvar o planeta já existem faz tempo. É só começar a usá-las.

As soluções para salvar o planeta já existem faz tempo. É só começar a usá-las. As soluções para salvar o planeta já existem faz tempo. É só começar a usá-las. Bicicleta 1818 cartilha com os novos procedimentos de acesso ao estacionamento. INTRODUÇÃO Pensar na qualidade de vida de

Leia mais

Mapa 09 Área Central de PiracicabaOcupação do Solo. Urbano

Mapa 09 Área Central de PiracicabaOcupação do Solo. Urbano L E I T U R A E I N T E R P R E T A Ç Ã O D A S I T U A Ç Ã O U R B A N A Mapa 09 de PiracicabaOcupação do Solo Urbano P L A N O D E A Ç Ã O P A R A R E A B I L I T A Ç Ã O U R B A N A D A Á R E A C E

Leia mais

INICIATIVAS INSPIRADORAS MOBILIDADE PLANEJAMENTO CICLOVIÁRIO NO BAIRRO DA TIJUCA RIO DE JANEIRO

INICIATIVAS INSPIRADORAS MOBILIDADE PLANEJAMENTO CICLOVIÁRIO NO BAIRRO DA TIJUCA RIO DE JANEIRO MOBILIDADE INICIATIVAS INSPIRADORAS PLANEJAMENTO CICLOVIÁRIO NO BAIRRO DA TIJUCA RIO DE JANEIRO ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 PERFIL DO BAIRRO 3 PRINCIPAIS ENVOLVIDOS NO PLANEJAMENTO DA REDE CICLOVIÁRIA DA TIJUCA

Leia mais

I. O QUE ENTENDEMOS POR MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO

I. O QUE ENTENDEMOS POR MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO Melhor Mobilidade, Menos tráfego I. O QUE ENTENDEMOS POR MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO O conceito de melhor mobilidade e menos No Brasil, o Plano Nacional de Mobilidade tráfego significa a busca de

Leia mais

SEMINÁRIO MOBILIDADE URBANA NO PLANO

SEMINÁRIO MOBILIDADE URBANA NO PLANO SEMINÁRIO MOBILIDADE URBANA NO PLANO ESTRATÉGICO- SP2040 Tema: Política de Estacionamento dos automóveis 09 DE FEVEREIRO DE 2011- AUDITÓRIO DO SEESP-SP PROGRAMAÇÃO Realização: SEESP-SP Quadro geral da

Leia mais

BONDES EM VITÓRIA E VILA VELHA FORMANDO A REDE DE TRANSPORTE COLETIVO DISPONÍVEL NO INÍCIO DO SÉCULO XX. BONDE NO BAIRRO ARIBIRI EM VILA VELHA

BONDES EM VITÓRIA E VILA VELHA FORMANDO A REDE DE TRANSPORTE COLETIVO DISPONÍVEL NO INÍCIO DO SÉCULO XX. BONDE NO BAIRRO ARIBIRI EM VILA VELHA OS MUNICÍPIOS QUE HOJE FORMAM A REGIÃO METROPOLITANA DE VITÓRIA APRESENTAM PECULIARIDADES SIGNIFICATIVAS EM SEU PROCESSO DE FORMAÇÃO. A FORTE INFLUÊNCIA JESUÍTA NO PROCESSO EDUCACIONAL E O CULTIVO DA TERRA

Leia mais

Desenho de secções de infra-estrutura cicloviária

Desenho de secções de infra-estrutura cicloviária Desenho de secções de infra-estrutura cicloviária Eng. Jeroen Buis I-ce, Interface for Cycling Expertise (www.cycling.nl) buis_j@yahoo.com Curso Planejamento Cicloviário Dia 1 Rio de Janeiro, 26 de Novembro

Leia mais

O papel da mobilidade e da acessibilidade no Desenvolvimento de Aparecida de Goiânia

O papel da mobilidade e da acessibilidade no Desenvolvimento de Aparecida de Goiânia O papel da mobilidade e da acessibilidade no Desenvolvimento de Aparecida de Goiânia Os processos econômicos, tanto na fase de produção como na fase de consumo, são dependentes do deslocamento de cargas

Leia mais

CARRO COMPARTILHADO CARRO COMPARTILHADO

CARRO COMPARTILHADO CARRO COMPARTILHADO CARRO COMPARTILHADO Projeção de crescimento populacional Demanda de energia mundial Impacto ao meio ambiente projeções indicam que os empregos vão CONTINUAR no centro EMPREGOS concentrados no CENTRO

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO PDDU LEI DO SISTEMA VIÁRIO

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO PDDU LEI DO SISTEMA VIÁRIO PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ KL Serviços e Engenharia S/C PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO PDDU LEI DO SISTEMA VIÁRIO LEI Nº Dispõe sobre o sistema Viário do Município de Quixadá e dá outras

Leia mais

SINALIZAÇÃO DO SISTEMA VIÁRIO MUNICIPAL

SINALIZAÇÃO DO SISTEMA VIÁRIO MUNICIPAL GERÊNCIA DE OPERAÇÕES VIÁRIAS TRANSERP Planejamento Viário SINALIZAÇÃO DO SISTEMA VIÁRIO MUNICIPAL Eng. José Antônio S. Gonçalves 2006 PLANEJAMENTO OPERACIONAL Cidade de RIBEIRÃO PRETO SP. PLANEJAMENTO

Leia mais

Tabela das Multas. Infração Gravíssima Valor/Multa Tipos de Penalidades R$ 191,54 R$ 574,61

Tabela das Multas. Infração Gravíssima Valor/Multa Tipos de Penalidades R$ 191,54 R$ 574,61 Tabela das Multas 7 pontos na CNH Infração Gravíssima Valor/Multa Tipos de Penalidades Dirigir com a carteira já vencida há mais de 30 dias Recolhimento da carteira e retenção do veículo Não reduzir a

Leia mais

Como são. hoje? nossas cidades

Como são. hoje? nossas cidades Plazas Cariocas Como são nossas cidades hoje? Rio de Janeiro O Rio de Janeiro está empreendendo a desafiadora tarefa de investir em mobilidade e desenvolvimento urbano. A prefeitura tem como metas prioritárias,

Leia mais

Parcerias Público- Privadas do Rio de Janeiro. Gustavo Guerrante. 30 de novembro de 2015

Parcerias Público- Privadas do Rio de Janeiro. Gustavo Guerrante. 30 de novembro de 2015 Parcerias Público- Privadas do Rio de Janeiro Gustavo Guerrante 30 de novembro de 2015 Prefeitura do Rio de Janeiro Secretaria Especial de Concessões e Parcerias Público-Privadas Em 2009, institucionalizou-se

Leia mais

Mobilidade ativa A bicicleta nas cidades do século XXI. Seminário Aspectos da Mobilidade Urbana Brasília, setembro de 2015

Mobilidade ativa A bicicleta nas cidades do século XXI. Seminário Aspectos da Mobilidade Urbana Brasília, setembro de 2015 Mobilidade ativa A bicicleta nas cidades do século XXI Seminário Aspectos da Mobilidade Urbana Brasília, setembro de 2015 Sobre o ITDP Organização social sem fins lucrativos Sede em Nova York, presente

Leia mais

Rede Cicloviária Leblon. Rio de Janeiro 2012

Rede Cicloviária Leblon. Rio de Janeiro 2012 Rede Cicloviária Leblon. Rio de Janeiro 2012 Rede Cicloviária Leblon: O Leblon, passa por uma fase de intensas mudanças, com as obras da linha 4 do Metrô o trânsito do bairro sofreu e sofrerá várias alterações

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA OFICINA DE CAPACITAÇÃO PARA O PLANO DIRETOR: REGIONAL PORTÃO 25/03/2014 CURITIBA MARÇO/2014 Propostas do dia 25

Leia mais

PLANO DE MOBILIDADE COPA DO MUNDO PERNAMBUCO - MAIO - 2014

PLANO DE MOBILIDADE COPA DO MUNDO PERNAMBUCO - MAIO - 2014 PLANO DE MOBILIDADE COPA DO MUNDO PERNAMBUCO - MAIO - 2014 SUMÁRIO 1. Tabela dos jogos na Arena Pernambuco 2. Premissas do Plano de Mobilidade 3. Como chegar à Arena Pernambuco (Metrô, BRT e Estacionamentos

Leia mais

Interseções. Lastran/Ufrgs

Interseções. Lastran/Ufrgs Interseções Lastran/Ufrgs 1 Noções Gerais Interseção é o local onde 2 ou mais vias se interceptam. Local de grande número de acidentes: 53% dos acidentes em vias rurais; 78% dos acidentes em vias urbanas;

Leia mais

ANEXO III DIRETRIZES BÁSICAS DO PROJETO

ANEXO III DIRETRIZES BÁSICAS DO PROJETO ANEXO III DIRETRIZES BÁSICAS DO PROJETO VOLUME IV - PROJETO DE ENGENHARIA E MATERIAL RODANTE PROJETOS ARQUITETÔNICOS E DEMAIS PROJETOS TÉCNICOS PREDIAIS PROJETO URBANÍSTICO 1 3.2.6.11. Projeto Urbanístico

Leia mais

SINALIZAÇÃO HORIZONTAL. Profa. Mariana de Paiva

SINALIZAÇÃO HORIZONTAL. Profa. Mariana de Paiva SINALIZAÇÃO HORIZONTAL Profa. Mariana de Paiva 3. INSTRUMENTOS DE CONTROLE DE TRÁFEGO 3.2 SINALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO Sinalização Vertical Sinalização Horizontal Sinais Luminosos Dispositivos de Sinalização

Leia mais

ESTUDO DE ESTABELECIMENTOS DE ENSINO SUPERIOR PÚBLICO COMO POLOS GERADORES DE VIAGENS

ESTUDO DE ESTABELECIMENTOS DE ENSINO SUPERIOR PÚBLICO COMO POLOS GERADORES DE VIAGENS ESTUDO DE ESTABELECIMENTOS DE ENSINO SUPERIOR PÚBLICO COMO POLOS GERADORES DE VIAGENS José Ap. Sorratini, Márcia Helena Macedo e Alex de Vasconcelos Pineli Alves RESUMO Estabelecimentos de ensino de nível

Leia mais

ESCOLA DE CONDUÇÃO INVICTA Resumo das principais regras rodoviárias alteradas pela Proposta de Lei n.º 131/XII

ESCOLA DE CONDUÇÃO INVICTA Resumo das principais regras rodoviárias alteradas pela Proposta de Lei n.º 131/XII 1. Foi criado o conceito de «Utilizadores vulneráveis»: Peões e velocípedes, em particular, crianças, idosos, grávidas, pessoas com mobilidade reduzida ou pessoas com deficiência. (artigo 1.º) Tendo em

Leia mais

MOBILIDADE URBANA. André Abe Patricia Stelzer

MOBILIDADE URBANA. André Abe Patricia Stelzer MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL André Abe Patricia Stelzer Atualmente, a mobilidade urbana é parte da política de desenvolvimento urbano sustentável. Trata do deslocamento de bens e pessoas e do atendimento

Leia mais

ANEXO XI: INTERVENÇÕES PRIORITÁRIAS NO SISTEMA VIÁRIO MUNICIPAL

ANEXO XI: INTERVENÇÕES PRIORITÁRIAS NO SISTEMA VIÁRIO MUNICIPAL LEI N. ANEXO XI: INTERVENÇÕES PRIORITÁRIAS NO SISTEMA VIÁRIO MUNICIPAL PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DO IPOJUCA VIAS ARTERIAIS VIA PE-060 PE-038 PE-009 I - Requalificação com sua duplicação em todo o trecho

Leia mais

Visão Geral do Curso. Planejamento de Transportes Urbanos MIT Curso 1.252j/11.380j Outono 2002. Mikel Murga, Assistente de Pesquisa do MIT

Visão Geral do Curso. Planejamento de Transportes Urbanos MIT Curso 1.252j/11.380j Outono 2002. Mikel Murga, Assistente de Pesquisa do MIT Visão Geral do Curso Planejamento de Transportes Urbanos MIT Curso 1.252j/11.380j Outono 2002 Mikel Murga, Assistente de Pesquisa do MIT 6 de setembro de 2002 Primeiro, uma confissão Eu ganho a vida vendendo

Leia mais

ANEXO II DO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO - CTB

ANEXO II DO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO - CTB ANEXO II DO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO - CTB 1. SINALIZAÇÃO VERTICAL É um subsistema da sinalização viária cujo meio de comunicação está na posição vertical, normalmente em placa, fixado ao lado ou

Leia mais

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal

Sistema de localização e bloqueio veicular por célula de comunicação Objetivo Principal de comunicação Objetivo Principal Prover uma solução de baixo custo para Identificação, localização, bloqueio e recuperação de veículos roubados ou procurados, através de micro circuitos embarcados de

Leia mais

Yes, Zaqueu Proença. Sonho de

Yes, Zaqueu Proença. Sonho de Yes, Zaqueu Proença Sonho de consumo 92 nós temos ciclovias nelson toledo Aos poucos, as bikes começam a ganhar um espaço nas políticas de trânsito de diversas cidades brasileiras. Saiba onde você pode

Leia mais

O IAB e a construção de viadutos na Agamenon Magalhães

O IAB e a construção de viadutos na Agamenon Magalhães O IAB e a construção de viadutos na Agamenon Magalhães Vitória Régia de Andrade * Mesmo que tardiamente, o Recife começou a debater, enfim, o futuro da cidade no que diz respeito às vias pelas quais transitam

Leia mais

Mobilidade em um Campus Universitário. Suely da Penha Sanches 1 ; Marcos Antonio Garcia Ferreira 1

Mobilidade em um Campus Universitário. Suely da Penha Sanches 1 ; Marcos Antonio Garcia Ferreira 1 Mobilidade em um Campus Universitário. Suely da Penha Sanches 1 ; Marcos Antonio Garcia Ferreira 1 1 Universidade Federal de São Carlos PPGEU, Rodovia Washington Luis, km 235, (16) 33519677 ssanches@ufscar.br;

Leia mais

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS - DETRAN/AL QUESTÕES SOBRE INFRAÇÃO

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS - DETRAN/AL QUESTÕES SOBRE INFRAÇÃO O veículo estacionado, afastado da guia da calçada (meio fio) a mais de um metro, faz do seu condutor um infrator cuja punição será: 1 retenção do veículo e multa, infração média. 2 apreensão do veículo

Leia mais

Segurança do trânsito 8. A sinalização rodoviária Fevereiro 2010. 8. A sinalização

Segurança do trânsito 8. A sinalização rodoviária Fevereiro 2010. 8. A sinalização 8. A sinalização Aula Interdisciplinar Indicação: 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental Ilustração do Manual de Direção Defensiva do DENATRAN Através da sinalização, os responsáveis pelo trânsito transmitem

Leia mais