abril/2013 CICLOVIA ZONA NORTE

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1 abril/2013 CICLOVIA ZONA NORTE

2 introdução Das temáticas de crise das grandes cidades nos dias de hoje, uma das questões mais contundentes é a mobilidade urbana. A cidade de São Paulo, metrópole que sofre com sua estrutura viária cada vez mais limitada, é vítima de políticas públicas que priorizam o espaço do automóvel. A consequência desse fato pode ser observada nos grandes congestionamentos, que agora não se limitam apenas aos horários de pico, mas sim ao longo do dia, principalmente nas vias de ligação entre a região central e suas áreas periféricas. A solução a esse problema já é vista em várias das grandes cidades do mundo que vem adotando medidas que limitam à circulação de automóveis e ampliam as outras formas de mobilidade urbana, como o uso de transportes públicos - como metrô, trens, ônibus coletivos - e meios não motorizados, como as bicicletas. A ineficiência do transporte na cidade de São Paulo vem acentuando a necessidade de se pensar no transporte leve individual como uma política de mobilidade; o uso da bicicleta como transporte já é utilizado em diversos países europeus que, combinando com os outros modais, cria uma rede de acessibilidade e mobilidade urbana eficiente. A implantação de ciclovias na cidade de São Paulo é de extrema importância e deve ser pensada para que esse meio de tranporte se estabeleça de forma consistente no território urbano, permitindo assim uma infra-estrutura de qualidade, estimulando o uso do transporte público, facilitando o fluxo de pedestres e ciclistas, e promovendo de fato o uso do espaço urbano, a acessibilidade, a melhoria e consciência ambiental da população e até mesmo integração social. A Zona Norte da cidade de São Paulo suporta uma rede de ciclovias e se beneficiaria com essa implantação, principalmente ao se estabelecer uma ligação com os principais modais da região, o Terminal Rodoviário do Tietê, a linha 1 - Azul do metrô e a ligação com o Terminal Rodoviário Parque Dom Pedro II. Além dessas ligações, essa rede de ciclovias também estabeleceria contato com áreas verdes e de interesse cultural da cidade, como o parque da Luz, a Pinacoteca do Estado, o Mercado Municipal, entre outros.

3 Pq. da Juventude Terminal Rodoviário do Tietê Av. do Estado Av. Cruzeiro do Sul Mercado Municipal Museu Catavento Terminal Pq. Dom Pedro Campo de Marte PInacoteca Pq. da Luz Rua 25 de Março Av. Brás Leme ciclovia áreas verdes Rio Tietê N fonte do mapa: google earth

4 Tipologia 1: - tipologia mais completa e segura; - altera o sistema viário buscando segurança para pedestres, ciclistas e veículos; - separação clara entre modais; - são utilizadas em grandes vias, que tenham disponibilidade de espaço. - mudança de pavimento entre o nível da calçada e ciclovia; tipologias cicloviárias Freiburg, ALEMANHA Fonte: Syracuse, EUA Fonte:

5 Tipologia 2: - vias cicláveis de separação simples; - pavimentação asfáltica, acompanhando o nível da rua; - separação no asfalto por tachões ou prismas de concreto; - sinalização feita na área da calçada; - segurança e conforto do ciclista podem se tornar frágeis dependendo da disponibilidade de espaço na via; - maior facilidade de implantação; tipologias cicloviárias Long Beach, EUA Fonte: Chicago, EUA Fonte:

6 Essas categorias são definidas pelo modo de implantação e tem por objetivo minimizar os conflitos entre usuários, ciclistas, pedestres e motoristas. Categoria A - Unidirecional: - cada lado da via apresenta uma ciclovia com direções direfentes. Categoria A - Unidirecional Categoria B - Bidirecional: categorias cicloviárias - A implantação dessa categoria é decorrente de vias de menor largura; para vias comerciais movimentadas, se adota o lado de menos acessos aos lotes. Apenas um lado da via apresenta vias cicláveis com ambas as direções. Categoria C - Canteiro Central: - essa categoria já deve ser implantada em vias com características de ligação, com baixas densidades em seu uso do solo, baixo fluxo de vias transversais e com um largo canteiro central. Categoria B - Bidirecional Categoria C - Canteiro Central

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17 mapa geral

18 Rio Tietê avenida general ataliba leonel avenida zaki narchi avenida cruzeiro do sul - ponte cruzeiro do sul

19 avenida pedro vicente Rio Tamanduateí cptm rua são caetano rua da cantareira

20 Recomendações: Para ter um sistema de ciclovia funcional, agradável, e seguro, é preciso implementar um sistema holístico que atenda as necessidades urbanísticas da cidade, incluindo espaços públicos, infraestrutura, ruas arborizadas, iluminação, e mobiliários. Deve ser considerado como outro modo de transporte, além de ser saudável, divertido, e bom para o meio ambiente. Sobretudo a ciclovia não deve ser independente e separada e sim integrada ao tecido urbano da cidade. Abrindo espaço para bicicletas nas ruas e estradas: Motoristas precisam aceitar bicicletas nas ruas e as respeitar, e vice versa. O investimento na ciclovia precisa incluir informação sobre protocolos na rua para motoristas e também para as ciclistas para evitar conflitos e acidentes. As faixas e equipamentos relacionados com a ciclovia precisam ser marcantes com um grafismo que corresponde com a cidade. Placas, nova sinalização nos faróis, e separação (visual e/ou física) entre os carros e a ciclovia serem muito importantes para ter um sistema que funciona. Arborização Urbana: Arborização urbana transforma as ruas: criam sombra, atraem pássaros, e criam espaços agradáveis. Os espaços também requerem iluminação, lixeiras, bancos, e outros mobiliários urbanos que vão atrair mais pessoas nas ciclovias. Bicicletários: Talvez o mobiliário mais importante é o bicicletário. Os bicicletários precisam estar presentes em muitos lugares para encorajar as pessoas andar na ciclovia. Recuo nas Intersecções Principais: Faixas de Pedestre Espaços de Estar: espaços livres, públicos, arborizados, ao longo do percurso da ciclovia, onde os ciclistas e visitantes podem passear, descansar, almoçar, etc. Os espaços podem variar muito em termos de tamanho, características, materiais, e localização. Os espaços, juntamente com a ciclovia, podem funcionar como centralidades, estimulando a economia do bairro e as atividades da comunidade. Os espaços serão desenvolvidos no próximo relatório.

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