RESIDENCIAL JARDINS DO TAQUARAL

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1 RESIDENCIAL JARDINS DO TAQUARAL O presente Regimento Interno, do Residencial Jardins Do Taquaral, situado a Avenida Imperatriz Leopoldina, nº Bairro Vila Nova - CEP: nesta cidade e comarca de Campinas, Estado de São Paulo, inscrito no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda CNPJ sob nº / , será informado aos condôminos para ser aprovado na Assembléia Geral Extraordinária do dia Tem como finalidade disciplinar a conduta e o comportamento de todos quantos residem, estabelecendo deveres, obrigações e direitos, elaborados para a preservação e manutenção da ordem, comodidade, tranqüilidade, conservação e segurança do condomínio, na conformidade com que determina a Lei n de 16 de Dezembro de e alterações posteriores, como também as determinações da Convenção Condominial. Compete ao Síndico, na qualidade de dirigente e responsável por todos os serviços e interesse do Condomínio, interpretar, aplicar e fazer cumprir as normas constantes da Convenção de Condomínio e deste Regulamento. Cabe ao Supervisor predial, zelador e demais eleitos, como executores diretos das ordens do Síndico, atender com solicitude os condôminos (Proprietários ou Inquilinos), assim como dirigir e fiscalizar a boa ordem do edifício, inclusive os serviços e atribuições dos empregados do condomínio e prestadores de serviço, levando ao conhecimento do Síndico qualquer infração ao presente Regulamento a fim de que sejam tomadas as medidas cabíveis. Quando a Convenção do Condomínio e o presente Regulamento não forem expressos a respeito da regra para a solução de qualquer caso surgido entre estes e o condomínio, caberá ao Síndico e, em casos de maior extensão, ao Síndico em conjunto com os subsíndicos e conselheiros, resolverem o assunto, preventivamente mediante aplicação dos usos e costumes ou precedentes jurisprudenciais. 1

2 CAPITULO I - DAS UNIDADES AUTÔNOMAS Artigo 1 - Todos os moradores do Condomínio, proprietários, locatários, e serviçais estão obrigados ao rigoroso cumprimento das disposições da lei /2002 e deste regulamento, sendo as infrações punidas de acordo com a mencionada lei e as cláusulas aqui contidas. Artigo 2 - Os apartamentos destinam-se a fins residenciais no todo ou em parte, devendo ser rigorosa e exclusivamente observada essa destinação. É expressamente proibido locação ou cessão para atividades profissionais, comerciais e industriais de qualquer natureza, para depósito de qualquer objeto, assim como para qualquer fim escuso ou ilícito. Artigo 3 - Não é permitido fracionar a respectiva unidade autônoma, para o fim de aliená-la a mais de uma pessoa separadamente. Artigo 4 - É proibido alterar a forma ou o aspecto externo da fachada, pintar ou decorar as paredes, portas e esquadrias externas ainda que da mesma cor, assim como fechar as varandas fora do padrão aprovado em Assembléia. Parágrafo Único: A colocação de telas de proteção para janelas e varandas deverá ter padrão único para todo o condomínio, e, de materiais cuja leveza e transparência, não agridam a composição arquitetônica da fachada dos edifícios, e seja de cor branco cristal. Artigo 5 - Em caso de reforma, o Condômino deverá informar ao Supervisor predial/ Zelador / Síndico. Parágrafo Único É expressamente proibido qualquer tipo de reforma que envolva intervenção em parte estrutural na unidade autônoma, observando o consignado no Manual do Proprietário. O não cumprimento expresso dos termos deste artigo poderá implicar em responsabilidade civil e criminal ao proprietário. Artigo 6 - A execução de obras, reparos, montagem, instalações, assim como o uso de furadeira, lixadeira, empilhadeira, etc., realizadas por moradores/proprietários e prestadores de serviços somente serão permitidas de segunda à sexta-feira, das 08h00min (oito horas) às 17h00min (dezessete horas) e aos sábados, das 09h00min (nove horas) às 12h00min (doze horas), sendo expressamente proibido aos domingos e feriados. Os infratores estão sujeitos a advertência e na reincidência multa equivalente a taxa do condomínio vigente da unidade correspondente na época do fato. Artigo 7 - O condômino em cuja unidade autônoma for realizadas obras, será responsável pela limpeza dos corredores e outros locais onde transitem materiais de construção ou entulhos, os quais não poderão ser depositados em qualquer espaço de uso comum, correndo por sua conta e risco, os ônus e prejuízos que resultarem nas partes comuns do Edifício, proibição esta que se estende a colocação dos mesmos no interior das unidades de modo que não seja visível do lado externo da unidade. O entulho proveniente de obras, reformas e reparos serão removidos por conta e expensas do Condômino da unidade, devidamente acondicionado em sacos e dentro do horário permitido para reforma conforme Art. 6. Parágrafo Único: O entulho deixado em local inapropriado e/ou fora da unidade autônoma pelo Condômino poderá ser retirado pelo Condomínio. As despesas advindas deste ato serão cobradas do Condômino. Os infratores estão sujeitos a advertência e na reincidência multa equivalente a taxa do condomínio vigente da unidade correspondente na época do fato. Artigo 8 - Fica terminantemente proibido fazer reparos ou instalações em sua unidade, suscetíveis de prejuízo ao condomínio e demais unidades, bem como da estrutura do edifício. Parágrafo Único: Os infratores estão sujeitos à multa equivalente a três vezes o valor da taxa condominial do mês vigente da unidade correspondente, além dos reparos necessários no edifício ou em outras unidades. Artigo 9 - Não será permitido fazer na unidade autônoma qualquer instalação que importe em sobrecarga de energia elétrica deste ou de áreas comuns. Artigo 10 - É dever de todo condômino permitir o ingresso em sua unidade autônoma, do Síndico, e demais pessoas por ele credenciadas, sempre que isso se torne indispensável à inspeção ou realização de trabalhos relativos à estrutura geral do Edifício, precavendo a sua segurança e solidez, bem como a realização de reparos em instalações das unidades vizinhas. Artigo 11 - É proibido exercer atividades ou manter nas respectivas unidades autônomas, instalações, materiais, aparelhos, etc., que por qualquer forma possam ameaçar ou afetar a segurança e solidez do Edifício, prejudicar a saúde, causar incômodo aos demais moradores ou, ainda, acarretar aumento de seguro. 2

3 Artigo 12 - É obrigação de todo Condômino e Locatário conservar ou substituir prontamente toda e qualquer instalação ou aparelho danificado, bem como responder por danos causados ao apartamento afetado dentro de sua unidade autônoma, sempre que possam afetar as partes comuns ou as vizinhas, especialmente, vazamentos e infiltrações de banheiros, cozinhas ou tanques de lavar roupa. Artigo 13 - Não é permitido a remoção de sujeira de tapetes, cortinas e outros de forma a dispersar para áreas externas da unidade. Artigo 14 - Não é permitido estender roupas, tapetes e peças em geral, em beiral da sacada e parapeitos de janelas, tampouco em telas de proteção e bem como instalar qualquer tipo de varal. Não é permitida a estadia de bicicletas, entulhos, ou qualquer objeto que possa vir a cair da grade de proteção da sacada. Artigo 15 - Fica expressamente proibido colocar vasos com plantas, gaiolas, enfeites ou quaisquer objetos nos peitoris das janelas ou locais de onde fiquem expostos ao risco de cair. Artigo 16 - Será terminantemente proibida à lavagem de vidros, paredes externas das unidades autônomas, utilizando jato de água. Artigo 17 - Em nenhuma hipótese será permitido colocar placas, letreiros, cartazes de publicidade, toldos, antenas ou quaisquer objetos nas paredes externas das unidades autônomas, bem como instalar chaminés, tubulações de coifas para exaustores, aparelhos de ar condicionado, etc., visíveis do exterior, a não ser locais previamente indicados nos projetos da incorporadora. Parágrafo Único: Objetos de decoração serão permitidos nas sacadas, desde que não ofereçam risco de queda. Artigo 18 - É vedado lançar papéis, pontas de cigarro, fragmentos de lixo, líquidos e quaisquer objetos pelas janelas e outras aberturas para via pública ou áreas comuns do condomínio. Artigo 19 - Não será permitido jogar nos vasos sanitários, qualquer material suscetível de provocar entupimento, inclusive papel e toalhas higiênicas. Artigo 20 - É obrigação de todo Condômino comunicar imediatamente ao Síndico, a ocorrência de moléstia contagiosa ou epidemia em sua unidade autônoma. Artigo 21 - É proibido utilizar com volume audível nas unidades vizinhas, aparelhos sonoros, vídeos sonoros, instrumentos musicais, alto-falantes, bem como máquinas de quaisquer espécies que provoquem ruídos de alta intensidade. Parágrafo Único: Também não será permitido o uso de rádios transmissores e receptores que causem interferência nos demais aparelhos eletroeletrônicos existentes no condomínio. Artigo 22 - Proibido fazer uso de fogão que não forem a gás de rua ou elétrico, sendo vedado o emprego de outro tipo (botijão). Artigo 23 - O interfone destina-se a recados rápidos, sendo vedado o seu uso para conversas prolongadas, devendo estar sempre livre para receber ou transmitir eventuais avisos de emergência. Artigo 24 - Qualquer alteração, modificação fou extensão da antena coletiva somente poderá ser executada por pessoa autorizada pelo fabricante ou empresa encarregada da manutenção, aprovado sempre de maneira formal pelo Síndico. CAPITULO II - DOS ANIMAIS DOMESTICOS Artigo 25 - Os animais deverão ser transportados somente no colo ou ainda em recipientes apropriados, sempre pelo elevador destinado para transporte de carga e animais (serviços). Deve-se tomar todo o cuidado para que os mesmos não escapem das coleiras, bem como o uso de focinheiras, especialmente os cães. Parágrafo Único: É proibido permanecer com os animais nas áreas comuns, notadamente no gramado, playground, área de piscinas, área do estacionamento e garagem, etc., sendo que os passeios destinados às necessidades fisiológicas dos animais deverão acontecer em área externa ao Edifício. CAPITULO III - DA PORTARIA Artigo 26 - Os portões de entrada do condomínio permanecerão permanentemente fechados. A entrada será controlada pela equipe de segurança, conforme manual e regras do controle de acesso. Parágrafo Primeiro: Não será permitida a entrada de pessoas estranhas ao condomínio, sem a devida identificação e dependerá de autorização expressa do condômino visitado o seu ingresso e permanência dentro das dependências do condomínio. Parágrafo Segundo: Entende-se por pessoas estranhas ao Condomínio aquelas que não residem no mesmo. 3

4 Parágrafo Terceiro: Serão admitidos apenas aqueles contratados pelo condomínio para a manutenção de bombas, antena coletiva, sistema de recepção de canais de TV, elevadores, concessionárias de serviços públicos: CPFL, Comgás, Telefônica, Sanasa, etc., mediante identificação na portaria e liberação prévia do Supervisor predial e/ou Zelador. Artigo 27 - Dependerá de autorização expressa do Síndico e anuência do condômino o acesso ás unidades autônomas de pesquisadores credenciados. Parágrafo Único: Será permitida a entrada de corretores de imóveis autorizados previamente pelo proprietário de segunda à sexta-feira das 09h00min (nove horas) às 17h00min (dezessete horas) e aos sábados, domingos e feriados das 09h00min (nove horas) às 11h00min (onze horas). Fora desses horários os corretores deverão estar acompanhados do proprietário do apartamento. Artigo 28 - A Portaria será guardada ininterruptamente por porteiros competindo-lhe a vigilância diurna e noturna sobre as dependências, equipamentos, comandos e serviços de interfone. Artigo 29 - É tarefa do Porteiro fiscalizar a entrada de pessoas estranhas ao condomínio, anunciandoas, obrigatoriamente, pelo interfone, ainda que sejam pessoas conhecidas. O acesso ao Condomínio só será permitido após autorização do Condômino, Síndico ou Zelador, exceto empregados cadastrados previamente. Artigo 30 - Os Condôminos deverão fornecer os nomes de todos os residentes nas unidades, para que o Síndico possa providenciar uma relação, por unidade, de todas as pessoas que residem no Condomínio. Artigo 31 - Todos os Condôminos ficam obrigados a lançar em livro próprio, ou outro meio destinado para tal, a serem mantidos na portaria, os dados pessoais de empregadas domésticas e diaristas, mencionando o número da unidade autônoma e horário de trabalho. Artigo 32 - A correspondência entregue pelo carteiro ou outro portador será recebida pelo porteiro, contra recibo se for o caso, entregando-a ao Zelador que fará a distribuição aos Condôminos nas caixas de correspondências, os quais deverão retirá-las, salvo sedex, cartas registradas e correspondências que não comportam nas caixinhas ou a sua entrega deverá ser assinada pelo condômino onde o mesmo deverá ser avisado para que retire na portaria ou em outro local definido pelo síndico e ou administrador. Parágrafo Primeiro: Mandado Judicial em forma de carta é obrigatório o recebimento, mesmo por porteiros. Parágrafo Segundo: Encomendas de grandes volumes (fogão, geladeira, móveis em geral, etc.) não serão guardadas pelo Condomínio, sendo de responsabilidade do Condômino seu recebimento. Parágrafo Terceiro: O condomínio bem como o porteiro, Zelador ou qualquer funcionário do condomínio não será responsabilizado pelas condições das mercadorias recepcionadas ou deixadas na portaria. Artigo 33 - É expressamente proibido vasculhar ou violar a correspondência existente nas dependências da portaria. Artigo 34 - Quaisquer queixas, reclamações ou sugestões serão formalizadas sempre por escrito em livro próprio, existente na portaria, com retorno das sugestões/reclamações pelo Síndico e Administradora. Parágrafo Primeiro: Em nenhuma hipótese serão atendidas reclamações verbais ou telefônicas. Parágrafo Segundo: É proibido deixar na portaria, ou com qualquer funcionário do condomínio a guarda de chaves e quaisquer bens de valor das unidades autônomas. Parágrafo Terceiro: Os vigilantes e os funcionários da administração do condomínio estão autorizados proceder à orientação dos moradores e condôminos no tocante as regras deste regimento interno no caso de infração, e os condôminos deverão receber e seguir as orientações com educação e presteza. Artigo 35 - É proibido o uso do telefone da portaria para fins particulares dos condôminos, locatários e funcionários do condomínio. Salve estes autorizados pelo sindico ou Supervisor predial e/ou Zelador. CAPÍTULO IV - DAS PARTES COMUNS Artigo 36 - É dever de todos os residentes no Edifício utilizarem as áreas e instalações comuns unicamente para os fins a que se destinam com os cuidados necessários à sua conservação, evitando, de modo especial, riscar ou sujar a pintura das paredes e portas. Artigo 37 - Os Condôminos são responsáveis por todo e qualquer dano ocasionado aos bens comuns por eles próprios, seus familiares, serviçais ou visitantes. Artigo 38 - É dever de todos os moradores do Condomínio ter um comportamento dentro dos mais elevados princípios de moral, dos bons costumes e de respeito mútuo. 4

5 Parágrafo Único: Fica terminantemente proibido transitar em trajes de banho e sem camisa pelas dependências do condomínio, áreas sociais, hall dos elevadores, salão de festas, exceto nas áreas da piscina, sauna e quadra poli esportiva.. Artigo 39 - Não será permitido pisar ou brincar no jardim, bem como nele intervir, adicionando ou removendo plantas ou alterando-lhe os arranjos. Artigo 40 - Não será permitido o uso de bicicletas, skate e patins, ou jogos de bola fora das áreas destinadas para este fim, com exceção de bicicletas pequenas para crianças menores de 5 (cinco) anos, devidamente acompanhada de uma pessoa responsável. Artigo 41 - Não serão permitidos nos halls de entrada, escadas, corredores e locais de passagem a formação de grupos ou aglomeração que causem vozearia ou algazarra ou ainda obstruam a circulação dos demais moradores do Edifício, nem a realização de brincadeiras ou jogos infantis fora da área especificamente destinada para esse fim. Artigo 42 - As partes comuns serão rigorosamente limpas pelos empregados do Condomínio, devendo tal estado ser conservado pelos Condôminos. Os hall's sociais e de serviço das unidades autônomas, serão rigorosamente limpas diariamente pelos empregados do Condomínio, devendo tal estado ser conservado pelos condôminos. Parágrafo Primeiro: É vedado aos Condôminos lançar fragmentos de lixo, pontas de cigarros, cotonetes, papéis, ou derramar líquidos propositalmente nas áreas comuns. Parágrafo Segundo: É vedada a locomoção das mesas e cadeiras das áreas comuns, bem como leválas para dentro de qualquer dependência do condomínio. Artigo 43 - O lixo doméstico deve ser destinado/enviado por cada condômino aos locais destinados para este fim, não sendo permitido deixá-los nos halls dos andares, na área de escada ou nas garagens. O lixo deve ser devidamente acondicionado em sacos plásticos, deverá ser separado o lixo orgânico do lixo recicláveis, e depositado nos containers para este fim, encontrados no hall de serviço de cada torre. Parágrafo Primeiro: Os containeres de lixo deverão permanecer tampados. Parágrafo Segundo: A coleta de lixo dos containers será feita pelos empregados do Condomínio nos horários previamente estabelecidos pelo condomínio. Artigo 44 - As portas de emergência (corta-fogo) que dão acesso às escadas deverão estar permanentemente fechadas e desimpedidas. Artigo 45 - As partes comuns do condomínio serão dedetizadas periodicamente de acordo com a necessidade a ser constatada pelo Síndico. Parágrafo Único: O custo da dedetização constituirá despesa normal de Condomínio e será incluído no orçamento anual. Artigo 46 - Não é permitido afixar nas dependências das partes comuns, internas e externas, anúncios, letreiros, placas, inscrições ou qualquer outro material de publicidade, exceto em quadros próprios. Artigo 47 - É proibido armazenar objetos em geral, tais como móveis ou materiais de construção em qualquer das áreas de uso comum, inclusive garagem. Parágrafo Primeiro: Os volumes assim depositados deverão ser removidos pelo Zelador e somente serão devolvidos ao seu proprietário após o pagamento das despesas ou prejuízos porventura ocasionados. Parágrafo Segundo: As bicicletas devem ser guardadas no bicicletário e trancafiadas com cadeado. Artigo 48 - Somente o zelador e/ou administrador ou Síndico está autorizado a dar manutenção nas áreas comuns do edifício, ressalvando as de caráter urgente e necessárias, assim toda manutenção, conserto, reparo e etc., deve ser orçado e submetido à pessoa do síndico, o qual, por sua vez, terá a obrigação de divulgar amplamente sobre o assunto e orçamentos colhidos para os fins específicos. Artigo 49 - Ocorrendo infiltrações oriundas das colunas gerais da estrutura do empreendimento, a responsabilidade do Condomínio circunscreve-se ao conserto ou substituição das canalizações danificadas e a reparação das partes afetadas. Artigo 50 - O uso dos elevadores sociais será reservado aos Condôminos e seus visitantes, desde que não portem volumes de médio e grande porte e estejam em trajes compatíveis com o decoro e a moral. Artigo 51 - O transporte de móveis, bagagens, compra de supermercado e feiras, carrinhos, bicicletas, volumes de médio e grande porte, far-se-á exclusivamente pelo elevador designado como de carga. Parágrafo Único: Em caso de força maior, o Zelador e/ou administrador autorizará o uso dos elevadores sociais. Artigo 52 - Em nenhuma hipótese ou circunstância a carga e a lotação poderão exceder a capacidade máxima dos elevadores de acordo com as especificações do fabricante. 5

6 Artigo 53 - Todos que se utilizarem os elevadores deverão fazê-lo com presteza, evitando sempre paradas demoradas e portas mal fechadas. Artigo 54 - Não é permitido fumar, nem portar cigarros, charutos ou cachimbos acesos, em qualquer parte do condomínio (áreas comuns) conforme Lei de 07 de Maio de Artigo 55 - Fica terminantemente proibido danificar componentes dos elevadores, bem como afixar/danificar avisos além de desenhar e escrever nas suas paredes e portas. Artigo 56 - Aos infratores será exigida a reparação do dano causado, além de multa prevista no capítulo XXIII deste regulamento. CAPÍTULO V - DAS MUDANÇAS Artigo 57 - As mudanças somente poderão ser realizadas de Segunda a Sexta das 08h00min (oito horas) as 17h00min (dezessete horas) e aos sábados das 09h00min (nove horas) as 12h00min (doze horas), não sendo permitido aos domingos e feriados, conforme formulário próprio. Artigo 58 - O futuro Condômino deverá comparecer a Administradora do Condomínio, fazer o devido cadastro de morador bem como retirar formulário de autorização de mudança, devendo, posteriormente, entregá-lo ao Supervisor predial e/ou Zelador, marcando data e hora, conforme disponibilidade do Condomínio. Parágrafo Único: Ao Supervisor predial e/ou Zelador e/ou Administrador, caberá fiscalizar e orientar a entrada e saída de mudança. Artigo 59 - A mudança far-se-á exclusivamente pelo elevador designado como de transporte de carga. Parágrafo Primeiro: Móveis e volumes que excedem em pesos a capacidade do elevador devem ser transportados pela escada. Parágrafo Segundo: Havendo dúvida, no caso de cofres, arquivos, pianos, etc., o transporte dos mesmos deverá ser previamente autorizado pela empresa responsável pela manutenção dos elevadores. Artigo 60 - Todo e qualquer dano causado nas paredes, portas, elevadores, escadas, patamares, pinturas, acabamento ou acessórios e demais partes do Edifício, por ocasião da entrada ou saída de mudanças, deverá ser prontamente indenizado ou reparado pelos proprietários das peças transportadas. Parágrafo Único: Quando o transporte de objetos de grande porte tiver de ser feita pelas fachadas, à responsabilidade do seu proprietário estendem-se aos danos causados nas paredes externas, peitoris, sacadas, etc., de todas as unidades autônomas por onde tais objetos transitarem bem como responderá civil e criminalmente, por qualquer acidente ocorrido nos trabalhos. Artigo 61 - Em caso de qualquer dano, cabe ao Supervisor predial e/ou Zelador e/ou Administrador comunicar imediatamente aos responsáveis pela mudança, avisando também o síndico para que este providencie o ressarcimento dos prejuízos. Artigo 62 - Os demais Condôminos que tenham sofrido quaisquer prejuízos decorrente de mudanças deverão apresentar sua reclamação ao Supervisor predial e/ou Zelador e/ou Administrador, convocando-o para fazer a vistoria, bem como anotar o ocorrido no livro destinado às reclamações, para posteriormente serem tomadas às devidas providências. Parágrafo Único: As reclamações não efetuadas por escrito no prazo de 7 (sete) dias do ocorrido, serão desconsideradas. Artigo 63 - Antes de iniciada a mudança, a Administradora e /ou Supervisor predial e/ou Zelador dará ciência ao responsável dos termos deste Capítulo. CAPÌTULO VI - DA GARAGEM Artigo 64 - A garagem destina-se à guarda de veículos de passeio e motocicletas e, é de uso exclusivo de moradores de unidades autônomas no Edifício. A vaga é de responsabilidade do morador e qualquer veículo deverá ter a entrada liberada com a identificação necessária. Artigo 65 - A vaga é exclusiva para uso de carros de passeio e pequenos utilitários, desde que respeitando os limites da vaga. Artigo 66 - As vagas não poderão ser cedidas ou transferidas, a qualquer título, para pessoas estranhas ao Condomínio, ou para prestadores de serviços, ainda que provisória ou temporariamente. Para os visitantes, devem ser utilizadas as vagas destinadas para esses fins ou a vaga do morador desde que acompanhado pelo mesmo. Parágrafo Primeiro: É proibido o uso das vagas de estacionamento de visitantes, por prestadores de serviços e funcionários terceirizados, devendo estes estacionar seus veículos na parte externa ao Condomínio. 6

7 Parágrafo Segundo: Somente será permitido ao prestador de serviço e funcionários tercerizados parar os veículos no interior do Condomínio para carga e descarga, por um período máximo de 30 (trinta) minutos, com pisca alerta ligado. Parágrafo Terceiro: Será permitida a locação de vagas pelos Condôminos dos Edifícios entre si. Parágrafo Quarto: É proibido a pedestres transitar pela rampa da garagem, por questão de segurança. Artigo 67 - Em caso de emergência, o Supervisor predial e/ou Zelador e/ou Administrador autorizará a entrada de veículos estranhos ao Condomínio. Artigo 68 - É expressamente proibida a permanência de menores na garagem, exceto para entrar e sair do veículo, neste caso, sempre acompanhados dos pais ou responsáveis. Parágrafo Único: Em nenhuma hipótese será tolerada a organização de jogo e brincadeiras nas dependências da garagem, bem como o uso de bicicletas, skate, patins assemelhados. Artigo 69 - É vedado guardar produtos explosivos ou inflamáveis nos veículos durante a permanência na garagem e nos depósitos. Artigo 70 - Face às disposições vigentes, é terminantemente proibido fumar, ascender fósforos ou isqueiros nos espaços reservados à guarda de veículos. Artigo 71 - Não será admitido o uso da vaga para depósito de móveis ou objetos de qualquer natureza, devendo sua finalidade, a guarda de veículos, prevalecer com exclusividade sobre todas as demais. Artigo 72 - A garagem não poderá ser utilizada para realizar reparos. Exceto em casos de emergência, quando o veículo não puder se deslocar. Artigo 73 - Fica impedido o ingresso na garagem, de veículo sem escapamento ou com o mesmo furado, com vazamento de óleo ou com freios sem segurança, e de motocicleta que estiverem produzindo fumaça em excesso. Artigo 74 - É vedado promover nas dependências da garagem, a experimentação do uso da buzina, rádio e motor. Artigo 75 - A velocidade máxima a ser observada na garagem é 10 (dez) Km/hora, sendo obrigatório o uso do cinto de segurança dentro do Condomínio. Artigo 76 - É expressamente proibido estacionar o veículo, fora das delimitações da vaga própria, de forma a obstruir as vagas vizinhas ou pista de manobra. Artigo 77 - O transporte de malas, bagagens e compras deverá ser feito exclusivamente pelo elevador designado para transporte de cargas e o seu embarque e desembarque somente serão permitidos com o veículo estacionado na respectiva vaga. Artigo 78 - O Condomínio, o Síndico e o Conselho não se responsabilizam por valores deixados no interior dos veículos, bem como por acidentes pessoais e danos materiais ocorridos nas dependências da garagem, que serão dirimidas segundo a legislação civil ou criminal pertinente. Artigo 79 - Não será permitido lavar, aspirar e demais manutenções de veículos na garagem ou demais dependências do Condomínio. Parágrafo Único: Será permitido o acesso de veículos às garagens para carga e descarga, com autorização do Supervisor predial e/ou Zelador e/ou síndico, somente pelo tempo necessário aos procedimentos, e preferencialmente acompanhado pelo condômino ou Supervisor predial e/ou Zelador e/ou síndico. CAPÍTULO VII - DOS SALÕES DE FESTAS Artigo 80 - Os salões de festas destinam-se exclusivamente à realização de festas ou recepções promovidas pelos Condôminos do Edifício para pessoas de suas relações, limitando sua lotação ao número máximo de pessoas conforme descrito a seguir: Salão de Festas Adulto = máximo 50 pessoas (disponíveis nas Torres 1, 3, 4, 5 e 6); Salão de Festas Infantil = máximo 40 pessoas (disponível na Torre 2); Bar Dançante / Espaço Jovem = máximo 50 pessoas (disponível na Torre 2); Espaço Gourmet = máximo 20 pessoas (disponíveis nas Torres 3, 4 e 5); PUB = máximo 25 pessoas (disponível na Torre 5). Parágrafo Primeiro: Em nenhuma hipótese poderá ser cedido para fins políticos ou cultos religiosos. Parágrafo Segundo: não será permitida a utilização, dentro ou fora dos salões de festas, de churrasqueiras portáteis, bem como utilizar as suas áreas externas como extensão da festa. 7

8 Artigo 81 - Os eventos realizados nos salões de festas encerrar-se-ão às 22h00min (vinte e duas horas), de domingo a quinta-feira, e as 23h00min (vinte e três horas), sextas e sábados. Na ocasião de datas festivas de 24/12 e 31/12, os eventos nos salões de festas, encerrar-se-ão á 01h00min (uma hora da manhã) do dia 25/12 e 01/01, respectivamente. Artigo 82 - Os interessados deverão requisitar ao Supervisor predial e/ou Zelador, por escrito, a cessão do salão de festas, com no mínimo de 05 (cinco) dias de antecedência e máximo de 90 (noventa) dias, mencionando obrigatoriamente a finalidade, a data e o horário. Parágrafo Primeiro: Será obedecida à ordem cronológica de data e horário de entrega das requisições, tendo preferência, em igualdade de horários, a ordem de solicitação. Parágrafo Segundo: Na ocasião das datas festivas de 24/12, 25/12, 31/12 e 01/01, respectivamente, natal e ano novo, como também o carnaval, no caso de haver mais que um condômino solicitante para o mesmo dia, será realizado, no primeiro final de semana de novembro, um sorteio entre os solicitantes para definição de quem irá utilizar o espaço. Este sorteio será aberto e contará com a presença de um representante do Corpo Diretivo. Parágrafo Terceiro - O requisitante fará em conjunto com o Supervisor predial e/ou Zelador e/ou Administrador /Síndico a inspeção no local, quando do recebimento das chaves. Parágrafo Quarto O requisitante deverá deixar na portaria, na data do evento, uma lista com o nome de seus convidados para que os mesmos sejam autorizados a entrar no condomínio. Artigo 83 - O Síndico tem poderes para negar a cessão nos casos do artigo 80, parágrafo primeiro, bem como cassar a qualquer momento e licença concebida, uma vez constatado o desvirtuamento da festa ou reunião. Parágrafo Único: O requisitante poderá recorrer ao Conselho Administrativo. Artigo 84 - A cessão será feita mediante agendamento prévio e pagamento de taxa de 20% (vinte porcento) do valor da menor taxa condominial, para as despesas de manutenção dos salões. Parágrafo Primeiro: O Condômino será responsável pela integridade dos objetos e materiais dos salões de festas, devendo entregá-los em perfeitas condições de uso, conforme vistoria. Parágrafo Segundo: Não será permitido usar as mesas e cadeiras das áreas comuns dentro dos salões de festa e nem retirar as mesmas para fora do salão. Artigo 85 - Em caso de desistência, o requisitante comunicará o fato por escrito ao Síndico, Supervisor Predial ou Zelador, com o mínimo de 5 (cinco) dias de antecedência, ou por motivo de força maior, verbalmente, em qualquer prazo, porém, caso este prazo for inferior a 1 (um) dia de antecedência, será mantido a taxa descrita no artigo 84, desde que não haja outro interessado. Artigo 86 - O requisitante terá direito de não permitir o ingresso nos salões, durante o período de sua concessão, de qualquer pessoa que não seja seu convidado, mesmo Condôminos ou Locatário de unidade autônoma, ressalvado o disposto no artigo 89 deste Regulamento. Artigo 87 - É obrigatória a permanência no local, durante a utilização dos salões, do requisitante ou responsável por ele indicado na carta de requisição, sendo vedada a circulação de convidados pelas áreas comuns do condomínio. Artigo 88 - É proibido soltar fogos de artifícios, rojões, balões, bombinhas e congêneres, bem como música ao vivo. Artigo 89 - O Síndico ou pessoa por ele designada terá o direito de comparecer ao local a fim de fiscalizar a observância das normas deste Capítulo. A presença do Síndico ou pessoa designada não é obrigatória. Salvo alguma irregularidade ou perturbação. Artigo 90 - Recairá sobre o requisitante toda e qualquer responsabilidade, resultado da sessão dos salões por danos materiais causados ao prédio ou suas instalações, bem como por furtos, roubos ou incêndio, salvo os casos fortuitos e força maior. Parágrafo Único: Caso comprovada a sua responsabilidade, o Condômino solicitante reembolsará o Condomínio pela despesa, além de promover os reparos necessários no prazo máximo de 10 (dez) dias, findo o qual, a administradora tomará as medidas cabíveis previstas na Convenção de Condomínio. Artigo 91 - Terá o requisitante a obrigação moral de zelar pelo comportamento dos presentes, dentro do salão ou fora dele, no Edifício, tais como ingestão exagerada de bebidas alcoólicas, uso de entorpecentes, bem como pelo respeito à lei do silêncio. Artigo 92 - A devolução das chaves ao Síndico ou ao seu representante dar-se-á no dia seguinte ao evento em horário pré-determinado na data do evento. Artigo 93 - O requisitante acompanhará inspeção do local para verificar a existência de danos e será responsabilizado por qualquer irregularidade encontrada, que deverá ser sanada dentro do prazo máximo de 10 dias. Artigo 94 - Caso o requisitante se negue a reparar ou pagar os danos causados ás dependências do Edifício, por ocasião da utilização do salão, o Síndico procederá na forma do artigo 95 deste regulamento. 8

9 Artigo 95 - O requisitante que desrespeitar as disposições deste Capítulo ficará sujeito à multa determinado no Capítulo XXIII. Artigo 96 - Não poderão ser feitas instalações elétricas além das já existentes. Artigo 97 - O Condomínio não será responsável por danos ocorridos, quanto à utilização dos salões de festa, sem respeitar a voltagem das instalações elétricas existentes naquela dependência, de pleno conhecimento do morador que utilizou. Artigo 98 - Ao efetuar a locação dos salões de festa, o morador deverá estar ciente de todas as obrigações contraídas, contidas no termo responsabilidade. Na data do recebimento da chave, será feita vistoria, juntamente com a Administração. O fiel cumprimento do termo de compromisso deverá ocorrer por si, convidados, dependentes, serviços externos contratados, empregadas domésticas ou serviçais. Na devolução das chaves, nova vistoria será feita: se constatados danos, os reparos serão efetuados pelo morador. Parágrafo único: Caso ocorra danos será emitido notificação de constatação destes. Artigo 99 - O uso do equipamento de som, tipo micro-system, é permitido até as 22h00min (vinte e duas horas). Artigo Na utilização dos Salões de Festa é vedada a aglomeração de pessoas no hall social e outras áreas comuns, internas e externas, do Condomínio (e ao final da festa quando do acesso ao estacionamento dos visitantes e saídas principais), que possa prejudicar o uso dessas dependências pelos demais moradores. Artigo É proibida a fixação de toda e qualquer decoração nas paredes, tetos, portas e móveis, seja com pregos, cola, fitas adesivas ou qualquer outro, sendo apenas permitido fita especial própria que não danifique pinturas e paredes. (ex. Fita para pintura). Artigo Até as 10h00min (dez horas) do dia seguinte à realização da festa ou reunião, os salões deverão estar completamente livres de tudo o que nele tenha sido colocado pelo morador solicitante da reserva. Caso não esteja livre, o Condomínio estará autorizado a retirar bens e objetos da sala, que ficarão depositados em local apropriado, a critério da Administração, pelo prazo de 30 (trinta) dias. Após esse prazo, caso o morador não tenha procurado pelos bens e objetos, estes poderão ser descartados pelo Condomínio, sem incorrer em qualquer responsabilidade. CAPÍTULO VIII - DO CINEMA Artigo O Cinema é de uso exclusivo dos Condôminos, para pessoas de suas relações, limitando sua lotação ao número de 12 (doze) pessoas. Parágrafo Único: O requisitante deverá deixar na portaria, na data do evento, uma lista com o nome de seus convidados para que os mesmo sejam autorizados a entrar no condomínio. Artigo Os eventos realizados no Cinema serão de terça a Domingo e feriados, com sessões de 04 em 04 horas, com início as 08h00min (oito horas) e término até as 23h00min (vinte e três horas). Artigo Recairá sobre o Condômino, toda e qualquer responsabilidade, por mau uso ou por danos materiais causados ao condomínio ou em suas instalações, bem como por furtos, roubos e incêndio, salvo caso fortuito e força maior. Parágrafo Único: O Requisitante deverá ter conhecimento e habilidade no manuseio dos equipamentos. Artigo Caso o Condômino se negue a observar as disposições deste regulamento, o seu direito de usar o cinema será suspenso pelo período de 01 (um) a 24 (vinte e quatro) meses, de acordo com a gravidade, a critério do Síndico, ouvindo aos conselheiros. Artigo A utilização do cinema será feita com agendamento prévio de horas antes ou até de dias que deverá ser feito ao Supervisor Predial/Zelador /Síndico. Parágrafo Único: O requisitante terá direito de não permitir o ingresso no Cinema, durante o período de sua concessão, de qualquer pessoa que não seja seu convidado, mesmo Condôminos ou Locatário de unidade autônoma, devendo manter responsabilidade, decência e a moral no seu uso. Artigo Manter conservado e limpo o cinema é de responsabilidade do Condômino requisitante. No tocante à limpeza básica geral, fica a cargo do condomínio. Parágrafo Único: Fica proibido entrar no espaço do Cinema com cigarros, cigarretes, charutos, narguile, cachimbos e similares, sendo liberado apenas o consumo de pipoca, salgadinhos e bebidas em garrafa pet ou lata. Artigo Terá o requisitante a obrigação moral de zelar pelo comportamento dos presentes, dentro do Cinema ou fora dele, no Edifício, tais como, uso de entorpecentes, o tipo e faixa etária dos filmes exibidos, bem como pelo respeito à lei do silencio. 9

10 Parágrafo Primeiro: A devolução das chaves e equipamentos deverá ser realizada Supervisor Predial/Zelador ou na portaria, ao final de cada evento. Parágrafo Segundo: É obrigatória a permanência no local, durante a utilização do Cinema, do requisitante ou responsável por ele indicado na carta de requisição. CAPÍTULO IX - DA SALA DE GINÁSTICA/FITNESS Artigo A Sala de ginástica destina-se ao uso exclusivo dos Condôminos e seus familiares residentes no edifício, sendo vedada a utilização por parte de visitantes. Parágrafo Primeiro: É proibido o uso e acesso por menores de 14 anos, mesmo que acompanhados por seus responsáveis, pois os aparelhos não são adequados para esta faixa de idade. Parágrafo Segundo: Entre os 14 e 17 anos só poderão utilizar aparelhos na parte aeróbica com autorização por escrito ou com acompanhamento dos pais e/ou responsáveis, que irão assumir todas as responsabilidades inerentes ao uso. Parágrafo Terceiro: A partir dos 18 anos a responsabilidade inerente ao uso recairá sobre a própria pessoa. Parágrafo Quarto: É obrigatório o uso de trajes adequados no salão de ginástica incluindo camisetas, tênis, meia, shorts, e uma toalha, sendo proibido traje de banho. Parágrafo Quinto: As estações de ginástica /aparelhos localizados próximos na área externa (em frente à quadra poli esportiva) é de uso para maiores de 18 anos, a utilização destes por menores de 18 anos será de responsabilidade única e exclusivamente dos pais ou responsáveis. Artigo O proprietário que alugar sua unidade autônoma perderá automaticamente o direito de frequentar a sala de ginástica. Artigo A sala de ginástica funcionará todos os dias das 06h00min (seis horas) as 23h00min (vinte e três horas), exceto nos horários de limpeza. Artigo É proibido comer, ouvir música alta e fumar dentro da sala. Parágrafo Único: o condômino com comportamento inconveniente, portando garrafa de vidro, fazendo uso de bebidas alcoólicas, ou fumando, será convidado a se retirar da academia onde receberá advertência, e no caso de reincidência será multado, conforme previsto no art Artigo Compete ao Síndico, proibir após ouvir os conselheiros, a entrada na Sala de ginástica, de qualquer pessoa que comprovadamente nela não mantenha conduta compatível com seu destino rigorosamente familiar. Artigo O condomínio não se responsabilizará por qualquer acidente pessoal ocorrido no interior da Sala de ginástica. CAPÍTULO X - DAS SALAS DE JOGOS Artigo A sala de jogos funcionará das 08h00min (oito horas) as 22h00min (vinte e duas horas), exceto nos horários de limpeza. Artigo É de responsabilidade do Condômino requisitante manter conservado e limpo o local. No tocante à limpeza básica geral, ficará a cargo do condomínio. Artigo Recairá sobre o Condômino, toda e qualquer responsabilidade, resultante da cessão ou, por danos materiais causados as suas instalações, bem como por furtos, roubos e incêndio, salvo os casos fortuito e força maior. Parágrafo Primeiro: O Condomínio, o Síndico e os Conselheiros não assumem qualquer responsabilidade por acidentes ocorridos nas áreas dos salões de jogos, especialmente com menores desacompanhados. Parágrafo Segundo: Não é recomendada a permanência e utilização das salas de jogos por menores de 18 anos, ficando sobre responsabilidade dos pais e/ou responsáveis a autorização, bem como a fiscalização do uso das salas e jogos pelos menores (acompanhados ou não pelos pais e/ou responsáveis). Parágrafo Terceiro: Não será permitido o uso de jogos não autorizados conforme Legislação Brasileira vigente. 10

11 CAPÍTULO XI - DA QUADRA POLIESPORTIVA Artigo O Condomínio possui uma quadra poli esportiva, que é de propriedade comum e a utilização deverá obedecer aos seguintes procedimentos. Artigo A quadra poderá ser usada, diariamente, no horário das 08h00min (oito horas) às 22h00min (vinte e duas horas). Artigo O uso da quadra é exclusivo dos proprietários e moradores do condomínio. Artigo Os adultos deverão respeitar os direitos dos adolescentes e crianças a utilizarem as quadras esportivas, dentro das normas e horários estabelecidos pelo Síndico, tratando-os com respeito e urbanidade e, na medida do possível, procurando orientá-los. Artigo O Condomínio não se responsabilizará por qualquer acidente pessoal ocorrido no interior das quadras. Artigo As redes para a prática de vôlei deverão ser retiradas na portaria. Será anotado o nome do condômino que retirou e estará obrigado a devolvê-la nas mesmas condições em que foi retirada, responsabilizando-se por eventuais danos. Em caso de não devolução ao final da utilização, o condômino infrator ficará impedido de utilizar as redes por 30 (trinta) dias. Artigo Na quadra poliesportiva será obrigatório o uso de calçados especiais para a prática de esporte específico, a fim de proteger os pisos especiais. CAPÍTULO XII - DO USO DAS PISCINAS Artigo As piscinas destinam-se ao uso exclusivo dos Condôminos e seus familiares residentes ou hospedados no Edifício. Artigo O proprietário que alugar sua unidade autônoma perderá, automaticamente, o direito de frequentar as piscinas. Artigo Será impedido o ingresso no recinto das piscinas, do frequentador que apresentar infecções da pele, bem como quaisquer outras moléstias contagiosas. Artigo As piscinas abertas funcionarão das 08h00min (oito horas) as 22h00min (vinte e duas horas). Artigo O acesso as piscinas de pessoas com trajes de banho far-se-ão exclusivamente pelos elevadores designados de serviço. Artigo A circulação dos freqüentadores em traje de banho restringe-se ao recinto das piscinas, sendo obrigatório o uso de saídas de banho, roupão, camisetas, shorts e chinelos, nas dependências de recreações, nos elevadores e no hall de entrada dos apartamentos. Parágrafo Único: O Condomínio não assume qualquer responsabilidade por acidentes ocorridos nas áreas das piscinas, bem como no interior, especialmente com menores desacompanhados. Artigo O uso das piscinas deve ser precedido de banho de chuveiro. Parágrafo Único: É expressamente proibido entrar na água das piscinas com bronzeador oleoso no corpo ou qualquer outro produto que deixe resíduos na água. Artigo Só será permitida a entrada no interior das piscinas, em traje de banho. Artigo O Condômino será totalmente responsável nas dependências das piscinas, por danos que venham a causar a si próprio e a terceiros, assim como, será responsável pela limpeza de detritos, papéis em geral, etc., que porventura levar para os recintos. Parágrafo Primeiro: É vedado o uso de copos e garrafas de vidro ou louça. Parágrafo Segundo: Fica terminantemente proibido adentrar pulando nas piscinas, chutar bolas ou brincadeiras em volta da piscina, tipo empurra-empurra. Parágrafo Terceiro: Somente é permitido o uso de aparelhos som em volumes baixos de modo a não incomodar as demais pessoas presentes. Artigo É proibido fumar na área das piscinas. Artigo Pessoa designada pelo Síndico será a autoridade máxima no recinto das piscinas. Artigo Compete ao Síndico: Providenciar, na forma estabelecida pelo regulamento de saúde pública, o exame periódico da água das piscinas; Determinar a verificação rotineira da qualidade da água das piscinas, mediante ensaios de PH e cloro residual; Fiscalizar o cumprimento do controle de manutenção das piscinas; Designar uma data, se necessário, para a troca da água das piscinas; Proibir, ouvindo o Conselho Consultivo, a entrada nas piscinas de qualquer pessoa que, comprovadamente, nela não mantenha conduta compatível com seu destino rigorosamente familiar; Aplicar pena de suspensão ao freqüentador que não respeitar as normas regulamentadoras do uso das piscinas. Dirigir por escrito, aos pais ou responsáveis advertência referente a transgressões cometidas por menores de idade, sujeitos estes, à mesma pena prevista no item anterior. 11

12 CAPÍTULO XIII - DO PLAYGROUND AVENTURA E INFANTIL Artigo Playground Aventura é limitado ao uso de crianças a partir de 6 (seis) anos com até 12 (doze) anos de idade, acompanhadas pelos responsáveis. Parágrafo Único: O horário de funcionamento dos playgrounds será diariamente das 08h00min (oito horas) as 22h00min (vinte e duas horas), excetuado os horários para limpeza. Artigo Playground infantil é limitado ao uso de crianças com até 05 (cinco) anos de idade, devidamente acompanhadas pelos responsáveis. Parágrafo Único: O Condomínio não assume qualquer responsabilidade por acidentes ocorridos na área dos Playgrounds, especialmente com menores desacompanhados. CAPÍTULO XIV - DA CHURRASQUEIRA, FORNO DE PIZZA Artigo A churrasqueira é de uso exclusivo dos Condôminos, para pessoas de suas relações, limitando sua lotação ao número de 20 (cinte) pessoas. Parágrafo Primeiro: O requisitante deverá deixar na portaria, na data do evento, uma lista com o nome de seus convidados para que os mesmo sejam autorizados a entrar no condomínio. Parágrafo Segundo: o requisitante deverá ao fazer o agendamento da churrasqueira, sempre com antecedência de no mínimo 5 (cinco) dias, e mediante o pagamento da taxa de 10% (dez porcento) da menor taxa condominial vigente. Artigo Os eventos realizados na churrasqueira encerrar-se-ão às 22h00min (vinte e duas horas). Na ocasião de datas festivas de 24/12 e 31/12, os eventos nos salões de festas, encerrar-se-ão á 01h00min (uma hora da manhã) do dia 25/12 e 01/01, respectivamente. Artigo Recairá sobre o Condômino, toda e qualquer responsabilidade, resultante da cessão da churrasqueira, por danos materiais causadas ao prédio ou em suas instalações, bem como por furtos, roubos e incêndio, salvo os casos fortuitos e força maior. Artigo Caso o Condômino se negue a observar as disposições deste regulamento, o seu direito de usar a churrasqueira será suspenso pelo período de 01 (um) a 6 (seis) meses, de acordo com a gravidade, a critério do Corpo Diretivo. Artigo A utilização da churrasqueira será feita com agendamento. Parágrafo Primeiro: Em caso de desistência, o requisitante comunicará o fato por escrito ao Síndico, com o mínimo de 5 (cinco) dias de antecedência, ou por motivo de força maior, verbalmente, em qualquer prazo, porém, caso este prazo for inferior a 1 (um) dia de antecedência, será mantido a taxa descrita no artigo 140 Parágrafo segundo, desde que não haja outro interessado Parágrafo Segundo: Será obedecida à ordem cronológica de data e horário de entrega das requisições, tendo preferência, em igualdade de horários, a ordem de solicitação. Na ocasião das datas festivas de 24/12, 25/12, 31/12 e 01/01, respectivamente, natal, ano novo, bem como o carnaval, no caso de haver mais que um condômino solicitante para o mesmo dia, será realizado, no ultimo final de semana de novembro, um sorteio entre os solicitantes para definição de quem irá utilizar o espaço. Este sorteio será aberto e contará com a presença de um representante do Corpo Diretivo. Artigo No tocante à limpeza básica, manter conservado e limpo a churrasqueira é de responsabilidade do Condômino requisitante. Á limpeza geral e higienização fica a cargo do condomínio. Artigo Somente poderão ser usadas as churrasqueiras existentes no condomínio e em hipótese alguma será permitido utilização de churrasqueira suplementares de qualquer espécie. Parágrafo Primeiro: Os espetos, grelhas e pá deverão ser retirados na portaria na data do evento e devolvidos logo após o encerramento do mesmo, sendo de responsabilidade do requisitante sua conservação, limpeza e devolução. Parágrafo Segundo: não será permitido utilizar qualquer outra área comum como extensão da festa, exceto o previsto no artigo 192. Parágrafo Terceiro: Os materiais de consumo, tais como carvão e lenha, não são de responsabilidade do condomínio, devendo o requisitante providenciar na ocasião do evento as suas expensas. CAPITULO XV LAN HOUSE Artigo A Lan House destina-se ao uso exclusivo dos Condôminos e seus familiares no edifício. 12

13 Artigo A Lan House funcionará das 08h00min (oito horas) ás 22h00min (vinte e duas horas), exceto nos horários de limpeza e manutenção. Artigo É proibido fumar, comer ou beber dentro da Lan House. Artigo Para uso dos equipamentos será obedecida à ordem de chegada, podendo cada condômino usar pelo período de 01 (Uma) hora. CAPITULO XVI - DA SAUNA, SALA DE YOGA, OFURO. Artigo A Sauna, a Sala de YOGA e Ofuro destinam-se ao uso exclusivo dos moradores. Artigo O proprietário que alugar sua unidade perderá, automaticamente, o direito de freqüentar essas dependências. Artigo É proibida a permanência de menores de 18 anos na Sauna. Artigo É proibido o uso de garrafas, copos, pratos ou quaisquer outros utensílios, etc., dentro destas dependências. Artigo Após aplicação de bronzeadores ou congêneres no corpo, é proibido entrar na sauna, sem antes ter passado pela ducha. Artigo Só será permitida a entrada na Sauna nos horários estabelecidos, em trajes adequados, mediante solicitação de uso na portaria, e bem como solicitação de desligamento: a) Segunda Das 18h00min às 21h30min - misto b) Terça feira Das 18h00min às 21h30min - feminino c) Quarta feira Das 18h00min às 21h30min - masculino d) Quinta feira Das 18h00min às 21h30min - feminino e) Sexta feira Das 18h00min às 21h30min - masculino f) Sábado Das 09h00min as 13h00min - misto Das 16h00min às 21h30min - masculino g) Domingo Das 09h00min as 13h00min - feminina Das 16h00min às 21h30min - misto Artigo Não poderão freqüentar a Sauna e a Sala de YOGA, moradores que apresentem ferimentos, lesões ou doenças contagiosas que requerem o uso de proteção anti-séptica (esparadrapo, band-aid, pomadas, etc.) ou tratamento. Artigo Os moradores deverão sempre utilizar, quando em trajes de banho, os elevadores de serviço e ganhar acesso às áreas de lazer somente pelas saídas laterais das torres do Condomínio, sendo vedado circular somente de shorts de banho, biquíni, maiô, descalço ou sem camisa pelos elevadores e áreas comuns do Condomínio. CAPÍTULO XVII DA BRINQUEDOTECA Artigo A Brinquedoteca é limitada ao uso de crianças com até 10 (dez) anos de idade. Artigo As crianças deverão estar sempre acompanhadas de seus pais ou responsáveis, não cabendo ao Condomínio, bem como ao Síndico e membros do Conselho Consultivo qualquer responsabilidade pela guarda, cuidado ou atenção, tão pouco por eventuais quedas ou acidentes envolvendo as crianças quando da permanência na brinquedoteca. Artigo O horário de uso da Brinquedoteca é de 08h00min (oito horas) às 22h00min (vinte e duas horas), exceto quando houver reserva do Salão de Festas Infantil. Artigo Quando houver reserva do Salão de Festas Infantil com o espaço da Brinquedoteca (Torre 2), a Brinquedoteca ficará para uso exclusivo do condômino locatário. Artigo As regras de utilização do Salão de Festas Infantil com a Brinquedoteca estão definidas no capitulo VII desse regulamento. CAPÍTULO XVIII DO REDÁRIO Artigo O Redário é de uso exclusivo dos moradores. 13

14 CAPÍTULO XIX DO SALÃO DE ESTÉTICA/MASSAGEM E BAR TROPICAL Artigo O Salão de Estética/Massagem e Bar Tropical poderão ser locados a terceiros para exploração comercial de acordo com o contrato de prestação de serviços. Artigo A preferência de locação será para condôminos, mas não havendo interessados nas condições pré-estabelecidas pelo Corpo Diretivo, os referidos espaços serão oferecidos a terceiros, que serão denominados prestadores de serviço, cabendo aos locatários total administração e zelo sobre o imóvel, sob pena de responderem por perdas e danos e demais cominações legais. Artigo A quebra de qualquer das regras deste Regimento Interno por parte dos prestadores de serviço alocados, será de responsabilidade do(s) locador (es), estando este sujeito às mesmas punições atribuídas aos condôminos. Artigo É vedada a reserva dos espaços de eventos, recreação e lazer aos prestadores de serviço. Artigo É vedada a utilização dos serviços destes prestadores a não condôminos, exceção feita a convidados de moradores. Artigo Caberá ao Conselho Consultivo fiscalizar os preços praticados pelos prestadores de serviço ao condomínio. Artigo A locação de referidas áreas será celebrada mediante contrato. CAPÍTULO XX DA BIBLIOTECA Artigo A Biblioteca é de uso exclusivo dos moradores. Artigo A Administração poderá autorizar o uso daquela dependência para aulas particulares, desde que não atrapalhe ou incomode a paz e tranqüilidade necessária para leitura dos demais usuários da Biblioteca. Artigo O proprietário que alugar sua unidade perderá, automaticamente, o direito de freqüentar esta dependência. Artigo Os moradores devem zelar pelos livros, revistas, jornais, enciclopédias e assemelhados existentes. Artigo Tentar manter o mais rigoroso silêncio no local, possibilitando que todos consigam proceder a sua leitura de forma tranqüila e agradável, razão pela qual não é permitido o uso de quaisquer aparelhos e instrumentos sonoros e telefones móveis (celulares). Artigo O horário de uso da Biblioteca é das 08h00min (oito horas) às 22h00min (vinte e duas horas. CAPÍTULO XXI ESTACIONAMENTO (VAGAS) DE VISITANTES Artigo As vagas de visitantes, localizadas área externa, são de uso exclusivo para visitantes, não podendo ser utilizados por moradores, seguranças ou motoristas particulares, prestadores de serviços e montadores. Parágrafo Único: O visitante deverá deixar o crachá de identificação afixado em local visível dentro do carro. CAPITULO XXII A SEGURANÇA Artigo O Sindico deverá manter na portaria uma relação dos moradores, funcionários do condomínio, e empregados dos moradores autorizados a entrar no Condomínio. Artigo Os moradores deverão informar ao administrador toda e qualquer alteração de moradores, empregados e veículos. Artigo O porteiro ou o vigilante poderá solicitar documentos que comprovem a identidade da pessoa ou do veículo quando julgar necessário. Artigo O porteiro ou vigilante deve obter a aprovação do morador antes de permitir a entrada de visitantes ou prestadores de serviços. 14

15 Artigo O porteiro ou vigilante deverá solicitar aos prestadores de serviços que apresentem na portaria um documento de identidade, e deve providenciar um crachá para identificação no condomínio. Esse crachá deverá ser devolvido na saída. CAPÍTULO XXIII - DAS PENALIDADES Artigo A violação de qualquer dispositivo deste Regulamento sujeitará infrator ou responsável à primeiramente advertência, sendo passível à aplicação da multa referente a até 10 vezes o valor da maior cota condominial vigente, sem prejuízo da reparação ou indenização quanto ao dano material às partes comuns ou das unidades autônomas caso haja insistência na referida violação. Parágrafo Primeiro: A reincidência da multa no prazo inferior a 365 dias implicará na cobrança em dobro da primeira e demais multas. Parágrafo Segundo: O pagamento da multa não isenta o infrator de repor as coisas no estado primitivo. Parágrafo Terceiro: Caso a infração seja ofensiva ou de natureza grave, ficará a cargo do corpo diretivo a aplicação da multa respectiva ou conforme tabela a seguir: Multas em INFRAÇÃO cotas condominiais 1 Desrespeitar a lei do silêncio após as 22h00min 1 2 Lançar cigarro, cinza ou qualquer objeto pela janela ou sacada. 1 3 Deixar tapetes, roupas, vasos ou toalhas penduradas na grade da sacada ou 1 janela. 4 Deixar lixo em local impróprio ou entulho ou materiais de construção em áreas 1 comuns 5 Lançar produtos químicos ou corrosivos na rede de esgoto 1 6 Ultrapassar a carga máxima dos elevadores 1 7 Acionar os comandos dos elevadores ou aviso de emergência indevidamente 1 8 Sujar qualquer espaço da área comum por animal de estimação 1 10 Transitar de bicicleta, patins e skates nas áreas comuns Ultrapassar o horário permitido para o uso dos salões de festas ou 1 churrasqueiras 12 Causar danos em qualquer equipamento ou mobiliário pertencentes às áreas 1 comuns 13 Causar danos no elevador por negligência ou mau uso 1 14 Entrar na piscina utilizando bronzeadores sem passar pela ducha 1 15 Circular molhado pelas áreas comuns, incluindo os halls e elevadores 1 16 Circular pelas áreas comuns em trajes de banho 1 17 Desrespeitar funcionários, síndico e corpo diretivo 1 18 Estacionar carro em garagem sem autorização, na vaga de visitantes ou em 1 locais não apropriados para este fim. 19 Chutar bola nas áreas das piscinas e áreas comuns (exceto locais destinados na 1 piscina e quadras) 20 Pular grades e muros 1 Parágrafo Quarto: Todo e qualquer dano ou prejuízo causado será solicitado ao causador o ressarcimento ou reparo imediato, sendo que os casos não previstos nos itens acima mencionados, será aplicada a multa pelo Sindico, ouvindo de acordo com a gravidade, o Conselho Diretivo. 15

16 CAPÍTULO XXIV - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo Todos os condôminos ficam obrigados a contribuir para as despesas comuns do Edifício, bem como para o custeio de obras, na forma e proporção descrita na Convenção de Condomínio, efetuando os recolhimentos nos prazos estipulados. Artigo É dever de todo Condômino e seus familiares prestigiar e fazer acatar as deliberações aprovadas em Assembléias Gerais Ordinárias ou Extraordinárias. Artigo Uma cópia do presente Regulamento deverá obrigatoriamente fazer parte integrante dos contratos de locação ou venda das unidades autônomas. Artigo Compete ao Síndico, na qualidade de dirigente e responsável por todos os serviços e interesse do Condomínio, interpretar, aplicar e fazer cumprir as normas constantes da Convenção de Condomínio e deste Regulamento. Parágrafo Único: Quando a Convenção de Condomínio e o presente Regulamento não forem expressos a respeito da regra para a solução de qualquer caso surgido no Condomínio, entre estes e o condomínio, caberá ao Síndico e, em casos de maior extensão, ao Síndico em conjunto com o Conselho Consultivo, resolverem o assunto, mediante aplicação dos usos e costumes ou precedentes jurisprudências, sempre ad referendum, da primeira Assembléia Geral que se realizar. Artigo Por iniciativa do Síndico ou dos Condôminos, o presente Regulamento poderá ser modificado pela Assembléia Geral convocada e instalada na forma prevista na Convenção. Artigo Não será permitida a utilização das áreas comuns o uso de narguiles, cigarros, charutos, cachimbos e drogas em geral. Artigo Visitantes somente serão admitidos nas áreas comuns do Condomínio se acompanhados do Condômino responsável. Artigo Não será permitido o uso dos Salões de Festas, Lounge e Cinema simultaneamente, pelo mesmo solicitante, com exceção do salão de festas adulto e a churrasqueira, que poderão ser solicitados conjuntamente, mediante pagamento de ambos. Artigo O proprietário de imóvel locado, bem como familiares, não poderá utilizar-se das áreas comuns, do Condomínio. Artigo O proprietário de imóvel não residente, bem como familiares poderá utilizar das áreas comuns somente em caso de imóvel vago. Artigo É expressamente proibido fumar nos recintos e nas áreas comuns. Artigo Ninguém poderá invocar o desconhecimento de qualquer item deste Regulamento, que será considerado perfeitamente conhecido por todos os Condôminos. Artigo Cabe ao Supervisor predial e/ou Zelador, como executor direto das ordens do Síndico, atender com solicitude os Condôminos, assim como dirigir e fiscalizar a boa ordem do Edifício, inclusive os serviços e atribuições dos empregados do Condomínio, levando ao conhecimento do Síndico, qualquer infração ao presente Regulamento, a fim de que sejam tomadas as medidas cabíveis. Artigo Todos quantos residem no Edifício têm o dever de tratar com respeito os empregados do Condomínio e deles exigirem o mesmo tratamento. Artigo Não é permitido utilizar os préstimos dos empregados do Condomínio para serviços particulares, mesmo que fora do horário de seu expediente, observado que por força de contrato com a empresa prestadora dos serviços, caso isso seja identificado, o funcionário será punido com demissão. ********************************************** 16

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