ANAIS REVISÃO, ANÁLISE E CLASSIFICAÇÃO DA LITERATURA SOBRE O MÉTODO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS ÁGIL SCRUM

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1 REVISÃO, ANÁLISE E CLASSIFICAÇÃO DA LITERATURA SOBRE O MÉTODO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS ÁGIL SCRUM BERNARDO VASCONCELOS DE CARVALHO ( ) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ (UNIFEI) CARLOS HENRIQUE PEREIRA MELLO ( ) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar uma revisão, análise, classificação e codificação da literatura sobre o método Scrum. As publicações de interesse foram localizadas por meio de consultas nas bases de dados dos periódicos da CAPES. As publicações foram classificadas de acordo com sua origem, ano de publicação, tipo de estudo, abordagem, filiação de seus autores e período de análise. Os resultados mostram que a literatura sobre o tema ainda é escassa, mas está em expansão, com carência de trabalhos longitudinais e quantitativos. A pesquisa concluiu que existe uma grande demanda de geração de conhecimento científico sobre este tema. Palavras-chave: Scrum; Desenvolvimento Ágil de Produtos; Classificação de literatura; Gerenciamento de Projetos. 1. INTRODUÇÃO No atual ambiente de desenvolvimento de software, os requisitos estão sujeitos a freqüentes alterações durante o ciclo de desenvolvimento do produto para atender as alterações da demanda (RISING & JANOFF, 2000). Este fato torna o desenvolvimento de software um desafio, principalmente para as pequenas empresas tendo em vista seus recursos restritos. Em meados da década de 1990, começaram a surgir técnicas de desenvolvimento ágil de produtos de software. Esta disciplina foi fortemente influenciada pelas melhores práticas da indústria japonesa, particularmente pelos princípios da manufatura enxuta implementados pelas companhias Honda e Toyota e pelas estratégias de gestão do conhecimento de Takeuchi & Nonaka (2004) e Senge (1990). Nesse contexto, destaca-se o Scrum, uma abordagem enxuta de desenvolvimento de produtos. Este processo foi desenvolvido por Jeff Sutherland em 1993, baseado num artigo de Takeuchi & Nonaka (1986) sobre as vantagens dos pequenos times no desenvolvimento de produtos. Por ter sido criado por pesquisadores ligados à área de desenvolvimento de software, é nesta área que o Scrum encontrou mais penetração. Entretanto, Scrum não é restrito a projetos de software. Ele é um processo ágil de desenvolvimento de produto ou administração de qualquer trabalho iterativo e incremental e poder ser aplicado ao desenvolvimento de produtos de maneira geral (RISING & JANOFF, 2000; ABRAHAMSSON & SALO, 2002). Apesar de ser uma abordagem nova, a utilização do Scrum tem aumentado bastante nos últimos anos, impulsionados pelas recentes pesquisas que mostram que seu uso aumenta a satisfação dos clientes e diminui o atraso em projetos em relação aos métodos tradicionais (MANN & MAURER, 2005). Nos anos recentes, os métodos ágeis de desenvolvimento de software têm ganhado grande popularidade. Entretanto, existem poucos estudos empíricos neste tópico. Uma recente 1/16

2 pesquisa bibliográfica sistemática (Dybå & T.Dingsøyr, 2008) encontrou artigos sobre métodos ágeis em geral. Destes, apenas 36 eram estudos empíricos com aceitáveis rigor metodológico, credibilidade e relevância, o que representa apenas 1,8% dos trabalhos. Além do Scrum, podemos citar vários outros métodos ágeis: Agile Modeling, AUP (Agile Unified Process), Agile Data Method, DSDM (Dynamic Systems Development Method), EssUP (Essential Unified Process), XP (Extreme programming), FDD (Feature Driven Development), Getting Real e OpenUP (Open Unified Process). Todos eles têm seu nicho de aplicação e particularidades, mas todos são interativos e incrementais, seguindo os princípios ágeis (LARMAN & BASILI, 2003). Alguns deles podem ser usados simultaneamente, como na recorrente parceria entre o XP e o Scrum (VRIENS, 2003). Este presente trabalho irá abordar o Scrum pelo fato do mesmo se destacar por sua popularidade, capacidade de adequação aos times pequenos e orientação ao cliente. Neste sentido, o objetivo do trabalho é apresentar uma ampla revisão de literatura sobre o tema, juntamente com uma análise, classificação e codificação dos artigos encontrados. O objetivo é verificar quais as características dos estudos realizados, visando identificar possíveis tendências e carências na literatura científica sobre o tema. 2. PRINCÍPIOS DO SCRUM O desenvolvimento de produtos é uma atividade bastante complexa, principalmente para as pequenas empresas que possuem grandes limitações de recursos. Segundo Mundin et al. (2002), o desenvolvimento de produtos se relaciona com praticamente todas as demais funções de uma empresa. Isso porque, para desenvolver produtos são necessárias informações e habilidades de membros de todas as áreas funcionais, caracterizando-se como uma atividade, em princípio, multidisciplinar. Além disso, trata-se de uma atividade com uma característica ad-hoc, em que cada projeto de desenvolvimento pode apresentar características específicas e um histórico particular. Ao longo dos anos, várias metodologias de desenvolvimento de produtos foram apresentadas. Entre elas, existem as chamadas metodologias ágeis (AMBLER, 2002) ou leves (FOWLER, 2000). Tratam-se de metodologias de desenvolvimento adaptativas e flexíveis, e que são indicadas para cenários onde a mudança de requisitos é constante e os resultados precisam ser entregues ao cliente em curtos espaços de tempo. A proposta destas metodologias é dividir o desenvolvimento em ciclos curtos, ou iterações, de apenas algumas semanas, de modo que, ao final de cada ciclo, o cliente (interno ou externo) receba uma versão que agregue valor ao seu negócio (DANTAS, 2003). Assim, os desenvolvedores podem acompanhar a mudança dos requisitos no início de cada ciclo, além de ter uma retroalimentação contínua do cliente, reduzindo assim os riscos do projeto. Enquanto as metodologias tradicionais de desenvolvimento mantêm o foco na geração de documentação sobre o projeto e no cumprimento rígido de processos, a proposta ágil é concentrar as atenções no desenvolvimento em si e nas relações entre os participantes (MUNDIN et al., 2002). A fase de planejamento inicial é reduzida para que os desenvolvedores possam se concentrar em cada iteração em vez de traçar diretrizes para o projeto como um todo. Nesta linha de proposta ágil, o método Scrum tem como objetivo, segundo Schwaber & Beedle (2002), definir um processo para projeto que seja focado nas pessoas. O nome Scrum surgiu da comparação entre desenvolvedores e jogadores de Rugby. Scrum é a denominação da rápida reunião que ocorre quando os jogadores de Rugby irão iniciar um lance. A primeira utilização deste termo surgiu em um estudo de Takeuchi & Nonaka (1986), no qual, os autores notaram que pequenos projetos que tinham equipes pequenas e multifuncionais obtinham os melhores resultados. 2/16

3 No Rugby, cada time age em conjunto, como uma unidade integrada, em que cada membro desempenha um papel específico e todos se ajudam em busca de um objetivo comum. Assim também são os times de desenvolvimento que adotam o processo Scrum. Criado por Jeff Sutherland, Ken Schwaber e Mike Beedle, o Scrum baseia-se em seis características (SCHWABER, 1995): flexibilidade dos resultados; flexibilidade dos prazos; times pequenos; revisões freqüentes; colaboração; orientação a objetos. Este método não requer ou fornece qualquer técnica específica para a fase de desenvolvimento, apenas estabelece conjuntos de regras e práticas gerenciais que devem ser adotadas para o sucesso de um projeto. As práticas gerenciais do Scrum são: Product Backlog, Daily Scrum, Sprint, Sprint Planning Meeting, Sprint Backlog e Sprint Review Meeting. O ponto inicial do Scrum é o Product Backlog, sendo considerada a prática responsável pela coleta dos requisitos, conforme aponta Schwaber & Beedle (2002). Nesta prática, através de reuniões com todos os envolvidos, investidores e parceiros no projeto, são apontados os itens com todas as necessidades do negócio e os requisitos técnicos a serem desenvolvidos. Assim, o Product Backlog é uma lista de atividades que provavelmente serão desenvolvidas durante o projeto. O Daily Scrum é a rápida reunião diária que ocorre entre os membros do time para definir quais serão as tarefas do dia e saber os resultados das tarefas do dia anterior. Esta reunião é também chamada de Stand Up Meeting (reunião em pé), já que é de praxe que todos os membros a realizem de pé. Três perguntas devem ser respondidas por cada membro sobre suas responsabilidades (RISING & JANOFF, 2000): O que foi feito ontem? O que será feito hoje? Há algum obstáculo à realização de suas atividades? A Sprint é considerada a principal prática do Scrum, onde são implementados os itens de trabalho definidos no Product Backlog pela equipe Scrum, que pode durar de uma a quatro semanas. Conforme Abrahamsson (2002), no caso do desenvolvimento de software, o Sprint inclui as fases tradicionais do desenvolvimento de software: requisitos, análise, projeto e entrega. Sprint Planning Meeting é a reunião em que o time faz o planejamento do Sprint. O Sprint Backlog é um subconjunto do Product Backlog. Ou seja, é uma lista de atividades que devem ser desenvolvidas durante o Sprint. Já a Sprint Review Meeting é a reunião que acontece após cada Sprint. Nela, a equipe discute sobre seus erros, acertos e lições aprendidas. Uma visão geral da dinâmica de funcionamento do processo Scrum pode ser observada na Figura 1 (MAR & SCHWABER, 2001). No início do projeto, cliente e desenvolvedores definem o Backlog, ou lista de requisitos, para o produto. Também são definidas as datas para entrega de resultados. A partir da priorização mais favorável ao cliente, e são estimados os custos do projeto. Uma análise inicial de riscos é preparada. As ferramentas de trabalho e os integrantes das equipes são escolhidos. Um dos desenvolvedores é eleito Scrum Master, cujo papel se assemelha a um gerente de projetos (embora existam diferenças cruciais entre um Scrum Master e um Gerente de Projetos). 3/16

4 Figura 1 Visão geral da dinâmica de processo Scrum Fonte: Mar & Schwaber (2001) O Scrum Master deve trabalhar para que o processo Scrum aconteça e para que não existam impedimentos para que os membros da equipe realizem seu trabalho. Remover os obstáculos apontados no Daily Scrum é seu dever, de modo que os desenvolvedores se concentrem apenas nas questões técnicas. Outro papel importante no método é o do Product Owner. Este membro do time representa o cliente interno ou externo. Ele deve definir quais são os requisitos e qual é o grau de importância e prioridade de cada um deles. Tradicionalmente, os ciclos de desenvolvimento (Sprints) duram cerca de 30 dias (SCHWABER, 1995). De acordo com a Figura 1, no início de cada Sprint, as equipes fazem uma lista das atividades que precisam ser realizadas naquele Sprint (Backlog do Sprint), e as responsabilidades são distribuídas. Os desenvolvedores discutem os padrões que serão adotados e as atividades de análise, codificação e testes se iniciam. Ao final de cada Sprint, uma versão do produto (no caso do produto de software, um executável do software) é apresentada ao cliente para obter a retroalimentação. Os defeitos encontrados são adicionados ao Project Backlog. Ao longo de todo o projeto, são aplicados mecanismos de gerência Scrum, como o acompanhamento de alguns controles. A quantidade de funcionalidades não entregues, a necessidade de mudanças para corrigir defeitos ou para atualização tecnológica, os problemas técnicos encontrados, e os riscos e as estratégias para evitá-los são exemplos de controles observados durante o desenvolvimento. 3. MÉTODO DE PESQUISA ADOTADO Para o desenvolvimento deste trabalho, foi realizada uma extensa revisão da literatura sobre o método Scrum. Esta revisão buscou identificar na literatura científica mundial todos os trabalhos científicos cujo tema principal ou secundário fosse o Scrum. Sendo assim, este trabalho pode ser caracterizado como teórico-conceitual quantitativo. É importante destacar que para identificar, localizar e adquirir as publicações de interesse, foram consultadas todas as bases de dados (editoras) disponíveis nos periódicos da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) que pudessem resultar em algum artigo relevante na área de Scrum: AAAS, ACM, ACS, AIP, Annual Reviews, Begen House, Bentham Science, BioOne, Balackwell, Cambridge University Pres, Cold Sprint Harbor Laboratory, Duke University Press, EBSCO, Emerald, Gale, Guilford Press, HighWire Press, IEEE, Informs, IOP, JSTOR, Karger, Maney Publishing, Nature, OECD, OVID, Oxford University Press, Red CLACSO, ProQuest, Sage, SciELO, Science Direct, Slack Inc., Springer, Thieme, Wilson e World Scientific. Segundo Carnevalli & Miguel (2007), um trabalho desta natureza (revisão de literatura) deve utilizar as bases de 4/16

5 dados disponíveis nos periódicos da CAPES devido a sua grande abrangência e facilidade de acesso para a maioria dos pesquisadores no Brasil. A coleta foi realizada durante os dias 15, 16 e 17 de outubro de Na consulta dos periódicos, buscou-se, como palavra-chave, o termo Scrum. Primeiramente, realizou-se a busca pelo título do trabalho. Em seguida, a busca era refinada utilizando o campo abstract. Os artigos não foram filtrados pela sua data de publicação. Desta forma, foram coletados os artigos produzidos em qualquer data. Inicialmente, foram identificados 48 trabalhos. Entretanto, foram desconsiderados oito artigos. Isto porque sete deles tratavam de temas esportivos relacionados ao Rugby e um artigo da área médica tratava da substância denominada Scrum OestradioI-17-. Sendo assim, o universo de investigação deste trabalho contou com 40 artigos. Para a análise dos dados, foram considerados os artigos em periódicos, em congressos e simpósios internacionais. Foram desconsideradas dissertações e teses, pelo fato da base de dados dos periódicos da CAPES divulgar um número limitado de teses e dissertações, não correspondendo ao grande número de defesas que ocorre anualmente sobre o assunto no País. No nível mundial isso seria ainda mais difícil, devido ao grande número de universidades. Portanto, essa é uma limitação desse trabalho, ou seja, analisar apenas os trabalhos publicados em revistas indexadas nos editores mencionados anteriormente. Para realizar os fichamentos dos artigos, utilizou-se uma adaptação do método utilizado por Carnevalli & Miguel (2007). Os artigos foram catalogados e classificados em dois grupos principais: pesquisa conceitual e pesquisa empírica. Os trabalhos classificados como pesquisa conceitual receberam ainda uma subclassificação da seguinte maneira: teórico-conceitual, revisão de literatura, simulação e modelagem teórica. Os trabalhos classificados como pesquisa empírica receberam uma subclasificação da seguinte maneira: survey, estudo de caso, pesquisa-ação e pesquisa experimental. Também foram classificados os artigos conforme seu ano de publicação, sua base de dados de origem e o período de análise (que podem ser classificados em Atual, Longitudinal e Retrospectivo). A filiação dos autores foi classificada em Universidade, Centro de Pesquisa e Empresa. Também se buscou conhecer quais os benefícios do Scrum são citados na literatura. Identificou-se um conjunto de nove benefícios apresentados e estes benefícios foram mapeados nesses artigos. A seguir, são apresentados os principais resultados do trabalho. 4. RESULTADOS OBTIDOS Embora o método Scrum seja muito popular na Internet e nas empresas, não é uma tarefa simples encontrar artigos científicos sobre o tema. Entretanto, esta pesquisa mostra que este panorama tende a mudar. É notável o grande aumento das publicações sobre Scrum ao longo dos anos (figura 2). Para se ter uma ideia, se esta pesquisa tivesse sido realizada em 2006, seriam encontrados apenas 11 artigos na literatura. 5/16

6 Figura 2 Número de publicações por data de publicação Este aumento pode também ser notado na figura 3, que mostra que 73% da literatura sobre Scrum foi publicada nos últimos dois anos (2007 e 2008). Além disso, tendo em vista que a pesquisa foi realizada em outubro de 2008, existe a possibilidade que esses números aumentem ainda mais. Uma hipótese para este aumento ao longo dos anos é a constante adoção gradativa do método pelas empresas, o que está levando a academia a pesquisar sobre o tema. O artigo mais antigo, mas que pode ser considerado de certa forma recente, é a pesquisa de Rising e Janoff (2000). Trata-se de um artigo histórico que, na prática, apresentou o Scrum ao meio acadêmico. Somente três anos depois, novos artigos sobre o Scrum passaram a ser publicados. Figura 3 Distribuição das publicações por data de publicação Outro aspecto percebido foi a enorme concentração das publicações sobre Scrum na base de dados IEEE e ACM. Juntas, estas bases de dados concentram 94% das publicações. A figura 4 mostra ainda que as bases AIP e Science Direct têm uma pequena participação. 6/16

7 Figura 4 Distribuição das publicações por base de dados A figura 5 mostra o resultado da classificação dos artigos quanto ao tipo de estudo. Percebe-se que os tipos mais comuns são o estudo de caso e o trabalho puramente teóricoconceitual. O pequeno número de trabalhos classificados como revisões de literatura talvez seja causado pela escassez de artigos sobre o tema. O pequeno número de trabalhos utilizando a survey e a pesquisas-ação como métodos talvez reflita a atual imaturidade das pesquisas sobre o tema, que ainda é muito novo. Figura 5 Distribuição das publicações por tipo de estudo Ainda seguindo o conceito de classificação pelo tipo de trabalho, a figura 6 mostra a enorme concentração de pesquisas qualitativas. Foram encontrados apenas três artigos com abordagem quantitativa, como em Salo & Abrahamsson (2008) e Sulaiman et al. (2006). 7/16

8 Figura 6 Distribuição das publicações por tipo de abordagem Como era de se esperar, tendo em vista a novidade do tema, não foi encontrado nenhum artigo de análise retrospectiva. Como mostra a figura 7, a quase totalidade dos artigos faz análises atuais, com a exceção do trabalho de Mann & Maurer (2005), que faz uma análise longitudinal (um estudo de caso de dois anos) para medir o impacto do Scrum na satisfação dos clientes de uma empresa. Figura 7 Distribuição das publicações por Período de Análise Uma informação interessante pode ser vista na figura 8, que mostra a filiação dos autores. Diferentemente de vários outros temas, a maioria dos pesquisadores sobre Scrum estão na indústria (principalmente de software) e não nas universidades e centros de pesquisa. Isso pode ser explicado pelo fato do Scrum ter sua origem na indústria de softwares, sendo implantado por especialistas desta área. Mais recentemente, o Scrum despertou o interesse dos pesquisadores, que passaram a estudá-lo com uma abordagem mais científica. Figura 8 Distribuição das publicações por filiação dos autores Por fim, realizou-se um mapeamento dos benefícios mais citados do uso do Scrum nos 8/16

9 artigos, que podem ser observados na tabela 1 e na figura 9. O levantamento mostra que o benefício mais citado é a melhoria na comunicação e aumento da colaboração entre os envolvidos. Este fato não é surpreendente, já que o Scrum é orientado às pessoas e um de seus pilares é realmente a alta colaboração entre membros da equipe. O que causa certa surpresa é o fato do segundo benefício mais citado ser a melhoria da qualidade do produto produzido. Inicialmente, o Scrum não foi criado com o foco na qualidade. Mas, possivelmente, suas características acabaram impactando fortemente no aumento da qualidade. Tabela 1 Benefícios do Scrum e seus respectivos códigos Código Benefício Número de Citações A Aumento da satisfação de clientes (diminuição de reclamações). 9 B Melhoria na comunicação e aumento da colaboração entre envolvidos. 13 C Aumento do retorno do investimento do projeto. 6 D Aumento da motivação da equipe de desenvolvimento. 5 E Melhoria da qualidade do produto produzido. 11 F Diminuição dos custos de produção (mão-de-obra). 3 G Aumento de produtividade da equipe. 10 H Diminuição no tempo gasto para terminar o projeto (prazo). 3 I Diminuição do risco do projeto (menor possibilidade de insucesso). 1 Figura 9 Número de citações dos benefícios Verificou-se também o percentual de artigos publicados em congressos em comparação aos artigos publicados em periódicos, tomando por base as editoras consultadas citadas anteriormente. O resultado desta classificação pode ser visto na figura 10. Fica clara a grande concentração dos artigos em congressos a despeito dos periódicos. 9/16

10 Figura 10 Número de citações dos benefícios Este fato levou os pesquisadores a levantarem se algum congresso específico concentra mais artigos. Como se pode ver na figura 11, três congressos de destacam. O maior deles é o Agile Conference, que já publicou 17 artigos sobre Scrum, o que representa 59% de todos os artigos sobre o tema em congressos. Também são notáveis os congressos ICSE (International Conference on Software Engineering) e Hawaii International Conference on System Sciences, que já publicaram três e dois artigos, respectivamente. Figura 11 Número de citações dos benefícios Além disso, percebe-se que os periódicos nos quais os artigos foram publicados em sua maioria são relevantes e tem boa qualidade, como os Journals IET Software, System Sciences, e The Journal of Product Innovation Management, cujos fatores de impacto são, respectivamente, 1,157, 1,185 e 1,585. Todos estes resultados estão detalhados nos Anexos, onde pode-se ver a classificação de cada um dos 40 artigos. Nos anexos são apresentados, para cada artigo, seu respectivo periódico, assim como sua base de dados, seu ano de publicação (Anexo A), seu tipo de estudo, seu método de abordagem, a filiação do pesquisador, o período de análise e os benefícios do Scrum citados (Anexo B). 5. CONCLUSÕES E SUGESTÕES DE TRABALHOS FUTUROS De acordo com os dados levantados, podemos concluir que a literatura sobre Scrum é escassa, mas está em franca expansão. Se as tendências continuarem, em poucos anos serão comuns publicações sobre este tema. Notou-se também que existe uma grande concentração das publicações em poucos periódicos e bases de dados. O aumento do número de publicações nos últimos dois anos pode despertar o interesse por publicação desse tema em outras bases de dados. Ficou claro também que a literatura tem grande carência de trabalhos longitudinais e 10/16

11 quantitativos sobre este tema. Sendo assim, trabalhos com estas características têm grandes possibilidades de serem aceitos na comunidade científica. O fato da melhoria da qualidade ser um benefício tão citado nos artigos leva-nos a levantar a hipótese de que o Scrum tem forte impacto na melhoria da qualidade do produto. Entretanto, estudos mais apurados são necessários para testar esta hipótese, o que demandaria um interessante trabalho de pesquisa. O estudo também conclui que o Scrum ainda é um tema predominantemente empresarial e pouco acadêmico. Isto sugere que exista uma grande lacuna científica a ser preenchida por pesquisadores da área com a produção deste conhecimento. Neste sentido, trabalhos mostrando, através da pesquisa-ação, a implantação do Scrum em pequenas empresas de base tecnológica, sejam elas de software ou não, podem ser boas propostas para futuros trabalhos. Sugere-se como trabalho futuro uma análise similar a esta, que foi realizada em periódicos e congressos internacionais, porém em periódicos e congressos nacionais para avaliar a utilização do Scrum por pesquisadores brasileiros. Finalmente, considera-se que o presente trabalho atingiu seus objetivos, uma vez que o mesmo apresentou o estado da arte da utilização do Scrum em pesquisas científicas, apontando possíveis áreas ou oportunidades de pesquisa para fomentar o número de trabalhos sobre o mesmo. REFERÊNCIAS AMBLER, S. Agile Modeling, Wiley Computer Publishing. New York, ABRAHAMSSON, P.; SALO, O. Agile Software Development Methods Review and Analysis. VTT Publications , Espoo BARTON, B.; CAMPBELL, E. Implementing a Professional Services Organization Using Type C Scrum. System Sciences, pp. 275a, BATES, C.; YATES, S. Scrum down a software engineer and a sociologist explore the implementation of an agile method. International workshop on Cooperative and human aspects of software engineering, BERCZUK, S. Back to basics: the Role of Agile Principles in Success with an Distributed Scrum Team. Agile Conference, 2007, pp BERCZUK, S.; HARRISON, N.; HENNEY, K.; KERIEVSKY, J.; RISING, L.; SCHWABER, K.; WOOLF, B. What's so extreme about doing things right. International Conference on Object-Oriented Programming, Systems, Languages and Applications, 2003, pp BRUEGGE, B. SCHILLER, J. Word Spotting in Scrum Meetings. Database and Expert Systems Application, 2008, pp CARNEVALLI, J.; MIGUEL, P. C. Revisão, análise e classificação da literatura sobre o QFD tipos de pesquisa, dificuldades de uso e benefícios do método. Gest. Prod., São Carlos, v. 14, n. 3, p , set.-dez CRISTAL, M.; WILDT, D.; PRIKLADNICKI, R. Usage of SCRUM: Practices within a Global Company. Global Software Engineering, 2008, pp DANTAS, V. F. Uma Metodologia para o Desenvolvimento de Aplicações Web num Cenário Global. Dissertação de mestrado. Universidade Federal de Campina Grande. Centro de Ciências e Tecnologia. Campina Grande. Jul, DOERNHOEFER, M. Surfing the net for software engineering notes. ACM SIGSOFT Software Engineering Notes, Vol. 29, No. 5, DYBÅ, T.; DINGSØYR, T. Empirical Studies of Agile Software Development: a Systematic Review. Information and Software Technology, /16

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13 MUNDIM, A. P. F.; ROZENFELD, H.; AMARAL, D.C.; SILVA, S.L.; GUERRERO, V.; HORTA, L.C. Aplicando o cenário de desenvolvimento de produtos em um caso prático de capacitação profissional. Gestão & Produção. v.9, n.1, p.1-16, abr RISING, L.; JANOFF, N. S. The Scrum Software Development Process for Small Teams, IEEE Software, Vol. 17, No. 4, July-August SCHWABER, K.; BEEDLE, M. Agile Software Development with SCRUM. Prentice Hall, SCHWABER, K. SCRUM Development Process. Disponível em Acesso em Julho/2003) PAASIVAARA, M.; DURASIEWICZ, S.; LASSENIUS, C. Distributed Agile Development: Using Scrum in a Large Project. Global Software Engineering, p PORTER, M. Vantagem Competitiva. Criando e sustentando um desempenho superior. 13 ed., Rio de Janeiro, Campus, 13 ed RAYHAN, S.; HAQUE, N. Incremental Adoption of Scrum for Successful Delivery of an IT Project in a Remote Setup. Agile Conference, 2008, pp SCHMITZ, H. Global competition and local cooperation: Success and failure in the Sinos Valley, Brazil. World Development Vol. 27, n. 9, 1992, pp RISING, L.; JANOFF, N. The Scrum software development process for small teams. Software, IEEE - Volume 17, No. 4, 2000, pp SALO, O.; ABRAHAMSSON, P. Agile methods in European embedded software development organizations. IET Software - Volume 2, No. 1, 2008, pp SANDERS, D. Using Scrum to manage student projects. Journal of Computing Sciences in Colleges, Vol. 23 No. 1, SCOTLAND, K.; BOUTIN, A. Integrating Scrum with the Process Framework at Yahoo!. Europe Agile Conference, 2008, pp SENGE, P. The Fifth Discipline: the Art and Practice of the Learning Organization. New York: Currency, SMITH, P. Agile Project Management Creating Innovative Products. The Journal of Product Innovation Management, 2005, pp SMITS, H.; PSHIGODA, G. Implementing Scrum in a Distributed Software Development Organization. Agile Conference, 2007, pp SULAIMAN, T.; BARTON, B.; BLACKBURN, T. Agile EVM - Earned Value Management in Scrum Projects. Agile Conference, SUTHERLAND, J. Future of Scrum Parallel Pipelining of Sprints in Complex Projects. Agile Conference, 2005, pp SUTHERLAND, J.; JAKOBSEN, C.; JOHNSON, K. Scrum and CMMI Level 5. The Magic Potion for Code Warriors. Agile Conference, 2007, pp SUTHERLAND, J.; JAKOBSEN, C.; JOHNSON, K. Scrum and CMMI Level 5. The Magic Potion for Code Warriors. Hawaii International Conference on System Sciences, 2008, pp SUTHERLAND, J.; SCHOONHEIM, G.; RUSTENBURG, E.; RIJK, M. Fully Distributed Scrum. The Secret Sauce for Hyperproductive Offshored Development Teams. Agile Conference, 2008, pp SUTHERLAND, J.; VIKTOROV, A.; BLOUNT, J.; PUNTIKOV, N. Distributed Scrum. Agile Project Management with Outsourced Development System Sciences, 2007, pp. 274a. TAKEUCHI, H. & NONAKA, I. The New New Product Development Game. Harvard Business Review, TAKEUCHI H. & NONAKA I. Hitotsubashi on Knowledge Management. Singapore: John Wiley & Sons (Asia), /16

14 UY, E.; IOANNOU, N. Growing and Sustaining an Offshore Scrum Engagement. Agile Conference, 2008, pp UY, E.; ROSENDAHL, R. Migrating from SharePoint to a Better Scrum Tool. Agile Conference, 2008, pp VRIENS, C. Certifying for CMM Level 2 and ISO 9001 with XP & Scrum. Agile Development Conference, 2003, pp Agradecimentos Os autores gostariam de agradecer a Fapemig pelo incentivo para as pesquisas científicas, em especial pelo Programa Pesquisador Mineiro (PPM). O presente trabalho foi fomentado pelo projeto TEC - PPM /16

15 ANEXO A - Apresentação dos journals, anos de publicação e base de dados dos artigos codificados Cod. Autores Journal Ano Base de dados 1 Mann, C. & Maurer, F. Agile Conference, p IEEE 2 Fraser, S.; Rising, L.; Ambler, S.; Cockburn, A ACM Eckstein, J.; Hussman, D. Miller; R. Striebeck, M.; Thomas, D. Dynamic Languages Symposium, p Salo, O. Abrahamsson, P. IET Software - Volume 2, Issue 1, p AIP 4 Maurer, F. Melnik, G. 28th International Conference on Software 2006 ACM Engineering. 5 Maurer, F. Melnik, G. 29th International Conference on Software 2007 ACM Engineering. 6 Lukanuski, M. Milano, M. Bruin, J. Rochford, M. Conference on Human Factors in Computing 2008 ACM Bosman, R. Systems. 7 Keenan, F. 26th International Conference on Software ACM 8 Smith, P. The Journal of Product Innovation Management, p ACM Sulaiman, T. Barton, B. Blackburn, T. Agile Conference IEEE 10 Berczuk, S. Agile Conference, p IEEE 11 Kniberg, H. Farhang, R. Agile Conference, p IEEE 12 Vriens, C. Agile Development Conference, p IEEE 13 Paasivaara, M. Durasiewicz, S. Lassenius, C. Global Software Engineering, p IEEE 14 Sutherland, J. Viktorov, A. Blount, J. Puntikov, N. System Sciences, p. 274a IEEE 15 Dybå, T. & Dingsøyr, T SINTEF ICT, S.P. Andersensv Science Direct 16 Sutherland, J. Schoonheim, G. Rustenburg, E. Rijk, 2008 IEEE M. Agile Conference, p Sutherland, J. Agile Conference, p IEEE 18 Judy, K. Krumins-Beens, I. Hawaii International Conference on System 2008 IEEE Sciences, p Uy, E. Ioannou, N. Agile Conference, p IEEE 20 Barton, B. Campbell, E. System Sciences, p. 275a IEEE 21 Smits, H. Pshigoda, G. Agile Conference, p IEEE 22 Rayhan, S. Haque, N. Agile Conference, p IEEE 23 Scotland, K. Boutin, A. Agile Conference, p IEEE 24 Marçal, A. Freitas, B. Soares, F. Belchior, A. Software Engineering Workshop, p IEEE 25 Mahnic, V. Zabkar, N ACM International Conference on Computer Engineering and Applications. 26 Uy, E. Rosendahl, R. Agile Conference, p IEEE 27 Lewis, J. Neher, K. Agile Conference, p IEEE 28 Edwards, M. Agile Conference, p IEEE 29 Lyon, R. Evans, M. Agile Conference, p IEEE 30 Sutherland, J. Jakobsen, C. Johnson, K. Agile Conference, p IEEE 31 Sutherland, J. Jakobsen, C. Johnson, K. Hawaii International Conference on System 2008 IEEE Sciences, p Moore, R. Reff, K. Graham, J. Hackerson, B. Agile Conference, p IEEE 33 Bates, C. Yates, S. International workshop on Cooperative and human 2008 ACM aspects of software engineering. 34 Marchenko, A. Abrahamsson, P. Agile Conference, p IEEE 35 Doernhoefer, M. ACM SIGSOFT Software Engineering Notes ACM Volume 29, Issue Rising, L. Janoff, N. Software, IEEE - Volume 17, Issue 4, p IEEE 37 Cristal, M. Wildt, D. Prikladnicki, R. Global Software Engineering, p IEEE 38 Sanders, D. Journal of Computing Sciences in Colleges, 2007 ACM 39 Berczuk, S. Harrison, N. Henney, K. Kerievsky, J. Rising, L. Schwaber, K. Woolf, B. Volume 23 Issue 1. International Conference on Object-Oriented Programming, Systems, Languages, and Applications, p Bruegge, B. Schiller, J. Database and Expert Systems Application, p ACM 2008 IEEE 15/16

16 Anexo B - Apresentação do tipo de estudo, métodos da abordagem, filiação do pesquisador (onde, U = Universidade, C = Centro de Pesquisa e E = Empresa) e período de análise dos artigos codificados e os benefícios do Scrum neles citados Tipo de Filiação Período de Benefícios do Scrum Citados (Vide Tabela 1) Cod Estudo Abordagem do autor Análise A B C D E F G H I 1 Estudo de Caso Qualitativa U Longitudinal x 2 Teórico-conceitual Qualitativa E Atual 3 Survey Quantitativa C Atual x 4 Teórico-conceitual Qualitativa U Atual 5 Teórico-conceitual Qualitativa U Atual x x 6 Teórico-conceitual Qualitativa E Atual 7 Teórico-conceitual Qualitativa U Atual 8 Revisão de Literatura Qualitativa E Atual 9 Experimental Quantitativa E Atual x 10 Estudo de Caso Qualitativa E Atual x 11 Estudo de Caso Qualitativa E Atual x 12 Estudo de Caso Qualitativa E Atual 13 Estudo de Caso Qualitativa U Atual x x x 14 Estudo de Caso Qualitativa E Atual x 15 Revisão de Literatura Qualitativa C Atual 16 Estudo de Caso Qualitativa E Atual x x x 17 Teórico-conceitual Qualitativa E Atual x x x x x x x 18 Teórico-conceitual Qualitativa E Atual x 19 Estudo de Caso Qualitativa E Atual 20 Teórico-conceitual Qualitativa E Atual x x x x x x 21 Estudo de Caso Qualitativa E Atual x x 22 Estudo de Caso Qualitativa E Atual x 23 Estudo de Caso Qualitativa E Atual 24 Teórico-conceitual Qualitativa U Atual x x x x 25 Teórico-conceitual Qualitativa E Atual 26 Estudo de Caso Qualitativa E Atual 27 Estudo de Caso Qualitativa E Atual 28 Pesquisa-ação Qualitativa E Atual x 29 Estudo de Caso Qualitativa E Atual x 30 Teórico-conceitual Qualitativa E Atual x x x x 31 Teórico-conceitual Qualitativa E Atual x x x x 32 Pesquisa-ação Qualitativa E Atual x x x 33 Teórico-conceitual Qualitativa U Atual x x 34 Estudo de Caso Qualitativa C Atual 35 Revisão de Literatura Qualitativa E Atual 36 Teórico-conceitual Qualitativa E Atual x x x 37 Estudo de Caso Qualitativa U Atual x x 38 Teórico-conceitual Qualitativa U Atual x x x 39 Teórico-conceitual Qualitativa E Atual 40 Teórico-conceitual Qualitativa U Atual x x x 16/16

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