O desenho da figura humana: Evidências de validade do desenvolvimento

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1 O desenho da figura humana: Evidências de validade do desenvolvimento cognitivo e criativo Letícia Medeiros de Figueiredo Faculdade de Psicologia Centro de Ciências da Vida Solange Muglia Wechsler Avaliação Psicológica do Potencial Humano Centro de Ciências da Vida Resumo: O desenho da figura humana é uma dos testes mais utilizados na avaliação psicológica infantil. Nos estudos nacionais de Wechsler (2003) a sua validade foi confirmada como medida de desenvolvimento cognitivo, por meio de acréscimos na pontuação de acordo com o avanço da idade da criança. Entretanto, ainda faltam estudos que avaliem o desenho da figura humana como medida de raciocínio criativo. Objetivo: o objetivo deste estudo foi o de investigar se existe relação entre o desenho da figura humana com a criatividade infantil a partir da aplicação do teste e TCT-DP de Urban & Jellen. Método: A amostra parcial foi composta por 60 crianças de 6 a 8 (27do sexo feminino e 33 do sexo masculino). Estas crianças estudam em escolas pública e particular da cidade de Campinas. Os instrumentos utilizados serão o Desenho da Figura Humana (corrigido pelo sistema Wechsler, 2003) e o subteste de criatividade infantil (Urban & Jellen, 1996). Após o consentimento do diretor da instituição, foram enviadas cartas de consentimento aos pais dos estudantes selecionados por idade. Os instrumentos foram aplicados nas próprias salas de aulas Resultado: Os resultados foram analisados por meio da de Pearson. Verificou-se assim, que nessa amostra a correlação entre desenvolvimento cognitivo e a criatividade infantil foi baixa. Conclusão: Estudos com maiores amostras poderão fornecer confirmar os resultados coletados até o momento. Assim sendo, espera-se contribuir para a utilização mais ampla do na avaliação psicológica de crianças. Palavras-chave: inteligência, criatividade,. 1. INTRODUÇÃO O desenho sempre foi uma das formas de comunicação mais utilizada pelo homem ao longo da história, antecedendo à escrita. Dessa forma a comunicação por desenhos é uma forma de linguagem universal. Na Psicologia, o desenho também passou a ser uma técnica de avaliação psicológica, em que vários testes utilizam-se dessa forma de linguagem como medida de desenvolvimento cognitivo, pensamento criativo, etc. Um exemplo dessa utilização é a partir do Desenho da Figura Humana () que é uma técnica de avaliação psicológica que possui diversos sistemas de interpretação. Como medida de avaliação dos aspectos cognitivos o desenho é entendido como expressão de aspectos de desenvolvimento existindo um ciclo infantil típico que pode ser observado a partir do desenho(bandeira, Costa &Arteche, 2008). No Brasil, baseando-se nos sistemas de Harris, Koppitz e Naglieri (Wechsler, 1996/2003), Wechsler elaborou um sistema quantitativo de avaliação do desenvolvimento cognitivo a partir do. A versão atual proposta por Wechsler (1996/2003) sugere a aplicação de dois desenhos: homem e mulher, que são corrigidos independentemente, mas cujos resultados serão somados a fim de se obter uma medida final. O desenho da figura feminina é avaliado conforme 17 itens. Já a figura masculina é avaliada conforme 18 itens, também subdivididos. Cada um dos itens é pontuado com um ponto quando presente. Os resultados brutos de cada figura e do total são convertidos em resultados padronizados considerando o sexo da criança que desenhou e a sua faixa etária. A partir do resultado padronizado obtém-se a classificação e o percentil. Também é possível identificar em uma lista de itens de desenvolvimento, como os que são esperados, comuns, incomuns e excepcionais para cada faixa etária.

2 Como foi observado por Oakland e Dowling (apud Wechsler & Schelini, 2002) algumas habilidades específicas parecem estar relacionadas com o desenho da figura humana, como por exemplo, coordenação viso-motora, discriminação visual e desenvolvimento da linguagem. A inteligência tem sido compreendida sob diferentes aspectos, incluindo as etapas envolvidas no desenvolvimento cognitivo e também os aspectos socioculturais que a influenciam. Já a criatividade é discutida sob diferentes pontos de vista, demonstrando ser um fenômeno de múltiplos aspectos, no qual interagem elementos cognitivos, características de personalidade, além das variáveis de natureza familiar, educacional e social (Wechsler, Nunes, Schelini, Ferreira & Pereira, 2010). A relação entre inteligência e criatividade é ainda muito discutida, como afirma Runco (2007), existindo questionamento se tratam dos mesmos fenômenos ou não. Em estudo recente, Wechsleret al. (2010) observou que a inteligência (avaliada pela Bateria Woodcok-Johnson) e criatividade (avaliada pelo teste de Torrance figural), eram fatores distintos. Por outro lado, Nakano (2012) observou que existiam relações significativas entre criatividade (avaliada pelo teste de Torrance figural) e de inteligência (avaliada pelo Desenho da Figura Humana). Assim sendo, faltam estudos que esclareçam melhor a relação entre a inteligência com a criatividade infantil, a fim de melhor compreensão destes processos. A criatividade tem sido muito estudada e definida de diversas maneiras, o que mostra que trata-se de um fenômeno complexo. A criatividade é um processo onde se encaixam os questionamentos sobre os tipos de pensamento que leva o sujeito a descoberta criativa, quais passos seguir para se atingir a produção criativa, características de uma personalidade criativa e também qual tipo de ambiente seria favorável à criatividade (Wechsler, 1993). Assim, os fenômenos criativos vêm sendo estudados sob diferentes enfoques; no Brasil, as pesquisas têm se voltado para a área da educação, tentando encontrar maneiras de estimular a motivação para aprender e estimular a criatividade nos alunos (Wechsler & Souza, 2011). O Teste do Pensamento Criativo - Produção Divergente de Urban & Jellen (1996), ou TCT-DP, é um instrumento que ajuda a identificar potenciais criativos, tanto os baixos como também os negligenciados ou mal desenvolvidos. O teste é baseado na produção de um desenho, em uma folha com vários estímulos. Esses estímulos mencionados aparecem sob a forma de elementos figurativos ou fragmentos que foram intencionalmente projetados em uma forma incompleta e irregular, a fim de alcançar o máximo de flexibilidade, de forma a estimular a criatividade. Em vez de conceitos, símbolos ou figuras holísticas, são utilizados fragmentos figurais que possuem vagos significados convencionais. O desenho concluído baseado nesses fragmentos é avaliado por meio de um conjunto de categorias que representam a teoria utilizada na construção desse dispositivo de avaliação (Urban, 2004). A produção divergente trata-se da formulação de alternativas variadas a partir da informação dada, onde o sujeito procura diferentes soluções para determinado problema (Wechsler, 1993). Considerando-se, então, a criatividade um fenômeno complexo com várias facetas e não haver, por enquanto, evidências conclusivas da existência de relações entre inteligência e criatividade, podemos nos questionar sobre a estimulação da criatividade em alunos com dificuldade de aprendizagem e se o desempenho cognitivo e acadêmico desses alunos poderia ser afetado (Dias, Enumo& Júnior, 2004). O desenvolvimento da criatividade de crianças e jovens tem sido bastante estudado por meio de testes, como aponta a revisão do estado da área nas publicações brasileiras (Nakano &Wechsler, 2007). Levando em consideração a necessidade de maior conhecimento sobre inteligência e criatividade, este estudo visou investigar as semelhanças e diferenças entre esses construtos. Outro foco de análise foram as influências de gênero e série educacional sobre o desenvolvimento intelectual e criativo de crianças e jovens. Assim, o objetivo deste estudo será investigar a relação entre inteligência e criatividade por meio de desenhos, utilizando o teste do Desenho da Figura Humana como medida do desenvolvimento cognitivo e o teste TCT-DP de Urban & Jellen como medida de criatividade. 2. MÉTODO Participantes A amostra final foi composta por 60 crianças (27 do sexo feminino e 33 do sexo masculino), com idades variando dos 6 aos 8 anos. Dessas crianças, 27 estudavam em escola particular e 33 em escola pública da cidade de Campinas. As escolas foram determinadas por critério de conveniência.

3 Instrumentos s instrumentos utilizados foram os indicadores cognitivos no Desenho, esse indicadores foram avaliados no dois desenho da figura feminina e masculina que seguiram o sistema elaborado por Wechsler, o III (2003). Esse sistema apresenta 57 indicadores cognitivos para o desenho da figura masculina (divididos em 18 áreas) e 58 indicadores para o desenho da figura feminina (divididos em 18 áreas). A confirmação da validade destes indicadores tem sido observada em vários estudos assim como a sua precisão. Também foi utilizado o Teste do Pensamento criativo- produção divergente-tct (Urban & Jellen, 1996), composto de rabiscos que devem ser completados em desenhos. Procedimento Esta pesquisa faz parte do projeto maior do orientador, já aprovado pelo Comitê de Ética institucional. Assim sendo, foi encaminhada um Termo de Consentimento Institucional para a diretoria das escolas, solicitando a sua permissão para a pesquisa em sua instituição. Após a anuência da direção, foram encaminhados os Termos de Consentimento para os pais dos alunos das faixas etárias envolvidas. Posteriormente, as crianças foram divididas em grupos de 15, indo para sala indicada pela escola, para a administração do teste do desenho e do pensamento criativo. A duração da sessão é de 1 hora, aproximadamente. Os resultados da pontuação da figura masculina e feminina forma comparados, por meio da de Pearson, com o desempenho no teste de pensamento criativo. Pretende-se assim avaliar se existem relações entre os conceitos de inteligência e criatividade, a fim de melhor esclarecer os processos intelectuais e criativos. A amostra total foi composta por 60 participantes, sendo 27 do sexo feminino (correspondendo a 45% do total) e 33 do sexo masculino (correspondendo a 55% do total). Tabela 2: Tipos de escola Frequência Percentil Particular Pública Total Dos sujeitos da amostra, 27 pertenciam à escola particular e 33 sujeitos pertenciam à escola pública. Tabela 3: Frequência de gêneros nos tipos de escolas Sexo Frequência Percentil Particular Pública Total Masculino Particular 17 51,5 Pública 18 48,5 Total A tabela 3 mostra que na amostra de sujeitos da pesquisa havia maior quantidade de sujeitos do sexo masculino (são 33 do sexo masculino no total e 27 do sexo feminino no total). 3. RESULTADOS Tabela 1: Descrição da amostra Frequência Percentual Masculino Total Tabela 4: Médias e Desvio Padrões no Sexo Média Desvio Padrão 23,44 7,592 Masculino 22,74 7,225 Total 46,19 13,751 TCT-DP 12,19 4,315 Masculino 22,79 5,036 Masculino 23,03 5,324 Total 45,82 8,809 TCT-DP 14,76 6,591

4 A tabela 4 mostra as médias e desvio padrão a partir de cada teste aplicado na amostra total de 60 sujeitos divididos entre sujeitos do sexo feminino e masculino. A média do (23,44) foi levemente maior que o Masculino (22,74) nos sujeitos do sexo feminino. Já nos sujeitos do sexo masculino a média do Masculino (23,03) foi maior que a média do (22,79). De uma forma geral, no Total os sujeitos do sexo feminino apresentaram uma média maior; Já no teste TCT-DP o sexo masculino apresentou uma média maior (14,76) que a do sexo feminino (12,19). Tipo Escola Tabela 5: Média e Desvio Padrão por tipo de Escola Média Desvio Padrão Particular 24,89 6,235 Masculino 25,22 5,679 Total 50,11 11,332 TCT-DP 13,52 6,253 Pública 21,61 5,984 Masculino 21 6,026 Total 42,61 10,04 TCT-DP 13,67 5,464 A tabela 5 mostra as médias e desvio padrão a partir de cada teste aplicado na amostra total de 60 sujeitos divididos entre escola pública e particular. A média do Total foi maior na escola particular (50,11). Já no teste de criatividade, o TCT-DP, os sujeitos da escola pública apresentaram maior média (13,67). A figura 1 mostra que no resultado total do, os alunos da escola particular apresentaram melhor desempenho. Já no teste de criatividade os alunos de escola pública apresentaram média superior. Tabela 6: entre teste TCT-DP e Desenho da Figura Humana () na Escola Pública Masculino Total TCT-DP *p<0,05 Total Os resultados da tabela 6 foram avaliados por meio da de Pearson e demonstraram não haver relação entre a criatividade figural e inteligência nos sujeitos de escola pública. A tabela mostra que não houve correlação significativa entre criatividade e inteligência, na aplicação dos testes Desenho da Figura Humana como avaliador do desenvolvimento cognitivo e o TCT-DP avaliando a criatividade figural. As comparações entre e Masculino com o Total mostram correlações positivas (0,835 e 0,837 respectivamente) como é esperado, mostrando que o teste realmente mede o que se propõe medir; assim como o teste TCT-DP correlaciona-se entre si (0,552). Já a correlação entre o teste e o TCT-DP foi muito baixa, como pode ser observado entre a comparação do valor de Total com o Total do teste TCT-DP, que apresentou a seguinte correlações de 0,103 nos sujeitos de escola pública. Correlações Masculino TCT- DP de Pearson 1 0,398 0,835 0,010 Significância 0,22 0,000 0,955 de Pearson 1 0,837 0,162 Significância 0,000 0,367 de Pearson 1 0,103 Significância 0,567 de Pearson 1 Significância Figura 1: Média por Tipo de Escola

5 Masculino Total TCT-DP Tabela 7: entre teste TCT-DP e Desenho da Figura Humana () na Escola Particular Os resultados da tabela 7 foram avaliados por meio da de Pearson e demonstraram também que não há relação entre a criatividade figural e inteligência nos sujeitos de escola particular. A tabela mostra que não houve correlação significativa entre criatividade e inteligência, na aplicação dos testes Desenho da Figura Humana como avaliador do desenvolvimento cognitivo e o TCT-DP avaliando a criatividade figural. As comparações entre e Masculino com o Total mostram correlações positivas (0,900 e 0,897 respectivamente) como é esperado, mostrando que o teste realmente mede o que se propõe medir; assim como o teste TCT-DP correlaciona-se entre si (0,692). Já a correlação entre o teste e o TCT-DP foi muito baixa, como pode ser observado entre a comparação do valor de Total com o Total do teste TCT-DP, que apresentou a correlação de 0,052 nos sujeitos de escola particular. 4. DISCUSSÃO Total Correlações Masculino TCT- DP de Pearson 1 0,615 0,900 0,044 Significância 0,000 0,000 0,736 de Pearson 1 0,897 0,049 Significância 0,000 0,707 de Pearson 1 0,052 Significância 0,692 de Pearson 1 Existem questionamentos sobre as possíveis relações entre criatividade e inteligência há mais de 40 anos e referem-se à dimensionalidade desses construtos. A partir dos testes aplicados, onde o Desenho da Figura Humana se propõe a avaliar o desenvolvimento cognitivo infantil através do desenho e o teste TCT-DP de Urban & Jellen que se propõe a avaliar potenciais criativos também através do desenho, pode-se perceber que, na amostra de sujeitos avaliada, não existe a relação entre os dois construtos: inteligência e criatividade; assim como foi observado também por Wechsler, Nunes, Schelini, Ferreira e Pereira (2010) na aplicação da bateria de testes Woodcock-Johnson III e o Teste de Pensamento Criativo de Torrance não existir relação entre inteligência e criatividade. Foi possível observar que em termos cognitivos, na aplicação do teste do Desenho da Figura Humana, os sujeitos do sexo feminino apresentaram uma média maior que os sujeitos do sexo masculino. Também no, os sujeitos de escola particular apresentaram melhor desempenho do que os sujeitos de escola pública. Entretanto, é interessante notar que no teste de criatividade, TCT-DP, os sujeitos da escola pública apresentaram melhor desempenho. A baixa correlação entre os construtos de inteligência e criatividade mostra uma independência entre eles, que também foi verificada por Wechsler et. al (2010) onde foi demonstrado que a inteligência pertence a um fator separado da criatividade e que foi confirmada por meio desse estudo. 5. CONCLUSÃO Essa pesquisa vem confirmar o que estudos anteriores já apontaram que a inteligência e criatividade são construtos independentes e não existe ou existe pouca relação entre eles. Esse estudo salienta a importância de se estudar a inteligência e a criatividade, já que exercem grande impacto sobre o potencial humano. Devem ser feitas pesquisas com maiores amostras para que se confirmem os resultados encontrados em estudos de amostras maiores. 6. AGRADECIMENTOS À Pontifícia Universidade Católica de Campinas pela bolsa e apoio concedidos. 7. REFERÊNCIAS 1- Bandeira, D.R. & Costa, A., A. Arteche. (2008) Estudo de validade do como medida de desenvolvimento cognitivo infantil. Psicologia Reflexão e Crítica, (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) 21, 2, Dias, T.L. &Enumo, S.R.F. & Júnior, R.R.A. (2004) Influências de um Programa de Criatividade no Desempenho Cognitivo e Acadêmico de alunos com Dificuldade de Aprendizagem. Psicologia em Estudo, Maringá, 9, 3,

6 3- Filho, P.G.S. & Alencar, E.M.L.S. (2003) Habilidades de pensamento criativo em crianças institucionalizadas e não institucionalizadas. Estudos de Psicologia, Campinas, 20, 3, Mendonça, P.V.C.F. &Fleith, D.S. (2005) Relação entre Criatividade, Inteligência e Autoconceito em alunos Monolíngües e Bilíngües. Psicologia Escolar e Educacional, Brasília, 9, 1, Nakano, T.C. &Wechsler, S.M. (2007) Criatividade: Características da produção científica brasileira. Avaliação Psicológica, Porto Alegre, 6, 2, Silva, T.F. & Nakano, T.C. (2012). Criatividade no contexto Educacional: análises de publicações periódicas e trabalhos de pós-graduação na área da psicologia. Educação e Pesquisa, São Paulo, 38, 03, Urban, K.K. (2004) Assessing Creativity: The Test for Creative Thinking - Drawing Production (TCT-DP).The Concept, Application, Evaluation, and International Studies. Psychology Science, 46, 3, Wechsler, S.M. & Souza, V.L.T. (2011) Criatividade e Aprendizagem. Caminhos e descobertas em perspectiva internacional.edições Loyola, São Paulo. 9- Wechsler, S. & Nunes, M. &Schelini, P. W. & Ferreira, A. & Pereira, D. A. (2010). Criatividade e inteligência: analisando semelhanças e discrepâncias no desenvolvimento. Estudos de Psicologia (UFRN), 15, Wechsler, S.M. (1993) Criatividade: Descobrindo e Encorajando. Contribuições teóricas e práticas para as mais diversas áreas. EditorialPsy, Campinas/SP 11- Wechsler, S.M. &Schelini.P.W. (2002) Validade do Desenho da Figura Humana para avaliação cognitiva infantil. Avaliação Psicológica, Porto Alegre, 1, 1,

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