Neiva Francenely Cunha Vieira Maria Marcilene da Silva Maria Grasiela Teixeira Barroso Maria do Socorro M Sherlock

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1 A VULNERABILIDADE AO HIV/AIDS EM ADOLESCENTES FEMININAS Neiva Francenely Cunha Vieira Maria Marcilene da Silva Maria Grasiela Teixeira Barroso Maria do Socorro M Sherlock Universidade Federal do Ceará Elevados índices de adultos jovens com aids motivaram este estudo. O objetivo foi identificar conhecimento e comportamento das adolescentes sobre vulnerabilidade ao risco de contrair HIV/aids na negociação de comportamentos sexuais seguros. Estudo quantitativo, realizado em uma escola governamental de Fortaleza, Ceará, Brasil. 113 adolescentes do sexo feminino, entre 14 a 19 anos participaram desta pesquisa. Utilizamos um questionário com questões de conhecimentos e comportamentos sob sexualidade, gênero, vulnerabilidade feminina a DST/aids. Os dados revelaram que 28% das informantes têm informação insuficiente quanto à transmissão do HIV/aids na relação com parceiros. 77% apontaram que o álcool não exerce influência na vulnerabilidade feminina ao HIV/aids. 71% afirmaram que o preservativo se faz necessário para prevenir aids e gravidez, e apenas 6% das informantes afirmaram que o preservativo se faz necessário para evitar aids. A grande preocupação das adolescentes é a gravidez indesejada. Elas afirmaram que diante de um relacionamento fixo (três meses de namoro) abandonaria o preservativo como prova de amor e fidelidade. Além das questões de gênero, as adolescentes acreditam que estão isentas de adquirir o virus HIVaids. Concluímos que as adolescentes femininas vivenciam as relações amorosas com emoção, entregam-se sem perceberem que, pouco a pouco estão mais vulneráveis. INTRODUÇÃO A literatura nos mostra que a idade de iniciação sexual, principalmente a feminina, vem decrescendo cada vez mais, a idade média está cinco anos abaixo da idade de suas avós, ironicamente mais próxima de suas bisavós, 15 anos (Mageste, 2003). Entretanto Silvia (1996) afirma que a iniciação sexual feminina era de 17 anos em Podemos observar que de 1996 para 2003 houve um decréscimo de 2 anos na iniciação sexual feminina. Essa mudança de comportamento predispõem às doenças sexualmente transmissíveis (DST), dentre elas a aids, que está no momento em ascensão. De acordo com Brasil (2004) o maior número de notificações acumuladas de HIV/aids entre 1980 a 1999 foram de casos, sendo que 43,23% do total concentra-se entre 15 a 24 anos. 553

2 A impulsividade faz parte da adolescência, como também o pensamento mágico voltado para a crença de que nada fora deste mundo projetado por eles poderá acontecer consigo, levando-o à adoção de comportamentos de riscos, mesmo que se encontrem corretamente informados, dessa forma sua vulnerabilidade tende a aumentar. Segundo Mann (1993) o modo como as pessoas estão enfrentando a pandemia do HIV/aids contribuí para esse aumento, distanciar-se do problema não os deixará isentos de uma infecção do vírus. Mesmo nos dias atuais ainda existe o "pensamento mágico" que o risco de tornar-se ou ter um familiar ou amigo soropositivo é praticamente inexistente. A aids, que a princípio era uma doença de caráter dominantemente masculino, nas últimas décadas vem assumido um caráter feminino, atrelada a essa mudança no perfil dessa epidemia encontramos alguns aspectos que favorecem essa vulnerabilidade. Um dos fatores que podem justificar é a juvenilização atrelados a aspectos emocionais, biológicos, socioculturais, assim como as questões de gênero A feminização vem no decorrer dos últimos anos sendo preocupação de muitos estudiosos, podendo ser compreendida a partir de diversos fatores: do ponto de vista biológica, a predisposição da mulher à infeção do HIV se deve a extensão e qualidade da superfície da mucosa vaginal, somada à concentração e tempo de vida do HIV, significativamente maior do sêmen do que no líquido da mucosa vagina (JIMENEZ, 2003). As diferenças de poder que existe na relação heterossexual, tendem a limitar a mulher na negociação da camisinha para prática do sexo seguro. Pois de acordo com Czeresnia et al (1995) é um dos problemas mais crítico para as mulheres é a negociação do uso do preservativo pelo parceiros, destaca ainda que, quanto menor o poder de barganha tem a mulher, maiores serão os riscos dela se infectar. A adolescente está cada vez mais tendo relações sexuais com homens mais velhos, o que a deixa mais vulnerável a infeção pelo HIV/aids e outras DTS, levando em consideração que esse homem possivelmente teve uma vida sexual mais longa, e conseqüentemente um maior número de parceiras (DIAS,2003). Refletimos acerca dessas questões e acreditamos que estejam entrelaçadas com questões voltadas para a postura da mulher diante de suas escolhas. É importante salientar que nesta fase da adolescência, os altos índices são muito alto com adolescentes com aids, em especial do sexo feminino. Soares (2000) com base nos dados da Organização Mundial se saúde (OMS) afirma que diariamente mais de 7 mil jovens entre 10 a 24 anos no mundo são contaminados pelo vírus HIV. Dessa forma, a cada minuto, cinco jovens estão sendo infectados, num total de 2,6 milhões por ano. Diante de inúmeras constatações acerca da temática na literatura, pretendemos neste estudo, identificar o conhecimento e comportamento das adolescentes sobre vulnerabilidade ao 554

3 risco de contrair HIV/aids, considerando as relações de gênero, sociais e culturais que estão envolvidas no processo de negociação de comportamentos sexuais seguro. METODOLOGIA Estudo de natureza quantitativa, desenvolvido no Colégio Municipal de Ensino Fundamental e Médio Filgueiras Lima, localizado no município de Fortaleza-Ce. Esta instituição de ensino vivência sérios problemas financeiros, tais como: está com corpo docente defasado, ocorre abandono do ano letivo por muitos alunos, entre outros. A população constou de 113 adolescentes do sexo feminino, representando 36% das estudantes da Escola., que cursavam da 8 do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. Os critério de inclusão no estudo foram: ser mulher; estar regulamente matriculada da 8 do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio, estar na faixa etária entre 14 a 19 anos e a aceitação em participar do estudo. Para a realização desta pesquisa, optamos por um questionário estruturado com perguntas fechadas e auto-aplicativo (Anexo), o qual se mostrou adequado, pois nos possibilitou colher informações precisas e necessárias à pesquisa. A direção da escola cedeu 30 minutos para aplicação dos questionários, que foram aplicados em salas de aula (16 turmas). No primeiro momento, dialogava-se como as adolescentes, explicando-se o objetivo e leitura do questionário e do termo de consentimento, no qual foram esclarecidos os direitos das pesquisadas. Durante a aplicação dos questionários, algumas alunas apresentaram dúvidas sobre sexualidade/sexo, normalmente ficávamos alguns minutos a mais para esclarecimentos. A análise dos dados decorreu das informações coletadas através do questionário, com o intuito de identificar o conhecimento e comportamento das adolescentes sobre vulnerabilidade a HIV/aids/DST. Os dados foram agrupados em conformidade com a técnica de abordagem, através de tabelas, quadros, gráficos e fundamentados em literatura. A pesquisa obedeceu a todas as recomendações da Resolução 196 de 10 de outubro de 1996 do Conselho Nacional de saúde Ministério da Saúde referente a estudos envolvendo seres humanos. O presente projeto obteve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Ceará, posteriormente iniciou-se a coleta de dados. 555

4 RESULTADO E DISCUSSÃO 1. CARACTERIZAÇÃO DOS SUJEITOS: As adolescentes O quadro 01 apresenta as características dos dados sócio-demográficas das adolescentes em estudo. Constatamos que a maioria das adolescentes 49 (43%), estão entre a faixa etária de 16 a 17 anos. Segundo Brasil (2002) o número de adolescentes existente no Brasil são de 35,3 milhões, o que corresponde a 23,4% da população brasileira. Deste quantitativo, 46% são do sexo feminino e 50,6% são do sexo masculino. Na escolaridade podemos observar que 1 e 3 ano do ensino médio tiveram um maior número de adolescentes, cada turma 38 (33,6%) alunas, totalizando 76 (67,2%) alunas respectivamente. Referente ao estado civil atual, 107 (94,6%) adolescentes solteiras, cinco (4,4%) casadas e uma (0,8%) separada. Os dados apresentados nessa tabela mostram ainda que a crença religiosa predominante é a católica 74 (65,6%). No total da amostra, 96 (84,8%) alunas indicaram que a renda familiar total é de até 2 salários mínimos 1. Segundo Borges (2002) essas famílias pertencem a uma situação social pouco favorável, em que os acessos aos serviços de educação e saúde muitas vezes são limitados ou deficientes. Este tipo de condição tende a maximizar os riscos no qual as adolescentes podem enfrentar nas situações cotidianas. A epidemia HIV/aids atingiu inicialmente indivíduos de maior renda, mas a tendência atualmente é a população de baixo poder econômico, afetada pela exclusão social, desemprego, baixa escolaridade e dificuldade de acesso aos serviços de saúde (SANTOS; SANTOS, 2004). Dytz (2000, p: 80) afirma que o alvo da atenção das políticas e saúde pública foi e continua sendo a adolescente oriunda de família de baixa renda, que encontra-se mais susceptível de ter contato, cada vez mais cedo, com atividade sexuais. Dados estatísticos revelam alguns padrões de risco, entretanto não revelam a realidade concreta dessa população alvo, como também seu nível de qualidade de vida. 1 O Salário mínimo de R$ 260,00 (Duzentos e sessenta reais). 556

5 QUADRO 01: Distribuição sócio-demográfica das adolescentes do estudo segundo informações, Fortaleza, Faixa etária Sócio-demográfica N % 14 a 15 anos a 17 anos a 19 anos Escolaridade 8 serie do ensino fundamental 1 ano do ensino médio 2 ano do ensino médio 3 ano do ensino médio ,9 33,6 24,7 33,6 Estado Civil Solteira Casada Separada ,6 4,4 0,8 Crença Religiosa Católica Evangélica Espírita Outros ,6 27,4 4,4 2,6 Renda familiar Até um salário mínimo Até dois salários mínimo Até cinco salários mínimo Mais de cinco Salários mínimos ,4 42,4 12,3 2,6 2. GRAU DE INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO DAS ADOLESCENTES NAS FORMAS DE TRANSMISSÃO DO VÍRUS HIV. Em relação ao grau de informação e conhecimentos de transmissão do vírus da aids, 113 (100%) adolescentes apontaram que as formas de transmissão biológica ocorrem através do sangue e esperma, entretanto desta, sete apresentaram dúvidas quanto à saliva e à lágrima, ou seja, se estas podem ser veículos transmissores do vírus HIV. Quanto à transmissão na relação com parceiros, as informantes assim manifestaram, 113 (100%) adolescentes apontaram que o homem pode transmitir aids para mulher, para 81 (72%) informantes afirmaram que o homem pode transmitir aids para outro homem, 103 (91%) informantes concordam que a mulher pode transmitir aids para homem, 95 (84%) informantes disseram que o vírus não pode ser transmitido de mulher para mulher, 18 (16%) informantes afirmaram que o homem não transmiti aids para outro homem e 14 (12%) informantes disseram não saber informar, estes 557

6 dois últimos revelam que as adolescentes ainda possuem informações insuficientes sobre a transmissão do HIV nas relações com parceiros. A maioria das adolescentes demonstra conhecer as formas de transmissão da aids, entretanto, ainda consta na literatura registros de altos índices de casos infectados pelo vírus HIV/aids e até mesmo de gravidez precoce nessa faixa etária, que se atribui a não adesão de comportamentos sexuais seguro. Ayres e Fontes (1998) afirmam que a mudança de comportamento não depende somente da vontade individual, porém das condições que possam disponibilizar a informação e compreensão das questões culturais do seu enfrentamento. Quanto às medidas preventivas contra aids, 112 (99%) adolescentes afirmaram que o preservativo oferece proteção contra o vírus HIV/aids, dentre estas 29 (26%) adolescentes disseram que o coito interrompido oferece também proteção contra o vírus. Mas uma vez, o estudo traz evidências de conhecimentos de comportamentos vulneráveis, isso deve-se a falta de processos educativos adequados sobre os métodos preventivos, articulando conhecimentos, valores culturais, percepção de vulnerabilidade e adesão ao comportamento sexual seguro. O quadro 02 mostra comportamentos que segundo as adolescentes indicam o nível de risco para mulheres em relação ao HIV. Observamos que 58 (51%) afirmaram nenhum risco e baixo risco 42 (37%) na relação em que casal heterossexual só fazem sexo entre si. Quando a relação casal heterossexual, a mulher ocasionalmente faz sexo com outros homens, 85 (75%) indicaram esse comportamento como de alto risco, 75 (66%) afirmaram alto risco para casal heterossexual que ocasionalmente o homem faz sexo com outros homens. É pertinente observarmos que na relação heterossexual, quando o homem ocasionalmente faz sexo com outras mulheres, 100 (88,5%) adolescentes afirmaram que essa relação é de alto risco, frisa-se, ainda, que para estas, as relações extraconjugais dos parceiros com homens representam menor risco a DST/aids do que as relações com mulheres. As informantes foram quase unânimes 112 (99,2%) apontaram que mulher com múltiplos parceiros possui alto risco para adquiri o vírus HIV/aids. Jedás (2004) constatou em um estudo que casais que possuem relação estável e outra (s) eventual (is), 33% só utiliza o preservativo na relação eventual, sendo que 31% não utiliza em nenhuma das relações sexuais. Para Ayres (1996) a noção de vulnerabilidade busca fornecer elementos para avaliar objetivamente as diferentes chances que todo e qualquer indivíduo têm em se contaminar, em especial as características individuais e sociais. 558

7 QUADRO 02: Nível de conhecimento das adolescentes relacionado a transmissão do HIV/aids nas relações sexuais ( hete/homo/bissexuais, Fortaleza Ce, Tipos de relações sexuais Homem e mulher que ocasionalmente só fazem sexo entre si Homem e mulher, em que ocasionalmente esta faz sexo com outros homens. Homem e mulher, em que ocasionalmente aquele faz sexo com outros homens. Homem e mulher, em que ocasionalmente aquele faz sexo com outras mulheres. Mulheres que têm vários parceiros sexuais. Nenhum risco Baixo risco Médio risco Alto risco Não sabe N % N % N % N % N % 58 51, ,8 02 1,8 03 2, ,8 02 1, , ,9 10 8, ,5 01 0, , Homens com vários parceiros sexuais , * Algumas alunas deixaram de responderam alguns itens. 3. VULNERABILIDADE A AIDS. Ao analisar o gráfico 01 constatamos que 88 (77%) das adolescentes apontaram que o uso de bebida alcóolica não exerce nenhuma influência no aumento da vulnerabilidade aos riscos do HIV, 23 (21%) alunas afirmaram que a bebida poderá exercer influência e dois (2%) não souberam informar. Esses dados nos faz refletir sobre a percepção das adolescentes quanto a vulnerabilidade ao HIV/aids e sua relação com uso de bebida, visto que as adolescentes não têm compreensão de uma situação que poderá gerar ou expó-la a uma comportamento sexual inseguro. Para Mann (1993) a vulnerabilidade aumenta a medida que a pessoa inala ou usa qualquer substância, seja por via oral ou endovenosa, podendo desta forma vir adotar comportamentos que a deixa vulnerável a determinadas situações. O consumo de álcool constitui um grave problema de saúde pública, com complicações que podem atingir a vida pessoal, familiar, escolar e social do usuário. A ação depressora do álcool no cérebro produz mudanças emocionais e comportamentais que quando tomada mesmo que em pequenas quantidades é considerada desinibidora e afrodisíaca (ADROGA.CASADIA, 2004). 559

8 Em uma pesquisa Jedás (2004) evidenciou a vulnerabilidade do adolescentes em relação às DST/aids, constatou que 28% dos adolescentes sexualmente ativos fazem uso de álcool antes das relações sexuais.... o preservativo masculino/feminino são a única barreira comprovadamente eficaz contra a aids (CEARÀ, 2002; p: 121). Afirma Bibliomed (2004) que mesmo sabendo avaliar os riscos da HIV/aids, em geral muitos adolescentes se crêem invulneráveis, outros até saberiam se proteger, porém às vezes não dispõem da habilidade social para fazê-lo, como também a ansiedade que impedem certos jovens de usar os preservativos, pois o uso destes exigiria atenção e cooperação de seus parceiros. GRÁFICO 01. Distribuição de opiniões das adolescentes quando a influência do uso de bebida alcóolica no aumento da vulnerabilidade nos riscos da aids, Fortaleza Ce, % 2% Não influência Sim, influência Não souberam responder 77% Já a tabela 01, abaixo descrita, apresenta distribuição das adolescentes de acordo com a vida sexual e a adesão ou não do preservativo na primeira relação sexual. Verificamos que das 113 adolescentes em estudo, 43 (38%) adolescentes tiveram sua primeira relação sexual, em que 26 (60,5%) destas afirmaram ter usado preservativo na primeira relação sexual e 17 (39,5%) apontaram não ter usado preservativo na primeira relação. A média da iniciação sexual das adolescentes em estudo foi de 15,83 anos de idade, assim observamos que a média do estudo está um pouco acima da média nacional, divulgada no Jornal Folha de São Paulo (2003) divulgou que no Brasil às adolescentes se iniciam sexualmente com 15 anos. 560

9 Segundo Costa et al (1999) a iniciação sexual precoce representa muitas vezes uma defesa para enfrentar certas situações, ou para suprir carências pessoais. Vitiello (2003) ressaltar uma tendência em diminuir a idade em que ocorre a iniciação sexual. Saito (2004) nos informa que no início do namoro, os adolescentes costumam usar preservativos nas relações sexuais, entretanto após algum tempo, eles acreditam que o anticoncepcional já é o suficiente para evitar o mais temido problema, uma gravidez indesejada. O amor e a confiança que os adolescentes sentem um pelo outro levam a uma crença de que o parceiro está livre das DST, abandonam o preservativo e se tornam vulneráveis. TABELA 01: Distribuição das adolescentes quanto a idade que tiveram sua primeira relação sexual e o uso do preservativo, Fortaleza-Ce, Uso do preservativo na primeira relação sexual Faixa Etária Usou Não usou TOTAL N % N % N % 13 a 14 anos a 16 anos a 18 anos TOTAL HIV/aids por não se sentirem à vontade com sua sexualidade. CONSIDERAÇÕES FINAIS Os dados reforçam que a vulnerabilidade biológica caminha muito próximo da vulnerabilidade social dessas adolescentes, elas detém na grande maioria das vezes a informação, entretanto essa informação não é suficiente para adoção de um comportamento sexual seguro, assim constatamos através dos dados apresentados, que as adolescentes em estudo estão em situação vulnerável. Assim, observamos que 51% das adolescentes afirmaram que homens mais velhos despertam mas interesse, acreditamos que tal fato contribua para a diminuição do poder de baganha, o que de certa forma tornará a negociação do preservativo na relação sexual mas difícil. 561

10 Constatamos que às adolescentes apresentam risco para aquisição da aids/dst, como também para uma gravidez indesejável, devido à falta de adesão aos métodos preventivos, como o uso do preservativo, pelo menos constantemente, já que a grande maioria afirmou (mesmo às que não tem vida sexual) que abandonaria diante de um namoro fixo. Além das questões de gênero, que envolve o medo de perdê-lo ou até mesmo de serem rotuladas como menina fácil quando solicitado o preservativo ao parceiro, destacamos algo muito mais forte, que é o fato de que as adolescentes acreditam que estão isentas, e, também que ao solicitar o preservativo estará pondo em prova a fidelidade de ambos, em especial a do parceiro, que na concepção destas, acusará sua culpa, é como se fosse um pacto de amor à não adesão ao preservativo. As informações e comportamentos justificam os altos índices em relação a DST/HIV/aids e gravidez precoce, é o arcaico e atual pensamento mágico: sou imune. Diante do exposto, concluímos que as adolescentes femininas vivenciam as relações amorosas com subjetividade, com a emoção, entregam-se a paixão de corpo e alma, e sem perceberem, paulatinamente estão mais vulneráveis, em oposição aos adolescentes masculinos que em sua grande maioria vivenciam as relações amorosas com objetividade, sem que o emocional possa ditar as regras do jogo da paixão. É importante destacamos que os dados revelaram a necessidade da escola caminhar mas próximo dos alunos, no sentido de informar, como também de monta estratégias que possa minimizar as estatísticas. Não excluído os profissionais de saúde, em especial o enfermeiro, que poderá atuar como promotor de saúde, principalmente no âmbito escolar. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ADROGA.CASADIA. Disponível em: <http//: adolescente >. Acesso em: 04 nov. 2004, 15:20h. AYRES, R.C.M. HIV, AIDS, DST e abuso de drogas entre adolescentes: vulnerabilidade e avaliação de ações preventivas. São Paulo: Casa de Edição, 1996; p: 5 AYRES, J.R.C.M; FONTES, M. Adolescência e vulnerabilidade. Entendendo a adolescência. Fortaleza, 1998; p: 23. (Projeto amor à vida). BIBLIMED. Disponível em: <http//:www.bibliomed.com.br/lib>. Acesso em: 04 out BORGES, J. P. A compreensão de sexualidade na visão do adolescente. Monografia. Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Fortaleza,

11 BRASIL, M. Ministério da Saúde. A saúde dos adolescentes e jovens: uma metodologia de auto-aprendizagem para equipes de atenção de saúde Modulo I. Brasília (DF): Secretária de Política Públicas de Saúde e Secretária de Assistência à saúde; BRASIL, M. Boletim Epidemiológico Aids. Ano XVII, nº à 52 Semanas Epidemiológico. Jan/dez Ministério da Saúde. Secretária de vigilância em saúde. Programa Nacional de DST e aids BRASIL, M. Disponível em http: < Acesso em 15 Jun CEARÁ. Secretária de Saúde. Saúde Reprodutiva e Sexual: um manual para atenção primária e secundária (nível ambulatorial). Secretária de Saúde do Ceará. Fortaleza Ce; SESA: COSTA, A.G. O adolescência como protagonista. Cadernos Juventude, Saúde e Desenvolvimento, v.01, ago. 1999; p: 75 à 79. CZERESNIA, D; SANTOS, E.M; BARBOSA, R.H.S; MONTEIRO, S. AIDS: Pesquisa social e Educação. São Paulo, Hucitec Abrasco, DIAS, S. Gênero e HIV: vulnerabilidade da mulher nos países em desenvolvimento. IV Congresso Comunicação. Ciência social e comportamental. Portugal Disponível em < Acesso em: 24 jun DYTZ, J.L.G. O modo de vida e seu impacto na saúde reprodutiva da adolescente de baixa renda: Um encontro da Enfermagem com o adolescente brasileiro. Brasília, ABEn / Governo Federal, JEDÁ, L. S. Imaginário do risco da aids entre jovens: vulnerabilidade e prevenção. Disponível em: < http//: Acesso em: 04 out Associação Brasileira de Adolescência. JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO. Garota é mais infectada que garoto. Disponível em: <http:www.uol.com.br/folhadesaopaulo>. Acesso em: 23 mai JORNAL O POVO. Aids atinge mulheres cada vez mais jovens. Fortaleza Ce. 30 jul. 1999; p:11 JIMENEZ, L. Aprendendo a escolher: opções contraceptivos e prevenção dos DST/HIV. Relato de experiência com um grupo de mulheres trabalhadoras do sexo. 4º Congressocomunicação. Tema Ciência social e comportamento MAGESTE, P. A nova ordem sexual: Revista Época. Globo. n dez NEGRÃO, I.P. Nossa vida, nossa tempo. In: Brasil. Ministério da saúde. Coordenação Nacional de DST e AIDS. Prevenir é sempre melhor. Brasilia, 1998;p:63. RIOS,L.F. Parceiros e práticas sexuais de jovens e homossexuais. Caderno de Saúde Publica. Rio de janeiro. n: 19 (Supl: 2);p: s

12 SAITO, L.T. Adolescentes abandonam preservativo. Disponível em: <http//: Acesso em: 12 nov SANTO, V.L; SANTOS, C.E. Adolescentes, Jovens e Aids no Brasil. Disponível em: <http//: Acesso em: 04 nov SILVEIRA, M.F; BERIA,J.V; HORTA, B. ET AL. Autopercepção de vulnerabilidade às doenças sexualmente transmissíveis e aids em mulheres. Revista de Saúde Pública (online). Dez.2002,vol:36,n:6. Disponível em< >. Acesso em: 07 jun SILVIA, A.M.R.. Sexualidade na adolescência: implicações para a prevenção da infeção pelo o HIV/aids. Fortaleza Dissertação de mestrado Universidade do Ceará. Departamento de Saúde Comunitária. SILVIA,M.M; VIEIRA,N.F.C. Uso dos meios de comunicação por adolescentes como fonte de informação sobre sexo/sexualidade: XXIII Encontro Universitário de Iniciação à Pesquisa da Unoversidade Federal do Ceará. 01 jul SOARES,M. HIV Contamina 5 por minuto. In: Jornal O POVO. Fortaleza - Ce. 24 nov VITIELLO, N. Disponível em < http: em: 28 agos

13 ANEXO Questionário aplicado às participantes do estudo: Adolescentes femininas e sua vulnerabilidade acerca dos riscos do aids/hiv. 1. Idade: 2. Escolaridade: ( ) 8 ensino fundamental ( ) 1 ensino médio 3. Seu estado civil: ( ) 2 ensino médio ( ) 3 ensino médio Turno: M T N ( ) solteira ( ) Casada ( )Separada ( )outros: 4. Qual sua religião? ( ) Católica ( ) Evangélica ( ) Espiritismo ( )Outros: 5. Em qual dessas faixas de renda sua família se enquadra? Salário mínimo ( R$ 260,00 - Duzentos e sessenta reais). ( ) Um salário mínimo ( ) Até dois salários mínimo ( ) Até cinco salários mínimo ( ) Mais de cinco salários mínimo 6. As formas de transmissão da aids ocorre através de: Saliva Sangue Esperma (liquido que sai do pênis) Lágrima Certo Errado Não sei 7. Na sua opinião quem passa a aids na relação sexual? Responda uma por uma a todas as questões: Sim Não Não sei O homem pode passar aids para a mulher? O homem pode passar aids para outro homem? A mulher pode passar aids para o homem? A mulher pode passar aids para outra mulher? 8. Na sua opinião, o que dá proteção contra a transmissão do vírus da aids. Camisinha Pílula anticoncepcional Coito interrompido Lavar a genitália (pênis / vagina) após relação sexual Injeção Dá proteção Não dá proteção 565

14 9. Classifique esses comportamentos segundo sua opinião: nenhum risco, baixo risco, médio risco, alto risco. Nenhum Baixo Médio Alto risco risco risco risco homem e uma mulher que só faz sexo entre si Casal homem e mulher que ocasionalmente a mulher faz sexo com outros homens Casal homem e mulher que ocasionalmente o homem faz sexo com outros homens Casal homem e mulher que ocasionalmente o homem faz sexo com outras mulheres Mulheres que tem vários parceiros sexuais Homens que tem vários parceiros sexuais 10. Marque de acordo com sua opinião sim/não: A bebida aumenta o risco na transmissão do HIV? O sexo anal não transmite aids? O sexo oral transmite aids? Transar no período menstrual protege contra aids? 11. teve sua primeira relação sexual? ( ) Sim ( ) Não 11.1 Se sim, com que idade? 11.2 faz uso de camisinha? Sim ( ) Não ( ) 12. Numa relação sexual as adolescentes em geral costumam usar camisinha? ( ) Solicitam o uso das camisinha em todas as relações sexuais ( ) Somente em algumas relações sexuais ( ) Não costumo usar camisinha, por que faz uso de contraceptivo (pílula) ( ) Não solicitam por que tem medo ou vergonha de pedir 13. A adolescente pede o uso da camisinha, devidos a seguintes razões: (pode marcar mais de uma). ( ) Sim, por que não quero engravidar ( ) Sim, por que não quero pegar aids ( ) Não, por que confio nele ( ) Não, por que teria vergonha de pedir ( ) Não, por que teria medo de perdê-lo ( ) Não, porque ele poderia pensar mal de mim ( ) Não, pois estragaria o momento. 14. Quando se namora há algum tempo com a mesma pessoa, e se faz sexo com ela, você acha que: ( ) Não é necessário o uso da camisinha, depois de algum tempo (Ex. a partir de 3 meses) ( ) É necessário sempre para evitar uma gravidez ( ) É necessário para evitar aids ( ) É necessário para evitar ambas, uma gravidez e aids 15. Você deixaria de usar a camisinha numa relação sexual quando ele : É bonito Parece limpo e cheiroso É de boa família É seu namorado fixo. É seu conhecido a bastante tempo Sim Não Não sabe Sim Não Não sabe 566

15 16. Você acha que, quando uma garota vai ter sua primeira relação sexual com um rapaz que gosta, ela: ( )pede ao rapaz para que use camisinha e só aceita ter relação se ele concordar em usar o preservativo ( )pede para ele usar, mas transa mesmo que ele recuse ( )tem vergonha de falar sobre isso 17. Para você quando é necessário uma adolescente solicitar ao parceiro para usar camisinha. ( )para evitar gravidez ( )quando o menino é galinha (não confia no menino) ( )quando não está menstruada ( )sempre 18. O que uma adolescente espera do parceiro em uma relação sexual? ( ) que seja carinhoso ( ) que tome todas as iniciativas ( )que lhe satisfaça (lhe dê prazer) ( ) que seja rude; grosseiro 19. As adolescentes se sentem mais atraídos por parceiros: ( )homens mais velho ( )homens mais jovens ( ) na mesma faixa etária ( )um pouco mais velho 20. Quando você acha que uma adolescente deve transar. ( )sempre que receber uma cantada ( )apenas quando já paquerou ( )quando faz tempo que estou sozinha (carente) ( )quando o homem é insistente ( )quando o namoro está firme 21.Quando você acha que uma adolescente deve transar. ( )sempre que receber uma cantada ( )apenas quando já paquerou ( )quando faz tempo que estou sozinha (carente) ( )quando o homem é insistente ( )quando o namoro está firme 567

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