O CONHECIMENTO BÁSICO DA COMUNIDADE ESCOLAR SOBRE HIV/AIDS

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1 Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2010, v. 11, n. 11, p O CONHECIMENTO BÁSICO DA COMUNIDADE ESCOLAR SOBRE HIV/AIDS GONÇALVES, B.F.da S.¹; DE BRITO, D.M.¹; PEDRO, E. M. ¹; CALVO, F.L.M.¹; SPERLICH, J.F.S.¹; RAMOS, P.C.dos S.¹. Graduação em Biomedicina do 3 Período Universidade Castelo Branco Campus Realengo/ Rio de Janeiro Brasil ¹ RESUMO A pesquisa foi elaborada visando ao alcance de duas finalidades, a primeira consistiu na identificação do nível de informação do público delimitado na presente pesquisa, referentes ao vírus da imunodeficiência humana (HIV) e à doença intitulada Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS). O meio utilizado foi a comparação entre o conhecimento apreendido até então pelos respondentes e o que a ciência atesta acerca do assunto. A segunda finalidade teve o caráter preventivo, informando os envolvidos sobre os conceitos e ações necessárias para lidar com a problemática no dia a dia. Palavras-chave: HIV, DST, AIDS, SIDA. INTRODUÇÃO A constante evolução do homem e da sociedade tem sido acompanhada do surgimento de doenças e anomalias que desafiam a ciência a encontrar soluções para amenizá-las e erradicá-las do convívio humano. Este estudo propôs-se analisar o conhecimento básico sobre o vírus da imunodeficiência humana (HIV) e da doença conhecida como Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS), pelos adolescentes nas faixas etárias de anos do Colégio de Aplicação Dr. Paulo Gissoni e adultos acima de 40 anos da Universidade Castelo Branco (UCB) localizados no campus Realengo e no entorno. A experiência mundial de uma década e meia de história da AIDS tem ensinado à humanidade que a prevenção bem-sucedida se baseia em alguns elementos: a informação, a educação, bem como a adequação dos serviços de saúde e assistência social às necessidades da comunidade que sofre as consequências da epidemia. De acordo com Mann et al (1993), desta perspectiva de análise, vinculam-se as dimensões individual, social e institucional/estatal da vulnerabilidade à AIDS (3). Até 1992, as políticas do governo brasileiro para a prevenção da AIDS não tinham conseguido implementar programas básicos de prevenção e assistência que demonstrassem um impacto significativo frente à crise gerada pela epidemia de AIDS, mostrando, ao contrário, uma determinação política hesitante (Parker, 1994). Aparentemente, o papel de setores da sociedade civil organizada, em particular o das organizações não governamentais, tem sido fundamental não só no que diz respeito à prevenção da infecção, mas também no que tange à garantia dos direitos de cidadania e a reivindicação de assistência básica e tratamento às pessoas vivendo com AIDS (Vallinoto, 1991; Parker, 1994). Há consenso mundial quanto à importância decisiva de se implementarem programas de prevenção para jovens, antes que estes iniciem práticas comportamentais que possam aumentar o risco de transmissão do vírus (HIV). O trabalho preventivo com jovens faz-se importante, à medida que vários estudos em geral evidenciaram o aparecimento de soropositividade para o HIV já na adolescência [2]. Os estudos sobre a temática enfatizaram que o conhecimento sobre HIV/AIDS está presente na realidade dos adolescentes e adultos acima de 40 anos. Entretanto, verificou-se que para este último público, de faixa etária superior, faltam informações mais claras e objetivas relacionadas à temática. O conhecimento da doença, de como se manifesta, além do incentivo à sua prevenção são de fundamental importância para que o preconceito não se prolifere, dificultando o acesso e convívio dos portadores do vírus HIV e

2 a doença AIDS [3] na sociedade. No Brasil, informações e trabalhos práticos com adolescentes ainda são escassos. Constatou-se que há uma influência significativa da história cultural brasileira ainda tradicional, referente aos gêneros masculino e feminino, assim como da sexualidade. Esta limitação acabou por interferir nas decisões que parte dos adolescentes tomou a respeito de suas respectivas condutas sexuais, bem como desta temática ainda ser considerada como tabu entre o público adulto pesquisado. Estes aspectos da realidade por vezes não são contemplados nos estudos sobre a AIDS e a sua desconsideração pode induzir a concepções e ações que não correspondam às necessidades do público alvo e do contexto específico do cotidiano. O referido estudo caracterizou-se por proporcionar ações de prevenção, representadas por práticas educativas no campo da saúde, respeitando os contextos social e cultural do público delimitado na pesquisa. Material e métodos Para a coleta de dados, utilizou-se o instrumento que consistiu em um questionário estruturado com questões fechadas. O estudo caracterizou-se por identificar os conhecimentos adquiridos pelos respondentes sobre o vírus HIV e a doença AIDS, assim como os respectivos comportamentos adotados frente aos mesmos. A pesquisa foi realizada com adolescentes de 14 a 17 anos no Colégio de Aplicação Dr. Paulo Gissoni e adultos maiores de 40 anos. Para estes respondentes de maior faixa etária foi aplicado inicialmente no campus de Realengo da Universidade Castelo Branco, no entanto ao constatar a escassez deste público, a delimitação foi estendida para o entorno da instituição. Ainda junto a estes protagonistas foram identificadas significativas recusas e objeções em participar da pesquisa. Como forma de cumprir uma das finalidades do estudo, foram entregues de folders explicativos a fim de contribuir com o esclarecimento da temática abordada. RESULTADOS Foi desenvolvida uma tabela de referência como padrão para a comparação dos níveis de informação sobre HIV/AIDS dos resultados obtidos na pesquisa, tendo sido analisadas a quantidade de acertos e os resultados classificados como BOM (19-23), REGULAR (11-18) e RUIM (1-10). Obtiveram-se através da tabela de referência [tabela 1], os seguintes dados gerais: Tabela 1 NÍVEL DE INFORMAÇÃO GERAL SOBRE O TEMA QUANTIDADE DE ACERTOS AVALIAÇÃO BOM REGULAR RUIM Gráfico 1 ADOLESCENTES ENTRE anos REGULAR 29% RUIM 0% Gráfico 2 BOM 71% BOM REGULAR RUIM 11

3 Gráfico 2 Gráfico 3 ADULTOS ACIMA DOS 40 ANOS REGULAR 45% RUIM 0% BOM 55% BOM REGULAR RUIM Gráfico 4 12

4 DISCUSSÕES Durante a pesquisa, algumas mulheres relataram de que não faziam a utilização do preservativo durante o ato sexual, pois eram casadas e possuíam apenas um parceiro, deixando assim a ideia de que confiam totalmente em seus pares. Outras mulheres questionaram que se seus parceiros tiverem relação sexual fora do casamento sem a utilização do preservativo, elas estariam desprotegidas e sendo assim correriam o risco de contraírem uma doença sexualmente transmissível (DST) e até mesmo o vírus HIV. Um ponto crítico nesta pesquisa foi a recusa de alguns homens (acima de 40 anos) em responder o questionário. Os principais argumentos foram: somente jovens teriam o risco de contrair o vírus HIV/AIDS, não desejavam expor seus pensamentos e conhecimentos sobre o assunto. Sendo assim foi respeitado o direito ético de não participação no estudo ou de não responder determinadas questões. Dentre 100 pessoas que concordaram em participar da pesquisa, somente três pessoas perguntaram sobre o assunto e qual a finalidade da mesma. Foi observado que nas respostas das questões 1 e 2 do questionário sobre vacina eficaz e remédio capaz de promover a cura da AIDS, alguns indivíduos confirmaram a existência tanto da vacina quanto de remédio eficaz de cura. Porém, mediante as informações obtidas durante a pesquisa, não foram encontradas evidências que comprovassem a existência de uma vacina ou remédio que curassem a AIDS. Contudo, foram identificados diversos registros sobre pesquisas que estão sendo desenvolvidas a respeito da vacina e medicamentos já existentes que retardam o desenvolvimento viral (antirretrovirais), destacando-se Teixeira e Silva (2008). [5]. Assunto este que poderá ser um objeto de outro estudo, dada a limitação de tempo destinado ao presente trabalho. CONCLUSÃO Concluiu-se que não houve uma discrepância nos resultados obtidos entre adolescentes de anos e adultos acima de 40 anos no que se refere ao nível de informação sobre o vírus HIV e a doença AIDS. No entanto, foi observado que a maioria dos adolescentes faz uso do preservativo durante as relações sexuais; já os adultos não fazem a utilização de forma frequente por serem casados e confiarem em seus parceiros, sendo que muitas das mulheres acima dos 40 anos não sabem utilizar ou nunca usaram com seus parceiros o preservativo, mas possuem informação sobre a existência do mesmo. REFERÊNCIAS 1. BERQUÓ, Elza, BARBOSA, Regina Maria, LIMA, Liliam Pereira, Grupo de Estudos em População, Sexualidade e AIDS. Uso do preservativo: tendências entre 1998 e 2005 na população brasileira, Rev. Saúde Pública 2008;42(Supl 1):34-44, 2. PAIVA, Vera, CALAZANS, Gabriela, VENTURI, Gustavo, DIAS, Rita, Grupo de Estudos em População, Sexualidade e AIDS. Idade e uso de preservativo na iniciação sexual de adolescentes brasileiros, Rev Saúde Pública 2008;42(Supl 1):45-53, 3. LAZZAROTTO, Alexandre Ramos, KRMER, Andréa Sebben, HÄDRICH, Martha, TONIN, Marina, CAPUTO, Paula, SPRINZ, Eduardo. O conhecimento de HIV/AIDS na terceira idade: estudo epidemiológico no Vale dos Sinos, Rio Grande do Sul, Brasil, Ciência & Saúde Coletiva, 13(6): , 2008, 4. NOGUEIRA, Conceição, SAAVEDRA, Luisa, COSTA, Cecília. Visibilidade do gênero na sexualidade juvenil: propostas para uma nova concepção sobre a educação sexual e a prevenção de comportamentos sexuais de risco, Pro-Posições, v. 19, n. 2 (56) - maio/ago TEIXEIRA, Michele Gomes, SILVA, Girlene Alves da. A representação do portador do vírus da imunodeficiência humana sobre o tratamento com os anti-retrovirais. Rev Esc Enferm USP 2008; 42(4):

5 ANEXO 1 Modelo de questionário aplicado ao público. Universidade Castelo Branco Avenida Santa Cruz, 1631 Realengo - Rio de Janeiro CEP: RJ Telefone: (21) ENQUETE SOBRE: Nível de informação para a prevenção de HIV. Sexo: M ( ) F ( ) Idade: Bairro onde reside: Profissão: Grau de escolaridade: Instituição onde Trabalha: Conhecimentos relativos sobre o HIV: Data: / / Tem conhecimento de alguma vacina eficaz? ( ) Sim, ( ) Não, ( )Não sei, ( ) outra resposta: 2. Tem conhecimento de remédios capazes de curar a AIDS? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 3. Uma pessoa aparentemente saudável pode ter o vírus? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 4. Um homem infectado pode transmitir para uma mulher na relação sexual? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 5. Uma mulher infectada pode transmitir para o homem na relação sexual? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 6. Em uma relação sexual com indivíduos do mesmo sexo pode ocorrer à transmissão do vírus de um infectado para outro não infectado? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 7. Pode ser transmitida por sexo oral? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 14

6 8. Sexo com preservativo é capaz de proteger as pessoas de serem infectadas pelo HIV? ( ) Sim,( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 9. A transfusão de sangue pode provocar a contaminação de uma pessoa? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 10. A doação de sangue pode contaminar uma pessoa que não seja soropositiva? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 11. O beijo na boca pode transmitir o vírus? ( ) Sim,( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 12. A picada do mosquito pode transmitir o vírus? ( ) Sim,( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 13. A mãe pode transmitir ao filho durante a gravidez? ( ) Sim,( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 14. Você tem conhecimento de que uma mãe soropositivo pode transmitir o vírus através da amamentação? ( ) Sim,( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 15. Tem conhecimento que uma pessoa não morre por causa da AIDS, e sim devido a algum tipo de doença oportunista adquirida por causa da baixa imunidade do paciente? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 16. Tem conhecido de alguma outra forma de contaminação? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 17. Você já participou ou já esteve em contato com alguma campanha de tipo informativa sobre AIDS ou HIV apropriado para a sua idade? ( ) Sim,( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 18. Você sente a necessidade de mais orientação sobre o HIV ou AIDS? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 15

7 Comportamentos relativos ao HIV: 1. Já usou preservativo ou usa? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Sempre, ( ) Às vezes, ( ) Raramente, ( )outra resposta: 2. Sabe como se utiliza preservativo, por exemplo, a camisinha? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) Nunca tive contato, ( ) outra resposta: 3. Tem conhecimento da existência da camisinha feminina e masculina? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) Nunca tive contato, ( ) outra resposta: 4. Você se sente seguro sem usar qualquer tipo de preservativo no momento da relação sexual? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 5. Você acha que o risco de contaminação de HIV/AIDS aumenta em relação ao número de parceiros no período de 1 ano? ( ) Sim, ( ) Não, ( ) Não sei, ( ) outra resposta: 16

8 ANEXO 2 Folder entregue ao publico. 17

9 18

10 19

11 20

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