INFORME EPIDEMIOLÓGICO CIEVS - PARANÁ EVENTOS - Semana Epidemiológica 25 26/06/2012

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1 INFORME EPIDEMIOLÓGICO CIEVS - PARANÁ EVENTOS - Semana Epidemiológica 25 26/06/2012 CENTRO DE INFORMAÇÕES E RESPOSTAS ESTRATÉGICAS DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE CIEVS DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA E CONTROLE DE AGRAVOS ESTRATÉGICOS SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ

2 EVENTOS ESTADUAIS Semana Epidemiológica 25 CENTRO DE INFORMAÇÕES E RESPOSTAS ESTRATÉGICAS DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE CIEVS DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA E CONTROLE DE AGRAVOS ESTRATÉGICOS SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ

3 Situação da Dengue no Paraná Local de ocorrência: Paraná Início do evento: Semana Epidemiológica 31/2011 a 25/2012 Data da informação: 26/06/2012 Origem da informação: Secretaria de Estado da Saúde do Paraná Sala de Situação da Dengue Comentários adicionais: Foram notificados da semana epidemiológica 31/2011 (primeira semana de agosto) à semana 25/ casos suspeitos de dengue com confirmados por laboratório e 275 por clínico-epidemiológico, sendo casos autóctones e 239 casos importados. Quanto à classificação final, dos notificados, (13,9%) permanecem em investigação, (10,9%) foram confirmados como Dengue Clássica, com confirmação de 14 casos de Dengue com Complicações (DCC) com 1 óbito, e 4 casos de Febre Hemorrágica da Dengue (FHD), e informados descartados. Comparando os casos notificados no mesmo período da semana epidemiológica 31/2011 à 25/2012 (22.757) em relação aos dados do mesmo período da semana 31/2010 à 25/2011 (64.946), observa-se uma redução em 2011/2012 de 65,0%. Quanto aos casos confirmados autóctones no período da semana 31/2011 à 25/2012 (2.270) e no período da semana 31/2010 à 25/2011 (28.968), há uma redução em 2011/2012 de 92,2% dos casos autóctones. Maiores informações vide Boletim Técnico nº 52 em no banner DENGUE * Dados sujeitos a revisão

4 SÍNDROMES RESPIRATÓRIAS AGUDAS -INFLUENZA O Estado do Paraná registrou, no período compreendido entre 01/01 e 25/06, 180 casos de Influenza A(H1N1)2009pandêmico, dentre eles, 13 evoluíram a óbito. No referente à faixa etária dos casos, o grupo mais atingido continua sendo aquele de 20 a 49 anos. Na analise dos óbitos, nota-se um retardo no diagnóstico clínico e na indicação do antiviral. Em 2011 houve apenas o registro dois casos, entretanto, no mês de outubro. Em 2010 foram registrados 19 óbitos confirmados por critério laboratorial e clinico epidemiológico por tal vírus no ano inteiro. O Estado do Paraná adotou, desde agosto de 2009, o critério de indicar o antiviral Oseltamivir para todo caso suspeito de Síndrome Gripal, independentemente de gravidade. Vale salientar que desde o ano de 2010 o Ministério da Saúde estabeleceu que apenas os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) deveriam ser notificados. Portanto, os registros de Influenza A(H1N1) 2009 pandêmico ora identificados no Paraná não representam a frequência real de casos e sim apenas aqueles identificados no monitoramento. Agora, no mês de junho, frente a uma maior coleta de amostras/exames laboratoriais, visualiza-se melhor a frequência da circulação do vírus - que representa mais de 80% daqueles vírus Influenza no Estado.

5 Monitoramento das Doenças Respiratórias Local de ocorrência: Paraná Início do evento: Janeiro/2012 Data da informação: 25/06/2012 Origem da informação: Gal/LACEN-PR/CIEVS Frequência do Vírus Influenza A (H1N1), Paraná, Semana Epidemiológica (SE) 01 a 25 de * Dados sujeitos a revisão

6 Monitoramento das Doenças Respiratórias Local de ocorrência: Paraná Início do evento: Janeiro/2012 Data da informação: 25/06/2012 Origem da informação: Gal/LACEN-PR/CIEVS Frequência de vírus Influenza por tipo e subtipo identificados, Paraná, Semana Epidemiológica (SE) 01 a 25 de * Dados sujeitos a revisão

7 Monitoramento das Doenças Respiratórias Local de ocorrência: Paraná Início do evento: Novembro/2010 Data da informação: 25/06/2012 Origem da informação: Gal/LACEN-PR/CIEVS Frequência de vírus Influenza por tipo e subtipo identificados, Paraná, Semana Epidemiológica (SE) 47 de 2010 a SE 25 de * Dados sujeitos a revisão

8 Monitoramento das Doenças Respiratórias Local de ocorrência: Paraná Início do evento: Janeiro/2012 Data da informação: 25/06/2012 Origem da informação: Gal/LACEN-PR/CIEVS Faixa etária dos casos confirmados de Influenza A (H1N1) 2009 pdm, Paraná - 01 de Janeiro a 25 de Junho de < 1 ano 1 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 19 anos 20 a 49 anos 50 a 59 anos 60 e mais * Dados sujeitos a revisão

9 FREQUÊNCIA DE CASOS DE INFLUENZA A(H1N1)2009PDM POR SEMANA EPIDEMIOLÓGICA- PARANÁ, 2009,2010,2011 E 2012 DA SEMANA EPIDEMIOLÓGICA 01 ATÉ A SE 01 SE 02 SE 03 SE 04 SE 05 SE 06 SE 07 SE 08 SE 09 SE 10 SE 11 SE 12 SE 13 SE 14 SE 15 SE 16 SE 17 SE 18 SE 19 SE 20 SE 21 SE 22 SE 23 SE 24 SE * Dados sujeitos a revisão

10 Balanço das Ocorrências de Chuvas no Paraná Local de ocorrência: Paraná Início do evento: 18/06/2012 Data da informação: 25/06/2012 Origem da informação: Defesa Civil do Paraná Comentários adicionais: A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil divulga boletim atualizado com as ocorrências de chuvas em todo Estado. Entre os dias 18 e 22 de junho de 2012, fortes ventos e chuvas voltam a afetar municípios em todo o Estado do Paraná. A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil mantém-se alerta monitorando os municípios atingidos, que ainda estão em fase de avaliação dos danos e prejuízos. Os municípios com maior número de pessoas afetadas são Bandeirantes (1.000), Godoy Moreira (3.000), Jataizinho (1.500), Londrina (50.000), Santo Antônio da Platina (6.206) e Terra Rica (15.000). Maiores informações em Foto: Santo Inácio 20 de junho de 2012.

11 Raiva Local de ocorrência: 1- Londrina; 2- Foz do Iguaçu Início do evento: Semanas epidemiológicas 23 (1) e 24 (2) Data da informação: 26/06/2012 Origem da informação: Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações DVVZI/SESA-PR; LACEN-PR CASOS HUMANOS ANIMAIS PESSOAS AFETADAS nº óbitos nº óbitos nº óbitos morcego* MNH** - - * Morcego não identificado ** MNH= Morcego Não Hematófago Comentários adicionais: Caso 1: Morcego não identificado, com coleta de material realizada em 06 de junho no município de Londrina, sendo confirmado positivo para Raiva em Prova Biológica, em 26 de junho. Caso 2: Morcego Não Hematófago, com coleta de material realizada em 15 de junho no município de Foz do Iguaçu, sendo confirmado positivo para Raiva em 21 de junho. 2 1 Londrina; 2 Foz do Iguaçu A patogenia da Raiva em morcegos é pouco conhecida. O mais importante a considerar é o fato de que o morcego pode albergar o vírus rábico em sua saliva e ser infectante antes de adoecer, por períodos maiores que os de outras espécies. Algumas apresentações da doença em morcegos foram assim registradas: - raiva furiosa atípica, com paralisia e morte; - raiva furiosa e morte sem paralisia; -raiva paralítica típica e morte. Deve-se ressaltar que um morcego é considerado suspeito de estar infectado com o vírus da raiva quando for encontrado em horário e local não habitual. 1 Fonte: Guia de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, 7ª Edição, Caderno 13.

12 Eventos Nacionais Semana Epidemiológica 25 CENTRO DE INFORMAÇÕES E RESPOSTAS ESTRATÉGICAS DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE CIEVS DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA E CONTROLE DE AGRAVOS ESTRATÉGICOS SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ

13 Local de ocorrência: Rondônia Início do evento: 01/01/2012 Data da informação: 22/06/2012 Origem da informação: Promed Mail CASOS HUMANOS ANIMAIS PESSOAS AFETADAS CASAS nº óbitos nº óbitos nº óbitos danificadas destruídas Comentários adicionais: Foram identificados 5 casos de Doença de Chagas em bebês dos municípios de Guajará-Mirim e Ariquemes, em Rondônia. Acredita-se que todos tenham adquirido a doença via transplacentária e a detecção oportuna somente foi possível graças ao teste de rotina que se aplica em bebês o Teste do Pezinho. Segundo o Ministério da Saúde, foram registrados apenas dois casos de Doença de Chagas no estado entre 2010 e A Doença de Chagas ou Tripanossomíase Americana é uma doença infecciosa febril causada pelo protozoário Tripanosoma cruzi. A transmissão se dá pelo contato direto com fezes do inseto conhecido como barbeiro, por transfusão/transplante com sangue/órgãos contaminados, via transplacentária e, muito raramente, via transmamária. Apresenta uma fase aguda, na qual os principais sinais e sintomas são febre prolongada (mais de 7 dias), mialgia, vômito e diarreia. Caso não seja tratada precocemente, há tendência a evoluir para as formas crônicas, com complicação cardíaca, digestiva ou mista. A doença possui tratamento na fase aguda, com medicação disponibilizada gratuitamente pelo Ministério da Saúde. Doença de Chagas

14 Influenza A(H1N1) Local de ocorrência: Santa Catarina Início do evento: 2012 Data da informação: 20/06/2012 Origem da informação: Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina/Diretoria de Vigilância Epidemiológica(DIVE) Tipo/Sorotipo CASOS ÓBITOS Influenza A(H1N1) Influenza A(outros subtipos) 64 4 TOTAL Fonte: SINAN/DIVE/SES Dados atualizados até 20/06/2012

15 Nº de casos positivos de Influenza Local de ocorrência: Brasil Início do evento: 01/01/2012 Data da informação: 25/06/2012 Origem da informação: Organização Mundial de Saúde Influenza A(H1N1) Nº de amostras positivas para Influenza por subtipo Semana Epidemiológica

16 Local de ocorrência: Ceará Início do evento: 01/01/2012 Data da informação: 22/06/2012 Origem da informação: Secretaria de Estado da Saúde de Ceará CASOS HUMANOS ANIMAIS PESSOAS AFETADAS CASAS nº óbitos nº óbitos nº óbitos danificadas destruídas Comentários adicionais: Segundo o boletim epidemiológico semanal da Secretaria de Estado da Saúde do Ceará, 143 dos 184 municípios do estado já tiveram casos confirmados de dengue no período de 01/01 a 23/06 deste ano. Nesse período, foram notificados em todo o Ceará casos, com confirmados somente em Fortaleza. Até o momento, foram confirmados 13 óbitos. Dengue Fortaleza Classificação de risco por município

17 Eventos Internacionais Semana Epidemiológica 25 CENTRO DE INFORMAÇÕES E RESPOSTAS ESTRATÉGICAS DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE CIEVS DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA E CONTROLE DE AGRAVOS ESTRATÉGICOS SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ

18 Local de ocorrência: Estados Unidos Início do evento: 28/01/2012 Data da informação: 21/06/2012 Origem da informação: Centers for Disease Control and Prevention/CDC EUA CASOS HUMANOS ANIMAIS PESSOAS AFETADAS CASAS nº óbitos nº óbitos nº óbitos danificadas destruídas Comentários adicionais: Atualização sobre surto de salmonelose notificado nos Informes das semanas epidemiológicas 14, 15, 16, 17 e 18: Um total de 390 casos de salmonelose já foram notificados nos Estados Unidos, sendo 376 infecções pela Salmonella Bareilly e 14 pela Salmonella Nchanga. Foram hospitalizados 47 pacientes e não há registro de óbitos até o momento. O alimento envolvido no surto é um produto a base de atum cru, produzido pela empresa Moon Marine USA Corporation (MMI), que realizou voluntariamente o recall do produto já no início das investigações promovidas numa ação conjunta do FDA (Food and Drug Administration), CDC e autoridades de saúde locais. Segundo o CDC, é esperado que novos casos ainda ocorram ao longo dos próximos meses e a busca ativa desses continua sendo realizada. Salmonelose Número de casos por Estado, nos Estados Unidos, até 21 de junho de Fonte: CDC-EUA

19 Local de ocorrência: Israel Início do evento: 2012 Data da informação: 18/06/2012 Origem da informação: Promed Mail Comentários adicionais: O Ministério da Saúde de Israel está recomendando a todos que desejam viajar do país para a Índia que se vacinem profilaticamente contra Raiva. O alerta foi lançado frente ao caso de uma paciente que foi mordida por um cão na Índia (região endêmica de raiva urbana) e foi a óbito na Inglaterra sem ter realizado profilaxia pós-exposição (caso relatado no Informe da Semana Epidemiológica 21). De acordo com o Ministério da Saúde de Israel, a recomendação para vacinação pré-exposição se estende, ainda, a todos os que irão para regiões mais afastadas dentro do próprio país, como áreas de mata e trilhas. Raiva Alerta ao Viajante

20 Local de ocorrência: Maryland (Estados Unidos) Início do evento: 2012 Data da informação: 22/06/2012 Origem da informação: Promed Mail CASOS HUMANOS ANIMAIS PESSOAS AFETADAS CASAS nº óbitos nº óbitos nº óbitos danificadas destruídas Comentários adicionais: Foram confirmados dois casos de legionelose entre pessoas que frequentaram o mesmo condomínio em Maryland, nos Estados Unidos. Testes confirmaram a presença da bactéria Legionella sp. no sistema de águas do condomínio. O Departamento de Saúde de Maryland já desencadeou ações de controle e prevenção de novos casos junto ao condomínio afetado. A legionelose é uma infecção ocasionada por bactérias do gênero Legionella e que, usualmente, causam uma síndrome pneumônica. Os sinais incluem febre alta, calafrios, tosse, cefaleia e mialgias, com período de incubação variando entre 2 a 14 dias. A transmissão se dá pela inalação de partículas de água contaminada com a bactéria. Surtos da doença estão geralmente associados a fontes comuns de aerossóis, ou com navios de cruzeiro e hotéis, com as fontes mais prováveis sendo banheiras de hidromassagem, torres de resfriamento (unidades de ar condicionado de grandes edifícios), e água usada para beber e tomar banho. Legionelose

21 Febre Hemorrágica de Crimean-Congo Local de ocorrência: Paquistão Início do evento: Janeiro/2012 Data da informação: 20/06/2012 Origem da informação: Organização Mundial de Saúde HUMANOS ANIMAIS CASOS PESSOAS CASAS AFETADAS nº óbitos nº óbitos nº óbitos danificadas destruídas Comentários adicionais: Segundo o Boletim Epidemiológico Semanal da Organização Mundial de Saúde, foram confirmados 20 casos de Febre Hemorrágica de Crimean-Congo no Paquistão em A Província de Baluchistão sozinha registrou 11 casos confirmados da doença. A febre hemorrágica de Crimean-Congo é uma virose transmitida por carrapatos da família Ixodidae, especialmente os do gênero Hyalomma, que são tanto reservatórios como vetores da doença. Várias espécies são hospedeiras amplificadoras virais, como bovinos, caprinos e animais silvestres. A transmissão a humanos ocorre pela picada de carrapatos, mas há também registros de transmissão pessoa a pessoa pelo contato direto com fluidos/sangue contaminado. Os sinais e sintomas incluem mialgia, febre alta, artralgia, vômito, petéquias, icterícia, epistaxe, hemorragias, podendo evoluir a óbito. A febre hemorrágica de Crimean-Congo está distribuída pelo leste europeu, pelo Mediterrâneo, noroeste da China, Ásia Central, sul da Europa, África, Oriente Médio e Índia.

22 CIEVS-PARANÁ EMERGÊNCIAS EPIDEMIOLÓGICAS ATIVIDADE - 24 HORAS LOCALIZAÇÃO: SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ RUA PIQUIRI, Nº REBOUÇAS CURITIBA TELEFONES: (41) (41) (41) site da SESA-PR(

23 Fontes utilizadas na pesquisa MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia de Vigilância Epidemiológica. 7ed. Brasília: 2009 Site consultado: <http://www.cdc.gov/> Site consultado: <http://www.defesacivil.pr.gov.br/> Site consultado: <http://www.promedmail.org/> Site consultado: <http://www.healthmap.org/> Site consultado: <http://new.paho.org/bra/> Site consultado: <http://www.who.int/en/> Site consultado: <http://www.oie.int/> Site consultado: <http://www.phac-aspc.gc.ca/> Site consultado: <http://www.dive.sc.gov.br/> Site consultado: <http://www.saude.ce.gov.br/>

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