DO RELIGIOSO AO CULTURAL: A (RE)SIGNIFICAÇÃO DA IDENTIDADE JUDAICA EM PERNAMBUCO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DO RELIGIOSO AO CULTURAL: A (RE)SIGNIFICAÇÃO DA IDENTIDADE JUDAICA EM PERNAMBUCO"

Transcrição

1 DO RELIGIOSO AO CULTURAL: A (RE)SIGNIFICAÇÃO DA IDENTIDADE JUDAICA EM PERNAMBUCO Isabela Andrade de Lima UFPE Mestranda do Programa de Pós-graduação em Antropologia da UFPE, Membro do Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre o Judaísmo da UFPE e Pesquisadora do Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco - AHJPE Rua: Desembargador Freitas, 33 Estância Recife PE, CEP: Fone: (81) ; Durante a década de 30, o governo brasileiro iniciando uma campanha de nacionalização, negava legitimidade ao pluralismo étnico privilegiando a assimilação como base da formação nacional. O discurso étnico do governo baseava-se em critérios simbólicos primordialistas, através da proibição da imprensa estrangeira e do uso da língua estrangeira em público, mudanças nas redes de ensino e nas sociedades recreativas Nesse mesmo contexto, cresce o número de imigrantes europeus, sobretudo dos judeus perseguidos pelos regimes nazifascistas. Em Pernambuco, a interventoria Agamenon Magalhães juntamente com a Delegacia de Ordem Política e Social- DOPS/PE tomou medidas restritivas, de controle e de vigilância aos indivíduos que não enquadravamse à nova ordem social que estava se estabelecendo. O objetivo deste trabalho é identificar até que ponto essas medidas tiveram consequências para identidade do judeu. A metodologia utilizada baseia-se na análise da documentação presente no acervo da DOPS/PE e nas entrevistas realizadas com os imigrantes judeus, com o objetivo de recuperar tanto parte do passado através da coleta das histórias de vida dos imigrantes como a noção de identidade que está associada à idéia de memória. O que se observou é que mesmo diante de um discurso assimilacionista por parte do governo brasileiro, a comunidade judaica que estabelecia-se em Pernambuco sofreu alterações em seu patrimônio histórico e cultural, configuradas através do deslocamento do núcleo religioso para o núcleo cultural, entendidas como re-significação de sua identidade étnica.

2 DO RELIGIOSO AO CULTURAL: A (RE)SIGNIFICAÇÃO DA IDENTIDADE JUDAICA EM PERNAMBUCO * Isabela Andrade de Lima UFPE Mestranda do Programa de Pós-graduação em Antropologia da UFPE, Membro do Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre o Judaísmo da UFPE e Pesquisadora do Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco - AHJPE Rua: Desembargador Freitas, 33 Estância Recife PE, CEP: Fone: (81) ; Segundo Kaufman (2000) a identidade do imigrante judeu em Pernambuco durante o século XX foi configurada através do deslocamento do núcleo religioso para o núcleo cultural, processos denominados como secularização do judaísmo religião e sacralização do judaísmo cultura. Inúmeros foram os fatores que possibilitaram essa inovação cultural e identitária. O objetivo desta comunicação é identificar até que ponto os fatores políticos tiveram influência para o estabelecimento dessa identidade do pernambucano-judeu. Tratar da identidade do judeu não é fácil, haja visto que ela repousa sobre múltiplas bases de identificação. Os indivíduos podem identificar-se na qualidade de judeu a partir de diferentes categorias ou componentes religiosos, étnicos, culturais, históricos, etc. Entretanto, meu objeto de estudo não é descrever o conteúdo cultural, histórico ou religioso do judeu, mas analisar como os judeus conseguiram, a partir de uma relação interétnica, manter a diferença, e construir uma identidade do judeu pernambucano baseado na ênfase do cultural em detrimento do religioso. Essa construção identitária foi reforçada também pelas relações que os imigrantes judeus estabeleceram com a Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco DOPS/PE, enquanto uma instituição de controle, vigilância, censura e repressão. Para isso, irei fazer um estudo que tome como base a questão identitária a partir da perspectiva antropológica contemporânea. Nessa perspectiva, segundo Agier (2001) devemos abordar o objeto de maneira contextual, relacional, construtivista e situacional. Para Cuche (1999:201/202) a análise da identidade não pode se contentar com um abordagem sincrônica, deve ser feita também em um plano diacrônico. Esta comunicação baseia-se ainda numa abordagem interdisciplinar que procura aproximar o discurso antropológico do discurso histórico, tomarei como base as documentações presentes no acervo da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco DOPS/PE e do Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco AHJPE. O acervo da DOPS/PE possibilita identificar, por um lado, como os investigadores desta delegacia utilizavam-se dos estereótipos e estigmas criados sobre os imigrantes judeus para vigiar e censurar esses indivíduos, e por outro lado, como os judeus diante dessas rotulações, vigilância e censura conseguiram estabelecer algumas estratégias para construir uma identidade baseada na continuidade através da mudança. No acervo do AHJPE as entrevistas com os imigrantes judeus possibilitam, através da memória individual de cada imigrante, reconstruir a memória coletiva do grupo.

3 No Brasil, entre 1840 e 1942 entraram aproximadamente imigrante judeus, que se concentraram nas metrópoles urbanas como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife. Em Pernambuco 90% dos imigrantes judeus vindos nesse período são de origem ashkenazim, ou seja, vindos da Europa Central e Oriental, das regiões como Bessarábia, Lituânia, Ucrânia, Polônia e Rússia. As decisões de para emigrar são, principalmente as condições de vida a que os judeus estavam submetidos nessas regiões. M. L. imigrante polonês, nascido em 1912 relata que: a vida era dura lá, muito anti-semitismo e por isso, meu pai e meu irmão mais velho, viajaram e chegaram aqui em 1928, depois de 2 anos nós chegamos aqui, em 1930, eu, minha mãe, duas irmãs e meu cunhado...medo não tinha não, havia limites, não vivia com medo porque depois de melhorou muito, não tinha perseguição muita não. Mas o judeu não tinha direito a isso ou aquilo, o judeu não podia cultivar, não tinha o direito de ter terra, não podia cultivar nada. Sobre as perseguições às famílias judias M. L. relata os apedrejamentos: apedrejavam, jogavam pedras, quando sabiam que era judia. R.B, imigrante da Bessarábia, também nascida em 1912 relata algumas perseguições: As próprias pessoas da aldeia, não judeus vinham contra os judeus. E, assim, eles quebravam as casas, destruíam as coisas, as lojas... Roubavam e matavam... pessoas da comunidade judaica...só porque eram judeus...não havia nenhuma outra razão para isso. É sob essas condições que o Brasil se transformava na terra prometida para esses imigrantes. M.L. nos conta que meus pais viram que não tinha futuro pra gente, então eles resolveram vir pra cá, "machn América". Já J G. conta que seu pai A.I.G, nascido em Viena, chegou ao Brasil em 1922, com o desejo de fazer a independência econômica e fazer a América. Normalmente, a vinda para Pernambuco era motivada pelo fato de já existir um parente ou amigo próximo estabelecido que, eventualmente, iria oferecer ajuda ao recém-chegado. Primeiro vinham os homens, após algum tempo estabelecido, mandavam buscar da Europa suas famílias. C.S. imigrante da Bessarábia, conta-nos que primeiro vieram seus irmãos J.C de 16 anos e L.C. de 18 anos, chegaram em 1909 e vieram porque não queriam servir ao exército russo, que, na época, recrutava judeus. Cinco anos depois, em 1914, veio seu pai: Ele veio para o Brasil para alugar uma casa, estabelecer, botar tudo direitinho para buscar a gente (sua mãe e mais quatro filhos) Mas, justamente, logo que ele saiu, quando ele só passou a fronteira estourou a Guerra (Primeira Guerra Mundial). Aí ele não podia, nem mandar dinheiro, nem telegramas, nem nada. Isso foi até De 1914 até Terminada a Guerra, o restante da família chegou em Pernambuco. Os imigrantes judeus já estabelecidos em Pernambuco, davam acolhida aos recém chegados da Europa, oferecendo-lhes moradia, alimentação, etc. R.B., imigrante da Bessarábia, lembra que seu pai chegou ao Brasil em 1911, indo primeiro para São Paulo trabalhar com um irmão já estabelecido, depois viera para Recife

4 trabalhar com um amigo. Depois de estabelecido, dedicou-se a ajudar os imigrantes: A casa de meu pai, lá na Rua Leão Coroado tinha um sótão, enorme. E toda família que chegava, eles recebiam as famílias, botava lá no sótão, dava comida a eles e ajudava para eles se estabelecerem. Quando eles viam que eles já estavam ganhando, aí eles: vocês tem que sair porque tem uma outra pessoa. E durantemuitotempo meu pai ajudou a muitos emigrantes (...) ajudavaporque eles chegavam com uma mão na frentee outra atrás, sem dinheiro, sem nada. A prática dessa solidariedade, é um dos preceitos do judaísmo, a Tzedack, a prática da caridade com justiça, instituída também pela Cooperativa do Banco Popular Israelita de Pernambuco cujo objetivo era proporcionar crédito aos seus sócios, por meio de mutualidade e da economia, mediante juros razoáveis, auxiliando em particular o pequeno trabalho, seja de ordem agrícola ou profissional, seja de ordem industrial ou comercial 1. Segundo a nossa informante B., o Banco funcionava da seguinte maneira: Pessoas que passavam por situação difícil, iam lá para pegar empréstimo, então havia uma comissão que analisava a situação daquela pessoa que foi pedir, se ela realmente estava precisando e tal. E que tipo de pessoa era com relação ao seu comportamento, comportamento social, é, como é que era o comportamento dela, e se emprestava o dinheiro. O que dava crédito à essa pessoa era o fato dela pagar as parcelas em dia, então se precisasse novamente, isso já credenciava. E como é que eles conseguiam esse dinheiro para essa tal cooperativa? Judeus abastados, emprestavam esse dinheiro. Esse dinheiro era repassado pra aqueles que precisavam que quando era devolvido voltava para o bolso de quem emprestou. Isso chamava-se Guemilut Chassadim, é que tem relação com prática de boas ações A organização social dos imigrantes judeus em Pernambuco, foi realizada a partir dessas instituições, que serviam também como uma forma de reforçar ou criar laços de solidariedade dentro do grupo, manter, preservar, e até mesmo re-significar algumas tradições judaicas. Uma outra instituição cuja finalidade era proporcionar diversos divertimentos aos seus sócios, foi o Centro Cultural Israelita de Pernambuco, que promovia festas, casamentos, bailes, pic-nic aos seus sócios 2. Esses espaços são também símbolos de mobilização coletiva da distinção étnica, é através deles que os atores mantém uma solidariedade difusa e persistente. Esta solidariedade, segundo Poutignat (1998) não é um aspecto inerente da essência do grupo, mas recursos que são explorados com a finalidade de enfrentar um meio ambiente social hostil ou incerto. Mas o estabelecimento dos judeus no Brasil também não foi fácil. Durante a década de 30, sobretudo após 1937 com o Estado Novo, foram instituídas as campanhas de nacionalização, estas, segundo Seyferth (1997), visavam ao caldeamento de todos os alienígenas em nome da unidade nacional. Com uma proposta homogeneizadora, a campanha nacionalista implementada pelo governo, não tolerava o pluralismo étnico. Os

5 atos de nacionalização atingiram o sistema de ensino de língua estrangeira, a imprensa estrangeira, as atividades religiosas e as organizações comunitárias. É também durante o governo Vargas que é criada a DOPS, seu objetivo enquanto polícia repressiva é coibir a desordem social, protegendo a sociedade dos inimigos do regime. A preocupação da DOPS/PE era combater o comunismo, haja visto que Pernambuco era considerado um Estado de grande concentração do foco vermelho em face de ter sediado a Intentona Comunista em Os judeus de origem ashkenazim, traziam consigo o estigma de terem sua imagem associada às utopias revolucionárias do século XX. Michael Löwy (1989) explica que a atração existente entre o messianismo judaico e as utopias revolucionárias levou uma multidão imensa e variada de intelectuais judeus a se sentirem atraídos pelas correntes socialistas, marxistas ou anarquistas. É nesse perspectiva que começa a se construir no imaginário político a imagem do judeu como imigrante indesejável. Os judeus já traziam um legado de serem nocivos, desde a Antiguidade eram considerados como deicidas e desrespeitadores da fé cristã, a partir do século XIX com o advento do Iluminismo e o surgimento as Ciências do Homem, serão considerados cientificamente como uma anomalia do ponto de vista racial e social. É também no início do século XIX, que circula a obra Os Protocolos dos Sábios de Sião, onde os judeus serão apontados como aqueles que pretendiam dominar o mundo secretamente através de uma organização que visava controlar a imprensa, o governo e as finanças. Diante dessa imagem criada acerca dos judeus, somando-se à imagem de agente comunista, tem-se a construção imaginária do judeu como inimigo a ser contido. O duplo estigma judeu e comunista, fará com que os judeus tornem-se um dos grupos mais visados pelos órgãos de repressão, o DEOPS de São Paulo, segundo Wiazovski (2001), durante todo o seu tempo de existência teve os comunistas como objeto principal de perseguição, porém o fato de o suspeito ser de origem judaica também contava como critério de julgamento. Em Pernambuco, a atuação da DOPS não foge à regra. A comunidade judaica torna-se alvo de controle e vigilância. Os investigadores estavam atentos aos passos dos judeus e das instituições judaicas. O Centro Cultural de Pernambuco, por exemplo, deveria pedir autorização para realização de cultos religiosos, festas, bailes que por ventura viesse a oferecer aos seus sócios, até mesmo para realização de um pic-nic, na praia de Gaibu 3, no dia 29 de Outubro de 1945, o vice-presidente do Centro Cultural Israelita envia ao Delegado de Ordem Política e Social a seguinte solicitação: O Centro Cultural Israelita de Pernambuco, pretendendo realizar um pic-nic no próximo dia 4, na praia de Gaibu, vem pedir a V.S. a devida permissão para a realização do referido pic-nic. Todo o cotidiano e até mesmo o lazer da comunidade era alvo de investigação. Diante desse contexto, interessa saber como os judeus agiram e/ou reagiram. O projeto assimilacionista pregado pela campanha nacionalista não surtiu efeito, pelo contrário, garantiu a manutenção das fronteiras

6 identitárias, na medida em que os judeus, assim como outros imigrantes, desenvolveram várias maneiras, bem sucedidas, de tornarem-se aceitos como cidadãos do país e ao mesmo tempo preservar sua identidade. 4 A finalidade do Colégio Idiche Brasileiro é exposta num relatório enviado à DOPS: O Colégio Idiche Brasileiro, tem por fim primordial a educação das crianças descendentes de israelitas, no conhecimento perfeito da língua e história brasileira, ensinando-as o respeito, a guarda dos feriados e dias santificados nacionais, incentivando-as no amor a pátria e nacionalidade brasileira (...) O Corpo docente acima, aquém está confiado a fiel observância do programa do ensino, é constituído de professores brasileiros... 5 Note-se que a reação à campanha nacionalista se dá através da contribuição com ela. O Colégio Idich Brasileiro funcionava ensinado também história e religião israelita, mas sua principal finalidade é a exposta acima. Segundo Kaufman (2000), a imigração e a integração do europeu de origem judaica no Brasil, teve como cenário um processo que incluía, por um lado, o temor de novas perseguições - que o levava a buscar estratégias para ser aceito como cidadão do país de destino e, por outro lado, a vontade de preservar o patrimônio religioso-cultural. Na raiz deste processo está o desejo do judeu de ser aceito como cidadão do país, e ao mesmo tempo, de preservar a cultura judaica. Esses traços são observados na comunidade judaica presente na sociedade pernambucana durante o período varguista. Por um lado, tentava-se preservar sua identidade cultural, haja visto o número de solicitações enviadas à DOPS/PE, para realizações de festas, cultos e bailes. E, por outro lado, o desejo de ser aceito como cidadão do país é evidenciado quando a própria comunidade envia à DOPS/PE essas solicitações. Em abril de 1932, o presidente do Centro Cultural Israelita de Pernambuco escreve para o Chefe da Seção de Ordem Social, descrevendo as finalidades da instituição: Aconselhados por um funcionário da seção acima, (Seção de Ordem Social) vimos, por meio deste, apresentar a comissão dirigente da nossa sociedade e descrever os fins dela. Fins: 1º)Proporcionar aos sócios os meios de conhecer a literatura israelita, brasileira e outras, por meio de biblioteca, jornais, noites literárias, etc. 2º) comemorar datas nacionais, israelitas e brasileiras. 3º) Proporcionar diversos divertimentos aos sócios, como bailes, recreios, etc. 4º) Pequenos esportes, como ping-pong, xadrez e outros. 6 Assim, foi se construindo a identidade hifenizada do pernambucano-judeu, a qual formou-se deslocando o núcleo religioso do cultural. As políticas implementadas durante a década de 30 contribuíram para esse deslocamento, na medida em que foi o conteúdo cultural que serviu de fonte de mobilização e de negociação, pois é no campo da cultura que as sociedades conseguem articular seus processos de resistência à sociedade envolvente. É o capital simbólico cultural que possibilita fazer frente à dominação e aos elementos que lhes são impostos pela sociedade dominante e que são continuamente reinterpretado por elas. A partir das considerações

7 que envolvem a esfera cultural que se pode entender que as diferenças entre as sociedades não são suprimidas, mas reformuladas (Novaes:1993). Notas: * Esta comunicação é parte da pesquisa para Dissertação de Mestrado que está sendo desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal de Pernambuco, sob orientação da Prof. Tânia Neumann Kaufman. 1 Fundo SSP-DOPS/PE Prontuário Funcional nº 27687, Anexo II APEJE/PE. 2 Fundo SSP-DOPS/PE - Prontuário Funcional nº 413, Anexo II - APEJE/PE. 3 Idem. 4 Sobre as estratégias de alguns imigrantes ver: OLIVEIRA, Lúcia L. O Brasil dos Imigrantes. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001; LESSER, Jeffrey. A negociação da identidade nacional: Imigrantes, minorias e a luta pela etnicidade no Brasil. São Paulo: UNESP, Fundo SSP-DOPS/PE - Prontuário Funcional nº 413, Anexo II - APEJE/PE.. 6 Idem. Bibliografia: AGIER, Michel. Distúrbios identitários em tempos de globalização. In. MANA. Outubro, 2001, vol. 7, nº 2, p CARNEIRO, Maria Luiza Tucci. O Anti-semitismo na Era Vargas: fantasmas de uma geração: São Paulo: Brasiliense, CUCHE, Denys. Cultura e Identidade. In. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru: EDUSC, HALBWACHS, Maurice. Memória Coletiva. São Paulo: Vértice, KAUFMAN, Tânia Neumann. Passos Perdidos - História Recuperada: a presença judaica em Pernambuco. Recife: Edição do Autor, LESSER, Jeffrey. A negociação da identidade nacional: Imigrantes, minorias e a luta pela etnicidade no Brasil. São Paulo: UNESP, O Brasil e a Questão Judaica: imigração, diplomacia e preconceito. Rio de Janeiro: Imago Ed., LÖWY, Michael. Redenção e Utopia: O judaísmo libertário na Europa Central: um estudo de afinidade eletiva. Tradução Paulo Neves São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

8 NOVAES, Sylvia Caiuby. Jogo de Espelhos: Imagens da Representação de si através dos outros. São Paulo: Edit. da USP, 1993 OLIVEIRA, Lúcia L. O Brasil dos Imigrantes. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO. São Paulo: Centauro Editora, POUTIGNAT, Philippe e STREIFF-FENART, Jocelyne. Teorias da Etnicidade. Seguido de Grupos étnicos e suas fronteiras de Fredrik Barth. São Paulo: Editora da UNESP, SCHWACZ, L.M. (org) Antropologia e História: Debate em região de fronteira. Belo Horizonte: Autêntica, SEYFERTH, Giralda. A assimilação dos imigrantes como questão nacional. In. Mana, Abril 1997, vol. 3, nº 1, p SILVA, Marcília G. DOPS e o Estado Novo : Os bastidores da Repressão em Pernambuco, Dissertação apresentada ao curso de mestrado na UFPE, WIAZOVSKI, Taciana. Bolchevismo e judaísmo: a comunidade judaica sob o olhar do DOPS. São Paulo: Arquivo do Estado: Imprensa Oficial, 2001.

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação Marcela Alves de Araújo França CASTANHEIRA Adriano CORREIA Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia

Leia mais

Uma leitura apressada dos Atos dos Apóstolos poderia nos dar a impressão de que todos os seguidores de Jesus o acompanharam da Galileia a Jerusalém,

Uma leitura apressada dos Atos dos Apóstolos poderia nos dar a impressão de que todos os seguidores de Jesus o acompanharam da Galileia a Jerusalém, Uma leitura apressada dos Atos dos Apóstolos poderia nos dar a impressão de que todos os seguidores de Jesus o acompanharam da Galileia a Jerusalém, lá permanecendo até, pelo menos, pouco depois de Pentecostes.

Leia mais

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra. Senhor Representante de Sua Excelência o Presidente da República, General Rocha Viera, Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

GALBA TACIANA SARMENTO VIEIRA

GALBA TACIANA SARMENTO VIEIRA GALBA TACIANA SARMENTO VIEIRA No Brasil, a questão do combate ao uso de drogas teve início na primeira metade do século XX, nos governos de Eptácio Pessôa e Getúlio Vargas; A primeira regulamentação sobre

Leia mais

A Contribuição Sírio-Libanesa para o Desenvolvimento de Anápolis 1907 a 1949.

A Contribuição Sírio-Libanesa para o Desenvolvimento de Anápolis 1907 a 1949. A Contribuição Sírio-Libanesa para o Desenvolvimento de Anápolis 1907 a 1949. Palavras-chave: Anápolis, árabe, desenvolvimento, comércio. LUPPI, Sheila Cristina Alves de Lima 1 POLONIAL, Juscelino Martins

Leia mais

Carta de Paulo aos romanos:

Carta de Paulo aos romanos: Carta de Paulo aos romanos: Paulo está se preparando para fazer uma visita à comunidade dos cristãos de Roma. Ele ainda não conhece essa comunidade, mas sabe que dentro dela existe uma grande tensão. A

Leia mais

O Movimento de Jesus

O Movimento de Jesus O Movimento de Jesus Tudo começou na Galiléia Quando Jesus começou a percorrer a Palestina, indo das aldeias às cidades, anunciando a Boa Nova do Evangelho, o povo trabalhador ia atrás dele. A fama de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 49 Discurso no encontro com grupo

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

JOÁS, O MENINO REI Lição 65. 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo.

JOÁS, O MENINO REI Lição 65. 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo. JOÁS, O MENINO REI Lição 65 1 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo. 2. Lição Bíblica: 2 Reis 11; 2 Crônicas 24.1-24 (Base bíblica para a história

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

Seminário debate medidas para migrantes e refugiados

Seminário debate medidas para migrantes e refugiados Seminário debate medidas para migrantes e refugiados Buscando construir orientações e diretrizes nas ações de acolhida a migrantes e refugiados, a Cáritas Brasileira realizou nos dias 19 e 20 de outubro

Leia mais

Jesus contou aos seus discípulos esta parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar.

Jesus contou aos seus discípulos esta parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar. Lc 18.1-8 Jesus contou aos seus discípulos esta parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar. Ele disse: "Em certa cidade havia um juiz que não temia a Deus nem se importava

Leia mais

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele O Plantador e as Sementes Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele sabia plantar de tudo: plantava árvores frutíferas, plantava flores, plantava legumes... ele plantava

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS, EDUCAÇÃO E A IMIGRAÇÃO EUROPÉIA

POLÍTICAS PÚBLICAS, EDUCAÇÃO E A IMIGRAÇÃO EUROPÉIA POLÍTICAS PÚBLICAS, EDUCAÇÃO E A IMIGRAÇÃO EUROPÉIA Mario De Souza Martins 1 Introdução Trabalhamos nesse artigo, com a falta de políticas públicas, desde o início do processo imigratório, até os dias

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

2ª SEMANA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA MARÇO

2ª SEMANA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA MARÇO Design & Saúde Financeira para maiores de 50 anos Vera Damazio Laboratório Design Memória Emoção :) labmemo (: O que Design tem a ver com Saúde Financeira para maiores de 50 anos? E o que faz um Laboratório

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA 1 UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA INTRODUÇÃO Compreende-se que na promoção de ações de estímulo à leitura, a escola tem como instrumento

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores VIVENCIANDO A PRÁTICA ESCOLAR DE MATEMÁTICA NA EJA Larissa De Jesus Cabral, Ana Paula Perovano

Leia mais

Enquete DÉCIMO TERCEIRO

Enquete DÉCIMO TERCEIRO Enquete DÉCIMO TERCEIRO Uma prática comum entre as empresas do Brasil está no pagamento do décimo terceiro salário. Algumas cumprem, exatamente, o que está previsto na legislação. Outras, mais inovadoras,

Leia mais

DISCURSO SOBRE LEVANTAMENTO DA PASTORAL DO MIGRANTE FEITO NO ESTADO DO AMAZONAS REVELANDO QUE OS MIGRANTES PROCURAM O ESTADO DO AMAZONAS EM BUSCA DE

DISCURSO SOBRE LEVANTAMENTO DA PASTORAL DO MIGRANTE FEITO NO ESTADO DO AMAZONAS REVELANDO QUE OS MIGRANTES PROCURAM O ESTADO DO AMAZONAS EM BUSCA DE DISCURSO SOBRE LEVANTAMENTO DA PASTORAL DO MIGRANTE FEITO NO ESTADO DO AMAZONAS REVELANDO QUE OS MIGRANTES PROCURAM O ESTADO DO AMAZONAS EM BUSCA DE MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA DEPUTADO MARCELO SERAFIM

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Lisboa, 10 janeiro 2014 António Rendas Reitor da Universidade Nova de Lisboa Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas Queria começar

Leia mais

Fundador da Comunidade Judaica do Porto

Fundador da Comunidade Judaica do Porto Fundador da Comunidade Judaica do Porto Arthur Carlos de Barros Bastos nasceu a 18 de Dezembro de 1887 em Amarante e faleceu no Porto a 8 de Março de 1961. Foi um militar de carreira, mas também um escritor

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

LÍDER: compromisso em comunicar, anunciar e fazer o bem.

LÍDER: compromisso em comunicar, anunciar e fazer o bem. ESCOLA VICENTINA SÃO VICENTE DE PAULO Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati Paranavaí / / "Quanto mais Deus lhe dá, mais responsável ele espera que seja." (Rick Warren) LÍDER:

Leia mais

Mensurar a inclusão financeira Uma abordagem focada no cliente. Caitlin Sanford

Mensurar a inclusão financeira Uma abordagem focada no cliente. Caitlin Sanford Mensurar a inclusão financeira Uma abordagem focada no cliente Caitlin Sanford 2 O caminho em direção a uma mensuração da inclusão financeira Mensurar a EXISTÊNCIA dos serviços financeiros em um país (

Leia mais

FORÇA FEMINISTA NA CHINA

FORÇA FEMINISTA NA CHINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM HISTÓRIA DO SECULO XX FORÇA FEMINISTA NA CHINA DÉBORAH PAULA DA SILVA RECIFE

Leia mais

Família. Escola. Trabalho e vida econômica. Vida Comunitária e Religião

Família. Escola. Trabalho e vida econômica. Vida Comunitária e Religião Família Qual era a profissão dos seus pais? Como eles conciliavam trabalho e família? Como era a vida de vocês: muito apertada, mais ou menos, ou viviam com folga? Fale mais sobre isso. Seus pais estudaram

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA:

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: CRENÇAS DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE ACERCA DO CUIDADO DA PESSOA EM SOFRIMENTO MENTAL. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Faculdade de Filosofia Ciências

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

População de rua leva cartão vermelho Viviane Tavares - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz)

População de rua leva cartão vermelho Viviane Tavares - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) População de rua leva cartão vermelho Viviane Tavares - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) População de rua aumenta nos últimos anos e a resposta da gestão pública é a violência,

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1 Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 Ana Luiza Araujo COSTA anaepietro26@gmail.com Maria Simone

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça!

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Tânia Miranda * A memória histórica constitui uma das mais fortes e sutis formas de dominação. A institucionalização da memória oficial

Leia mais

UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL.

UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL. UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL. Como sabemos o crescimento espiritual não acontece automaticamente, depende das escolhas certas e na cooperação com Deus no desenvolvimento

Leia mais

Avanços na transparência

Avanços na transparência Avanços na transparência A Capes está avançando não apenas na questão dos indicadores, como vimos nas semanas anteriores, mas também na transparência do sistema. Este assunto será explicado aqui, com ênfase

Leia mais

Lúmini Art Centro de Pesquisa, Cultura e Ação Social. O Projeto Social Luminando

Lúmini Art Centro de Pesquisa, Cultura e Ação Social. O Projeto Social Luminando Lúmini Art Centro de Pesquisa, Cultura e Ação Social O Projeto Social Luminando O LUMINANDO O Luminando surgiu como uma ferramenta de combate à exclusão social de crianças e adolescentes de comunidades

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

Carta de Paulo aos romanos:

Carta de Paulo aos romanos: Carta de Paulo aos romanos: Paulo está se preparando para fazer uma visita à comunidade dos cristãos de Roma. Ele ainda não conhece essa comunidade, mas sabe que dentro dela existe uma grande tensão. A

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO E EDUCAÇÃO-SEED COLÉGIO ESTADUAL MARCELINO CHAMPAGNAT-ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROGRAMA DE

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO E EDUCAÇÃO-SEED COLÉGIO ESTADUAL MARCELINO CHAMPAGNAT-ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROGRAMA DE GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO E EDUCAÇÃO-SEED COLÉGIO ESTADUAL MARCELINO CHAMPAGNAT-ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL-PDE PROJETO DE INTERVENÇÃO NA ESCOLA-PDE

Leia mais

A DIVERSIDADE NA ESCOLA

A DIVERSIDADE NA ESCOLA Tema: A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS. A DIVERSIDADE NA ESCOLA Quando entrei numa escola, na 1ª série, aos 6 anos, tinha uma alegria verdadeira com a visão perfeita, não sabia ler nem escrever, mas

Leia mais

PROFESSOR: Patrício Vasconcelos PERÍODO LETIVO: 2014 / 02. adm.patricio@yahoo.com.br. Material 1-1º Bimestre

PROFESSOR: Patrício Vasconcelos PERÍODO LETIVO: 2014 / 02. adm.patricio@yahoo.com.br. Material 1-1º Bimestre CURSO: Administração TURMA: 7 Período DISCIPLINA: Gestão do 3º Setor CARGA HORÁRIA: 36 HORAS PROFESSOR: Patrício Vasconcelos PERÍODO LETIVO: 2014 / 02 adm.patricio@yahoo.com.br Material 1-1º Bimestre As

Leia mais

Egressos e mercado de trabalho. Sonora Édio Araújo : 00:26/00:45

Egressos e mercado de trabalho. Sonora Édio Araújo : 00:26/00:45 Egressos e mercado de trabalho Imagens externas de presídios no Rio de Janeiro. Imagem Édio Araújo Cooperativa eu quero Liberdade. Gráfico e imagens de apoio. Imagem Maíra Fernandes Presidente do conselho

Leia mais

UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA. MANUAL DO ALUNO

UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA. MANUAL DO ALUNO UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA. MANUAL DO ALUNO APRESENTAÇÃO: O Programa de Pós Graduação em História da Universidade Severino Sombra tem como Área de Concentração a

Leia mais

Propriedade intelectual e políticas de comunicação

Propriedade intelectual e políticas de comunicação 1 Fórum Para entender os eixos focais Propriedade intelectual e políticas de comunicação Graça Caldas O texto do prof. Rebouças oferece uma importante revisão histórica sobre os conceitos que permeiam

Leia mais

O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS

O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS Evandro Marcelo da Silva 1 - PUCPR Kauana Domingues 2 PUCPR Edinéia Aranha 3 Grupo de Trabalho Educação e Direitos Humanos Agência Financiadora: não contou com financiamento

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: Passar do Discurso para a Ação Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 1º Fórum de Ideias - Cambridge University Press

Leia mais

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo.

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Sonhos Pessoas Para a grande maioria das pessoas, LIBERDADE é poder fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Trecho da música: Ilegal,

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas DOMÍNIO E IMAGEM DE UMA FUNÇÃO: UMA ABORDAGEM POR MEIO DO JOGO BINGO DAS FUNÇÕES Educação Matemática nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio (EMAIEFEM) GT 10 ADELSON CARLOS MADRUGA Universidade

Leia mais

FORMAÇÃO DA CIDADANIA OBJETIVOS E METAS

FORMAÇÃO DA CIDADANIA OBJETIVOS E METAS FORMAÇÃO DA CIDADANIA OBJETIVOS E METAS 1. Garantir a participação juvenil na elaboração e acompanhamento das políticas públicas na área de cidadania, em nível municipal, estadual e nacional, promovendo

Leia mais

AS REFORMAS DA LOUCURA: DA CONSTRUÇÃO DO CONCEITO AOS EMPREGOS DA PSIQUIATRIA NO BRASIL

AS REFORMAS DA LOUCURA: DA CONSTRUÇÃO DO CONCEITO AOS EMPREGOS DA PSIQUIATRIA NO BRASIL AS REFORMAS DA LOUCURA: DA CONSTRUÇÃO DO CONCEITO AOS EMPREGOS DA PSIQUIATRIA NO BRASIL SOTARELLI, Álvaro F. GRANDI, Ana Lúcia de. Universidade Estadual do Norte do Paraná Resumo: O presente estudo trabalha

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

Exacerbado, atual nacionalismo é pregado por quem veste Prada

Exacerbado, atual nacionalismo é pregado por quem veste Prada Para Ana Maria Dietrich, professora da Federal do ABC, grupos que levantam bandeiras do ódio e do preconceito não possuem fundamento e são regidos pela elite brasileira São Bernardo do Campo Professora

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

VIOLÊNCIA SEXUAL E ABRIGAMENTO

VIOLÊNCIA SEXUAL E ABRIGAMENTO VIOLÊNCIA SEXUAL E ABRIGAMENTO Mônica Barcellos Café Psicóloga na Aldeia Juvenil PUC Goiás Movimento de Meninos e Meninas de Rua de Goiás VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Todo ato ou omissão praticado

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

PROFISSIONAIS DO SEXO UMA PERSPECTIVA ANTROPOLÓGICA DO ESTIGMA DA PROSTITUIÇÃO. Vanessa Petró* 1. Introdução. Comportamento Desviante e Estigma

PROFISSIONAIS DO SEXO UMA PERSPECTIVA ANTROPOLÓGICA DO ESTIGMA DA PROSTITUIÇÃO. Vanessa Petró* 1. Introdução. Comportamento Desviante e Estigma PROFISSIONAIS DO SEXO UMA PERSPECTIVA ANTROPOLÓGICA DO ESTIGMA DA PROSTITUIÇÃO Vanessa Petró* 1 Introdução O presente artigo tem o intuito de desenvolver algumas idéias acerca de comportamentos desviantes

Leia mais

Freelapro. Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo

Freelapro. Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo Palestrante: Pedro Quintanilha Freelapro Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo Quem sou eu? Eu me tornei um freelancer

Leia mais

De que jeito se governava a Colônia

De que jeito se governava a Colônia MÓDULO 3 De que jeito se governava a Colônia Apresentação do Módulo 3 Já conhecemos bastante sobre a sociedade escravista, especialmente em sua fase colonial. Pouco sabemos ainda sobre a organização do

Leia mais

Carnaval 2014. A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível

Carnaval 2014. A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível Carnaval 2014 A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível Nesta noite vamos fazer uma viagem! Vamos voltar a um tempo que nos fez e ainda nos faz feliz, porque afinal como

Leia mais

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate )

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate ) 1 Roteiro de Áudio Episódio 1 A língua, a ciência e a produção de efeitos de verdade Programa Hora de Debate. Campanhas de prevenção contra DST: Linguagem em alerta SOM: abertura (Vinheta de abertura do

Leia mais

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO Autores: Rúbia Ribeiro LEÃO; Letícia Érica Gonçalves

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal

Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal Coordenação: Debora Diniz Instituições: Universidade de Brasília (UnB) e Anis Instituto de bioética, gênero

Leia mais

A Sociologia de Weber

A Sociologia de Weber Material de apoio para Monitoria 1. (UFU 2011) A questão do método nas ciências humanas (também denominadas ciências históricas, ciências sociais, ciências do espírito, ciências da cultura) foi objeto

Leia mais

O PLANO CONTRA LÁZARO

O PLANO CONTRA LÁZARO João 12 Nesta Lição Estudará... Jesus em Betânia O Plano Contra Lázaro Jesus Entra em Jerusalém Alguns Gregos Vão Ver Jesus Anuncia a Sua Morte Os Judeus Não Crêem As Palavras de Jesus Como Juiz JESUS

Leia mais

mundo. A gente não é contra branco. Somos aliados, queremos um mundo melhor para todo mundo. A gente está sentindo muito aqui.

mundo. A gente não é contra branco. Somos aliados, queremos um mundo melhor para todo mundo. A gente está sentindo muito aqui. Em 22 de maio de 2014 eu, Rebeca Campos Ferreira, Perita em Antropologia do Ministério Público Federal, estive na Penitenciária de Médio Porte Pandinha, em Porto Velho RO, com os indígenas Gilson Tenharim,

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS

CÂMARA DOS DEPUTADOS CÂMARA DOS DEPUTADOS CEFOR - CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO ESPECIALIZAÇÃO EM INSTITUIÇÕES E PROCESSOS POLÍTICOS DO LEGISLATIVO. PROJETO DE PESQUISA CIENTÍFICA. Projeto de Pesquisa Aluno:

Leia mais

Urbis, Peri, peri-urbano

Urbis, Peri, peri-urbano Urbis, Peri, peri-urbano Aquela cidade que você habita, aquilo que foi tomado como sonho de progresso, de civilidade. As tensões e interações intersocietárias. Aquele idealizado que está em busca de um

Leia mais

Como ensinamos o Holocausto? Essas linhas mestras foram traduzidas pelo Ministério da Educação português

Como ensinamos o Holocausto? Essas linhas mestras foram traduzidas pelo Ministério da Educação português Como ensinamos o Holocausto? Essas linhas mestras foram traduzidas pelo Ministério da Educação português O Holocausto O Holocausto foi o extermínio de, aproximadamente, seis milhões de judeus pelos nazis

Leia mais

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro VIEIRA, Tatiana da Rocha UFV - pedagogia_tati@yahoo.com.br BARBOSA, Willer Araújo UFV- wbarbosa@ufv.br Resumo: O trabalho apresentado

Leia mais

No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS. Pr. Cristiano Nickel Junior

No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS. Pr. Cristiano Nickel Junior No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS Pr. Cristiano Nickel Junior O propósito é que a Igreja seja um exército com bandeiras Martyn Lloyd-Jones No princípio era aquele

Leia mais

Divisor de águas : uma etnografia sobre as trajetórias de alunos sobreviventes ao. primeiro ano do ensino médio em uma escola estadual carioca.

Divisor de águas : uma etnografia sobre as trajetórias de alunos sobreviventes ao. primeiro ano do ensino médio em uma escola estadual carioca. Divisor de águas : uma etnografia sobre as trajetórias de alunos sobreviventes ao primeiro ano do ensino médio em uma escola estadual carioca. Mylena Gomes Curvello mylenagcurvello@hotmail.com 9 período

Leia mais

PARA SEMPRE CERTIFICAÇÃO FLORESTAL FSC. Carmen Figueiredo

PARA SEMPRE CERTIFICAÇÃO FLORESTAL FSC. Carmen Figueiredo PARA SEMPRE CERTIFICAÇÃO FLORESTAL FSC Carmen Figueiredo PARA SEMPRE CERTIFICAÇÃO FLORESTAL FSC 1ª edição 2005 Realização Apoio CRÉDITOS Produção Ethnos estratégias socio ambientais - ethnosconsultoria@uol.com.br

Leia mais

São Paulo ganha dos companheiros. São atribuías a S.Paulo 14 cartas. Umas são dele mesmo: Romanos, 1 e 2 aos Corintios, a Filemom, aos Gálatas, aos

São Paulo ganha dos companheiros. São atribuías a S.Paulo 14 cartas. Umas são dele mesmo: Romanos, 1 e 2 aos Corintios, a Filemom, aos Gálatas, aos No Antigo Testamento são citadas algumas cartas, como no 2ºMacabeus, capi.1º. Mas é no Novo Testamento que muitas cartas foram conservadas como parte integrante da revelação de Deus. No Novo Testamento

Leia mais

PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO

PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO QUESTÃO 4 a) O conteúdo do diálogo a ser completado deve manifestar que as colocações da aluna não constituem aquilo

Leia mais

Menu. Comidas típicas. Contribuições para o Brasil e Ijuí. Significado da bandeira Árabe. Costumes

Menu. Comidas típicas. Contribuições para o Brasil e Ijuí. Significado da bandeira Árabe. Costumes Árabes Componentes: Sabrina, Lucille,Giovana, M, Lucas C, João Vitor Z, Samuel. Disciplina: Estudos Sociais, Informática Educativa, Língua Portuguesa. Professores: Uiliam Michael, Cristiane Keller, Daniele

Leia mais

Por Rogério Soares Coordenador Estadual da RCC São Paulo Grupo de Oração Kénosis

Por Rogério Soares Coordenador Estadual da RCC São Paulo Grupo de Oração Kénosis Grupos de Oração sem a experiência do Batismo no Espírito Santo, exercício dos carismas e o cultivo da vivência fraterna, revelam uma face desfigurada da RCC. Reflitamos a esse respeito tendo por base

Leia mais

12/02/2010. Presidência da República Secretaria de Imprensa Discurso do Presidente da República

12/02/2010. Presidência da República Secretaria de Imprensa Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de inauguração da Escola Municipal Jornalista Jaime Câmara e alusiva à visita às unidades habitacionais do PAC - Pró-Moradia no Jardim do Cerrado e Jardim Mundo

Leia mais

A presença dos japoneses no Piauí. Anderson Michel de Sousa Miura Áurea da Paz Pinheiro

A presença dos japoneses no Piauí. Anderson Michel de Sousa Miura Áurea da Paz Pinheiro 1 A presença dos japoneses no Piauí Anderson Michel de Sousa Miura Áurea da Paz Pinheiro O tema deste artigo é a migração japonesa no Piauí, com destaque para as sobrevivências e rupturas na contemporaneidade

Leia mais

Psicologia. Resolução CFP nº 002/2006

Psicologia. Resolução CFP nº 002/2006 Psicologia Como psicólogo, eu me comprometo a colocar minha profissão a serviço da sociedade brasileira, pautando meu trabalho nos princípios da qualidade técnica e do rigor ético. Por meio do meu exercício

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é Alexandre da Silva França. Eu nasci em 17 do sete de 1958, no Rio de Janeiro. FORMAÇÃO Eu sou tecnólogo em processamento de dados. PRIMEIRO DIA

Leia mais

coleção Conversas #18 - janeiro 2015 - m m Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #18 - janeiro 2015 - m m Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #18 - janeiro 2015 - ul ç u m verdade m an o que é todo ter r or i s ta? É Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora AfroReggae

Leia mais

IDÉIAS EM CONSTRUÇÃO DOCUMENTOS PARA ESTUDO 03-03

IDÉIAS EM CONSTRUÇÃO DOCUMENTOS PARA ESTUDO 03-03 1 IDÉIAS EM CONSTRUÇÃO DOCUMENTOS PARA ESTUDO 03-03 O PAPEL DO FUNDO ROTATIVO NA FORMAÇÃO DE UMA NOVA CULTURA DE CRÉDITO Introdução Obedecendo a mesma dinâmica dos dois números anteriores, esse texto trata

Leia mais

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na atualidade: luta, organização e educação Entrevista concedida por Álvaro Santin*, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Pronunciamento sobre a questão

Leia mais

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 2 TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI* *Artigo 5º da Constituição Brasileira

Leia mais