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1 PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA

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3 PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA Uma proposta de redefinição do papel do Estado na educação? Profª Drª Vera Maria Vidal Peroni Coordenadora Geral Profª Drª Theresa Adrião Coordenadora Brasília-DF 2007

4 Coordenadora-Geral de Linha Editorial e Publicações (CGLP) Lia Scholze Coordenadora de Produção Editorial Rosa dos Anjos Oliveira Coordenadora de Programação Visual Márcia Terezinha dos Reis Editor Executivo Jair Santana Moraes Revisão Zippy Comunicação Ltda. Projeto gráfico, diagramação e arte final Marcos Hartwich Capa Raphael Caron Freitas Tiragem exemplares Editoria Inep/MEC Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Anexo I, 4º Andar, Sala 418, CEP: Brasília-DF Brasil Fones: (61) , (61) Fax: (61) Distribuição Inep/MEC Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Anexo II, 4º Andar, Sala 414, CEP: Brasília-DF Brasil Fone: (61) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Programa Dinheiro Direto na Escola : uma proposta de redefinição do papel do Estado na educação? / Vera Maria Vidal Peroni, coordenadora geral. Brasília : Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, p. ISBN Programa Dinheiro Direto na Escola. 2. Recursos federais. 3. Escola pública. 4. Sistema municipal de ensino. I. Peroni, Vera Maria Vidal. CDU

5 Sumário Equipes de Pesquisa... 7 Relação de Siglas e Abreviaturas Lista de Quadros e Tabelas Introdução O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Marco referencial para análise Mudanças na configuração do Estado brasileiro Público não-estatal: implicações para a escola pública brasileira O Estado na berlinda: o diagnóstico da crise e estratégias hegemônicas para sua superação O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e a reforma do Estado Participação, autonomia e descentralização: a gestão democrática da escola e as orientações políticas nos anos Implicações do PDDE para a gestão escolar Programa Dinheiro Direto na Escola 5

6 3 Estudos de caso Estado do Pará Estado do Piauí Estado do Mato Grosso do Sul Estado de São Paulo Estado do Rio Grande do Sul Análise dos casos Caracterização das unidades executoras Relação entre os entre Federados e Estado/sociedade O impacto financeiro do PDDE nas escolas da amostra Democratização da gestão Execução do Programa Principais problemas, vantagens e sugestões de acordo com os sujeitos da pesquisa Considerações finais Referências bibliográficas Programa Dinheiro Direto na Escola

7 Equipes de Pesquisa 1 - Região Norte/Estado: Pará Coordenadora Estadual Profª. Drª Terezinha Fátima Andrade Monteiro dos Santos (Universidade Federal do Pará UFPA) Professores(as) Pesquisadores(as) Profª. Msc. Dalva Valente Guimarães Gutierres (Professora da UFPA) Msc. Luizete Cordovil Ferreira da Silva (Aluna do Mestrado) Pedagoga Cristiane Silva de Almeida (Aluna da Especialização em Gestão da UFPA) Fabíola Bouth Grello (Aluna da Especialização em Gestão UFPA) Lana Emília Almeida Rosas (Aluna da Especialização em Gestão da UFPA) Alunos(as) envolvidos(as) Bárbara Márcia da Piedade da Silva (Universidade Federal do Pará UFPA) Denise de Souza Nascimento (Universidade Federal do Pará UFPA) Programa Dinheiro Direto na Escola 7

8 Heloisa Helena Meirelles Bahia (Universidade Federal do Pará UFPA) 2 - Região Nordeste/Estado: Piauí Coordenadora Estadual Rosana Evangelista da Cruz (Universidade Federal do Piauí UFPI) Professores(as) Pesquisadores(as) Prof. Ms. Francisco Williams de Assis Soares Gonçalves (Universidade Federal do Piauí UFPI) Profª Ms. Liliene Xavier Luz (Universidade Estadual do Piauí Uespi) Aluna envolvida Samara de Oliveira Silva (Bolsista UFPI/Fapepi) 3- Região Centro-Oeste/Estado: Mato Grosso do Sul Coordenadora Estadual Profª Drª Regina Tereza Cestari de Oliveira (Universidade Católica Dom Bosco) Professora Pesquisadora Maria Ângela Bariani de Arruda Fachini (Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul) Aluna envolvida Paula Priscila Bentos Ribeiro (Bolsista IC-CNPq Universidade Católica Dom Bosco) 4 - Região Sudeste/Estado: São Paulo Coordenadora Estadual Profª Drª Theresa Adrião (Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho Unesp) Professoras Pesquisadoras Profª Drª Teise de Oliveira Guaranha Garcia (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto USP/RP) Profa. Dra. Áurea de Carvalho Costa (Universidade Júlio de Mesquista Filho Rio Claro) Alunas envolvidas Rochelle Cristina Pegoraro (Universidade Júlio de Mesquista Filho Rio Claro) 8 Programa Dinheiro Direto na Escola

9 Egle Bezerra (Universidade Júlio de Mesquista Filho Rio Claro) 5 - Região Sul/Estado: Rio Grande do Sul Coordenadora Estadual Profª Drª Vera Maria Vidal Peroni (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) Mestrandas Maria Otilia Kroeff Susin (Mestre em Educação Ppgedu/UFRGS) Josiane Carolina Soares Ramos (aluna do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS) Alunos(as) envolvidos(as) Juliana Selau Lumertz (Bolsista CNPq/UFRGS) Fabiana Soares Mathias (Bolsista BIC/UFRGS) César Martinez (Bolsista BIC/UFRGS) José Rodrigo Pereira Saldanha (Bolsista BIC/UFRGS) Apoio: Edital Universal CNPq Programa Dinheiro Direto na Escola 9

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11 Relação de Siglas e Abreviaturas A ABE Associação Beneficente Educacional ACPM/Federação Associação de Círculo de Pais e Mestres Apae Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais Assepla Assessoria de Planejamento, Finanças, Manutenção e Engenharia B Bird Banco Interamericano de Reconstrução e Desenvolvimento BM Banco Mundial C Cade Centro de Atendimento e Desenvolvimento do Excepcional CCJ Comissão de Constituição e Justiça CD Conselho Deliberativo CE Conselho Escolar CECDCT Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia CEE Conselho Estadual de Educação Ceee/RS Companhia Estadual de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul Cefam Centro Específico de Formação e Aperfeiçoamento do Magistério Programa Dinheiro Direto na Escola 11

12 Cefet Centro Federal de Educação Tecnológica Ceinf Centro de Educação Infantil CEM Conselho Municipal de Educação Cenp Coordenadoria de Estudos e Normas Cepal Comissão Econômica para a América Latina e Caribe Cepro Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí Cesupa Centro de Estudos Superiores do Pará CF Constituição Federal CGC Cadastro Geral de Contribuintes CIE Centro de Informações Educacionais CLT Consolidação das Leis do Trabalho CME/POA Conselho Municipal de Educação de Porto Alegre CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CNPq Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Coafin Coordenação Financeira Coredes Conselhos Regionais de Desenvolvimento CPERS/Sindicato Centro de Professores do Estado do Rio Grande do Sul CPF Cadastro de Pessoas Físicas CPM Círculo de Pais e Mestres CPMF Contribuição Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira CRE Coordenadorias Regionais de Educação CTG Centro de Tradições Gaúchas D DE Diretoria de Ensino Demec Delegacia do Ministério da Educação Deplan Departamento de Planejamento E EE Escola Estadual EEx Entidade Executora EF Ensino Fundamental EI Educação Infantil EJA Educação de Jovens e Adultos EM Escola Municipal Emeif Escola Municipal de Educação Infantil EPA Escola Municipal de 1º Grau Porto Alegre F Famurs Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul Fapepi Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Piauí Fasc Fundação de Assistência Social e Comunitária 12 Programa Dinheiro Direto na Escola

13 Fbesp Fundação do Bem Estar Social do Pará FDE Fundação para o Desenvolvimento da Educação FEE Fundação de Economia e Estatística FEP Ver nota 21 Fiana Faculdades de Educação e Engenharia de Pirassununga Faculdades Integradas Anhanguera FIC/Apae Filantropia com Investimento Comunitário Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais Fiepa Federação das Indústrias do Estado do Pará FMI Fundo Monetário Internacional FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Fundef Fundo de Desenvolvimento do Ensino fundamental e Valorização do Magistério Fundescola Fundo de Desenvolvimento da Escola Fundesp Fundação Esperança Funpapa Fundação Papa João XXIII G GREs Gerências Regionais de Educação Greppe Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas Educacionais I IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IC Iniciação Científica Idec Instituto de Desenvolvimento de Educação e Cultura Idese Índice de Desenvolvimento Sócio-econômico Idesp Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social do Planalto IDH Índice de Desenvolvimento Humano Inep Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INSS Instituto Nacional de Seguridade Social Iteai Instituto de Tecnologia Aplicada à Informação J Jomeex Jogos Municipais de Estudantes Excepcionais L LC Lei Complementar LDB Lei de Diretrizes e Bases LOM Lei Orgânica do Município LSE Levantamento de Situação Escolar Programa Dinheiro Direto na Escola 13

14 M Mare Ministério de Administração e Reforma do Estado MEC Ministério da Educação e do Desporto N Nais Núcleos de Ação Interdisciplinar O ONGs Organizações Não-Governamentais OP Orçamento Participativo Oscip Organização da Sociedade Civil Pública P Paed Programação de Complementação ao Atendimento Educacional Especializado às Pessoas Portadoras de Deficiência Pape Programa de Adequação do Prédio Escolar PAR Plano de Aplicação de Recursos PCB Partido Comunista Brasileiro PC do B Partido Comunista do Brasil PCN Parâmetros Curriculares Nacionais PDDE Programa Dinheiro Direto na Escola PDDEnet Software para coleta e envio de dados cadastrais ao FNDE PDE Plano de Desenvolvimento da Escola Pdrae Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado PDT Partido Democrático Trabalhista PES Plano Estratégico Situacional PGM Procuradoria Geral do Município PIB Produto Interno Bruto PMDB Partido do Movimento Democrático Brasileiro PMDE Programa de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental PME Projeto de Melhoria da Escola PMT Prefeitura Municipal de Teresina Pnae Programa Nacional de Alimentação Escolar PNE Plano Nacional de Educação PPB Partido Progressista Brasileiro Ppgedu/UFRGS Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul PSB Partido Socialista Brasileiro PSDB Partido da Social Democracia Brasileira PT Partido dos Trabalhadores 14 Programa Dinheiro Direto na Escola

15 R RA Regime de Adiantamento RE Rede Estadual Reme Rede Municipal de Ensino REX Relação de Unidades Executoras e de Escolas Beneficiadas RM Rede Municipal S Saresp Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo SAS Secretaria do Estado de Assistência Social SE Secretaria de Educação SE/MS Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul Seade Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados SEC/RS Secretaria de Educação e Cultura do Rio Grande do Sul Seduc/PA Secretaria Executiva de Educação do Estado do Pará Seduc Secretaria do Estado da Educação SEE Secretaria de Estado da Educação SEJA Serviço de Educação de Jovens e Adultos Semec Secretaria Municipal de Educação de Belém Semec Secretaria Municipal de Educação e Cultura Senai Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Serse Serviço Social do Estado Sesi Serviço Social da Indústria Setass Secretaria de Estado de Trabalho, Assistência Social e Economia Solidária do Mato Grosso do Sul SIE Sistemas de Informações Escolares Sintep Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Pará SIR Sala de Integração e Recursos SME Sistema Municipal de Ensino Smed Secretaria Municipal de Educação Smed Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande SMT/POA Sistema Municipal de Transportes de Porto Alegre Suaop/MS Superintendência de Apoio Administrativo e Operacional de Mato Grosso do Sul SUS Sistema Único de Saúde T TCU Tribunal de Contas da União U UCDB Universidade Católica Dom Bosco Uepa Universidade do Estado do Pará Programa Dinheiro Direto na Escola 15

16 Uespi Universidade Estadual do Piauí UEx Unidade Executora UFPA Universidade Federal do Pará UFPI Universidade Federal do Piauí UFRA Universidade Federal Rural da Amazônia Uges União Gaúcha dos Estudantes Secundaristas Unama Universidade da Amazônia Undime União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação Unesco Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura USP Universidade de São Paulo 16 Programa Dinheiro Direto na Escola

17 Lista de Quadros e Tabelas Quadro 1 Valor anual por escola para o ensino fundamental Quadro 2 Valor anual por escola para a educação especial Tabela 1 Comparativo dos recursos administrados pelas escolas estaduais e municipais da amostra nacional no ano de Tabela 2 Valor aluno-ano recurso descentralizado para as escolas da amostra LISTA DE TABELAS POR ESTADO 1. Estado do Pará Tabela 1 Pará Matrículas no ensino fundamental por dependência administrativa 1996 a Tabela 2 Pará Repasses do PDDE para a rede estadual segundo número de escolas, alunos e rubricas custeio e capital de 1996 a Tabela 3 Belém Repasses do PDDE para a rede estadual segundo número de escolas, alunos e rubricas custeio e capital de 1999 a Programa Dinheiro Direto na Escola 17

18 Tabela 4 Belém Evolução do número de unidades executoras na rede estadual 1999 a Tabela 5 Programa Dinheiro Direto na escola "A" recebido desde 1998 até Tabela 6 Recursos recebidos pela escola "A" em Tabela 7 Atendimento do ensino básico e modalidades especiais no município de Belém por dependência administrativa Tabela 8 Belém Repasses do PDDE para a rede municipal, segundo número de escolas, alunos e rubricas custeio e capital 1997 a Tabela 9 Recursos do PDDE transferidos para a escola "B" 1999 a Estado do Piauí Tabela 1 Processo de implantação do PDDE na rede estadual de educação do Piauí Tabela 2 Número de matrículas e recursos do PDDE recebidos pela escola "A" Tabela 3 Recursos descentralizados administrados pela unidade executora da escola estadual "A" Tabela 4 Processo de implantação do PDDE na rede municipal de educação de Teresina Tabela 5 Matrículas e recursos do PDDE recebidos pela escola Tabela 6 Recursos descentralizados para a escola municipal "A" Tabela 7 Sistematização dos dados financeiros da Apae Teresina-PI Tabela 8 Outros recursos recebidos pela Apae Estado do Mato Grosso do Sul Tabela 1 Recursos recebidos e gerados pela escola estadual Programa Dinheiro Direto na Escola

19 Tabela 2 Recursos recebidos e gerados pela escola municipal Tabela 3 Recursos recebidos e gerados pela escola municipal de educação especial Estado de São Paulo Tabela 1 Dados de matrícula na educação básica por dependência administrativa no Estado de São Paulo em Tabela 2 Participação do Sistema Estadual de Ensino no total de matrículas no ensino fundamental Estado de São Paulo Tabela 3 Secretaria da Educação Receitas Correntes Tabela 4 Participação do PDDE (convênio FDE/ MEC Secretaria de Educação) no total de recursos repassados às APMS Tabela 5 Recursos destinados à Associação de Pais e Mestres da escola Tabela 6 Pirassununga Matrículas iniciais na rede municipal Tabela 7 Pirassununga Repasse dos recursos do PDDE entre 1999 e Estado do Rio Grande do Sul Tabela 1 Sistematização dos dados financeiros a escola "A" Tabela 2 Sistematização dos dados do sistema sobre a implementação do PDDE a 1997 a Tabela 3 Sistematização dos dados financeiros da escola "A" Tabela 4 Quadro de alunos matriculados na Apae/POA 2003 e Tabela 5 Sistematização dos Dados da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Porto Alegre Apae/ POA Programa Dinheiro Direto na Escola 19

20 Intodução

21 Este relatório apresenta os resultados da pesquisa intitulada "Programa Dinheiro Direto na Escola: uma redefinição do papel do Estado na educação?", cujo objetivo central foi analisar o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), no contexto da reforma educacional brasileira, como uma das expressões da redefinição do papel do Estado, assim como suas conseqüências para a gestão da educação. Apoiada parcialmente pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a pesquisa foi realizada no período de março de 2004 a dezembro de Buscou compreender as peculiaridades e conseqüências do PDDE, tendo em vista distintas experiências da realidade educacional brasileira ao envolver um Estado de cada região do País: Pará (Norte), Piauí (Nordeste), São Paulo (Sudeste), Mato Grosso do Sul (Centro-Oeste) e Rio Grande do Sul (Sul). Em cada Estado, equipes de pesquisadores, vinculadas a instituições de ensino superior, desenvolveram a investigação com o propósito de analisar os processos de implantação e implementação do PDDE no âmbito da gestão dos sistemas e das escolas. O Programa foi analisado tendo em vista que as estratégias do capitalismo, na tentativa de superação de sua crise estrutural (globalização, reestruturação produtiva e neoliberalismo), têm redefinido o papel do Estado, principalmente em relação às políticas sociais. No caso brasileiro, essas redefinições foram contempladas no Plano Diretor da Reforma do Aparelho de Estado, no qual as políticas sociais deixam de ser consideradas atividades exclusivas do Estado e passam para a esfera "pública não-estatal" (Bresser Pereira, 1997, p. 7), instituída por meio da criação das organizações sociais (OS), organizações de direito privado, públicas, não-estatais. Programa Dinheiro Direto na Escola 21

22 Nessa direção, o Plano Diretor de Reforma do Aparelho de Estado (Pdrae) propõe mudanças na estrutura organizacional do aparelho estatal a partir da criação de mecanismos de descentralização, de redução da estrutura hierárquica e da introdução da avaliação de resultados. É uma nova concepção de administração pública centrada nos resultados, que o Pdrae denomina de "gerencial", nos moldes empresariais, por considerar que grande parte dos males sociais advém de problemas de mau gerenciamento das instituições do Estado. Portanto, a pesquisa analisou o Programa Dinheiro Direto na Escola como parte desse movimento. De certa forma, é a materialização de como estão ocorrendo, na política educacional brasileira, as redefinições do papel do Estado, mais especificamente, as redefinições ocorridas nas propostas de financiamento e gestão escolar, frisando que temos como pressuposto que a política educacional não é simplesmente determinada pelas mudanças que estão ocorrendo na redefinição do papel do Estado, mas parte constitutiva dessas mudanças. Partiu-se, ainda, do entendimento de política educacional como política social que não se separa da política econômica, por serem parte de uma mesma totalidade daí a necessidade de estudar-se o desenvolvimento econômico. De igual modo, não se pode analisar a política econômica descolada da política social: "a totalidade é sempre relativa, embora possa figurar em certo momento como totalidade autônoma, destinada a servir de campo para uma investigação" (Vieira, 1992, p. 21). Entende-se, ainda, que as políticas públicas, especificamente as sociais, surgem a partir de demandas sociais, de interesses político-partidários, de movimentos de lutas, entre outros, em um cenário de tensões, lutas, conflitos e negociações, próprio de uma sociedade democrática. No caso particular da pesquisa que é objeto deste Relatório, buscou-se localizar o momento em que a gestão passou a ser central no conjunto das políticas públicas para a modernização do Estado brasileiro. Nosso objetivo geral, portanto, foi analisar o Programa do governo federal Dinheiro Direto na Escola (Medida Provisória nº ) e as implicações para a organização e o funcionamento da escola pública decorrentes da constituição de unidades executoras como entidades de direito privado nos seguintes Estados: Rio Grande do Sul, São Paulo, Piauí, Pará e Mato Grosso do Sul. Nossos objetivos específicos foram: 1. Compreender a natureza do Programa do governo federal Dinheiro Direto na Escola (PDDE); 2. Analisar as conseqüências da implantação/implementação do Programa do governo federal Dinheiro Direto na Escola para a organização e a gestão dos "sistemas" educacionais de cada Estado envolvido no que se refere a: - alterações na natureza e dinâmica dos processos decisórios no interior de cada sistema; - produção de mecanismos de fiscalização para o repasse financeiro do Programa; 22 Programa Dinheiro Direto na Escola

23 3. Analisar as conseqüências da implantação/implementação do Programa Dinheiro Direto na Escola para a organização e a gestão democrática da escola pública no que se refere a: - alterações nas práticas decisórias e no locus onde tais práticas se desenvolvem; - envolvimento dos diferentes segmentos escolares nos processos decisórios e possíveis alterações na dinâmica da participação; - existência de diferentes configurações para as unidades executoras nos diferentes Estados e suas conseqüências para a gestão escolar; 4. Estudar as conseqüências financeiras do Programa, particularmente com relação a: - alteração do custo-aluno, a partir da análise das quantias e responsabilidades que passaram a ser administradas pela própria escola em relação ao custeio das rubricas transferidas quando ainda sob responsabilidade do órgão central; - prioridades de investimento com os recursos descentralizados; 5. Analisar as peculiaridades regionais do Programa Dinheiro Direto na Escola com base nos estudos de cada Estado. A concepção metodológica que norteou o desenvolvimento da pesquisa levou em consideração a importância das peculiaridades regionais, as relações de força manifestas e as especificidades presentes na materialização de uma política governamental. Dessa forma, considerou-se imprescindível para a realização do estudo a participação de pesquisadores de diferentes Estados. Atendendo a essa exigência metodológica, a pesquisa contou com um Estado de cada região brasileira, adotando os seguintes procedimentos: - Seleção e leitura de bibliografia relacionada ao objeto de estudo; - levantamento, organização e análise de documentos oficiais relativos à criação e regulamentação do Programa PDDE na esfera federal, estadual e nos municípios envolvidos; - entrevistas com representantes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e Ministério da Educação (MEC) que participaram da elaboração do Programa ou de sua implementação; - entrevistas com componentes do corpo técnico de cada sistema de ensino em estudo, responsáveis por acompanhar a implantação do PDDE; - estudo, em cada um dos Estados, em duas escolas de ensino fundamental, uma vinculada à rede estadual e outra à rede municipal, e em uma unidade de educação especial no RS, no PI e no MS por meio de: entrevistas a partir de roteiro elaborado a fim de que os pesquisadores mantivessem parâmetros mínimos para proceder à análise do conjunto Programa Dinheiro Direto na Escola 23

24 de casos. Todavia, buscou-se, nas entrevistas, preservar as condições para que as peculiaridades locais fossem registradas. Foram entrevistados representantes de todos os segmentos integrantes das unidades executoras e do Conselho de Escola ou Colegiado Escolar, quando foi o caso; participação em reuniões das unidades executoras ou em outras instâncias coletivas de decisão; análise de atas e outros documentos relacionados à gestão da unidade escolar e ao PDDE; e reuniões nacionais nas quais foram desenvolvidos os seguintes aspectos: discussão do referencial teórico; elaboração dos instrumentos de pesquisa; socialização dos dados de cada Estado; análise dos dados; produção do relatório técnico-científico. Desse modo, por meio do estudo dos cinco casos escolhidos intencionalmente, tendo em vista o propósito da pesquisa de apropriar-se das características do Programa nas diversas regiões do Brasil, buscamos, ao mesmo tempo em que analisávamos cada situação, ainda que sem intenções de generalizações (Stake, 1983), relacionar os casos estudados com o contexto em que se apresentaram. Isso porque, como em Rockwell (1986, p. 47), se entende, neste trabalho, que o fenômeno eleito para a investigação deva ser percebido a partir de suas relações com o contexto social mais amplo e não apenas em função de suas relações internas (Luckács, 1967). Metodologicamente, isto implica, por um lado, complementar a informação de campo com informações relativas a outras ordens sociais (por exemplo, a estrutura e política educacionais do país) e, por outro lado, buscar interpretações e explicações a partir de elementos externos à situação particular. Desse modo, não se realizam estudos de caso, mas estudos sobre casos (Rockwell, 1986, grifos meus). Observe-se que a ética na coleta das informações foi contemplada, entre outros procedimentos, pela realização de entrevistas somente mediante o consentimento prévio dos entrevistados e pelo respeito às opções de anonimato, quando foi o caso. A utilização de áudio somente ocorreu com a autorização específica dos participantes. A adesão à pesquisa foi voluntária. Por fim, vale ressaltar que os dados empíricos sobre a execução do PDDE utilizados para compor as comparações e sustentar as reflexões presentes neste Relatório sobre os diferentes sistemas/redes são relativos ao ano de 2004, ainda que se complementem com dados e informações anteriores na medida em que se quer relacionar aspectos da implantação e gestão do Programa. Diante do exposto, este Relatório está organizado em quatro capítulos, assim configurados: o primeiro capítulo descreve o Programa, desde a sua implantação até o ano de No segundo capítulo, é apresentado o marco teórico da pesquisa, enfatizando os eixos de análise Estado e Políticas Públicas e Gestão Democrática na Escola e no Sistema. O capítulo está constituído por parte dos textos elaborados pelas equipes e debatidos nas reuniões nacionais. O terceiro capítulo é composto pelos estudos de caso realizados nos Estados da amostra. 24 Programa Dinheiro Direto na Escola

25 No quarto capítulo, faz-se a análise, com base nas experiências estaduais e municipais, enfocando os principais aspectos que sistematizam os resultados da pesquisa: caracterização das unidades executoras; relação entre os entes federados; impactos financeiros nas escolas da amostra; democratização da gestão; execução do Programa; e principais problemas, vantagens e sugestões, de acordo com os sujeitos da pesquisa. Nas considerações finais, apresentamos uma síntese a partir do marco referencial de análise e dos pontos que se destacaram no decorrer da pesquisa, como: a relação público/privado, a gestão democrática e a descentralização/centralização. Programa Dinheiro Direto na Escola 25

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28 O Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE)

29 O objetivo deste item é descrever o processo de criação, implantação e implementação do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), apontando as alterações expressas na legislação referente ao Programa ao longo do período de 1995 a O governo federal criou, em 1995, o Programa de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (PMDE), com denominação alterada para Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), pela Medida Provisória nº 1.784, de 14 de dezembro de 1998, reafirmada pela Medida Provisória nº , de 24 de maio de 2001, que se justifica pela necessidade de adotar medidas racionalizadoras, menos burocráticas, de modo que os recursos cheguem com mais agilidade e diretamente às escolas, conforme Resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) nº 12, de 10 de maio de 1995 (Brasil, 1995). O Programa tem como objetivo repassar, diretamente às escolas públicas do ensino fundamental e organizações não-governamentais sem fins lucrativos que atuem com educação especial, dinheiro para custeio e manutenção de suas atividades, com recursos oriundos do Salário-Educação 1, distribuídos pelo FNDE segundo o número de alunos matriculados. Os recursos, inicialmente, deveriam ser repassados para a Secretaria Estadual ou Municipal de Educação ou para a unidade executora das escolas, sendo 1 O salário-educação foi instituído pela Lei nº 4.440, de 27 de outubro de 1964, sendo uma contribuição social correspondente a 2,5% da folha de pagamento das empresas vinculadas à Previdência Social. Programa Dinheiro Direto na Escola 29

30 destinados apenas ao custeio das despesas das escolas, e poderiam ser usados na manutenção e conservação do prédio escolar, aquisição de material necessário ao funcionamento da escola, capacitação e aperfeiçoamento de profissionais da educação, avaliação da aprendizagem, implementação do projeto pedagógico, aquisição de material didático/pedagógico e desenvolvimento de atividades educacionais diversas (Brasil, 1995). A partir de 1997, com base na idéia "de que a própria comunidade é quem sabe aplicar o dinheiro para resolver os seus problemas", para que esses recursos cheguem diretamente às escolas, passa-se a exigir que cada instituição escolar crie a sua unidade executora. Em outras palavras, as escolas com mais de 99 alunos, para receberem os recursos, precisam criar, obrigatoriamente, uma unidade executora, ou seja, uma "entidade de direito privado, sem fins lucrativos, representativos da comunidade escolar (caixa escolar, conselho escolar, associação de pais e mestres, etc.), responsável pelo recebimento e execução dos recursos financeiros recebidos pelo FNDE (...)" (Brasil, 1997a). A unidade executora, portanto, "tem como função administrar recursos transferidos por órgãos federais, estaduais, municipais, advindos da comunidade, de entidades privadas e provenientes da promoção de campanhas escolares, bem como fomentar atividades pedagógicas da escola" (Brasil, 1997a, p. 11). Entre as funções específicas, estão, por exemplo, prestar assistência ao aluno carente, realizar manutenção e conservação física da escola e dos equipamentos, bem como a limpeza de suas instalações, e promover a integração escola-famíliacomunidade (Brasil, 1997a, p. 11). Isso significa que a unidade executora, além dos recursos repassados pelo Programa, deve administrar recursos provenientes de uma outra fonte, ou seja, oriundos de campanhas organizadas pela comunidade escolar. A Resolução FNDE/CD nº 12/1995 apresentou os valores totais que deveriam ser recebidos, sendo que, com a Resolução FNDE/CD nº 3 de 1997 (art. 2º), esses valores passaram a ser divididos entre despesas de custeio e de capital. Quadro 1 - Valor anual por escola para o ensino fundamental Número de alunos por escola De 21 a 50 De 51 a 100 De 101 a 250 De 251 a 500 De 501 a 750 De 751 a De a De a Mais de Regiões N, NE e CO* Custeio Capital Total Valor anual por escola (R$ 1,00) Regiões S, SE e DF Custeio Capital Total Fonte: Resolução FNDE/CD nº 3, de (*) Exceto o Distrito Federal. 30 Programa Dinheiro Direto na Escola

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