Dr. Joaquim Abreu de Sousa anuncia celebração de um protocolo de colaboração entre a SPO e ESMO

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1 13. O CONGRESSO NACIONAL DE ONCOLOGIA 15 NOVEMBRO 2014 edição igualmente disponível em newsletter digital Dr. Joaquim Abreu de Sousa anuncia celebração de um protocolo de colaboração entre a SPO e ESMO Acordo vai constituir uma alavanca para a SPO, com novas e estimulantes oportunidades para todos os seus associados REVISTA DIÁRIA DO EVENTO conferência inaugural gestão hospitalar em oncologia custo efetivo do rastreio do cancro 15 outubro 2014 / 13. o congresso nacional de oncologia 2014 daily of / 01

2 Conferência Inaugural Prof. Manuel Sobrinho Simões A prática clínica é muito pequenina em relação à investigação básica A Conferência Inaugural do 13.º Congresso Nacional de Oncologia ficou marcada pela preleção do Prof. Manuel Sobrinho Simões, intitulada Da investigação à prática clínica em oncologia. Para o investigador, é preciso voltar ao tempo em que se falava muito tempo com o doente e se sabia todo o seu historial O anátomo patologista iniciou a sua conferência com uma mensagem clara: A investigação deu-nos informações bestiais. Simplesmente essas informações são muito difíceis de interpretar se não tivermos uma frame e a frame é a clínica. De acordo com o investigador, falta voltar à prática clínica, falar muito tempo com o doente, saber todo o seu historial. O que o responsável do IPATIMUP quer dizer, e fê-lo de uma forma clara, é que os oncologistas são insubstituíveis e que são eles que têm esse quadro ou possibilidade. Não é um biologista molecular, não é o bioinformático que faz isso. Medicina é narrativa Em suma, considera o Prof. Manuel Sobrinho Simões, a investigação básica está a produzir uma quantidade infernal de informação e, em contraponto, a prática clínica é muito pequenina em relação à investigação básica. Como resultado, os clínicos, de alguma forma, têm-se sentido esmagados com esta quantidade de informação, que depois é toda em siglas e se eu embirro com siglas -- e nós temos que reagir um bocadinho contra as siglas porque Medicina é narrativa. O outro problema destacado pelo investigador é que é preciso ter muita inteligência para ser capaz se fazer investigação clínica e investigação translacional nesta interface que faça sentido. Ou seja, o desafio agora, perante a quantidade infernal de informação, é saber fazer perguntas inteligentes. edição, coordenação e produção: bloom up Edifício Fernando Pessoa, Rua General Ferreira Martins, nº 10 2ºA Algés Website: Coordenação Geral: Paula Ribeiro; Direção editorial: Teresa Mendes; Design gráfico: Ana Sofia Conceição e João Mântua; Fotografia: António Aires Gomes; 02 / daily of 13.o congresso nacional de oncologia 2014 / 15 outubro 2014 De facto, evidenciou, sabemos imenso, temos imensas condições para fazer estudos moleculares, mas continuamos a ter dificuldades em perceber, quando metemos as coisas no contexto, que os fatores clínicos e os fatores mais óbvios como a invasão vascular são determinantes. Não pensem que o cancro é caótico Não pensem que o cancro é caótico, disse o Prof. Manuel Sobrinho Simões à plateia da Sala do Infante. O cancro é muito mais regulado em termos de crescimento do que nós. Conforme explicou, nós somos levados a pensar que resolvemos o cancro através da interferência com o tal crescimento, bloqueando a proliferação ou induzindo o suicídio celular mas não se esqueçam que o que nos mata é a invasibilidade e não há nenhum medicamento para a invasibilidade. Segundo o especialista, há imensos medicamentos para a proliferação, para a apoptose mas não há nenhuma droga que modifique a invasibilidade. E este é que é o nosso calcanhar de Aquiles, quer vosso, quer nosso. Sabemos imenso, temos imensas condições para fazer estudos moleculares, mas continuamos a ter dificuldades em perceber, quando metemos as coisas no contexto, que os fatores clínicos e os fatores mais óbvios como a invasão vascular são determinantes 15 outubro 2014 / 13.o congresso nacional de oncologia 2014 daily of / 03

3 Mensagens principais em discurso direto: Esperamos uma discussão aberta que promova contactos profissionais e científicos e, sobretudo, que contribua para fortalecer as nossas relações. Enquanto órgão científico que representa toda a comunidade oncológica, procuramos elaborar um programa científico abrangente que englobasse a transversalidade de um conjunto de temas de atualidade, que fossem comuns e que despertassem o interesse de todos os oncologistas. Dr. Joaquim Abreu de Sousa (Presidente da sociedade Portuguesa de oncologia) É com grande agrado que vejo aqui um grande conjunto de profissionais. Sublinhar a multidisciplinaridade presente na reunião. Encontramos a necessidade de uma grande cooperação entre os vários agentes envolvidos nesta matéria Não basta a um governante ser o único a falar sobre a prevenção do tabaco. É uma matéria que tem claramente que ser incluída numa lógica de saúde em todas as políticas, mas é fundamental ouvir sistematicamente ouvir a vossa voz esclarecedora sobre os malefícios do tabaco Há uma responsabilidade do Governo de diminuir as diferenças nos acessos aos rastreios e com isso contribuir também para colmatar algumas assimetrias que ainda encontramos em termos de sobrevivência de cancro É verdade que Portugal tem fragilidades em matéria de investigação clínica Dr. Leal da Costa (secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde) sessão de Abertura Oncologia está bem, mas é preciso melhorar Se é verdade que a oncologia é uma especialidade com grandes avanços e potencial em Portugal, faltam ainda muitos aspetos que precisam de ser melhorados. Esta foi a principal mensagem da Sessão de Abertura do 13.º Congresso Nacional de Oncologia. Na mesa estiveram presentes, para além do Dr. Joaquim Abreu de Sousa, presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO); a Enf.ª Filomena Maia (representante da Ordem dos Enfermeiros); o Dr. Leal da Costa (secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde); o Dr. Castanheira Nunes (presidente da Administração Regional de Saúde do Norte); o Dr. Manuel Pizarro (vice-presidente da Câmara Municipal do Porto); o Dr. Alberto Pinto Hespanhol (representante da Ordem dos Médicos) e a Dr.ª Florbela Braga (representante da Ordem dos Farmacêuticos). Elogio os profissionais de oncologia portugueses por aqueles que são os resultados muito significativos do país na comparação internacional na área da oncologia A verdade é que também na oncologia, como noutras áreas em geral, o nosso sistema prova que com meios inferiores conseguimos resultados comparáveis aos países desenvolvidos e isso deve-se ao modelo de organização que conseguimos, com um SNS de acesso geral e universal, mas deve-se sobretudo à qualificação e dedicação dos nossos profissionais Para o futuro não podemos dar como adquirido os resultados que conseguimos, até porque eles são bons mas todos temos consciência que podiam ser melhores. Temos áreas onde precisávamos de investir mais Precisávamos de investir mais na prevenção primária. É absolutamente urgente que se conclua o processo de revisão da lei do tabaco, que depende mais da decisão política do que qualquer outro constrangimento externo Acho relevante que continuemos a apostar decisivamente mais na prevenção secundária, na qual falta fazer tanto e precisamos de fazer de forma consistente. Aí, sim, o País precisa de um consenso, que não deveria ser difícil de conseguir, pois é baseado num conhecimento técnico e científico - tal como foi conseguido na área da saúde materna infantil devido à continuidade política -, tão indispensável nesta área do cancro e dos rastreios Dr. Manuel Pizarro (vice-presidente da Câmara Municipal do Porto) 04 / daily of 13.o congresso nacional de oncologia 2014 / 15 outubro outubro 2014 / 13.o congresso nacional de oncologia 2014 daily of / 05

4 testemunhos Dr. a aida batista Presidente da Associação Portuguesa de Farmacêuticos Hospitalares Conferência Gestão Hospitalar em Oncologia dr. Carlos Santos Do que depende o sucesso dos gestores? O sucesso dos gestores depende, entre muitas outras variáveis, eventualmente tão ou mais importantes, da forma como conseguirem combinar estes níveis ou estas dimensões de atuação e do modo como conseguem adequar o estilo de liderança ao grau de maturidade dos colaboradores, sublinha o responsável. Para além disso, considera, começa também a saber-se, ou pelo menos a ter fundadas razões para acreditar, que o conhecimento profundo do negócio é um fator crítico para a sucesso da gestão. É por isso, na sua opinião, que experiências do passado recente, de trazer para a saúde gestores de outras áreas de atividade não tiveram todas o mesmo sucesso, revelando-se algumas delas mesmo catastróficas De facto, reforça o Dr. Carlos Santos, não será alheio ao sucesso de algumas dessas experiências e ao fracasso de tantas outras, o maior (no caso das primeiras) ou menor O conhecimento profundo do setor onde atua é um fator crítico para a sucesso da gestão Nuclear Mais logo, pelas 15h, vai decorrer, na Sala do Infante, a Sessão Plenária da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH). Gestão Hospitalar em Oncologia é um dos temas em destaque, que será apresentado pelo Dr. Carlos Santos, Vogal Executivo do Conselho de Administração do IPO de Coimbra, Administrador hospitalar do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e Vogal Executivo da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares. Em declarações à Daily Of, e antecipando a preleção, o administrador hospitalar considera, a propósito do sucesso dos gestores, que este não depende apenas do elenco das competências técnicas isto é, do uso das ferramentas de gestão financeira, do controlo orçamental, do controlo sobre objetivos e prazos, da capacidade para planear e controlar a execução dos planos, nem tão pouco apenas das competências relacionais, da capacidade de liderança, da motivação dos seus colaboradores, da capacidade de intervir sobre os seus fatores extrínsecos e de potenciar os fatores intrínsecos da motivação. (nas outras) investimento feito pelos gestores em compreender os processos específicos do negócio da saúde. Em suma, conclui o preletor, há muito que em Portugal se reconheceu que as características próprias dos processos de prestação de cuidados de saúde exigem formação específica dos seus gestores e existe um relativo consenso em torno do assunto. Distintos perfis de competências dos gestores em discussão Já quanto à existência de especificidades decorrentes da natureza pública ou privada do hospital que determinem distintos perfis de competências dos seus gestores, bem como especificidades na natureza generalista ou dedicada à oncologia de uma unidade de saúde que determinem ou reclamem diferentes perfis de competências haverá porventura, muito mais perguntas que respostas, afirma o também pós-graduado em Gestão e Economia da Saúde. De acordo com o Dr. Carlos Santos esse caminho de procura de respostas já foi iniciado com o convite de um painel de peritos, profissionalmente ligados à gestão de unidades de saúde aos diversos níveis de gestão, com proveniências distintas do ponto de vista da formação de base para, de forma estruturada com recurso à Técnica de Grupo Nominal, refletir sobre a eventual existência de fatores aglutinadores, suficientemente marcantes para que, a partir deles e da sua classificação, se possa construir ou defender uma especificidade formativa dentro da administração/gestão de unidades de saúde. Adianta o responsável que os resultados apontam para um forte consenso em torno da existência de traços distintivos dos hospitais. No entanto, em relação ao facto de também serem distintas as competências exigidas aos gestores, o administrador hospitalar do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, considera que os administradores, sejam de um hospital generalista ou de uma unidade dedicada à oncologia e, já agora, sejam de um hospital público ou privado, não têm por que ter distintos perfis de competências. Gestor que não toma boas decisões, dificilmente poderá ser um bom gestor Já o facto de possuírem formação específica em administração de serviços de saúde é, do ponto de vista do Dr. Carlos Santos, essencial para o sucesso de um administrador!. Será isso suficiente, perguntamos? Diria que, embora seja condição necessária, não é suficiente. E não o é porque, além da formação específica num setor de atividade como a saúde, o gestor tem que conhecer as variáveis críticas, as variáveis diferenciais do negócio em que atua. Exemplo disso é conhecer os processos, questioná-los, questionar-se a si próprio sobre eles, entendê-los, é determinante para o sucesso. Sem a compreensão da especificidade dos processos de diagnóstico, tratamento e seguimento dos doentes oncológicos, da importância crítica de ações que, sendo exteriores à unidade de saúde, como o rastreio ou o diagnóstico precoce, têm impactes determinantes nos resultados. Sem a compreensão da importância estratégica de um registo de cancro, as decisões de alocação de recursos não serão as decisões corretas, não serão boas decisões. E um gestor que não toma boas decisões, dificilmente poderá ser um bom gestor, conclui. testemunhos Dr. Jorge Rosa Santos Presidente do Grupo de Estudos de Cancro de Cabeça e Pescoço A Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO) tem como objetivos genéricos o estudo e investigação no âmbito da especialidade, em todas as suas áreas e fases da doença, nomeadamente epidemiologia, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e aspetos psicossociais. Como objetivo final cabe à SPO promover o conhecimento na área global da Oncologia. Sendo uma Sociedade que envolve todas as áreas, a Direção da SPO decidiu promover no seu 13.º Congresso Nacional a intervenção de todos os grupos, associações e sociedades vocacionadas para determinados tipos de cancro. Foi o caso do Grupo de Estudos de Cancro de Cabeça e Pescoço (GECCP) - que engloba todos os tumores malignos na área anatómica exceto os tumores encefálicos -, ao qual presido desde a sua criação em É com muito prazer que os farmacêuticos hospitalares portugueses participam no 13.º Congresso Nacional de Oncologia promovido pela Sociedade Portuguesa de Oncologia. A Associação Portuguesa de Farmacêuticos Hospitalares, em colaboração com o Colégio da Especialidade em Farmácia Hospitalar da Ordem dos Farmacêuticos, é responsável por uma sessão sobre a farmácia hospitalar e a intervenção farmacêutica no contexto oncológico. A oncologia é indubitavelmente uma especialidade multidisciplinar na abordagem e no tratamento dos doentes decorrente da enorme complexidade da doença e das múltiplas possibilidades terapêuticas, utilizando na maioria dos casos medicamentos de alto risco e com estreita margem terapêutica. O tratamento do doente oncológico é individualizado e todos os intervenientes no processo terão o seu papel para obter os melhores resultados de saúde com os melhores cuidados prestados. Os farmacêuticos hospitalares estão também inseridos nesta equipa alargada de profissionais, que envolve médicos de várias especialidades, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros. Contribuem com o seu conhecimento para o cumprimento dos planos terapêuticos estabelecidos com segurança, eficácia, eficiência e a custos conscienciosos. A participação neste evento reveste-se da maior importância para a Associação Portuguesa de Farmacêuticos Hospitalares, pois permite a partilha de experiências profissionais e um maior entendimento entre todos os envolvidos no tratamento dos doentes concológicos. Foi com grande honra que a Direção do GECCP aceitou este repto, considerando que este é um tipo de cancro pouco abordado, mas que desde 2010 está a surgir progressivamente nos meios científicos com uma consequente mediatização. Cerca de 60% destes tumores são diagnosticados em fases avançadas com alta taxa de mortalidade, necessidade de terapêutica mutilante, compromisso estético e funcional e redução da qualidade de vida. Apesar dos avanços na terapêutica, a mortalidade mantém- -se dececionante, sendo necessário sensibilizar o público e os profissionais para o diagnóstico precoce, bem como para a redução dos fatores de risco. Esta ação de sensibilização do público tem merecido da parte do GECCP uma especial atenção em colaboração com a European Head and Neck Society (EHNS). Na qualidade de Presidente do GECCP agradeço à SPO a possibilidade de organizar, durante este evento, uma mesa redonda sobre Tumores de Cabeça e Pescoço, com a participação de especialistas portugueses e europeus, espelhando a abordagem multidisciplinar no diagnóstico e tratamento deste tipo de tumor. 06 / daily of 13. o congresso nacional de oncologia 2014 / 15 outubro outubro 2014 / 13. o congresso nacional de oncologia 2014 daily of / 07

5 mesa redonda Custo efetivo do rastreio do cancro DR. A Anabela Pinto Todas as estratégias de rastreio de CCR são eficazes em termos de custos O Custo efetivo do rastreio do cancro é um das mesas-redondas em foco neste 13.º Congresso Nacional de Oncologia, que decorrerá no dia 16, das 11h às 11h45, na Sala do Infante. A Dr.ª Anabela Pinto, especialista em gastrenterologia com as áreas de diferenciação em Patologia Gastrenterológica e Proctológica e Coordenadora do Programa de Rastreio do Cancro Colo-Retal desde 1994, antecipou à Daily Of a sua preleção sobre o rastreio do cancro do colo-retal. Como sabemos, o cancro colo-retal (CCR) constitui um problema de saúde pública. De acordo com a especialista em 2012 registaram-se mais de 3700 óbitos (todos os dias morrem no nosso país 10 a 11 pessoas por CCR), apesar da grande evolução das múltiplas abordagens terapêuticas. Também a sobrevivência global dos doentes com CCR aos 5 anos não ultrapassa os 50%, recordando que se o diagnóstico for realizado numa fase assintomática, esta poder ultrapassar os 90%. E, para a Dr.ª Anabela Pinto, apenas o rastreio pode dar resposta a este problema, para além do seu benefício acrescido : Ao identificar as lesões precursoras, o rastreio reduz não apenas a mortalidade, mas também a incidência, evidencia. Custo sobe com a redução da adesão ao rastreio Em relação aos custos dos rastreios, estes dependem de múltiplas variáveis, mas, principalmente, dos custos da colonoscopia e da polipectomia. No entanto, informa a Coordenadora do Programa de Rastreio do Cancro Colo-Retal, um estudo muito antigo analisou 16 estratégias diferentes e verificou que todas eram eficazes em termos de custos, porque todas tinham custos inferiores a 40 mil dólares por cada ano de vida ganho, patamar utilizado pelos americanos para definir uma estratégia eficaz em termos de custos e que corresponde ao custo de cada ano de vida ganho num doente insuficiente renal a fazer hemodiálise. Um outro estudo de simulação, que analisou os custos de cinco estratégias diferentes de rastreio permitiu concluir que o custo para todas as estratégias subia com a redução da adesão, sendo a colonoscopia a estratégia mais eficaz quando a adesão baixava aos 50%, salienta a especialista. Um novo estudo recente, que comparou os custos de uma estratégia que incluía a pesquisa de sangue oculto nas fezes (PSOF) anual desde os 50 anos e depois colonoscopia aos 66 anos, com cinco estratégias diferentes, permitiu concluir que, em relação à PSOF anual, apesar de um ligeiro aumento dos custos, aumentava os anos de vida ajustada à qualidade (AVAQ), com uma redução de 55% do número de testes de PSOF. Porém, acrescenta a médica, a colonoscopia de 10 em 10 anos, apesar de permitir um ligeiro aumento dos AVAQ, determinava um aumento importante dos custos e, em 37%, o número de colonoscopias. Um quarto estudo permitiu concluir que era possível poupar recursos económicos com o rastreio do CCR com endoscopia : O diagnóstico de lesões precursoras permite interromper a evolução para CCR, evitando a necessidade de recorrer a cirurgia e outras terapêuticas muito dispendiosas, explica a Dr.ª Anabela Pinto. Por fim, um outro demonstrou que a ressecção endoscópica dos grandes pólipos tinha custos inferiores à ressecção cirúrgica. Em conclusão, destaca a especialista, com ou sem análises de custo-efetividade, não podemos esquecer que, todos os dias, no nosso país, morrem 10 a 11 pessoas por CCR e, como tal, devemos continuar a divulgar a importância do rastreio. Depois, sendo a única estratégia que permite, simultaneamente, diagnosticar e remover as lesões precursoras, a endoscopia deve continuar a ser o campo de batalha, pelo menos para a gastrenterologia. Os CCR não são todos iguais Os CCR não são todos iguais, com vias de carcinogénese que são obrigatoriamente diferentes e, como explica a Dr.ª Anabela Pinto, é preciso perceber qual a sua influência no rastreio. Em primeiro lugar na escolha do teste. Em 2008, os testes de rastreio foram divididos em dois grupos em função dos objetivos possíveis - num grupo foram incluídos os testes de fezes que permitem apenas o diagnóstico do CCR, no segundo grupo os exames estruturais que permitem identificar os CCR e os adenomas. Os testes submetidos a estudos controlados e randomizados foram os testes tipo guaico e a SF, demonstrando a eficácia destas estratégias. É óbvio que apenas a endoscopia permite identificar e remover simultaneamente os adenomas, apenas a endoscopia permite interferir e interromper a progressão para CCR e a colonoscopia tem sido considerada desde sempre como o exame gold standard, afirma a especialista. No entanto, a colonoscopia não tem o mesmo impacto no cólon direito e esquerdo, como explica a médica. Por um lado, uma colonoscopia de 10 em 10 anos poderá não diagnosticar as lesões que evoluem de uma forma mais rápida, mais frequentes no cólon direito. Por outro lado, a qualidade da preparação, também mais frequentemente inadequada no colon direito, poderão ser essenciais para reduzir a eficácia do rastreio, considera. Por isso, conclui, se o relatório for omisso em relação à preparação e outros fatores que tornaram o exame inconclusivo, o médico assistente não poderá definir corretamente o passo seguinte, aumentando a possibilidade dos CCR de intervalo. Em 2012 registaram-se mais de 3700 óbitos (todos os dias morrem no nosso país 10 a 11 pessoas por CCR), apesar da grande evolução das múltiplas abordagens terapêuticas testemunhos Dr. fernando barata Presidente do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão Enorme satisfação e responsabilidade foram os sentimentos vivenciados pela Direção do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão (GECP) face ao amável convite para estar no Congresso Nacional da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO). Estaremos, partilhando com toda a comunidade multidisciplinar que se dedica à Oncologia, da nossa experiência no diagnóstico e tratamento do cancro do pulmão. Patologia de alta prevalência e elevada mortalidade, o cancro do pulmão tem sido alvo, na última década, de significativos avanços no rastreio com recurso à tomografia computorizada de baixa dose, na imagiologia com o recurso à PET/TC, na abordagem diagnóstica com a eco endoscopia brônquica a esclarecer muito do envolvimento ganglionar mediastínico, na cirurgia com o recurso à videotoracoscopia, bem como no diagnóstico e na terapêutica ressecional oncológica, na radio oncologia (com a inovação da radioterapia estereotaxica para múltiplas situações de elevada complexidade anatómica e funcional) e na terapêutica biológica, com a opção por inibidores tirosina cinase face a doentes com mutação EGFR. Escolhemos para a nossa participação no Congresso da SPO três temas: o rastreio, as novas terapêuticas biológicas e as novas atitudes e opções face à progressão com estas terapêuticas. Vamos partilhar experiências e saberes tendo o doente com cancro do pulmão como o elemento chave da nossa união. Porque o futuro é de esperança, vamos procurar cada um de nós levar cada doente tão longe quanto cientificamente possível. O sonho comanda a vida. Dr. Fernando Calais da Silva Coordenador do Grupo Português Génito-Urinário O Grupo Português Génito-Urinário (GPGU) dedica-se há trinta anos à investigação clínica e formação em Urologia Oncológica em Portugal. Começou como um braço da European Organization for Research and Treatment of Cancer Genito-Urinary Group (EORTC GU Group) e participou em numerosos ensaios clínicos internacionais. Como Grupo de referência que reúne médicos de diversas especialidades, é um dos seus objetivos o desenvolvimento de parcerias com sociedades médicas, nomeadamente a Sociedade Portuguesa de Oncologia, para aprofundar o conhecimento científico, contribuindo para o avanço do estudo da Uro-Oncologia. Nesse sentido é com muito prazer que, como coordenador do GPGU, estarei presente como moderador na sessão Grupo Português Génito-Urinário/Associação Portuguesa de Urologia, neste 13.º Congresso Nacional, evento que apresenta o estado da arte da Oncologia em Portugal. Trata-se de um fórum que permite a todos os profissionais envolvidos, a troca de ideias e a partilha de perspetivas sobre as melhores abordagens terapêuticas com o objetivo final de mais eficácia na gestão do doente e da doença. 08 / daily of 13. o congresso nacional de oncologia 2014 / 15 outubro outubro 2014 / 13. o congresso nacional de oncologia 2014 daily of / 09

6 conferência A importância dos registos clínicos e codificação em Oncologia DR. fernando lopes Desenho dos sistemas de informação hospitalar não deve ser um espartilho mas um convite ao registo A importância dos registos clínicos e codificação em Oncologia é uma das conferências em foco na Sessão Plenária da Associação de Administradores Hospitalares (APAH), subordinada ao tema Gestão Hospitalar em Oncologia, e que decorre pelas 15h na Sala do Infante. O Dr. Fernando Lopes, Técnico Superior da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), falou à Daily Of sobre algumas das dificuldades que os médicos mais sentem a nível dos sistemas de informação. Salientando que do lado do hospital há todo um trabalho de divulgação, sensibilização e de cultura de registo que deve ser implementado, o especialista em codificação clínica lembra que não menos importante é a adequação dos meios (administrativos, logísticos e informáticos) disponíveis para uso dos médicos. Métodos de ditado, de gravação e de reconhecimento de voz, uso de normas como a SOAP e de templates, apoio de secretariado quando possível nunca serão demais para facilitar a realização de registos, sublinha. Para além disso, não se deverá esquecer o papel dos sistemas de informação hospitalar (SIH). O seu desenho não deve ser um espartilho mas um convite ao registo, alerta o especialista, que considera que a codificação obrigatória exigida ao médico é um erro frequente. Explica o Dr. Fernando Lopes que o médico não teve formação em codificação clínica, não dispõe de manuais, nem lhe é disponibilizada uma funcionalidade verdadeiramente amigável de ajuda à codificação. Logo, a sua resposta acaba por ser uma rejeição da codificação obrigatória, quando isso é possível, ou a seleção dum código mais ou menos aleatório para satisfazer a obrigatoriedade. Os relatórios de alta ficam sem diagnósticos, a codificação é impossível ou insuficiente, o casemix reflete esta deficiência e o financiamento diminui. Por isso, o especialista em Grupos de Diagnósticos Homogéneos (GDH) deixa a dica: Caixas de texto livre dedicadas aos diagnósticos fariam toda a diferença. No entanto, os responsáveis pelo software dos SIH não o têm compreendido e o Despacho n.º 2784/2013, relativo às notas de alta informatizadas pecou por ser demasiado ambicioso e não obteve ainda a adesão dos médicos, alerta. As direções clínicas, intermédias e dos serviços têm também um papel importante neste sistema. Formação, consciencialização, vigilância e auditoria podem ser conducentes à melhoria dos registos, sublinha o especialista, lembrando ainda que podem ser feitos investimento em todos os níveis do percurso da informação: colheita registo abstração codificação auditoria agrupamento reporting avaliação da produção. Até porque, desde logo, a sobrevivência e o futuro de uma instituição hospitalar de serviço público depende do financiamento que merecer pela sua produção, sendo a produção atualmente medida em termos de GDH e do seu casemix (complexidade), recorda o preletor. Como os GDH são sensíveis, dentro de cada Grande Categoria, aos diagnósticos adicionais de co morbilidade, para além do seu diagnóstico principal, que exige estudo e tratamento, toda a carga de patologia que acompanha um determinado doente interfere na abordagem, planeamento e tratamento que o hospital lhe deve prestar. E isso representa um consumo acrescido de recursos, explica o Dr. Fernando Lopes. O médico pode ter o quadro clínico completo na sua mente e não esquecer nenhum detalhe para selecionar a melhor resposta possível, mas se não documentar todas as condições e diagnósticos que tem de tratar, a complexidade do seu doente não fica suficientemente representada no agrupamento do episódio e o GDH resultante não refletirá a sua complexidade, alerta o preletor, lembrando que a cada GDH corresponde um coeficiente de ponderação, ou peso relativo, e é do somatório ponderado dos pesos de cada caso individual que vai resultar o casemix e, deste, o cálculo do financiamento. Sublinha o especialista que, esquecer as co morbilidades ou não mencionar as complicações é impedir o agrupamento no GDH adequado ao grau de severidade do caso e, em última análise, subtrair ao financiamento do hospital a complexidade que lhe era devida. Neste caso é vital a responsabilidade direta do médico. É importante não esquecer que é evidente a carga acrescida das tarefas de registo, por vezes inglória com aplicações informáticas sem ergonomia, contudo, não há quem o possa substituir nesta obrigação : Uma organização do trabalho pessoal, uma metodologia de registos sumários oportunos, um conhecimento da nomenclatura e do sistema de classificação serão condições de sucesso, aconselha o Dr. Fernando Lopes. trabalhos científicos de enfermagem Competência de autocuidado da pessoa à ostomia intestinal na fase pré-operatória - Escola Superior de Enfermagem do Porto Carla Regina Rodrigues da Silva (autor principal) Célia Santos e Maria Alice Brito (coautores) Instrumento de avaliação da competência de autocuidado da pessoa com ostomia intestinal - Instituto Português de Oncologia do Porto FG, EPE Carla Regina Rodrigues da Silva (autor principal) Teresa Cardoso e Ana Gomes (coautores) Dor e cuidados paliativos: A vivência da enfermagem no processo de morte e morrer dos pacientes oncológicos - UNIT - Centro Universitário Tiradentes Um olhar da enfermagem: A mulher jovem e o câncer de mama, a visão do processo morte e morrer - UNIT - Centro Universitário Tiradentes Qualidade de vida: Um olhar sobre o cuidar da enfermagem de pacientes oncológicos pediátrico sem tratamento quimioterápico - UNIT - Centro Universitário Tiradentes Cuidados paliativos à criança oncológica: A ótica do cuidar em enfermagem e a visão familiar no processo morte/morrer - UNIT - Centro Universitário Tiradentes Cuidados de enfermagem A relação que ajuda? - Escola Superior de Enfermagem do Porto Ana Leonor Alves Ribeiro (autor principal) Alteração do padrão da sexualidade no doente oncológico Instituto Português de Oncologia do Porto Elisabete Maria Sousa Valério (autor principal) Cirurgia citorredutora com quimioterapia intraperitoneal hipertemica: Como garantir a segurança do paciente Instituto Português de Oncologia Sílvia Ribeiro (autor principal) Fátima Micaelo, Manuela Pontes, Sílvia Ribeiro (coautores) The influence of education on cancer pain reduction: A systematic review Paulo Marques (autor principal) A NÃO PERDER AMANHÃ 9h50-10h45 - SALA D. LUÍS INTERNATIONAL SOCIETY OF GERIATRIC ONCOLOGY PRESIDENTE António Bettencourt MODERADORES Lurdes Batarda Manuel Bustamante CANCRO EM DOENTES IDOSOS: O QUE OS ONCOLOGISTAS DEVEM SABER? Francisco Pimentel 9h50-10h45 - SALA DO INFANTE DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA OS JOVENS ONCOLOGISTAS PRESIDENTE Helena Gervásio MODERADORES Margarida Damasceno Ana Martins Mourão O INTERNATO DA ONCOLOGIA MÉDICA EM PORTUGAL Miguel Abreu PERSPECTIVAS PARA A PRÁTICA CLÍNICA Joana Bordalo e Sá QUE SAÍDAS PARA A INVESTIGAÇÃO? Mafalda Oliveira 11h00-11h45 - SALA DO INFANTE CUSTO EFECTIVO DO RASTREIO DO CANCRO PRESIDENTE Carlos Oliveira MODERADORES Ana Teresa Aguiar Rui Cernadas Vítor Neves RASTREIO DO CANCRO DO COLO DO ÚTERO Daniel Pereira da Silva RASTREIO DO CANCRO DA MAMA Victor Rodrigues RASTREIO DO CANCRO COLO-RECTAL Anabela Pinto 11h45-12h45 - SALA DO INFANTE COMO PRESTAR CUIDADOS DE SAÚDE DE QUALIDADE NUMA ERA DE AUSTERIDADE MODERADOR Lúcia Gonçalves COMENTADORES Luís Portela Francisco Ramos PERSPETIVA DO CLÍNICO João Oliveira PERSPETIVA DO GESTOR HOSPITALAR Rocha Gonçalves PERSPETIVA DA INDÚSTRIA João Almeida Lopes PERSPETIVA DA TUTELA Castanheira Nunes PERSPETIVA DO CIDADÃO Augusto Lopes Cardoso 12h45-13h00 - SALA DO INFANTE ENCERRAMENTO 010 / daily of 13. o congresso nacional de oncologia 2014 / 15 outubro outubro 2014 / 13. o congresso nacional de oncologia 2014 daily of / 011

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