Autor: ESTADO DE MINAS GERAIS Réu: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL-INSS D E C I S Ã O

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1 Autor: ESTADO DE MINAS GERAIS Réu: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL-INSS CONCLUSÃO Faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal da 3ª Vara/MG. Belo Horizonte, 08/08/2014. Renner M. Dolabella Analista Judiciário/MG D E C I S Ã O Cuida-se de Ação Civil Pública, com pedido de liminar, ajuizada pelo Estado de Minas Gerais, qualificado na inicial, contra o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS objetivando provimento judicial que determine ao Réu que imediatamente reconheça como segurados os agentes públicos do Estado de Minas Gerais alcançados pelos efeitos da declaração de inconstitucionalidade da LC 100 proferida nos autos da ADI 4876, bem como que analise os requerimentos de prestações previdenciárias feitos pelos mencionados agentes públicos à luz da legislação que rege o RGPS, considerando, para todos os efeitos, inclusive carência, o tempo realizado junto ao Estado de Minas Gerais. Alega, em resumo, que visando solucionar a situação previdenciária de agentes públicos não titulares de cargos efetivos, principalmente na Pág. 1/9

2 área educacional, o Autor fez publicar a Lei Complementar Estadual nº 100/2007 cujos incisos I, II, IV e V do artigo 7º foram declarados inconstitucionais pelo STF, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade n Em conseqüência, os agentes públicos a que se referiam os incisos I, II, IV e V do citado artigo 7º, até então vinculados ao Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos mineiros passaram, imediatamente, a ser vinculados ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), a cargo do INSS. Informa o Autor que, em cumprimento à citada decisão, inscreveu os mencionados agentes públicos na Autarquia Previdenciária, a partir de abril/2014, e desde então vem efetuando o recolhimento da respectiva contribuição previdenciária. No entanto, o INSS vem criando óbices e dificuldades para estes agentes públicos, seja na condição de filiados, seja para a concessão de benefícios, negligenciando o direito líquido e certo que têm aos benefícios que, inclusive, possuem caráter alimentar. Discorrendo sobre os dispositivos legais que entende violados pelo Réu, requer o Estado de Minas gerais a concessão da liminar. Inicial e documentos às fls. 03/199. O despacho de fl. 201 postergou o exame da liminar para após a manifestação do INSS sobre a medida, nos termos da Lei nº 8.437/1992. Às fls. 206/277, o Autor junta documentos comprovando os fatos alegados na inicial e pugnando pelo deferimento da liminar. Pág. 2/9

3 O Réu manifestou-se às fls. 281/308, com documentos às fls. 309/346, defendendo a impossibilidade do deferimento da liminar alinhando as razões de seu convencimento. É o breve relatório. Decido. Na manifestação prévia, o INSS levanta as seguintes preliminares, a ver: 1) da impossibilidade da ação civil pública dada a natureza individual não homogênea do direito que se pretende tutelar; 2) da impossibilidade de manejo de ACP envolvendo matéria tributária; 3) do litisconsórcio passivo com a União em razão de acordo homologado judicialmente; 4) questão prejudicial - embargos declaratórios pendentes de julgamento na ADI 4.786; 5) da temeridade na concessão da liminar; 6) da irreversibilidade da medida; 7) da coisa julgada material. Pois bem. A um juízo inicial, próprio a este momento processual, entendo que as questões acima enumeradas não obstam ou impedem o exame do pedido liminar A presente Ação Civil Pública visa tutelar direito coletivo dos servidores estaduais atingidos pela decisão do STF na ADI ao Regime Geral da Previdência Social- RGPS, com fundamento no art. 40, par. 13 da CF. Há entre os servidores - determináveis- e o Estado de Minas Gerais um liame jurídico comum a todos, a exigir solução judicial uniforme, o que eleva o direito tutelado à categoria de direito coletivo. Por conseguinte, a princípio, a ação se encaixa no figurino legal previsto no art.1º da Lei nº 7.347/85. Por outro lado, o núcleo desta ação, como visto, Pág. 3/9

4 não envolve matéria tributária. Apenas atinge o tema de maneira indireta ou reflexa. ação. boni iuris e do periculum in mora. As demais questões preliminares estão relacionadas ao mérito da Sigo, portanto, ao exame do provimento liminar. Examino a presença simultânea dos requisitos legais do fumus Em que pesem as comprovadas dificuldades enfrentadas pelos servidores atingidos pela ADI na obtenção dos mais variados benefícios previdenciários junto ao INSS, entendo que a Autarquia Previdenciária não está obrigada a deferí-los. Ou seja, a recusa do INSS revela-se legítima e jurídica. A tese sustentada pelo Estado de Minas Gerais é a de que o STF no julgamento da ADI 4.786, ao modular os efeitos da decisão, fixando o prazo de 12 (doze) meses, contados da publicação da ata de julgamento, para a realização de concurso público, teria alterado o vínculo previdenciário dos servidores atingidos pela decisão, do Regime Próprio do Estado para o Regime Geral da Previdência Social, gerido pelo INSS. Segundo o Autor, mediante a decisão do STF, aqueles servidores teriam passado a ocupar cargos temporários, circunstância que teria atraído a incidência da regra do art. 40, par. 13 da Constituição Federal, que diz: Art. 40. (...) Par. 13. Ao servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em Pág. 4/9

5 comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público, aplicase o regime geral de previdência social. Sucede, contudo, que o entendimento do Estado de Minas Gerais não se ajusta ao decidido pelo STF e nem à norma constitucional antes referida. A leitura da ata de julgamento da ADI deixa claro que o STF, ao modular os efeitos da decisão, não fez em momento algum a mínima alusão à transformação de cargos, à criação de cargos temporários ou à mudança ou alteração de regime previdenciário. O que a Suprema Corte fez foi apenas protrair, jogar para frente, os efeitos da sua decisão em 12 (doze) meses, a fim de que o ente estatal - único Réu naquela ação - promovesse os concursos públicos necessários, sem que houvesse a abrupta e nefasta interrupção dos serviços públicos que estão sendo executados por aqueles servidores. Além do mais, a disposição contida no art. 40, par. 13 da CF só emprestaria validade à tese do Autor se os servidores não estivessem até a data do julgamento proferido pelo STF da ADI 4.786, vinculados ao Regime Próprio do Estado de Minas Gerais. No caso, os servidores estavam atrelados ao Regime Próprio em razão de dois fundamentos distintos. Primeiro, porque a legislação estadual já os considerava como filiados ao Regime Próprio, com o recolhimento das respectivas contribuições previdenciárias ao IPSEMG (Lei Estadual n /96, art. 2º). Pág. 5/9

6 Segundo, porque em processo judicial, extinto por transação entre as partes, o Estado, a União e o INSS concluíram que os servidores da Lei Complementar Estadual n. 100/2007 seriam submetidos ao Regime Próprio de Previdência dos Servidores Públicos do Estado de Minas Gerais. Ora, o Estado de Minas Gerais integrou aquele documento e anuiu com seus termos. O acordo restou homologado judicialmente pelo STJ, em 18 de agosto de 2010, surtindo de lá para cá efeitos jurídicos válidos, imediatos e compulsórios. ( Resp MG) (fls.334/335) O fato da decisão do STF ter sido posterior ao acordo firmado entre a União, o Estado de Minas Gerais e o INSS em nada interfere no que fora livremente pactuado pelas partes. A transação permanece hígida e de observância obrigatória, pois, como afirmei anteriormente, a decisão modulatória dos efeitos do STF manteve intacto por prazo certo o vínculo dos servidores com o Estado de Minas Gerais, inclusive o vínculo subjacente, de natureza previdenciária (fls. 323), verbis: A propósito, a seguinte ementa, extraída dos autos nº (...)MANDADO DE SEGURANÇA. FILIAÇÃO AO RGPS (REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL) E CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS SOBRE REMUNERAÇÕES PAGAS A SERVIDORES ESTADUAIS NÃO EFETIVOS (TEMPORÁRIOS E OCUPANTES DE CARGO EM COMISSÃO) E EMPREGADOS Pág. 6/9

7 PÚBLICOS. ESTADO MEMBRO OU MUNICÍPIO QUE POSSUI SISTEMA PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA HÁBIL A ALBERGAR OS SERVIDORES. (...) 3. O servidor público ocupante exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público é filiado obrigatório ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS) de que trata o 13º do art. 40 da CF/88, sujeito, pois ao recolhimento das contribuições previdenciárias de que trata a Lei nº 8.212/91, já à luz da universalidade de custeio e da solidariedade social (art. 195, caput e I, da CF/88). 4. Como o STF ADI nº 2024-MC/DF) entendeu que a submissão dos servidores descritos no 13º do art. 40 da CF/88 ao RGPS não importa em ofensa ao pacto federativo nem tem pertinência com o princípio da imunidade tributária recíproca, a presunção de constitucionalidade do preceito se reforça. 5. A jurisprudência (TRF1+STJ) assenta que, salvo o caso de o Estado-membro ou de o Município possuir sistema próprio de previdência social que atendendo os requisitos legais e em plena operação albergue os servidores públicos e empregados públicos descritos no 13º do art. 40 da CF/88, a filiação ao RGPS é compulsória e as contribuições previdenciárias legítimas. Pág. 7/9

8 6. As Leis Estaduais mineiras nº 9.380/86 (art. 2º); nº /90 (art. 2º e 4º); e nº /96 (art. 2º) permitem conclusão no sentido de que são filiados obrigatórios do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG) sujeitos às respectivas contribuições previdenciárias (estaduais) desde antes da EC nº 20/98 -, não só os servidores estaduais efetivos, mas, ainda, os ocupantes de cargos em comissão (e de função pública ) e os temporários (da administração direta e indireta). 7. Os antigos empregos públicos (CLT) estaduais da administração direta, de autarquia ou fundação foram transformados (art. 4º da Lei nº /90) em cargos públicos ou em função pública, sujeitos, pois, à filiação ao IPSEMG e, de conseqüência, também dispensados da filiação ao RGPS. (...). Desta forma, tenho o entendimento, de que mesmo após a decisão do STF na ADI 4.786, compete ao Estado de Minas Gerais, ainda hoje, manter os servidores da LC n. 100/2007 inscritos no Regime Próprio, outorgandolhes, a tempo e modo, as devidas prestações previdenciárias, até o encerramento do prazo estabelecido pelo STF. Assim, pelas razões acima deduzidas, o provimento liminar requerido pelo Estado de Minas Gerais ressente-se de plausibilidade jurídica, motivo pelo qual indefiro-o. Ao Autor, para incluir a União Federal no polo passivo, como Pág. 8/9

9 litisconsorte necessário, em face da abrangência do acordo firmado no processo n /MG. Cite-se o Réu. Após, ouça-se o MPF. Intimem-se. Cumpra-se. Belo Horizonte, 12 de agosto de Ricardo Machado Rabelo Juiz Federal da 3ª Vara/MG Pág. 9/9

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