CRITÉRIO DE PROJETO CP-001/2013 R-02

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2 DIRETORIA TÉCNICA PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DA REDE /2013 CRITÉRIO DE PROJETO /2013 R-

3 FOLHA DE CONTROLE

4 I APRESENTAÇÃO Este Critério de Projeto tem por objetivo estabelecer os requisitos mínimos necessários para elaboração de projetos de Redes de Distribuição Aéreas de Média e de Baixa Tensão do Sistema Elétrico da Coelce de modo a assegurar as condições técnicas, econômicas e de segurança necessárias ao adequado fornecimento de energia elétrica,. Na concepção e elaboração do Projeto de Rede de Distribuição foi levado em consideração a necessidade de se oferecer aos consumidores da Coelce uma boa qualidade de energia e serviço dentro das exigências dos órgãos reguladores, de acordo com a legislação vigente e com a tecnologia mais avançada do Setor Elétrico. Foi dada especial atenção a segurança e estética de modo que a rede seja segura, tenha um bom aspecto visual e seja integrada com o meio ambiente de modo a minimizar o impacto com os locais onde for instalada. Este Critério de Projeto R-, substitui o /20 R-01 e cancela a DT-113/2006 R-01 (Alterações no Critério de Projeto CP-01/20 - Rede de Distribuição Aérea de Média e de Baixa Tensão). Elaboração: José Deusimar Ferreira Antônio Ribamar M. Filgueira : Francisco Ernaldo da Silva Equipe de Consenso: Carlos Henrique Pinto Aragão Edgney Sarvio Oliveira Holanda Fábio da Rocha Ribeiro Francisco Antonio Mourão Francisco Queiroz Magalhães Martins José Gois da Silva Keyla Sampaio Câmara Michael Herbert Rocha Andrade Nilo Sérgio Maia Paulo André Ribeiro Paulo Rodrigues Bastos Neto Ricardo Lima de Freitas Rogério Almeida Leite Rogério Silva Veneranda Romulo Thardelly Sales Wellington Souza Apoio: Jorge Luis Cruz dos Santos José Mata III Matheus Sousa Lucena Sandra Lúcia Alenquer da Silva Área de Normas de Distribuição Área de Normas de Distribuição Área de Normas de Distribuição Área de Construção de Obras Rede MT - BT Fortaleza/Metropolitana Área de Manutenção e Obras MT - BT Sul Área de Manutenção e Obras MT - BT Norte Área de Engenharia da Rede MT/BT Área de Normas de Distribuição Área de Engenharia da Rede MT/BT Área de Engenharia da Rede MT/BT Área de Engenharia da Rede MT/BT Área de Engenharia da Rede MT/BT Área de Construção de Obras Rede MT - BT Fortaleza/Metropolitana Área de Engenharia de Rede MT/BT MRH Área de Normas de Distribuição Área de Engenharia de Rede MT/BT Área de Normas de Distribuição Área de Normas de Distribuição Área de Normas de Distribuição Área de Normas de Distribuição

5 II S U M Á R I O 1 OBJETIVO REFERÊNCIAS NORMATIVAS CAMPO DE APLICAÇÃO TERMINOLOGIA CARACTERÍSTICAS GERAIS DO SISTEMA ELÉTRICO DISPOSIÇÕES GERAIS LOCALIZAÇÃO DAS LINHAS DE DISTRIBUIÇÃO DE MT E BT CERCA ELETRIFICADA RURAL SIMBOLOGIA DE PROJETO MATERIAIS UTILIZADOS PLANEJAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO PLANEJAMENTO DAS OBRAS TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELA ÁREA DE PLANEJAMENTO TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELA ÁREA RESPONSÁVEL PELO PROJETO DE MT E BT CRITÉRIOS DE MÍNIMO DIMENSIONAMENTO TÉCNICO POSSÍVEL E MENOR CUSTO GLOBAL PROJETO DA REDE GERAL PLANEJAMENTO BÁSICO LEVANTAMENTO DA CARGA PREVISÃO DA TAXA DE CRESCIMENTO DA CARGA CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE ACORDO COM A DENSIDADE DE CARGA CONFIGURAÇÃO BÁSICA DA REDE INTEGRAÇÃO DA REDE AÉREA COM O MEIO AMBIENTE REGULAÇÃO E SUPORTE DE TENSÃO BANCO DE CAPACITORES APLICAÇÃO CONJUNTA DE BANCO DE REGULADORES E BANCO DE CAPACITORES AUTOMAÇÃO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DIMENSIONAMENTO ELÉTRICO TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO REDE DE BAIXA TENSÃO REDE DE MÉDIA TENSÃO PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO IDENTIFICADOR DE FALHA ATERRAMENTO CONDUTORES DE ATERRAMENTO... 31

6 III 10.2 HASTES DE ATERRAMENTO ATERRAMENTO NA MT ATERRAMENTO NA BT ATERRAMENTO DE CERCAS ATERRAMENTO EM ROCHAS PROFUNDIDADE DA HASTE DE TERRA CONEXÕES DIMENSIONAMENTO MECÂNICO ESCOLHA DE POSTES, ESTRUTURAS E CONDUTORES ESTAIAMENTO TRAVESSIAS E APROXIMAÇÕES PROJETO APRESENTAÇÃO DO PROJETO ANÁLISE E ACEITAÇÃO DO PROJETO EXECUÇÃO E COMISSIONAMENTO DA OBRA LIMPEZA DA FAIXA DE SERVIDÃO EXECUÇÃO DA OBRA ATUALIZAÇÃO DAS PLANTAS E CODIFICAÇÃO DE POSTES E ESTRUTURAS FISCALIZAÇÃO E COMISSIONAMENTO ANEXOS ANEXO A - FORMULÁRIO PARA LEITURA DE TRANSFORMADOR ANEXO B - RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR ANEXO C - ORÇAMENTO RESUMO ANEXO D - CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM BT ANEXO E - CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM MT ANEXO F - TERMO DE SERVIDÃO E PERMISSÃO DE PASSAGEM EM PROPRIEDADE RURAL TABELA 3: CARACTERÍSTICAS DO CONDUTORES DE COBRE NU (CCN) TABELA 4 : CARACTERÍSTICAS DOS CONDUTORES DE ALUMÍNIO NU COM ALMA DE AÇO (CAA) TABELA 5 : CARACTERÍSTICAS DOS CONDUTORES DE LIGA DE ALUMÍNIO (CAL) TABELA 6 : CARACTERÍSTICAS DOS CONDUTORES ANTI-FURTO TABELA 7: CONDUTORES DE ALUMÍNIO PROTEGIDO PARA REDE COMPACTA 15 KV TABELA 8: CONDUTOR MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO ISOLADO EM XLPE 0,6 / 1 KV TABELA 9: CONDUTOR MULTIPLEXADO DE COBRE ISOLADO EM XLPE 0,6 / 1 KV TABELA 10: POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR A SER INSTALADO TABELA 11: CARREGAMENTO MÁXIMO PERMITIDO EM TRANSFORMADORES TABELA 12: UTILIZAÇÃO DOS POSTES TABELA 13: DIMENSIONAMENTO CONDUTOR PRÉ-REUNIDO X TRANSFORMADOR... 52

7 IV TABELA 14: POSTES PADRONIZADOS PARA MONTAGEM DE TRANSFORMADORES TABELA 15: POSTES PADRONIZADOS PARA REDE DE DISTRIBUIÇÃO TABELA 16: TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL TABELA 17: DEMANDA DIVERSIFICADA EM KVA TABELA 18: DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT MONOFÁSICA TABELA 19: DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT TRIFÁSICA TABELA 20: QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM BT (KVA POR 100M) TABELA 21: QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM MT (KΩ / KM 13800V) TABELA 22: NÍVEIS DE TENSÃO TABELA 23: TRANSFORMADOR X ELO FUSÍVEL TABELA 24: FATORES DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES URBANOS TABELA 25: FATOR DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES RURAIS TABELA 26: DISTÂNCIA ENTRE CONDUTORES DE CIRCUITOS DIFERENTES TABELA 27: AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E O SOLO TABELA 28: FATORES DE DEMANDA E FATORES DE CARGA DE CONSUMIDORES DE BT E MT DESENHO : TRAVESSIA SOBRE ÁGUAS NAVEGÁVEIS DESENHO 001.: TRAVESSIA SOBRE LINHA FÉRREA DESENHO : TRAVESSIA SOBRE RODOVIA DESENHO : FAIXA DE SERVIDÃO DESENHO : ATERRAMENTO DE CERCA EM ÁREA URBANA DESENHO : SECCIONAMENTO E ATERRAMENTO DE CERCAS PARALELAS E BIFURCADAS DESENHO : SECCIONAMENTO E ATERRAMENTO DE CERCAS TRANSVERSAIS DESENHO : SECCIONAMENTO COM MOURÕES DESENHO : CRUZAMENTO SOBRE CERCA ELETRIFICADA DESENHO : ATERRAMENTO DE MT E BT DESENHO : POSTES EM ESQUINAS DESENHO : LADOS DA POSTEAÇÃO DESENHO : MODELO DE PLANTA DESENHO : RECONHECIMENTO DESENHO : MAPA CHAVE DESENHO : PERFIL PLANIALTIMÉTRICO DESENHO : ZONA DE PROTEÇÃO DE HELIPONTO DESENHO : ZONA DE PROTEÇÃO DE AERÓDROMO DESENHO : SIMBOLOGIA DE PROJETO

8 1/141 1 OBJETIVO Estabelecer as etapas e requisitos mínimos necessários para elaboração de projetos de Redes de Distribuição Aéreas de Média e de Baixa Tensão do sistema elétrico da Coelce, visando otimizar os investimentos necessários para fornecimento de energia com qualidade e segurança. 2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Durante as etapas de planejamento, projeto e execução das redes de distribuição devem ser observadas as seguintes normas, em suas últimas revisões ou outras pertinentes que vierem a ser publicadas: 2.1 Legislação PRODIST, Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional; Resolução Normativa ANEEL Nº 414 de 09/09/2010, estabelece as condições gerais de fornecimento de energia elétrica de forma atualizada e consolidada. 2.2 Norma Regulamentadora NR 10, Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. 2.3 Normas Brasileiras ABNT NBR 5422, Projeto de linhas aéreas de transmissão de energia elétrica; NBR 15688, Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus. 2.4 Normas Coelce CE-0, Serviços de Topografia; CP-003, Rede de Distribuição Rural Monofilar; DT-042, Utilização de Materiais em Linhas de Distribuição Aéreas de MT e BT; DT-138, Empreendimentos Habitacionais para Fins Urbanos Destinados às Famílias de Baixa Renda; NT-001, Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição; NT-0, Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição; NT-003, Fornecimento de Energia Elétrica a Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras; NT-005, Fornecimento de Energia Elétrica a Condomínios Horizontais, Desmembramentos e Loteamentos; NT-007, Fornecimento de Energia Elétrica para Iluminação Pública; PE-030, Instalações de Iluminação Pública; PE-031, Rede Primária de Distribuição Aérea de Energia Elétrica Urbana e Rural; PE-034, Estruturas Especiais; PE-035, Rede Primária de Distribuição Aérea Rural Monofilar; PE-036, Rede de Distribuição Aérea Transversal DAT; PE-038, Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V; PE-LAAT, Linha Aérea de Alta Tensão - LAAT Classe de Tensão 72,5 kv; PM-01, Padrão de Material; PEX-014, Construção de Linhas Aéreas de Média e Baixa Tensão Desenergizadas; PEX-3, Inspeção em Redes de Média e Baixa Tensão;

9 2/141 PEX-7, Desmatamento e Redesmatamento de Redes de MT e AT (15 e 72,5kV); POP-010, Procedimento para Avaliação dos Níveis de Tensão em Alimentadores de Média Tensão; PTO-004, Licenciamento Ambiental. 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Estes critérios aplicam-se aos projetos de extensão, reforço, reforma e melhoria de Redes Aéreas de Distribuição de Média Tensão ( Volts) e de Baixa Tensão (380/220 Volts) localizadas na área de concessão da Coelce. 4 TERMINOLOGIA 4.1 Alimentador Rede de Distribuição de Média Tensão que se origina a partir da subestação para fornecer energia elétrica, diretamente ou por intermédio de seus ramais, transformadores de distribuição e/ou consumidores. 4.2 Área de Planejamento Área da Coelce responsável pelo planejamento expansão do sistema elétrico de AT e MT. 4.3 Área de Projetos Área da Coelce responsável pela elaboração de projetos e orçamentos da rede de MT e BT. 4.4 Área de Obras Área da Coelce responsável pela programação e execução de obras da rede de MT e BT. 4.5 Atestado de Viabilidade Técnica Documento emitido pela Coelce que informa se o sistema elétrico de sua concessão é capaz de suprir a demanda estimada pelo interessado e que indica a necessidade ou não de execução de obras. 4.6 Automação de Rede de MT Um sistema de automação da distribuição é uma combinação de subsistemas de automação que habilitam uma empresa concessionária a monitorar, coordenar e operar alguns ou todos os componentes do sistema elétrico em tempo real. 4.7 Baixa Tensão - BT Limite de tensão nominal até V. No sistema elétrico da Coelce a tensão nominal de Baixa Tensão é de 220 V (fase-neutro) ou 380 V (fase-fase). 4.8 Cabo Coberto É um condutor coberto com material polimérico, resistente ao trilhamento elétrico e às intempéries. Não possui blindagem da isolação, portanto, não pode ser considerado cabo isolado. 4.9 Cabo Multiplexado ou Pré-reunido É um cabo composto de vários condutores individualmente isolados e dispostos helicoidalmente formando um único conjunto, utilizando um condutor mensageiro que serve de neutro e de sustentação mecânica Carga Instalada É a soma das potências nominais de todos os aparelhos, equipamentos e dispositivos instalados nas dependências das unidades consumidoras, os quais, em qualquer tempo, podem consumir energia elétrica.

10 3/ Consumidor Grupo A Unidades consumidoras atendidas em tensão nominal de 13,8 kv Demanda Diversificada Demanda resultante da carga, tomada em conjunto, de um grupo de consumidores Demanda Máxima Maior demanda verificada durante um intervalo de tempo especificado Demanda Média Razão da quantidade de energia elétrica consumida durante um intervalo de tempo especificado, para esse intervalo Desmatamento Compreende o corte e retirada da vegetação que se encontra na faixa de passagem da rede de distribuição aérea a ser construída, com largura total de 6 m para rede de Média Tensão e de 3 m para rede de baixa tensão, observando o disposto no Desenho Device Profile Documento que descreve as funções do protocolo de comunicação que foram implementadas no sistema e suas respectivas configurações Faixa de Servidão Corresponde a faixa do terreno onde é localizada a rede de distribuição aérea, em toda a sua extensão e cuja largura é determinada pela classe de tensão e estruturas utilizadas. A faixa de servidão das redes rurais da Coelce corresponde a 3 m para redes de BT e 6 m para redes de MT, sendo 1,5 m e 3 m para cada lado do eixo das redes de BT e de MT respectivamente. Em casos excepcionais esta faixa pode ser alterada. Na área urbana, na maioria das situações, a faixa se confunde com o arruamento já definido, devendo no entanto, serem atendidas as prescrições mínimas de distância dos condutores aos obstáculos Carga Razão entre a demanda média e a demanda máxima ocorrida no mesmo intervalo de tempo especificado Correção Sazonal correção da demanda diversificada dos consumidores residenciais e comerciais, com o objetivo de se excluir a possibilidade de que a demanda medida não corresponda à máxima anual Demanda Razão entre a demanda máxima e a carga total instalada em um intervalo de tempo especificado Diversidade Razão entre a soma das demandas máximas individuais de um conjunto de equipamentos elétricos ou instalações elétricas e a demanda máxima simultânea ocorrida no mesmo intervalo de tempo especifico Potência Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas, ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado.

11 4/ Utilização Razão entre a máxima demanda verificada pela capacidade nominal de um sistema Simultaneidade Razão entre a demanda simultânea máxima de um conjunto de equipamentos ou instalações elétricas e a soma das demandas máximas individuais ocorridas no mesmo intervalo de tempo especificado GOM.Net Sistema desenvolvido pela equipe de Redesenho de Processos da Diretoria Técnica, juntamente com as Gerências de Distribuição e Synapsis, com a participação de empresas parceiras. O sistema possibilita o acompanhamento das atividades dos processos de projetos e obras de distribuição, desde a gestão estratégica até as atividades de cada projetista, turma de construção e fiscais de obras. O sistema está centrado na comunicação entre a concessionária e suas diversas empresas parceiras, prestadoras de serviços de projetos, execução e fiscalização de obras. Toda a comunicação é realizada por meio da intranet e GPRS, com o uso de Palm Top pelas equipes de campo Mapa Chave É a planta planimétrica da área a ser atendida, reduzida para a escala 1: Média Tensão - MT Limite de tensão nominal acima de 1000 V e abaixo de 69 kv. No sistema elétrico da Coelce a tensão nominal de MT é de 13,8 kv entre fases MRT O Sistema Monofilar Com Retorno por Terra MRT consiste em uma rede monofásica na qual a terra substitui o condutor neutro. A vantagem do sistema é a utilização de um único condutor, permitindo, por esta razão, maiores vãos entre as estruturas de apoio, face a inexistência da limitação imposta pelo afastamento dos condutores e ao menor esforço lateral nos postes, produzido pelo vento, acarretando por via de conseqüência, uma redução sensível no custo da rede Núcleo Populacional Rural São aglomerados populacionais com número inferior a 20 unidades de construção, ocupando uma área contínua, formando ou não arruamentos regulares Perfil Planialtimétrico Representação planialtimétrica do terreno da área específica do projeto de uma Rede de Distribuição Aérea Rural Planta Cadastral É uma planta na escala 1:1000 contendo todos os detalhes físicos e elétricos necessários ao cálculo do projeto da rede de distribuição Planta de Situação É um desenho em escala adequada, com indicação do norte magnético e de pontos de referência que permitam identificar o local de construção, ampliação ou reformada a Rede de Distribuição. Esta planta deve apresentar pelo menos um ponto da rede da Coelce Ponto de Ligação Ponto da rede de distribuição do qual deriva um ramal de ligação.

12 5/ Projeto de Extensão Obras decorrentes de projetos que dão origem a novas redes ou crescimento das redes existentes para atendimento a novas cargas elétricas. Ressalta-se que as obras de extensão caracterizam-se por terem fundamentalmente a finalidade de atender a novas cargas. A construção de novos trechos para interligações de alimentadores ou com outras finalidades de natureza operacional, não se considera como extensão Projeto de Reforço São obras que atuam sobre as instalações existentes com a finalidade exclusiva de aumentar sua capacidade, para que o componente não fique sujeito a um carregamento superior ao seu limite físico. Ex: Troca ou adição de novos transformadores, troca de condutores, troca de equipamentos; em todos os casos por esgotamento das suas capacidades Projeto de Reforma São obras que atuam sobre as instalações existentes, com a finalidade exclusiva de melhorar as suas condições físicas, por razões de segurança, estética ou padronização. Ex: Remanejamento de linhas e redes, troca de componentes deteriorados, troca de equipamentos defeituosos Projeto de Melhoria São obras que se caracterizam por modificações nas instalações existentes ou construção de novos trechos com a finalidade de se obter condições operacionais mais vantajosas. Estas condições tanto envolvem aquelas de natureza elétrica (continuidade, confiabilidade, regulação de tensão, perdas) como de natureza econômica (custo operacional, energia não suprida etc.) Ex: Interligações para manobras, instalação de reguladores de tensão, bancos de capacitores, seccionadores Ramal de Alimentador Componente de um Alimentador de Distribuição que deriva diretamente de um tronco de alimentador Ramal de Ligação É o trecho do circuito aéreo compreendido entre a Rede de Distribuição de MT ou de BT da Coelce e o ponto de entrega Rede de Distribuição Aérea Urbana - RDU É a parte integrante do Sistema de Distribuição implantado dentro do perímetro urbano das cidades, distritos, vilas e povoados Rede de Distribuição Aérea Rural RDR É um conjunto de linhas elétricas, com os equipamentos e materiais diretamente associados, destinado à distribuição rural de energia elétrica Rede de Média Tensão Rede de Distribuição que fornece energia elétrica aos transformadores, unidades consumidoras de MT e/ou pontos de entrega sob a mesma tensão primária nominal.

13 6/ Rede de Baixa Tensão Rede de Distribuição com origem no secundário dos transformadores de distribuição até os pontos de ligação dos diversos consumidores de BT Sistema de Distribuição É a parte do sistema de potência destinado ao transporte de energia elétrica, em média ou baixa tensão a partir do barramento secundário de uma subestação (onde termina a transmissão ou subtransmissão), até os pontos de consumo SCADA Sistema de supervisão e controle que permite ao Centro de Controle do Sistema realizar comandos e monitorar equipamentos e suas respectivas grandezas elétricas remotamente Sobrecarga Incremento de carga adicional sobre o valor nominal, que pode ser imposto a um determinado equipamento ou circuito Tronco Alimentador Componente de um alimentador de distribuição que transporta a parcela principal da carga total Unidade Consumidora Nível A Unidade consumidora de pequeno porte onde o consumo predominante seja o de iluminação interior, incluindo neste nível os consumidores de baixa renda Unidade Consumidora Nível B Unidade consumidora pertencente a consumidor de classe média, com utilização de aparelhos eletrodomésticos convencionais Unidade Consumidora Nível C Unidade consumidora pertencente a consumidor de classe média alta, com carga de iluminação significativa, aparelhos de ar condicionado, chuveiros elétricos etc Unidade Consumidora Nível D Unidade consumidora pertencente a consumidor de classe alta, onde haja abundância de iluminação interna e externa, utilização de pequenas centrais de refrigeração ambiental e outros serviços domésticos significativos Zonas de Corrosão Salina As áreas de corrosão são classificadas de acordo com a proximidade da orla marítima em Zona Moderada, Zona Mediana, Zona Severa e Zona Muito Severa e suas localizações estão definidas na DT 042.

14 7/141 5 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO SISTEMA ELÉTRICO O sistema elétrico de distribuição da Coelce é constituído basicamente por redes de distribuição de MT a 3 (três) fios, transformadores de distribuição delta-estrela com neutro aterrado e redes de distribuição de BT a 4 (quatro) fios, sendo 3 (três) fases e 1 (um) neutro. A tensão nominal das redes de distribuição de MT é de Volts entre fases e / 3 Volts fase-terra. A tensão nominal das redes de distribuição de BT é de 380 Volts entre fases e 220 Volts fase-neutro, conforme Figura 1. Demais características são apresentadas na Tabela 1 e na Figura 1. Tabela 1: Características Gerais do Sistema Elétrico da Coelce Freqüência Características Coelce Nº de Fases 3 Sistema de Média Tensão (3 fios) 60 Hz - Tensão Nominal 13,8 kv - Tensão Máxima de Operação 15 kv - Nível Básico de Isolamento na Subestação 110 kv - Nível Básico de Isolamento no Sistema de Distribuição 95 kv - Capacidade de Interrupção Simétrica dos Equipamentos de Disjunção Sistema de Baixa Tensão (dyn1) 16 ka - Tensão do Sistema Trifásico 380 V - Tensão do Sistema Monofásico 220 V Transformador de Corrente para Proteção - Corrente Secundária 1 / 5 A - Sobrecorrente 20 - Classe de Exatidão e Tensão Máxima do Enrolamento Secundário Transformador de Potencial para Proteção - Relação do Transformador de Potencial (MT) Rede de Distribuição de MT Tensão nominal: - Fase-Fase: Volts Fase-Neutro: 3 10B / 3-115/115/ 3 V Enrolamento secundário com derivação. Rede de Distribuição de BT Tensão nominal: - Fase-Fase: 380 Volts - Fase-Neutro: 220 Volts Transformador de Distribuição Figura 1: Representação Básica do Sistema de Distribuição de MT e BT da Coelce

15 8/141 6 DISPOSIÇÕES GERAIS 6.1 Localização das Linhas de Distribuição de MT e BT As redes aéreas de distribuição de MT e BT devem ser instaladas em domínio público É necessária a assinatura do Termo de Servidão e Permissão de Passagem em Propriedade Rural do Anexo F quando, em áreas rurais, não seja possível atender o item e seja necessária a construção de redes aéreas de distribuição em terrenos particulares As redes aéreas de distribuição de MT e BT podem ser construídas dentro dos limites dos prédios de múltiplas unidades de consumo ou dos condomínios fechados, deste que atendam respectivamente a NT-003 e NT Em todos os casos descritos nas alíneas acima, as redes de distribuição devem ser construídas em locais que permitam à Coelce o livre acesso. 6.2 Cerca Eletrificada Rural Finalidade da Cerca Eletrificada Quanto a finalidade da cerca eletrificada devem ser observados os seguintes itens: a) a finalidade da cerca eletrificada é manter animais confinados em uma determinada área ou proteger propriedades contra o acesso de animais domésticos e selvagens; b) em nenhuma hipótese deve ser usada para proteger a propriedade contra pessoas; c) a cerca eletrificada deve ser projetada por profissionais especializados e construída por empresa idônea, que possa dar garantia, assistência técnica e orientações quanto à operação do equipamento; d) o proprietário é responsável por qualquer anormalidade ou acidente que venha ocorrer na cerca eletrificada e com as pessoas e animais que possam vir a se acidentar Recomendações de Segurança Quanto a segurança da cerca eletrificada devem ser observadas as seguintes recomendações: a) a cerca deve ser alimentada por meio de um eletrificador e não pode, em nenhuma hipótese, ser eletrificada com energia diretamente da rede elétrica; b) nas aproximações ou cruzamentos da rede elétrica sobre cercas eletrificadas devem ser adotados os seguintes procedimentos: cercas paralelas devem ficar a uma distância mínima de 30 m do eixo da rede elétrica; nos casos onde for necessário cruzar a rede elétrica sobre a cerca eletrificada devem ser colocados dois condutores de proteção paralelos acima da cerca, para evitar que em caso de ruptura do condutor da rede este venha a cair sobre a cerca eletrificada; os dois condutores de proteção devem ter 60 m de comprimento, sendo 30 m para cada lado da rede, devendo ser aterrados nas duas extremidades, conforme Desenho c) na utilização de cercas eletrificadas deve ser observado: devem ser fixadas placas a cada 50 m, com os dizeres: CERCA ELETRIFICADA ; independente da sinalização, deve ser informado as pessoas da localidade sobre a existência da cerca eletrificada; é necessária a manutenção periódica da cerca. 6.3 Simbologia de Projeto Deve ser adotada a simbologia de projeto apresentada no Desenho

16 9/ Materiais Utilizados Devem ser utilizados exclusivamente os materiais e equipamentos padronizados no Padrão de Material e nas especificações técnicas em vigor na Coelce. A instalação dos materiais e equipamentos deve seguir o critério de grau de corrosão estabelecido na DT-042. Devem ser utilizadas as estruturas padronizadas nos padrões de estruturas: PE-030, PE-031, PE-034, PE-035, PE-036 e PE PLANEJAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO 7.1 Planejamento das Obras Todas as obras de redes de distribuição de MT e BT devem ser precedidas de um adequado planejamento, antes de seu projeto e construção, devendo ser realizado pela área de planejamento ou área responsável pelo projeto de MT e BT, de acordo com o porte da obra. A área responsável pelo projeto de MT e BT deve fazer o planejamento da rede de acordo com as recomendações contidas neste CP. Em casos excepcionais, a área de planejamento pode adotar outros critérios não relacionados neste CP. 7.2 Tipos de obras a serem planejadas pela Área de Planejamento Deve ser feito o planejamento e emitido o respectivo Atestado de Viabilidade Técnica AVT, para as seguintes obras: a) obras de atendimento a consumidores individuais do Grupo A ou empreendimentos que se enquadrem nos critérios para solicitação de atestado de viabilidade técnica definido nas normas técnicas: NT-0, NT-003 e NT-005; b) redes de distribuição de MT aérea com extensão total superior a 10 km ou com potência instalada (capacidade de transformação) a partir de 150 kva no interior e 300 kva em Fortaleza; c) obras de redes subterrâneas que interfiram na rede existente da Coelce ou outras obras consideradas especiais; d) com cargas que possam causar perturbações no sistema ou cargas muito sensíveis a variações de tensão, independente da potência. 7.3 Tipos de obras a serem planejadas pela área responsável pelo projeto de MT e BT As obras que não se enquadrem no item 7.2 devem ter um planejamento básico efetuado pela área responsável pelo projeto de MT e BT, com o objetivo de que a rede seja construída com mínimo dimensionamento técnico possível e menor custo global. 7.4 Critérios de Mínimo Dimensionamento Técnico Possível e Menor Custo Global O projeto elaborado deve considerar os critérios de mínimo dimensionamento técnico possível e menor custo global, conforme as normas e padrões disponibilizados pela Coelce, assim como daquelas expedidas pelos órgãos oficiais competentes, naquilo que couber e não dispuser contrariamente à regulamentação da ANEEL Os projetos de rede de distribuição devem levar em consideração para atendimento ao fornecimento de energia elétrica os materiais, equipamentos, padrões de estruturas, tipo de rede que possuam especificações técnicas mínimas que propiciem ao solicitante qualidade adequada ao uso da energia elétrica. Deve-se ainda observar o que se segue: a) o mínimo dimensionamento técnico deve contemplar obras estritamente necessárias para o atendimento a unidade consumidora; b) somente deve ser permitida a inclusão de obras não relacionadas ao atendimento (com finalidade do aproveitamento do tempo de execução de obra), quando for possível a segregação destes custos de forma a não interferir onerosamente para o solicitante;

17 10/141 c) independente da forma como o solicitante requereu seu atendimento, o projeto inicial deve ser elaborado e apresentado com mínimo dimensionamento técnico e mínimo custo global; d) para atendimento através de Micro-Sistema Isolado de Geração e Distribuição de Energia Elétrica MIGDI ou Sistema Individual de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente - SIGFI, devem ser observados os critérios de mínimo dimensionamento técnico e mínimo custo global descritos na legislação pertinente. 8 PROJETO DA REDE 8.1 Geral A elaboração do projeto deve abranger as seguintes etapas; planejamento básico; cálculo elétrico; cálculo mecânico; apresentação do projeto. 8.2 Planejamento Básico Planejamento Básico da Rede O planejamento básico da rede deve ser efetuado pela área responsável pelo projeto e consiste na determinação do tipo de projeto a ser desenvolvido. Este planejamento deve permitir um desenvolvimento progressivo da rede dentro da expectativa de crescimento da localidade a ser atendida. O planejamento básico deve seguir as etapas: a) devem ser obtidas plantas de situação da localidade ou área em estudo, através de plantas já existentes ou através de um novo levantamento topográfico ou aerofotogramétrico. Nesta etapa devem ser solicitados a Prefeitura mapas ou plano diretor da localidade ou área de estudo para facilitar a elaboração da plantas de situação; b) o levantamento topográfico é necessário para projetos com extensão a partir de 3000 m ou o terreno for acidentado ou sinuoso ou quando a vegetação não permita a averiguação do terreno; c) deve ser realizado um levantamento em campo para complementar ou corrigir as informações obtidas na planta cadastral Obtenção de Dados Preliminares Devem ser levantados os aspectos peculiares da área em estudo, observando-se: a) grau de urbanização da área; b) características das edificações; c) arborização das ruas; d) dimensões dos lotes; e) tendências regionais; f) comparação com áreas semelhantes que tenham dados de carga e taxa de crescimento conhecidas; g) planos diretores governamentais e dos órgãos de meio ambiente para a área; h) levantamento da carga; i) previsão da taxa de crescimento da carga; j) aquisição das plantas, mapas e projetos aprovados;

18 11/141 k) classificação da área quanto ao grau de agressividade salina conforme DT Aproximação de Aeroportos e Helipontos Para projeto e construção de rede nas proximidades de aeroportos, campos de pouso e helipontos, é necessária uma Consulta Técnica ao órgão responsável, pertencente ao Comando da Aeronáutica. Posteriormente deve ser solicitada a este mesmo órgão uma Licença para Projeto e Construção da Obra, devendo ser observadas as distâncias mínimas de segurança apresentadas nos desenhos e Traçado da Rede Aérea Rural No traçado da rede aérea rural devem ser observadas as recomendações citadas nos itens a , procurando atender, no mínimo, 3 (três) dessas recomendações Menor Distância A rede deve preferencialmente seguir estradas. Caso não seja possível este traçado, deve-se percorrer as menores distâncias, desviar de áreas de plantios, construções, rios, lagos e outros obstáculos, visando obter uma rede com um menor custo e menor impacto sobre o meio ambiente Apoio Rodoviário e Facilidade de Acesso A rede deve ser projetada próxima a estradas e locais de fácil acesso, para facilitar sua construção e manutenção, devendo-se restringir ao mínimo possível as travessias sobre rodovias, ferrovias, gasodutos, etc Maior Número de Consumidores O traçado deve procurar áreas com maior número de consumidores e áreas com cargas mais significativas Melhor Suporte Elétrico Deve ser verificado qual o alimentador mais adequado para derivar a nova rede, obedecendo aos estudos do planejamento para a área Traçado / Tipos de Obstáculos O traçado deve contornar os seguintes tipos de obstáculos: picos elevados de montanhas e serras: quando for inevitável cruzar áreas montanhosas, deve-se procurar locais de menor altura e buscar sempre o traçado das curvas de nível do terreno. Devem ser escolhidos locais onde a rede cause menor impacto visual com o meio ambiente; terrenos muito acidentados: deve-se evitar terrenos muito acidentados, para não ser necessária a utilização de estruturas especiais e facilitar a construção, operação e manutenção; áreas de reflorestamento; mato denso: as áreas de mato denso devem ser contornadas a fim de se evitar desmatamentos e impacto ambiental; pomares: implantar postes, de preferência fora das áreas de cultivo, procurando situá-los nas divisas dos terrenos; lagos, lagoas, represas e açudes; locais impróprios para implantação de postes, tais como terrenos pantanosos, terrenos sujeitos a alagamentos, marés ou erosão; terrenos com inclinação transversal superior a 50%; locais com alto índice de poluição atmosférica; locais onde normalmente são detonados explosivos;

19 12/141 loteamentos: nos casos em que forçosamente o traçado tenha que atravessar loteamentos, devem ser aproveitados os arruamentos a fim de se evitar possíveis indenizações, devendo a rede ser construída em padrão urbano; edificações e benfeitorias em geral: não devem ser feitas travessias sobre edificações, procurando sempre contorná-las, a fim de evitar desapropriações; aeródromos, campos de pouso e helipontos: caso seja necessário passar próximo a aeródromos, campos de pouso e helipontos devem ser observadas as recomendações constantes nos desenho e ; áreas de preservação ambiental: deve-se evitar áreas de preservação ambiental. Quando não for possível, deve ser realizado um estudo individual para se encontrar uma solução que cumpra a legislação e equilibre os fatores técnico, econômico e de integração com o meio ambiente. Neste caso, deve ser anexado ao projeto uma cópia da Licença Prévia emitida pelo órgão de controle do meio ambiente (Ex: Guaramiranga, Jericoacoara, Parque de Ubajara, etc.). É importante lembrar que a Licença Prévia não autoriza o início das obras e nem o de qualquer outro tipo de atividade. Deve ser observada a necessidade da emissão da Licença de Construção e a Licença de Operação e Manutenção; áreas de riqueza paisagística: deve-se evitar zonas que mesmo não sendo consideradas de preservação ambiental, mas que por sua riqueza e singularidade paisagística ou por sua relevância histórica (parques naturais, monumentos históricos e artísticos, topo de montanhas, zonas turísticas, etc.) devem ser protegidas contra elementos que distorçam sua visão e diminuam seu valor natural Traçado de Redes Urbanas Rede de Baixa Tensão As diretrizes básicas que devem orientar na elaboração do traçado da rede aérea urbana de baixa tensão são: a) deve-se evitar o traçado em frente a igrejas, paisagens e monumentos históricos de forma a não interferir com o seu visual; b) deve ser localizado no lado da rua com menor arborização. Nas ruas onde não haja arborização optar pelo lado da sombra; c) deve-se procurar localizar a rede sempre de um mesmo lado da rua, evitando o traçado em zig-zag e voltas desnecessárias, sem prejuízo das alíneas a e b ; d) deve ser localizado, de preferência, no lado da rua em que não haja galerias de águas pluviais, esgotos, construção com sacadas, ou outros obstáculos que possam interferir na construção da mesma; e) não cruzar em nenhuma hipótese o terreno particular, com exceção dos casos previstos no item 6.1.3; f) se possível, evitar ruas e avenidas com tráfego intenso de veículos; g) não cruzar praças e outras áreas de lazer, sempre que possível; h) evitar a proximidade de sacadas, janelas e marquises, mesmo respeitadas as distâncias de segurança indicadas no PE Rede de Média Tensão Para o traçado de alimentadores e seus ramais nas redes urbanas, devem ser seguidos os princípios definidos no item além dos prescritos abaixo: a) o caminhamento dos alimentadores deve favorecer a expansão do sistema, obedecendo a modelos propostos pelo planejamento;

20 13/141 b) procurar sempre utilizar arruamentos já definidos, se possível, com meio-fio; c) evitar ângulos desnecessários; d) acompanhar a distribuição das cargas, levar em conta as suas previsões de crescimento e procurar atribuir a cada alimentador áreas de dimensões semelhantes; e) procurar equilibrar a demanda entre os alimentadores; f) evitar trechos paralelos do mesmo alimentador em uma via; g) evitar circuitos duplos; h) procurar ruas que ofereçam facilidades de derivação dos ramais de alimentadores; i) evitar ruas e avenidas de orla marítima; j) não cruzar terrenos particulares; k) considerar o máximo aproveitamento da rede existente nos projetos de reforma; l) os ramais devem ser, sempre que possível, dirigidos em sentido paralelo uns aos outros em ruas diferentes, orientados de maneira a favorecer a expansão prevista para a área por eles servidos Locação da Posteação Geral Após a definição dos traçados das redes de MT e de BT, da seção dos condutores e da posição dos equipamentos de proteção e manobra, devem ser locados em planta os postes necessários obedecendo aos critérios básicos dos itens e Posteação em Rede de Distribuição Rural Quanto a locação dos postes em rede rural, deve-se observar alguns fatores, como se segue: a) os postes de transformadores devem estar situados no centro de carga; b) devem ser verificados os pontos de derivações de ramais; c) devem ser localizados em pontos de fácil acesso; d) deve-se evitar cruzamento de ferrovias e rodovias Posteação em Rede de Distribuição Urbana Quanto a locação dos postes em rede urbana, deve-se observar alguns fatores, conforme a seguir: a) os postes não devem ser locados em frente à entrada de garagens e guias rebaixados (meio fio); evitar sempre que possível, a locação dos mesmos em frente a anúncios luminosos, marquises e sacadas; b) projetar sempre que possível vãos de 35 m a 45 m; c) onde existir somente rede de MT com condutores nus, podem ser utilizados inicialmente vãos de 70 m a 80 m, prevendo-se futuras intercalações de postes. d) as redes aéreas compactas de MT com condutores protegidos, projetadas em casos excepcionais, devem utilizar vãos com comprimento de até 40 m. Vãos com comprimentos superiores necessitam de análise criteriosa dos esforços; e) locar a posteação sempre na divisa dos lotes, edificações etc; f) a fim de se obter uma distância maior para marquises, sacadas e anúncios luminosos, recomenda-se o uso de afastadores para redes de BT, e utilização de cruzetas do tipo meio-beco, beco ou estrutura de afastamento para redes de MT; g) locar os postes visando atender também o projeto de iluminação pública;

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