ANÁLISE DA PUBLICIDADE DAS PROPAGANDAS DE MEDICAMENTOS VEICULADAS EM EMISSORAS DE TELEVISÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DA PUBLICIDADE DAS PROPAGANDAS DE MEDICAMENTOS VEICULADAS EM EMISSORAS DE TELEVISÃO"

Transcrição

1 ANÁLISE DA PUBLICIDADE DAS PROPAGANDAS DE MEDICAMENTOS VEICULADAS EM EMISSORAS DE TELEVISÃO ANALYSIS OF THE PUBLICITY OF THE PROPAGANDAS OF MEDICINES TRANSMITTED IN TELEVISION CHANNELS Azevedo, Germana Santos¹; Pereira, Orcione Aparecida Vieira² RESUMO O uso dos meios de comunicação, principalmente o televisivo, influencia de forma significante os consumidores de produtos farmacêuticos, uma vez que se utiliza de estratégias publicitárias, como o slogan e não seguem as leis vigentes para a exibição das mesmas. Neste sentido, o objetivo desse trabalho foi avaliar a propaganda/publicidade de medicamentos veiculadas em duas emissoras de televisão, utilizando os métodos elaborados pelo Projeto de Monitoramento de Propagandas de Produtos Sujeitos a Vigilância Sanitária. A captação das peças publicitárias ocorreu durante os 31 dias do mês de agosto do ano de A análise foi realizada através da verificação de todos os itens sugeridos pelo Manual de Monitoramento estabelecido pela ANVISA. Durante o período de observação, foram identificadas 51 peças publicitárias referentes a 19 produtos. Em 100% das peças constatou-se no mínimo um tipo de infração de acordo com a RDC 102/2000, sendo que todas infringiram o Art.10 IV, ou seja, sugeriam um diagnóstico, aconselhando um tratamento correspondente. Desta forma, foi possível evidenciar que a fiscalização das propagandas de medicamentos deve ter maior rigor, uma vez que estas estão sendo divulgadas como meros produtos de consumo, sem esclarecer os perigos do uso incorreto de medicamentos. Palavras-chave: publicidade, propagandas de medicamentos, ANVISA. ABSTRACT The use of the medias, mainly the televising one, influences of significant form the consumers of pharmaceutical products, a time that if uses of strategies advertising executives, as `slogan' and they do not follow the effective laws for the exhibition of the same ones. In this direction, the objective of this work was to evaluate the propaganda/medicine advertising propagated in two senders of television, using the methods elaborated for the Project of Monitoramento de Propagandas de Produtos Citizens the Sanitary Monitoring. The captation of the parts advertising executives occurred during the 31 days of the month of August of the year of The analysis was carried through the verification of all the item suggested for the Manual of Monitoramento established for the ANVISA. During the period of comment, the 19 products had been identified to 51 parts referring advertising executives. In 100% of the parts a type of infraction was evidenced at least in accordance with RDC 102/2000, being that all had infringed the Art.10 IV, that is, suggested a diagnosis, advising a corresponding treatment. In such a way, it was possible to evidence that the fiscalization of the medicine propagandas must have greater severity, a time ¹Graduada em Farmácia pelo Cento Universitário do Leste de Minas Gerais UnilesteMG ²Mestre em Meio Ambiente e Sustentabilidade UNEC; Docente do Curso de Farmácia do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais UnilesteMG. Contato:

2 4 that these are being divulged as mere products of consumption, without clarifying the perigos of the incorrect medicine use. Key words: medicine advertising, propagandas, ANVISA. INTRODUÇÃO De acordo com a Pesquisa Anual de Comércios (PAC), referente ao ano de 2004, as empresas destinadas à revenda de produtos farmacêuticos, médicos, dentre outros produtos para a saúde, apresentam-se em segundo lugar em despesas gastas. Os investimentos somam 14,1%, ou seja, R$ 44,2 bilhões, atrás somente das empresas de combustível (IBGE, 2004). De acordo com a pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), divulgada em marco de 2007, o setor farmacêutico investiu cerca de R$ mil em publicidade durante os meses de julho a setembro de Ao comparar com o mesmo período do ano de 2005, notou-se um aumento de 23%. Desse total, R$ mil são destinados a publicidade veiculada em televisão (IBOPE, 2007). A interferência mercadológica da indústria pode favorecer esse quadro, pois consegue atuar, desde a prescrição do médico até a venda de um medicamento por um estabelecimento, aumentando o consumo de medicamentos pela população. Os medicamentos não são mais utilizados por necessidade e sim como alternativa para diminuir sintomas e promover uma melhoria imediata da saúde. Assim, os produtos farmacêuticos passaram a sofrer um uso indiscriminado e irracional principalmente proporcionado pelo marketing que o divulga como simples produtos de consumo (BARROS, 2000). Devido à abordagem do marketing, os medicamentos são considerados como mera mercadoria e são apresentadas como tal. Essa característica se evidencia pelo uso de recursos publicitários que não possuem compromisso com a ética. Este recurso se caracteriza pela conciliação do slogan publicitário à marca do medicamento, acrescentando um valor simbólico ao medicamento tornando a propaganda inesquecível. O slogan pode facilitar a lembrança da marca, contribuindo de maneira significativa para a venda de um produto, pois tem características de serem positivos, breves, simpáticos e por sempre chamarem a atenção (MARTINS, 1997). Assim, para a realização do marketing farmacêutico são adotados vários tipos de mídias sendo a mais utilizada a mídia televisiva, por ser a mais abrangente e promover um melhor retorno financeiro. Porém, o controle das mensagens transmitidas nessa mídia é de fundamental

3 5 importância, uma vez que o teor das propagandas pode ser utilizado apenas como uma estratégia de venda (HEINECK, 1998). Após a consolidação da legislação de 2000, o Projeto de Monitoração de Propaganda de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária, criado pela Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) no ano de 2002, teve como objetivo não apenas reduzir a exposição da população à propaganda abusiva e enganosa, como também minimizar a influência exercida pelas propagandas na automedicação, nas intoxicações e no uso inadequado de medicamentos (BRASIL, 2005). A publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº. 102 (2000) estabeleceu critérios para a divulgação das propagandas de medicamentos como, por exemplo, a obrigatoriedade da divulgação das contra-indicações e da advertência obrigatória ao final das mensagens publicitárias (BRASIL, 2000). Com base nesta legislação, o Projeto de Monitoração de Propaganda de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária, elaborado pela ANVISA no ano de 2002, passou a monitorar as propagandas através da análise da publicidade e do teor das informações transmitidas. Desta forma, esta pesquisa objetivou avaliar a propaganda/publicidade de medicamentos veiculadas em duas emissoras de televisão utilizando os métodos elaborados pelo Manual de Monitoramento de Propaganda de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária. MATERIAIS E MÉTODOS Tratou-se de um estudo descritivo com corte transversal e foram utilizadas propagandas de medicamentos veiculadas em duas emissoras de televisão, sendo uma nacional e outra local, provenientes da monitoração diária da programação televisiva. Cabe ressaltar que as propagandas analisadas foram contadas como uma peça publicitária, independentemente se fossem iguais ou diferentes. Desta forma, o número de peças utilizadas para a execução do projeto foi variável, uma vez que a transmissão das peças publicitárias farmacêuticas veiculadas é de responsabilidade da emissora. O material coletado foi analisado a partir da verificação de todos os itens sugeridos pelos formulários de captação e avaliação da propaganda de medicamentos fornecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), através do Manual de Monitoramento de

4 6 Propaganda de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (BRASIL, 2005). A captação das peças publicitárias seguiu um cronograma pré-estabelecido, e ocorreu durante os 31 dias consecutivos do mês de agosto do ano de 2007 com gravação de duas horas diárias em horários alternados (Tabela 1). Tabela 1 - Cronograma mensal de monitoração de propagandas de medicamentos em duas emissoras de televisão. HORÁRIOS DE GRAVAÇÃO MENSAL DAS 2 EMISSORAS DE TV, MONITORADAS NO PERÍODO DE 01/08/2007 A 31/08/2007 DIA DA SEMANA EMISSORA A EMISSORA B SEGUNDA-FEIRA 8h 10 h 10h 12h TERÇA-FEIRA 10h 12h 12h 14h QUARTA-FEIRA 12h 14h 14h 16h QUINTA-FEIRA 14h - 16h 16h 18h SEXTA-FEIRA 16h 18h 18h 20h SÁBADO 18h 20h 20h 22h DOMINGO 20h 22h 22h 24h Foi adotada a estatística descritiva para tratar os dados, e a confecção de tabelas e figuras a fim de relacionar e quantificar os dados coletados durante a execução da pesquisa e para melhor visualização dos resultados. Como procedimentos éticos adotados, foram garantidos o anonimato das emissoras monitoradas e os nomes comerciais dos produtos divulgados pelas propagandas. RESULTADOS E DISCUSSÃO Durante o período de monitoração de propagandas, foram identificadas 51 peças publicitárias, sendo que 100% apresentaram no mínimo um tipo de infração de acordo com a RDC 102, publicada em 01/12/2000 (em vigor desde o dia 01/06/2001) e demais legislações sanitárias vigentes. Constatou-se que a frequência de propagandas de medicamentos na emissora local foi relativamente maior quando comparada com a nacional, que possui maior abrangência, sendo respectivamente de 73% e 27%. Dentre as peças captadas no período de monitoração, foi possível verificar que todos os produtos se classificam como medicamentos isentos de prescrição médica, ou seja, são produtos

5 7 de fácil acesso pelo cliente/paciente. Este fato ficou evidenciado em uma pesquisa apresentada pelo IBOPE (2007) que evidenciou que os medicamentos para gripe, resfriado e dores em geral, seguidos pelas vitaminas, são os principais anunciantes do segmento. Este fato está evidenciado na Figura 1, onde é possível observar que os analgésicos representaram 45% das apresentações, seguido dos medicamentos auxiliares na perda de peso com 20% e os descongestionantes nasais com 10% (IBOPE, 2007). Figura 1. Distribuição dos medicamentos por subgrupos, segundo a RENAME (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais). Percebeu-se no presente estudo que os medicamentos de venda livre podem ser utilizados como ferramenta de estímulo à automedicação, uma vez que o alívio imediato dos sintomas se torna prioridade para o paciente. Porém, o uso irracional de medicamentos pode, por exemplo, mascarar diagnósticos na fase inicial da doença. Fatos como esses são exemplificados na publicidade das propagandas medicamentosas, onde em seu contexto, sugerem diagnósticos e ao mesmo tempo aconselham um tratamento correspondente (LUCHESSI, 2005) Desta forma, o setor farmacêutico utiliza-se do marketing televisivo e da propaganda de medicamentos para conduzir e aumentar a venda de produtos farmacêuticos e isto se justifica pela capacidade de abrangência das redes de televisão em todo o território nacional (FREITAS, 2005). Porém, para utilizar estes recursos, as indústrias farmacêuticas deveriam seguir a formalidade legal com base na regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (BRASIL, 2000). Para a veiculação de propaganda de medicamentos em qualquer meio de comunicação, a publicidade deve ser realizada de maneira a evidenciar o caráter promocional da mensagem e

6 8 deve sujeitar-se às disposições normativas descritas na RDC nº. 102/2000. Em contrapartida, não é permitida a apresentação de propaganda ou publicidade enganosa, abusiva e indireta (BRASIL, 2000). A propaganda enganosa se caracteriza por apresentar de alguma forma qualquer informação em relação ao produto, inteira ou parcialmente falsa, ou até mesmo por omitir dados essenciais que possam induzir o consumidor ao erro. A propaganda abusiva é aquela que através do marketing consegue induzir o usuário a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde. Outra forma de promover o medicamento, sem ter que exaltar as suas reais características, é utilizar a publicidade indireta, onde não se menciona o nome dos produtos, utiliza a marca, símbolos, designações que são capazes de correlacionar a publicidade com o produto (BRASIL, 2000). Com base na RDC nº. 102/2000 da ANVISA e com os resultados obtidos durante a monitoração das emissoras de TV foi possível identificar os artigos e incisos da resolução que foram infringidos. Verificou-se que entre as 51 peças analisadas, 25 (49%) infringiram o Art. 4. IV que trata dos requisitos de caráter geral, e 23 peças (45%) infringiram o Art. 10 VII que estabelece os requisitos para os medicamentos de venda livre (Figura 2). De acordo com o Art. 4. IV é vedado provocar temor ou angústia no usuário por não usar tal medicamento, ou seja, não é permitido o uso de linguagem que provoque medo ou angústia, que são caracterizadas por alegações com forte apelo emocional, imagens apelativas ou utilizar frases que sugerem ou afirmam que a pessoa terá prejuízo se não utilizar o medicamento. Exemplo desse tipo de infração pode ser visualizado quando na peça publicitária fica em evidência a situação antes e depois do uso do medicamento, levando a entender que o uso daquele produto deve ser indispensável para se ter uma vida saudável (BRASIL, 2000).

7 9 100% 75% 50% 25% 0% c 100% 100% 10% 49% 45% 24% Art 4 IV Art 4 VII Art 10 II Art 10 IV Art 10 VII Art 11 Figura 2. Porcentagem de peças publicitárias que infringiram os artigos: Art. 4, Art. 10 e Art. 11. O Art. 10 VII veda a exploração de enfermidades, lesões ou deficiências de forma grotesca, abusiva ou enganosa. Situações do cotidiano como estresse, obesidade, problemas no trabalho são exemplos clássicos dessa infração, uma vez que a publicidade dos medicamentos relaciona-o como algo insubstituível para a promoção do bem-estar social (BRASIL, 2000). Observou-se que 100% das peças publicitárias infringiram o Art. 4 VII que veda a utilização de linguagem/símbolos que exalte alta tolerabilidade, tradição, confiança ou para sugerir que o medicamento pode ser utilizado por qualquer pessoa (Figura 2). Desta forma, evita sugerir diminuição de risco, em qualquer grau, pois apresentações como esta induzem o entendimento de que por ser um medicamento muito utilizado ou seguro, este pode ser usado por todos, sem ressaltar os cuidados e advertências do princípio ativo, incentivando o uso indiscriminado de remédios (BRASIL, 2000). Baseado no Art. 10 IV, no presente estudo foram encontradas inconformidades em todas as peças publicitárias, ou seja, em todas as publicidades são descritos sintomas e características e logo em seguida são apresentadas a solução para o seu mal estar. Nesses casos, a publicidade não considera que algumas situações podem acontecer por outros motivos e não por aqueles exemplificados na peça. Assim, sintomas são mascarados e a consulta ao médico retardada, levando ao agravamento do caso clínico do usuário (BRASIL, 2000). Dentre as peças captadas, somente cinco peças (10%) apresentaram crianças e adolescentes como público alvo. Portanto, ao serem analisadas em grupo, a porcentagem

8 10 encontrada para a infração do Art. 10 II é de apenas 10%. Seria um pequeno índice, se esse tipo de mensagem não fosse totalmente proibido pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 102/2000 (Figura 2). Constatou-se a presença de profissionais em 24% das propagandas, este item é regulamentado pelo Art. 11 da RDC 102/2000, onde ao ser utilizado/mencionado o nome e/ou imagem de tal, a propaganda deve apresentar o nome do profissional, seu número de matrícula no conselho ou outro órgão de registro profissional. Além desse regulamento, esta condição também se encontra na Lei n 9.294/1996 que dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de produtos fumígeros, bebidas alcoólicas, medicamentos, terapias e defensivos agrícolas. No Art. 7 2, fica definido que não poderão ser utilizados depoimentos de profissionais que não sejam legalmente qualificados para fazê-lo. Sendo assim, 12 peças entre as 51 encontradas neste estudo que fizeram o uso de atriz/ator, cantor, modelos e outros, como respaldo das propriedades anunciadas pelo medicamento estão totalmente ilegais por não exibirem o registro para realizarem tal função. A propaganda de medicamentos deveria ater-se a informações racionais e corretas a fim de diminuir os riscos gerados pela automedicação, no entanto, o que se observou através da qualidade da publicidade e do teor da informação veiculada nas peças publicitárias foi a prevalência de apelos emocionais, indicação de medicamento e poluição audiovisual, sendo assim, o maior prejudicado é o próprio usuário do medicamento, uma vez que as campanhas para minimizar os perigos da automedicação não se equivalem com as intensas propagandas de medicamentos disseminadas em todos os meios de comunicação (LUCHESSI, 2005). Este fato pôde ser comprovado nesta pesquisa, pois em todas as peças publicitárias há a omissão de informações fundamentais a respeito de cuidados, reações adversas e contraindicações e quando estes itens estavam presentes na propaganda, apresentavam irregularidades. Fatos como esses podem ser visualizados através da Figura 3, onde está representado a relação das conformidades da propaganda com a RDC 102/2000.

9 11 Figura 3. Ausência X Presença dos principais requisitos para análise de conformidade com a RDC 102/2000. Entre as 51 peças, foram identificadas não conformidades em todos os pontos analisados. Em relação à presença do Número de Registro do medicamento, 67% das peças publicitárias estavam conforme a legislação, mas ao mesmo tempo em que apresentaram, estas infringiram a Lei nº 6.360/1976 que dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos. A infração está explícita no artigo 57, que fiscaliza a legibilidade da frase: que deve se apresentar com o tamanho nunca inferior a 50% do tamanho das letras e caracteres do nome comercial ou marca. De acordo com a RDC 102/2000, a questão da proibição de propagandas de medicamentos não registrados é proibida, independente da categoria do produto. Ao mesmo tempo, fica proibida a utilização de mensagens que façam alusão a aprovação pelo Ministério da Saúde. Este registro é importante para permitir a rastreabilidade do produto junto à ANVISA. A ausência de informações sobre cuidados e advertências, obteve a maior freqüência entre as peças, pois somente 6% apresentaram esse tipo de informação (Figura 3). A sua ausência caracteriza o produto como sendo totalmente seguro e eficaz, pois eleva somente os pontos positivos. Outro agravante para esta situação é a ausência da contra-indicação em português assim como a legibilidade da frase em 57% das peças como preconiza a RDC 102/2000. Em todas as peças analisadas foi possível verificar que a publicidade apresentava claramente a indicação do medicamento, ou seja, se sugeria um diagnóstico e automaticamente

10 12 apresentava um tratamento correspondente. Porém, somente em 24% das peças foi evidenciada a posologia do tratamento, o que denota que além de praticar a automedicação, o indivíduo fará uso do medicamento por indicação própria, na dose que lhe convém e na hora em que achar conveniente. Desde o ano de 2000, com a implantação da RDC102/2000, que regulamenta sobre as propagandas de medicamentos, vem sendo realizada pela ANVISA a monitoração dos meios de comunicação a fim de minimizar as infrações cometidas, adotando punições para as indústrias, para assim conseguir melhorar a qualidade das propagandas. Já se completaram quatro anos de monitoração e fiscalização de propagandas pelo Projeto de Monitoração de Propagandas Sujeitas à Vigilância Sanitária, e a partir dos resultados obtidos pelo programa, a necessidade de atualizar o principal regulamento, a RDC 102/2000 de 30 de novembro de 2000 se fez necessário. No ano de 2005 foi apresentada a nova versão do regulamento a qual foi submetida à Consulta Pública e durante os 120 dias de aprovação, foram enviadas manifestações, críticas e sugestões de alterações em vários itens da legislação. No ano de 2007, após a análise das sugestões recebidas, foi estabelecida uma nova versão da RDC, que passará no primeiro semestre de 2008 pela audiência pública para aprovar ou não a nova minuta. Após este momento, o texto será enviado para análise de aprovação e deliberação da Diretoria Colegiada (Dicol) da ANVISA (BRASIL, 2005). As principais mudanças da legislação estão concentradas para melhorar a qualidade das peças produzidas pelo mercado publicitária e conseqüentemente reduzir os riscos à população originados pelo uso irracional de medicamentos adquiridos com base apenas em propagandas (BRASIL, 2005). Encontra-se na nova minuta a elaboração de um novo conceito para a apresentação de advertências e contra indicações. De acordo com o Art. 24 da nova legislação, a propaganda de medicamentos isentos de prescrição médica deve também veicular a advertência relacionada à substância ativa do medicamento. Como, por exemplo: caso o medicamento tenha o ácido ascórbico como princípio ativo, a advertência veiculada deve estar de acordo com o especificado na legislação: Não use X se você tem doença grave dos rins. Alterações como estas ajudam a minimizar e alertar o público/paciente sobre o uso indevido de medicamentos (BRASIL, 2007). Também o Art. 24 II estabelece que, caso a publicidade não contemple alguma

11 13 substância ativa ou associação no anexo da legislação, a propaganda deve veicular a seguinte advertência: (nome comercial do medicamento ou, no caso dos medicamentos genéricos, a substância ativa) É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS E REAÇÕES ADVERSAS. CONSULTE O MÉDICO OU ORIENTAÇÃO DE UM FARMACÊUTICO E LEIA SEMPRE A BULA. A locução das advertências não sofreu alterações, sendo assim deve ser cadenciada, pausada e perfeitamente audível e deverá ser exibida em cartela única, com fundo azul em letras brancas, de forma a permitir a perfeita legibilidade e visibilidade, permanecendo imóvel no vídeo (BRASIL, 2007). Acredita-se que alterações como essas sejam de grande contribuição para a publicidade dos medicamentos, pois de maneira simples pode-se conseguir esclarecer para a população que os medicamentos não são apenas soluções de todos os problemas e sim que são drogas e que o seu uso pode trazer riscos à saúde. CONCLUSÃO A partir dos resultados obtidos foi possível evidenciar que o uso da mídia televisiva pode influenciar de forma significativa os consumidores/usuários de produtos farmacêuticos, independente da sua necessidade, uma vez que se tem a ilusão da melhoria imediata da saúde por consumir o medicamento X, simplesmente pelo fato deste ser apresentado como o único meio de se ter qualidade de vida. Fatos como estes foram identificados durante as análises dos resultados, os quais o uso do marketing televisivo para a exibição das propagandas de medicamentos se tornou uma grande arma do setor farmacêutico para conduzir e aumentar a venda de seus produtos. No entanto, para o uso da televisão ou de qualquer outro meio de comunicação para promover a publicidade dos medicamentos, antes as indústrias farmacêuticas deveriam seguir a risca as formalidades legais de maneira a evidenciar o caráter promocional da mensagem, contendo informações racionais e corretas visando à diminuição dos riscos causados pela automedicação e não usar de apelos emocionais para promover a venda, tornando a publicidade como um meio de prescrição de medicamentos. Cabe ressaltar a evolução do Brasil segundo a fiscalização e monitoramento dessas propagandas desde a implantação do Projeto de Monitoramento de Produtos Sujeitos a Vigilância

12 14 Sanitária que iniciou com a aprovação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 102 do ano de 2000 que passou por revisão e alterações no ano de 2005, e aguarda a aprovação final para o segundo semestre de Acredita-se que, com a intensa fiscalização e aplicação da nova legislação, o uso das propagandas de medicamentos será um ganho importante para a população, pois a publicidade legal será não só uma maneira de divulgação e sim um meio de esclarecer que os medicamentos podem trazer riscos, causar reações adversas e que o seu uso incorreto pode ser prejudicial à saúde. REFERÊNCIAS BARROS, J. A. C. A (des)informaçao sobre medicamentos: o duplo padrão de conduta das empresas farmacêuticas. Caderno Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 16, n. 2, p , abr./jun Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/csp/v16n2/2091.pdf>. Acesso em: 19 ago BRASIL. Gerência de Monitoramento e Fiscalização de Propaganda, Publicidade, Promoção e Informação de Produtos Sujeitos a Vigilância Sanitária (GPROP). Seminário Nacional sobre Propaganda e Uso Racional de Medicamentos. - Brasília : Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Ministério da Saúde. Manual: Monitoramento de Propaganda de Produtos Sujeitos a Vigilância Sanitária. - Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Ministério da Saúde. Lei N 9.294, de 15 de julho de Brasília : [s.n.], Ministério da Saúde. Lei N 6.360, de 23 de setembro de Brasília : [s.n.], Ministério da Saúde. ANVISA. Nova Minuta Proposta [Online], de maio de Ministério da Saúde. Resolução de Diretoria Colegiada N 102 de 30 de novembro de Brasília : Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2000.

13 15 FREITAS, J. S. et al. Análise da Publicidade de Medicamentos Veiculada, Goiás. Brasil, Revista Eletrônica de Farmácia, Goiás, v. 2. n. 2, p , Disponível em: < Acesso em: 10 ago HEINECK, I. et al. Análise da publicidade de medicamentos veiculada em emissoras de rádio do Rio Grande do Sul, Brasil. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 14, n. 1, p , jan./mar INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa Anual de Comércio. Brasília: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Disponível em: < Acesso em: 5 set INSTITUTO BRASILEIRO DE OPINIÃO E PESQUISA (IBOPE). Preocupação com a saúde e aumento da concorrência impulsionam investimento publicitário do mercado farmacêutico. IBOPE, 13 mar Disponível em: <www.ibope.com.br>. Acesso em: 30 abr LUCHESSI, A. D. et al. Monitoração de propaganda e publicidade de medicamentos: âmbito de São Paulo. Rev. Bras. Cienc. Farm., São Paulo, v. 41, n. 3, p , set Disponível em: <http://www.scielo.br>. Acesso em: 20 ago MARTINS, J. Redação publicitária. São Paulo: Atlas, Recebido em: 10/09/10 Publicado em: 15/12/10

Por que a propaganda de medicamentos é fiscalizada? Regulamentação da promoção de medicamentos pela ANVISA SAÚDE ART. 196 CF

Por que a propaganda de medicamentos é fiscalizada? Regulamentação da promoção de medicamentos pela ANVISA SAÚDE ART. 196 CF Regulamentação da promoção de medicamentos pela ANVISA VIGILÂNCIA SANITÁRIA / ART. 200 - CF Ao Sistema Único de Saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei: II - executar as ações de vigilância

Leia mais

Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública. Apresentação e orientações

Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública. Apresentação e orientações Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública FORMULÁRIO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES EM CONSULTA PÚBLICA Apresentação e orientações Este Formulário possui a finalidade de enviar contribuições

Leia mais

A Resolução CFM nº 1.974/2011

A Resolução CFM nº 1.974/2011 A Resolução CFM nº 1.974/2011 A Resolução CFM nº 1.974/2011 Publicada no Diário Oficial da União em 19/8/2011. Entra em vigor 180 dias após sua publicação. Ementa: Estabelece os critérios norteadores da

Leia mais

A Propaganda de Medicamentos no Brasil

A Propaganda de Medicamentos no Brasil A Propaganda de Medicamentos no Brasil As principais propagandas de medicamentos no Brasil tiveram início ainda na década de 80 do século XIX. Desde então, o que se constatou foi um crescimento contínuo

Leia mais

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. EMENDAS DE PLENÁRIO AO PROJETO DE LEI Nº 4.385, DE 1994. (Do Senado Federal)

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. EMENDAS DE PLENÁRIO AO PROJETO DE LEI Nº 4.385, DE 1994. (Do Senado Federal) COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR EMENDAS DE PLENÁRIO AO PROJETO DE LEI Nº 4.385, DE 1994. (Do Senado Federal) Dá nova redação ao artigo 15 da Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, que dispõe sobre o

Leia mais

Programa Nacional de Controle do Tabagismo AMBIENTE LIVRE DO TABACO

Programa Nacional de Controle do Tabagismo AMBIENTE LIVRE DO TABACO Programa Nacional de Controle do Tabagismo AMBIENTE LIVRE DO TABACO Coordenação de Vigilância em Saúde do Trabalhador Gerência de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Superintendência de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

PUBLICIDADE DE BEBIDAS ALCOÓLICAS E OS JOVENS ALAN VENDRAME UNIFESP/EPM

PUBLICIDADE DE BEBIDAS ALCOÓLICAS E OS JOVENS ALAN VENDRAME UNIFESP/EPM PUBLICIDADE DE BEBIDAS ALCOÓLICAS E OS JOVENS ALAN VENDRAME UNIFESP/EPM Apoio: FAPESP 03/06250-7 e 04/13564-0 Introdução Importantes questões: 1. O controle social da mídia (propagandas) é importante medida

Leia mais

NAS ONDAS DO RÁDIO. Orientações e dicas para comunicadores de rádio sobre a propaganda de medicamentos

NAS ONDAS DO RÁDIO. Orientações e dicas para comunicadores de rádio sobre a propaganda de medicamentos NAS ONDAS DO RÁDIO Orientações e dicas para comunicadores de rádio sobre a propaganda de medicamentos 1 2 NAS ONDAS DO RÁDIO Orientações e dicas para comunicadores de rádio sobre a propaganda de medicamentos

Leia mais

Componente Curricular: Deontologia e Bioética Farmacêutica PLANO DE CURSO

Componente Curricular: Deontologia e Bioética Farmacêutica PLANO DE CURSO CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 Componente Curricular: Deontologia e Bioética Farmacêutica Código: FAR - 106 Pré-requisito: - Período

Leia mais

adotou a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação.

adotou a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação. RESOLUÇÃO - RDC Nº 102, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2000(*) (Republicada no DOU de 1/6/2001) A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária no uso da atribuição que lhe confere o art. 11 inciso

Leia mais

Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública. Apresentação e orientações

Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública. Apresentação e orientações Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública FORMULÁRIO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES EM CONSULTA PÚBLICA Apresentação e orientações Este Formulário possui a finalidade de enviar contribuições

Leia mais

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 018 /2011/CSCI Versão: 01 Aprovação em: 17 de novembro de 2011 Ato de Aprovação: 018/2011 Unidades Responsáveis: Assessoria de Imprensa e Comunicação Social DISPÕE SOBRE PROCEDIMENTOS

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA

COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI N o 3.771, DE 2004 Dispõe sobre a identificação obrigatória da localização de paisagens de interesse turístico nas condições que

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 5.269, DE 2001 (Apensos os Pls. 2.134/96, 2.415/96, 3.046/97, 3.422/97, 4.052/98, 4.360/98, 1.568/99, 2.029/99, 2.089/99, 2.507/00, 3.573/00, 3.235/00,

Leia mais

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS DE MEDICAMENTOS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de 26 de NOVEmbro de 2009 1 Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de

Leia mais

JAIME CÉSAR DE MOURA OLIVEIRA

JAIME CÉSAR DE MOURA OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 27, de 06 de abril de 2015 D.O.U de 08/04/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

Ivo Bucaresky CONBRAFARMA. Diretor ANVISA. Agosto de 2015

Ivo Bucaresky CONBRAFARMA. Diretor ANVISA. Agosto de 2015 Ivo Bucaresky Diretor ANVISA CONBRAFARMA Agosto de 2015 1 PROGRAMA DE MELHORIA DO PROCESSO DE REGULAMENTAÇÃO Diretrizes: Fortalecimento da capacidade institucional para gestão em regulação Melhoria da

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador MARCELO CRIVELLA I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador MARCELO CRIVELLA I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2015 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 533, de 2013, do Senador Sérgio Souza, que estabelece a obrigatoriedade de as farmácias

Leia mais

PROPAGANDA DE MEDICAMENTOS

PROPAGANDA DE MEDICAMENTOS ESTUDO PROPAGANDA DE MEDICAMENTOS Jackson Semerene Costa Consultor Legislativo da Área XVI Saúde Pública, Sanitarismo ESTUDO FEVEREIRO/2008 ANO Câmara dos Deputados Praça 3 Poderes Consultoria Legislativa

Leia mais

Desafios para a Comunicação Efetiva em Farmacovigilância no Brasil

Desafios para a Comunicação Efetiva em Farmacovigilância no Brasil IX Encontro Internacional de Farmacovigilância das Américas Painel: Comunicação do Risco em Farmacovigilância: o que fazer para a informação chegar a quem interessa? Desafios para a Comunicação Efetiva

Leia mais

Consulta Pública n. 72, de 14 de julho de 2010. Estabelece os critérios de aceitabilidade de nomes comerciais de medicamentos.

Consulta Pública n. 72, de 14 de julho de 2010. Estabelece os critérios de aceitabilidade de nomes comerciais de medicamentos. Consulta Pública n. 72, de 14 de julho de 2010. Estabelece os critérios de aceitabilidade de nomes comerciais de medicamentos. Versão Consolidada n. 07, de 27 de maio de 2013. Para Audiência Pública Resolução

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. EDIVALDO HOLANDA JÚNIOR)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. EDIVALDO HOLANDA JÚNIOR) PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. EDIVALDO HOLANDA JÚNIOR) Altera a Lei nº 9.294 de 15 de julho de 1996 que Dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de produtos fumígeros, bebidas alcoólicas,

Leia mais

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES?

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? VIII SIMPÓSIO MINEIRO DE INTERCORRÊNCIAS EM CIRURGIA PLÁSTICA OURO PRETO, 04 de abril de 2014 PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? EDUARDO SUCUPIRA Comissão de Marketing

Leia mais

Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação

Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação Profª Dra Roseli Calil / DEC Enfº Adilton D. Leite / SADP A ANVISA, através da RDC (RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA da Agência Nacional

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013.

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE 2013. ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 36, DE 25 DE JULHO DE

Leia mais

Farmacêutica Priscila Xavier

Farmacêutica Priscila Xavier Farmacêutica Priscila Xavier A Organização Mundial de Saúde diz que há USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS: quando pacientes recebem medicamentos apropriados para suas condições clínicas, em doses adequadas às

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC Nº 23, DE 4 DE ABRIL DE 2012

RESOLUÇÃO - RDC Nº 23, DE 4 DE ABRIL DE 2012 RESOLUÇÃO - RDC Nº 23, DE 4 DE ABRIL DE 2012 Dispõe sobre a obrigatoriedade de execução e notificação de ações de campo por detentores de registro de produtos para a saúde no Brasil. A Diretoria Colegiada

Leia mais

Publicidade na Odontologia: como fazer. Um guia de como evitar penalidades e divulgar seus serviços de acordo com a legislação.

Publicidade na Odontologia: como fazer. Um guia de como evitar penalidades e divulgar seus serviços de acordo com a legislação. Publicidade na Odontologia: como fazer Um guia de como evitar penalidades e divulgar seus serviços de acordo com a legislação. Você sabia que nos anúncios, placas e impressos publicitários, por exemplo,

Leia mais

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor Presidente, determino a sua publicação:

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor Presidente, determino a sua publicação: Consulta Pública nº 34, de 28 de junho de 2011. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o inciso IV do art. 11 e o art. 35 do Regulamento

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAÇÃO SANITÁRIA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAÇÃO SANITÁRIA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAÇÃO SANITÁRIA Influência do marketing industrial na qualidade da prescrição médica e da dispensação de medicamentos. Karina Martiniana

Leia mais

PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009)

PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009) PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009) Consulta nº 159.756/08 Assuntos: - Filmagem em interior de UTI. - Legalidade de contratação de médicos plantonistas como pessoa jurídica.

Leia mais

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA?

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? Definição: a manipulação planejada da comunicação visando, pela persuasão, promover comportamentos em benefício do anunciante que a utiliza. Funções: cabe a propaganda informar

Leia mais

Regulação de Alimentos GARANTIA DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL. CamPo E Na CidAde 5ª Conferência Nacional de. Segurança Alimentar e Nutricional

Regulação de Alimentos GARANTIA DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL. CamPo E Na CidAde 5ª Conferência Nacional de. Segurança Alimentar e Nutricional Regulação de Alimentos GARANTIA DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL ComIda de VerDadE no CamPo E Na CidAde 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Texto elaborado pelo Grupo de Trabalho

Leia mais

CRIANÇA e CONSUMO. Publicidade dirigida à infância IMPACTOS E CONSEQÜÊNCIAS. Isabella Vieira Machado Henriques

CRIANÇA e CONSUMO. Publicidade dirigida à infância IMPACTOS E CONSEQÜÊNCIAS. Isabella Vieira Machado Henriques CRIANÇA e CONSUMO Publicidade dirigida à infância IMPACTOS E CONSEQÜÊNCIAS Isabella Vieira Machado Henriques o instituto ALANA Organização sem fins lucrativos que desenvolve atividades educacionais, culturais

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Publicidade de bebidas alcoólicas - Novos rumos perante legislação Cássio Zill Henke * As discussões envolvendo a modificação do conceito de bebidas alcoólicas previsto no artigo

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

PESQUISA INÉDITA DO CREMESP. 93% dos médicos recebem brindes e benefícios das empresas farmacêuticas e de equipamentos

PESQUISA INÉDITA DO CREMESP. 93% dos médicos recebem brindes e benefícios das empresas farmacêuticas e de equipamentos PESQUISA INÉDITA DO CREMESP 93% dos médicos recebem brindes e benefícios das empresas farmacêuticas e de equipamentos 80% dos médicos recebem visitas de representantes da indústria de medicamentos Estudo

Leia mais

18/2/2013. Profª Drª Alessandra Camillo S. C. Branco PRESCRIÇÃO OU RECEITA MÉDICA TIPOS DE RECEITAS PRESCRIÇÃO OU RECEITA MÉDICA TIPOS DE RECEITAS

18/2/2013. Profª Drª Alessandra Camillo S. C. Branco PRESCRIÇÃO OU RECEITA MÉDICA TIPOS DE RECEITAS PRESCRIÇÃO OU RECEITA MÉDICA TIPOS DE RECEITAS PRESCRIÇÃO MÉDICA Profª Drª Alessandra Camillo S. C. Branco PRESCRIÇÃO OU RECÉITA MÉDICA CONCEITO Solicitação escrita, com instruções detalhadas, sobre o medicamento a ser dado ao paciente: Quantidade

Leia mais

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DELIBERAÇÃO Nº 04

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DELIBERAÇÃO Nº 04 CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DELIBERAÇÃO Nº 04 O Conselho de Regulação e Melhores Práticas, no exercício das atribuições a ele conferidas pelo Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas

Leia mais

NOTA TÉCNICA CONJUNTA Nº 002/2014 GGTES/GGTPS/Anvisa

NOTA TÉCNICA CONJUNTA Nº 002/2014 GGTES/GGTPS/Anvisa NOTA TÉCNICA CONJUNTA Nº 002/2014 GGTES/GGTPS/Anvisa Assunto: utilização de equipamentos para a visualização, registro, armazenamento e impressão de imagens médicas, para fins de diagnóstico. Gerência

Leia mais

NOTA TÉCNICA No 1/2011

NOTA TÉCNICA No 1/2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária NOTA TÉCNICA No 1/2011 Esclarecimentos e orientações sobre o funcionamento de instituições que prestem serviços de atenção a pessoas com transtornos decorrentes

Leia mais

LEI Nº 9.294, DE 15 DE JULHO DE 1996. Art. 1º......

LEI Nº 9.294, DE 15 DE JULHO DE 1996. Art. 1º...... LEI Nº 9.294, DE 15 DE JULHO DE 1996. Dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de produtos fumígeros, bebidas alcoólicas, medicamentos, terapias e defensivos agrícolas, nos termos do 4 do art.

Leia mais

atos relacionados: Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977 Lei nº 9787, de 10 de fevereiro de 1999

atos relacionados: Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977 Lei nº 9787, de 10 de fevereiro de 1999 título: Resolução RDC nº 102, de 30 de novembro de 2000 ementa não oficial: Aprova o Regulamento sobre propagandas, mensagens publicitarias e promocionais e outras práticas cujo objeto seja a divulgação,

Leia mais

Apresentação da Disciplina

Apresentação da Disciplina Mídia - 2015.1 Nilmar Figueiredo 1 2 3 4 Calendário Acadêmico Comentários Apresentação da Disciplina Sistema de Avaliação 1 - Apresentação da Disciplina O que é Mídia? Departamento de Mídia - Organização

Leia mais

Contribuições da SDE/MJ e da SEAE/MF ao texto da Consulta Pública Anvisa No.84/2005 1.

Contribuições da SDE/MJ e da SEAE/MF ao texto da Consulta Pública Anvisa No.84/2005 1. Contribuições da SDE/MJ e da SEAE/MF ao texto da Consulta Pública Anvisa No.84/2005 1. 1) Art. 14 É permitida a propaganda institucional aos profissionais de saúde bem como ao público em geral. COMENTÁRIO:

Leia mais

Seminário Valor Econômico Complexo Industrial da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Regulação em Saúde

Seminário Valor Econômico Complexo Industrial da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Regulação em Saúde Seminário Valor Econômico Complexo Industrial da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Regulação em Saúde Dirceu Raposo de Mello Diretor-Presidente São Paulo, 1º de março de 2010 Vigilância Sanitária

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE PRODUTOS CONTROLADOS RESULTADOS 2009. Brasília, 30 de março de 2010

SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE PRODUTOS CONTROLADOS RESULTADOS 2009. Brasília, 30 de março de 2010 SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE PRODUTOS CONTROLADOS Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados RESULTADOS 2009 Brasília, 30 de março de 2010 SNGPC Ferramenta informatizada para captura

Leia mais

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS Informações gerais Estado Amazonas Organizadores (sindicato e Sindicato dos Farmacêuticos

Leia mais

Local: Salvador - Bahia Data: 09/10/2015 às 11:45h

Local: Salvador - Bahia Data: 09/10/2015 às 11:45h PUBLICIDADE MÉDICA QUAIS SÃO OS LIMITES ÉTICOS? Local: Salvador - Bahia Data: 09/10/2015 às 11:45h DR. LAVÍNIO NILTON CAMARIM Salvador - Bahia A melhor cidade para se viver do mundo Na Medicina seria ético

Leia mais

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Regulamenta as condições para o funcionamento de empresas sujeitas

Leia mais

DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011

DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011 DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011 05425-070 SP Brasil 20031-170 RJ Brasil CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DOS FUNDOS DE

Leia mais

2. Conforme exigido no Anexo II, item 1.4 do edital os produtos devem atender às Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e emprego.

2. Conforme exigido no Anexo II, item 1.4 do edital os produtos devem atender às Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e emprego. Ilmo. Sr. Dr. Pregoeiro SESI/BA Pregão Eletrônico 20/2012 Objeto: Razões de Recurso IMUNOSUL DISTRIBUIDORA DE VACINAS E PRODUTOS MÉDICOS HOSPITALARES LTDA, já qualificada, em face do Pregão Presencial

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA CÉSAR LATTES Rua Marco Aurélio Gatti, nº 59 Vila Santa

FACULDADE DE TECNOLOGIA CÉSAR LATTES Rua Marco Aurélio Gatti, nº 59 Vila Santa Terezinha, Itu/SP FACULDADE DE TECNOLOGIA CÉSAR LATTES Rua Marco Aurélio Gatti, nº 59 Vila Santa Terezinha, Itu/SP FACULDADE DE TECNOLOGIA CÉSAR LATTES Rua Marco Aurélio Gatti, nº 59 Vila Santa Manual

Leia mais

CONAR: NOVAS RESTRIÇÕES PARA A PUBLICIDADE DE BEBIDAS ALCOÓLICAS

CONAR: NOVAS RESTRIÇÕES PARA A PUBLICIDADE DE BEBIDAS ALCOÓLICAS : NOVAS RESTRIÇÕES PARA A PUBLICIDADE DE BEBIDAS ALCOÓLICAS Conheça todas as novidades que o Conar está implantando a partir de 10 de abril de 2008 para a publicidade de cervejas, vinhos, aguardentes,

Leia mais

Estratégias de Comunicação

Estratégias de Comunicação Prof. Edmundo W. Lobassi A propaganda é parte do marketing e uma das ferramentas da comunicação. Uma boa estratégia de marketing não garante que a campanha de propaganda será boa, mas é condição essencial

Leia mais

DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011

DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011 DIRETRIZES PARA PUBLICIDADE E DIVULGAÇÃO DE MATERIAL TÉCNICO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO VERSÃO: 26/08/2011 05425-070 SP Brasil 20031-170 RJ Brasil CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DOS FUNDOS DE

Leia mais

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE Código de Trânsito Brasileiro LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997 e LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR Atualizado até a LEI Nº 12.865, DE 9 DE OUTUBRO DE 2013 A UFIR foi extinta, sendo congelada no valor de R$

Leia mais

Recomendação da Direção-Geral do Consumidor - PUBLICIDADE DIRIGIDA A MENORES, UTILIZAÇÃO DA IMAGEM DE MENORES NA PUBLICIDADE -

Recomendação da Direção-Geral do Consumidor - PUBLICIDADE DIRIGIDA A MENORES, UTILIZAÇÃO DA IMAGEM DE MENORES NA PUBLICIDADE - Recomendação da Direção-Geral do Consumidor - PUBLICIDADE DIRIGIDA A MENORES, UTILIZAÇÃO DA IMAGEM DE MENORES NA PUBLICIDADE - O regime jurídico aplicável à publicidade dirigida a menores e à publicidade

Leia mais

Política de Comunicação de Marketing

Política de Comunicação de Marketing OBJETIVO Esta política tem como objetivos garantir o alinhamento das ações e projetos de comunicação de marketing da TIM, com sua Missão e seus princípios com relação à Sustentabilidade, de forma responsável,

Leia mais

JORNAL DO COMMERCIO 2015 ALMANAQUE PUBLICITÁRIO JC SAÚDE

JORNAL DO COMMERCIO 2015 ALMANAQUE PUBLICITÁRIO JC SAÚDE JORNAL DO COMMERCIO 2015 ALMANAQUE PUBLICITÁRIO JC APRESENTAÇÃO O Jornal do Commercio faz parte do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, empresa do grupo JCPM, que atua também nos setores de shoppings

Leia mais

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 70

CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 70 CONSELHO DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO DELIBERAÇÃO Nº 70 O Conselho de Regulação e Melhores Práticas de Fundos de Investimento, no exercício das atribuições a ele conferidas

Leia mais

Avanços na Regulação da Publicidade Infantil

Avanços na Regulação da Publicidade Infantil Avanços na Regulação da Publicidade Infantil IV Fórum de Monitoramento do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis no Brasil AGO/2014 O arsenal de publicidade

Leia mais

RESOLUÇÃO N 24, DE 08 DE JUNHO DE 2015

RESOLUÇÃO N 24, DE 08 DE JUNHO DE 2015 RESOLUÇÃO N 24, DE 08 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre recolhimento de alimentos e sua comunicação à Anvisa e aos consumidores. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

PARECER CRN-3 PRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS

PARECER CRN-3 PRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS PARECER CRN-3 PRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS INTRODUÇÃO O Conselho Regional de Nutricionistas da 3º Região, no cumprimento de suas atribuições de orientar e disciplinar a prática profissional dos

Leia mais

MANUAL DE PUBLICIDADE

MANUAL DE PUBLICIDADE MANUAL DE PUBLICIDADE DO MÉDICO VETERINÁRIO Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Paraná Manual de Publicidade do Médico Veterinário 2015 www.crmv-pr.org.br MANUAL DE PUBLICIDADE DO MÉDICO

Leia mais

A Comunicação como estratégia para a promoção da Saúde 1. Carolina Pires ARAÚJO 2 Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, RJ

A Comunicação como estratégia para a promoção da Saúde 1. Carolina Pires ARAÚJO 2 Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, RJ A Comunicação como estratégia para a promoção da Saúde 1 Carolina Pires ARAÚJO 2 Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, RJ RESUMO Nos últimos anos, a questão da interdisciplinaridade vem se consolidando

Leia mais

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007.

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. Institui o elenco de medicamentos e aprova o regulamento dos procedimentos de aquisição e dispensação de medicamentos especiais para tratamento ambulatorial

Leia mais

Proibida a reprodução.

Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS 1 INTRODUÇÃO O objetivo deste documento é o de nortear a atuação dos Analistas de Valores Mobiliários em consonância a Instrução CVM nº

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 ORGANIZAÇÃO DAS AÇÕES EM SAÚDE DO TRABALHADOR NA ATENÇÃO BÁSICA NOS MUNICÍPIOS DA 20ª REGIONAL DE SAÚDE DO PARANÁ 1 Viviane Delcy da Silva 2 Neide Tiemi Murofuse INTRODUÇÃO A Saúde do Trabalhador (ST)

Leia mais

Cremesp lança manual de ética para sites de medicina e saúde na Internet

Cremesp lança manual de ética para sites de medicina e saúde na Internet Cremesp lança manual de ética para sites de medicina e saúde na Internet Foi publicada nesta sexta-feira, dia 9 de março, no Diário Oficial do Estado, a Resolução nº 097/2001 do Conselho Regional de Medicina

Leia mais

Regulamentação do marketing de alimentos: uma questão de saúde pública

Regulamentação do marketing de alimentos: uma questão de saúde pública Audiência Pública P 18 de novembro de 2009 Regulamentação do marketing de alimentos: uma questão de saúde pública Maria José Delgado Fagundes Gerente Geral - /ANVISA Perfil Epidemiológico Brasileiro Atual:

Leia mais

VOTO EM SEPARADO. RELATORA: Senadora LÍDICE DA MATA

VOTO EM SEPARADO. RELATORA: Senadora LÍDICE DA MATA VOTO EM SEPARADO Perante a COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 8, de 2015, do Senador José Medeiros, que acrescenta 3º ao art. 6º da Lei nº 8.918,

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA PROPONENTE

FACULDADE DE MEDICINA PROPONENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CONSELHO UNIVERSITÁRIO CONSU CD 01 COMISSÃO DE DISCIPLINA UNIDADE: FACMED DEPARTAMENTO: SAÚDE COLETIVA PROPONENTE COLEGIADO DO CURSO DE: MESTRADO EM SAÚDE COLETIVA

Leia mais

Rotulagem de bebidas. Eng. Agr. Tiago de Dokonal Duarte

Rotulagem de bebidas. Eng. Agr. Tiago de Dokonal Duarte Rotulagem de bebidas Eng. Agr. Tiago de Dokonal Duarte Histórico Até o ano de 2009 o MAPA fazia a aprovação prévia dos rótulos de bebidas Rótulos eram aprovados pelo MAPA Dec. 6871/2009 Passada a responsabilidade

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL

CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL Associação Brasileira de Quiropraxia Aprovado em Assembléia Geral Extraordinária da Associação Brasileira de Quiropraxia, Novo Hamburgo, 01 de

Leia mais

Campanha promocional Doutores da Alegria - Voluntáriado 1

Campanha promocional Doutores da Alegria - Voluntáriado 1 Campanha promocional Doutores da Alegria - Voluntáriado 1 Alexandre COELHO 2 Catarina CARVALHO 3 Danielle RIBEIRO 4 Leoni ROCHA 5 Paloma HADDAD 6 Professor/Orientador: Daniel CAMPOS 7 Universidade Fumec,

Leia mais

Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano.

Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano. Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 4 ANVISA de 10 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano. A Diretoria Colegiada

Leia mais

RESOLUÇÃO RDC Nº 104, DE 31 DE MAIO DE 2001 (*).

RESOLUÇÃO RDC Nº 104, DE 31 DE MAIO DE 2001 (*). Título: Resolução RDC nº 104, de 31 de maio de 2001 (republicada). Ementa: Dispõe sobre as imagens nas embalagens de produtos fumígenos. Publicação: D.O.U. - Diário Oficial da União; Poder Executivo, de

Leia mais

Índice. Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2

Índice. Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2 1 Índice Farmácia de Manipulação Conhecendo uma farmácia de manipulação, suas vantagens e procedimentos... 2 A Empresa Informações sobre a empresa, farmacêuticas responsáveis, instalações, diferenciais

Leia mais

Tania Pich Gerente Geral de Saneantes - ANVISA

Tania Pich Gerente Geral de Saneantes - ANVISA Funcionamento de empresas especializadas na prestação de serviço de controle de vetores e pragas urbanas Tania Pich Gerente Geral de Saneantes - ANVISA A Nova RDC 18 Objetivo e Abrangência Definições Requisitos

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 38, DE 12 DE AGOSTO DE 2013

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 38, DE 12 DE AGOSTO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO - RDC Nº 38, DE 12 DE AGOSTO DE 2013 Aprova o regulamento

Leia mais

BIBLIOTECA ARTIGO Nº 48

BIBLIOTECA ARTIGO Nº 48 BIBLIOTECA ARTIGO Nº 48 MUITO BARULHO POR NADA - COMO COMPLICAR A EXPLICAÇÃO Autores - Marcos Lobo De Freitas Levy e Silvia V. Fridman A ANVISA prevê a elaboração de uma nova resolução para permitir a

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO E FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO E FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO E FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO 1. Objetivo Este Regulamento Técnico fixa os requisitos mínimos exigidos para o registro e

Leia mais

Perguntas e Respostas RDC n.º 96/2008

Perguntas e Respostas RDC n.º 96/2008 Regulamentação da Propaganda de Medicamentos - RDC n.º 96, de 17 de dezembro de 2008 e Instrução Normativa n.º 05, de 20 de maio de 2009 APRESENTAÇÃO Esta publicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº. 003/2013- VERSÃO 2.0 SNGPC

NOTA TÉCNICA Nº. 003/2013- VERSÃO 2.0 SNGPC NOTA TÉCNICA Nº. 003/2013- VERSÃO 2.0 SNGPC Orientações de procedimentos referentes à versão 2.0 SNGPC Coordenação do Sistema de Gerenciamento de Produtos Controlados Gerência Geral de Medicamentos - CSGPC/NUVIG

Leia mais

Local: Marília Data: 25/06/2015 (20:00h)

Local: Marília Data: 25/06/2015 (20:00h) PUBLICIDADE MÉDICA QUAIS SÃO OS LIMITES ÉTICOS? Local: Marília Data: 25/06/2015 (20:00h) DR. LAVÍNIO NILTON CAMARIM Marília/SP A melhor cidade para se viver do mundo Na Medicina seria ético dizer isso?

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

PROJETO. Denise de Oliveira Resende Gerente-Geral de Alimentos

PROJETO. Denise de Oliveira Resende Gerente-Geral de Alimentos PROJETO Comunicação de risco para população: rotulagem, suplementos alimentares e redução de nutrientes (sódio, açúcares e gorduras trans e saturadas) nos alimentos Denise de Oliveira Resende Gerente-Geral

Leia mais

MEDICAMENTOS GUIA Nº 01/2015 Versão 1 GUIA PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO SUMÁRIO DE VALIDAÇÃO DE PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE MEDICAMENTOS

MEDICAMENTOS GUIA Nº 01/2015 Versão 1 GUIA PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO SUMÁRIO DE VALIDAÇÃO DE PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE MEDICAMENTOS MEDICAMENTOS GUIA Nº 01/2015 Versão 1 Agência Nacional de Vigilância Sanitária GUIA PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO SUMÁRIO DE VALIDAÇÃO DE PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE MEDICAMENTOS VIGENTE A PARTIR DE 09/10/2015

Leia mais

Guia do Professor. Esta atividade poderá ser realizada, satisfatoriamente, em uma aula de 50 minutos.

Guia do Professor. Esta atividade poderá ser realizada, satisfatoriamente, em uma aula de 50 minutos. Caro Professor, O principal objetivo do projeto RIVED é oferecer aos professores do Ensino Médio novos recursos didáticos, em forma de módulos, para a melhoria da aprendizagem dos alunos em sala de aula.

Leia mais

NOTA TÉCNICA SOBRE A RDC Nº

NOTA TÉCNICA SOBRE A RDC Nº NOTA TÉCNICA SOBRE A RDC Nº 20/2011 Orientações de procedimentos relativos ao controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição isoladas ou em associação.

Leia mais

Outubro 2013. ARTIGO 19 Rua João Adolfo, 118 conjunto 802 Centro CEP: 01050-020 - São Paulo SP www.artigo19.org +55 11 3057 0042 +55 11 3057 0071

Outubro 2013. ARTIGO 19 Rua João Adolfo, 118 conjunto 802 Centro CEP: 01050-020 - São Paulo SP www.artigo19.org +55 11 3057 0042 +55 11 3057 0071 A Artigo 19 apresenta análise comparada de países que permitem publicidade e propaganda comercial em rádios comunitárias em referência à minuta do Projeto Legislativo do Senado que propõe possibilitar

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM A INFLUÊNCIA DA PROPAGANDA NO MERCADO FARMACÊUTICO Por: Edgar de Souza Lima Orientador Prof. Jorge Vieira Rio de Janeiro 2011

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

MANDAMENTOS DO USO CORRETO DOS MEDICAMENTOS

MANDAMENTOS DO USO CORRETO DOS MEDICAMENTOS ELIEZER J. BARREIRO NATALIA MEDEIROS DE LIMA MANDAMENTOS DO USO CORRETO DOS MEDICAMENTOS ISBN 978-85-910137-1-5 INCT INOFAR/ Portal dos Fármacos 2009 DOS MEDICAMENTOS INCT INOFAR/ Portal dos Fármacos 2009

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013 COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013 Aprovado na 523ª Reunião Ordinária de Plenário de 26 de agosto de 2013. 1. Do Fato Assunto: Dispensação de medicamentos pelo Técnico de Enfermagem.

Leia mais

COMO PROCEDER PARA COMERCIALIZAR MEDICAMENTOS CONTROLADOS

COMO PROCEDER PARA COMERCIALIZAR MEDICAMENTOS CONTROLADOS COMO PROCEDER PARA COMERCIALIZAR MEDICAMENTOS CONTROLADOS SNGPC Controle informatizado da Portaria 344/1998 Com o objetivo de facilitar o controle dos medicamentos pertencentes à Portaria 344/MS 1998,

Leia mais