FAPESP FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA USO DOS RECURSOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS AUXÍLIOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FAPESP FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA USO DOS RECURSOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS AUXÍLIOS"

Transcrição

1 FAPESP FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA USO DOS RECURSOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS AUXÍLIOS ESTE MANUAL É ATUALIZADO CONSTANTEMENTE NO ENDEREÇO: OBSERVAÇÕES: Para utilizar o site de Prestação de Contas da FAPESP, o(a) pesquisador(a) precisa, num primeiro momento, fazer seu cadastramento através da opção Se você não possui identificação e senha, clique aqui disponível no site O Pesquisador deverá então preencher os seus dados pessoais na tela de Identificação do Pesquisador e escolher uma Identificação, ou seja, uma palavra que será usada pelo pesquisador para se logar no site, juntamente com a Senha, que será enviada pela FAPESP via . Por medida de segurança, o sistema fica bloqueado para o Pesquisador até que ele faça o primeiro acesso utilizando sua Identificação e Senha. Em caso de dúvidas ou alteração após a finalização da Prestação de Contas, poderá encaminhar um ao para esclarecimentos ou reabertura da prestação de contas. Versão: Julho/2010

2 ÍNDICE INSTRUÇÕES PARA USO DOS RECURSOS 1- VISÃO GERAL ATOS VEDADOS AO OUTORGADO USO DOS RECURSOS PRAZO PARA USO DOS RECURSOS MOVIMENTAÇÃO DOS RECURSOS SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE RECURSOS PARA PAGAMENTO DE AQUISIÇÕES FEITAS NO BRASIL PARA PAGAMENTO DE IMPORTAÇÕES VIA CARTÃO DE CRÉDITO RESTRIÇÕES À LIBERAÇÃO: DÉBITOS COM A FAPESP IMPORTAÇÃO DIRETA ADITIVO E ALTERAÇÕES DO ORÇAMENTO APROVADO ALTERAÇÕES NÃO ORÇAMENTÁRIAS RESERVA TÉCNICA CASO GERAL PROJETOS TEMÁTICOS AUXÍLIOS INDIVIDUAIS A NOVAS NORMAS PARA AUXÍLIOS CONCEDIDOS A PARTIR DE 01/01/ BENEFÍCIOS COMPLEMENTARES AUXÍLIO PARA INFRAESTRUTURA INSTRUÇÕES PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS 13- APLICAÇÃO ESTRUTURA DA PRESTAÇÃO DE CONTAS OS DOCUMENTOS QUE COMPÕEM A PRESTAÇÃO DE CONTAS DETALHES DA APRESENTAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO COMPROVAÇÃO DE DESPESAS MATERIAL PERMANENTE MATERIAL DE CONSUMO DIÁRIAS DESPESAS DE TRANSPORTES PASSAGENS AÉREAS TRANSPORTE TERRESTRE SERVIÇOS DE TERCEIROS BOLSA ANEXOS / MODELOS: ANEXO 1- FORMULÁRIO DE ENCAMINHAMENTO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS ANEXO 2- BALANCETE ANEXO 3- RELAÇÃO DE DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE DESPESA ANEXO 4- ADENDO DE OBRA ANEXO 5- RECIBO DE DIÁRIAS TERCEIROS ANEXO 6- ROTEIRO DE VIAGENS PARA COMPROVAÇÃO DE DIÁRIAS DO OUTORGADO ANEXO 7- RECIBO DE REEMBOLSO DE RECURSOS AO VISITANTE (PASSAGEM AÉREA) ANEXO 8- ROTEIRO DE TRANSPORTE URBANO (ÔNIBUS / METRÔ) ANEXO 9- RECIBO DE SERVIÇOS TERCEIROS ANEXO 10- INSTRUÇÕES PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE IMPORTAÇÃO ANEXO 11- DEMONSTRATIVO DE APROPRIAÇÃO DE CUSTO DE MATERIAL IMPORTADO ANEXO 12- RECIBO DE BOLSA Pág. 2 Versão: Julho/2010

3 A leitura e o entendimento das instruções deste manual, antes de qualquer providência, são fundamentais para a correta utilização dos recursos disponibilizados pela FAPESP e a eficiente Prestação de Contas dos gastos efetuados. INSTRUÇÕES PARA USO DOS RECURSOS 1 - VISÃO GERAL O uso de recursos da FAPESP para aquisição de bens e/ou serviços para o desenvolvimento de projetos de pesquisa está condicionado a: a) aprovação dos recursos solicitados pela Diretoria da FAPESP, e a assinatura do Termo de Outorga pela FAPESP e pelo Pesquisador; b) abertura de conta bancária específica para o recebimento dos recursos, providenciada pela própria FAPESP; c) realização de cotação de preços para compras e contratações de serviços e consulta se a empresa fornecedora está apta nos cadastros fiscais públicos (Sintegra e Receita Federal - ver item 3); d) solicitação ao Setor Financeiro da FAPESP de liberação de recursos para a conta corrente do projeto; e) emissão de cheques casados com as Notas fiscais dos materiais/serviços adquiridos, aprovados e constantes do Termo de Outorga; f) prestação de contas de todos os gastos efetuados de acordo com as instruções contidas neste manual; Deve-se destacar que: a aprovação de recursos não significa a liberação da verba, que só ocorre após a solicitação do Pesquisador; o controle do saldo da conta corrente bancária é de responsabilidade do Pesquisador, que deve cuidar para que não sejam emitidos cheques sem fundos; saldo de recursos aprovados para o projeto e saldo em conta corrente são diferentes. 2 - ATOS VEDADOS AO OUTORGADO 2.1 Fazer alterações (remanejamento/transposição) nos itens constantes do Termo de Outorga sem prévia autorização da FAPESP. 2.2 Transferir verbas ou saldos de um processo para outro, mesmo que o Outorgado seja beneficiário de mais de um auxílio em curso e ainda que se trate de projeto em continuação. 2.3 Efetuar despesas fora do período de vigência do Termo de Outorga. 2.4 Fazer aplicações financeiras com os recursos concedidos. 2.5 Deixar de prestar contas. 3 - USO DOS RECURSOS 3.1 Nos casos de aquisição de material e contratação de serviços no Brasil, deverão ser anexadas às respectivas Notas fiscais, nos termos da legislação vigente, justificativas dos preços e razões que determinaram a escolha do fornecedor ou executante. Para compras e contratações de serviços com valor superior a 10 salários mínimos, o Pesquisador deverá apresentar, no mínimo, cotações de preços feitas por 3 fornecedores. 3.2 De acordo com orientação do Tribunal de Contas do Estado, antes de adquirir bens e serviços, os Pesquisadores devem verificar se a empresa fornecedora está apta nos cadastros fiscais públicos (Sintegra, da Secretaria da Fazenda e Cadastro da Secretaria da Receita Federal CNPJ). Atendendo à instrução, o Setor de Auditoria da FAPESP passará a verificar o cumprimento da exigência no momento da análise da prestação de contas, checando todas as notas fiscais apresentadas nos cadastros acima mencionados. Caso seja detectada alguma nota fiscal não habilitada, a FAPESP solicitará ao Pesquisador a apresentação de prestação de contas complementar no valor da nota fiscal glosada, ou a restituição da importância aplicada. Saiba se a empresa fornecedora está apta consultando os sites e Recomendamos, sempre que possível, que sejam anexadas às respectivas notas fiscais as consultas realizadas. 3.3 Correrão por conta exclusiva do Outorgado quaisquer despesas que não se enquadrem nas autorizações constantes do Termo de Outorga e Aceitação de Auxílio e do presente Manual de Instruções. 3 Versão: Julho/2010

4 3.4 O Outorgado somente se eximirá de sua responsabilidade perante a FAPESP após a aprovação de sua prestação de contas final e, se for o caso, da efetivação da doação dos materiais permanentes para a instituição à qual o Pesquisador está vinculado, a critério da FAPESP. 3.5 No caso de constatação de dano irreparável em equipamentos adquiridos para o desenvolvimento do projeto de pesquisa, o Outorgado deverá comunicar imediatamente à FAPESP que poderá, após avaliação pelas áreas competentes, autorizar seu desmembramento, descarte ou baixa, ou determinar demais providências que entender cabíveis. 3.6 Ao final do processo de aquisição de bens e serviços contratados, tal como concedidos no Termo de Outorga e Aceitação de Auxílio, o eventual saldo deverá retornar ao orçamento da FAPESP. Esta norma aplica-se tanto aos bens adquiridos e serviços contratados no Brasil como no Exterior. 3.7 Na aquisição de materiais permanentes móveis que sejam utilizados fora do âmbito da instituição onde se desenvolve o projeto, deverá ser contratado seguro específico do bem sob sua guarda e responsabilidade, até que seja efetuada a doação ou cessão de uso à instituição, podendo ser utilizado recursos da Reserva Técnica para custear as despesas com contratação do seguro e, no caso de sinistro, o pagamento da franquia; sob pena de, não o fazendo, arcar com a sua restituição financeira à FAPESP no caso de sinistro. 4 - PRAZO PARA USO DOS RECURSOS 4.1 O prazo máximo para uso dos recursos é aquele estabelecido no Termo de Outorga para apresentação do relatório científico final, considerando também o período de vigência. 4.2 Por ocasião da apresentação do relatório científico final e/ou ao término da vigência do projeto, o saldo acaso existente será automaticamente cancelado. 4.3 As autorizações para início de importação direta poderão ser solicitadas durante toda a vigência do Auxílio, mas todas as despesas decorrentes do seu processamento devem ocorrer no prazo máximo de 6 meses após o vencimento desta vigência, não sendo liberado nenhum recurso após este prazo. Caso isto não ocorra, o pedido ao exportador deverá ser cancelado, com devolução dos respectivos recursos à FAPESP. 4.4 Caso haja necessidade de prorrogação do prazo final, o Pesquisador deverá encaminhar a solicitação dois meses antes do vencimento do prazo, apresentando, na mesma correspondência, um breve relato das atividades desenvolvidas e a justificativa da necessidade da prorrogação. Mais informações sobre a Solicitação de Alteração Inicial estão em 5 - MOVIMENTAÇÃO DOS RECURSOS 5.1 Conta corrente: a FAPESP providenciará a abertura de conta corrente específica para a movimentação dos recursos alocados, que, por sua natureza, é isenta da cobrança de CPMF. 5.2 O Pesquisador será responsável: pelo controle e movimentação da conta; pela guarda em segurança do talonário de cheques; por solicitar a liberação de recursos antes de efetuar os pagamentos; pelo controle do saldo do projeto por item concedido e da conta corrente bancária; por providenciar Boletim de Ocorrência (B.O.), sustar os cheques no Banco, e comunicar imediatamente à FAPESP, em casos de roubo, furto ou extravio; pelas despesas bancárias incidentes nesta conta, tais como tarifas sobre a emissão de cheques sem fundos, sustações de cheques por roubo, furto ou extravio. 6 - SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE RECURSOS 6.1 PARA PAGAMENTO DE AQUISIÇÕES FEITAS NO BRASIL Antes de efetuar cada pagamento, o Pesquisador deverá solicitar a liberação de verba ao Setor de Finanças da FAPESP, evitando a emissão de cheques sem fundos. A não observância a este procedimento poderá acarretar o encerramento da Conta Corrente O Outorgado não deve solicitar liberação de verba sem a necessidade imediata da realização dos gastos, evitando a permanência de saldo em conta O preenchimento do balancete, "on-line", à medida em que os recursos são liberados para a conta, é fundamental para o controle e a finalização da Prestação de Contas. 4 Versão: Julho/2010

5 6.1.4 As liberações devem ser solicitadas à FAPESP pelos telefones (11) , pelo FAX (11) ou pelo serviço Converse com a FAPESP (www.fapesp.br/converse), em Para Pesquisadores > Solicitações > Finanças, devendo o Outorgado identificar se a verba é referente ao Projeto ou à Reserva Técnica Prazos para crédito em conta: solicitações feitas até às 11:00 horas será efetuado no mesmo dia; solicitações feitas após às 11:00 horas será efetuado no dia seguinte CHEQUES CASADOS. Os pagamentos das despesas deverão ser realizados através de Cheques Nominativos "Casados" - (exemplo: Nota Fiscal nº, paga pelo cheque nº ) CAIXA-PEQUENO Para pagamento de despesas miúdas, que não comportem emissões de cheques nominativos, o Outorgado poderá criar um pequeno "Caixa", até o limite de um salário mínimo vigente, emitindo, neste caso, cheques em seu próprio nome. O saldo eventual deste pequeno "Caixa" será recolhido à conta bancária respectiva. NOTA: as Notas fiscais e/ou Recibos referentes a estas aquisições também deverão fazer parte da Prestação de Contas. 6.2 PARA PAGAMENTO DE IMPORTAÇÕES VIA CARTÃO DE CRÉDITO Despesas realizadas via Cartão de Crédito, quando do surgimento de uma situação não prevista, que necessite de material fundamental para a continuidade da pesquisa, deverão ser previamente autorizadas pela FAPESP. O reembolso dessas despesas deverá obedecer ao disposto nas Portarias em vigor (www.fapesp.br/importacao) Material perecível, inflamável, corrosivo, radioativo ou controlado por qualquer órgão brasileiro não pode ser adquirido desta forma Pode ser solicitado reembolso para: pagamento da mercadoria (débito no cartão de crédito); despesa com o desembaraço - somente para embarque via "courier" e no valor máximo de R$ 600,00 (seiscentos reais). Ultrapassado este valor, o Pesquisador poderá utilizar a reserva técnica ou pagar com recursos próprios. Importante: o valor mínimo da despesa é de 60% (Imposto de Importação) mais 18% (ICMS) calculado sobre o valor declarado Os limites para o reembolso são: Forma de Embarque Via "courier" ou correio ( door to door ) Como bagagem acompanhada Limite Legal até USD 3.000,00 (ou equivalente em outra moeda), por embarque. - devem ser incluídas neste valor as taxas e despesas mencionadas na "proforma invoice". até USD 500,00 (ou equivalente em outra moeda, por passageiro. Desembaraço valor declarado para o embarque deve ser igual ao valor da "invoice"; caso o material fique alfandegado, o desembaraço será de responsabilidade do Pesquisador. Não se enquadra Os documentos que devem ser enviados para o pedido de reembolso são: a) formulário específico de pedido de reembolso, disponível no site b) cópia da "invoice"; c) cópia do extrato do cartão de crédito; d) cópia do documento emitido pela courier (quando o embarque não foi como bagagem acompanhada); e) os originais dos documentos devem ser encaminhados na prestação de contas no prazo estabelecido no Termo de Outorga. 5 Versão: Julho/2010

6 6.2.6 Para despesas efetuadas com verba de RESERVA TÉCNICA, o reembolso poderá ser solicitado diretamente ao Setor de Finanças. A documentação pertinente deverá ser apresentada por ocasião da Prestação de Contas A FAPESP não reembolsa multa de qualquer natureza. 6.3 RESTRIÇÕES À LIBERAÇÃO - Débitos com a FAPESP Pesquisadores que estejam em débito com a FAPESP ou em atraso com a apresentação de Prestação de Contas ou de Relatórios Científicos (próprios e/ou de bolsista do qual seja Orientador), ou ainda, na entrega de processo do qual seja assessor, terão bloqueados os recursos relativos a todos os seus processos, até que a situação seja regularizada. 7 - IMPORTAÇÃO DIRETA 7.1 O processo de importação e/ou pagamento de serviços de terceiros no exterior, previamente autorizado pela FAPESP, de acordo com as Portarias em vigor (www.fapesp.br/importacao), terá início após o recebimento pelo Setor de Importação da FAPESP, da "proforma invoice" acompanhada de "Autorização para Importação", disponível no site acima citado. 7.2 A parcela da Reserva Técnica referente à dotação para importação ficará contingenciada para atender, exclusivamente, às demais despesas decorrentes do processamento da importação, tais como, frete interno, seguro, despesas bancárias, pagamento de despachante e frete internacional, bem como às eventuais variações cambiais ocorridas após a assinatura do Termo de Outorga. 8 - ADITIVOS E ALTERAÇÕES DO ORÇAMENTO APROVADO 8.1 Solicitações de aditivos ou outras alterações devem, ordinariamente, ser encaminhadas no momento da apresentação de qualquer relatório científico. Solicitações encaminhadas fora dessas ocasiões são analisadas, em caráter excepcional, se ficar demonstrado que os itens e valores orçamentários em questão não poderiam ter sido previstos no momento da assinatura do Termo de Outorga ou da apresentação dos relatórios científicos anteriores. Em qualquer caso, as solicitações devem ser apresentadas acompanhadas de justificativa, com a utilização do formulário específico para esta finalidade (Pedido de Alteração de Concessão Inicial), juntamente com o Cronograma de Desembolso do saldo atual do projeto, à disposição dos interessados no endereço 8.2 Se a transposição ocorrer de moeda nacional para moeda estrangeira, o saldo de Reserva Técnica, eventualmente existente, será utilizado para cobrir os custos de importação destes bens de acordo com as Portarias em vigor (www.fapesp.br/importacao). 8.3 Reserva Técnica Não é permitida a transposição de qualquer elemento de despesa para Reserva Técnica, sendo permitido o inverso (DE Reserva Técnica PARA outros elementos de despesa), visando a complementação do valor concedido, exceto para transporte e diárias. 9 - ALTERAÇÕES NÃO ORÇAMENTÁRIAS Pedidos de mudanças de prazos (de vigência, de relatório científico ou de prestação de contas) ou modificações do plano inicial (do projeto, do cronograma, etc.) devem ser acompanhados de justificativa e de informações sobre o desenvolvimento do projeto. 10- RESERVA TÉCNICA 10.1 CASO GERAL Para cada modalidade de Auxílio, a FAPESP define determinado montante adicional de recursos, proporcional ao valor da concessão inicial, que poderá ser utilizado a título de Reserva Técnica. Desses recursos, uma parte fica disponível para uso do Pesquisador responsável, e outra sob responsabilidade conjunta do Pesquisador e do Chefe do Departamento (ou seu equivalente hierárquico) Caso haja necessidade de aquisição de radioisótopos ou radioativos, deverá ser apresentada, na Prestação de Contas, autorização da CNEN em nome do Outorgado e em nome da Instituição onde o projeto está sendo desenvolvido A parcela de responsabilidade do Pesquisador, de uso restrito a despesas diretamente relacionadas ao seu projeto, pode ser utilizada para: 6 Versão: Julho/2010

7 a) aquisição e manutenção de equipamentos, softwares e aquisição de material de consumo de infraestrutura; b) pagamento de taxas de publicação de artigos e aquisição de separatas; c) custeio da vinda de técnicos para instalação e/ou manutenção de equipamentos ou softwares; d) custeio da vinda de Pesquisadores visitantes, transporte e diárias para estágios com duração inferior a um mês (estágios com duração superior a um mês devem ser objeto de solicitação em separado, como pedido complementar); e) manutenção de programa de seminários do grupo de Pesquisadores; f) aquisição de periódicos de interesse para o projeto de pesquisa. Neste caso, os títulos adquiridos deverão ser colocados à disposição da comunidade acadêmica na biblioteca da respectiva unidade. As aquisições através de recursos de Reserva Técnica somente poderão ser efetuadas durante a vigência do Auxílio. g) despesas com importação. h) despesas com contratação de seguro para materiais permanentes móveis e, no caso de sinistro o pagamento da franquia, quando for necessário o seu uso fora do âmbito da instituição onde se desenvolve o projeto As possíveis aplicações no âmbito departamental, da parcela de responsabilidade conjunta do Pesquisador com o Chefe do Departamento, são: a) reformas de laboratórios e outras despesas de infraestrutura de pesquisa, destinadas a apoiar prioritariamente o projeto; b) aquisição de equipamentos, livros e base de dados para manutenção de bibliotecas; c) organização de cursos para atualização dos técnicos dedicados à infraestrutura de pesquisa; d) despesas com importação Para uso da Reserva Técnica em outros itens além dos relacionados acima, diretamente relacionados ao Projeto de Pesquisa e legitimamente classificáveis como despesas de pesquisa (exigência estatutária desta Fundação), o Outorgado deverá solicitar autorização especial à Diretoria Administrativa antes de realizar a despesa. Esta solicitação deve ser enviada para O resultado será transmitido ao Outorgado com a possível brevidade Como de praxe, são vedadas, para qualquer das parcelas, aplicações que, independentemente de seus méritos, não tenham estreita relação com as atividades de pesquisa. Em particular, não são financiáveis: a) aplicações que estejam fundamentadas apenas em atividades de ensino e extensão; b) atividades administrativas de qualquer natureza, incluindo despesas com a contratação de pessoal; c) construções civis que redundem em aumento de área construída Para pagamento das despesas envolvidas, o Chefe do Departamento encaminhará ao Pesquisador, os documentos (nota fiscal, recibos, etc.) necessários para os respectivos pagamentos Havendo vários projetos de pesquisa apoiados pela FAPESP em um mesmo Departamento, poderá haver, para fins operacionais e contábeis, a consolidação dos recursos e o seu gerenciamento em um único projeto, permanecendo porém, para fins estatísticos, a distribuição original. Neste caso, o Chefe do Departamento solicitará à FAPESP a transferência dos recursos disponíveis para um dos projetos em execução no Departamento, através de correspondência, contendo a concordância explícita dos Coordenadores dos projetos envolvidos. No caso do projeto envolver vários Departamentos, a "Reserva Técnica" será dividida na proporção sugerida pelos Pesquisadores participantes. A decisão sobre a utilização desses recursos será do Chefe do Departamento (ou Chefe da Seção ou equivalente), com anuência prévia do Pesquisador que coordena o projeto, o qual continuará responsável pelo projeto global perante a FAPESP, inclusive pela respectiva Prestação de Contas Sempre que houver necessidade de importação direta com recursos de Reserva Técnica, o Coordenador do projeto deverá enviar a respectiva "proforma invoice" para o Setor de Importação da FAPESP, acompanhada, se for o caso, da concordância do Chefe do Departamento, indicando claramente que se trata de aquisição com recursos da reserva técnica (ver item 7) e necessita de autorização prévia da FAPESP de acordo com as Portarias em vigor 7 Versão: Julho/2010

8 (www.fapesp.br/importacao). As despesas decorrentes também serão debitadas desses recursos, previamente, por estimativa Os recursos só poderão ser utilizados no prazo de duração do respectivo projeto, ou seja, até a data de apresentação do relatório científico final Nos prazos determinados pela FAPESP e em conjunto com a prestação de contas do projeto, o Coordenador deverá prestar contas também dos gastos realizados com os recursos da "Reserva Técnica". Esta prestação de contas deverá ser identificada como "Prestação de Contas - Reserva Técnica", e deverá ser dividida em duas partes: a de responsabilidade exclusiva do Pesquisador, e outra com a concordância do Chefe do Departamento para cada uma das despesas referentes à parcela de responsabilidade conjunta Os valores de eventuais suplementações de verba não serão considerados para efeito de cálculo dos recursos de Reserva Técnica Não será concedida Reserva Técnica em auxílio para reparo de equipamentos A parcela da reserva técnica referente à dotação para importação ficará contingenciada para atender, exclusivamente, às despesas com importação, bem como às eventuais variações cambiais ocorridas após a assinatura do Termo de Outorga PROJETOS TEMÁTICOS Para cada projeto aprovado pela FAPESP a partir de , há dotação de Reserva Técnica inicial, para os primeiros dois anos de vigência, correspondente a 20% (vinte por cento) do valor da concessão total inicial do projeto, estando garantido um valor mínimo, definido no Termo de Outorga A aplicação de metade de cada uma das parcelas será de exclusiva responsabilidade do Coordenador do projeto, em itens que possam beneficiar o grupo de pesquisa a ele associado no projeto. A aplicação da outra metade da parcela será de responsabilidade conjunta do Pesquisador com o Chefe de Departamento, na forma atualmente em vigor. A proporção de utilização da segunda parcela, entre o Pesquisador e Chefe de Departamento, poderá ser redefinida pela FAPESP, a partir da análise do plano de aplicação de recursos apresentado pelo Pesquisador Por ocasião da apresentação do segundo relatório científico anual, o Coordenador do projeto deverá discriminar a utilização desses recursos. A adequada utilização será avaliada pela Assessoria da FAPESP. Nessa mesma ocasião, o Coordenador do projeto poderá solicitar a liberação da segunda parcela, com valor máximo igual ao da primeira. A solicitação deverá estar justificada por meio do plano de utilização e a liberação estará sujeita à avaliação favorável por parte da Assessoria AUXÍLIOS INDIVIDUAIS (Auxílio à Pesquisa, Projeto Genoma, Programa de Apoio a Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes) A Reserva Técnica tem valor equivalente a 25% do valor da concessão total inicial do projeto, ficando 15% sob responsabilidade do Pesquisador e os 10% restantes sob responsabilidade conjunta com o Chefe de Departamento. O relatório científico anual deverá discriminar a utilização desses recursos, o que será avaliado pela Assessoria da FAPESP. A utilização dos recursos no âmbito do projeto ou do departamento estão sujeitas às mesmas regras propostas para os Projetos Temáticos. NORMAS DE RESERVA TÉCNICA PARA AUXÍLIOS CONCEDIDOS A PARTIR DE AUXÍLIO À PESQUISA E PROGRAMA JOVEM PESQUISADOR Para cada Auxílio à Pesquisa e Programa Jovem Pesquisador aprovado pela FAPESP, será alocada uma Reserva Técnica correspondente a 25% do valor da concessão total inicial do Projeto, sendo: Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do Projeto: equivalente a 60% do total da Reserva Técnica (ou 15% dos recursos do Projeto), disponibilizada com os demais recursos do Projeto e cuja utilização será dedicada a itens de Infraestrutura diretamente ligados ao Projeto de Pesquisa e executada sob a responsabilidade do Pesquisador outorgado. 8 Versão: Julho/2010

9 Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa: equivalente a 40% do total da Reserva Técnica (ou 10% dos recursos do Projeto), cuja utilização será dedicada a itens especificados e justificados num Plano Anual de Aplicação da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa, que deverá ser aprovado pela Congregação ou Colegiado Superior da Unidade. Esta parcela será disponibilizada em projeto de Apoio à Infraestrutura Institucional para Pesquisa, no qual serão somados os valores correspondentes às parcelas de Reserva Técnica para Infraestrutura Institucional para Pesquisa de todos os Projetos aprovados na Unidade no ano anterior. Este processo será executado sob a coordenação do Diretor da Unidade, ou de Pesquisador designado por ele com anuência da Congregação ou do Colegiado Superior da Unidade. Este projeto será aberto nos casos em que o montante acumulado, no ano anterior, para esta parcela da Reserva Técnica for igual ou superior a R$ , Da parte da Reserva Técnica calculada sobre o valor das concessões em moeda estrangeira, 15% será transferido para a Reserva de Importação, para atender às despesas com importação e às eventuais variações cambiais ocorridas após a assinatura do Termo de Outorga, conforme determina a Portaria CS nº 18/ O montante da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa será calculado com base nas concessões do exercício anterior e informado às Instituições em janeiro de cada ano, nos casos em que o valor acumulado for igual ou superior a R$ ,00. Com base nessa informação, os Diretores de Unidade submeterão à FAPESP, em fevereiro de cada ano, as propostas para utilização dessa parcela da Reserva Técnica As possíveis aplicações da Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do Projeto, de responsabilidade do Pesquisador outorgado, são: a) aquisição e manutenção de equipamentos e softwares; b) aquisição de material de consumo para infraestrutura; c) pagamento de taxas de publicação de artigos e aquisição de separatas; d) custeio da vinda de técnicos para instalação e/ou manutenção de equipamentos ou softwares; e) custeio da vinda de pesquisadores visitantes, transporte e diárias para estágios; f) viagens de estudantes vinculados ao Projeto para participação em eventos científicos nacionais e internacionais com apresentação de trabalhos e segundo as normas da FAPESP; g) manutenção de programa de seminários do grupo de pesquisadores; h) aquisição de livros, periódicos e acesso a bases de dados de interesse para o Projeto de Pesquisa, sendo que, os títulos adquiridos deverão ser colocados à disposição da comunidade acadêmica na biblioteca da respectiva Unidade. i) reformas de laboratórios e outras despesas para infraestrutura de pesquisa, destinadas a apoiar diretamente o Projeto que origina os recursos; j) aquisição de equipamentos para manutenção de bibliotecas; k) organização de cursos para atualização dos técnicos dedicados à infraestrutura de pesquisa; l) despesas com importação. m) despesas com contratação de seguro para materiais permanentes móveis e, no caso de sinistro o pagamento da franquia, quando for necessário o seu uso fora do âmbito da instituição onde se desenvolve o Projeto A Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa destina-se ao apoio à infraestrutura coletiva de pesquisa que beneficie Projetos de Pesquisa apoiados pela FAPESP na Unidade. A infraestrutura apoiada pode ser vinculada no nível Departamental, na Unidade Universitária ou na Administração Central da Instituição. As possíveis aplicações são: a) reformas de laboratórios e outras despesas para infraestrutura de pesquisa; b) apoio à manutenção e melhoramentos em infraestruturas coletivas de apoio à pesquisa, como: biotérios (exceto custos para compra de animais, que deverão fazer parte do orçamento ordinário do Projeto como material de consumo), redes de informática, centros de manutenção de equipamentos (exceto o custo da manutenção específica de equipamentos que possa ser coberto com recursos da Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do 9 Versão: Julho/2010

10 Projeto ver item ou mediante solicitação de Auxílio à Pesquisa para Reparo de Equipamentos), centros de processamento de dados, bibliotecas, acervos documentais, museus, centrais de fornecimento de gases especiais, centrais de criogenia, facilidades para medidas e equipamentos compartilhados, centrais de instrumentação analítica para apoio à pesquisa, oficinas mecânicas, eletrônicas e de vidraria de apoio à pesquisa, centrais de arcondicionado, tratamento de resíduos e redes elétricas e hidráulicas para laboratórios de pesquisa, aplicando-se, em todos os casos, as restrições do item 10.7; c) aquisição de equipamentos, livros e base de dados para manutenção de bibliotecas; d) organização de cursos para atualização dos técnicos dedicados à infraestrutura de pesquisa; e) despesas com importação PROJETOS TEMÁTICOS Para cada Projeto Temático aprovado pela FAPESP, será alocada uma Reserva Técnica correspondente a 40% do valor da concessão total inicial do Projeto, estando garantido um valor mínimo definido no Termo de Outorga, sendo: Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do Projeto: equivalente a 50% do total da Reserva Técnica (ou 20% dos recursos do Projeto), cuja utilização será dedicada a itens de infraestrutura diretamente ligados ao Projeto de Pesquisa, e executada sob a responsabilidade do Pesquisador outorgado. Metade do valor desta parcela será disponibilizada no início do Projeto, para aplicação nos dois primeiros anos. A segunda metade desta parcela da Reserva Técnica será liberada com a aprovação do segundo Relatório Científico Anual Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa: equivalente a 50% do total da Reserva Técnica (ou 20% dos recursos do Projeto), cuja utilização será dedicada a itens especificados e justificados num Plano Anual de Aplicação da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa, que deverá ser aprovado pela Congregação ou Colegiado Superior da Unidade. Esta parcela será disponibilizada em projeto de Apoio à Infraestrutura Institucional para Pesquisa, no qual serão somados os valores correspondentes às parcelas de Reserva Técnica para Infraestrutura Institucional para Pesquisa de todos os Projetos aprovados na Unidade no ano anterior. Este processo será executado sob a coordenação do Diretor da Unidade, ou de Pesquisador designado por ele com anuência da Congregação ou do Colegiado Superior da Unidade. Este projeto será aberto nos casos em que o montante acumulado, no ano anterior, para esta parcela da Reserva Técnica for igual ou superior a R$ , Da parte da Reserva Técnica calculada sobre o valor das concessões em moeda estrangeira, 15% será transferido para a Reserva de Importação, para atender às despesas com importação e às eventuais variações cambiais ocorridas após a assinatura do Termo de Outorga, conforme determina a Portaria CS nº 18/ No caso de o Projeto de Pesquisa envolver vários Departamentos, a Reserva Técnica será dividida na proporção sugerida pelo Pesquisador Responsável pelo projeto, com anuência explícita dos demais Pesquisadores Principais, quando houver Os valores de eventuais suplementações de verba e recursos para apoio especial à infraestrutura de Projetos Temáticos não serão considerados para efeito de cálculo dos recursos de Reserva Técnica O montante da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa será calculado com base nas concessões do exercício anterior e informado às Instituições em janeiro de cada ano, nos casos em que o valor acumulado for igual ou superior a R$ ,00. Com base nessa informação, os Diretores de Unidade submeterão à FAPESP, em fevereiro de cada ano, as propostas para utilização dessa parcela da Reserva Técnica Para as possíveis aplicações da Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do Projeto, de responsabilidade do Pesquisador outorgado, ver item Para as possíveis aplicações da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa, ver item : CEPID Para cada Projeto CEPID aprovado pela FAPESP, será alocada uma Reserva Técnica correspondente a 20% do valor da concessão total anual do Projeto. 10 Versão: Julho/2010

11 Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do Projeto: equivalente a 50% do total da Reserva Técnica (ou 10% dos recursos do Projeto), cuja utilização será dedicada a itens de infraestrutura diretamente ligados ao Projeto de Pesquisa, e executada sob a responsabilidade do Pesquisador outorgado Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa: equivalente a 50% do total da Reserva Técnica (ou 10% dos recursos do Projeto), cuja utilização será dedicada a itens especificados e justificados num Plano Anual de Aplicação da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa, que deverá ser aprovado pela Congregação ou Colegiado Superior da Unidade. Esta parcela será disponibilizada em projeto de Apoio à Infraestrutura Institucional para Pesquisa, no qual serão somados os valores correspondentes às parcelas de Reserva Técnica para Infraestrutura Institucional para Pesquisa de todos os Projetos aprovados na Unidade no ano anterior. Este processo será executado sob a coordenação do Diretor da Unidade, ou de Pesquisador designado por ele com anuência da Congregação ou do Colegiado Superior da Unidade. Este projeto será aberto nos casos em que o montante acumulado, no ano anterior, para esta parcela da Reserva Técnica for igual ou superior a R$ , Da parte da Reserva Técnica calculada sobre o valor das concessões em moeda estrangeira, 15% será transferido para a Reserva de Importação, para atender às despesas com importação e às eventuais variações cambiais ocorridas após a assinatura do Termo de Outorga, conforme determina a Portaria CS nº 18/ No caso de o Projeto de Pesquisa envolver vários Departamentos, a Reserva Técnica será dividida na proporção sugerida pelo Pesquisador Responsável pelo projeto, com anuência explícita dos demais Pesquisadores Principais, quando houver O montante da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa será calculado com base nas concessões do exercício anterior e informado às Instituições em janeiro de cada ano, nos casos em que o valor acumulado for igual ou superior a R$ ,00. Com base nessa informação, os Diretores de Unidade submeterão à FAPESP, em fevereiro de cada ano, as propostas para utilização dessa parcela da Reserva Técnica Para as possíveis aplicações da Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do Projeto, de responsabilidade do Pesquisador outorgado, ver item Para as possíveis aplicações da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa, ver item : OUTRAS APLICAÇÕES Para uso dos recursos da Reserva Técnica em outros itens (além dos mencionados nos itens e ), direta ou indiretamente relacionados a Projetos de Pesquisa e legitimamente classificáveis como despesas de pesquisa (exigência estatutária da FAPESP), o Pesquisador outorgado ou o responsável pela Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa deverá solicitar autorização especial à Diretoria Administrativa antes de realizar a despesa. A solicitação deverá ser enviada pelo serviço Converse com a FAPESP, pelo endereço (em Para pesquidadores > Solicitações) RESTRIÇÕES Como de praxe, em virtude de restrição estatutária da FAPESP, são vedadas, para ambas as parcelas, aplicações que, independentemente de seus méritos, não tenham estreita relação com as atividades de pesquisa. Em particular, não são financiáveis: a) aplicações que estejam fundamentadas apenas em atividades de ensino e extensão; b) atividades administrativas de qualquer natureza, incluindo despesas com a contratação de pessoal; c) despesas com pagamento de pessoal; d) construções civis que redundem em aumento de área construída. As aquisições com recursos da Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do Projeto somente poderão ser efetuadas até a data de término de vigência do auxílio ou a data de entrega do Relatório Científico Final, a que ocorrer primeiro. 11 Versão: Julho/2010

12 10.9. RELATÓRIOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS DA RESERVA TÉCNICA Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do Projeto: Nos prazos determinados pela FAPESP e em conjunto com a Prestação de Contas do projeto, o Pesquisador outorgado deverá prestar contas dos gastos realizados com os recursos da Reserva Técnica. A Prestação de Contas deverá ser identificada como "Prestação de Contas de Reserva Técnica Parcela para Custos de Infraestrutura Direta do Projeto". Por ocasião do segundo Relatório Científico Anual, o Pesquisador responsável pelo Projeto deverá discriminar a utilização dos recursos da Reserva Técnica. A adequada utilização será avaliada pela Assessoria da FAPESP. Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa: Caberá ao responsável pelo processo específico de Apoio à Infraestrutura Institucional para Pesquisa (Diretor da Unidade ou Pesquisador designado por ele, com anuência da Congregação ou do Colegiado Superior da Unidade) a apresentação das Prestações de Contas relativas à utilização dos recursos, nos prazos determinados pela FAPESP. O responsável pelo processo deverá apresentar, também, um Relatório Anual sobre a aplicação dos recursos, no mês de fevereiro de cada ano, demonstrando: a) como os recursos da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa contribuíram para os resultados científicos e tecnológicos obtidos pela Unidade no ano anterior, devendo ser especificamente demonstrados os benefícios aos projetos financiados pela FAPESP, os quais devem ser listados de maneira exaustiva; b) o Plano de Aplicação para o ano corrente da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa que será disponibilizada em fevereiro de cada ano. O Relatório Anual sobre a aplicação da Parcela para Custos de Infraestrutura Institucional para Pesquisa deverá ser apresentado à FAPESP com a aprovação pela Congregação ou Colegiado Superior da Unidade. Se o Relatório Anual não for entregue ou não for aprovado pela FAPESP, a liberação de recursos da Parcela para Custos de Infraestrutura de Pesquisa será automaticamente bloqueada. MATERIAL RADIOATIVO IMPORTAÇÕES Caso haja necessidade de aquisição de radioisótopos e/ou material radioativo, deverá ser apresentada, na Prestação de Contas, autorização da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) em nome do Outorgado e outra em nome da Instituição na qual o Projeto está sendo desenvolvido. Sempre que houver necessidade de importação direta com recursos da Reserva Técnica, o responsável pelo Projeto deverá encaminhar pedido de agendamento para aquisição com recursos dessa alínea. A respectiva proforma invoice deverá ser enviada para a Gerência de Importação da FAPESP, conforme instruções daquela Gerência. As despesas decorrentes também serão debitadas desses recursos, previamente, por estimativa. 11- BENEFÍCIOS COMPLEMENTARES (para Projeto Temático e Jovem Pesquisador) Participação em reunião científica ou tecnológica, no Brasil ou no exterior, ou Estágio de pesquisa de curta duração (máximo de sessenta dias), fora do Estado de São Paulo Além da Reserva Técnica, os Projetos Temáticos e também aqueles referentes ao Programa de Apoio a Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes, receberão dotação adicional, destinada a cobrir benefícios complementares, nos termos especificados a seguir. A quantificação desses recursos será baseada em estimativa das necessidades dos Pesquisadores principais do projeto, definidos no Termo de Outorga e Aceitação de Auxílio. Assim, esses Pesquisadores não terão direito a pedidos complementares para cobrir esses itens. Todavia, estes recursos adicionais poderão ser utilizados para cobrir despesas de outros membros da equipe, a critério do Coordenador, que responderá perante a FAPESP pelo seu adequado uso O relatório anual deverá discriminar a aplicação desses recursos, que será analisada pela assessoria quanto à sua adequação face às necessidades do projeto A participação em reunião científica ou tecnológica pressupõe a apresentação de trabalho científico ligado ao projeto. Em circunstâncias excepcionais, devidamente justificadas no Relatório Científico anual, poderá ser apoiada a participação em eventos em que não esteja prevista a apresentação de trabalhos. 12 Versão: Julho/2010

13 11.4 Estágios de pesquisa em instituições fora do Estado de São Paulo, com duração inferior a sessenta dias, poderão ser financiados desde que justificados pelas necessidades do projeto A dotação para esses itens tem seu valor definido no Termo de Outorga, sendo que devem ser respeitados os limites definidos pela FAPESP para diárias, manutenção e seguro saúde disponível no endereço AUXÍLIO PARA INFRAESTRUTURA (somente para Projeto Temático) 12.1 Além do percentual de Reserva Técnica, o Projeto Temático terá direito a recursos para garantir a infraestrutura necessária para o desenvolvimento do projeto. Tais recursos apenas poderão ser solicitados junto com o pedido inicial ou com o segundo relatório. A aplicação dos recursos fica sob a responsabilidade do Coordenador do projeto. INSTRUÇÕES PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS O CONSELHO TÉCNICO ADMINISTRATIVO, NOS TERMOS DO INCISO I DO ARTIGO 16 DOS ESTATUTOS APROVADOS PELO DECRETO No DE 23 DE MAIO DE 1962, FIXA AS SEGUINTES NORMAS PARA EFEITO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS: 13- APLICAÇÃO 13.1 Estão sujeitos à Prestação de Contas todos os auxílios e as reservas técnicas concedidos pela FAPESP, na totalidade dos recursos financeiros efetivamente liberados pelo Setor de Finanças e Setor de Importação No caso de impugnação de documentos ou pedidos de esclarecimentos, o Outorgado deverá cumprir a exigência no prazo determinado Na ausência da documentação comprobatória definida neste Manual, deverá ser restituída à FAPESP a importância equivalente ESTRUTURA DA PRESTAÇÃO DE CONTAS 14.1 O Outorgado está, normalmente, obrigado a apresentar as Prestações de Contas de Auxílio, Benefícios Complementares, Outras Verbas, Reserva Técnica (Pesquisador) e Reserva Técnica (Pesquisador e Chefe de Departamento) em formulários específicos, assinados pelo Outorgado, sendo que, da parcela de responsabilidade conjunta do Pesquisador e do Chefe do Departamento ou equivalente hierárquico, deve também, ser assinada pelo Chefe do Departamento Demonstrativos de Apropriação de Custo de Material Importado (ver item Importação) OS DOCUMENTOS QUE COMPÕEM A PRESTAÇÃO DE CONTAS 15.1 Formulário de Encaminhamento da Prestação de Contas (Anexo 1), endereçado à Diretoria Administrativa da FAPESP; balancete (Anexo 2); relação de documentos comprobatórios de despesas (Anexo 3), que inclui a Declaração de Recebimento de Materiais e Serviços disponível para "download" no endereço cotações de preços efetuadas; consulta aos cadastros fiscais públicos (Sintegra e Receita Federal) e documentos de despesas Saldo remanescente em conta corrente deverá ser devolvido no momento da Prestação de Contas, através de cheque nominal à FAPESP DETALHES DA APRESENTAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO 16.1 A documentação deve ser enviada em uma única via, SEMPRE a 1º via original Todo documento deve ser SEMPRE emitido em nome do Outorgado, seguido de Processo FAPESP nº / -_, ou, caso o fornecedor esteja impossibilitado de emitir notas fiscais em nome de pessoa física, utilizar o nome da instituição de vínculo do Outorgado no projeto - NUNCA em nome da FAPESP Se tiver tamanho pequeno (ex.: recibo de pedágio, cupom fiscal, bilhete de passagem rodoviária), deve ser colado em uma folha de papel tamanho A4, na posição retrato, respeitando as possíveis anotações no verso do mesmo, e mantendo margem para furação. Cada folha de papel poderá conter mais de um documento, desde que não sejam superpostos Classificar os documentos por elemento de despesa (material permanente, de consumo, serviços de terceiros, despesas de transporte e diárias) e, posteriormente, colocados em ordem cronológica. Cada 13 Versão: Julho/2010

14 página deverá ser numerada, sendo esta numeração a identificação a ser registrada no Anexo 3 Relação dos Documentos Comprobatórios de Despesas Não serão aceitos notas fiscais e/ou recibos que apresentem alterações, emendas ou rasuras que prejudiquem a clareza, sem a devida carta de correção emitida pelo fornecedor Em todo documento de despesa deverá constar, obrigatoriamente, a discriminação completa da despesa, quantidades e valores O Outorgado deve manter, para seu controle, cópia dos documentos apresentados para Prestação de Contas. A FAPESP não fornecerá cópia dos mesmos No caso de cupons fiscais, recibos de pedágios, bilhetes de passagem, emitidos em papel termosensível, providenciar fotocópia do documento e encaminhar anexo ao original na prestação de contas COMPROVAÇÃO DE DESPESAS 17.1 no Brasil: a) são aceitos: Nota Fiscal, Cupom Fiscal, Nota Fiscal Eletrônica junto com o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) que acompanha o produto ou Nota Fiscal Fatura, acompanhada da duplicata quitada/recibo/declaração ou comprovante de pagamento eletrônico que identifique a nota fiscal. b) nota fiscal com faturamento antecipado deverá ser acompanhada da correspondente nota fiscal de simples remessa, comprovando a entrega do material. Nota fiscal de simples remessa, apresentada isoladamente, não possui valor para prestação de contas no Exterior: aquisição com Cartão de Crédito: a) fotocópia do extrato do cartão de crédito; b) "commercial invoice" original, quitada pelo fabricante/exportador; c) comprovante original de outras despesas, emitido pela companhia responsável pelo transporte internacional ou pela Receita Federal; d) informação do responsável pelo projeto, mencionando o nome da pessoa que trouxe a mercadoria (somente para embarque como bagagem acompanhada) aquisição via Setor de Importação A Prestação de Contas referente aos materiais importados deve ser apresentada de acordo com as instruções contidas nos Anexos 10 e 11 Instruções para Prestação de Contas de Importação, providenciada pelo próprio Setor de Importação MATERIAL PERMANENTE 18.1 Considera-se Material Permanente: máquinas, equipamentos, veículos, livros, móveis, construções, reformas ou instalações Notas fiscais de itens de material permanente deverão conter, exclusivamente, itens dessa natureza, demonstrando as principais características do bem adquirido, como marca, modelo, tipo, série, editora, autor, título da obra e outros As despesas com estes materiais poderão ser comprovadas da seguinte forma: a) nacional: instruções ver item 17.1; b) importado pelo Outorgado: instruções ver item ; c) importado pelo Setor de Importação (importação direta): instruções ver anexos 10 e Quando se tratar de fabricação ou montagem de equipamento ou mobiliário, além das notas fiscais de material e de mão-de-obra, apresentar também descrição do produto final, exemplo: a) estante de madeira medindo 1,40m x 1,00m x 0,40m, revestida em fórmica, com 4 portas, 8 prateleiras internas ajustáveis; b) "up grade" de equipamentos de informática de 486 para Pentiun II: processador x, placa mãe y, HD 6Gb. 14 Versão: Julho/2010

15 18.5 Quando se tratar de obras, instalações ou reformas: apresentar as notas fiscais e recibos (se pessoa física), contratos com as construtoras, relação de documentos comprobatórios de despesas (Anexo 3 com identificação da obra, para cada obra) e preencher o formulário do Anexo 4 - Adendo de Obra, exemplo: a) construção de bancada de 3,00 x 0,75 x 0,70m, em alvenaria, com tampo de granito, pia metálica, etc; b) rede de informática com 40 pontos, 200m de fibra ótica, X racks, Y roteadores, Z hubs No caso de constatação de dano irreparável em equipamentos adquiridos para o desenvolvimento do projeto de pesquisa, o Outorgado deverá comunicar imediatamente à FAPESP que poderá, após avaliação pelas áreas competentes, autorizar seu desmembramento, descarte ou baixa, ou determinar demais providências que entender cabíveis MATERIAL DE CONSUMO 19.1 Considera-se Material de Consumo os itens de pouca durabilidade ou de consumo rápido, e de uso exclusivo no projeto de pesquisa, exemplos: reagentes, vidraria, plásticos, etc A aquisição de material de escritório, assim como de insumos computacionais (tais como toner, cartuchos de tinta, papel, etc.), só pode ser efetuada com recursos da Reserva Técnica As despesas com materiais de consumo poderão ser comprovadas da seguinte forma: a) nacional: Instruções ver item 17.1; b) importado pelo Outorgado: Instruções ver item ; c) Importado pelo Setor de Importação (importação direta): instruções ver anexos 10 e DIÁRIAS 20.1 Despesas de diárias poderão ser assim comprovadas: a) diárias para Terceiros: Notas fiscais (hospedagem e alimentação) ou recibos de diárias conforme modelo do Anexo 5; b) diárias para o Outorgado: Notas fiscais (hospedagem e alimentação) ou apresentar recibo de diárias para o Outorgado conforme modelo do Anexo 6, acompanhado de documento que comprove a realização da viagem no período citado (exemplos: comprovante de afastamento da instituição, declaração do Chefe do Departamento; comprovante de passagem); c) atentar sempre para o valor limite da tabela FAPESP vigente no período da despesa (ver Valores superiores serão desconsiderados e correrão por conta do Outorgado; d) as despesas com transporte urbano (táxis, ônibus, metrô) e alimentação são consideradas como parte das diárias Não serão aceitos: a) pagamentos de diárias a Pesquisadores que residam no município onde se realiza o evento, ficando autorizado, apenas, o pagamento de refeição dentro do limite constante na Tabela de Diárias da FAPESP vigente no período da despesa (ver b) gastos com refeições e outras despesas com convidados pessoais, não autorizados pelo Termo de Outorga e Aceitação de Auxílio, bebidas alcoólicas, gastos pessoais, tais como cigarros, charutos, pastas dentifrícias, vestuário, objetos de uso pessoal, etc.; c) pagamento de gorjetas, a menos que estejam incluídas em notas fiscais e que não ultrapassem o limite de 10% do valor total da despesa DESPESAS DE TRANSPORTE Passagens Aéreas Pagamento: a) adquirida pelo Outorgado: recibo expedido pela cia. aérea ou agência de viagem; b) adquirida pelo visitante: recibo de reembolso conforme modelo do anexo 7; c) pacote turístico: recibo de compra discriminando o valor de cada item (hospedagem, transporte, translados, taxas) Utilização: 15 Versão: Julho/2010

16 a) e-ticket (bilhete eletrônico): cartões de embarque originais ou cópia, com percurso completo; b) bilhete físico: canhoto original da passagem aérea utilizada ou cópia, com percurso completo; c) pacote turístico: cartões de embarque originais ou cópia, com percurso completo A FAPESP não aceitará o pagamento de passagem aérea emitida em classe executiva ou primeira classe, sendo aceita somente a emissão em classe econômica e, sempre que possível, em tarifa promocional Transporte Terrestre a) em veículo particular ou da instituição: apresentar as notas fiscais de combustível totalmente preenchidas pela mesma pessoa do estabelecimento emitente, em nome do Outorgado, indicando a placa do veículo utilizado, bem como os comprovantes de pedágio; b) ônibus com passagem individual: apresentar o canhoto da passagem rodoviária intermunicipal ou interestadual; c) ônibus fretado (transporte de grupo): apresentar a Nota Fiscal original da empresa locatária, em nome do Outorgado. Se o aluguel for feito por terceiro, deverá apresentar cópia da Nota Fiscal e recibo original do valor pago por cada passageiro financiado pela FAPESP; d) ônibus urbano: apresentar roteiro do percurso (conforme exemplo do Anexo 8 Roteiro de Transporte Urbano Ônibus / Metrô), valor unitário e quantidade utilizada, e a assinatura do Outorgado e do usuário; e) táxi: pode ser comprovada através de recibo emitido pelo taxista, mas será considerada somente quando tal despesa for concedida no Termo de Outorga e se o beneficiário não recebeu diárias, caso contrário, faz parte do montante concedido a título de diárias, até o limite da Tabela FAPESP (ver SERVIÇOS DE TERCEIROS 22.1 São serviços prestados, tais como: consertos, gráfica, cópias. Consideram-se serviços também os SOFTWARES adquiridos O Outorgado deverá utilizar-se de firmas estabelecidas, das quais exigirá nota fiscal, sendo que, somente nos casos de serviços artesanais ou braçais o Outorgado poderá contratar pessoa física, da qual exigirá recibo Despesas com estes serviços poderão ser comprovadas da seguinte forma: a) se contratados de empresas: instruções ver item 17.1; b) se contratados de pessoa física (que não tenha vínculo empregatício): RPA- Recibo de Pagamento a Autônomo ou recibo de serviços conforme modelo do Anexo 9, não devendo ser utilizados papéis timbrados ou outros impressos da entidade do Outorgado; c) serviços executados no exterior pagos pelo Outorgado: instruções ver item ; d) serviços executados no exterior pagos pelo Setor de Importação (importação direta): Instruções ver anexos 10 e 11; e) se a empresa for isenta de emissão de notas fiscais, remeter recibo em papel timbrado da empresa e cópia do estatuto de constituição e da legislação de isenção, para análise Não serão aceitos: a) pagamento de serviços de nenhuma natureza a bolsistas durante o período de vigência da bolsa; b) pagamento de despesa com datilografia de relatórios, demonstrações contábeis e outras que caracterizem serviços administrativos, a não ser nos casos especiais autorizados no Termo de Outorga TAXA DE INSCRIÇÃO Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive a assinatura do recebedor. 23 BOLSAS Para comprovação do pagamento de bolsas concedidas em Auxílios à Pesquisa conforme Termo de Outorga, apresentar recibo conforme modelo anexo 12, identificando o tipo de bolsa, nível e período correspondente. 16 Versão: Julho/2010

17 24 ANEXOS / MODELOS Todos os Formulários/Recibos necessários para a Prestação de Contas estão disponíveis no formato (.doc) para download no endereço Na seqüência, os modelos de todos os anexos. 17 Versão: Julho/2010

18 ANEXO 1 MODELO DE FORMULÁRIO PARA ENCAMINHAMENTO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS PARA OBTER ESTE FORMULÁRIO ACESSE ANEXO 2 BALANCETE DE PRESTAÇÃO DE CONTAS Formulário disponível somente para preenchimento on-line no site no menu "Apoio ao Usuário" - "Pesquisadores" Processo nº : Outorgado: Data: / / Objeto: Entrega de Prestação de Contas Do Auxílio Da Reserva Técnica: Pesquisador Departamento De Benefícios Complementares De Outras Verbas De Importação: Total Parcial Resposta ao Memorando da Auditoria No. Atendimento à solicitação de Termo de Doação assinado. Solicitação de Reembolso Outros: ANEXO 3 RELAÇÃO DE DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE DESPESAS Formulário disponível somente para preenchimento on-line no sítio: no menu "Apoio ao Usuário" - "Pesquisadores" Documentos Entregues: Balancete Relação dos gastos por elemento de despesa Documentos Comprobatórios de Despesas: Se de tamanho pequeno, colados em folha A4, sem sobreposição e respeitando as anotações no verso e a margem para furação. Agrupados por Elemento de Despesa e em ordem cronológica. Com as folhas numeradas em seqüência. Devolução de Saldo Remanescente: Não Sim: De Auxílio De Reserva Técnica CHEQUE: Valor: R$ Banco: Agência: Conta Corrente: CHEQUE: Valor: R$ Banco: Agência: Conta Corrente: Outros: Assinatura do Outorgado 17 Versão: Julho/2010

19 ANEXO 4 MODELO DE ADENDO DE OBRA PARA OBTER ESTE FORMULÁRIO ACESSE Descrever a obra realizada, indicando, conforme o caso, a metragem (linear, quadrada ou cúbica) ou a quantidade Nome da Obra (galpão, departamento, biblioteca, etc.)= - Ampliação em m2 = - Reforma em m2 = - Broca = - Coluna = - Viga = - Alvenaria = - Divisória = - Piso = - Reboco/emboco = - Laje de piso = - Laje de forro = - Telhado = - Calçada = - Porta = - Janela = - Bancada = - Hidráulica = - Pintura = Elétrica - Poste = - Quadro = - Fio = - Cabo = - Tomada = Adequação de rede local: - pontos instalados = - hubs = - cabos de fibra ótica = - placas de rede = - no-breaks = Sistema de ar condicionado: - Dutos (metragens e material empregado) = Outras informações a critério do outorgado: ANEXO 5 MODELO DE RECIBO PARA PAGAMENTO A PESQUISADORES VISITANTES E A TERCEIROS, POR RECEBIMENTO DE DIÁRIAS PARA OBTER ESTE RECIBO ACESSE Recibo: R$ Recebi de (nome do titular do auxílio) a importância de R$ ( valor por extenso, referente à minha manutenção (diárias), compreendida entre o período de / / até / /, para o desenvolvimento do projeto de pesquisa relativo ao processo FAPESP nº. local e data nome legível assinatura nº documento de Identidade endereço rua / nº Bairro cidade ROTEIRO DE VIAGENS PARA COMPROVAÇÃO DE DIÁRIAS SAÍDA CHEGADA Data Hora Localidades Data Hora Localidades 28/10 19:00h São Paulo (sede) 28/10 23:00h Rib. Preto 28/11 20:00h Rib. Preto 28/11 24:00h São Paulo(sede) local e data nome assinatura Nota: A importância deverá ser paga de acordo com o tempo de permanência do pesquisador visitante, até o limite estabelecido no Termo de Outorga. 19 Versão: Julho/2010

20 ANEXO 6 MODELO RECIBO DE DIÁRIAS/MANUTENÇÃO PARA O OUTORGADO PARA OBTER ESTE ROTEIRO ACESSE ANEXO 7 MODELO DE RECIBO DE REEMBOLSO DE RECURSOS AO VISITANTE REFERENTES À AQUISIÇÃO DE PASSAGEM AÉREA Recibo: R$ PARA OBTER ESTE RECIBO ACESSE Recebi da FAPESP, a importância de R$ ( valor por extenso ), referente a minha manutenção (diárias), compreendida entre o período de / / até / /, para o desenvolvimento do projeto de pesquisa relativo ao processo FAPESP nº / - Local e data: Nome Completo: RECIBO: R$ Recebi de nome do outorgado do auxílio, a importância de R$ ( valor por extenso ) pagos com recursos FAPESP, referente ao reembolso de minha passagem aérea utilizada no trecho / percurso utilizado / com a finalidade de. Assinatura RG nº : End.: Bairro: Cidade: local e data nome legível assinatura OBS.: Na ausência de passagem que comprove a realização da viagem no período citado acima, apresentar declaração do chefe do departamento ou declaração da instituição visitada, mencionando o local da pesquisa ou local do evento. passaporte documento de identidade 20 Versão: Julho/2010

Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor.

Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor. Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor. acompanhado dos cartões de embarque originais utilizados; f) A FAPERJ não aceitará o pagamento

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS, REMANEJAMENTOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS MANUAL

INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS, REMANEJAMENTOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS MANUAL INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS, REMANEJAMENTOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS MANUAL ESTE MANUAL DEVE SER CONSULTADO ANTES DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS CONCEDIDOS PELA Setembro/99 revisado Julho/06 1 Sumário

Leia mais

Reserva Técnica FAPESP. Consolidação de Normas proposta pela DC ao CTA. 27 de Agosto de 2008

Reserva Técnica FAPESP. Consolidação de Normas proposta pela DC ao CTA. 27 de Agosto de 2008 1 Reserva Técnica FAPESP Consolidação de Normas proposta pela DC ao CTA 27 de Agosto de 2008 Aprovadas pelo CTA em 06/08/2008 - Última atualização: 07/05/2010 Reserva Técnica para Auxílios e Bolsas...

Leia mais

Escritório de Apoio Institucional ao Pesquisador. Treinamento. Gerência de Apoio, Informação e Comunicação - GAIC

Escritório de Apoio Institucional ao Pesquisador. Treinamento. Gerência de Apoio, Informação e Comunicação - GAIC Escritório de Apoio Institucional ao Pesquisador Treinamento Gerência de Apoio, Informação e Comunicação - GAIC Sumário Apresentação... 4 Definição da célula... 4 Modalidades que compõe a célula... 5 Passagem

Leia mais

Reserva Técnica FAPESP. Consolidação de Normas proposta pela DC ao CTA. 27 de Agosto de 2008

Reserva Técnica FAPESP. Consolidação de Normas proposta pela DC ao CTA. 27 de Agosto de 2008 1 Reserva Técnica FAPESP Consolidação de Normas proposta pela DC ao CTA 27 de Agosto de 2008 Aprovadas pelo CTA em 06/08/2008 - Última atualização: 07/05/2010 Reserva Técnica para Auxílios e Bolsas...

Leia mais

1. Acesso ao Agilis...2. 2. Elaborar Prestação de contas...4. 3. Inclusão do Material Permanente...6. 4. Inclusão do Material de Consumo...

1. Acesso ao Agilis...2. 2. Elaborar Prestação de contas...4. 3. Inclusão do Material Permanente...6. 4. Inclusão do Material de Consumo... TUTORIAL PRESTAÇÃO DE CONTAS SUMARIO 1. Acesso ao Agilis...2 2. Elaborar Prestação de contas...4 3. Inclusão do Material Permanente...6 4. Inclusão do Material de Consumo...8 5. Inclusão de Serviços de

Leia mais

FORMATO RELATÓRIOS DEMONSTRATIVOS

FORMATO RELATÓRIOS DEMONSTRATIVOS INSTRUÇÕES PARA A EXECUÇÃO FINANCEIRA/PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS TRANSFERIDOS PELO MINISTÉRIO/ORGANISMOS INTERNACIONAL REFERENTE AOS CONTRATOS DE FINANCIAMENTO DE ATIVIDADES FORMATO RELATÓRIOS DEMONSTRATIVOS

Leia mais

CONSELHO CIENTÍFICO-ADMINISTRATIVO DA FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO CCAF RESOLUÇÃO Nº 123, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014.

CONSELHO CIENTÍFICO-ADMINISTRATIVO DA FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO CCAF RESOLUÇÃO Nº 123, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014. CONSELHO CIENTÍFICO-ADMINISTRATIVO DA FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO CCAF RESOLUÇÃO Nº 123, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014. Aprova o Manual de utilização de Recursos Financeiros

Leia mais

Reserva Técnica FAPESP. Consolidação de Normas proposta pela DC ao CTA. 27 de Agosto de 2008

Reserva Técnica FAPESP. Consolidação de Normas proposta pela DC ao CTA. 27 de Agosto de 2008 1 Reserva Técnica FAPESP Consolidação de Normas proposta pela DC ao CTA 27 de Agosto de 2008 Aprovadas pelo CTA em 06/08/2008 - Última atualização: 07/05/2010 Reserva Técnica para Auxílios e Bolsas...

Leia mais

Instruções para prestação de contas de auxílio

Instruções para prestação de contas de auxílio Instruções para prestação de contas de auxílio Modalidade: Jovem Cientista do Nosso Estado JCNE 1 DÚVIDAS: Auditoria Interna da FAPERJ: Rua Erasmo Braga, 118-6º andar Centro - Rio de Janeiro Tels: 2333-1948/1957/1976/1992

Leia mais

Orientações Básicas. FAPERGS Edital 16/2013 TECNOVA/RS

Orientações Básicas. FAPERGS Edital 16/2013 TECNOVA/RS 1 FAPERGS Edital 16/2013 Orientações Básicas Execução Financeira dos Recursos de Subvenção Econômica FAPERGS Edital 16/2013 TECNOVA/RS 2 1. Regras Básicas Vedado alteração do objeto do Termo de Subvenção

Leia mais

Instruções para prestação de contas de auxílio

Instruções para prestação de contas de auxílio Instruções para prestação de contas de auxílio Modalidade: Auxílio à Projetos de Inovação Tecnológica - ADT 1 Auxílio para a Inserção de Novas Tecnologias no Mercado - ADT 2 Pessoa Jurídica 1 DÚVIDAS:

Leia mais

Governo do Rio Grande do Norte Fundação de Apoio à Pesquisa do RN MANUAL DE APLICAÇÃO DE RECURSOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS

Governo do Rio Grande do Norte Fundação de Apoio à Pesquisa do RN MANUAL DE APLICAÇÃO DE RECURSOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS Governo do Rio Grande do Norte Fundação de Apoio à Pesquisa do RN MANUAL DE APLICAÇÃO DE RECURSOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS NATAL RN Julho/2008 1. Introdução: 1.1. Recomendamos a leitura deste MANUAL antes

Leia mais

Orientações sobre Adiantamento de Despesas de Pequeno Valor (Versão n.º 03, de 16/09//2013)

Orientações sobre Adiantamento de Despesas de Pequeno Valor (Versão n.º 03, de 16/09//2013) 1. Conceito Orientações sobre Adiantamento de Despesas de Pequeno Valor (Versão n.º 03, de 16/09//2013) 1.1 Adiantamento consiste na entrega de numerário a servidor, sempre precedida de empenho gravado

Leia mais

CAPES COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Anexo I Portaria nº 028, de 27 de janeiro de 2010. Anexo I

CAPES COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Anexo I Portaria nº 028, de 27 de janeiro de 2010. Anexo I Anexo I REGULAMENTO DA CONCESSÃO DO AUXÍLIO FINANCEIRO A PROJETO EDUCACIONAL E DE PESQUISA - AUXPE 1. Da Concessão e Aceitação 1.1 A solicitação e concessão de recursos financeiros dar-se-á mediante celebração

Leia mais

ROTEIRO PARA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS CAPES-PROAP CONVÊNIO Nº 80.3875/2014 e-convênios nº 35183

ROTEIRO PARA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS CAPES-PROAP CONVÊNIO Nº 80.3875/2014 e-convênios nº 35183 ROTEIRO PARA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS CAPES-PROAP CONVÊNIO Nº 80.3875/2014 e-convênios nº 35183 1) Da legislação aplicável - Portaria CAPES nº 156 de 28 de Novembro de 2014 a. Decreto nº 7.692 de 02 de Março

Leia mais

AUXÍLIO FINANCEIRO A PESQUISADOR PERGUNTAS FREQUENTES

AUXÍLIO FINANCEIRO A PESQUISADOR PERGUNTAS FREQUENTES Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Setor Bancário Norte, Quadra 2, Bloco L, Lote 6. CEP: 70.040-020 Brasília/DF Brasil AUXÍLIO FINANCEIRO A PESQUISADOR PERGUNTAS

Leia mais

CARTILHA DE GESTÃO DE PROJETOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS

CARTILHA DE GESTÃO DE PROJETOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS CARTILHA DE GESTÃO DE PROJETOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS SUBVENÇÃO ECONÔMICA PARA DESENVOLVIMENTO DE PROCESSOS, BENS E SERVIÇOS INOVADORES, NOS TERMOS DO DECRETO Nº 2.372 DE 09 DE JUNHO DE 2009 (Versão de

Leia mais

Esta lista de perguntas esclarece aspectos do funcionamento da Fapergs, os quais são objeto de dúvida frequente por parte dos usuários:

Esta lista de perguntas esclarece aspectos do funcionamento da Fapergs, os quais são objeto de dúvida frequente por parte dos usuários: Esta lista de perguntas esclarece aspectos do funcionamento da Fapergs, os quais são objeto de dúvida frequente por parte dos usuários: A) Dúvidas relacionadas ao SigFapergs (páginas 1 e 2) B) Dúvidas

Leia mais

NORMAS PARA SOLICITAÇÃO, USO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS DO FUNDECITRUS

NORMAS PARA SOLICITAÇÃO, USO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS DO FUNDECITRUS 1 NORMAS PARA SOLICITAÇÃO, USO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS DO FUNDECITRUS Todas as normas devem ser lidas atentamente antes da submissão da proposta de pesquisa, bem como antes da realização

Leia mais

Art. 7 - A concessão de adiantamento se dará mediante requisição que indicará:

Art. 7 - A concessão de adiantamento se dará mediante requisição que indicará: INSTRUÇÃO NORMARTIVA N 004, de 29 de junho de 2007. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO / CONTROLE INTERNO Disciplina a execução e a montagem de processos de

Leia mais

ANEXO IV ORIENTAÇÕES E FORMULÁRIOS PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS

ANEXO IV ORIENTAÇÕES E FORMULÁRIOS PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS ANEXO IV ORIENTAÇÕES E FORMULÁRIOS PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS Em conformidade às competências do CAU/BR previstas na Lei nº 12.378/2010 e em seu Regimento Geral, são apoiados projetos que contribuem para

Leia mais

RESOLUÇÃO SMC Nº 291 DE 26 DE MAIO DE 2014. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE CULTURA, no uso de suas atribuições legais,

RESOLUÇÃO SMC Nº 291 DE 26 DE MAIO DE 2014. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE CULTURA, no uso de suas atribuições legais, RESOLUÇÃO SMC Nº 291 DE 26 DE MAIO DE 2014. Institui as normas para prestação de contas de recursos concedidos pela SMC no Programa de Fomento à Cultura Carioca. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE CULTURA, no uso

Leia mais

2º WORKSHOP EAIP. Primeira fase a partir de 01/06/2014 e segunda fase a partir de 30/08/2014. Todos os auxílios à pesquisa vigentes

2º WORKSHOP EAIP. Primeira fase a partir de 01/06/2014 e segunda fase a partir de 30/08/2014. Todos os auxílios à pesquisa vigentes Primeira fase a partir de 01/06/2014 e segunda fase a partir de 30/08/2014 Todos os auxílios à pesquisa vigentes Termos de outorga alterados quando gerado aditivo Exceto para alguns Convênios por exigência

Leia mais

d) participação em competições esportivas, incluídos gastos com treinamento;

d) participação em competições esportivas, incluídos gastos com treinamento; CAPÍTULO : 10 - Viagens Internacionais, Cartões de Uso Internacional e Transferências Postais SEÇÃO : 1 - Viagens Internacionais 1. Esta seção trata das compras e das vendas de moeda estrangeira, inclusive

Leia mais

AUXPPG MANUAL DO OUTORGADO

AUXPPG MANUAL DO OUTORGADO 3 1 Condições necessárias para a celebração do Termo de Outorga (TO) 1.1 O Programa Interno de Auxilio Financeiro aos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu (AUXPPG) da Universidade do Estado da Bahia

Leia mais

PROJETOS DE PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA NORMAS E PROCEDIMENTOS GERAIS UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS http://www.fapemig.br/files/manual.

PROJETOS DE PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA NORMAS E PROCEDIMENTOS GERAIS UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS http://www.fapemig.br/files/manual. PROJETOS DE PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA NORMAS E PROCEDIMENTOS GERAIS UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS http://www.fapemig.br/files/manual.pdf INFORMAÇÕES GERAIS Duração do projeto O prazo de vigência do projeto

Leia mais

1 - AQUISIÇÃO DO CARTÃO BB PESQUISA

1 - AQUISIÇÃO DO CARTÃO BB PESQUISA 1 - AQUISIÇÃO DO CARTÃO BB PESQUISA 1º PASSO: Recebimento do e-mail de aprovação do projeto. 2º PASSO: Preenchimento e assinatura do Termo de Aceitação de Apoio Financeiro e do Cadastro de Portador, que

Leia mais

MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 1 Diretoria Administrativo-Financeira Gerência de Prestação de Contas MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS Aprovado conforme Resolução N. 022/2006, de 26 de maio de 2006, do Conselho

Leia mais

ATO DO PRIMEIRO-SECRETÁRIO Nº 5, DE 2014.

ATO DO PRIMEIRO-SECRETÁRIO Nº 5, DE 2014. ATO DO PRIMEIRO-SECRETÁRIO Nº 5, DE 2014. Estabelece instruções complementares sobre procedimentos a serem observados para a administração, controle e ressarcimento das despesas realizadas à conta da Cota

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO CREA-SP

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO ESTADO DE SÃO PAULO CREA-SP Instrução nº 2552 Dispõe sobre o ressarcimento de diárias e transporte aos Senhores Funcionários, quando em viagem a serviço, reuniões, eventos e treinamentos dentro e fora do Estado, formalmente convocados

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS: AUXÍLIO FINANCEIRO A PROJETO EDUCACIONAL E DE PESQUISA. Perguntas Frequentes

PRESTAÇÃO DE CONTAS: AUXÍLIO FINANCEIRO A PROJETO EDUCACIONAL E DE PESQUISA. Perguntas Frequentes Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Setor Bancário Norte, Quadra 2, Bloco L, Lote 06 CEP 70040-020 - Brasília, DF PRESTAÇÃO DE CONTAS: AUXÍLIO FINANCEIRO

Leia mais

Programa de Educação Tutorial - PET MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE O CUSTEIO PET

Programa de Educação Tutorial - PET MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE O CUSTEIO PET MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE O CUSTEIO PET LEGISLAÇÃO Lei nº11.180/2005 O professor tutor, de acordo com o 1º do art. 12 da Lei n o 11.180/2005, receberá semestralmente um montante de recursos equivalente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO DEPARTAMENTO DE SERVIÇOS GERAIS - DSG

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO DEPARTAMENTO DE SERVIÇOS GERAIS - DSG Of. n 1216/2008 Dicomp/DSG Belo Horizonte, 01 de outubro de 2008 Aos Dirigentes das Unidades Acadêmicas e Órgãos Administrativos UFMG Assunto: Procedimentos para importação - detalhamento Senhor Dirigente.

Leia mais

ADIANTAMENTO E REEMBOLSO DE DESPESAS

ADIANTAMENTO E REEMBOLSO DE DESPESAS ADIANTAMENTO E REEMBOLSO DE DESPESAS NÚMERO CIR.FIN.MAT.0001 Elaborada em: 08/08/2011 Atualizada em: - Quant. Páginas DEPARTAMENTO DE ORIGEM Departamento Finanças 5 1 Objetivo Este documento tem como objetivo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº010/UNIR/PROPLAN/2014 DE 02 DE JUNHO DE 2014.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº010/UNIR/PROPLAN/2014 DE 02 DE JUNHO DE 2014. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº010/UNIR/PROPLAN/2014 DE 02 DE JUNHO DE 2014. Regulamenta o processo de solicitação, autorização, concessão e prestação de contas de diárias e passagens no âmbito da Fundação Universidade

Leia mais

Versão Vigente a partir de Área gestora Primeira versão 1 1/12/2014 Administrativa 1/12/2014

Versão Vigente a partir de Área gestora Primeira versão 1 1/12/2014 Administrativa 1/12/2014 IDENTIFICAÇÃO Versão Vigente a partir de Área gestora Primeira versão 1 1/12/2014 Administrativa 1/12/2014 Data de efetivação do manual: / / Data da próxima revisão: / / Frequência de revisão: Anual REGISTRO

Leia mais

Edital PROPP 02/2015. Auxílio Financeiro a Pesquisador da UFOP Custeio

Edital PROPP 02/2015. Auxílio Financeiro a Pesquisador da UFOP Custeio Edital PROPP 02/2015 Auxílio Financeiro a Pesquisador da UFOP Custeio 1. Apresentação 1.1. De acordo com a Resolução CEPE 5.705 de 2014, o Auxílio Financeiro a Pesquisador destina-se ao financiamento de

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS CONVÊNIO COM A SME

PRESTAÇÃO DE CONTAS CONVÊNIO COM A SME PRESTAÇÃO DE CONTAS CONVÊNIO COM A SME Entidades beneficiadas: As unidades educacionais das entidades conveniadas ao Sistema Municipal de Ensino de Campinas. Órgão responsável: Coordenadoria Setorial de

Leia mais

AUXÍLIO FINANCEIRO A PESQUISADOR PERGUNTAS FREQUENTES

AUXÍLIO FINANCEIRO A PESQUISADOR PERGUNTAS FREQUENTES Ministério da Educação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Setor Bancário Norte, Quadra 2, Bloco L, Lote 6. CEP: 70.040-020 Brasília/DF Brasil AUXÍLIO FINANCEIRO A PESQUISADOR PERGUNTAS

Leia mais

NORMAS PARA SOLICITAÇÃO, AUTORIZAÇÃO, CONCESSÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE TRANSPORTE, PASSAGENS, HOSPEDAGEM E ADIANTAMENTO AOS CONSELHEIROS DE SAÚDE

NORMAS PARA SOLICITAÇÃO, AUTORIZAÇÃO, CONCESSÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE TRANSPORTE, PASSAGENS, HOSPEDAGEM E ADIANTAMENTO AOS CONSELHEIROS DE SAÚDE RESOLUÇÃO Nº 058/2012 NORMAS PARA SOLICITAÇÃO, AUTORIZAÇÃO, CONCESSÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE TRANSPORTE, PASSAGENS, HOSPEDAGEM E ADIANTAMENTO AOS CONSELHEIROS DE SAÚDE O Conselho Municipal de Saúde,

Leia mais

TARIFAS BANCÁRIAS. Para abrir uma conta, os bancos exigem um depósito inicial, que varia conforme a instituição.

TARIFAS BANCÁRIAS. Para abrir uma conta, os bancos exigem um depósito inicial, que varia conforme a instituição. TARIFAS BANCÁRIAS A utilização de bancos é praticamente indispensável aos cidadãos. Contas e impostos, salários e seguros-desemprego são exemplos de transferência de dinheiro normalmente intermediada por

Leia mais

UNIDADE PRESTAÇÃO DE CONTAS

UNIDADE PRESTAÇÃO DE CONTAS UNIDADE PRESTAÇÃO DE CONTAS Fluxo do Processo de Prestação de Contas Workshop de Alinhamento Estratégico São Paulo Maio 2010 PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS PRESTAÇÃO DE CONTAS TÉCNICA FINANCEIRA Unidade

Leia mais

EDITAL 001/2015 DPI - RG IFRS PROGRAMA DE APOIO À APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS EM EVENTOS CIENTÍFICOS NO ÂMBITO DA PESQUISA E INOVAÇÃO 1ª CHAMADA

EDITAL 001/2015 DPI - RG IFRS PROGRAMA DE APOIO À APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS EM EVENTOS CIENTÍFICOS NO ÂMBITO DA PESQUISA E INOVAÇÃO 1ª CHAMADA EDITAL 001/2015 DPI - RG IFRS PROGRAMA DE APOIO À APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS EM EVENTOS CIENTÍFICOS NO ÂMBITO DA PESQUISA E INOVAÇÃO 1ª CHAMADA O Diretor Geral do Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

PROJETO NOVA ASEEL INSTRUÇÃO NORMATIVA 001 DE FINANÇAS E CONTABILIDADE REVISÃO 005 JUNHO 2008 APROVADA NA ATA DE REUNIÃO 352/2008

PROJETO NOVA ASEEL INSTRUÇÃO NORMATIVA 001 DE FINANÇAS E CONTABILIDADE REVISÃO 005 JUNHO 2008 APROVADA NA ATA DE REUNIÃO 352/2008 PROJETO NOVA ASEEL INSTRUÇÃO NORMATIVA 001 DE FINANÇAS E CONTABILIDADE REVISÃO 005 JUNHO 2008 APROVADA NA ATA DE REUNIÃO 352/2008 1/6 ÍNDICE 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 2. OBJETIVOS 3. ABRANGÊNCIA E VIGÊNCIA

Leia mais

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 CONCESSÃO DO AUXÍLIO... 4 3 COMPROMISSOS E RESPONSABILIDADES DO OUTORGADO... 4 4 ATOS VEDADOS AO OUTORGADO...

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 CONCESSÃO DO AUXÍLIO... 4 3 COMPROMISSOS E RESPONSABILIDADES DO OUTORGADO... 4 4 ATOS VEDADOS AO OUTORGADO... 1 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 CONCESSÃO DO AUXÍLIO... 4 3 COMPROMISSOS E RESPONSABILIDADES DO OUTORGADO... 4 4 ATOS VEDADOS AO OUTORGADO... 5 5 EXECUÇÃO FINANCEIRA... 6 6 PRESTAÇÃO DE CONTAS... 7 7 PRAZOS

Leia mais

Manual de Procedimentos

Manual de Procedimentos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Manual de Procedimentos 1º TREINAMENTO DO ESCRITÓRIO REGIONAL DE APOIO À PESQUISA Faculdade de Ciências Farmacêuticas Setembro 2012 Faculdade de Ciências Farmacêuticas 1

Leia mais

EDITAL 02/2015 EDITAL DE CONCESSÃO DO AUXÍLIO EVENTOS

EDITAL 02/2015 EDITAL DE CONCESSÃO DO AUXÍLIO EVENTOS EDITAL 02/2015 EDITAL DE CONCESSÃO DO AUXÍLIO EVENTOS A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), por meio da Pró-Reitoria de Sustentabilidade e Integração Social (PROSIS) torna público o presente EDITAL

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 605/2015

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 605/2015 MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 605/2015 Referência : Correio eletrônico, de 12/3/2015. Protocolo AUDIN-MPU nº 932/2015. Assunto

Leia mais

MINISTÉRIO DO ESPORTE/Lei de Incentivo COAME-Coordenadoria de Acompanhamento e Monitoramento da Execução

MINISTÉRIO DO ESPORTE/Lei de Incentivo COAME-Coordenadoria de Acompanhamento e Monitoramento da Execução MINISTÉRIO DO ESPORTE/Lei de Incentivo COAME-Coordenadoria de Acompanhamento e Monitoramento da Execução PRESTAÇÃO DE CONTAS (v. 27 julho 09) 1) A Prestação de Contas deverá ser encaminhada por meio de

Leia mais

Termo de Concessão e Aceitação de Apoio Financeiro a Projeto

Termo de Concessão e Aceitação de Apoio Financeiro a Projeto Anexo 2 da RN-024/2006 Apoio Financeiro a Projeto Termo de Concessão e Aceitação de Apoio Financeiro a Projeto CONDIÇÕES GERAIS 1. DA CONCESSÃO 1.1 - A concessão de apoio financeiro dar-se-á mediante celebração

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE CONTAS A PAGAR

PROCEDIMENTOS DE CONTAS A PAGAR São Paulo, 6 de dezembro de 2013 PROCEDIMENTOS DE CONTAS A PAGAR Este procedimento visa estabelecer o processo, prazos e orientações aos funcionários do Instituto Ethos para recebimento de notas fiscais

Leia mais

ANEXO IV MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS REFERENTE À CONCESSÃO DE PATROCÍNIO. Lei 12.378 de 31/12/2010 Conselho de Arquitetura e Urbanismo

ANEXO IV MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS REFERENTE À CONCESSÃO DE PATROCÍNIO. Lei 12.378 de 31/12/2010 Conselho de Arquitetura e Urbanismo ANEXO IV MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS REFERENTE À CONCESSÃO DE PATROCÍNIO Lei 12.378 de 31/12/2010 Conselho de Arquitetura e Urbanismo Resolução nº 23 de 04/05/12 CAU/BR Portaria Interministerial Nº 507

Leia mais

Anexo II da RN-016/2006 - Bolsas Individuais no País

Anexo II da RN-016/2006 - Bolsas Individuais no País Anexo II da RN-016/2006 - Bolsas Individuais no País 2. Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora - DT 2.1. Finalidade Distinguir o pesquisador, valorizando sua produção em desenvolvimento

Leia mais

DECRETO Nº 951 DE 23 DE JULHO DE 2014.

DECRETO Nº 951 DE 23 DE JULHO DE 2014. DECRETO Nº 951 DE 23 DE JULHO DE 2014. Regulamenta a Lei nº 2.054 de 12 de junho de 2014 para dispor sobre o custeio de transporte, hospedagem e alimentação do colaborador eventual e do profissional técnico

Leia mais

FORMULÁRIO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS PROINFRA/IFCE -PRPI

FORMULÁRIO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS PROINFRA/IFCE -PRPI PRESTAÇÃO DE CONTAS FORMULÁRIO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS PROINFRA/IFCE -PRPI 1. A prestação de contas deve ser constituída dos seguintes documentos: a) Encaminhamento de Prestação de Contas Anexo I; b) Relação

Leia mais

VADEMECUM FUSP LEMBRETES IMPORTANTES

VADEMECUM FUSP LEMBRETES IMPORTANTES Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo Av. Afrânio Peixoto, 14 Butantã CEP: 05507-000 São Paulo SP Telefones: 55 11 3035-0550 / 3091-4289 e Fax: 55 11 3035-0580 VADEMECUM FUSP LEMBRETES IMPORTANTES

Leia mais

Norma para pagamento de diária a serviço e solicitação de passagem aérea

Norma para pagamento de diária a serviço e solicitação de passagem aérea Norma para pagamento de diária a serviço e solicitação de passagem aérea Objetivo: A presente norma tem por objetivo formalizar e agilizar os pedidos de diária e passagem a serviço da entidade bem como

Leia mais

d) participação em competições esportivas, incluídos gastos com treinamento;

d) participação em competições esportivas, incluídos gastos com treinamento; CAPÍTULO : 10 - Viagens Internacionais, Cartões de Uso Internacional e Transferências Postais SEÇÃO : 1 - Viagens Internacionais 1. Esta seção trata das compras e das vendas de moeda estrangeira, inclusive

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA FAZENDA. Nota Fiscal Paulista. Manual da Entidade Social

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA FAZENDA. Nota Fiscal Paulista. Manual da Entidade Social GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA FAZENDA Nota Fiscal Paulista Manual da Entidade Social V.2 28.07.2009 Índice Analítico 1. Considerações Gerais 3 1.1 Definição 3 1.2

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA nº 001/PPGQ/2013

RESOLUÇÃO NORMATIVA nº 001/PPGQ/2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Centro de Ciências Físicas e Matemáticas PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA Campus Universitário-Trindade - 88040-900 - Florianópolis - SC - Brasil Fone: (048)

Leia mais

FUNDO DE APOIO A CULTURA DA SOJA MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 2009

FUNDO DE APOIO A CULTURA DA SOJA MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 2009 INTRODUÇÃO FUNDO DE APOIO A CULTURA DA SOJA 1.1 - Recomenda-se a leitura deste manual antes de utilizar os recursos concedidos pelo FACS. O manual está disponível no site http://www.facsmt.com.br. 1.2

Leia mais

Processo de Solicitação de Viagem GENS S.A. Manual do Colaborador

Processo de Solicitação de Viagem GENS S.A. Manual do Colaborador Processo de Solicitação de Viagem GENS S.A. Manual do Colaborador 1 Apresentação Apresentamos o Processo de Viagens GENS Manual do Colaborador. Este Manual é parte integrante do Processo de Viagens GENS.

Leia mais

Índice EXPORTAÇÃO...11 REEMBOLSO DE CARTÃO DE CRÉDITO...15. ANEXO Portaria CS 19/2002...19 Importação - realizada pelo Pesquisador...

Índice EXPORTAÇÃO...11 REEMBOLSO DE CARTÃO DE CRÉDITO...15. ANEXO Portaria CS 19/2002...19 Importação - realizada pelo Pesquisador... 1 Índice IMPORTAÇÃO Definição do Importador...2 Informações sobre: Agendamento...3 Proforma Invoice Importação via FAPESP...4 Encaminhamento de Proforma Invoice...6 Materiais Controlados...7 Entrega de

Leia mais

REGULAMENTO. Presenteador: É a pessoa física ou jurídica que adquire o VALE-VIAGEM CVC, mediante a compra direta de cargas de valores.

REGULAMENTO. Presenteador: É a pessoa física ou jurídica que adquire o VALE-VIAGEM CVC, mediante a compra direta de cargas de valores. REGULAMENTO A CVC BRASIL OPERADORA E AGÊNCIA DE VIAGENS S.A., o Presenteador e o Presenteado do VALE-VIAGEM CVC, a primeira, na qualidade de prestadora de serviços de turismo, e o segundo, aderindo às

Leia mais

Instruções para prestação de contas de auxílio

Instruções para prestação de contas de auxílio Instruções para prestação de contas de auxílio Modalidade: Auxílio à Organização de Eventos APQ 2 1 DÚVIDAS: Auditoria Interna da FAPERJ: Rua Erasmo Braga, 118-6º andar Centro - Rio de Janeiro Tels: 2333-1948/1957/1976/1992

Leia mais

PORTARIA Nº 363, DE 02/12/2014

PORTARIA Nº 363, DE 02/12/2014 CÂMARA DOS DEPUTADOS Centro de Documentação e Informação PORTARIA Nº 363, DE 02/12/2014 Dispõe sobre a concessão, aplicação e comprovação de suprimento de fundos. O DIRETOR-GERAL DA CÂMARA DOS DEPUTADOS,

Leia mais

MANUAL PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS

MANUAL PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul Rua Carlos Chagas, 55/3º andar - Centro - Porto Alegre/RS CEP 90030 020 - Fone: (051) 3221-4922 - Fax: (051) 3221-5617 MANUAL PARA PRESTAÇÃO

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal da Integração Latino-Americana Pró-Reitoria de Extensão. EDITAL PROEX 28/2015, de 23 de outubro de 2015

Ministério da Educação Universidade Federal da Integração Latino-Americana Pró-Reitoria de Extensão. EDITAL PROEX 28/2015, de 23 de outubro de 2015 Ministério da Educação Universidade Federal da Integração Latino-Americana Pró-Reitoria de Extensão EDITAL PROEX 28/2015, de 23 de outubro de 2015 PROFIEX MAIS CULTURA NAS UNIVERSIDADES MEC/MinC A Universidade

Leia mais

*DECRETO Nº 3328-R, DE 17 DE JUNHO DE 2013. Dispõe sobre a concessão e a prestação de contas de diárias no âmbito do Poder Executivo Estadual.

*DECRETO Nº 3328-R, DE 17 DE JUNHO DE 2013. Dispõe sobre a concessão e a prestação de contas de diárias no âmbito do Poder Executivo Estadual. (Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial de 08/07/2013) *DECRETO Nº 3328-R, DE 17 DE JUNHO DE 2013. Dispõe sobre a concessão e a prestação de contas de diárias no âmbito do Poder Executivo

Leia mais

Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016.

Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016. 1 Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016. Formulários obrigatórios para Prestação de Contas PRESTAÇÃO DE CONTAS - PROJETOS INCENTIVADOS PELA DME E/OU SUAS SUBSIDIÁRIAS.

Leia mais

REGULAMENTO DA ASSISTÊNCIA VIAGEM AEREA E TERRESTRE NACIONAL E INTERNACIONAL

REGULAMENTO DA ASSISTÊNCIA VIAGEM AEREA E TERRESTRE NACIONAL E INTERNACIONAL REGULAMENTO DA ASSISTÊNCIA VIAGEM AEREA E TERRESTRE NACIONAL E INTERNACIONAL 1. OBJETIVO 1.1. Disponibilizar ao participante/ segurado serviço ligado à assistência viagem em caso de sinistro, de acordo

Leia mais

REGULAMENTO. Capítulo 1º. Definições:

REGULAMENTO. Capítulo 1º. Definições: REGULAMENTO A OPERADORA E AGÊNCIA DE VIAGENS CVC TUR LTDA., o Presenteador e o Presenteado do VALE-VIAGEM CVC, a primeira, na qualidade de prestadora de serviços de turismo, e o segundo, aderindo às condições

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DO RECURSO CAPES/PROEX 2015 Versão 1.5 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FITOPATOLOGIA

ORIENTAÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DO RECURSO CAPES/PROEX 2015 Versão 1.5 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FITOPATOLOGIA ORIENTAÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DO RECURSO CAPES/PROEX 2015 Versão 1.5 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FITOPATOLOGIA Instruções para utilização do recurso do Convênio CAPES/PROEX pelos orientadores do PPG/Fitopatologia

Leia mais

REGULAMENTO DE ASSISTÊNCIA 24H MAPFRE WARRANTY. Não haverá franquia quilométrica para os serviços descritos nos itens abaixo: 1.

REGULAMENTO DE ASSISTÊNCIA 24H MAPFRE WARRANTY. Não haverá franquia quilométrica para os serviços descritos nos itens abaixo: 1. 1. DEFINIÇÕES Acidente: é a ocorrência de qualquer fato danoso e imprevisível produzido no veículo, tais como: colisão, abalroamento ou capotagem que provoque sua imobilização, tendo ou não resultado em

Leia mais

Resolução CNSP Nº 315 DE 26/09/2014 Publicado no DO em 29 set 2014

Resolução CNSP Nº 315 DE 26/09/2014 Publicado no DO em 29 set 2014 Resolução CNSP Nº 315 DE 26/09/2014 Publicado no DO em 29 set 2014 Dispõe sobre as regras e os critérios para operação do seguro viagem. A Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, no uso da atribuição

Leia mais

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE BOLSA PESQUISA NO EXTERIOR

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE BOLSA PESQUISA NO EXTERIOR REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE BOLSA PESQUISA NO EXTERIOR A Fundação de Apoio ao Instituto de Pesquisas Tecnológicas FIPT, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com fulcro no seu Estatuto,

Leia mais

EDITAL FAPEAL Nº 04/2015 AUXÍLIO À PARTICIPAÇÃO EM REUNIÃO CIENTÍFICA NO BRASIL OU NO EXTERIOR - ARC

EDITAL FAPEAL Nº 04/2015 AUXÍLIO À PARTICIPAÇÃO EM REUNIÃO CIENTÍFICA NO BRASIL OU NO EXTERIOR - ARC Rua Melo Moraes, 354, CEP 57020-330 Centro Maceió - Alagoas Fone: 82 3315 2200/3315 2232. E-mail: atendimento@fapeal.br EDITAL FAPEAL Nº 04/2015 AUXÍLIO À PARTICIPAÇÃO EM REUNIÃO CIENTÍFICA NO BRASIL OU

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 781/2004

RESOLUÇÃO Nº 781/2004 GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Secretaria da Cultura e Turismo Programa Estadual de Incentivo à Cultura - FAZCULTURA RESOLUÇÃO Nº 781/2004 Dispõe sobre as Normas para Preenchimento e Encaminhamento da Prestação

Leia mais

1º O acesso ao Sistema deverá ser feito por meio de Senha Web ou certificado digital.

1º O acesso ao Sistema deverá ser feito por meio de Senha Web ou certificado digital. ÍNTEGRA DA INSTRUÇÃO NORMATIVA O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FINANÇAS, no uso de suas atribuições legais, considerando o disposto nos artigos 113 e 114 do Decreto n 53.151, de 17 de maio de 2012, RESOLVE:

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação PROPEP MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

ESTADO DE ALAGOAS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação PROPEP MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS ESTADO DE ALAGOAS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação PROPEP MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 1 APRESENTAÇÃO As presentes instruções têm por finalidade estabelecer critérios

Leia mais

MANUAL. Cartão Pesquisa/Facepe. Atualizado em Junho/2015

MANUAL. Cartão Pesquisa/Facepe. Atualizado em Junho/2015 MANUAL Cartão Pesquisa/Facepe Atualizado em Junho/2015 Prezado Pesquisador, A Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - FACEPE está adotando um novo meio para a utilização dos

Leia mais

B. Norma de Reembolso de Despesas do Governador de Distrito

B. Norma de Reembolso de Despesas do Governador de Distrito Anexo B B. Norma de Reembolso de Despesas do Governador de Distrito Os governadores de distrito podem requisitar reembolso das atividades a seguir. Todas as viagens devem ser feitas da forma mais econômica

Leia mais

Nota Fiscal Paulista. Manual da Entidade Social. (Assistência Social e da Área da Saúde) V.6

Nota Fiscal Paulista. Manual da Entidade Social. (Assistência Social e da Área da Saúde) V.6 Nota Fiscal Paulista Manual da Entidade Social (Assistência Social e da Área da Saúde) V.6 Índice Analítico 1. Considerações Gerais 3 1.1 Definição 3 1.2 Participação das Entidades 1.3 Entidades de Assistência

Leia mais

BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 020 DE 12 a 16/05/14

BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 020 DE 12 a 16/05/14 Leia-se:...Art. 1º DELEGAR COMPETÊNCIA e as responsabilidades decorrentes ao Superintendente Regional do DNIT nos estados de Goiás e Distrito Federal para Lavrar o Termo Aditivo de Prorrogação de prazo,

Leia mais

Manual Cartão de Pagamento do Governo Federal. Banco do Setor público

Manual Cartão de Pagamento do Governo Federal. Banco do Setor público Manual Cartão de Pagamento do Governo Federal Banco do Setor público Sumário Introdução 04 Cartão de Pagamento do Governo Federal CPGF 04 Passo a Passo 10 Perguntas e Respostas 12 Legislação I Ementa 17

Leia mais

Perguntas e Respostas mais Freqüentes IMPORTA FÁCIL CIÊNCIA

Perguntas e Respostas mais Freqüentes IMPORTA FÁCIL CIÊNCIA Perguntas e Respostas mais Freqüentes IMPORTA FÁCIL CIÊNCIA 1. O Que é? O Importa Fácil Ciência é destinado a pesquisadores/entidades de pesquisa cientifica ou tecnológica, devidamente credenciadas no

Leia mais

Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Vitória

Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Vitória Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Vitória INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2009 Dispõe sobre os procedimentos para realização de despesas com concessão de passagens e diárias

Leia mais

1. Produtividade em Pesquisa - PQ 1.1. Finalidade Destinada aos pesquisadores que se destaquem entre seus pares, valorizando sua produção científica

1. Produtividade em Pesquisa - PQ 1.1. Finalidade Destinada aos pesquisadores que se destaquem entre seus pares, valorizando sua produção científica 1. Produtividade em Pesquisa - PQ 1.1. Finalidade Destinada aos pesquisadores que se destaquem entre seus pares, valorizando sua produção científica segundo critérios normativos, estabelecidos pelo CNPq,

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000 ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000 REGULAMENTO PARA ARRECADAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO DAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA O FUNDO DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS MANUAL DE PRESTAÇÃO DE CONTAS LEI MURILO MENDES - EDIÇÃO 2010 Instruções para movimentação e prestação de contas de recursos recebidos Os responsáveis pelos projetos aprovados pela Lei Municipal de Incentivo

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL PORTARIA Nº 602/GC-5, DE 22 DE SETEMBRO DE 2000. Estabelece os procedimentos para a aplicação e para a cobrança das Tarifas

Leia mais

PORTARIA Nº 053/2015, de 26 de Fevereiro de 2015

PORTARIA Nº 053/2015, de 26 de Fevereiro de 2015 PORTARIA Nº 053/2015, de 26 de Fevereiro de 2015 Expede normas para a concessão de diárias e passagens no âmbito do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais Câmpus Muriaé. A

Leia mais

FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESTADO DE SANTA CATARINA. EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA FAPESC nº 01/2015 PROEVENTOS 2015/2016

FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESTADO DE SANTA CATARINA. EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA FAPESC nº 01/2015 PROEVENTOS 2015/2016 EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA FAPESC nº 01/2015 PROEVENTOS 2015/2016 A FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESTADO DE SANTA CATARINA FAPESC torna pública a presente Chamada, convidando pesquisadores

Leia mais

PORTARIA UFERSA/GAB Nº 428/2009, 04 de Maio de 2009

PORTARIA UFERSA/GAB Nº 428/2009, 04 de Maio de 2009 PORTARIA UFERSA/GAB Nº 428/2009, 04 de Maio de 2009 O Reitor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto do Ministério da Educação de 30 de julho de 2008,

Leia mais

Suprimentos de fundos (adiantamentos) Manual de Suprimento de fundos Concessão, aplicação e prestação de contas

Suprimentos de fundos (adiantamentos) Manual de Suprimento de fundos Concessão, aplicação e prestação de contas Suprimentos de fundos (adiantamentos) Manual de Suprimento de fundos Concessão, aplicação e prestação de contas 1 Este manual foi desenvolvido com o objetivo de orientar e informar de forma direta sobre

Leia mais

Volume V. Suprimento de Fundos MACONFI. Manual de Procedimentos da Coordenadoria de Contabilidade e Finanças. 1ª Edição Janeiro / 2013

Volume V. Suprimento de Fundos MACONFI. Manual de Procedimentos da Coordenadoria de Contabilidade e Finanças. 1ª Edição Janeiro / 2013 Volume V Suprimento de Fundos MACONFI Manual de Procedimentos da Coordenadoria de Contabilidade e Finanças 1ª Edição Janeiro / 2013 Sumário 1. Conteúdo... 3 2. Conceitos... 3 3. Restrições à concessão

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO, ESTADO DO PARANÁ decretou e eu PREFEITO MUNICIPAL sanciono a presente LEI: SEÇÃO I.

A CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO, ESTADO DO PARANÁ decretou e eu PREFEITO MUNICIPAL sanciono a presente LEI: SEÇÃO I. LEI Nº 2927/2014 Estabelece o Regime de Diárias e Adiantamentos do Poder Legislativo, normas para o pagamento de despesas e revoga a Lei nº. 2.887/2014. A CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO, ESTADO DO PARANÁ decretou

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO

GABINETE DO MINISTRO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 265, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2001 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso de suas atribuições, e considerando o disposto no art. 8º do Decreto nº

Leia mais

ANEXO A TERMO DE REFERÊNCIA GEMAP Nº 07 /2009

ANEXO A TERMO DE REFERÊNCIA GEMAP Nº 07 /2009 1 - DO OBJETO ANEXO A TERMO DE REFERÊNCIA GEMAP Nº 07 /2009 Contratação de empresa para fornecimento de seguro veicular de 03 (três) veículos pertencentes à Superintendência de Seguros Privados - SUSEP.

Leia mais