Reflexões sobre a Política em 2006 Cenários para a Sucessão Presidencial

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1 Reflexões sobre a Política em 2006 Cenários para a Sucessão Presidencial Murillo de Aragão

2 O que é a Arko Advice Fundada em 1982, é uma empresa de consultoria com sede em Brasília, especializada na prestação de serviços relacionados à análise de risco político, análise de políticas públicas e assessoramento estratégico para empresas e entidades associativas. É liderada por Murillo de Aragão, mestre em Ciência Política e doutor em Sociologia (UnB)

3 PROJEÇÃO DO CENÁRIO ELEITORAL 2006 Conjuntura Política Atual Conjuntura única caracterizada pela a confusão política e o pragmatismo econômico. Na política predomina a má-gestão da base política, decisões equivocadas, traições e escândalos e crescente hostilidade com a oposição. O pragmatismo baseado em arrecadação tributária elevada, produção de superávit primário elevado, câmbio livre e exportações fortes, e política monetária com taxas de juros elevadas. O que parecia um passeio para em 2006, está se tornando cada vez mais difícil e cheio de incertezas. Agente de mudança 1 Agente de mudança 2 Agente de mudança 3 Agente de mudança 4 Ambiente econômico Agravamento da crise política Desempenho espetacular de um novo candidato Autismo político, desinteresse, enfado

4 SITUAÇÃO POLÍTICA DE LULA Três Cenários para 2006 Positiva Aumento de gastos Desempenho econômico Apoio das corporações Programas sociais Apoio do mercado Negativa Crise ética Fogo amigo Coligação limitada Crescente rejeição Mídia Hostil Desempenho econômico, política assistencialista Escândalo político, sensação de desorganização Cenário 1 se reelege - A economia não deve mudar muito; - terá que reconstruir sua base política e fará com dificuldades; - Sua agenda será de crescimento econômico; - Não poderá fugir de debates difíceis como a reforma previdenciária. SITUAÇÃO POLÍTICA DO PSDB Positiva Desgaste do PT e de Nomes fortes Mídia não hostil Principal oponente Importantes colégios eleitorais (SP e MG). Negativa População não sente saudades Desgaste de 8 anos da gestão FHC. Oposição da corporações Desigaste de ser o vilão de Bom discurso econômico e gerencial, candidato forte e coligação estruturada. Não representa a mudança que simbolizava. Cenário 2 PSDB se elege - O modelo continuará o mesmo; - Enfatizará reformas pendentes; -Deverá manter as mesmas políticas assistencialistas; -Maior investimento em infraestrutura; viabilização das PPPs; SITUAÇÃO POLÍTICA DA 3 OPÇÃO Positiva Desgaste mútuo do PT e do PSDB Há espaço como demonstrado por Ciro e Roseana Negativa Ainda não apareceu um nome viável Mídia hostil (dependendo do candidato) PT e PSDB estão parecidos, eleitorado pode querer algo diferente. Uma nova polarização? Falta de discurso caso a economia fique bem. Depende de grandes decepções políticas e econômicas. Cenário 3 Terceira alternativa se elege - Sendo Garotinho deverá ser mais intervencionista, populista e eventualmente mais xenófobo.

5 2001 versus 2005 Ambiente econômico afetado pelo 11 de setembro e o Brasil em vias descolar da Argentina:. favorito e detentor do monopólio da moralidade política e representante da mudança; Apoio quase monolítico da esquerda, setores da esquerda; imprensa, sociedade civil; PT unido e motivado para eleger ; despertando temores no mercado financeiro; Governo FHC envelhecido apesar de aprovação relevante; PSDB em dúvida entre dois candidatos (Serra e Tasso); PMDB em dúvida entre ter ou não candidato; Terceira via (PFL) com Roseana Sarney em ascensão; Ambiente econômico positivo (apesar das disputas); viável, porém com sua imagem profundamente abalada; Apoio decrescente entre formadores de opinião e sociedade civil; PT desunido e fragilizado ( mensalão e perda de líderes). Fogo-amigo no governo tendo apoio e confiança do mercado financeiro; Governo despertando sentimentos contraditórios (economia e política); PSDB em dúvida entre dois candidatos (Serra e Alckmin); PMDB em dúvida entre ter ou não ter candidato; Não há,ainda, candidato da mudança; Terceira via com Garotinho sem garantia de partido; Incerteza quanto ao desempenho dos demais candidatos (Cristovam, Heloísa Helena);

6 Da Natureza das Certezas e das Dúvidas Quanto ao resultado Quanto ao processo Quanto à conjuntura Quanto à regulação Quanto à qualidade da participação

7 Quadro de Certezas Cláusula de Barreira, Verticalização e Financiamento de Campanha são aspectos críticos; Não há favorito claro. É um quadro parelho que só deve mudar significativamente com as definições do PMDB e PSDB e se consolidar com a propaganda eleitoral; Campanha ganha intensidade crescente a partir de março (PSDB, PMDB, PT) e se inicia após as principais convenções (maio e junho); Agenda legislativa limitada pela dinâmica eleitoral, desarticulação política e hostilidade política; Salvo fato novo, quadro atual indica definição em 2º turno; Mínimo de 4 candidatos, sendo dois fortes e três candidatos intermediários lutando para quebrar polaridade tradicional;

8 Quadro de Certezas é candidato, salvo hipótese remota de impeachment ou agravamento da crise; Crise política afetou dramaticamente favoritismo de ; Porém, foi muito pior para o PT dizimado em suas lideranças (Genuíno, Delúbio, Dirceu, Paulo Rocha, Silvinho, João Paulo,etc.); Prossegue descolamento da imagem de do partido; PP, PL e PTB não devem participar de coalizão federal para anabolizar desempenho visando garantir 5 dos votos; PMDB muito dividido hesita em embarcar no projeto personalista de Garotinho;

9 Quadro de Certezas Assistencialismo de (Bolsa Família) terá impacto relevante na campanha de ; Eleitorado de pode mudar a partir dos seguintes vetores: estabilidade e desenvolvimento econômicos, assistencialismo, fim da cumplicidade dos jornalistas e crise política do PT; Escândalos afetam financiamento das campanhas de modo geral; PT terá sérias dificuldades financeiras para seus candidatos; Trabalho voluntário para PT deve diminuir na esteira do aumento do ceticismo dos jovens com a política e dos formadores de opinião com o PT; Campanha poderá ser muito acirrada após início da propaganda eleitoral na televisão;

10 Quadro de Certezas Estabilidade econômica continua sendo importante eleitoralmente; Crescimento econômico, geração de emprego e eficiência na gestão pública ganham destaque no debate eleitoral; Taxa de juros deve cair e gasto público deve aumentar; Mesmo assim, marcos básicos da atual política devem ser preservados; Crescimento econômico do mundo (4,5) deve manter exportações relevantes; Volatilidade no mercado financeiro pode ocorrer a partir do discurso/prática de (mais populista) ou surgimento de candidato (economicamente) pouco confiável;

11 Quadro das Incertezas As investigações em curso podem agravar a crise? Palocci resiste à pressão de Dilma e das questões de R.P.; Até quando vai durar a crise política? Até abril? Polarização entre PT e PSDB não está garantida; PSDB dividido entre a popularidade de Serra e o discurso de Alckmin; PMDB dividido entre apoiar, ter candidato próprio e não ter candidato; Garotinho, apesar dos índices, tem no projeto personalista um entrave sério; Piso alto e teto baixo? PMDB é o partido com mais pré-candidatos: Garotinho, Jobim, Jarbas, Rigotto, Requião e Itamar; PFL está dividido entre Serra e Alckmin e, até mesmo, uma coligação com o PMDB;

12 Quadro das Incertezas Duda Mendonça vai fazer falta? Como será a campanha sem José Dirceu e Antonio Palocci na coordenação? PSDB terá condição de manter a liderança no anti-lulismo? Palocci fica ministro? E se não ficar, quem entra em seu lugar? Vai ocorrer o fim da verticalização? O crescimento econômico previsto é suficiente para alavancar ou inviabilizar? Como as elites financiadoras vão se comportar na campanha?

13 Incertezas por Partido PT: tamanho e configuração da coalizão. Escolha do vice; PSDB: Alckmin ou Serra. Coligação com PFL; PFL: coligação com PSDB ou com PMDB; escolha do vice; PMDB: candidato próprio, aliança com, aliança com PFL ou ficar independente para alianças estaduais;

14 Incertezas por Partido PSB: Vai com o e indica o vice ou busca candidatura própria por causa dos 5; PPS: Vai com Roberto Freire ou se coliga; PDT: Cristovam ou Jefferson Perez? Coligação? PSOL: alavanca Heloísa Helena sem espaço na TV nem coligações? PMR: Vai lançar Alencar? Coligação?

15 Sucessão (CNT/Sensus) 14 a 17 de novembro Candidatos (Cenário 1) Candidatos (Cenário 2) 31,8 31,4 Alckmin 15,8 Garotinho 16 Garotinho 15,1 Aécio Neves 9,7 Heloisa Helena 5,8 Heloisa Helena 6,9 César Maia 4,6 César Maia 5,4 Indecisos / Brancos / Nulos 27,1 Indecisos / Brancos / Nulos 30,8

16 Sucessão (CNT/Sensus) 5 a 7 de julho de 2005 Candidatos (Cenário 3) Candidatos (Cenário 4) 30 31,7 Serra 24,4 Garotinho 15 Garotinho 12 FHC 12,4 Heloisa Helena 5,5 Heloisa Helena 6,7 César Maia 5 César Maia 6,4 Indecisos / Brancos / Nulos 23,4 Indecisos / Brancos / Nulos 28,1

17 Sucessão (CNT/Sensus) ) 2º turno Presidente Presidente Presidente (Cenário 1) (Cenário 2) (Cenário 3) 40,8 43,3 José Serra 41,5 Alckmin 32,2 Aécio Neves 28,1 37,6 Indecisos/Brancos / Nulo 27,1 Indecisos/Brancos / Nulo 28,7 Indecisos/Brancos / Nulo 21 Presidente Presidente Presidente (Cenário 4) (Cenário 5) (Cenário 6) 43,3 42,8 45,9 FHC 30,3 Garotinho 28 César Maia 22,8 Indecisos/Brancos / Nulo 26,5 Indecisos/Brancos / Nulo 29,3 Indecisos/Brancos / Nulo 31,4 14 a 17 de Nov de 2005

18 Datas Importantes Convenção do PMDB: Março Desincompatibilização: 1º de abril Convenções Partidárias: 10 a 30 de junho Início da campanha: julho Propaganda no rádio e na TV: agosto a setembro Primeiro turno: 1/10/06 Segundo turno: 29/10/06

19 2001 X 2005 CNT/Sensus (agosto de 2001) Aprovação: 32,7 Desaprovação: 59,3 Rejeição a () Set 23 CNT/Sensus (14 a 17/11) Aprovação: 46,7 Desaprovação: 44,2 Rejeição a () Jul Set Nov 30,8 39,3 46,7

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