CONHECIMENTO DOS PROFESSORES DA CRECHE SOBRE CASOS DE FEBRE EM CRIANÇAS RESUMO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONHECIMENTO DOS PROFESSORES DA CRECHE SOBRE CASOS DE FEBRE EM CRIANÇAS RESUMO"

Transcrição

1 CONHECIMENTO DOS PROFESSORES DA CRECHE SOBRE CASOS DE FEBRE EM CRIANÇAS JUSTINO, Andréa Gomes MOREIRA, Bruna Filomena Correia LIMA, Regiane Paiva de VICTOR, Janaína Fonseca XIMENES, Lorena Barbosa RESUMO Este estudo teve como objetivos caracterizar os educadores quanto à idade, escolaridade e cursos de aperfeiçoamento; identificar se os educadores sabem detectar se a criança está com febre; e verificar as atitudes tomadas pelos educadores em casos de febre em criança. Optamos pelo estudo exploratório e abordagem qualitativa. Para tanto, realizamos entrevistas com os 08 educadores de uma creche, localizada no Planalto Airton Senna, em Fortaleza- Ceará, no período de novembro a dezembro de 2003 através de um formulário abordando aspectos referentes à caracterização dos educadores e questões relativas à febre. De acordo com os resultados podemos observar que os educadores tinham idade entre 20 e 59 anos, não tinham curso de nível superior, sendo que 01 tem ensino fundamental incompleto, 02 possuem ensino fundamental completo e 05 tem ensino médio completo. Com relação ao conhecimento dos educadores sobre febre, observamos que todos referem saber identificar quando a criança está com febre, apontando, apenas, dois sinais (letargia e aumento de temperatura). Quanto às providências tomadas em caso de febre, os educadores relataram levar ao posto de saúde, tratar na própria creche e avisar a família. A partir destas considerações, podemos constatar a importância do papel do educador, e sua responsabilidade e compromisso em se capacitarem para promover cuidados adequados e efetivos às crianças, propiciando o aprendizado e a saúde das mesmas, garantindo uma melhor qualidade da atenção prestada na creche. Palavra chave: febre, creche, educação infantil.

2 ABSTRACT This study it had as objective to characterize the educators how much to the age, nivel of pertaining to school knowledge and courses of perfectioning; to identify if the educators they know to detect if the child is with fever; e to verify the attitudes taken for the educators in cases of fever in child. We opt to the exploratory study and qualitative boarding. For in such a way, we carry through interviews with the 08 educators of a day-care center, located in the Plateaus Airton Senna, in Fortaleza-Ceará, in the period of November the December of 2003 through a form approaching referring aspects to the characterization of the educators and relative questions to the fever. In accordance with the results we can observe that the educators had age between 20 and 59 years, did not have course of superior level, being that 01 has incomplete basic education, 02 possess complete basic education and 05 have complete average education. With relation to the knowledge of the educators on fever, we observe that all relate to know to identify when the child is with fever, pointing, only, two signals (lethargy and increase of temperature). How much to the steps taken in fever case, the educators had told to lead to the health rank, to treat in the proper day-care center and to inform the family. To break, of these results, we can evidence the importance do paper do educator, and its responsibility and commitment in if enabling to promote adequate and effective cares às children, propitiating the learning and the same health das, guaranteeing one better quality da given attention na day-care center. KEY-WORDS: fever, day-care center, infantile education

3 CONHECIMENTO DOS PROFESSORES DA CRECHE SOBRE CASOS DE FEBRE EM CRIANÇAS* INTRODUÇÃO JUSTINO, Andréa Gomes MOREIRA, Bruna Filomena Correia LIMA, Regiane Paiva de VICTOR, Janaína Fonseca XIMENES, Lorena Barbosa As creches surgiram no Brasil a partir do século XIX com o objetivo de salvar crianças pequenas da morte, oferecendo abrigo, alimentação e atendimento em higiene e saúde, pelo fato das famílias de trabalhadores não poderem proporcionar esses cuidados a seus filhos (MERISSE, 1997). Diante das mudanças ocorridas na estrutura política, social e econômica no Brasil, as quais repercutiram na organização social e familiar, a creche passou a assumir função importante para o crescimento e desenvolvimento das crianças, sendo muito solicitada pela população (VERÍSSIMO; FONSECA, 2003). Atualmente, um número cada vez maior de crianças de classe sócio-econômica menos favorecida vem sendo assistida em creches oferecidas pelo governo. (FISBERG, MARCHIONI E CARDOSO, 2004). Portanto, o aumento pela demanda deste tipo de serviço às crianças na primeira infância, fase esta compreendida entre primeiro e sexto ano de idade, requer que todas as instituições de ensino infantis estejam comprometidas em proporcionarem condições satisfatórias que promovam crescimento e desenvolvimento adequado às crianças inseridas na creche. Estudos realizados por Barros et al., (1999) revelam que a creche pode atuar de forma benéfica ou prejudicial para o crescimento e desenvolvimento das crianças, especialmente, quanto à aquisição de doenças. As crianças adoecem muito mais quando estão freqüentando creches do que as crianças cuidadas em casa. Um exemplo é a ocorrência de pneumonia que é de 02 a 12 vezes maior em crianças que se encontram inseridas nas creches do que aquelas que são cuidadas em seus domicílios.

4 A freqüência à creche é fator de risco, aumentando a exposição e transmissão de agentes que causam agravos à saúde, pois o ambiente coletivo das creches proporciona grande circulação de agentes patogênicos, além de propiciar a propagação das doenças (VICO; LAURENTI, 2004). Ainda nesse sentido, pesquisa realizada por Maranhão (2000) refere que os pais percebem que as crianças ficam doentes com maior freqüência, após serem inseridas na creche, atribuindo tal fato, as condições físicas e sanitárias do ambiente escolar. Portanto, o educador infantil, segundo Mamede (2004) deve no seu cotidiano integrar dois aspectos, o do cuidar e do educar, promovendo desta forma cuidados com a saúde em relação ao crescimento, alimentação, higiene, prevenção de acidentes, cuidados com as doenças, além de outros cuidados relacionados com as interações das crianças com outras pessoas, os quais são essenciais para a promoção da saúde das mesmas. O ambiente da creche pode trazer prejuízos para a saúde das crianças e influenciar o seu processo de aprendizagem, sendo necessário que o educador esteja atento à primeira etapa do cuidado o conhecimento considerando que este deve ser capaz de entender as necessidades da criança e de responder a estas de forma adequada (VERÍSSIMO; FONSECA, 2003). Um estudo sobre a mortalidade de crianças usuárias de creches no município de São Paulo mostrou que as principais causas de morte foram de ordem infecciosa e na sua maior parte resultante de causas consideradas evitáveis, passíveis de redução, revelando, assim, a importância de medidas de prevenção, de detecção precoce e de tratamento adequado no âmbito das creches (VICO; LAURENTI, 2004). E dentre essas medidas pode-se ressaltar a capacidade de detectar casos de febre em crianças, já que pode ser considerada como um dos sinais mais freqüentes e evidentes em situações de infecções. Sendo assim, a febre pode ser causada por vários fatores, inclusive desidratação, esforço excessivo, picada de mosquito, picada de abelha, reação alérgica ou tóxica, infecção por vírus ou bactéria, sendo esses últimos os mais freqüentes como uma reação do corpo a uma infecção aguda, sendo caracterizada pelo aumento da temperatura corporal acima de 37,5ºC. No caso de não se detectar a febre, além do possível agravamento da doença, a criança não conseguirá aprender adequadamente, visto que, esta poderá apresentar dores pelo

5 corpo, agitação, inapetência, dificuldade de conciliar sono e repouso o que traz prejuízos para o desenvolvimento físico e cognitivo (ZAND, WALTON, ROUNTREE, 1997). Entretanto, a identificação da febre em crianças menores torna-se muitas vezes prejudicada, pelo fato das mesmas não terem capacidade para referir sua condição de saúde, dependendo, assim, totalmente da atenção de uma pessoa adulta que observe sinais característicos de sua debilidade física. É importante colocar que a febre é o sintoma mais comum de que a criança está com alguma doença, e traz para todos que convivem com a criança muita preocupação, podendo levar o tratamento exagerado com uso de salicilatos, além de mascarar alguns sinais, tornando, assim, menos efetiva a observação da afecção e seu tratamento(whaley; WONG, 1999) Diante da relevância da detecção da febre como fator facilitador na identificação precoce de doenças e agravos à saúde da criança, desenvolveu-se este estudo com os seguintes objetivos: caracterizar os educadores quanto à idade, escolaridade e cursos de aperfeiçoamento; identificar se os educadores sabem detectar se a criança está com febre; e verificar as atitudes tomadas pelos educadores em casos de febre em criança. METODOLOGIA Este é um estudo do tipo exploratório com abordagem qualitativa. Para Bogdan; Biklein(1994) a pesquisa qualitativa permite que o pesquisador adentre nos cenários naturais dos informantes, descrevendo e explicando a realidade, procurando focalizar o fenômeno estudado sob a visão de mundo dos informantes, no seu cotidiano. Para tanto, o estudo foi realizado com professoras de uma creche municipal da periferia de Fortaleza, localizada no bairro Planalto Ayrton Sena, que atende a crianças de 2 a 6 anos de idade em período integral, nos meses de novembro e dezembro. Para a coleta de dados, optamos por uma entrevista semi-estruturada, utilizando um formulário contendo as informações sobre idade, sexo, escolaridade, curso de aperfeiçoamento, além das seguintes perguntas: você sabe identificar quando uma criança está com febre? para esta pergunta em caso de resposta afirmativa foi pontuado as principais

6 alterações segundo a literatura ( letargia, calafrios, temperatura acima de 38ºC e cefaléia), que providência você toma ao identificar que a criança está com febre? sendo pontuado quatro alternativas de resposta ( leva ao posto de saúde, comunica a família, trata na própria creche com alguma medicação e outros). Os dados foram organizados em categorias sendo discutidos de acordo com a literatura pertinente. As categorias do estudo foram caracterização dos educadores infantis, identificação de casos de febre em crianças, intervenções em casos de febre em crianças. Vale salientar que este estudo segue as diretrizes instituídas pelo Conselho Nacional de Saúde, através da Resolução n 196/96, para a pesquisa em saúde. Sendo assim, o projeto foi deferido pelo Comitê de Ética em Pesquisa e do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Ceará. Enviamos solicitação por escrito ao diretor da escola-creche, e, posteriormente realizamos uma reunião com educadores, conversando sobre os objetivos da pesquisa que tem caráter exclusivamente científico, os mesmos aceitaram participar da mesma e assinaram o termo de consentimento pós-informação, em que foi assegurado o sigilo, o anonimato, o livre acesso às informações, bem como, liberdade para sair da pesquisa em qualquer momento. Técnicas (ABNT). O referido trabalho atende as normas da Associação Brasileira de Normas APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Caracterização dos educadores infantis De acordo com os resultados, podemos observar que apesar de todos os sujeitos do estudo exercerem a função de educador infantil, os mesmos relatam que possuem cargos diferenciados dentro da estrutura da creche sendo 3 educadores, 4 auxiliares de educação e 1 gerente administrativo(diretor). Todos são do sexo feminino, com idade entre 20 a 59 anos, predominando a faixa etária dos trinta anos.

7 Em relação à forma de ingresso na creche os sujeitos relatam não ser concursados, mesmo sendo a creche municipal. Quanto à escolaridade dos educadores, identificamos que nenhum possui curso de nível superior. Um possui o ensino fundamental (está cursando a 5ª série), 02 possuem o ensino fundamental completo e 05 possuem o ensino médio completo (sendo 04 pedagógico - profissionalizante). Quanto aos cursos de aperfeiçoamento foram referidos os cursos de informática, inglês, auxiliar de creche, gerenciamento de empresa, merendeira escolar, relações humanas e didáticas e educação infantil. Ainda, foi referido que alguns estão freqüentando os cursos de técnico de enfermagem e habilitação em matemática e física pela Universidade do Vale do Acaraú. Importante salientar que 03 não possuem curso de aperfeiçoamento em nenhuma área. A partir desta breve caracterização dos sujeitos dos estudos, podemos perceber que a formação e capacitação destes educadores são insipientes, no que se refere às necessidades de aprendizagem infantil e promoção da saúde, pois os cursos referidos voltamse em sua maioria para outras áreas de conhecimento, não possibilitando aprimoramento no cuidado às crianças. Quanto à formação dos educadores infantis a Política Nacional de Educação Infantil, refere que 18,9% dos professores de pré-escolar são leigos, reforçando que nas creches a situação é mais grave. A formação desses educadores deve contemplar conteúdos relativos à promoção da saúde, no intuito de aprimorar a qualidade dos serviços ofertados à criança (MARANHÃO, 2000). As instituições educacionais, especialmente aquelas para a pequena infância, apresentam-se à sociedade e às famílias de qualquer classe social como responsáveis pelas crianças no período que as atendem (VERISSIMO, FONSECA, 2003). Esta realidade traz grande responsabilidade para o educador tanto no âmbito educacional como na promoção da saúde, sendo essencial que estes apresentem uma formação/capacitação específica para esta função.

8 Identificação de casos de febre em crianças Quanto ao conhecimento dos educadores com relação à identificação da febre, todos referiram saber quando a criança está com febre, este fato é positivo, pois facilita a tomada de decisão no atendimento desta criança, levando a intervenções precoces que minimizam os riscos de agravamento das doenças. No entanto, no que se refere aos sinais e sintomas que caracterizam a febre os educadores são limitados na identificação destes. Dos educadores 08 referiram observar como característica da febre a letargia e 04 a temperatura acima de 38ºC. A respeito da verificação da temperatura, 03 citaram que verificam no posto de saúde e somente 01(uma) educadora referiu que verificava a temperatura na creche. Contudo, no depoimento de uma das educadoras, foi ressaltado que não havia termômetro na creche. Quanto a este desencontro de informações, tivemos a oportunidade de observar que no momento da pesquisa não havia termômetro no local. Faz-se necessário relatar que uma única leitura da temperatura pode não indicar a febre, é preciso que se faça várias leituras da temperatura em momentos diferentes do dia, comparadas com o normal para aquela pessoa naquele horário, além de verificar a presença de dois sinais e sintomas físicos de infecção para realmente determinar que a pessoa encontra-se com febre (POTTER; PERRY, 1999). Os educadores do estudo não referiram outros sinais e sintomas que também são importantes para a detecção da febre, os quais podemos citar: calafrios, cefaléia, dores, alterações de apetite, agitação, alteração no sono, irritabilidade e alterações na pele (palidez, hiperemia). Vale salientar que o não reconhecimento destes sinais e sintomas por parte dos participantes nos revela um certo desconhecimento por parte dos professores infantis quanto às alterações de saúde que podem ocorrer com as crianças. A avaliação da saúde das crianças pelo educador é baseada em suas percepções derivadas do dia-a-dia ao identificarem empiricamente os primeiros sinais de mal-estar e os problemas de saúde mais freqüentes (MARANHÃO, 2000). O atendimento da criança na creche demanda o oferecimento de ações que não constituem atividades pedagógicas, mas que são essenciais à criança. Para tanto, é preciso

9 contar com profissionais capacitadas com conhecimentos e habilidades específicos tais como a capacidade de observar, interpretar e compreender os comportamentos e necessidades infantis (VERISSÍMO, FONSECA, 2003). Intervenções em caso de febre em crianças Outro fator importante é o modo como será tratada esta febre, pois o manejo inadequado poderá trazer prejuízo à saúde da criança. Com relação à atitude dos educadores na identificação da febre 03 referiram levar ao posto de saúde; 03 tratam na própria creche, 01 leva ao posto e comunica a família e 01 trata na creche e comunica a família. Com relação aos 03 educadores que tratam na creche as crianças com febre, os mesmos referiram fazer uso de alguns desses medicamentos: salbutamol, paracetamol, dipirona ou remédios indicados pela mãe. Vale ressaltar que a maioria dos médicos só prescreve drogas antipiréticas quando a temperatura oral se encontra acima de 38ºC, pois quando a febre está baixa é recomendado o uso de roupas leves e líquidos adicionais para prevenir a desidratação(whaley e WONG, 1999). Deve-se ter muito cuidado na implementação medicamentosa, pois ela envolve riscos. É importante saber se a criança é alérgica àquele medicamento, qual é a gravidade da febre, se é realmente necessário dar uma medicação, qual seria a dose indicada para aquela criança, pois há uma variação de doses dependendo da idade e do peso daquela criança (ZAND, WALTON, ROUNTREE, 1997). Podemos observar no estudo que os educadores não possuem conhecimento quanto à relação entre medicação e indicação, visto que citaram o salbutamol, como antitérmico, sendo a referida medicação classificada como broncodilator. Ao realizar esta intervenção o educador compromete o cuidado a criança. No caso do paracetamol em quantidades excessivas, pode causar danos ao fígado. Fato relevante de citar é a contra-indicação do uso da aspirina à criança febril, pois muitas febres são causadas por infecções virais e a combinação de aspirina e doença viral tem

10 sido associada ao aparecimento da síndrome de Reye, uma doença hepática progressiva e muito perigosa (ZAND, WALTON, ROUNTREE, 1997). A atitude em casos de febre em crianças, inicialmente, deve voltar-se para a utilização de meios físicos para o controle da temperatura, procura por profissional capacitado, além de valorizar a participação da família neste cuidado. Importante ressaltar que nenhum dos educadores citou a utilização de meios físicos para o controle da temperatura, 03 referiram procurar o posto de saúde e apenas 1 relatou avisar a família. Esta realidade reforça a necessidade de aprofundar discussões quanto o cuidado de crianças em situações de saúdedoença no ambiente escola-creche CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao realizar este estudo podemos verificar a importância da creche para as famílias que não podem cuidar de suas crianças durante o dia e a responsabilidade e o compromisso por parte dos educadores em promover cuidados adequados e efetivos as crianças, propiciando o aprendizado e a saúde das mesmas. Ao caracterizar os educadores podemos observar que os mesmos necessitam de maior aprimoramento para exercitar esta função, visto que a escolaridade e os cursos realizados não suprem as necessidades como educador e agente de promoção da saúde das crianças. Os educadores relataram, apesar de forma limitada, serem capazes de detectar se uma criança está com febre, citando, apenas, dois sintomas da febre (letargia e aumento de temperatura acima de 38º C). Quanto às intervenções em caso de febre, a atitude tomada pelos professores está parcialmente correta, pois alguns referiram levar ao posto de saúde, mas outros disseram tratar na própria creche dando medicamentos, o que pode tornar-se perigoso se não houver conhecimento suficiente sobre os mesmos, sua ação, indicações e contra-indicações.

11 Portanto, este estudo possibilitou vislumbrar que novas pesquisam devem ser desenvolvidas nesta temática, com o intuito de garantir uma melhor qualidade da atenção prestada à criança na creche. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARROS.et al. Perfil das creches de uma cidade de porte médio do sul do Brasil: operação, cuidados, estrutura física e segurança. Cad. Saúde Pública. 15(3): , jul./set., BOGDAN, R.C.; BIKLEIN, S.K. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Portugal: Porto Editora, p. FISBERG, R. M.; MARCHIONI, D. M. L.; CARDOSO, M. R. A. Estado nutricional e fatores associados ao déficit de crescimento de crianças freqüentadoras de creches públicas do município de São Paulo, Brasil. Cad. Saúde Pública. Rio de Janeiro, 20(3): maio/jun., MAMEDE, M. Palavra do especialista. Disponível em: Acesso em: 29/03/2004. MARANHÃO, D.E. O processo de saúde-doença e os cuidados com a saúde na perspectiva dos educadores infantis. Cad. Saúde Pública; out-dez.2000;16(4): MERISSE, A. Origem das instituições de atendimento à criança: o caso das creches. In: MERISSE, A. et al. Lugares da Infância: reflexões sobre a história da criança na fábrica, creche e orfanato. São Paulo: Arte Ciência, p POTTER,P.A.; PERRY,A.G.Sinais vitais.in POTTER,P.A.;PERRY,A.G. Fundamentos de enfermagem:conceito, processos e prática.4ed. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan,1999.p VERÍSSIMO,M.D.L.O.R.; FONSECA,R.M.G.S. O cuidado da criança segundo trabalhadoras de creches. Rev. Latino-America de Enfermagem; jan-fev.2003;11(1):28-25.

12 VICO,E.S.R.; LAURENTI,R. Mortalidade de crianças usuárias de creches no município de São Paulo. Rev. Saúde Pública; 2004;38(1): ZAND,D.; WALTON,R.; ROUNTREE,B. Guia médico para a saúde infantil: guia prático de A a Z dos tratamentos naturais e convencionais de bebês e crianças. Rio de Janeiro: Campus,1997.p WHALEY,LF.;WONG,D.L. Enfermagem Pediátrica elementos essências à intervenção efetiva.5ed.rio de Janeiro:GuanabaraKoogan,1999,1118p.

CONHECIMENTO DOS EDUCADORES INFANTIS SOBRE OS PROBLEMAS VISUAIS E AUDITIVOS EM CRIANÇAS DA CRECHE*

CONHECIMENTO DOS EDUCADORES INFANTIS SOBRE OS PROBLEMAS VISUAIS E AUDITIVOS EM CRIANÇAS DA CRECHE* CONHECIMENTO DOS EDUCADORES INFANTIS SOBRE OS PROBLEMAS VISUAIS E AUDITIVOS EM CRIANÇAS DA CRECHE* MOREIRA, Bruna Filomena Correia LIMA, Regiane Paiva de JUSTINO, Andrea Gomes VASCONCELOS, Selene Cordeiro

Leia mais

Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável

Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável Janeiro/2009 1. Introdução A introdução de alimentos na dieta da criança após os seis meses de idade tem a função de complementar as

Leia mais

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DO GRANDE

Leia mais

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO AUTOR(ES): THAIS

Leia mais

A PERCEPÇÃO DE MÃES QUANTO A ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR EM CRIANÇAS DE SEIS MESES A DOIS ANOS DE IDADE

A PERCEPÇÃO DE MÃES QUANTO A ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR EM CRIANÇAS DE SEIS MESES A DOIS ANOS DE IDADE A PERCEPÇÃO DE MÃES QUANTO A ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR EM CRIANÇAS DE SEIS MESES A DOIS ANOS DE IDADE Tiago de Sousa Barros 20, Tatiane Gomes Guedes 21, Jéssika Nayara Sousa Barros 2, Francisca Elba Pereira

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

AIDPI PARA O ENSINO MÉDICO

AIDPI PARA O ENSINO MÉDICO Atenção Integrada às Doencas Prevalentes na Infância - AIDPI AIDPI PARA O ENSINO MÉDICO Colaboradores: Antonio José Ledo Alves da Cunha Eduardo Jorge da Fonseca Lima Maria Anice S. Fontenele e Silva Maria

Leia mais

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa;

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa; TÍTULO DA PRÁTICA: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE TUBERCULOSE DO DISTRITO SANITÁRIO CENTRO 2011: apresentação regular dos dados de tuberculose as unidades do Distrito Sanitário Centro CÓDIGO DA PRÁTICA:

Leia mais

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão Hospital Universitário Walter Cantídio Diretoria de Ensino e Pesquisa Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão HOSPITAL

Leia mais

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se PEDAGOGIA HOSPITALAR: PERSPECTIVAS PARA O TRABALHO DO PROFESSOR. Bergamo, M.G. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Silva, D.M. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Moreira, G.M. (Curso de Pedagogia,

Leia mais

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO:

Leia mais

PROCESSO DE TRABALHO GERENCIAL: ARTICULAÇÃO DA DIMENSÃO ASSISTENCIAL E GERENCIAL, ATRAVÉS DO INSTRUMENTO PROCESSO DE ENFERMAGEM.

PROCESSO DE TRABALHO GERENCIAL: ARTICULAÇÃO DA DIMENSÃO ASSISTENCIAL E GERENCIAL, ATRAVÉS DO INSTRUMENTO PROCESSO DE ENFERMAGEM. PROCESSO DE TRABALHO GERENCIAL: ARTICULAÇÃO DA DIMENSÃO ASSISTENCIAL E GERENCIAL, ATRAVÉS DO INSTRUMENTO PROCESSO DE ENFERMAGEM. Gabriela Marchiori CARMO AZZOLIN * Marina PEDUZZI** Introdução: O pressuposto

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA

A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO SURDO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO DO CARIRI ORIENTAL DA PARAÍBA 1.0 INTRODUÇÃO JUSCIARA LOURENÇO DA SILVA (UEPB) VIVIANA DE SOUZA RAMOS (UEPB) PROFESSOR ORIENTADOR: EDUARDO

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO Campo Limpo Paulista 2012 1 CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA Marcos Legais Resolução CNE CES 1 2002 Resolução CNE

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

Centro Educacional Pró-Hope

Centro Educacional Pró-Hope Centro Educacional Pró-Hope A escola da Casa Hope As pessoas que são atendidas pela Instituição sofrem com a carência financeira, a doença e o afastamento da rede familiar e social de apoio. Tudo isso

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: compartilhamento de conhecimento; gestão do conhecimento; responsabilidade social.

PALAVRAS-CHAVE: compartilhamento de conhecimento; gestão do conhecimento; responsabilidade social. PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNICENTRO, PROVARS: COMPARTILHANDO CONHECIMENTOS PARA A EFETIVAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL. RESUMO: O presente trabalho pretendeu verificar

Leia mais

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO 1 ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO VOGEL, Deise R. 1 BOUFLEUR, Thaís 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras chave: Espaços adaptados; experiências;

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO PARA ESTUDANTES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO O estágio curricular obrigatório é aquele definido

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA JUNTO A UM PROGRAMA DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE: O PAPEL DOS PROFESSORES E DA FAMÍLIA Ana Paula Marques Leal Barbosa 1 Adriana Garcia Gonçalves 2 1 Aluno do Curso de Pedagogia; Campus

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DE DISCIPLINA. Enfermagem em Saúde Coletiva da Criança e do Adolescente (1º Semestre / 2013)

PROGRAMAÇÃO DE DISCIPLINA. Enfermagem em Saúde Coletiva da Criança e do Adolescente (1º Semestre / 2013) PROGRAMAÇÃO DE DISCIPLINA Enfermagem em Saúde Coletiva da Criança e do Adolescente (1º Semestre / 2013) Coordenador: Prof ª Aurea Tamami Minagawa Toriyama Carga horária total: 60 horas 30 horas práticas

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 Ementa: Realização de treinamentos, palestras, cursos e aulas por profissionais

Leia mais

O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL

O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL 1. INTRODUÇÃO Lygia de Assis Silva Sérgio Paulino Abranches Universidade Federal de Pernambuco lygia1@hotmail.com/ Este

Leia mais

HABILIDADES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Maria Luiza Pontes de França Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte

HABILIDADES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Maria Luiza Pontes de França Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte HABILIDADES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL Maria Luiza Pontes de França Freitas Universidade Federal do Rio Grande do Norte Resumo geral: Os estudos na área das habilidades sociais no Brasil têm contemplado

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DO PORTADOR DE SINDROME DE DOWN

A INCLUSÃO ESCOLAR DO PORTADOR DE SINDROME DE DOWN 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A INCLUSÃO ESCOLAR DO PORTADOR DE SINDROME DE DOWN Leonardo Triaca 1 ; Elizabeth Emma Soares de Nunez 2 ; Adriana Zilly 3 RESUMO: Com a política de inclusão

Leia mais

5 Conclusão e Considerações Finais

5 Conclusão e Considerações Finais 5 Conclusão e Considerações Finais Neste capítulo são apresentadas a conclusão e as considerações finais do estudo, bem como, um breve resumo do que foi apresentado e discutido nos capítulos anteriores,

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

ATIVIDADES LÚDICAS PARA IDOSOS: REDISCUTINDO NA PRÁTICA O CONCEITO DE ENSINO POR COMPETÊNCIAS NA FORMAÇÃO DO TÉCNICO EM ENFERMAGEM.

ATIVIDADES LÚDICAS PARA IDOSOS: REDISCUTINDO NA PRÁTICA O CONCEITO DE ENSINO POR COMPETÊNCIAS NA FORMAÇÃO DO TÉCNICO EM ENFERMAGEM. ATIVIDADES LÚDICAS PARA IDOSOS: REDISCUTINDO NA PRÁTICA O CONCEITO DE ENSINO POR COMPETÊNCIAS NA FORMAÇÃO DO TÉCNICO EM ENFERMAGEM. Isabel Cristina Adão (1); Ernani Coimbra de Oliveira(2); (1,2,)Instituto

Leia mais

PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO

PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO PERFIL ALIMENTAR DE MENINAS DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO INTERIOR DE SÃO PAULO Mari Uyeda Beatriz Conti RESUMO Muito tem se falado sobre a importância da educação nutricional em instituições de ensino para

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA EQUIPE MULIDISCIPLINAR DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE MEDIANEIRA - PR

A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA EQUIPE MULIDISCIPLINAR DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE MEDIANEIRA - PR A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA EQUIPE MULIDISCIPLINAR DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE MEDIANEIRA - PR 1.1 1.2 Cheile Kátia da Silva 1. Michelly Laurita Wiese 1.3 INTRODUÇÃO: De acordo com

Leia mais

FONOAUDIOLOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO A PROFESSORES. Ana Claudia Tenor. Secretaria Municipal de Educação de Botucatu

FONOAUDIOLOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO A PROFESSORES. Ana Claudia Tenor. Secretaria Municipal de Educação de Botucatu II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores FONOAUDIOLOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO A PROFESSORES Ana Claudia Tenor

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL: UMA EXPERIÊNCIA NA CRECHE DA COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ.

EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL: UMA EXPERIÊNCIA NA CRECHE DA COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ. EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL: UMA EXPERIÊNCIA NA CRECHE DA COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ. Wilton Wilney Nascimento Padilha 1 Fátima Regina Nunes de Sousa 2 Yana Talita de Souza 3 Dayane Franco Mangueira 3 Renata

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH

ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 660 ANÁLISE DE RELATOS DE PAIS E PROFESSORES DE ALUNOS COM DIAGNÓSTICO DE TDAH Camila Rodrigues Costa 1, 2 Matheus

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa EDUCAÇÃO INFANTIL JUSTIFICATIVA O momento social, econômico, político e histórico em que vivemos está exigindo um novo perfil de profissional, de cidadão: informado, bem qualificado, crítico, ágil, criativo,

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL...

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL... Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL... Validade

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

III Princípios Gerais da Formação Médica

III Princípios Gerais da Formação Médica I Motivação Aprovação da Lei 12.871 de 22/10/2013; Necessidade de ter diretrizes curriculares em sintonia com o programa Mais Médicos; A oportunidade de atualizar e aprimorar as diretrizes de 2001; Acompanhar

Leia mais

III ENCONTRO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DOS MUNICÍPIOS DA MICRORREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PCMSO E SAÚDE DO SERVIDOR

III ENCONTRO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DOS MUNICÍPIOS DA MICRORREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PCMSO E SAÚDE DO SERVIDOR III ENCONTRO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DOS MUNICÍPIOS DA MICRORREGIÃO DO ALTO SAPUCAÍ PCMSO E SAÚDE DO SERVIDOR Sônia Cristina Bittencourt de Paiva Consultora em Saúde Ocupacional e Ergonomia A RELAÇÃO

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: AMBIENTE, SAÚDE e SEGURANÇA Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio

Leia mais

COLÉGIO J. OLIVEIRA PROJETO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

COLÉGIO J. OLIVEIRA PROJETO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS COLÉGIO J. OLIVEIRA PROJETO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 01. JUSTIFICATIVA: Entendemos que a Educação de Jovens e Adultos foi concebida para resgatar aqueles que por vários motivos tenham

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Amamentação. Educação em Saúde. Enfermagem. Traumas Mamários

PALAVRAS-CHAVE Amamentação. Educação em Saúde. Enfermagem. Traumas Mamários 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA INFLUÊNCIA DA ESCOLARIDADE NOS TRAUMAS

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE PROJETO AVALIAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA MAFRA 2009 Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente

Leia mais

A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II

A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II 1 A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II Donizeth Henrique Aleluia Vieira 1 Paula Rodrigues de Souza 2 Suely Miranda Cavalcante Bastos 3 Resumo: Juntamente com o campo dos Números

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Parasitoses. Saneamento básico. Antiparasitários.

PALAVRAS-CHAVE Parasitoses. Saneamento básico. Antiparasitários. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA Seção I Das Disposições Gerais Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe

Leia mais

A-6 Modelos de formulários de plano de ação do programa de prevenção de acidentes com perfurocortantes

A-6 Modelos de formulários de plano de ação do programa de prevenção de acidentes com perfurocortantes A-6 Modelos de formulários de plano de ação do programa de prevenção de acidentes com Estes formulários têm o objetivo de ajudar as instituições a desenvolverem e implementarem planos de ação para acompanhar

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

SAÚDE BUCAL NOS IDOSOS DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA

SAÚDE BUCAL NOS IDOSOS DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA 1 SAÚDE BUCAL NOS IDOSOS DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA Elazi Gomes de Oliveira Chacar Lima 1 1 Cirurgiã-Dentista aluna do Curso de Pós-Graduação em Saúde da Família da Faculdade de Medicina de Campos RESUMO

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que Introdução A formação continuada iniciou-se com um diagnóstico com os profissionais que atuam nos Centros de Educação Infantil do nosso município para saber o que pensavam a respeito de conceitos essenciais

Leia mais

II Simpósio Gestão Empresarial e Sustentabilidade 16, 17 e 18 de outubro de 2012, Campo Grande MS

II Simpósio Gestão Empresarial e Sustentabilidade 16, 17 e 18 de outubro de 2012, Campo Grande MS DIAGNÓSTICO SÓCIOAMBIENTAL E MONITORIZAÇÃO DA DOENÇA DIARREICA AGUDA EM MORADORES DE UMA ÁREA DE ABRANGÊNCIA DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA CAMPO GRANDE/MS RESUMO: Sabrina Piacentini O presente trabalho

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ARACAJU

EDUCAÇÃO FÍSICA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ARACAJU MARCONE CONCEIÇÃO DE OLIVEIRA EDUCAÇÃO FÍSICA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ARACAJU Orientador: Leonardo Rocha Universidade Lusófona de Humanidades e

Leia mais

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2007 página 1 EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Moysés Kuhlmann :A educação da criança pequena também deve ser pensada na perspectiva de

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA

Universidade Estadual de Londrina CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA PROPOSTA 1 Curso Nome(s) do(s) Curso(s) ZOOTECNIA Código e-mec 56129 Conceito ENADE 4 Coordenador da Proposta (Tutor do Grupo) ANA MARIA BRIDI 2 Caracterização da Proposta 2.1Área de Conhecimento (código

Leia mais

Informações aos Pais sobre a Gripe nas Creches

Informações aos Pais sobre a Gripe nas Creches The Commonwealth of Massachusetts Executive Office of Health and Human Services Department of Public Health Informações aos Pais sobre a Gripe nas Creches 18 de setembro, 2009 A gripe H1N1 (suína) voltará

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE

ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE Objetiva ampliar os estudos científicos acerca da Atividade Física e do Exercício Físico, da Saúde Pública e da Saúde Coletiva, instrumentalizando

Leia mais

CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG).

CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG). ANÁLISE DAS CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL E EDUCAÇÃO FÍSICA PRESENTES EM UMA INSTITUIÇÃO FILÁNTROPICA E MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA CIDADE DE GOIÂNIA/GO CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ

EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ 1 EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ Renise Bastos Farias Dias (UFAL) renisebastos@gmail.com RESUMO: Trata-se de uma pesquisa de campo, de análise quantitativa, realizada

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO.

A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO. A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO. Alessandra Ramos Barbosa Joseane Ataíde de Jesus RESUMO Reconstruir o aprender requer mudanças

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

EDUCAÇÃO E SAÚDE NO ATENDIMENTO PEDAGÓGICO AO ESCOLAR EM TRATAMENTO DE SAÚDE

EDUCAÇÃO E SAÚDE NO ATENDIMENTO PEDAGÓGICO AO ESCOLAR EM TRATAMENTO DE SAÚDE EDUCAÇÃO E SAÚDE NO ATENDIMENTO PEDAGÓGICO AO ESCOLAR EM TRATAMENTO DE SAÚDE Resumo Jacques de Lima Ferreira 1 - PUCPR Grupo de Trabalho - Educação, Saúde e Pedagogia Hospitalar Agência Financiadora: não

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES

MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES Marcia Regiane Miranda Secretaria Municipal de Educação de Mogi das Cruzes marcia.sme@pmmc.com.br

Leia mais

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas.

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SANTOS, Silvana Salviano silvanasalviano@hotmail.com UNEMAT Campus de Juara JESUS, Lori Hack de lorihj@hotmail.com UNEMAT

Leia mais

APRAZAMENTO DE MEDICAÇÃO ATIVIDADE PARA O ENFERMEIRO RESUMO

APRAZAMENTO DE MEDICAÇÃO ATIVIDADE PARA O ENFERMEIRO RESUMO APRAZAMENTO DE MEDICAÇÃO ATIVIDADE PARA O ENFERMEIRO FREIRE, Ana Maria de Sousa Silva OLIVEIRA, Thiciana Souza de RESUMO Objetivou-se, com este estudo, conhecer a opinião dos enfermeiros sobre a atividade

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria das Graças Oliveira Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas/SP, Brasil. Resumo Este texto é parte de uma Tese de Doutorado

Leia mais

O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE

O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE 689 O ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS: CONTRIBUIÇÕES PARA UM DEBATE Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 RESUMO: Este estudo traz os resultados de uma pesquisa de campo realizada em uma escola pública

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT 1 TATIANA CORREA YAMACIRO DOS REIS 2 FRANCIANNE BARONI ZANDONADI 1 Bacharel

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

EVOLUÇÃO DO NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS PRÉ ESCOLARES

EVOLUÇÃO DO NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS PRÉ ESCOLARES EVOLUÇÃO DO NÍVEL DE DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS PRÉ ESCOLARES Ana Karolina Paiva Braga 1 ; Juliana Campos Rodovalho 1 ; Lílian Fernanda Pacheco 2 ; Cibelle Kayenne Martins Roberto Formiga

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA

UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA UM ESPAÇO DE ESTUDO SOBRE A INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA Aline Alcalá; Amanda Fernandes Dayrell; Danielle Martins Rezende; Gabriela Camacho; Renata Carmo-Oliveira O processo de inclusão de pessoas com necessidades

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física

Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física Amanda Pires Chaves Universidade de Sorocaba, Sorocaba/SP e-mail: amanda.pireschaves@gmail.com Maura Maria Morita Vasconcellos

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre.

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre. RESOLUÇÃO CONSEPE 38/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ENFERMAGEM, REGIME SERIADO SEMESTRAL, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A VISÃO DE ALGUMAS BOLSISTAS DO PIBID SOBRE SUA ATUAÇÃO EM CONTEXTOS EDUCACIONAIS INCLUSIVOS

Leia mais

Duração: 8 meses Carga Horária: 360 horas. Os cursos de Pós-Graduação estão estruturados de acordo com as exigências da Resolução CNE/CES nº 01/2007.

Duração: 8 meses Carga Horária: 360 horas. Os cursos de Pós-Graduação estão estruturados de acordo com as exigências da Resolução CNE/CES nº 01/2007. Arte em Educação Considerando que a ação educacional é uma prática social mediadora da prática social mais ampla, nossa missão é: Formar o profissional de arte educação contemplando suas três dimensões:

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

O DESAFIO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM PATOS, PARAÍBA: A PROFICIÊNCIA DOS ALUNOS DE ESCOLAS PÚBLICAS DE PATOS

O DESAFIO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM PATOS, PARAÍBA: A PROFICIÊNCIA DOS ALUNOS DE ESCOLAS PÚBLICAS DE PATOS O DESAFIO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM PATOS, PARAÍBA: A PROFICIÊNCIA DOS ALUNOS DE ESCOLAS PÚBLICAS DE PATOS Davi Argemiro Henrique Cardoso de Oliveira e-mail: davicardosod@gmail.com Francione Gomes Silva

Leia mais

A FORMQAÇÃO DO PROFISSIONAL ENFERMEIRO E SEU REFLEXO NO MERCADO DE TRABALHO Cláudio Alves Porto

A FORMQAÇÃO DO PROFISSIONAL ENFERMEIRO E SEU REFLEXO NO MERCADO DE TRABALHO Cláudio Alves Porto A FORMQAÇÃO DO PROFISSIONAL ENFERMEIRO E SEU REFLEXO NO MERCADO DE TRABALHO Cláudio Alves Porto O COREN-SP, preocupado com a situação atual relacionada com a Formação Profissional de Enfermagem, vem assumindo

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES Ao longo de muitos séculos, a educação de crianças pequenas foi entendida como atividade de responsabilidade

Leia mais

PROGRAMA DE VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DO MUNICÍPIO DE ARARUNA PB

PROGRAMA DE VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DO MUNICÍPIO DE ARARUNA PB PROGRAMA DE VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DO MUNICÍPIO DE ARARUNA PB MELO, Calionara Waleska Barbosa de 1 ; AUGOSTINHO, Ana Kelis de Sousa 2 ; BARBOSA, Francilayne

Leia mais

ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE

ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE ESTRESSE EM ENFERMEIROS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) DE RECIFE-PE Izabel Cristina Brito da Silva 1 Emanuela Batista Ferreira 2 Jael Maria de Aquino 3 Sílvia Elizabeth Gomes de Medeiros

Leia mais

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E AS DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FORTALEZA

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E AS DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FORTALEZA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS E AS DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE FORTALEZA Gabriela de Aguiar Carvalho, UFC Orientadora: Maria José Costa dos Santos, UFC INTRODUÇÃO

Leia mais

O USO DO FÓRUM DE DISCUSSÃO E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO AVA MOODLE: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA PARA ALUNAS SURDAS

O USO DO FÓRUM DE DISCUSSÃO E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO AVA MOODLE: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA PARA ALUNAS SURDAS O USO DO FÓRUM DE DISCUSSÃO E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO AVA MOODLE: UMA ESTRATÉGIA PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA PARA ALUNAS SURDAS Carlos Eduardo Rocha dos Santos, UNIBAN, carlao_santos@yahoo.com.br Oswaldo

Leia mais

TÍTULO: AUTORES: INSTITUIÇÃO: ÁREA TEMÁTICA 1-INTRODUÇÃO (1) (1).

TÍTULO: AUTORES: INSTITUIÇÃO: ÁREA TEMÁTICA 1-INTRODUÇÃO (1) (1). TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR NA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA E INCLUSÃO SOCIAL DE INDIVÍDUOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS ASSISTIDOS PELA APAE DE VIÇOSA, MG. AUTORES: André

Leia mais

HIV/AIDS EM IDOSOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

HIV/AIDS EM IDOSOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA HIV/AIDS EM IDOSOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA Fabiana Medeiros de Brito (NEPB/UFPB). E-mail: fabianabrito_@hotmail.com Eveline de Oliveira Barros (NEPB/UFPB). E-mail: evinhabarros@gmail.com

Leia mais

Estágio Curricular Supervisionado

Estágio Curricular Supervisionado Estágio Curricular Supervisionado CURSO DE ENFERMAGEM O curso de bacharelado em Enfermagem do IPTAN apresenta duas disciplinas em seu plano curricular pleno relativas ao estágio: Estágio Supervisionado

Leia mais

Revista Diálogo Educacional ISSN: 1518-3483 dialogo.educacional@pucpr.br Pontifícia Universidade Católica do Paraná Brasil

Revista Diálogo Educacional ISSN: 1518-3483 dialogo.educacional@pucpr.br Pontifícia Universidade Católica do Paraná Brasil Revista Diálogo Educacional ISSN: 1518-3483 dialogo.educacional@pucpr.br Pontifícia Universidade Católica do Paraná Brasil Zaboroski, Ana Paula; Pinheiro de Oliveira, Jáima Perfil de educadores infantis:

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais