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2 VI- Promover o atendimento e o assessoramento aos beneficiários da Lei Orgânica da Assistência Social e a defesa e garantia dos seus direitos. Em se tratando de entidade da área de saúde, a entidade deve atender, entre outros requisitos, ao percentual de vinte por cento de sua renda bruta aplicada em gratuidade, ou comprovar percentual de atendimento de sessenta por cento ou mais decorrentes do convênio com o SUS, através da apresentação do balancete contábil assinado pelo contador da entidade; Em se tratando de entidade de assistência educacional, a mesma deverá comprovar o percentual de, no mínimo vinte por cento de gratuidade, através da apresentação de balancete contábil assinado pelo contador da entidade. Art. 2º - Público Alvo: 1 - Entidades Sociais que possuam Sede própria ou tenham termo de concessão de uso de terreno público ou privado registrado em cartório; 2 - Estejam em funcionamento há pelo menos 03 (três) anos; 3 - Possuam CNPJ regularizado; Também devem inscrever-se as Entidades Sociais com atuação e sede que possuam: 1 - Registro no Conselho Nacional de Assistência Social ou no Conselho Estadual de Assistência Social de Santa Catarina; 2 Isenção de cota patronal do Instituto Nacional de Segurança Social INSS; 3 Utilidade Pública Municipal, Estadual ou Federal; 4 Certificado de Fins Filantrópicos. Art. 3º - Listagem de Documentos para a inscrição no CMAS, bem como para realização de convênios através de recursos do Fundo Municipal de Assistência Social: 1 Requerimento devidamente preenchido, fornecido pelo Conselho Municipal de Assistência Social, assinado pelo representante legal da Entidade; 2 Cópia do Estatuto e da ata da eleição da atual Diretoria devidamente registrado em Cartório, onde possam ser verificados o atendimento aos seguintes requisitos: a) Ser beneficente e sem fins lucrativos;

3 b) Ser pessoa jurídica de direito privado; c) Aplicar suas rendas, seus recursos e eventual resultado operacional integralmente no território nacional e na manutenção e no desenvolvimento de seus objetivos institucionais; d) Não recebam seus diretores, conselheiros, sócios, instituidores, benfeitores ou equivalentes remuneração, vantagens ou benefício direta ou indiretamente, por qualquer forma ou título em razão das competências, funções ou atividades que lhes sejam atribuídas pelos respectivos atos constitutivos exceto as instituições certificadas pelo Ministério da Justiça como OSCIP; e) Em caso de dissolução ou extinção, destinar o eventual patrimônio remanescente a entidades congêneres registradas no CNAS ou entidade pública; 3 Cópia do Documento de Inscrição no CNPJ (antigo CGC) do Ministério da Fazenda/ Receita Federal atualizado; 4 Cópia da Certidão Negativa de Débitos junto à Administração Municipal; 5 Relatórios de Atividades do último exercício; 6 Alvará Sanitário; 7 Cópia do Registro no Conselho Nacional ou Estadual de Assistência Social, caso tenha; 8 - Plano de Trabalho de acordo com as diretrizes definidas pela política de assistência social, para o exercício em curso e em consonância com as proposições do Plano Municipal de Assistência Social. No caso de Fundação apresentar ainda: Cópia da escritura pública de sua instituição (criação registrada no cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas). Art. 4º O Prazo: Para o CMAS: O CMAS terá o prazo de 7 (sete) dias após a data do pedido de inscrição das Entidades para entregar a listagem de documentos necessários para a inscrição

4 neste Conselho. Para as Entidades: As Entidades terão o prazo de 60 (sessenta) dias para a entrega dos documentos solicitados pelo CMAS. Art. 5º Local para entrega dos documentos solicitados: Departamento de Desenvolvimento Social, sito à Rua Leoberto Leal, nº 191 Tapajós. Art. 6º Disposições Gerais: O Conselho Municipal de Assistência Social não fornecerá o Atestado de Inscrição ou de Funcionamento para fins de Registro e Concessão de Certificado de Fins Filantrópicos, caso a Entidade não esteja inscrita; Ao CMAS compete: conferir toda a documentação entregue pela Entidade; solicitar alterações caso seja necessário; negar o pedido de inscrição caso a Entidade não atenda aos critérios preestabelecidos; aprovar o pedido de inscrição, fornecendo um atestado que será assinado pelo/a Presidente do CMAS; Aos membros do CMAS compete: a qualquer tempo solicitar auditoria e/ou visitas as Entidades se julgarem necessário, durante o período de inscrição das Entidades no CMAS, podendo estes casos serem levados para aprovação ou não. As Entidades Sociais que não inscreverem-se poderão: deixar de solicitar registro e concessão de certificado de fins filantrópicos; perder o prazo para renovação do Certificado de Fins Filantrópicos; perder o prazo para renovação da isenção da cota patronal; Art. 7º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Indaial, 13 de Fevereiro de 2006.

5 MARCIA DA ROCHA PRESIDENTE DO CMAS

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