Seminário de Mantenedoras: ANEC 2015 Plano de ação e Relatório de atividades para entidades de Assistência Social. Prof.ª Cristiane Michette

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1 Seminário de Mantenedoras: ANEC 2015 Plano de ação e Relatório de atividades para entidades de Assistência Social Prof.ª Cristiane Michette

2 O que são entidades de assistência social? Entidades sem fins lucrativos que, isolada ou cumulativamente, prestam atendimento e assessoramento aos beneficiários abrangidos por esta Lei, bem como as que atuam na defesa e garantia de direitos de forma preponderante.

3 Preponderante Onde estão a maioria das despesas.

4 Base Legal LOAS/1993 Lei /2010 Certificação Beneficente de Assistência Social Decreto 8.242/2014 Resolução 14/2014 do CNAS - Inscrição de Serviços, Programas, Projetos e Benefícios Socioassistenciais Resolução 109/2009 do CNAS - Tipificação de serviços socioassistenciais;

5 Plano de ação e relatório de atividades para: Inscrição DEVER conforme a LOAS/1993 Entidade Serviços, programa e projetos socioassistenciais Certificação de Entidades de Assistência Social OPCIONAL - lei /2010 Decreto 8242/2014

6 Art. 9º O funcionamento das entidades e organizações de assistência social depende de prévia inscrição no respectivo Conselho Municipal de Assistência Social, ou no Conselho de Assistência Social do Distrito Federal, conforme o caso. LOAS/1993

7 Exigências para inscrição I - ser pessoa jurídica de direito privado, devidamente constituída; II - aplicar suas rendas, seus recursos e eventual resultado integralmente no território nacional e na manutenção e no desenvolvimento de seus objetivos institucionais; III apresentar plano de ação IV apresentar relatório de atividades do exercício anterior

8 DEVEM comprovar que: Executam ações de caráter continuado, permanente e planejado; Os serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais são ofertados na perspectiva da autonomia e garantia de direitos dos usuários; Garantem a gratuidade em todos os serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais inexistência de cobrança pelos serviços;

9 A execução dos serviços estejam em conformidade com a tipificação por nível de complexidade e/ou executam: Serviços de habilitação e reabilitação da pessoa com deficiência e de promoção da sua inclusão à vida comunitária, no enfrentamento dos limites existentes para as pessoas com deficiência, de forma articulada ou não com ações educacionais ou de saúde; Assessoramento e defesa e garantia de direitos conforme a resolução 27;

10 Programas de aprendizagem de adolescentes, de jovens ou de pessoas com deficiência prestados com a finalidade de promover a integração ao mercado de trabalho, nos termos da Lei n o 8.742, de 7 de dezembro de 1993, observadas as ações protetivas previstas na Lei n o 8.069, de 13 de julho de 1990; Vigilância socioassistencial, que visa a analisar territorialmente a capacidade protetiva das famílias e nela a ocorrência de vulnerabilidades, de ameaças, de vitimizações e danos;

11 Serviço de acolhimento institucional provisório de pessoas e de seus acompanhantes, que estejam em trânsito e sem condições de autossustento, durante o tratamento de doenças graves fora da localidade de residência, observada a Lei n o 8.742, de 7 de dezembro de 1993.

12 Para o enfrentamento da pobreza, a assistência social realizase de forma integrada às políticas setoriais, garantindo mínimos sociais e provimento de condições para atender contingências sociais e promovendo a universalização dos direitos sociais.

13 Garantir a existência de processos participativos dos usuários na busca do cumprimento da missão da entidade ou organização.

14 O plano de ação a) finalidades estatutárias; b) objetivos; c) origem dos recursos; d) infraestrutura;

15 Identificação de cada serviços, programas, projetos, e benefícios socioassistenciais público alvo; capacidade de atendimento; recursos financeiros a serem utilizados; recursos humanos envolvidos; abrangência territorial;

16 demonstração da forma de como a entidade ou organização de Assistência Social fomentará, incentivará e qualificará a participação dos usuários e/ou estratégias que serão utilizadas em todas as etapas do seu plano: elaboração, execução, monitoramento e avaliação.

17 Identificando em que município cada uma delas é prestada. O CMAS ou CAS do Distrito Federal deverá analisar o plano de ação apresentado pela entidade, verificando se foram apresentados todos os itens exigidos,

18 finalidades estatutárias; objetivos; origem dos recursos; infraestrutura; Relatório de atividades: identificação de cada serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais executado, informando respectivamente:

19 público alvo; capacidade de atendimento; recurso financeiro utilizado; recursos humanos envolvidos; abrangência territorial; demonstração da forma de como a entidade ou organização de Assistência Social fomentou, incentivou e qualificou a participação dos usuários e/ou estratégias que foram utilizadas em todas as etapas de execução de suas atividades, monitoramento e avaliação

20 O Relatório de Atividades deverá conter todas ofertas da entidade (serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais) identificando em que município cada uma delas é prestada.

21 Inscrição é por tempo indeterminado, Certificação : Art. 5o As certificações concedidas a partir da publicação da Lei no , de 15 de outubro de 2013, terão prazo de três anos, contado da data da publicação da decisão de deferimento. 1o As certificações que forem renovadas a partir da publicação da Lei nº , de 2013, terão prazo de cinco anos, contado da data da publicação da decisão de deferimento, para as entidades que tenham receita bruta anual igual ou inferior a um milhão de reais. Prazo de renovação até 360 dias

22 Prof.ª Cristiane Michette Obrigada!!! (31) Assessora da SMC/PROEX da PUC Minas Professora da Escola de Serviço Social da PUC Minas

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