QUALIFICAÇÕES, TÍTULOS E CERTIFICADOS. PAULA MELLO Assessoria Jurídica no Terceiro Setor

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1 QUALIFICAÇÕES, TÍTULOS E CERTIFICADOS EMITIDOS PELOS ÓRGÃOS PUBLICOS PAULA MELLO Assessoria Jurídica no Terceiro Setor

2 As qualificações, títulos e certificados podem ser pleiteados em âmbito: Federal Estadual Municipal

3 Inicialmente é importante destacar que as finalidades/objetivos sociais das entidades sem fins lucrativos norteiam o caminho para pleitear tais reconhecimentos públicos.

4 FEDERAL OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público Lei n.º 9790/99, alterada pela Lei n.º /14 (marco regulatório do terceiro setor) e regulamentada pelo Decreto n.º 3100/01 Utilidade Pública Federal Lei n.º 91/35 regulamentada pelo Decreto n.º /61 CEBAS Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social Lei n.º /09, alterada pela Lei n.º /13 e regulamentada pelo Decreto n.º 8242/14

5 OSCIPS CONCEDIDA PELO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA PODEM SE QUALIFICAR COMO OSCIP: Art. 1 o podem qualificar-se como organizações da sociedade civil de interesse público as pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos que tenham sido constituídas e se encontrem em funcionamento regular há, no mínimo, 3 (três) anos, desde que os respectivos objetivos sociais e normas estatutárias atendam aos requisitos instituídos por esta lei. O art. 1º da Lei n.º 9790/99 foi alterado pela Lei /14 (marco regulatório do terceiro setor)

6 ÁREA DE ATUAÇÃO: i - promoção da assistência social; ii - promoção da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico; iii - promoção gratuita da educação; iv - promoção gratuita da saúde, observando-se a forma complementar de participação das organizações de que trata esta lei; v - promoção da segurança alimentar e nutricional; vi - defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável; vii - promoção do voluntariado; viii - promoção do desenvolvimento econômico e social e combate à pobreza; ix - experimentação, não lucrativa, de novos modelos sócio-produtivos e de sistemas alternativos de produção, comércio, emprego e crédito; x - promoção de direitos estabelecidos, construção de novos direitos e assessoria jurídica gratuita de interesse suplementar; xi - promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de outros valores universais; xii - estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos que digam respeito às atividades mencionadas neste artigo.

7 CLÁUSULAS ESTATUTÁRIAS OBRIGATÓRIAS Para qualificarem-se como OSCIP, além de executarem uma das finalidades acima expostas, as entidades sem fins lucrativos, devem ser regidas por estatutos sociais cujas normas expressamente disponham sobre: i - a observância dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e da eficiência; (princípios constitucionais da administração publica) ii - a adoção de práticas de gestão administrativa, necessárias e suficientes a coibir a obtenção, de forma individual ou coletiva, de benefícios ou vantagens pessoais, em decorrência da participação no respectivo processo decisório; iii - a constituição de conselho fiscal ou órgão equivalente, dotado de competência para opinar sobre os relatórios de desempenho financeiro e contábil, e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo pareceres para os organismos superiores da entidade;

8 iv - a previsão de que, em caso de dissolução da entidade, o respectivo patrimônio líquido será transferido a outra pessoa jurídica qualificada como OSCIP, preferencialmente que tenha o mesmo objeto social da extinta; v - a previsão de que, na hipótese de a pessoa jurídica perder a qualificação instituída por esta lei, o respectivo acervo patrimonial disponível, adquirido com recursos públicos durante o período em que perdurou aquela qualificação, será transferido a outra pessoa jurídica qualificada como OSCIP, preferencialmente que tenha o mesmo objeto social; vi - a possibilidade de se instituir remuneração para os dirigentes da entidade que atuem efetivamente na gestão executiva e para aqueles que a ela prestam serviços específicos, respeitados, em ambos os casos, os valores praticados pelo mercado, na região correspondente a sua área de atuação; vii - as normas de prestação de contas a serem observadas pela entidade, que determinarão, no mínimo: a) a observância dos princípios fundamentais de contabilidade e das normas brasileiras de contabilidade; b) que se dê publicidade por qualquer meio eficaz, no encerramento do exercício fiscal, ao relatório de atividades e das demonstrações financeiras da entidade, incluindo-se as certidões negativas de débitos junto ao INSS e ao FGTS, colocando-os à disposição para

9 para exame de qualquer cidadão; c) a realização de auditoria, inclusive por auditores externos independentes se for o caso, da aplicação dos eventuais recursos objeto do termo de parceria conforme previsto em regulamento; d) a prestação de contas de todos os recursos e bens de origem pública recebidos pelas organizações da sociedade civil de interesse público será feita conforme determina o parágrafo único do art. 70 da constituição federal. Somada a esta condição a lei determina que a entidade não poderá distribuir entre seus sócios ou associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores, eventuais excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades e que os aplica integralmente na consecução do respectivo objeto social

10 PEDIDO DE QUALIFICAÇÃO A entidade interessada em obter a qualificação, devera, por intermédio de seu representante legal, formular pedido de qualificação de OSCIP dirigido ao Ministro da Justiça acompanhado dos seguintes documentos: a) estatuto registrado em cartório; b) ata de eleição da atual diretoria ; c) balanço patrimonial e demonstração do resultado de exercício; d) declaração de isenção do imposto de renda DIPJ; e) inscrição no cadastro nacional de contribuintes CNPJ; f) declaração da entidade atestando que os membros da diretoria não exercem ou ocupam cargo ou função pública.

11 Os documentos devem ser encaminhados ao MJ via correios e o MJ tem o prazo de 30 dias, contados da autuação para deferir ou não o requerimento, cabendo recurso do indeferimento. A documentação deve ser encaminhada ao seguinte endereço: Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Justiça Departamento de justiça, classificação, títulos e qualificação Setor de qualificação OSCIP Esplanada dos Ministérios, Ministério da Justiça, Ed. Anexo II 3º andar sala 326 CEP: Brasília DF

12 TERMO DE PARCERIA As entidades qualificadas poderão relacionar-se com o poder público visando á execução de atividades de interesse publico por meio de TERMO DE PARCERIA. BENEFÍCIO- INCENTIVOS FISCAIS BENEFÍCIO- INCENTIVOS FISCAIS Dedução no imposto de renda das pessoas jurídicas (doadores), na apuração do lucro real, ate o limite de 2% sobre o lucro operacional das doações efetuadas. Outro beneficio é a possibilidade de incorporar bens apreendidos, abandonados ou disponíveis administrados pela Secretaria da Receita Federal.

13 CNES/PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL/ PRAZO CNES/MJ Cadastro Nacional de Entidades Sociais é um sistema de coleta de dados, sistematização de informações e publicidade, para a integração e transparência dos processos de concessão e manutenção da certificação de entidades sociais. A prestação de contas no CNES/MJ deverá ser realizada anualmente ate o dia 31/05 para garantir a manutenção e renovação da qualificação de OSCIP.

14 UTILIDADE PUBLICA FEDERAL Pedido dirigido ao Presidente da Republica por intermédio do Ministério da Justiça PODEM SE QUALIFICAR COMO UPF: PODEM SE QUALIFICAR COMO UPF: As entidades constituídas no país, que sirvam desinteressadamente à coletividade e que tenham como finalidades: a) promoção da educação; b) atividades de pesquisas científicas; c) de cultura, inclusive artísticas; e d)filantrópicas

15 REQUISITOS a) que se constituiu no país; b) que tenha personalidade jurídica; c) que esteve em efetivo e contínuo funcionamento, nos três anos anteriores; d)quenãosãoremunerados,porqualquerforma,oscargosdediretoriaeque não distribui lucros, bonificados ou vantagens a dirigentes, mantenedores ou associados, sob nenhuma forma ou pretextos; e) que, comprovadamente, mediante a apresentação de relatórios circunstanciados dos três anos de exercício anteriores à formulação do pedido, promove a educação ou exerce atividades de pesquisas científicas, de cultura, inclusive artísticas, ou filantrópicas, estas de caráter geral ou indiscriminado, predominantemente; f) que seus diretores possuem moralidade comprovada; g) que se obriga a publicar, anualmente, a demonstração da receita e despesa realizadas no período anterior, desde que contemplada com subvenção por parte da união, neste mesmo período.

16 CABE RECURSO DO INDEFERIMENTO DO PEDIDO DE UPF PRESTAÇÃO DE CONTAS CNES/MJ -anualmente PRAZO ATE 30/04 PERDA DA QUALIFICAÇÃO: PERDA DA QUALIFICAÇÃO: a) deixar de apresentar, durante três anos consecutivos a prestação de contas; b) se negar a prestar serviço compreendido em seus fins estatuários; c) retribuir por qualquer forma, os membros de sua diretoria, ou conceder lucros, bonificações ou vantagens a dirigentes, mantenedores ou associados.

17 BENEFÍCIOS: a)receber subvenções, auxílios e doações da união; e realizar sorteios; b)receber doações de empresas, até o limite de 2% do lucro operacional, antes de computada a sua dedução, que prestem serviços gratuitos em beneficio de empregados da pessoa jurídica doadora e respectivos dependentes ou em beneficio da comunidade onde atuem.

18 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS: a) requerimento à Presidente da República; b) estatuto registrado em cartório; c) inscrição no cadastro nacional de contribuintes CNPJ; d) atestado de funcionamento nos três últimos anos; e) cláusula de não remuneração de diretoria, não distribuição de lucros, bônus e vantagens a dirigentes, mantenedores ou associados, sob nenhuma forma ou pretexto; f) relatório quantitativo e qualitativo dos últimos três anos que promove educação, atividades de pesquisas científicas, culturais, artísticas ou filantrópicas. g) comprovação ou declaração de idoneidade dos dirigentes; h) declaração de que se obriga a publicar, anualmente, a demonstração da receitas e despesas realizadas no exercício anterior, caso seja contemplada com subvenção por parte da união.

19 CEBAS A lei /09 dispõe sobre: a certificação das entidades beneficentes de assistência social e regula os procedimentos de isenção de contribuição para a seguridade social ÁREAS DE ATUAÇÃO ASSISTENCIA SOCIAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE

20 ÁREA DE ATUAÇÃO PREDOMINANTE A entidade que atuar em mais de uma área deverá requerer a certificação e sua renovação no Ministério responsável pela área de atuação preponderante da entidade. Considera-se área de atuação preponderante aquela definida como atividade econômica principal no CNPJ, bem como pela demonstração de resultado do exercício (DRE) e notas explicativas.

21 REQUISITOS PARA A CONCESSÃO DA CERTIFICAÇÃO A certificação será concedida à entidade beneficente que demonstre no exercício fiscal anterior ao do requerimento, observado o período mínimo de 12 (doze) meses de constituição da entidade, o cumprimento dos requisitos estabelecidos em lei de acordo com as respectivas áreas de atuação, e, cumulativamente, os seguintes requisitos: a) seja constituída como pessoa jurídica sem fins lucrativos, reconhecida como entidade beneficente de assistência social com a finalidade de prestação de serviço nas áreas de assistência social, saúde ou educação que obedeçam ao princípio da universalidade do atendimento, sendo vedado dirigir suas atividades exclusivamente a seus associados ou a categoria profissional.; e b) preveja, em seus atos constitutivos, em caso de dissolução ou extinção, a destinação do eventual patrimônio remanescente a entidade sem fins lucrativos congêneres ou a entidades públicas.

22 PRAZO de validade da certificação será de 1 (um) a 5 (cinco) anos, conforme critérios definidos em regulamento. (redação dada pela lei nº , de 2013) ISENÇÃO REQUISITOS A entidade beneficente certificada fará jus à isenção do pagamento da contribuição da quota patronal, desde que atenda, cumulativamente, aos seguintes requisitos: a) não percebam, seus dirigentes estatutários, conselheiros, sócios, instituidores ou benfeitores, remuneração, vantagens ou benefícios, direta ou indiretamente, por qualquer forma ou título, em razão das competências, funções ou atividades que lhes sejam atribuídas pelos respectivos atos constitutivos; (redação dada pela lei nº , de 2013) **

23 b) aplique suas rendas, seus recursos e eventual superávit integralmente no território nacional, na manutenção e desenvolvimento de seus objetivos institucionais; c) apresente certidão negativa ou certidão positiva com efeito de negativa de débitos relativos aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e certificado de regularidade do FGTS; d) mantenha escrituração contábil regular que registre as receitas e despesas, bem como a aplicação em gratuidade de forma segregada, em consonância com as normas emanadas do conselho federal de contabilidade; e) não distribua resultados, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, sob qualquer forma ou pretexto; f) conserve em boa ordem, pelo prazo de 10 (dez) anos, contado da data da emissão, os documentos que comprovem a origem e a aplicação de seus recursos e os relativos a atos ou operações realizados que impliquem modificação da situação patrimonial; g) cumpra as obrigações acessórias estabelecidas na legislação tributária; h) apresente as demonstrações contábeis e financeiras devidamente auditadas por auditor independente legalmente habilitado nos conselhos regionais de contabilidade quando a receita bruta anual auferida for superior ao limite fixado pela lei complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006.

24 ** para possibilitar a profissionalização da gestão e o fortalecimento institucional a Lei /13 possibilitou a remuneração dos dirigentes com teto pré-definido: i - a remuneração aos diretores não estatutários que tenham vínculo empregatício; ii - a remuneração aos dirigentes estatutários, desde que recebam remuneração inferior, em seu valor bruto, a 70% (setenta por cento) do limite estabelecido para a remuneração de servidores do poder executivo federal.

25 BENEFÍCIOS - isenções de contribuições sociais: a) parte patronal da contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento (cota patronal); b)contribuição Social Sobre o Lucro Líquido CSLL; c)cofins; e d) PIS/PASEP

26 ESTADUAL UTILIDADE PÚBLICA ESTADUAL - Lei Estadual nº 2.574/80 - Emenda Constitucional n.º 24/08 CADASTRO ESTADUAL DE ENTIDADES-CEE e a emissão de Certificado de Regularidade Cadastral CRCE - Decreto nº /11 - Resolução CC-6/13 CADASTRO NAS RESPECTIVAS SECRETARIAS DA ÁREA DE ATUAÇÃO

27 UTILIDADE PUBLICA ESTADUAL Cabe aos deputados estaduais a prerrogativa de declarar de utilidade publica as associações sem fins lucrativas, mediante os seguintes REQUISITOS: a) requerimento expedido pelo presidente da entidade dirigido ao deputado estadual da assembleia legislativa do Estado de São Paulo solicitando a declaração de utilidade pública; b) certidão do livro de pessoa jurídica, comprovando o registro do estatuto social da entidade, expedida pelo cartório competente e certidão de breve relato;

28 c) atestado de efetivo e contínuo funcionamento há mais de 03 (três) anos, dentro de suas finalidades, subscrito por uma autoridade local (da comarca da sede), como, por exemplo, juiz de direito, membro do ministério público, procurador do estado, delegado de polícia etc.; d) cópia autenticada do estatuto social registrado em cartório, comprovando, expressamente, que o exercício dos cargos da diretoria é gratuito, e que a entidade não distribui, por qualquer forma, direta ou indiretamente, lucros, bonificações ou vantagens a dirigentes mantenedores ou associados; e);registro nos órgão competentes do estado (secretaria de estado da área de atuação e/ou CEE, desde que haja exigência de tal formalidade f) CNPJ; g) relatórios circunstanciados das atividades desenvolvidas nos 03 (três) anos anteriores à formulação do pedido; h) cópia autenticada da ata de eleição e posse da atual diretoria, devidamente averbada em cartório;

29 i) idoneidade moral comprovada de seus diretores; j)publicação, pela imprensa, contendo a demonstração da receita obtida e da despesa realizada, bem como do balanço patrimonial, no exercício anterior ao da formulação do pedido. CADASTRO ESTADUAL DE ENTIDADES- CEE - CERTIFICADO DE REGULARIDADE CADASTRAL CRCE Destina-se ao cadastramento prévio de entidades da sociedade civil, para fins de celebração de convênios e outras formas de avenças com os órgãos da Administração Direta e Indireta do Estado.

30 O processo de cadastramento e aprovação no CEE é constituído das seguintes etapas: a) autocadastramento, mediante preenchimento das informações por meio do sistema eletrônico disponível no endereço b) vistoria prévia, realizada por integrantes do departamento de controle e avaliação da Secretaria da Fazenda ou da Corregedoria Geral da Administração; c) análise conclusiva, realizada pela Corregedoria Geral da Administração, que examinara as informações cadastrais, avaliará o resultado da vistoria, verificará a situação da entidade junto

31 aos órgãos de controle e se há pendências fiscais ou dívidas, junto a órgãos públicos estaduais e federais; d) emissão do Certificado de Regularidade Cadastral de Entidades- CRCE, após a análise conclusiva pela aprovação. REQUISITOS: a) estatuto social atualizado em conformidade com a Lei /02 e registrado em cartório; b) ata da última eleição da diretoria devidamente registrada em cartório; c) dirigentes da entidade cadastrados em correspondência à estrutura de cargos e funções estabelecida no estatuto social; d) situação regular perante o FGTS e o INSS;

32 e) comprovar atuação de no mínimo 3 (três) anos na maior parte das áreas declaradas por meio das informações registradas no cadastro, inclusive por meio de documentos apresentados durante vistoria e/ou anexados eletronicamente no cadastro, (resolução CC-6, de ) f) não possuir pendência junto ao CADIN estadual nem constar dos sistemas de controle de sanções administrativas no âmbito estadual e federal. VALIDADE - O CRCE terá validade de 5 anos, e deverá ser atualizado pela entidade sempre que houver alteração das informações e das condições validadas à época de sua emissão.

33 CADASTRO NAS RESPECTIVAS SECRETARIAS DE ATUAÇÃO: Assistência Social - Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social SEDS, nos termos da Resolução Conjunta SF/SEADS nº 01/2013; Educação - Secretaria Estadual de Educação, nos termos da Resolução conjunta SF/SE nº 01/2013; Saúde - Secretaria Estadual da Saúde, nos termos da Resolução conjunta SF/SS nº 01/2010. *Nota Fiscal Paulista - Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Estado de São Paulo

34 Cultura - Secretaria da Cultura - Reconhecimento de Instituição Cultural (possibilidade de requerimento de isenção do ITCMD na SEFAZ) Meio Ambiente Secretaria do Meio Ambiente - Certificado de Reconhecimento de Entidade Ambientalista (possibilidade de requerimento de isenção do ITCMD na SEFAZ) Direitos Humanos - Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania - Certificado de Reconhecimento de Entidade Promotora dos Direitos Humanos (possibilidade de requerimento de isenção do ITCMD na SEFAZ)

35 MUNICIPAL CADASTRO NOS CONSELHOS DA ÁREA DE ATUAÇÃO COMAS CMDCA SAÚDE MEIO AMBIENTE EDUCAÇÃO IDOSO

36 OBRIGADA! CONTATO

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