FUNDAÇÃO DE AÇÃO SOCIAL - FAS

Save this PDF as:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FUNDAÇÃO DE AÇÃO SOCIAL - FAS"

Transcrição

1 FUNDAÇÃO DE AÇÃO SOCIAL - FAS

2 Reflexão... Por que é importante acompanhar, fiscalizar e manter as ações de controle social voltadas para a atuação das entidades beneficentes e de assistência Social?

3

4 Terceiro Setor

5 Formalização das Organizações (Bases Legais) Código Civil Pessoas Jurídicas Associações Fundações Sociedades Partidos Políticos Organizações Religiosas

6 Conhecendo uma Organização Personalidade Jurídica Associação Fundação Razão Social Clube Recreativo de Curitiba Instituto de Capacitação de Lideranças Reconhecimentos Utilidade Pública OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público)

7 Associações Existência de Associados União de pessoas com um interesse comum Mais de uma pessoa Definição de finalidades * Trabalho Associativo * Trabalho Social

8 Trabalho Associativo Voltado para o benefício pontuais para um grupo exclusivo de associados.

9 TRABALHO SOCIAL

10

11 Fundações Existência de Bens Destinação de patrimônio para um interesse comum Escritura de Patrimônio Definição de finalidades para ele Possibilidade de apenas uma pessoa Fiscalização do Ministério Público

12 Reconhecimentos Importantes Registro nos Conselhos; Alvará e Licença Sanitária; Utilidade Pública Municipal; Utilidade Pública Federal ou OSCIP;

13 Informações sobre o CEBAS

14 CEBAS O que é? CEBAS Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social: - Entidades de Saúde; - Entidades de Educação; - Entidades e Organizações de Assistência Social

15 Títilos Públicos Existentes (Federal) Título n. aproximado UPF CEBAS OSCIP 4951 * Referência março/2009

16 Percentuais de Entidades por natureza de atividade Saúde...16% Educação...14% Assistência Social...64% Não enquadradas...06% Por estado: Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul...604

17 Lei /2009 Quem pode? Art. 1 o A certificação das entidades beneficentes de assistência social e a isenção de contribuições para a seguridade social serão concedidas às pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, reconhecidas como entidades beneficentes de assistência social com a finalidade de prestação de serviços nas áreas de assistência social, saúde ou educação, e que atendam ao disposto nesta Lei. At Art. 2 o As entidades d de que trata t o art. 1 o deverão obedecer ao princípio da universalidade do atendimento, sendo vedado dirigir suas atividades exclusivamente a seus associados ou a categoria profissional.

18 Quem pode? Código Civil Pessoas Jurídicas Associações Fundações

19 QUEM PODE SE INSCREVER? Pessoas Jurídicas de Direito Privado: Associações e Fundações Atendimento universal Gratuidade ao usuário Entidades de cunho social

20 Nova Lei de Filantropia

21 A Evolução da Legislação Decreto Federal n. 2536/98 (Dispõe sobre a concessão do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos a que se refere o inciso IV do art. 18 da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, e dá outras providências Lei Federal n /09 (Dispõe sobre a certificação das entidades beneficentes de assistência social; regula os procedimentos de isenção de contribuições para a seguridade social; (...) e dá outras providênciass

22 Decreto Abordagem Art. 1 o A concessão ou renovação do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos pelo Conselho Nacional de Assistência Social CNAS. Art. 2º - Considera-se entidade beneficente de assistência social, para os fins deste Decreto, a pessoa jurídica de direitoit privado, sem fins lucrativos, que atue no sentido de: IV - promover, gratuitamente, assistência educacional ou de saúde; Art. 3º Faz jus ao Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social a entidade beneficente de assistência social que demonstre, cumulativamente: II - estar previamente inscrita no Conselho Municipal de Assistência Social do município de sua sede se houver, ou no Conselho Estadual de Assistência Social, ou Conselho de Assistência Social do Distrito Federal; III - estar previamente registrada no CNAS;

23 Lei Federal /09 - Pontos Omissos Assuntos a serem definidos no Decreto: 10 momentos na Lei - Art 4 comprovações para entidades de saúde - 2º art. 4 soma das ações das executoras; - Art 13 3º complementação da Gratuidade; - Art 20 vínculo SUAS rede socioassistencial; - Art 21 documentos necessários para certificação; - Art 21 3º Tempo do ministério para análise; - Art 21 4º Tempo de duração do certificado; - Art 25 regra para cancelamento do certificado; - Art 26 participação p da sociedade civil nos recursos; - Art 33 forma de segregação das contabilidades;

24 Lei Federal /09 -Abordagem Art. 21. A análise e decisão dos requerimentos de concessão ou de renovação dos certificados das entidades beneficentes de assistência social serão apreciadas no âmbito dos seguintes Ministérios: I - da Saúde, quanto às entidades da área de saúde; Artigo 4º ao artigo 11 II - da Educação, quanto às entidades educacionais; Artigo 12 ao artigo 17 III - do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, quanto às entidades de assistência social. Artigo 18 ao artigo 20

25 CEBAS Entidade Beneficente de Assistência Social Entidade e Organização de Assistência Social. Entidade e Organização de Assistência Social: Artigo 3º da LOAS - Art. 3º Consideram-se entidades e organizações de assistência social aquelas que prestam, sem fins lucrativos, atendimento t e assessoramento aos beneficiários abrangidos por esta lei bem como as que atuam na defesa e garantia de seus direitos. Entidade Beneficente de Assistência Social: Lei /2009 Consideram-se as Entidades de Saúde, as de Educação e as de Assistência i Social (art. 3º da LOAS)

26 Lei Federal /09 -Abordagem Art. 4 o Para ser considerada beneficente e fazer jus à certificação, a entidade de saúde deverá, nos termos do regulamento: I - comprovar o cumprimento das metas estabelecidas em convênio ou instrumento congênere celebrado com o gestor local do SUS; II - ofertar a prestação de seus serviços ao SUS no percentual mínimo de 60% (sessenta por cento); III - comprovar, anualmente, a prestação dos serviços de que tratat o incisoi II, com base no somatório das internações realizadas e dos atendimentos ambulatoriais prestados.

27 Lei Federal /09 -Abordagem Art. 13. Para os fins da concessão da certificação de que trata esta Lei, a entidade de educação deverá aplicar anualmente em gratuidade, na forma do 1 o, pelo menos 20% (vinte por cento) da receita anual efetivamente recebida. 1 o Para o cumprimento do disposto no caput, a entidade deverá: I - demonstrar adequação às diretrizes e metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação - PNE, na forma do art. 214 da Constituição Federal; II - atender a padrões mínimos de qualidade, aferidos pelos processos de avaliação conduzidos pelo Ministério da Educação; e III - oferecer bolsas de estudo conforme proporções definidas;

28 Lei Federal /09 -Abordagem Art. 18. A certificação ou sua renovação será concedida à entidade de assistência social que presta serviços ou realiza ações assistenciais, i i de forma gratuita, continuada e planejada, para os usuários e a quem deles necessitar, sem qualquer discriminação, observada a LOAS 1 o As entidades de assistência social a que se refere o caput são aquelas que prestam, sem fins lucrativos, atendimento e assessoramento aos beneficiários, bem como as que atuam na defesa e garantia de seus direitos Art. 19. Constituem ainda requisitos para a certificação de uma entidade de assistência social: I - estar inscrita no respectivo Conselho Municipal de Assistência Social ou no Conselho de Assistência Social do Distrito Federal, conforme o caso II - integrar o cadastro nacional de entidades e organizações de assistência social

29 Lei Federal /09 - Equívoco frente a LOAS Art. 20. Lei A comprovação do vínculo da entidade de assistência social à rede socioassistencial privada no âmbito do SUAS é condição suficiente para a concessão da certificação, no prazo e na forma a serem definidos em regulamento. Art. 9º O funcionamento das entidades e organizações de assistência social depende de prévia inscrição no respectivo Conselho Municipal de Assistência Social, ou no Conselho de Assistência Social do Distrito Federal, conforme o caso. 3 o A inscrição da entidade no Conselho Municipal de Assistência Social, ou no Conselho de Assistência Social do Distrito Federal, é condição essencial para o encaminhamento de pedido de registro e de certificado de entidade beneficente de assistência social junto ao Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS. Revogado

30 Lei Federal /09 -Regime misto Art. 22. A entidade que atue em mais de uma das áreas especificadas no art. 1 o deverá requerer a certificação e sua renovação no Ministério responsável pela área de atuação preponderante da entidade. Parágrafo único. Considera-se área de atuação preponderante aquela definida como atividade econômica principal no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda. Atividade do CNPJ não ser a preponderante da Entidade; Desconsideração na Lei do Plano de Trabalho e Relatório de Atividades comprovadas para definição da atividade preponderante. Dificuldades para os conselhos municipais

31 Lei Federal /09 -Requisitos Art. 29. A entidade beneficente certificada na forma do Capítulo II fará jus à isenção do pagamento das contribuições desde que atenda, cumulativamente, aos seguintes requisitos: I - não percebam seus diretores, conselheiros, sócios, instituidores ou benfeitores, remuneração, vantagens ou benefícios, direta ou indiretamente, por qualquer forma ou título, em razão das competências, funções ou atividades que lhes sejam atribuídas pelos respectivos atos constitutivos; II - aplique pq suas rendas, seus recursos e eventual superávit integralmente no território nacional, na manutenção e desenvolvimento de seus objetivos institucionais; III - apresente certidão negativa ou certidão positiva com efeito de negativa de débitos relativos aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil e certificado de regularidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço FGTS; IV - mantenha escrituração contábil regular que registre as receitas e despesas, bem como a aplicação em gratuidade de forma segregada, em consonância com as normas emanadas do Conselho Federal de Contabilidade;

32 Lei Federal /09 -Requisitos Art. 29. A entidade beneficente certificada na forma do Capítulo II fará jus à isenção do pagamento das contribuições tib i desded que atenda, cumulativamente, t aos seguintes requisitos: V - não distribua resultados, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, sob qualquer forma ou pretexto; VI - conserve em boa ordem, pelo prazo de 10 (dez) anos, contado da data da emissão, os documentos que comprovem a origem e a aplicação de seus recursos e os relativos a atos ou operações realizados que impliquem modificação da situação patrimonial; VII - cumpra as obrigações acessórias estabelecidas na legislação tributária; VIII - apresente as demonstrações contábeis e financeiras devidamente auditadas por auditor independente legalmente habilitado nos Conselhos Regionais de Contabilidade quando a receita bruta anual auferida for superior ao limite fixado.

33 Resolução 16 de CNAS Define os parâmetros nacionais para a inscrição das entidades e organizações de assistência social, bem como dos serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais nos Conselhos de Assistência Social dos Municípios e do Distrito Federal.

34 Entidades de Atendimento Aquelas que, de forma continuada, permanente e planejada, prestam serviços, executam programas ou projetos e concedem benefícios de proteção social básica ou especial, dirigidos às famílias e indivíduos em situações de vulnerabilidades d ou risco social e pessoal, nos termos da Lei nº 8.742, de 07 de dezembro de 1993, e Resolução CNAS nº 109, de 11 de novembro de 2009

35 Entidades de Assessoramento Aquelas que, de forma continuada, permanente e planejada, prestam serviços e executam programas ou projetos voltados prioritariamente para o fortalecimento dos movimentos sociais e das organizações de usuários, formação e capacitação de lideranças, dirigidos ao público da política de assistência social, nos termos da Lei nº 8.742, de 1993, e respeitadas as deliberações do CNAS de que tratam os incisos I e II do art. 18 daquela Lei, tais Como por exemplo assessoria política, técnica, administrativa e financeira a movimentos sociais, organizações, grupos populares e de usuários, no fortalecimento de seu protagonismo e capacitação

36 Entidades de Defesa e Garantia de Direitos Aquelas que, de forma continuada, permanente e planejada, prestam serviços e executam programas ou projetos voltados prioritariamente para a defesa e efetivação dos direitos socioassistenciais, construção de novos direitos, promoção da cidadania, enfrentamento das desigualdades sociais, articulação com órgãos públicos de defesa de direitos,dirigidos ao público da política de assistência social, nos termos da Lei nº 8.742, de 1993, e respeitadas às deliberações do CNAS de que tratam os incisos I e II do art. 18 daquela Lei, tais como:

37 Lei Federal /09 -MDS No âmbito do MDS foi criado na estrutura da SNAS, o Departamento da Rede Socioassistencial Privada do Sistema Único de Assistência Social, cujas atribuições são: I - implantar, gerir e manter atualizado o Cadastro Nacional de Entidades e Organizações de Assistência Social, em articulação com conselhos e órgãos gestores da assistência social; II - proceder à certificação das entidades beneficentes de assistência social que prestam serviço ou realizam ações assistenciais; III - propor parâmetros e procedimentos para o estabelecimento da vinculação das entidades socioassistenciais privadas ao SUAS; IV - propor critérios i para a inscriçãoi dos serviços, programas e projetos das entidades d de assistência social junto aos Conselhos de Assistência Social; e V - avaliar a compatibilidade de bens importados com as finalidades das entidades e organizações de assistência social, de que trata o art. 141, 2 o,dodecreton o 6.759, de 5 de fevereiro de 2009.

38 QUAL O GRANDE BENEFÍCIO??? A partir do reconhecimeto da Organização como Entidade Beneficente e de Assistência Social, a organização passa a se beneficiar da Isenção da Cota patronal da Contribuição Previdenciária do INSS. Benefício imediato da isenção art 31 Redução do Tempo de espera (podendo ser menos) Mediante convênio (SUS e SUAS) art. 3º Possibilidade de ampliação do prazo de vigência

39 O QUE MUDA? QUAIS OS POSSÍVEIS PREJUÍZOS QUE PODERÃO SER OCASIONADOS POR ESTA MUDANÇA? Ausência do Controle Social Enfraquecimento do CNAS Competência atribuída aos Ministérios. Fim do Atestado de Registro do CNAS Maior peso nas decisões dos CMAS. Unilateralidade do Executivo frente ao viés arrecadatório quem julga a certificação é o mesmo que concede o benefício Regulamentação própria por Decreto Unilateralidade do Executivo pontos polêmicos

40 Participação da Sociedade - Ausência Art As ações governamentais na área da assistência social serão realizadas com recursos do orçamento da seguridade social, previstos no art. 195, além de outras fontes, e organizadas com base nas seguintes diretrizes: I - descentralizaçãoação político-administrativa, a cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e a execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal, bem como a entidades beneficentes e de assistência social; II - participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis. Art. 5º A organização da assistência social tem como base as seguintes diretrizes: II - participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis;

41 Aspectos destacados da LOAS Art. 18. Compete ao Conselho Nacional de Assistência Social: III - fixar normas para a concessão de registro e certificado de fins filantrópicos às entidades privadas prestadoras de serviços e assessoramento de assistência social; IV - conceder atestado de registro e certificado de entidades de fins filantrópicos, na forma do regulamento a ser fixado, observado o disposto no art. 9º desta lei; III - acompanhar e fiscalizar o processo de certificação das entidades e organizações de assistência social no Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; nova lei IV i l tó i l t á l ã d tid d i õ d IV - apreciar relatório anual que conterá a relação de entidades e organizações de assistência social certificadas como beneficentes e encaminhá-lo para conhecimento dos Conselhos de Assistência Social dos Estados, Municípios e do Distrito Federal; nova lei

42 ASSISTÊNCIA SOCIAL - Certificação Art. 18. A certificação ou sua renovação será concedida à entidade de assistência social que presta serviços ou realiza ações assistenciais, i i de forma gratuita, continuada e planejada, para os usuários e a quem deles necessitar, sem qualquer discriminação, observada a LOAS 1 o As entidades de assistência social a que se refere o caput são aquelas que prestam, sem fins lucrativos, atendimento e assessoramento aos beneficiários, bem como as que atuam na defesa e garantia de seus direitos. Lucro Receita Gratuidade Absoluta Gratuidade Ao Usuário

43 CONCLUSÃO GERAL O que se pode concluir até o momento: Quanto a Educação: atendimento aos critérios do Programa Universidade para Todos (ProUni), além de outros requisitos como observação ao Plano Nacional de Educação e aos padrões mínimos de qualidade, subsistindo, ainda, vedação expressa à cobrança de taxa de matrícula e custeio de material didáticoi à bolsistas. Quanto a Saúde: Para quem atua nessa área, foi constatado o fim do aproveitamento dos resultados sociais da atividade mista, ou seja, somente projetos de apoio pré-determinados pelo Ministério da Saúde serão objeto da gratuidade alternativa, além do que, para realização dessa possibilidade, as entidades deverão ser declaradas de excelência pelo órgão ministerial.

44 CONCLUSÃO GERAL O que se pode concluir até o momento: Quanto a Assistência Social: a inscrição no Conselho Municipal e Cadastro Nacional de Entidades, além do equívoco do artigo 20 que define que a vinculação à rede socioassistencial privada no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas), dispensaria a inscrição no CMAS. Quanto à titularidade dos pedidos: Os pedidos de certificação Quanto à titularidade dos pedidos: Os pedidos de certificação originária e renovação, que até então eram solicitados no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), agora são atribuições dos Ministérios ligados às atividade da organização.

45 CONCLUSÃO GERAL O que se pode concluir até o momento: Quanto a regulamentação: Cada Ministério deverá editar o regulamento próprio para a inscrição das Entidades, e sabemos que muitas requisitos ainda prescindem desta regulamentação, declinadas na própria lei, além de outros pontos omissos, os quais certamente demandarãod muitas discussões e debates. Quanto a regulamentação e a Assistência Social: Necessidade de acompanharmos esta regulamentação, pois precisamos observar o artigo 204 da Constituição que define a participação da população no Controledasaçõesenaformulaçãodepolíticas,enocasodoCEBAS (Conselhos) e com a nova Lei a competência agora cabe apenas ao Governo (MDS).

46

Nova Lei de Filantropia

Nova Lei de Filantropia Nova Lei de Filantropia A nova Lei da Filantropia e seus aspectos preponderantes para a Assistência Social e o Conselho Municipal de Assistência Social Títulos Públicos Existentes (Federal) TÍTULOS Nº

Leia mais

Lei nº 12.101 de 27 de novembro de 2009

Lei nº 12.101 de 27 de novembro de 2009 CERTIFICAÇÃO CEBAS - NA ÁREA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - MDS Lei nº 12.101 de 27 de novembro de 2009 Da Assistência Social Art. 18. A certificação ou sua renovação será concedida à entidade de assistência

Leia mais

ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO

ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO 08/10/2013 Para as desonerações tributárias, as entidades podem ser divididas em dois campos: 1) as imunes 2) as isentas 2 IMUNIDADE

Leia mais

CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CEBAS)

CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CEBAS) CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CEBAS) XIII Oficina de Conhecimento Terceiro Setor: Gestão e Sustentabilidade Goiânia, 09/10/12 Wagner Nogueira da Silva Advogado OAB/GO 14.374

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 Institui orientação para regulamentação do art. 3º

Leia mais

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Atuação institucional na proteção dos direitos sociais B rasília-d F Nova Lei de Certificação e Acompanhamento Finalístico das Entidades ü A Constituição Federal

Leia mais

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social Associação Fundação Privada Associação Sindical Partidos Políticos (1) renúncia fiscal Subvencionada 1 Entidades

Leia mais

1 Requerimento devidamente preenchido, fornecido pelo Conselho Municipal de Assistência Social, assinado pelo representante legal da Entidade;

1 Requerimento devidamente preenchido, fornecido pelo Conselho Municipal de Assistência Social, assinado pelo representante legal da Entidade; VI- Promover o atendimento e o assessoramento aos beneficiários da Lei Orgânica da Assistência Social e a defesa e garantia dos seus direitos. Em se tratando de entidade da área de saúde, a entidade deve

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO ÂMBITO DO MDS

CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO ÂMBITO DO MDS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME MDS SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SNAS CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO ÂMBITO DO MDS DEPARTAMENTO DA REDE

Leia mais

Apresenta-se como importante ferramenta para fortalecer a gestão do SUS, promover a adequação, a expansão e a potencialização dos serviços de saúde ¹

Apresenta-se como importante ferramenta para fortalecer a gestão do SUS, promover a adequação, a expansão e a potencialização dos serviços de saúde ¹ Importância do CEBAS Apresenta-se como importante ferramenta para fortalecer a gestão do SUS, promover a adequação, a expansão e a potencialização dos serviços de saúde ¹ - Isenção das Contribuições Sociais;

Leia mais

PRINCIPAIS REFLEXOS CONTÁBEIS DA NOVA LEI DA FILANTROPIA ENTIDADES BENEFICENTES (Lei Federal nº 12.101/09) Autores: Ivan Pinto Ricardo Monello

PRINCIPAIS REFLEXOS CONTÁBEIS DA NOVA LEI DA FILANTROPIA ENTIDADES BENEFICENTES (Lei Federal nº 12.101/09) Autores: Ivan Pinto Ricardo Monello PRINCIPAIS REFLEXOS CONTÁBEIS DA NOVA LEI DA FILANTROPIA ENTIDADES BENEFICENTES (Lei Federal nº 12.101/09) Autores: Ivan Pinto Ricardo Monello No dia 30 de novembro de 2009 foi publicado no Diário Oficial

Leia mais

Perguntas F requentes Relacionadas à Inscrição de Entidades de Assistência Social nos Conselhos Municipais de Assistência Social e do Distrito Federal

Perguntas F requentes Relacionadas à Inscrição de Entidades de Assistência Social nos Conselhos Municipais de Assistência Social e do Distrito Federal Perguntas F requentes Relacionadas à Inscrição de Entidades de Assistência Social nos Conselhos Municipais de Assistência Social e do Distrito Federal 1. Onde localizar os procedimentos para inscrição

Leia mais

Marcelo Monello Conselheiro

Marcelo Monello Conselheiro Marcelo Monello Conselheiro Prestação de contas das Entidades de Assistência Social O que são gratuidades? Como deve ser realizado esse lançamento no caso das contribuições das empresas 1 da taxa de contribuição

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010

RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010 RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010 Define os parâmetros nacionais para a inscrição das entidades e organizações de assistência social, bem como dos serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais

Leia mais

JOSÉ CARLOS AGUILERA Conselho de Assistência Social do Distrito Federal CAS/DF

JOSÉ CARLOS AGUILERA Conselho de Assistência Social do Distrito Federal CAS/DF Ministério Público e Terceiro Setor Atuação institucional na proteção dos direitos sociais Nova Lei de Filantropia e Acompanhamento Finalístico das Entidades do Terceiro Setor JOSÉ CARLOS AGUILERA Conselho

Leia mais

RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I

RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I Alterada pela Resolução CNAS nº 3, de 13 de fevereiro de 2001 Regras e critérios para a concessão ou renovação do Certificado de Entidade

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011 CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CMAS RESOLUÇÃO CMAS Nº 16, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011 Resolução CMAS nº 16, 26 de setembro de 2011, revoga a Resolução CMAS nº 01/2002 e define os parâmetros para

Leia mais

Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010

Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010 Lei n. 12.101/2009 Decreto n. 7.237/2010 LEI N. 12.101/2009 DECRETO N. 7237/2010 O principal objetivo da presente Lei é dispor sobre a certificação das entidades beneficentes de assistência social. Tem

Leia mais

CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: EDUCAÇÃO

CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: EDUCAÇÃO CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: EDUCAÇÃO ENTIDADES ABRANGIDAS: Entidades que prestam serviços preponderantemente na área da educação podem requerer a

Leia mais

SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Campo Grande-MS

SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Campo Grande-MS SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Campo Grande-MS Mudanças na Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social e

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Página 1 de 10 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.101, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2009. Mensagem de veto Dispõe sobre a certificação das entidades beneficentes de

Leia mais

Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos.

Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos. Resolução CNAS n.º 32, de 24 de fevereiro de 1999 Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos. O Plenário do Conselho Nacional de Assistência Social

Leia mais

WORKSHOP RENOVAÇÃO DO CERTIFICADO DE ENTIDADE FILANTRÓPICA (CEAS) PARA ENTIDADES DE EDUCAÇÃO

WORKSHOP RENOVAÇÃO DO CERTIFICADO DE ENTIDADE FILANTRÓPICA (CEAS) PARA ENTIDADES DE EDUCAÇÃO WORKSHOP RENOVAÇÃO DO CERTIFICADO DE ENTIDADE FILANTRÓPICA (CEAS) PARA ENTIDADES DE EDUCAÇÃO Palestrante: KILDARE MEIRA São Paulo, 19 de março de 2012. 1ª EXPOSIÇÃO: PROCEDIMENTO DE RENOVAÇÃO DO CEAS COMO

Leia mais

Pesquisa das Entidades de Assistência Social Privadas sem Fins Lucrativos - PEAS

Pesquisa das Entidades de Assistência Social Privadas sem Fins Lucrativos - PEAS Pesquisa das Entidades de Assistência Social Privadas sem Fins Lucrativos - PEAS Pesquisa realizada em 2006, por meio de parceria entre o MDS e o IBGE. Objeto da pesquisa: entidades que prestam serviços

Leia mais

CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: ASSISTÊNCIA SOCIAL

CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: ASSISTÊNCIA SOCIAL CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: ASSISTÊNCIA SOCIAL ENTIDADES ABRANGIDAS: Entidades que atuam na área de assistência social (Art. 18 da Lei nº 12.101/2009)

Leia mais

A nova lei da filantropia Aspectos legais e repercussões 22.12.2009

A nova lei da filantropia Aspectos legais e repercussões 22.12.2009 A nova lei da filantropia Aspectos legais e repercussões 22.12.2009 Advogado Mestre em Direito Privado UniFMU FADISP Pós-Graduado em Direito Processual Civil UniFMU Pós-Graduado em Direito Empresarial

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.237, DE 20 DE JULHO DE 2010. Regulamenta a Lei n o 12.101, de 27 de novembro de 2009, para dispor sobre o processo de

Leia mais

CT03.07 - Departamento de Gestão Social Fevereiro/2013 Atualizado em março/2014 CARTA TÉCNICA

CT03.07 - Departamento de Gestão Social Fevereiro/2013 Atualizado em março/2014 CARTA TÉCNICA CARTA TÉCNICA Nome do Certificado: INSCRIÇÃO NO CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ENTIDADES QUE DEVEM REALIZAR O REGISTRO: Entidades de Assistência Social ORGÃO RESPONSÁVEL PELA EMISSÃO: Conselho

Leia mais

Gestão Contábil e Financeira do Terceiro Setor. Marcelo Monello

Gestão Contábil e Financeira do Terceiro Setor. Marcelo Monello Gestão Contábil e Financeira do Terceiro Setor LEI Nº 12.101, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a certificação das entidades beneficentes de assistência social; regula os procedimentos de isenção

Leia mais

Edital de Convocação nº 01/2015. Convocação para Inscrição de Entidades e Organizações Não-Governamentais

Edital de Convocação nº 01/2015. Convocação para Inscrição de Entidades e Organizações Não-Governamentais Edital de Convocação nº 01/2015 Convocação para Inscrição de Entidades e Organizações Não-Governamentais A Presidente do CMAS Conselho Municipal de Assistência Social de Cáceres, no uso de suas atribuições

Leia mais

Seminário de Mantenedoras: ANEC 2015 Plano de ação e Relatório de atividades para entidades de Assistência Social. Prof.ª Cristiane Michette

Seminário de Mantenedoras: ANEC 2015 Plano de ação e Relatório de atividades para entidades de Assistência Social. Prof.ª Cristiane Michette Seminário de Mantenedoras: ANEC 2015 Plano de ação e Relatório de atividades para entidades de Assistência Social Prof.ª Cristiane Michette O que são entidades de assistência social? Entidades sem fins

Leia mais

Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS

Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS RESOLUÇÃO Nº 14, DE 15 MAIO DE 2014 Define os parâmetros nacionais para a inscrição das entidades ou organizações de Assistência Social, bem como dos serviços,

Leia mais

Cadastro Nacional das Entidades de Assistência Social CNEAS

Cadastro Nacional das Entidades de Assistência Social CNEAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Assistencia Social SNAS Departamento da Rede Socioassistencial Privada do SUAS DRSP Cadastro Nacional das Entidades de Assistência

Leia mais

Lei nº 12.868/2013 Alterações na Lei 12.101/2009 Educação

Lei nº 12.868/2013 Alterações na Lei 12.101/2009 Educação Lei nº 12.868/2013 Alterações na Lei 12.101/2009 Educação 1 Gratuidade Art. 13. Para os fins da concessão da certificação de que trata esta Lei, a entidade de educação deverá aplicar anualmente em gratuidade,

Leia mais

3 o A instância coordenadora da Política Nacional de Assistência Social é o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. (NR).

3 o A instância coordenadora da Política Nacional de Assistência Social é o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. (NR). PROJETO DE LEI Altera a Lei n o 8.742, de 7 de dezembro de 1993, que dispõe sobre a organização da Assistência Social. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1 o Os arts. 6 o, 13, 14, 15, 16, 17, 20, 22 e

Leia mais

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta: PROJETO DE LEI N Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC, altera as Leis n. 7.998, de 11 de janeiro de 1990, n. 8.121, de 24 de julho de 1991 e n. 10.260, de 12 de julho

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.881, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Mensagem de veto Dispõe sobre a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das

Leia mais

REGRAS PARA AS FILANTRÓPICAS

REGRAS PARA AS FILANTRÓPICAS ASSOCIAÇÃO DOS SANTOS ANJOS Colégio dos Santos Anjos Rio de Janeiro REGRAS PARA AS FILANTRÓPICAS Rio de Janeiro, 30 de agosto de 2010 ASSOCIAÇÃO DOS SANTOS ANJOS Colégio dos Santos Anjos Palestrante: Nilton

Leia mais

Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social na área da Saúde CEBAS - Saúde

Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social na área da Saúde CEBAS - Saúde Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social na área da Saúde CEBAS - Saúde JUNHO 2011 Lei Federal nº 12.101, de 27 de novembro de 2009, publicada em 30 de novembro de 2009, estabeleceu

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES INSTITUTO DOS MAGISTRADOS DE PERNAMBUCO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM DIREITO DO TRABALHO, PROCESSO DO TRABALHO E PREVIDENCIÁRIO DIREITO PREVIDENCIÁRIO I Prof. Bruno Van Dyke

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA OBTER O TÍTULO DE UTILIDADE PÚBLICA

PROCEDIMENTOS PARA OBTER O TÍTULO DE UTILIDADE PÚBLICA PROCEDIMENTOS PARA OBTER O TÍTULO DE UTILIDADE PÚBLICA No Estado de São Paulo, a Lei Estadual n 2.574 de 4 de dezembro de 1980 estabelece normas para a declaração de utilidade pública. Cabe à Secreta a

Leia mais

CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: SAÚDE

CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: SAÚDE CARTA TÉCNICA CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CEBAS ÁREA: SAÚDE ENTIDADES ABRANGIDAS: Entidades que atuam na área da saúde (Art. 4º ao Art. 11º da Lei nº 12.101/2009) ÓRGÃO RESPONSÁVEL

Leia mais

.1. Art.1. A certificação das entidades de assistência social e a isenção de contribuições para a seguridade social serão concedidas às pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, reconhecidas

Leia mais

LEI Nº. 430 DE 15 DE ABRIL DE 2010

LEI Nº. 430 DE 15 DE ABRIL DE 2010 LEI Nº. 430 DE 15 DE ABRIL DE 2010 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E O FUNCIONAMENTO DA INSTÂNCIA MUNICIPAL DE CONTROLE SOCIAL DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA MARCOS ROBERTO FERNANDES CORRÊA, Prefeito Municipal de Pratânia,

Leia mais

Departamento da Rede SocioassistencialPrivada do

Departamento da Rede SocioassistencialPrivada do Departamento da Rede SocioassistencialPrivada do SUAS Dados Gerais: Pesquisa das Entidades de Assistência Social Privadas sem Fins Lucrativos PEAS realizada em 2006,pormeiodeparceriaentreoMDSeoIBGE. Objeto

Leia mais

Constituição Federal

Constituição Federal Constituição Federal CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1 CONSTITUIÇÃO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - 1988 COM A INCORPORAÇÃO DA EMENDA 14 Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação

Leia mais

Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social CEBAS. (Entidades que atuam na Assistência Social)

Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social CEBAS. (Entidades que atuam na Assistência Social) Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social CEBAS (Entidades que atuam na Assistência Social) 1 Lei 12.101/2009 Dispõe e sobre a CERTIFICAÇÃ ÇÃO das entidades beneficentes de assistência

Leia mais

CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL -CEBAS OBTENÇÃO/RENOVAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E EDUCAÇÃO LEI 12.101/2009

CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL -CEBAS OBTENÇÃO/RENOVAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E EDUCAÇÃO LEI 12.101/2009 CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL -CEBAS OBTENÇÃO/RENOVAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E EDUCAÇÃO LEI 12.101/2009 28 de Junho de 2013 Horário: 9hs ás 12:30hs e de 13:30hs ás 17:30hs Programa:

Leia mais

Isenção Previdenciária das Entidades Beneficentes. Adriana Gomes Rêgo

Isenção Previdenciária das Entidades Beneficentes. Adriana Gomes Rêgo Isenção Previdenciária das Entidades Beneficentes Adriana Gomes Rêgo Subtemas A certificação de entidade beneficente concedida pelos Ministérios da Educação, Saúde e Desenvolvimento Social, traduz na isenção

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE SEM FINALIDADE DE LUCROS OBJETIVO 1. Esta norma estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação, de registro dos componentes e variações

Leia mais

LEI N 12.868/13: MUDANÇA DE PARADIGMA NA FILANTROPIA?

LEI N 12.868/13: MUDANÇA DE PARADIGMA NA FILANTROPIA? LEI N 12.868/13: MUDANÇA DE PARADIGMA NA FILANTROPIA? É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal maneira que num dado momento a tua fala seja a tua prática. Paulo Freire

Leia mais

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Micro Empreendedor individual Definição Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.

Leia mais

PROGRAMAS DE BOLSAS DE ESTUDO E BOLSAS DE PESQUISA DO ESTADO DE SANTA CATARINA

PROGRAMAS DE BOLSAS DE ESTUDO E BOLSAS DE PESQUISA DO ESTADO DE SANTA CATARINA PROGRAMAS DE BOLSAS DE ESTUDO E BOLSAS DE PESQUISA DO ESTADO DE SANTA CATARINA DA GARANTIA DOS DIREITOS CONSTITUCIONAIS AO CUMPRIMENTO DE SUAS CONDICIONALIDADES Florianópolis abril 2011 1 Fundamentação

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.101, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2009. Mensagem de veto Regulamento Vide Lei nº 12.868, de 2013 Regulamento Dispõe sobre a certificação

Leia mais

DECRETO Nº 4.306. Parágrafo Único - Os contratos dos prestadores credenciados terão vigência de dois anos.

DECRETO Nº 4.306. Parágrafo Único - Os contratos dos prestadores credenciados terão vigência de dois anos. DECRETO Nº 4.306 Dispõe sobre o credenciamento e a contratação de prestadores de serviços ao Sistema Único de Saúde no Município de Pelotas. Art. 1º - A contratação de prestadores de serviço do Sistema

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.166/09 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. regimentais, O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

MUNICÍPIO DE PANAMBI RS

MUNICÍPIO DE PANAMBI RS DECRETO MUNICIPAL Nº 064/2014, DE 02 DE JULHO DE 2014. REGULAMENTA A LEI MUNICIPAL 3.681/2013, INSTITUIDORA DO FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA PESSOA IDOSA E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. Miguel Schmitt Prym,

Leia mais

O SUAS e rede privada na oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais

O SUAS e rede privada na oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais O SUAS e rede privada na oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais Departamento da Rede Socioassistencial Privada do SUAS. Secretaria Nacional de Assistencia Social. DADOS

Leia mais

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 Regulamenta a aplicação das emendas parlamentares que adicionarem recursos à Rede SUS no exercício de 2014 para aplicação em obras de ampliação e construção de entidades

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005

RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005 RESOLUÇÃO CONJUNTA CGM/SMAS/SMA Nº 019 DE 29 ABRIL DE 2005 Dispõe sobre os procedimentos para cadastramento de Fundações Privadas ou Associações pela Comissão de Cadastramento de ONGs e Associações, de

Leia mais

INTERPRETAÇÃO DA RESOLUÇÃO CFC No. 1.409/12 ITG 2002

INTERPRETAÇÃO DA RESOLUÇÃO CFC No. 1.409/12 ITG 2002 INTERPRETAÇÃO DA RESOLUÇÃO CFC No. 1.409/12 ITG 2002 NO CONTEXTO OPERACIONAL DEVE TER OS REQUISITOS QUE ENQUADRAM A ENTIDADE COMO SEM FINS LUCRATIVOS: A) pessoas jurídicas de direito privado sem finalidade

Leia mais

http://www.consultorpublico.com.br falecom@consultorpublico.com.br

http://www.consultorpublico.com.br falecom@consultorpublico.com.br LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006. (ESTATUTO NACIONAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE) O ESTATUTO NACIONAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE E O ESTADO E MUNICÍPIOS

Leia mais

Prefeitura Municipal de Itanhangá Gestão 2005/2008

Prefeitura Municipal de Itanhangá Gestão 2005/2008 LEI Nº 019/2005 DATA: 10 DE MARÇO DE 2005. SÚMULA: CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTENCIA SOCIAL DA OUTRAS PROVIDÊNCIS. O Sr. VALDIR CAMPAGNOLO, Prefeito Municipal de Itanhangá, Estado de Mato Grosso,

Leia mais

CONTROLE E PARTICIPAÇÃO SOCIAL NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

CONTROLE E PARTICIPAÇÃO SOCIAL NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CONTROLE E PARTICIPAÇÃO SOCIAL NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CNAS SEMINÁRIO PROTEÇÃO SOCIAL NO BRASIL E ÁFRICA BRASÍLIA AGOSTO/2008 MARCO REGULATÓRIO RIO A

Leia mais

CEF vai baixar os juros para o Minha Casa, Minha Vida

CEF vai baixar os juros para o Minha Casa, Minha Vida PREFEITURA MUNICIPAL DE PLANALTO Nº 433 - ANO VII Quarta -feira, 25 de Abril de 2012 Autorizado pela Lei Municipal 0246/2006 CEF vai baixar os juros para o Minha Casa, Minha Vida Depois de reduzir os juros

Leia mais

Projeto de Decreto. (Criar uma denominação/nome própria para o programa)

Projeto de Decreto. (Criar uma denominação/nome própria para o programa) Projeto de Decreto Dispõe sobre as atribuições e competência do Programa de Execução de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto, atendendo à Resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente,

Leia mais

nas técnicas de trabalho desenvolvidas no âmbito do Controle Interno do Poder Executivo, denominadas de auditoria e fiscalização.

nas técnicas de trabalho desenvolvidas no âmbito do Controle Interno do Poder Executivo, denominadas de auditoria e fiscalização. Finalidades e Atividades do Sistema de Controle 1. O Controle visa à avaliação da ação governamental, da gestão dos administradores e da aplicação de recursos públicos por entidades de Direito Privado,

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA E DO DESPORTO Seção I Da Educação Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES PROJETO DE LEI Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC; altera as Leis n os 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que regula o Programa

Leia mais

QUALIFICAÇÕES, TÍTULOS E CERTIFICADOS. PAULA MELLO Assessoria Jurídica no Terceiro Setor

QUALIFICAÇÕES, TÍTULOS E CERTIFICADOS. PAULA MELLO Assessoria Jurídica no Terceiro Setor QUALIFICAÇÕES, TÍTULOS E CERTIFICADOS EMITIDOS PELOS ÓRGÃOS PUBLICOS PAULA MELLO Assessoria Jurídica no Terceiro Setor As qualificações, títulos e certificados podem ser pleiteados em âmbito: Federal Estadual

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 143 - Data 2 de junho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS ISENÇÃO. CERTIFICAÇÃO DA ENTIDADE

Leia mais

Relação de documentos necessários para requerer o CEBAS?

Relação de documentos necessários para requerer o CEBAS? Relação de documentos necessários para requerer o CEBAS? DOCUMENTO DESCRIÇÃO DO DOCUMENTO SOLICTADO Requerimento assinado pelo O modelo do requerimento pode ser obtido no anexo I desta relação representante

Leia mais

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007.

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. Dispõe sobre a criação do Instituto Escola de Governo e Gestão Pública de Ananindeua, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui, e eu

Leia mais

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei:

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei: LEI Nº 1512/2009 SÚMULA: Cria o Conselho Municipal da Educação. Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ 2008 CAPÍTULO I DA CONCEPÇÃO E FINALIDADE Art. 1º. Respeitada a legislação vigente, as normas específicas aplicáveis a cada curso e, em

Leia mais

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 133 ASSISTÊNCIA SOCIAL

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 133 ASSISTÊNCIA SOCIAL ASSISTÊNCIA SOCIAL Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social Decreto n o 2.173, de 5 de março de 1997 aprova o Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social. Decreto n

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica NOVA REGULAMETNAÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CNAS) PROJETO DE LEI (PL) Nº 7.494/2006 REFLEXOS PARA O SESC E PARA O SENAC Jorge Cézar Moreira Lanna

Leia mais

LEI 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE

LEI 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE LEI 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo e dá outras providências. * V. Dec. 6.180/2007 (Regulamenta a Lei 11.438/2006).

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

LEI N 2.284/07 DE 14 DE SETEMBRO DE 2007.

LEI N 2.284/07 DE 14 DE SETEMBRO DE 2007. 1 LEI N 2.284/07 DE 14 DE SETEMBRO DE 2007. Altera, em parte, a Lei Municipal nº 2.231, de 24 de julho de 2006, que DISPÕE SOBRE A REORGANIZAÇÃO DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DO PODER EXECUTIVO DO MUNICÍPIO

Leia mais

DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL. Contabilidade para o Terceiro Setor

DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL. Contabilidade para o Terceiro Setor DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL Contabilidade para o Terceiro Setor Professora: Cássia de Oliveira Silva Aulas: dias 17/11 e 18/11/2014 ; 24 e 25/11/2014 Gestão Contábil no Terceiro Setor

Leia mais

NEATS NÚCLEO DE ESTUDOS AVANÇADOS DO TERCEIRO SETOR

NEATS NÚCLEO DE ESTUDOS AVANÇADOS DO TERCEIRO SETOR NEATS NÚCLEO DE ESTUDOS AVANÇADOS DO TERCEIRO SETOR 1 APRESENTAÇÃO José Alberto Tozzi Adm. Empresas FGV MBA USP Mestre pela PUC-SP Instrutor de Gestão Financeira do GESC Instrutor do Curso de Contabilidade

Leia mais

Cartilha Contábil de apoio

Cartilha Contábil de apoio Cartilha Contábil de apoio Conteúdo Introdução... 3 A Cartilha... 4 Receita Operacional... 5 Receitas de mensalidades / semestralidades / anuidades... 5 Outros serviços educacionais... 5 Subvenções para

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.593, DE 18 DE JANEIRO DE 2012. Mensagem de veto Institui o Plano Plurianual da União para o período de 2012 a 2015. A PRESIDENTA

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006. Dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo e

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 02/2013

ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 02/2013 ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 02/2013 Aos: Senhores(as) Secretários(as) Municipais de Assistência Social e Conselheiros Municipais de Assistência Social. Referente: Elaboração do Plano Municipal de Assistência

Leia mais

ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991.

ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991. LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LUIS HELOSMAN DE FIGUEIREDO, PREFEITO MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA, ESTADO

Leia mais

OFICINA DE CONHECIMENTO GESTÃO E SUSTENTABILIDADE PARA O TERCEIRO SETOR

OFICINA DE CONHECIMENTO GESTÃO E SUSTENTABILIDADE PARA O TERCEIRO SETOR OFICINA DE CONHECIMENTO GESTÃO E SUSTENTABILIDADE PARA O TERCEIRO SETOR TERCEIRO SETOR O TERCEIRO SETOR PODE SER CONCEITUADO COMO AQUELE COMPOSTO PELO CONJUNTO DE ENTIDADES QUE TENHA COMO OBJETIVO E FINALIDADE

Leia mais

As entidades e organizações da Assistência Social no Sistema Único de Assistência Social

As entidades e organizações da Assistência Social no Sistema Único de Assistência Social Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistencia Social Departamento da Rede Socioassistencial Privada do SUAS As entidades e organizações da Assistência Social

Leia mais

Marcones Libório de Sá Prefeito

Marcones Libório de Sá Prefeito Mensagem n. 010 /2015 Salgueiro, 14 de Setembro de 2015. Senhor Presidente, Senhores (as) Vereadores (as), Considerando os princípios de descentralização e transparência, que tem levado esta administração

Leia mais

FENASAN XXI Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente XXI Encontro Técnico AESABESP 11.08.10

FENASAN XXI Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente XXI Encontro Técnico AESABESP 11.08.10 FENASAN XXI Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente XXI Encontro Técnico AESABESP 11.08.10 Gustavo Justino de Oliveira Pós Doutor em Direito Administrativo Universidade de Coimbra Professor de Direito

Leia mais

PERSPECTIVAS SOBRE FILANTROPIA. Roberto Tambelini

PERSPECTIVAS SOBRE FILANTROPIA. Roberto Tambelini PERSPECTIVAS SOBRE FILANTROPIA Roberto Tambelini 2015 SUMÁRIO 1) O PRÓXIMO PROTOCOLO DE RENOVAÇÃO DO CEAS A) QUANDO? B) COM QUE LEGISLAÇÃO APLICÁVEL C) COMO? 2)CONTEÚDO DO RELATÓRIO DE RENOVAÇÃO DO CEAS

Leia mais

Medida Provisória nº de de 2008

Medida Provisória nº de de 2008 Medida Provisória nº de de 008 Dispõe sobre a criação da Gratificação de Desempenho de Atividade de Controle Interno e de Apoio Técnico ao Controle Interno no âmbito das Instituições Federais vinculadas

Leia mais

PORTARIA Nº 321, DE 29 DE SETEMBRO DE 2008

PORTARIA Nº 321, DE 29 DE SETEMBRO DE 2008 PORTARIA Nº 321, DE 29 DE SETEMBRO DE 2008 Regulamenta a gestão das condicionalidades do Programa Bolsa Família, revoga a Portaria/MDS nº 551, de 9 de novembro de 2005, e dá outras providências. O MINISTRO

Leia mais

Regulamento de Estágio

Regulamento de Estágio Regulamento de Estágio Capitulo I - Do Estágio e suas Finalidades Capitulo II - Da Forma de Realização Capitulo III - Da Inscrição, Duração e Encerramento do Estágio Capitulo IV - Do Acompanhamento e Avaliação

Leia mais

LEI Nº 213/1994 DATA: 27 DE JUNHO DE 1.994. SÚMULA: INSTITUI O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. CAPITULO I DOS OBJETIVOS

LEI Nº 213/1994 DATA: 27 DE JUNHO DE 1.994. SÚMULA: INSTITUI O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. CAPITULO I DOS OBJETIVOS LEI Nº 213/1994 DATA: 27 DE JUNHO DE 1.994. SÚMULA: INSTITUI O FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. O Sr. Ademir Macorin da Silva, Prefeito Municipal de Tapurah, Estado de Mato Grosso, no

Leia mais

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000.

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. Institui o Plano de Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Municipais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS decreto e eu sanciono

Leia mais

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos.

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos. Oficina Gestão do SUAS e o Controle Social Ementa: Orientar a reorganização dos órgãos gestores no tocante a legislação, com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros,

Leia mais

CEBAS. Documentos Formais para Prestação de Contas. Brunno Carrijo Ministério da Saúde

CEBAS. Documentos Formais para Prestação de Contas. Brunno Carrijo Ministério da Saúde CEBAS Documentos Formais para Prestação de Contas Brunno Carrijo Ministério da Saúde Lei de 12.101/09 Declaração, fornecida pelo gestor do SUS, de redução do período mínimo de cumprimento dos requisitos

Leia mais