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2 0. Apresentação. O é o fruto da contínua investigação da Simon no âmbito das novas tecnologias aplicadas a moradias, edifícios, estabelecimentos comerciais, etc., para dar uma resposta inovadora às novas necessidades geradas nestes tipos de instalação. O está especialmente desenhado a partir da contribuição contínua entre profissionais, clientes e utilizadores que, nesses últimos anos, têm trabalhado no âmbito da domótica junto com a Simon. Um sistema concebido para simplificar ao máximo a instalação e a programação posterior e que oferece ferramentas que facilitam e agilizam o trabalho profissional. O responde a qualquer tipo de exigência na instalação: casas grandes ou pequenas, hotéis, residências para idosos, escritórios, estabelecimentos comerciais, etc. O oferece uma ampla gama de soluções, podendo ser ampliado ou reduzido de acordo com o tipo de necessidade de cada momento. O é um sistema tecnologicamente avançado que utiliza os últimos desenvolvimentos informáticos para se adaptar às novas tendências tecnológicas. 1

3 índice 0. Apresentação produto 1. Descrição do produto. Pautas de planeamento.1. Conceito de entradas e saídas.. Passos a seguir para planear uma instalação com o Cálculo de entradas e saídas... Cálculo de módulos..3. Cálculo de fonte de alimentação..4. Distribuição dos módulos.3. Exemplos de planeamento.3.1. Exemplo de planeamento numa moradia.3.. Exemplo de planeamento num hotel 3. Instalação 3.1. Características especiais da instalação 3.. Canalizações 3.3. Cablagem Características dos cabos de alimentação Características dos cabos de dados 3.4. Montagem dos circuitos de protecção 3.5. Distribuição dos módulos do 3.6. Verificação da instalação Verificação da alimentação Verificação das entradas Verificação das saídas 4. Módulos 4.1. Módulo de fonte de alimentação 100 W Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do módulo 3

4 Ligação do módulo Descrição do módulo Led indicador (OK) Cálculo de fontes de alimentação na instalação Ligação de mais de uma fonte de alimentação 4.. Módulo de entradas 4 V cc Características técnicas 4... Função dentro do sistema Instalação do módulo Ligação do módulo Descrição do módulo Led indicador de alimentação Led de serviço Botão de serviço Leds indicadores Verificação da instalação do módulo Habilitação de um módulo na rede 4.3. Módulo de saídas 30 V ca Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do módulo Ligação do módulo Descrição do módulo Led indicador de alimentação Led de serviço Botão de serviço Leds indicadores Botões de teste Verificação da instalação do módulo Habilitação de um módulo na rede 4.4. Módulo Dimmer LR Características técnicas Função do módulo dentro do sistema Instalação do módulo Ligação do módulo Descrição do módulo Led de serviço Botão de serviço Recuperação do sistema em caso de falha de alimentação Habilitação de um módulo na rede 4.5. Módulo Dimmer CR Características técnicas Função do módulo dentro do sistema

5 Instalação do módulo Ligação do módulo Descrição do módulo Led de serviço Botão de serviço Recuperação do sistema em caso de falha de alimentação Habilitação de um módulo na rede 4.6. Módulo visualizador DIN Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do módulo Ligação do módulo Descrição do módulo Led de serviço Botão de serviço Ecrã LCD Cursores Programação da funcionalidade do visualizador 4.7. Módulo visualizador/sonda Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do módulo Ligação do módulo Descrição do módulo Led de serviço Botão de serviço Ecrã LCD Cursores Sonda de temperatura Programação da funcionalidade do visualizador 4.8. Módulo de entradas/saídas de embutir Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do módulo Ligação do módulo Descrição do módulo Mecanismo Led de serviço Botão de serviço Teclas Leds indicadores Habilitação de um módulo na rede 4.9. Módulo receptor IV 5

6 Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do módulo Descrição do módulo Botão de serviço Botão auxiliar Aviso sonoro Telecomando IV Características técnicas Função dentro do sistema Funcionamento Substituição de baterias Módulo terminador de rede Características técnicas Função dentro do sistema Ligação do módulo 4.1. Módulo Switch Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do módulo Ligação do módulo Descrição do módulo Configuração do módulo Módulo repetidor Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do módulo Ligação do módulo Descrição do módulo Módulo adaptador Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do módulo Ligação do módulo Descrição do módulo Módulo de ligação à rede LON Características técnicas Função dentro do sistema Descrição do módulo Rede LON Led de estado Ligação a PC Ligação à rede 6

7 5. Exemplos de instalação 5.1. Persianas Persianas motorizadas sem basculamento Persianas motorizadas com basculamento Controlo de uma persiana com o módulo de entradas/saídas de embutir Controlo de duas persianas com o módulo de entradas/saídas de embutir 5.. Climatização Climatização por água geral 5... Climatização por água por zonas Climatização eléctrica geral Climatização eléctrica por zonas Climatização por bomba de calor geral Climatização por bomba de calor por zonas 5.3. Rega 5.4. Intrusão 5.5. Iluminação 5.6. Iluminação e extracção 5.7. Corte de fornecimento 5.8. Instalação geral 5.9. Periféricos Botoneira multifuncional Características técnicas Função dentro do sistema Instalação da botoneira Detector de infravermelho passivo Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do detector Ligação do detector Detector crepuscular Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do detector Funcionamento Colocação em funcionamento Esquema de instalação Detector de inundação Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do detector 7

8 Ligação do detector e da sonda Descrição do detector Led indicador Led de alarme Selectores Detector de inundação de embutir Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do detector Ligação do detector e da sonda Descrição do detector Led indicador Led de alarme Botão de teste/reiniciar Detector de gás Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do detector Ligação do detector Descrição do detector Led indicador Led de alarme Detector de gás de embutir Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do detector Ligação do detector Descrição do detector Led indicador Led de alarme Botão de teste/reiniciar Detector de fumos iónico Características técnicas Função dentro do sistema Instalação do detector Ligação do detector Led Electroválvula de água Características técnicas Função dentro do sistema Instalação da electroválvula Electroválvula de gás Características técnicas

9 Função dentro do sistema Instalação da electroválvula 6. Colocação em funcionamento 6.1. Software de instalação Instalação do software Iniciar a programação 9

10 ANEXO A 7. Introdução a redes 7.1. Conceito de rede 7.. Arquitectura de uma rede 7.3. Meios de transmissão 7.4. Topologia das redes 7.5. Protocolos ANEXO B 8. Introdução à tecnologia LON 8.1. Introdução 8.. Descrição de uma rede LON 8.3. Protocolo Lontalk Estrutura de uma rede LON 8.4. Neuron Chip 8.5. Topologias da rede LON 8.6. Transreceptores LONWORKS 8.7. Variáveis de rede ANEXO C 9. Sugestões * Echelon, LON, LONWORKS, e LonTalk são marcas comerciais da propriedade da Echelon Corporation e registadas nos Estados Unidos e outros países. 10

11 1 Descrição do produto 1Descrição do produto

12 1. Descrição do produto O é um produto que permite realizar a gestão inteligente de sistemas, como podem ser a iluminação, a climatização, os alarmes técnicos, as persianas e os toldos, tendo sido desenhado para todos os tipos de instalações com tecnologia LONWORKS. É um sistema de inteligência distribuída, o que significa que cada elemento do incorpora um nó totalmente autónomo, que permite realizar soluções isoladas, como, por exemplo, o controlo da iluminação mediante a automatização por detecção da sua activação/desactivação, ou soluções completas, como pode ser a gestão da iluminação de toda uma instalação. Componentes Rede Através da rede LON (cujas características técnicas estão especificadas no ANEXO B deste manual), os nós estabelecem comunicação para intercambiar informação dentro da rede informática. No estes nós denominam-se módulos. Módulos Existem diversos tipos de módulos que, distribuídos pela instalação, podem realizar diferentes funções: - Receber informação através de botões, interruptores, sensores e/ou detectores. - Processar a informação recebida segundo a programação existente. - Executar ordens, activar luzes, accionar persianas, controlar a climatização, etc COMUNICAÇÃO INFORMAÇÃO PROCESSAR PROCESSAR ACÇÃO 1 1

13 Descrição do produto A relação de módulos do sistema é a seguinte: - Módulo fonte de alimentação 100 W - Módulo de entradas 4 V cc - Módulo de saídas 30 V ca - Módulo Dimmer LR - Módulo Dimmer CR - Módulo visualizador DIN - Módulo visualizador/sonda de embutir - Módulo de entradas/saídas de embutir - Módulo receptor IV - Telecomando IV - Módulo terminador de rede - Módulo Switch - Módulo repetidor - Módulo adaptador - Módulo de ligação à rede LON A localização dos módulos pode ser centralizada ou distribuída pela instalação, sendo que, em função das características da instalação, se escolhe o tipo de distribuição a realizar. O sistema está formado por outros elementos adicionais, como detectores, sensores, botões, etc. Todos estes módulos e componentes se descrevem no capítulo "Instalação" deste manual. 1

14 Pautas de planeamento Pautas de planeamento

15 . Pautas de planeamento.1 Conceito de entradas e saídas Antes de definir quais são os passos a seguir para planear uma instalação com o é necessário descrever uma série de termos que ajudam a conhecer melhor o sistema. As entradas, também chamadas sensores ou emissores, são todos os elementos capazes de transformar uma ordem física em uma ordem eléctrica. Um exemplo disto seria um botão, já que transforma uma ordem física (carregar numa tecla) em uma ordem eléctrica (abrir ou fechar o contacto). Outros dispositivos considerados como entradas são: - Botões simples e/ou duplos. - Interruptores. - Termóstatos. - Detectores de água, de gás e de fumo. - Sensores PIR (detectores de pessoas e de movimento). - Sensores crepusculares, de vento, chuva, humidade, etc. - Sensores de contacto, etc. Fig..1. Exemplos de entradas numa instalação. 1

16 Pautas de planeamento As saídas ou actuadores são, por outro lado, os elementos de uma instalação que convertem um sinal eléctrico em uma acção que se reflecte nos diferentes receptores do sistema. Por exemplo, activando uma saída, pode-se fazer com que se acenda ou se apague uma luz, que uma persiana desça ou suba, etc. Basicamente, as saídas de um sistema são: - Pontos de luz (lâmpadas fluorescentes, incandescentes, halogéneas com transformador convencional ou electrónico, etc.). - Tomadas de corrente (controlo de electrodomésticos: frigorífico, máquina de lavar roupa, forno, etc.). - Persianas motorizadas sem/com basculamento. - Toldos motorizados. - Aquecimento (aquecimento por água, aquecimento eléctrico, bomba de calor, etc.) e ar condicionado. - Electroválvulas (gás, água, rega). - Avisos sonoros (alarmes, avisos, etc.). - Bombas, etc. Fig... Exemplos de saídas numa instalação.

17 Pautas de planeamento.. Passos a seguir para planear uma instalação com o Cálculo de entradas e saídas Para poder conhecer o número de entradas e saídas que o sistema terá, é necessário realizar o procedimento seguinte: - PASSO 1. Escolha os sistemas e as instalações que pretende automatizar (controlo da iluminação, controlo de persianas e toldos, simulação de presença, alarmes técnicos, etc.). - PASSO. Decida sobre quais serão os elementos da instalação eléctrica que utilizará para realizar o controlo: botões, interruptores, telecomando, etc., bem como os actuadores: persianas, lâmpadas halogéneas com transformador electrónico, sistema de rega, etc. Uma vez tenha realizado estas operações, deverá contar o número de entradas e saídas independentes da instalação, tendo em conta que apenas são independentes as que efectuam uma operação diferente de qualquer outra. Exemplo: No caso a. tem-se três botões que operam pontos de luz diferentes, pelo que se consideram como três entradas independentes. Por outro lado, no caso b., os três botões operam um único ponto de luz, pelo que se consideram como uma entrada única. BOTÃO 1 PONTO DE LUZ 1 BOTÃO 1 BOTÃO PONTO DE LUZ BOTÃO PONTO DE LUZ 1 BOTÃO 3 PONTO DE LUZ 3 BOTÃO 3 a. Entradas independentes. b. Entradas não independentes. A ligação de entradas e saídas de forma independente permite alterar os circuitos livremente sem ter que modificar a cablagem. 3

18 Pautas de planeamento... Cálculo de módulos Depois de saber o número de entradas e saídas independentes, calcula-se o número de módulos do necessários para a instalação. - Conte o número de entradas de 4 V cc independentes, divida-o por 8, e arredonde para o inteiro superior para saber o número de módulos de entrada que se utilizarão: Ex.: 45 entradas de 4 V cc 45/8 = 5,6 6 módulos de entradas 4 V cc. - Conte o número de saídas de 30 V ca independentes e divida-o por 6, já que é o número de saídas das que dispõe o módulo: Ex.: 7 saídas de 30 V ca 7/6 = 4,5 5 módulos de saídas 30 V ca. - Se pretende utilizar o módulo de entradas/saídas de embutir, conte o número de entradas de 4 V cc independentes e divida-o por, já que é o número de entradas das que dispõe o módulo. Além disso, conte o número de saídas de 30 V ca independentes e divida-o por. Por exemplo, 45 entradas de 4 V cc e 7 saídas de 30 V ca. 45/ =,5 3 módulos de entradas/saídas de embutir 7/ = 13,5 14 módulos de entradas/saídas de embutir Considerando que o módulo de entradas/saídas de embutir dispõe de entradas e de saídas, escolha o número mais elevado de módulos obtido. - Depois de calcular os módulos de entrada e de saída, escolha os módulos opcionais que necessitará incorporar na sua instalação: Módulo visualizador Módulo receptor infravermelhos Módulo terminador de rede 4

19 Pautas de planeamento..3. Cálculo de fonte de alimentação Outro cálculo necessário para planear uma instalação é determinar o consumo de energia da mesma. Assim sendo, deverá somar todos os consumos de todos os módulos e outros elementos existentes na instalação e que estejam ligados à fonte de alimentação (por exemplo, electroválvulas, leds indicadores, detectores). Para realizar este cálculo, utilize a tabela abaixo: Referência Unidades Descrição módulo Consumo máximo (W) Consumo total (W) Módulo de entradas 4 V cc Módulo de saídas 30 V ca Módulo Dimmer LR Módulo Dimmer CR Módulo receptor infra-vermelhos Módulo visualizador DIN Módulo visualizador de embutir Módulo de entradas/saídas de embutir 1 Outros elementos Outros elementos CONSUMO TOTAL: Tabela.1. Dimensionamento módulo fonte de alimentação 100 W. Quando o consumo total for: De 0 W a 100 W = 1 módulo de fonte de alimentação 100 W De 101 W a 00 W = módulos de fonte de alimentação 100 W De 01 W a 300 W = 3 módulos de fonte de alimentação 100 W E assim sucessivamente... Ligação de mais de um módulo de fonte de alimentação 100 W: Consulte o esquema de ligação de dois módulos de fonte de alimentação 100 W 5

20 Pautas de planeamento..4. Distribuição dos módulos O quarto passo a realizar é o cálculo do número de módulos TE necessários, para, assim, poder decidir se os módulos se instalarão centralizadamente no quadro de distribuição ou distribuídos pela instalação. Referência Unidades Descrição módulo Módulos TE unidade Módulos TE total Módulo de entradas 4 V cc Módulo de saídas 30 V ca Módulo Dimmer LR Módulo Dimmer CR Módulo visualizador DIN Módulo terminador de rede 1 TOTAL: Tabela.. Módulos TE dos módulos de carril DIN. Com o total de módulos TE pode-se saber as dimensões que deverá ter o quadro eléctrico, tendo-se em conta que é necessário reservar espaço para as protecções: magnetotérmicos, diferenciais, relés ou contactores auxiliares, etc. (uns 30 módulos TE, aproximadamente, mas o número sempre dependerá das dimensões da instalação). Se a instalação incorporará mais de um quadro eléctrico, será preciso estudar a distribuição dos diferentes módulos nos respectivos quadros para conhecer as dimensões que cada um deles deverá ter. A distribuição dos módulos de forma centralizada ou distribuída dependerá principalmente do número e o tipo de módulos que se pretenda instalar, bem como do tipo de instalação onde os mesmos estarão localizados (apartamento, casa unifamiliar, moradia adaptada, edifício, etc.). 6

21 Pautas de planeamento.3. Exemplos de planeamento Neste ponto, convém apresentar uma série de exemplos de como se planeia e realiza o cálculo dos módulos necessários para realizar uma instalação com o Exemplo de planeamento numa moradia 1. Cálculo de entradas e saídas As funcionalidades previstas para moradias são: - Gestão da iluminação e da climatização. - Automatização de persianas e toldos. - Simulação de presença e controlo do sistema de rega. - Alarmes técnicos (detecção de gás e água). Depois de decidir as aplicações da instalação e seguindo os critérios descritos previamente, deve-se calcular o número de entradas e saídas: - Conte o número de elementos de entrada: botões, sensores, detectores, etc. (Veja-se a figura.3. Distribuição de entradas numa moradia). Tipo de entradas Quarto Sala Casa de dormir de estar Cozinha de banho Gabinete Jardim Varanda TOTAL Botão luz Botão persianas/toldos Detector de água Sonda de água Detector de gás Detector de presença Sensor crepuscular Sensor de vento Termóstato Outros TOTAL ENTRADAS: 7 7

22 Pautas de planeamento Fig..3. Distribuição das entradas numa moradia. 8

23 Pautas de planeamento Fig..4. Distribuição das saídas numa moradia. 9

24 Pautas de planeamento - Conte o número de elementos de saída: circuitos de luz, electroválvulas, persianas, etc. (Veja-se a figura.4., Distribuição de saídas em uma moradia). Tipo de saída Quarto Sala Casa de dormir de estar Cozinha de banho Gabinete Jardim Varanda TOTAL Pontos de luz (ligado/desligado) Persianas Aquecimento Ar condicionado Electroválvulas Tomadas controladas Electroválvulas rega TOTAL SAÍDAS 3. Cálculo de módulos - Conte o número de entradas de 4 V cc independentes, divida-o por 8, e arredonde o resultado para o inteiro superior: 3/8 =,875 3 módulos de entradas de 4 V cc - Conte o número de saídas de 30 V ca independentes e divida-o por 6: 8/6 = 4,66 5 Módulos de Saídas de 30 V ca. - Se utiliza o módulo de entradas/saídas de embutir, conte o número de entradas de 4 V cc independentes e o número de saídas de 30 V ca independentes e dividao por. Neste exemplo, têm-se 4 entradas de 4 V cc e 4 saídas de 30 V ca. 4/ = módulos de entradas/saídas de embutir - Depois de calcular os módulos de entradas e de saídas, deve-se determinar os módulos opcionais que se necessitarão na instalação: Módulo visualizador Módulo receptor infravermelhos Telecomando IV Módulo terminador de rede 10

25 Pautas de planeamento 3. Cálculo de fonte de alimentação Referência Unidades Descrição módulo Consumo máximo (W) Consumo Total (W) Módulo de entradas 4 V cc Módulo de saídas 30 V ca Módulo Dimmer LR Módulo Dimmer CR Módulo receptor infra-vermelhos Módulo visualizador DIN Módulo visualizador de embutir Módulo de entradas/saídas de embutir 1 Outros elementos Outros elementos Outros elementos CONSUMO TOTAL: 56 Neste caso, como o consumo total está compreendido entre os 0 W e os 100 W, sendo, portanto, conveniente instalar 1 módulo de fonte de alimentação 100 W. 4. Distribuição dos módulos Referência Unidades Descrição módulo Módulos TE unidade Módulos TE total Módulo de entradas 4 V cc Módulo de saídas 30 V ca Módulo Dimmer LR Módulo Dimmer CR Módulo visualizador DIN Módulo terminador de rede 1 1 TOTAL: 43 Para conhecer as dimensões do quadro eléctrico, é necessário determinar o número total de módulos TE e as protecções que se pretendem instalar: magnetotérmicos, diferenciais, relés ou contactores auxiliares, etc. Para mais informação sobre os circuitos de protecção, consulte o ponto 3.4. deste manual. Neste exemplo, os módulos distribuem-se em mais de um quadro, portanto, escolhese um quadro cujas dimensões permitam instalar os diferentes módulos. 11

26 Pautas de planeamento Fig..5. Distribuição de módulos numa moradia. 1

27 Pautas de planeamento.3.. Exemplo de planeamento num hotel 1. Cálculo de entradas e saídas As funcionalidades previstas para o hotel são: - Gestão da iluminação e da climatização. - Automatização de persianas. - Alarmes técnicos (detecção de água). Depois de decidir as aplicações da instalação e seguindo os critérios descritos previamente, deve-se calcular o número de entradas e saídas: - Conte o número de elementos de entrada: botões, sensores, detectores, etc. Tipo de entrada Compartimento tipo N.º compartimentos TOTAL Botão luz Botão persianas/toldos 5 50 Detector de água Sonda de água Detector de presença 5 50 Termóstato Porta-etiqueta TOTAL ENTRADAS: 375 (Veja-se a figura.6., Distribuição de entradas num hotel.) - Conte o número de elementos de saída: circuitos de luz, electroválvulas, persianas, etc. (Veja-se a figura.7. Distribuição de saídas num hotel.) Tipo de saída Compartimento tipo N.º compartimentos TOTAL Pontos de luz (ligado/desligado) Persianas Aquecimento Ar condicionado Electroválvulas 1 5 TOTAL SAÍDAS: NOTA: Neste exemplo, considera-se que o hotel tem 5 quartos e que todos os quartos contêm os mesmos elementos. 13

28 Pautas de planeamento Fig..6. Distribuição de entradas num hotel. 14

29 Pautas de planeamento Fig..7. Distribuição de saídas num hotel. 15

30 Pautas de planeamento. Cálculo de módulos - Conte o número de entradas de 4 V cc independentes, divida-o por 8, e arredonde para o inteiro superior para saber o número de módulos de entrada que se utilizarão: 35/8 = 40,65 41 módulos de entradas de 4 V cc. - Conte o número de saídas de 30 V ca independentes e divida-o por 6, já que é o número de saídas das que dispõe o módulo: 50/6 = 41,66 4 módulos de saídas de 30 V ca. - Se pretende utilizar o módulo de entradas/saídas de embutir, conte o número de entradas de 4 V cc independentes e o número de saídas de 30 V ca independentes e divida-o por. No exemplo, 50 entradas de 4 V cc e 50 saídas de 30 V ca. 50/ = 5 5 módulos de entradas/saídas de embutir - Depois de calcular os módulos de entradas e de saídas, deve-se determinar os módulos opcionais que se necessitarão na instalação: Módulo visualizador Módulo receptor infravermelhos Telecomando IV Módulo terminador de rede 16

31 Pautas de planeamento 3. Cálculo de fonte de alimentação Referência Unidades Descrição módulo Consumo máximo (W) Consumo Total (W) Módulo de entradas 4 V cc Módulo de saídas 30 V ca Módulo receptor infra-vermelhos Módulo visualizador de embutir Módulo de entradas/saídas de embutir 1 5 CONSUMO TOTAL: 6 Neste caso, como o consumo total está compreendido entre os 601 W e os 700 W, convém instalar 7 módulos de fonte de alimentação 100 W. Para a ligação de mais de um módulo de fonte de alimentação 100 W: Consulte o esquema de ligação de dois módulos fonte de alimentação 100 W. 4. Distribuição dos módulos Referência Unidades Descrição módulo Módulos TE unidade Módulos TE total Módulo de entradas 4 V cc Módulo de saídas 30 V ca Módulo Dimmer LR Módulo Dimmer CR Módulo visualizador DIN Módulo terminador de rede 1 1 TOTAL: 417 Para conhecer as dimensões do quadro eléctrico, é necessário determinar o número total de módulos TE e as protecções que se pretendem instalar: magnetotérmicos, diferenciais, relés ou contactores auxiliares, etc. Para mais informação sobre os circuitos de protecção, consulte o ponto 3.4. deste manual. Neste exemplo, considera-se que os módulos se distribuem em mais de um quadro, um sub-quadro em cada habitação. Escolhe-se um quadro cujas dimensões permitam instalar os diferentes módulos. 17

32 Pautas de planeamento Fig..8. Distribuição de módulos num hotel. 18

33 3Instalação 3 Instalação

34 3. Instalação 3.1. Características especiais da instalação Para realizar a instalação do correctamente, deve-se ter em conta uma série de indicações. A seguir, descrevem-se os passos a seguir para o planeamento e a realização da instalação. 3.. Canalizações Na instalação do é necessário ter as canalizações em especial atenção, já que se trata de um aspecto muito importante da tarefa. No caso de dispor de circuitos de potência (rede de 30 V ca) e de circuitos de muito baixa tensão (rede de 4 V cc), como neste caso, os mesmos não devem ser instalados nas mesmas canalizações se cada cabo não tiver uma capacidade de isolamento idêntica que a do cabo com tensão mais alta. Porém, se não for possível adoptar esta medida, pode-se separar os circuitos com um tubo ou um canal independente. 1 Para especificamente os cabos de dados, aplica-se o mesmo critério utilizado no caso da rede de 4 V cc. Deste modo, podem ser instalados na mesma conduta que a da rede de baixa tensão. Separando a cablagem eléctrica convencional da moradia da cablagem do sistema domótico (por meio de tubos independentes ou isolamento apropriado), pode-se evitar interferências que podem produzir actuações imprevisíveis ou falsos alarmes. 1 Segundo ITC-BT-0 do REBT. 3 1

35 Instalação 3.3. Cablagem Características dos cabos de alimentação - A secção mínima de cabo recomendada para a alimentação de 4 V cc é de 0,75 mm, e o tipo de cabo é de x0,75 mm. BORNE CABO (mm ø) COR CABO 4V 0,75 Vermelho 0V 0,75 Preto - A secção mínima de cabo recomendada para a alimentação de 30 V ca é de 1,5 mm, e o tipo de cabo é de x1,5 mm (no caso do módulo de fonte de alimentação, o tipo de cabo será de 3x1,5 mm ). BORNE CABO (mm ø) COR CABO L 1,5 Castanho ou preto T 1,5 Verde ou amarelo N 1,5 Azul Características dos cabos de dados Existe uma grande variedade de cabos entre os que escolher em função do custo, disponibilidade e tipo de instalação que se pretenda realizar. A transmissão dos dados estará determinada pelas características do cabo que se utilize. Em seguida, apresenta-se uma tabela com as características principais dos cabos padronizados: TIPO DE CABO Belden 8510, par entrançado único, cordões 19/9, sem blindagem, 150 ºC Belden 8471, par entrançado único, cordões 19/9, sem blindagem, 60 ºC Nível IV AWG, par entrançado, tipicamente sólido e sem blindagem JY (St) Y xx0,8, 4 fios entrançados helicoidalmente, sólidos, blindados TIA568A categoria 5 4 AWG, par entrançado SECÇÃO mm/awg 1.3 mm/ mm/ mm/ 0.8 mm/ mm/4 3

36 Instalação Os módulos do estão ligados entre si através de linhas de dados que constituem uma rede LON, a qual está desenhada para permitir a cablagem da instalação mediante uma topologia livre 3, bem como ligar os diferentes módulos mediante uma topologia tipo BUS (anel), bem como qualquer combinação entre ambas as topologias. O comprimento do cabo de dados dependerá dos factores anteriormente indicados: por um lado, o tipo de cabo escolhido, e, por outro lado, a topologia utilizada para ligar os módulos entre si. Rede de topologia BUS Comprimento máximo do cabo TIPO DE CABO COMPRIMENTO MÁXIMO DO BUS (m) Belden Belden Nível IV, AWG 1400 JY (St) Y xx0,8 900 TIA categoria A topologia BUS requer a instalação de terminais em cada extremidade da linha. - Em caso de existirem derivações feitas com cabo, estas deverão ter um comprimento máximo de 3 metros (do BUS até ao nó). Rede de topologia li vre Comprimento máximo do cabo TIPO DE CABO DISTÂNCIA MÁXIMA DE NÓ A NÓ (m) COMPRIMENTO MÁXIMO DO CABO (m) Belden Belden Nível IV, AWG JY (St) Y xx0, TIA categoria Numa instalação realizada com topologia livre, é necessário instalar apenas um terminal em qualquer ponto da rede. Consultar o Anexo B 3 Consultar o Anexo A 3 3

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