CMMI Capability Maturity Model Integration



Documentos relacionados
Unidade VI GOVERNANÇA DE TI. Profa. Gislaine Stachissini

CMM CMMI Principais conceitos, diferenças e correlações

Qualidade em TIC: Principais normas e modelos

Políticas de Qualidade em TI

Implantação de um Processo de Medições de Software

O que é CMMI? Base do CMMI. Melhorando o processo é possível melhorar-mos o software. Gerais. Processo. Produto


CMM Capability Maturity Model. Silvia Regina Vergilio

MODELO CMM MATURIDADE DE SOFTWARE

CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION. Prof. Késsia R. C. Marchi

Objetivos. Histórico. Out/11 2. Out/11 3

PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA E SILVA MESTRE EM MODELAGEM MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL PEDROHOLI@GMAIL.COM CMM E CMMI

QUALIDADE DE SOFTWARE AULA N.7

CMMI. B) descrições das atividades consideradas importantes para o atendimento de suas respectivas metas específicas. Governo do ES (CESPE 2009)

Políticas de Qualidade em TI

Introdução ao Modelo de Referência para melhoria do processo de software (MR mps) Projeto: mps Br melhoria de processo do software Brasileiro

CMM - Capability Maturity Model

MODELO SPICE Software Improvement and Capacibilty Determination Avalia o software com foco na melhoria de seus processos (identifica pontos fracos e

Descrição das Áreas de Processo

Mini-Curso Gerência de Configuração Visão prática

Introdução CMMI. Qualidade e Teste de Software CMMI 1

CMMI Conceitos básicos. CMMI Representações contínua e por estágios. Professor Gledson Pompeu (gledson.pompeu@gmail.com)

A visão do modelo MPS.BR para Gerência de Projeto - Nível G. por Adriana Silveira de Souza

Modelo de Qualidade CMMI

GARANTIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

Delfraro Rodrigues Douglas M Gandini José Luiz CMM. Capability Maturity Model

Introdução a CMMI. Paulo Ricardo Motta Gomes Renato Miceli Costa Ribeiro

Introdução ao MPS.BR Guia Geral. Prof. Elias Batista Ferreira

Melhorias de Processos de Engenharia de Software

Modelo de Referência para melhoria do processo de software (MR mps)

CMMI: Capability Maturity Model Integration

CMMI (Capability Maturity Model Integration) Thiago Gimenez Cantos. Bacharel em Sistemas de Informação

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

C.M.M. Capability Maturity Model Modelo de Maturidade da Capacidade

Qualidade de Software Aula 6 / luis@garcia.pro.br

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK

Qual a diferença entre certificação e acreditação? O que precisamos fazer para obter e manter a certificação ou acreditação?

Engenharia de Software

Gerência de Projetos Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira

Capítulo 5: CMMI, o Capability Maturity Model Integration

Qualidade de. Software. Definições. Qualidade do Produto ISO Processo de. Software. Modelo de Processo de. Software CMM SPICE ISO 12207

APOSTILAS: NORMAS; ABNT NBR ISO; MPS BR

Padrões de Qualidade de Software

Qualidade de software

Especialização em Gestão Estratégica de Tecnologia da Informação. CMMI Visão Geral

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

Qualidade, Processos e Gestão de Software Professores: Alexandre Vasconcelos e Hermano Moura. O Modelo. Wesley Torres Galindo. wesleygalindo@gmail.

Gerência de Projetos CMMI & PMBOK

Estudo do CMM e do CMMI

Análise de Pontos por Função

TUTORIAL: Benefícios, aplicação prática de CMMI e MPS.BR e resultados Brasileiros.

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

Visão Geral do SW-CMM Capability Maturity Model for Software

efagundes com GOVERNANÇA DE TIC Eduardo Mayer Fagundes Aula 3/4

Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos


ARCO - Associação Recreativa dos Correios. Sistema para Gerenciamento de Associações Recreativas Plano de Desenvolvimento de Software Versão <1.

Professor: Disciplina:

Gerenciamento de Projeto: Monitorando e Controlando o Projeto II. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

SIMPROS Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR (SPICE) para Melhoria de Processos

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

Conteúdo. Disciplina: INF Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos

Década de 80, o Instituto de Engenharia de Software (SEI) foi criado.

Qualidade em Projetos aperfeiçoamento de processos Entendimento/Monitoração e Controle. 0 - Generalidades

Gestão de Projetos CMMI e outros modelos de referência

Qualidade de Processo de Software Normas ISO e 15504

Padrões de Qualidade de Software e Métricas de Software

FACULDADE SENAC GOIÂNIA

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

Proposta de Implementação de Qualidade de Software na Organização

Qualidade de Software: Visão Geral

Uma visão pessoal, baseada em processos, para competitividade em software

Avaliação de Riscos Aplicada à Qualidade em Desenvolvimento de Software

Project Builder: uma Ferramenta de Apoio a Implementação do Processo Gerência de Projetos do MPS.BR

Universidade Paulista

Fatores humanos de qualidade CMM E CMMI

Qualidade de Software. Anderson Belgamo

PMI-SP PMI-SC PMI-RS PMI PMI-PR PMI-PE

PLANEJAMENTO E PROJETOS. Lílian Simão Oliveira

Modelos de Qualidade de Produto de Software

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

GPAD Gestão de Projetos em Ambientes Digitais

Melhoria de Processos CMMi

F.1 Gerenciamento da integração do projeto

Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation.

Gerenciamento de Níveis de Serviço

Sistema de Gestão da Qualidade

Gerência de Projetos de Software Modelos de gerência. CMM: Capability Maturity Model ITIL: Information Technology Infrastructure Library MPS BR

Capability Maturity Model Integration - CMMI

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software

Referências internas são os artefatos usados para ajudar na elaboração do PT tais como:

Transcrição:

www.asrconsultoria.com.br CMMI Capability Maturity Model Integration Visão Geral Capability Maturity Model and CMMI are registered in the U.S. Patent and Trademark Office 1

Agenda Introdução Maturidade do Processo de Software Qualidade de Software Benefícios CMMI Overview O nível 2 de maturidade Utilizando o CMMI O mpsbr Melhoria de Processo considerações finais 3 Direitos de Uso do Material Material desenvolvido pela ASR Consultoria e Assessoria em Qualidade Ltda. É permitido o uso deste material internamente às empresas participantes do evento realizado com coordenação do SPIN São Paulo desde que não haja a utilização deste material, de propriedade intelectual da ASR, sem a prévia autorização por escrito desta e sem o uso de sua logomarca e sem citação de direitos de propriedade. Copyright de todo material pela ASR Consultoria e Assessoria em Qualidade Ltda. 4 2

Quem somos Missão Promover a melhoria e a busca da excelência na gestão organizacional e o aperfeiçoamento contínuo dos processos dos nossos clientes, por meio de modelos e padrões de qualidade adequados à sua estratégia. CMM CMMI ISO 9000 PNQ ISO 14000 ISO 12207 Outros modelos Alinhamento às Diretrizes Organizacionais Consultoria & Assessoria Executiva Gestão de Pessoas ROI Gestão Sistêmica da Qualidade Capacitação & Treinamento Consultoria & Assessoria Gerencial Melhoria Contínua 5 Networking de atuação ASR Networking A ASR atua diretamente com seus consultores para a melhoria da gestão organizacional de seus clientes para: Consultoria Diagnóstico Treinamento Com seu Networking a ASR promove junto a seus clientes a interface com: OCC Organismos Certificadores Credenciados Instituições de Ensino Lead Assessors autorizados pelo SEI demais Consultorias 6 3

Logística 7 Terminologia 8 4

Agenda Introdução Maturidade do Processo de Software Qualidade de Software Benefícios CMMI Overview O nível 2 de maturidade Utilizando o CMMI mpsbr Melhoria de Processo considerações finais 9 Processo de Software - Definição Processo - uma sequência de passos realizados para um determinado propósito (IEEE) Processo de Software - um conjunto de atividades, métodos, práticas e transformações que as pessoas utilizam para desenvolver e manter software e seus produtos relacionados (CMMI) Procedimentos e métodos que definem o relacionamento de tarefas A B C D Fornecedores Pessoas com habilidades, treinamento e motivação PROCESSO Ferramentas e equipamentos As três dimensões críticas do foco das organizações 10 5

Processo de Software Premissa da Gestão de Processos de Software A qualidade do sistema de software é altamente influenciada pela qualidade do processo (*) utilizado para seu desenvolvimento e sua manutenção. (*) - Maturidade Esta premissa implica em um foco no processo, bem como no produto 11 Organizações Imaturas e Maduras» processo improvisado pelas pessoas» processo não é seguido ou cumprido» grande dependência dos atuais desenvolvedores» baixa visibilidade do processo para a seu progresso e qualidade» funcionalidade e qualidade do produto comprometidas para atender o prazo» custos excessivos de manutenção» tecnologia processo» processo é definido, documentado e aprimorado continuamente» processo é entendido, utilizado e vivo» processo suportado pela gerência» processo verificado e cumprido» grande visibilidade do processo alinhado ao negócio da organização» papéis e responsabilidades claramente definidas»processo tecnologia 12 6

Organizações Maduras Quais os benefícios Permite o foco no sistema que representa 85% das causas dos problemas. As pessoas desenvolvem seu potencial mais completamente e são mais eficazes dentro da organização. Por meio da definição, medição e controle do processo, as melhorias são mais bem sucedidas e sustentáveis. A probabilidade de introdução, bem sucedida, de tecnologias, métodos e ferramentas apropriadas aumenta. As pessoas sabem: o que devem e irão fazer que possuem o apoio e ferramentas adequadas em que momento irão sair do trabalho 13 O que é um Modelo Meio ambiente Tecnologia Marketing Pessoas Sistemas.. CMMI SP-GP PA Níveis Descrição de Processos 14 7

Modelo de Maturidade - Benefícios Estabelece uma linguagem comum. Estabelece uma visão em níveis. Provê uma estrutura para priorização de ações Agrega as melhores práticas de uma ampla comunidade de software Provê uma estrutura para desempenhar diagnósticos (appraisals) consistentes e confiáveis. Suporta as organizações 15 Modelo de Maturidade - Riscos Modelos são simplificações do mundo real Modelos não são completos/abrangentes. Sua interpretação e adaptação (tailoring) devem estar alinhadas com os objetivos (estratégia) dos negócios da organização. Julgamentos são necessários pata utilizar os modelos corretamente e com perspicácia. O modelo não deve ser considerado como uma bíblia. 16 8

Qual modelo aplicar? Modelos atuais CMM / CMMI ISO 9000:2000 SPICE - ISO 15504 PNQ MBNQA mpsbr NBR ISO/IEC 12207 18 9

SPI - Motivações Software como parte do projeto, processo e serviços Software afetam custo, qualidade, time to market integrar integrar Pessoas Tecnologia integrar Processos Enfoque e abrangência da melhoria contínua e gestão de custos, recursos e prazos de atendimento 19 O TQM e o SQM Evolução da Qualidade Walter Shewhart Anos 30 Princípios do Controle Estatístico de Processo Edwards Deming Joseph Juran Anos 50 Desenvolvimento e demonstração dos princípios de Shewhart Philip Crosby Anos 80 Desenvolvimento da grade de maturidade da qualidade Edwards Deming 1986 Baseado no aprendizado e lições aprendidas são publicadas os 14 Princípios de Deming (Out of the Crisis) Watts Humphrey 1986 Adaptação da grade de maturidade de Crosby para o processo de software e adição do conceito de níveis de maturidade. 1987 - MBNQA / PNQ e normas série ISO 9000. SEI - estruturas de gestão - SW-CMM, SE-CMM, P-CMM, CMMI métodos de avaliação - SPA, CBA(SCE/IPI) 20 10

Escolha do modelo Cronologia ISO 9000 ISO 9000 ISO 9000 SPICE ISO 15504 ISO 12207 CMM TR CMM V1.0 CMM V1.1 CMM I 1985 1990 1995 2000 21 CMM - Aplicação Países onde já ocorreram avaliações oficiais e que foram relatados ao SEI 2561 organizações Fonte SEI Maturity Profile August. 2004 22 11

CMM - Aplicação Número de avaliações oficiais e níveis de maturidade por país Fonte SEI Maturity Profile August. 2004 23 CMM Períodos entre níveis Número de meses para mudar para próximo nível de maturidade Maior valor observado 75% das org. Tempo recomendado entre avaliações (appraisals) Mediana 25% das org. Menor valor observado 24 12

CMMI - Aplicação Países onde já ocorreram avaliações oficiais e que foram relatados ao SEI 333 organizações 367 avaliações Fonte SEI Maturity Profile August. 2004 25 CMM - Conhecimento e aplicação 1995 86 71 (%) 1997 1999 53,7 53 2001 37 3 5 10 21 11 24 25,3 Fonte - MCT Conhece e usa Conhece, mas não usa Base: 415 empresas (2001) Não conhece 26 13

Agenda Introdução Maturidade do Processo de Software Qualidade de Software Benefícios CMMI Overview O nível 2 de maturidade Utilizando o CMMI mpsbr Melhoria de Processo considerações finais 27 Qualidade de Software: Benefícios Custo benefício 1:5 Previsibilidade e redução de riscos Redução de prazo (time to market) Melhor relacionamento com cliente Visibilidade do processo Satisfação da equipe Atendimento aos objetivos de custo, prazo, funcionalidade e qualidade do produto 28 14

Alguns Resultados Benefícios - Exemplos Prazo de Entrega 50 % +20 0 Estimado Real de esforço necessário (variação percentual) -20-20 30 80 130-50 -100-150 -140 Dados com Nível 1 e 2 - Dados com Nível 3 Dados da Boeing Information Systems Aplicação do CMM 30 15

Benefícios Exemplos CMM Nível de para Organização Resultados 1 3 Raytheon Equipment Redução de retrabalho, em termos de custo, de 40%para 10% Redução da densidade de defeitos em 76% Habilidade de prever os custos do projeto com variação de 10% 2 4 Lockheed Martin 3 5 Motorola India Eletronics Somente 01 projeto fora do prazo em 15 anos Taxa de erro (def/ksloc) de 2,0 para 0,1 = 95% melhoria Aumento de produtividade em 3,5 X Acurácia na estimativa de prazo e esforço > 90% Mudança de níveis de maturidade do CMM 31 Benefícios Exemplos - CMMI Custo Redução em 33% nos custos de correção de defeitos (Boeing Austrália) 20% de redução na média da variação dos custos (Thales) Cronograma Atendimento aos milestones dos projetos de 50% para 95% (General Motors) 30% de aumento de produtividade (Lockheed Martin) Qualidade Redução de defeitos de 6,6 para 2,1 por KLOC (Northrop) $2 milhões de ganhos devido a detecção e remoção prévia de defeitos (Sanches Computer) Satisfação do Cliente Aumento em 55% nos resultados das avaliações de satisfação de clientes (Lockheed Martin) Mais que 98% na satisfação de clientes (Northrop) ROI 5:1 (Northrop) 13:1 calculado em redução de defeitos x atividades de prevenção e treinamento (Northrop) Fonte: CMU/SEI-2003-SR-009 32 16

Meses 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 Benefícios - Exemplos Duração do Projeto Melhoria no planejamento de projetos de software 100% 100% 80% 12 60% 6 6 7 40% 17% 20% 0% Antes do Nível 2 Após Nível 2 Previsto Efetivo Variação Experiência no Brasil Empresa Nível 2 Empresa Nível 3 redução de 50% na taxa de defeitos diminuição de desvios de custos e prazos em projetos para abaixo de 10%. 33 Agenda Introdução Maturidade do Processo de Software Qualidade de Software Benefícios CMMI Overview O nível 2 de maturidade Utilizando o CMMI mpsbr Melhoria de Processo considerações finais 34 17

O que é um CMM? Capability Maturity Model Modelo de gestão da qualidade aplicável aos processo de desenvolvimento de software Descreve elementos-chave para um processo eficaz e o caminho evolutivo para um processo maduro e disciplinado. Busca da melhoria contínua, aprimorando a habilidade da organização para atender aos objetivos de custo, prazo, funcionalidade e qualidade do produto É um modelo de referência de práticas de maturidade em uma disciplina específica, utilizado para avaliar o desempenho da capabilidade nesta disciplina 35 CMMI - motivações Até sua elaboração, os diversos CMM s se diferenciavam em: Disciplinas (software, sistemas, aquisição, etc) Estrutura (por estágios e contínua) Como a maturidade é definida (caminho para o processo de melhoria) Como a capabilidade é definida (institucionalização) 36 18

CMMI - Propósito Integrar processos de engenharia de sistemas e de software. Integrar disciplinas de sistemas e software em uma estrutura de processo de melhoria. Prover uma estrutura para introdução de novas disciplinas quando necessário. Criar ambiente para atuar de forma integrada. 37 O que o CMMI não abrange O CMMI não cobre todos os tópicos de melhoria da qualidade e de processo. - Finanças - Sociedade Inclusão digital - Planejamento estratégico, etc Tópicos que são tratados porém indiretamente ou em algumas aplicações, incluem: Ferramentas, métodos e tecnologias específicas Engenharia simultânea e trabalho em equipe Marketing Recursos humanos Comportamento organizacional 38 19

Família de modelos CMMI www.sei.cmu.edu/models/models.html Nome e Abrangência Versão Publicação CMMI - SE/SW/IPPD/SS 1.1 01/03/2002 CMMI - SE/SW/IPPD 1.1 11/01/2002 CMMI - SE/SW 1.1 11/01/2002 CMMI - SW 1.1 19/08/2002 SE - Systems Engineering IPPD - Integrated Product and Process Development SW - Software Engineering SS - Supplier Sourcing 39 CMMI - Representações Contínua (como ISO 15504) Estágio (como SW-CMM) 40 20

CMMI Representações Contínua Melhorar desempenho em um processo único. Melhorar desempenho em várias áreas alinhadas aos objetivos de negócio da organização. Níveis de capabilidade utilizados para medir as melhorias. Melhorar diferentes processos com diferentes classificações (rates). Necessário conhecimento das dependências e interações entre áreas de processo (PA). Apropriado para quem sabe que processo deve ser melhorado. Alinhado com a ISO/IEC 15504 devido a organização idêntica das PA s. Estágio Enfoque de melhoria do processo de forma sistêmica e estruturada. Atingir cada um dos estágios garante a base fundamentada necessária para o próximo estágio. PA s organizadas em níveis de maturidade. Permite a organização ter um caminho evolutivo pré-definido para melhoria. Provê a migração mais fácil do SW-CMM para o CMMI Apropriado para quem não sabe como iniciar um processo de melhoria ou qual processo deve ser prioridade. Possui grande número de casos de estudo e dados históricos de práticas bem sucedidas. Recomendado para quem está atuando com SW-CMM. 41 Representação Contínua 21

CMMI Representação Contínua Incomplete Incompleto Performed Executado Managed Gerenciado Defined Definido Quantitatively Managed Quantitativamente Gerenciado Optimizing Otimização 43 Aplicação CMMI - Exemplo Gerência de Requisitos Engenharia Planejamento de Projeto Acompanhamento e Controle de Projeto Gerência de Projeto Gerência de Acordos com Fornecedores Medição e Análise Garantia da Qualidade de Processo e Produto Suporte Gerência de Configuração Nível 1 de Capabilidade Nível 2 de Capabilidade Nível 3 de Capabilidade Nível 4 de Capabilidade Nível 5 de Capabilidade Perfil atingido Perfil - meta 44 22

Representação por Estágios CMMI - Representação por estágios Capability Maturity Model Estrutura e elementos-chave - Processo de software eficaz Caminho evolutivo até um processo maduro e disciplinado Aplicação do TQM Inicial Definido Gerenciado Otimização Quantitativ. Ger. Requisitos gerenciados e processo planejado, medido e controlado. Ainda reativo Precariamente controlado, reativo e imprevisível Foco na melhoria continuada do processo Processo medido e controlado Processo é caracterizado e claramente bem entendido. Pró-ativo Qualidade Produtividade Visibilidade Riscos Desperdício CMMI and Capability Maturity Model are service marks of Carnegie Mellon University. 46 23

Áreas de Processo (PA-Process Areas) Áreas de Processo (PA s) são grupos de práticas que quando desempenhadas conjuntamente, atingem um determinado conjunto de objetivos (goals) Cada área de processo está alocada em um determinado nível de maturidade 47 CMMI - Representação por estágios Áreas de processo Gerência de Requisitos - REQM Planejamento de Projeto - PP Acompanhamento e Contr. de Projeto - PMC Gerência de Acordos com Fornecedores - SAM Garantia da Qualidade de Processo e Produto - PPQA Gerência de Configuração - CM Medição e análise - MA Análise Causal e Resolução - CAR Inovação e Melhoria Organizacional - OID Desempenho do Processo Organizacional - OPP Gerência Quantitativa de Projeto - QPM Foco no Processo da Organização - OPF Definição do Processo da Organização - OPD Treinamento Organizacional - OT Gerência Integrada de Projeto - IPM Gerência de Risco - RSKM Desenvolvimento de Requisitos - RD Solução Técnica - TS Integração de Produto - PI Verificação - VER Validação - VAL Análise de Decisão e Resolução - DAR 48 24

SW CMM v1.1 CMMI-SW v1.1 Nível 2 Repetível Gerência de Requisitos - RM Planejamento de Projeto de Software - SPP Acompanhamento e Sup. de Proj. de Software - SPTO Gerência de Subcontratado de Software - SSM Garantia da Qualidade de Software - SQA Gerência da Configuração de Software - SCM Gerência de Requisitos - REQM Planejamento de Projeto - PP Acompanhamento e Contr. de Projeto - PMC Gerência de Acordos com Fornecedores - SAM Garantia da qualidade de Processo e Produto - PPQA Gerência de Configuração - CM Medição e análise - MA Nível 2 Gerenciado Nível 3 Definido Nível 4 Gerenciado Foco no Processo da Organização - OPF Definição do Processo da Organização - OPD Programa de Treinamento - TP Gestão Integrada de Software - ISM Engenharia de Produto de Software - SPE Coordenação entre Grupos - IC Revisões Técnicas Formais - PR Gestão Quantitativa do Processos - QPM Gestão da Qualidade de Software - SQM Foco no Processo da Organização - OPF Definição do Processo da Organização - OPD Treinamento Organizacional - OT Gerência Integrada de Projeto - IPM Gerência de Risco - RSKM Desenvolvimento de Requisitos - RD Solução Técnica - TS Integração de Produto - PI Verificação - VER Validação - VAL Análise de Decisão Resolução - DAR Desempenho do Processo Organizacional - OPP Gerência Quantitativa de Projeto - QPM Nível 3 Definido Nível 4 Gerenciado quantitativamente Nível 5 Otimização Prevenção de Defeitos - DP Gestão da Mudança Tecnológica - TCM Gestão da Mudança do Processo - PCM Análise Causal e Resolução Inovação e Melhoria Organizacional Nível 5 Otimização 49 CMMI - SW V1.1 - Estrutura Níveis de maturidade Área de Processo 1 Área de Processo 2 Área de Processo n Objetivos Específicos Objetivos Genéricos Práticas Específicas Compromissos Habilidades Diretrizes p/ Implementação Verificações Práticas Genéricas 50 25

Práticas Genéricas Para nível 2 de maturidade: GP 2.1 Estabelecer uma Política Organizacional GP 2.2 Planejar o Processo GP 2.3 Prover recursos GP 2.4 Designar Responsabilidades GP 2.5 Treinar as pessoas GP 2.6 Gerenciar a Configuração GP 2.7 Identificar e Envolver Stakeholders Relevantes GP 2.8 Monitorar e Controlar o Processo GP 2.9 Avaliar a Aderência Objetivamente GP 2.10 Analisar Criticamente o status com Alta Gerência 51 CMMI Overview Aspectos Comuns 26

Aspectos Comuns Common Features Conceito único para a representação por estágios. São agrupamentos de práticas para prover um meio de apresentar as práticas genéricas. Quatro características comuns organizam as práticas genéricas para cada área de processo (PA s). Ability to Perform Habilidade a desempenhar Commitment to Perform Compromissos a desempenhar Directing Implementation Diretrizes de Implementação Verifying Implementation Verificações a desempenhar 53 Aspectos Comuns Habilidades -- Abilities Grupo de práticas genéricas relativas a garantia de que o processo está pronto para a execução. Descrevem os pré-requisitos que devem existir na organização para implementar completamente o processo de software. Normalmente envolve recursos, estrutura organizacional, treinamento/orientação e grupos necessários. Prática Genérica relacionada GP 2.2; 2.3; 2.4; 2.5 e 3.1 Exemplos: Existe um plano; recursos adequados, designação de responsabilidades, pessoas com conhecimento e capacitação necessárias para desempenhar o processo. 54 27

Aspectos Comuns Compromissos -- Commitments Grupo de práticas genéricas relativas a criação de políticas e assegurar os compromissos (sponsorship). Descrevem as ações que a organização deve executar para garantir que o processo é estabelecido e será suportado e mantido. Normalmente envolve o estabelecimento de políticas e a liderança. Prática Genérica relacionada GP 2.1 Exemplo: Estabelecer e manter um política organizacional para o planejamento e desempenho do processo. 55 Aspectos Comuns Directing Implementation -- Diretrizes de Implementação Grupo de práticas genéricas relativas ao gerenciamento do desempenho do processo. Descrevem as práticas que a organização deve executar para garantir que o processo é desempenhado e controlado adequadamente e que suas informações são gerenciadas. Prática Genérica relacionada GP 2.6; 2.7; 2.8 e 3.2 Exemplo: Monitorar desempenho atual frente ao planejado, gerenciar a integridade dos produtos de trabalho e envolver os stakeholders relevantes. 56 28

Aspectos Comuns Verificações -- Verifications Grupo de práticas genéricas relativas a análise crítica pela gerência de alto nível e avaliação objetiva da conformidade do processo, procedimentos e padrões descritos. Descrevem os passos para garantir que as atividades são executadas de acordo com o processo estabelecido. Envolve também análises críticas e/ou auditorias pela gerência e/ou SQA. Prática Genérica relacionada GP 2.9 e 2.10 Exemplo: Avaliar objetivamente a aderência do processo e Análise Crítica do status do processo pela alta direção. 57 Estrutura das PA s Objetivos Os Objetivos de cada PA são suportados pela Aspectos Comuns e as Atividades Diretrizes de Implementação Verificações Compromissos Atividades Habilidades As atividades são suportadas por: Compromissos Habilidades Diretrizes de Implementação Verificações 58 29

CMMI - por Estágios Níveis de Maturidade e suas Áreas de Processo Nível 1 30

Os Níveis de Maturidade Nível 1 - Inicial O processo de software é caracterizado como ad hoc, e ocasionalmente também caótico. Poucos processos são definidos e o sucesso depende de esforços individuais e heróicos e não da aplicação de processos definidos. A organização normalmente não provê um ambiente estável que suporte os processos. As organizações podem oferecer produtos que funcionem, porem geralmente excedem os orçamentos e não cumprem seus prazos e compromissos. São organizações com características de abandonar os processos em tempos de crise e com inabilidade de repetir seus sucessos. In Out 61 Estrutura Geral PA s do Nível 1 Áreas de Processo Este nível não possui áreas chave de processo 62 31

Nível 2 Os Níveis de Maturidade Nível 2 - Gerenciado Processos básicos de gerenciamento de projetos são estabelecidos para monitoramento de custo, prazo e funcionalidade. A necessária disciplina do processo é adequada para repetir sucessos anteriores em projetos com aplicações similares. Principais características: Garantia que os requisitos são gerenciados Processos são planejados, desempenhados, medidos e controlados As práticas são mantidas em períodos de crise Projetos são desempenhados e gerenciados conforme planos documentados O controle gerencial permite a visibilidade em ocasiões definidas ("milestones") Compromissos estabelecidos e revisados com stakeholders relevantes Produtos de trabalhos apropriadamente controlados In Out 64 32

Estrutura Geral PA s do Nível 2 Áreas de Processo Gerência de Requisitos - REQM Planejamento de Projeto - PP Acompanhamento e Contr. de Projeto - PMC Gerência de Acordos com Fornecedores - SAM Garantia da Qualidade de Processo e Produto - PPQA Gerência de Configuração - CM Medição e Análise - MA 65 Nível 3 33

Os Níveis de Maturidade Nível 3 - Definido Os processos são claramente caracterizados e entendidos e estão descritos em processos, procedimentos, ferramentas e métodos. O conjunto de processos padrões da organização (OSSP Organization s Set of Standard Process) que é a base para o nível 3, é estabelecido e aprimorado/melhorado continuamente. Principais características: Os processos padrões são utilizados para estabelecer consistência por toda a organização Processos definidos para o projeto (Project Defined Process) são adaptados (tailored) do OSSP de acordo com guias apropriados (tailoring guidelines) In Out 67 Estrutura Geral - PA s do Nível 3 Áreas de Processo Software e Systems Engineering Integrated Product and Process Development Supplier Sourcing Foco no Processo da Organização - OPF Definição do Processo da Organização - OPD Treinamento Organizacional - OT Gerência Integrada de Projeto - IPM Gerência de Risco - RSKM Desenvolvimento de Requisitos - RD Solução Técnica - TS Integração de Produto - PI Verificação - VER Validação - VAL Análise de Decisão e Resolução DAR Integração de Times IT Gerência Integrada de Fornecedor ISM Ambiente Organizacional para Integração - OEI 68 34

Nível 4 Os Níveis de Maturidade Nível 4 Gerenciado Quantitativamente São estabelecidos objetivos quantitativos, tanto para a organização como para os projetos, relativos a qualidade e desempenho do processo. Estes objetivos são utilizados como critérios na gerência dos processos. Principais características: Objetivos quantitativos baseados nas necessidades dos clientes. Medições detalhadas são coletadas e analisadas estatisticamente. O desempenho da qualidade e do processo gerenciados estatisticamente dando condições de avaliar seu progresso e possíveis problemas. Causas especiais de variação do processo são identificadas e onde apropriado a origem destas causas são corrigidas para prevenir futuras ocorrências. A habilidade de prever resultados é maior e a variabilidade do processo é menor In Out 70 35

Estrutura Geral - PA s do Nível 4 Áreas de Processo Desempenho do Processo Organizacional - OPP Gerência Quantitativa de Projeto - QPM 71 Nível 5 36

Os Níveis de Maturidade Nível 5 - Otimização Processo melhorado continuamente, baseado no entendimento quantitativo das causas comuns de variação, inerentes ao processo. Principais características: Melhoria continuada do desempenho dos processos por meio de processos incrementais e inovadores e melhorias tecnológicas. Objetivos quantitativos da melhoria dos processos, para a organização, são estabelecidos, revisados continuamente. Gerentes são aptos a estimar e monitorar a eficácia da mudanças In Out 73 Estrutura Geral - PA s do Nível 5 Áreas de Processo Análise Causal e Resolução - CAR Inovação e Melhoria Organizacional - OID 74 37

CMMI - Melhoria no desempenho Probabilidade 2 1,5 1 0,5 In Out 0 0 Tempo / 30 Custo /... 60 2 Probabilidade 1,5 1 0,5 In Out 0 2 0 Tempo / 20 Custo /... 40 Probabilidade 1,5 1 0,5 0 In Out 3 0 10 Tempo / 20 Custo /... 30 40 2,5 Probabilidade Probabilidade 2 1,5 1 0,5 0 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 0 10 Tempo / 20 Custo /... 30 40 0 5 10 Tempo 15 20/ Custo 25 /... 30 35 40 45 In In Out Out 75 Agenda Introdução Maturidade do Processo de Software Qualidade de Software Benefícios CMMI Overview O nível 2 de maturidade Utilizando o CMMI mpsbr Melhoria de Processo considerações finais 76 38

Nível 2 Gerenciado Estrutura Geral PA s do Nível 2 Áreas de Processo Gerência de Requisitos - REQM Planejamento de Projeto - PP Acompanhamento e Contr. de Projeto - PMC Gerência de Acordos com Fornecedores - SAM Garantia da Qualidade de Processo e Produto - PPQA Gerência de Configuração - CM Medição e Análise - MA 78 39

Gerência de Requisitos REQM - Requirements Management O propósito da Gerência de Requisitos é gerenciar os requisitos dos produtos do projeto e componentes do produto e identificar inconsistências entre estes requisitos e os planos de projeto e produtos de trabalho. Envolve: Obtenção e entendimento dos requisitos. Obter os compromissos para atendimento dos requisitos. Gerenciar mudanças de requisitos. Manter rastreabilidade bidirecional do requisitos (da origem dos requisitos para o nível mais baixo de detalhamento e vice e versa) Identificar inconsistência entre produtos de trabalho e requisitos. 79 Planejamento de Projeto PP - Project Planning O propósito Planejamento de Projeto é estabelecer e manter planos que definem as atividades do projeto. Envolve: Desenvolvimento do plano de projeto Interação com os stakeholders apropriadamente Obtenção dos compromissos para o plano (responsabilidades/autoridade). Manutenção do plano 80 40

Planejamento de Projeto PP - Project Planning define Projeto Estimativas Recursos Compromissos Requisitos define Produto iteração Riscos Cronograma Plano de Projeto Revisão mudanças nos requisitos mudanças nos compromissos estimativas inadequadas ações corretivas mudanças no processo 81 Monitoramento e Controle de Projeto PMC Project Monitoring and Control O propósito do Monitoramento e Controle do Projeto é prover um entendimento do progressos do projeto, onde ações corretivas possam ser feitas apropriadamente, quando o desempenho do projeto desviar significativamente do planejado. Envolve: Verificação do progresso do projeto comparando-se, em sua real situação, os produtos de trabalhos, atributos da tarefas, esforço, custo e cronograma do plano. Visibilidade apropriada que permita a tomada de ações corretivas em momentos oportunos quando ocorrem desvios significativos frente ao planejado. 82 41

Monitoramento e Controle de Projeto PMC Project Monitoring and Control Podem requerer um replanejamento que pode incluir: revisão do plano original estabelecimento de novos acordos inclusão de atividades de mitigação Gerência das ações até sua conclusão Ações S N Desvios Significativos define Requisitos define Projeto Produto Compromissos Estimativas Recursos Cronograma iteração Riscos Plano de Projeto Revisão Milestones Prescritos ou Níveis de Controle WBS Work Breakdown Structure Conforme estabelecido no: Cronograma ou WBS 83 Gerência de Acordos com Fornecedores SAM Supplier Agreement Management O propósito da Gerência de Acordos com Fornecedores é gerenciar a aquisição dos produtos de fornecedores, com os quais existe um acordo formal. Envolve: Determinação do tipo de aquisição que será utilizada para os produtos que serão adquiridos Seleção dos fornecedores Estabelecimento e manutenção de acordos com os fornecedores (compromissos) Execução do acordo / contrato com o fornecedor Aceitação dos produtos adquiridos Transição dos produtos adquiridos com o projeto. 84 42

Medição e Análise MA Measurement and Analysis O propósito da Medição e Análise é desenvolver e manter uma capabilidade mensurável que é utilizada para suportar informações necessárias de gerenciamento. Envolve: Especificação de objetivos de medição e análise que devem estar alinhados com com objetivos e informações necessárias identificadas. Especificação de medições, coleta de dados e mecanismos de armazenamento, técnicas de analise e mecanismos de reporte e feedback. Implementação de coleta, armazenamento, análise e reporte de dados. Disponibilização de resultados objetivos que podem ser utilizados para a tomada de decisões e execução de ações corretivas apropriadas. 85 Medição e Análise MA Measurement and Analysis A integração da edição e análise nas atividades dos processos suportam: Planejar e estimar objetivamente Monitorar o desempenho real frente os planos e objetivos estabelecidos Identificar e solucionar questões relativas ao processo Prover uma base para incorporação de medições em processos adicionais no futuro Melhorar Processo Definir Processo Controlar Processo Medir Processo Executar Processo 86 43

Garantia da Qualidade de Produto e Processo PPQA Process and Product Quality Assurance O propósito da Garantia da Qualidade de Produto e Processo é prover aos especialistas e à gerência com percepção objetiva dos processos e produtos de trabalhos associados. Envolve: Objetivamente avaliar o desempenho do processo, produtos de trabalho e serviços frente aos processos, padrões e procedimentos aplicáveis. Identificar e documentar tópicos/questões não cumpridos. Prover com visibilidade adequada e feedback os gerentes e membros do projetos com os resultados da atividades de garantia da qualidade. Garantir que os tópicos/questões não cumpridos sejam adequadamente tratados. 87 Gerência de Configuração CM - Configuration Management O propósito da Gerência de Configuração é estabelecer e manter a integridade dos produtos de trabalho utilizando identificação de configuração, controle de configuração, status de configuração e auditorias de configuração. Envolve: Identificação da configuração dos produtos de trabalho selecionados que compõem as baselines em momentos específicos Controle de mudanças dos itens de configuração Construção ou especificação de construção de produtos de trabalho a partir do sistema de gerência de configuração Manutenção da integridade das baselines Prover status detalhado dos dados atuais de configuração para desenvolvedores, usuários e clientes. 88 44

Integração entre PA s do nível 2 Projeto Requisitos Produto Compromissos Estimativas Recursos Cronograma iteração Riscos Plano de Projeto Revisão Milestones Prescritos ou Níveis de Controle MA Medições, analises Informações necessárias REQM Requirements Management PP Project Planning PMC Project Monitoring and Control SAM Supplier Agreement Management MA Measurement and Analysis PPQA Process and Product Quality Assurance CM Configuration Management Itens de Configuração, Mudanças de requisitos REQM PP PMC SAM CM Relatórios de Auditoria da Baseline Questões de Qualidade ou não cumprimento Processos, Produtos de trabalho Padrões e Procedimentos PPQA 89 Agenda Introdução Maturidade do Processo de Software Qualidade de Software Benefícios CMMI Overview O nível 2 de maturidade Utilizando o CMMI mpsbr Melhoria de Processo considerações finais 90 45

Utilizando o CMMI - Enfoque 91 Utilizando o CMMI - Diagnóstico Definido Documentado Treinado Praticado Medido Melhorado Mantido Suportado Controlado Verificado Consenso e Julgamento baseados no processo de software maduro, verificando se ele é: 92 46

Utilizando o CMMI Planejamento SPI Plan Um plano, derivado de recomendações de avaliações/diagnósticos do processo ou de suas análises críticas, que identifica ações específicas e recursos necessários para a melhoria do processo de software. Priorização - Tarefas / recursos Treinamento Responsabilidades (grupos de trabalhos) Recursos Metas Pontos de medida / controle Riscos Indicadores de desempenho Monitoramento do SPI Plan Aprendizado 93 Agenda Introdução Maturidade do Processo de Software Qualidade de Software Benefícios CMMI Overview O nível 2 de maturidade Utilizando o CMMI mpsbr Melhoria de Processo considerações finais 94 47

Agenda Introdução Maturidade do Processo de Software Qualidade de Software Benefícios CMMI Overview O nível 2 de maturidade Utilizando o CMMI mpsbr Melhoria de Processo considerações finais 95 Gestão da Alteração do Processo Melhoria como estilo de vida. Dieta - E o verão vem aí.. Está comprovado: 95% das pessoas que fazem o regime estilo o verão vem aí.. recuperam seu peso ou mais, dentro do período de um ano. Melhoria do Processo - Como estilo de vida 60% das pessoas que mudam seu estilo de vida em comer moderadamente, com alimentos saudáveis e se exercitando mais, mantêm seu peso ideal. 96 48

Como a melhoria é alcançada? Saiba onde você está (evaluation/assessment) Saiba onde você deseja ir Defina recursos e responsabilidades Monitore o progresso 97 Chaves para melhoria Compromisso da gerência sênior. (em todos os sentidos e não só com recursos e pessoas) Consenso na organização da importância da melhoria. Acreditar que a melhoria é possível. Ações orientadas para melhoria. 98 49

Chaves para o sucesso Metas claras Comunicação a todos os níveis de pessoas da organização Benchmarking Pesquisa e estudo Métricas Treinamento Desenvolver e monitorar o plano de melhoria de software (SPI Plan) 99 Excelência é uma habilidade conquistada através de treinamento e prática. Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um ato, mas sim um hábito. Aristóteles (384 322 a.c.) 50

www.asrconsultoria.com.br Contatos: contatos@asrconsultoria.com.br Rua Vergueiro, 2087 - Conjunto 101 Vila Mariana São Paulo - SP CEP 04101-000 Tel. (11) 5087-8856 FAX (11) 5087-8810 51