A Integração da Morte

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Transcrição:

A Integração da Morte Thiago de Paiva Campos

No cálculo, Leibniz criou a integral mais especificamente para determinar a área sob uma curva no plano cartesiano. Mas o cálculo também pode ser utilizado para derivar e integrar o limite da morte de um ser humano em progressão aritmética crescente de unidade de vida, contando desde a sua concepção com. A integração da morte visa resolver o problema de calcular o limite exato da morte de um ser humano, o dia exato de sua morte com base na relação funcional mitológica ancestral e original entre o sono (Hipnos) e a morte (Thanatos), bem como a continuidade e a existência humana por meio da progressão aritmética que mede o número de unidades de vida de cada pessoa.

Seja f a função contínua entre o sono e a morte definida pelo intervalo [0, m], logo a integral definida desta função entre o sono e a morte é denotada por: Onde M é a morte como a integral da, no preciso intervalo entre 0 e m, onde os pontos do intervalo [0, m] são os limites (inferior e superior) da morte na progressão aritmética da integração vida. Onde f : [0, m] em que f é uma função com seu domínio no espaço fechado do intervalo entre [0. m ) (com 0 ) e com a imagem no conjunto dos números reais. O propósito da notação:

Originalmente criada por Leibniz é o de representar um somatório, posto que a integral de f(x) sobre o intervalo [0, m] pode ser expressa como o somatório de pequenos retângulos que representam cada unidade de vida da PA, tendo sua base como e sua altura como a função f(x ), em que o produto f(x ) é exatamente a área deste retângulo que representa, cada um, uma unidade de vida na PA. Deste modo, o somatório de todas essas áreas que representam a unidades de vida da PA determinadas pelos retângulos do cálculo, nos fornece a área da unidade de vida entre a curva y = f(x) e o eixo das abcissas. Mais precisamente, a integração da morte é o valor limite do somatório do conjunto de unidade de vida representado pelos retângulos no cálculo. A integração da morte dada pela função f(x) no intervalo [0, m] é igual ao limite do

somatório de cada um dos valores de unidade de vida que a f(x) assume, de 0 a n, multiplicado por. Neste caso, quando n é um valor muito grande, por outro lado o somatório se aproxima do valor abaixo da área retangular da curva, que representa a unidade de vida. Com esse resultado, a integração da morte dada por f(x) no intervalo entre a vida e a morte; definindo assim de unidades de vida, tornando o limite da morte. Quanto ao cumprimento dos subintervalos de unidades de vida nos quais se divide o intervalo [0, m], os extremos destes intervalos são: Onde:

O que equivale a um dado ponto de unidade de vida no intervalo de 0 até m da função do sono e da morte quando o valor do número de termos da PA de tende a infinito ou quando o valor de, assim a letra i define o enésimo termo de uma sequência infinita de unidades de vida diretamente ligadas aos valores que cada x irá assumir. Onde: Com base no teorema fundamental do cálculo sabemos que se f(x) for contínua no intervalo [0, m], tal como é o caso em questão em que está em jogo a PA de, então temos:

= 15 O que quer dizer que este indivíduo em questão terá uma morte natural exatamente aos 15 anos devido ao pouco intervalo de tempo de sono diário [0, 3]. Mostrando haver um valor limite para o sono: Este limite determina o tempo de sono seguro ao ser humano no seu limite máximo do dia a dia. A figura abaixo representa o processo da integração por meio do somatório de retângulos que representam; cada um, uma unidade de vida do ser humano. Este artigo unifica em uma única teoria o cálculo e a tanatologia, formando assim um

novo campo tanto na matemática quanto na tanatologia, e em especial na existência, continuidade e morte de todo ser humano que vier a morrer de causas naturais. Onde cada um desses retângulos de cor verde representa uma unidade de vida do ser desde a sua concepção, marcando sua sequência crescente da PA de dada por:

Em que chegamos ao conceito matemático de limite como um conceito tanatológico de morte. Então temos o seguinte limite: Ou: Isso quer dizer que o limite da função que define o sono e da morte está estruturado pelo conjunto dos números naturais que contam a quantidade de unidades de vida de cada pessoa. Logo colocaremos no lugar de o resultado da bijeção entre o sono e a morte demonstrada anteriormente. Temos que x, ou seja, quando x se aproxima de c, que representa a

PA de, se aproxima ao mesmo tempo do limite da morte M. Esta é a equação da morte, o nome foi cuidadosamente escolhido para causar o impacto pretendido. Se prometeres a morte é melhor estar a caráter. No entanto, quando se trata da existência de uma função bijetiva entre o sono e a morte, surge a necessidade de utilizarmos a integral múltipla, que é uma integral definida para funções com múltiplas variáveis, no caso duas: a do sono e a da morte. Por exemplo: o volume de unidades de vida de um ser humano arbitrariamente com 37 anos de idade:

Em que a função f(x, y) = 7 no volume de unidades de vida xy forma a base da existência humana. Que gera uma função constante no conjunto de unidades de vida representado pela PA de, formando assim a sequência natural do conjunto de unidade de vidas do ser humano. Existem diversas propriedades relacionadas entre as integrais simples e as integrais múltiplas, como por exemplo: (unicidade, linearidade, aditividade, etc.) Por esta razão, uma integral múltipla pode ser utilizada para definir o valor médio de uma determinada função em um dado conjunto; no

caso aqui especificamente a função do sono e da morte e o conjunto dos números naturais. Dado um conjunto D e uma função integral f sobre D, então o valor médio de f sobre seu domínio é expresso por: Em que é a média de D. A (unicidade, linearidade, aditividade, etc.) que relaciona as integrais simples às integrais múltiplas representam a unicidade da vida, a linearidade da PA de a sequência da vida e o atributo da existência do ser. No que se refere à mudança de variável, já que isso é comum quando estamos tratando de calcular o dia exato da morte natural de um ser humano. Neste caso calculamos: f :

Formando uma bijeção entre o conjunto da unidade de sono e o conjunto da unidade de morte, como demonstramos em anteriormente. Então a substituição de variáveis ocorre da seguinte forma: Integração: Em que F representa a função f das variáveis da morte:

Captando assim as mudanças de variáveis que ocorrem no processo do vir a- ser para a morte. A morte é um fato que ocorre a todo ser humano como um limite à vida. As seguradoras de vida devem parar de calcular o limite da morte M em relação à f(x) que é a idade + histórico + doença, mas sim calcular o limite da morte M com base na relação funcional bijetiva entre o sono e a morte; tal que: f :. Em outras palavras: a função do sono tende à função da morte por causa da sua bijeção. Uma função é uma forma de associar a cada valor do argumento x (variável independente) um único valor da função f(x) (variável dependente). E isto pode ser realizado através de uma equação, uma sequência numérica e uma matriz. Devido a sua utilidade vamos associar cada número par de elementos relacionados à função com um determinado ponto no espaço

, que pode ser geometricamente representado no plano cartesiano. Como a exigência de unicidade da imagem (valor da função) implica necessariamente a existência de um único ponto para cada entrada x, que é o valor do argumento do cliente. Geralmente, uma função liga um domínio (sono) com um segundo conjunto (morte), que é o contradomínio formado pela (morte). No entanto, o conjunto dos elementos y do contradomínio para os quais existe pelo menos um x no domínio, tal que, y = f(x) onde x se relaciona funcionalmente com y, formando assim o conjunto imagem ou simplesmente imagem da função que relaciona o sono e a morte. Podemos usar uma função para modelar o número de limites da morte M em uma pessoa em particular de acordo com o tempo de horas dormidas pelo sujeito. Por exemplo: simbolizando o tempo por t e o número de

horas dormidas diariamente em um dado tempo t por y, podemos então escrever: : Desta forma modelamos de forma abstrata o valor da função f(x) (variável dependente) em função do tempo de vida do sujeito desde a concepção (variável dependente) até a idade atual. Neste exemplo o nome da função fora arbitrariamente escolhido com ; o conjunto de partida é o conjunto dos números reais (assumindo a que o tempo de unidade de vida de cada ser humano é contínuo e não negativo) e o contradomínio é formado pelo conjunto dos números naturais que representa as unidades de vida do indivíduo (assumindo que o cliente em questão é sempre um número inteiro ).

Este resultado demonstra que uma maior quantidade de sono está diretamente relacionada a. Cada pessoa deve descobrir um instituto do sono o valor limite de seu sono; para algumas pessoas o limite é igual a 6, para outros igual a 7 e para outros ainda igual a 9 ou 10. Cada pessoa possui um limite de unidade de tempo de sono. O propósito do centro de pesquisa é calcular o valor do limite de sono saudável para o organismo de cada pessoa individualmente. Isso significa que este cliente possui um limite saudável de sono igual a 9 h. E é a partir deste limite de normalidade do sono que terá início a sequência de contagem da PA de em que para monitorar a relação funcional entre o

sono e a morte formalizada pela equação da morte: