1º Teste Computação Gráfica

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Transcrição:

1º Teste Computação Gráfica LEIC-Alameda/LEIC-Tagus/LERCI Prof. Mário Rui Gomes Prof. João Brisson Lopes de Abril de 4 Nº Nome: Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas. O Teste tem uma duração de 1h3m. Todas as páginas devem ter o nº mecanográfico. I 1. A arquitectura lógica de uma aplicação gráfica interactiva baseia-se nos conceitos de eventos e de subscrição de serviços. Relacione estes dois conceitos com o fluxo de execução da aplicação. A arquitectura lógica de uma aplicação gráfica interactiva baseia-se no conceito de evento, definido como uma ocorrência na vida da aplicação e no conceito de subscrição de um serviço a ser efectuado pela aplicação. Assim, quando a aplicação é executada mostra em primeiro lugar toda a sua interface gráfica (botões, menus, ícones, etc.) assim como uma Vista inicial do Modelo. Seguidamente, efectua-se a subscrição dos serviços disponíveis (criar círculo, alterar atributo, agrupar objectos, etc.). O mecanismo de subscrição consiste em associar um ou mais tipos de eventos (premir uma tecla, escolher uma opção de um menu, etc.) a um serviço. O denominado ciclo principal de uma aplicação gráfica interactiva consiste numa espera activa de ocorrência de eventos. Quando ocorre um evento, é analisado o seu tipo e é executado o respectivo serviço, sendo redesenhada a Vista sobre o Modelo que poderá ter sido editado. Normalmente existe um tipo de evento que está associado ao serviço de sair, o qual armazena o Modelo e termina a execução do processo.

. Considere a transformação D que produz a forma representada na Figura a partir do quadrado representado na Figura 1. Figura 1 Figura Indique que transformações elementares compõem essa transformação, por que ordem são aplicadas e quais as matrizes correspondentes. Uma translação de (-,-1), seguida de uma rotação de 45º e de uma translação de (,). 1 T 1(, 1) = cos(45º) R(45º) = sin(45º ) 1 T (,) = 1 1 1 1 1 -sin(45º ) cos(45º) = 1 1 3. Além da modelação por instanciação de primitivas, existe outro tipo de modelação que também emprega primitivas? Em caso afirmativo, indique quais as diferenças. Sim, existe a modelação por decomposição em células em que existem formas primitivas livremente escaláveis e posicionáveis que, adaptadas à forma dos objectos a modelar, modelam os objectos. No caso da modelação por instanciação de primitivas, estas são objectos que, embora posicionáveis, não apresentam a liberdade de escalamento livre pois as suas dimensões encontram-se restringidas pelos valores dos parâmetros das primitivas e da sua correspondência com as respectivas dimensões. 4. Que diferenças existem entre as malhas poligonais de lista explícita, as malhas de lista de vértices e as malhas de lista de arestas? Dê um exemplo de uma operação que seja fácil num destes tipos e muito difícil noutro. Nas malhas de lista explícita, cada polígono dispõe de uma lista de vértices própria, que não partilha com quaisquer outros polígonos, e em que cada vértice está representado /8

pelas suas coordenadas. Na malha por lista de vértices, existe uma lista de vértices geral e cada polígono possui uma lista de referências para os vértices que o constituem. Finalmente, na lista de arestas, existem a lista de arestas e a lista de vértices. Cada polígono possui uma lista de referências para as arestas que o constituem e cada aresta tem duas referências aos respectivos vértices e uma lista de referências para os polígonos de que faz parte. A alteração das coordenadas de um vértice é muito difícil com a lista explícita, pois é necessário determinar quais os polígonos a que pertence para que as suas coordenadas possam ser alteradas. O mesmo não se passa com a modelação por lista de vértices dado que basta alterar um único vértice sem ter que procurar as suas cópias. II 1. A seguinte figura apresenta um cubo assim como o plano de projecção para realizar a vista do cubo em perspectiva. Quantos pontos de fuga caracterizam esta projecção perspectiva? Justifique a resposta e apresente uma vista do cubo em que estes pontos de fuga estejam visíveis. y Plano de projecçao x z Intersecçao eixos/plano Na projecção perspectiva, um qualquer conjunto de linhas paralelas que não sejam paralelas ao plano de projecção converge num ponto de fuga. Neste caso, o cubo apresenta 3 conjuntos de linhas paralelas independentes que não são paralelas ao plano de projecção logo existem 3 pontos de fuga. Como se pode verificar o plano de projecção intersecta os três eixos e não é paralelo a nenhuma das faces do cubo. A figura apresenta a localização destes pontos de fuga na imagem do cubo. 3/8

Ponto de fuga Centro de Projecção. Apresente (dois) tipos de projecções paralelas e, para cada uma delas, caracterize a relação entre a normal ao plano de projecção (NPP) e os eixos do mundo assim como a relação entre a normal ao plano de projecção (NPP) e a direcção de projecção (DP) Projecções Ortogonais: NPP paralela a um dos eixos e DP paralela a NPP. Projecção Axiometrica: NPP não é paralela a qualquer um dos eixos e DP é perpendicular a NPP. Projecção Obliqua: NPP paralela a um eixo e DP nem é paralela nem perpendicular a NPP. 3. Aplique o algoritmo de Cohen-Sutherland ao recorte do segmento de recta AB com coordenadas (1, -1) e (1, 3) pelo rectângulo de recorte com coordenadas do vértice inferior esquerdo (, ) e do vértice superior direito (, 1), calculando os códigos e descrevendo o critério de escolha das arestas de recorte. Em primeiro lugar calculam-se os códigos dos vértices A e B os quais são, respectivamente, 1 e 1, convencionando que a sequência de bits corresponde aos limites x máximo, x mínimo, y máximo e y mínimo. Efectuando a operação de AND bit a bit dos dois códigos, obtém-se o valor, pelo que será necessário subdividir o segmento de recta no ponto de intersecção com a recta sobre a qual assenta uma das arestas do rectângulo de recorte. O bit a 1 do primeiro vértice, A, indica que se deve realizar o recorte contra o limite inferior do rectângulo de recorte. Daqui resulta, como ponto de intersecção, o vértice A (1, ) que tem como código o valor. Efectuando-se a operação de AND deste ponto com B, continua a ser necessário efectuar a subdivisão do segmento de recta A B, através do cálculo de uma nova intersecção com a recta sobre a qual assenta uma das restantes arestas do rectângulo de recorte. Como o 1º vértice, A agora tem código (não tem qualquer bit a 1) utiliza-se o 1º bit a 1 do segundo vértice, B, para escolher a aresta com a qual será efectuado o cálculo do ponto de intersecção. Neste caso é o limite superior do rectângulo de recorte e daqui resulta o vértice B (1, ) o qual tem, como código. 4/8

Assim obtém-se um segmento de recta recortado, A B, com ambos os vértices com código, o qual é virtualmente aceite. 4. Considere o algoritmo de Cyrus-Beck aplicado aos dois segmentos de recta da figura. Classifique os tipos de pontos de cada intersecção com as rectas que suportam cada uma das arestas do rectângulo de recorte e utilize essa informação para explicar por que é que o segmento de recta AB é rejeitado e o segmento CD é aceite, após recorte. B D A C Consideraremos que, em AB, o valor do parâmetro t cresce de para 1 de A para B e, em CD, de C para D. Considerando então a recta inferior do rectângulo de recorte, como o início de ambos os segmentos se encontram no subespaço inferior, ambas as intersecções dos segmentos com esta recta são pontos classificados como PE, Potencial Entrada. Considerando a recta superior, ambos os pontos de intersecção da recta com os segmentos são PS, Potencial Saída. Para a aresta esquerda ambos os pontos são PE, Potencial Entrada, e, para a aresta direita, ambos os pontos são PS, Potencial Saída. Assim resulta que as intersecções do segmento de recta AB, ordenados pelo parâmetro t, serão, PE, PS, PE, PS e as do segmento CD são PE, PE, PS, PS. Como no primeiro caso o t maior entre os de PE é maior que o menor t dos PS, teremos a situação em que o segmento de recta é rejeitado. Para o segmento CD, o maior t dos PE é inferior ao menor t dos PE, devendo o segmento ser aceite entre estes dois pontos. III 1. A representação de segmentos de recta num dispositivo de quadrículas requer a utilização de algoritmos de rasterização. Enumere três algoritmos para realizar a rasterização, indicando, resumidamente, em que medida estes três algoritmos diferem entre si. 1 - Algoritmo imediato Algoritmo incremental básico 5/8

3 Algoritmo de Bresenham Os três algoritmos diferem principalmente na precisão dos resultados e na velocidade de execução (carga computacional). Estas diferenças devem-se ao tipo de aritmética usada. Os algoritmos imediato e o incremental usam aritmética real e arredondamentos, enquanto o algoritmo de Bresenham usa aritmética inteira.. Considere o polígono da figura seguinte. a) Assumindo que está a usar o algoritmo de Preenchimento por Varrimento (scan-line), preencha a Tabela de Lados inicial. b) Apresente agora a Tabela de Lados Activos em duas situações diferentes, uma assumindo que a linha de varrimento está na posição y=3 e outra em y=6. a) A tabela de lados tem as seguintes entradas não nulas: TL[1] = [(AD, Ymax=3, X(Ymin)=5, 1/m = -), (CD, Ymax=5, X(Ymin)=5, 1/m = 1/4)] TL[3] = [(AB, Ymax=7, X(Ymin)=1, 1/m = 3/4)] TL[5] = [(BC, Ymax=7, X(Ymin)=6, 1/m = -1)] b) TLA[3]=[(AB, Ymax=7, X=1, 1/m = 3/4), (CD, Ymax=5, X=5,5, 1/m = 1/4)] TLA[6]=[(AB, Ymax=7, X=13/4, 1/m = 3/4), (BC, Ymax=7, X=5, 1/m = -1)] 3. Defina o nó VRML PointLight e descreva 4 dos seus campos. O nó VRML PointLight é uma luz pontual que irradia em todas as direcções a partir de um ponto, que é a sua localização no espaço. Os campos do nó PointLight são: attenuation: atenuação da luz com a distância; ambientitensity: a contribuição para a luz ambiente geral da cena; color: a cor da luz emitida; intensity: o brilho da luz (intensidade da luz emitida); location: localização da luz no mundo; on: liga e desliga a luz; radius: distância máxima afectada pela luz. 6/8

4. Considere o nó VRML Transform e a imagem seguinte: Quais das seguintes alternativas produz a imagem apresentada? Justifique. Alternativa A DEF TransfA Transform { translation children [ DEF Caixa Shape { geometry Box { size 1 1 appearance Appearance { material Material { diffusecolor 1 ] Transform { rotation 1 1.57 children USE TransfA Alternativa B DEF TransfB Transform { translation rotation 1 1.57 children [ DEF Caixa Shape { geometry Box { size 1 1 appearance Appearance { material Material { diffusecolor 1 ] Transform { translation children USE Caixa A alternativa A define um nó (TransfA) em que, a um paralelepípedo centrado na origem e orientado segundo o eixo dos XX, é aplicada uma translação segundo X de unidades. A seguir, uma cópia deste nó é rodada de +9º em torno do eixo dos ZZ, o que corresponde à figura. A alternativa B define um nó (Caixa) contendo um paralelepípedo centrado na origem e com o maior eixo segundo X. A este nó é primeiro aplicada uma rotação de +9º e só depois uma translação de unidades segundo X, porque a ordem das transformações de um único nó Transform é esta. O paralelepípedo fica na posição pretendida encontra-se 7/8

na posição pretendida mas com o eixo principal segundo Z, o que não corresponde à figura. Assim, a alternativa correcta é a alternativa A. Cotação I II III 1. 1,5 1. 1,5 1,5 3. 1,5 1,5 4. 1,5 Total 6,5 7 6,5 8/8