2º Exame de Computação Gráfica
|
|
|
- Luiz Eduardo Anjos Bastos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 2º Exame de Computação Gráfica LEIC/LESIM/LCI Prof. Mário Rui Gomes Prof. João Brisson Lopes 26 de Julho de 2003 Nº Nome: Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas. O Exame tem uma duração máxima, incluindo tolerância, de 2h30m. I 1. Uma norma gráfica, como o GKS, Graphic Kernel System, permite o cálculo de vistas de primitivas gráficas tais como Linhas Poligonais, Polígonos e Marcas. O que acontece quando se efectua um escalamento isotrópico de valor 2 a instâncias desses tipos de primitivas? As primitivas do tipo linha poligonal e polígono são bidimensionais pelo que, ao ser aplicada aplicado um escalamento duplo em X e Y, vão aparecer com uma dimensão em largura e altura dupla. No caso das marcas, estas são primitivas unidimensionais pelo que não vão sofrer qualquer alteração. 2. Qual é o maior número de pontos de fuga que podem existir numa transformação de projecção perspectiva? Justifique? Três. Um ponto de fuga corresponde a uma intersecção de um eixo coordenado pelo plano de projecção.
2 3. Considere uma transformação composta, no espaço 2D, a qual consiste numa rotação de +90º seguida de uma transformação de escala uniforme cujo factor é de 0,5. Poder-se-ia obter o mesmo resultado procedendo primeiro à transformação de escala e depois à rotação? Justifique. Uma transformação composta corresponde ao produto das matrizes das respectivas transformações elementares. Um produto de duas matrizes não é, em geral, comutativo e, portanto, a sequência das transformações é importante. Mas neste caso a transformação de escala pode ser representada pelo produto da matriz identidade por uma escalar. Assim, a ordem das transformações é indiferente. Resposta alternativa: a duas dimensões (não necessitamos do espaço homogéneo porque não se consideram translações) as matrizes das transformações de escala e rotação são f 0 = 1 0 Ms = f cos θ senθ Mr = 0 f 0 1 e senθ cos θ e, se calcularmos os dois produtos, cosθ senθ f obtemos sempre o mesmo resultado que é senθ cosθ II 1. Escreva o código VRML que permite criar um prisma triangular usando extrusões. Os lados da base podem ter uma dimensão qualquer menor que 2, mas a altura deve ser de 5 unidades. Shape { geometry Extrusion { crosssection [0 0, 0 1, 1 1, 0 0] spine [0 0 0, 0 5 0] } } 2. Escreva o código VRML que permite criar um novo prisma triangular sem base e sem topo. Os lados do prisma podem ter qualquer valor entre 2 e 3 unidades e a sua altura deve ser de 4. As faces do prisma devem ser visíveis do lado de fora e do lado de dentro do prisma e cada uma ter uma cor diferente. Shape { geometry IndexedFaceSet { solid FALSE coord Coordinate { point[ 0 0 0, 2 0 0, 2 4 0, 0 4 0, 0 0 2, 0 4 2] } coordindex[ , , ] 2/9
3 } } colorpervertex FALSE color Color{ color[ 1 0 0, 0 1 0, 0 0 1] } colorindex [0 1 2] III 1. Compare as primitivas que a modelação segundo a linguagem VRML disponibiliza com as primitivas de um sistema de modelação por instanciação de primitivas. Serão os dois esquemas iguais? Porquê? Os dois esquemas são diferentes. Em VRML é possível empregar as respectivas primitivas sem quaisquer restrições quanto às respectivas dimensões e associar primitivas também sem restrições, ao passo que as primitivas empregues na modelação por instanciação de primitivas pode restringir estas a dimensões paramétricas discretas (parafusos, por exemplo) e pode não permitir a associação livre de primitivas (que se interpenetrem, por exemplo). 2. A determinação do plano de um polígono de uma malha poligonal empregue na modelação por Descrição da Fronteira, BRep é ou não importante? Porquê? È uma operação importante porque permite calcular a normal ao plano que é importante para determinar se a face do polígono é ou não frontal (remoção de faces traseiras) e para calcular a iluminação e o sombreamento do polígono. IV 1. A câmara virtual tem um conjunto de parâmetros entre os quais estão os "planos de recorte". A que se destinam estes parâmetros? Os planos de recorte da câmara virtual destinam-se a delimitar em profundidade (Z) que parte da cena é visível. É assim possível retirar objectos entre o centro de projecção e o plano anterior de recorte e todos os objectos existentes para lá do plano posterior de recorte, simplificando computacionalmente o processamento. 2. O que se entende por Base de Dados de Objectos Activos? Qual a importância desse conceito no contexto de um pipeline de visualização. Base de dados de objectos activos é a colecção de objectos que no seu todo ou em parte pertencem ao espaço canónico e serão processados para dar origem à imagem final resultado 3/9
4 do processamento pelo pipeline. Se não fosse usado esse conceito seriam efectuados os cálculos com todos os objectos da cena o que diminuiria o desempenho do cálculo da respectiva imagem. 3. Considere o caso da figura à qual se vai utilizar o algoritmo de Cohen-Sutherland no recorte da linha poligonal ABCD pelo rectângulo. Calcule os códigos dos vértices. Qual o significado de um 1 no OP código do ponto C? Como aplicaria esse algoritmo no recorte do polígono ABCD? B C A D Os códigos são: A 0000; B 1000; C 1010 e D Um bit a 1 num código define qual a posição do ponto num dos semi-planos definidos pela recta sobre a qual está definida uma das arestas da fronteira de recorte. No caso do código de C o facto do 1º bit ser 1 define que o ponto se encontra no semi-plano superior à recta sobre a qual assenta o lado superior do rectângulo de recorte. Este algoritmo só se aplica ao recorte de segmentos de recta pelo que devia ser usado um algoritmo específico para recorte de polígonos, neste caso, convexos. V 1. A discretização de segmentos de recta pode ser efectuada através do algoritmo de Incremental Básico, ou Digital Differential Analyzer (DDA). Considerando que o segmento de recta tem um declive entre 0 e 1, deduza a fórmula que permite o cálculo, incremental, do valor de Y de cada quadrícula. Quais as principais limitações deste algoritmo? Considere-se que a expressão do segmento de recta é: Y=mX+b. Então em cada passo do algoritmo teremos Yi+1 = mxi+1+b; Yi+1 = m(xi+ X)+b; Yi+1=(mXi+b)+m X; Yi+1 =Yi+m X; X=1 => Yi+1 =Round(Yi+m) O algoritmo tem como principais limitações o facto de requerer o cálculo de um arredondamento em cada passo e de, consequentemente, ocorrer a acumulação de erros. 4/9
5 2. Considere o polígono côncavo da figura. Descreva os passos principais necessários para efectuar a sua discretização usando coerência de linha de varrimento. 1) Calcular intersecção entre a linha de varrimento e as arestas da fronteira do polígono, arredondando os valores para interior do polígono. 2) Ordenar os pontos por abcissa crescente. 3) Preencher cadeias de quadrículas ( spans ) entre pares de pontos. VI 1. Considere a remoção de faces posteriores de um poliedro sólido côncavo cuja fronteira é composta por uma malha de facetas. O que se entende por um poliedro sólido côncavo? Descreva, sucintamente, o funcionamento de um algoritmo que suporte essa remoção. Um poliedro ser sólido tem uma fronteira que separa o seu interior do seu exterior. Os poliedros côncavos possuem ângulos internos entre faces superiores a 180º. Para remover as faces traseiras tem, em primeiro lugar, que calcular-se a normal a cada uma das faceta que compõem a fronteira do poliedro (assume-se que a fronteira é composta por uma malha de facetas). Seguidamente calcula-se o produto interno entre as normais às faces e o vector de visualização com origem no centro da projecção e terminando em qualquer ponto do polígono. Caso o valor for superior a 0 teremos uma faceta traseira a qualquer pode ser eliminada. 2. Descreva a estratégia seguida pelo algoritmo de cálculo de elementos visíveis por Ordenação em Profundidade. Dê um exemplo de um caso particular desse algoritmo. O Algoritmo de Ordenação em Profundidade segue a seguinte estratégia de desenhar os polígonos na ordem decrescente da distância ao observador. Assim: 1º Ordena todos os polígonos constituintes da cena por ordem crescente da sua menor coordenada z. 5/9
6 2º Resolve situações ambíguas, nalguns casos em que os intervalos de ocupação dos polígonos segundo zz se sobrepõem. Por vezes, a resolução dessas ambiguidades passa pela fragmentação dos polígonos. 3º Rasteriza os polígonos (originais e resultantes da fragmentação) por ordem crescente da sua menor coordenada (desenhar os polígonos por ordem decrescente de profundidade). Um caso particular deste algoritmo é conhecido pela designação de Algoritmo do Pintor o qual assume que todos os polígonos pertencem a planos com Z constante (2.5D). 3. Descreva duas alternativas à aplicação do Algoritmo de Remoção de Elementos Invisíveis por Linha de Varrimento a polígonos que se interpenetram. Como classificaria este algoritmo quanto ao tipo de ordenação? No caso dos algoritmos de polígonos que se interpenetram é necessário identificar, numa quadrícula, qual qual o polígono que é visível, por comparação dos respectivos valores de Z ou garantir que os polígonos não se interpenetram. A primeira alternativa, a qual não permite usar a coerência de linha de varrimento baseia-se na comparação, para cada quadrícula, dos valores de Z, de todos os polígonos activos, isto é, aqueles que vão ser discretizados na linha de varrimento que está a ser processada. A segunda alternativa baseia-se na subdivisão dos polígonos. Em primeiro lugar calcula-se a intersecção entre os dois polígonos e seguidamente usa-se essa intersecção para subdividir um dos polígonos. Assim a cena deixa de ter polígonos que se interpenetram. Neste algoritmo a ordenação é do tipo YXZ o que significa que ocorre uma primeira ordenação em Y seguidamente uma ordenação em X e, finalmente uma procura em Z. VII 1. Quais as simplificações geométricas que são assumidas pelo Modelo de Iluminação de Phong? As simplificações são as seguinte: Fontes de Luz no infinito (a distribuição da intensidade dos raios luminosos é ignorada). A geometria, excepto a normal à superfície, é ignorada. 2. Considere os métodos de Sombreamento de Gouraud e de Phong. Por que são métodos interpolados? Descreva sucintamente os dois métodos e indique, justificando, qual o que apresenta melhor desempenho. 6/9
7 O sombreamento devia ser aplicado a cada quadrícula devendo ser calculada a respectiva normal ao polígono. Como esse cálculo é computacionalmente pesado opta-se por efectuar a interpolação ou das normais (Phong) ou do próprio sombreamento (Gouraud). Em ambos os casos é, inicialmente, calculado a normal a cada vértice e no caso do Gouraud é calculada a respectiva cor a qual será interpolada preenchendo todo o polígono. No caso do Phong são interpoladas as normais nas arestas e, seguidamente, em cada linha de varrimento. O método de Phong tem menor desempenho uma vez que são interpolados vectores e não escalares. 3. Uma imagem de quadrícula contendo um gráfico de linhas a preto e branco encontra-se armazenado num ficheiro de imagem segundo o formato BMP e acusa a existência de apenas 2 (duas) cores. Quando o ficheiro é convertido para o formato JFIF, passa a acusar a existência de 6 (seis) cores únicas. Explique a razão para este aumento de número de cores únicas verificado. O formato de imagem JFIF emprega a compressão JPEG baseada no cálculo de transformadas inversas do co-seno aplicadas a conjuntos de quadrículas vizinhos. Na reconstrução da imagem, estas aproximações eliminam as descontinuidades de cor entre quadrículas vizinhos, substituindo-as por variações contínuas, o que leva ao aparecimento de tons intermédios que originalmente não existiam na imagem. VIII 1. Explique em que consistem os 3 (três) critérios de paragem empregues para terminar o processo recursivo de exploração de uma cena por meio de raios secundários no algoritmo do método de Ray Tracing. Os três critérios de paragem no algoritmo do método de ray tracing são: Número máximo de níveis de recursão atingido. O raio (primário ou secundário) sai da cena. A contribuição de um dado raio secundário para a iluminação do ponto em que tem origem torna-se inferior a um dado valor pré definido. 2. É comum afirmar-se que o algoritmo do método de Ray Tracing combina num só algoritmo as funções de projecção, remoção de elementos ocultos e iluminação normalmente desempenhadas por andares diferentes do pipeline de visualização. Explique a razão ou razões desta afirmação. 7/9
8 Ao, por meio de um raio primário, unir o ponto de vista (centro de projecção) com o ponto representativo de uma quadrícula que se encontra localizado sobre a janela de visualização, o algoritmo de Ray Tracing realiza a operação de projecção. Simultaneamente, ao reter apenas a intersecção desse raio com o objecto mais próximo para determinar a cor e intensidade de uma dada quadrícula, o algoritmo ignora os objectos mais afastados e, consequentemente, esconde-os, o que equivale à remoção de elementos ocultos. Finalmente, a determinação da cor da quadrícula é realizada por cálculos de iluminação. 8/9
9 Cotação I II III IV V VI VII VIII Total ,5 1 0, ,5 1,5 1 Total Valores 9/9
Exame Tipo Computação Gráfica
Exame Tipo Computação Gráfica LEIC-T Prof. Mário Rui Gomes Nº Nome: Antes de começar: Identifique todas as folhas com o seu número. Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas.
Computação Gráfica. Exame de Época Especial de. Nº Nome:
Exame de Época Especial de Computação Gráfica LEIC/LESIM/LCI Prof. João Brisson Lopes 13 de Setembro de 2003 Nº Nome: Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas. O exame
Exame de 1ª Época Computação Gráfica
Exame de 1ª Época Computação Gráfica LEIC/MEIC Ano Lectivo de 2008/2009 Prof. João Brisson Lopes Prof. Mário Rui Gomes 2 de Julho 2009 Nº Nome: Responda o mais completamente às seguintes questões justificando
1º Teste de Computação Gráfica
1º Teste de Computação Gráfica LEIC/LESIM/LCI Prof. João Brisson Lopes Prof. Mário Rui Gomes 15 de Abril de 23 Nº Nome: Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas. O teste
Nº Nome: Antes de começar: Identifique todas as folhas com o seu número.
Exame de Época Especial de Computação Gráfica LEIC-Alameda/LEIC-Taguspark/LERCI/LCI Prof. João Brisson Lopes Prof. Mário Rui Gomes 14 de Setembro de 2004 Nº Nome: Antes de começar: Identifique todas as
Exame de Época Especial Computação Gráfica
Exame de Época Especial Computação Gráfica LEIC/MEIC Ano Lectivo de 2008/2009 Prof. João Brisson Lopes 9 de Setembro 2009 Nº Nome: Responda o mais completamente às seguintes questões justificando adequadamente
1º Exame/2º Teste Computação Gráfica
1º Exame/2º Teste Computação Gráfica LEIC-Alameda/LEIC-Tagus/LERCI Prof. Mário Rui Gomes Prof. João Brisson Lopes 19 de Junho de 2004 Nº Nome: Deve escrever o seu nº em todas as páginas. Responda às questões
1º Teste Computação Gráfica
1º Teste Computação Gráfica LEIC-Alameda/LEIC-Tagus/LERCI Prof. Mário Rui Gomes Prof. João Brisson Lopes de Abril de 4 Nº Nome: Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas.
1º Exame Computação Gráfica
1º Exame Computação Gráfica LEIC-T Prof. Mário Rui Gomes 28 de Junho 2007 Nome: Antes de começar: Identifique todas as folhas com o seu número. Responda às questões seguintes justificando adequadamente
Exame de 2ª Época Computação Gráfica
Exame de 2ª Época Computação Gráfica LEIC/MEIC no Lectivo de 2008/2009 Prof. João Brisson Lopes Prof. Mário Rui Gomes 24 de Julho 2009 Nº Nome: Responda o mais completamente às seguintes questões justificando
2º Exame. Computação Gráfica
2º Exame Computação Gráfica LEIC-A/T Prof. Mário Rui Gomes Prof. João Pereira Prof. Daniel Gonçalves 19 de Julho 2008 Nº Nome: A O exame tem a duração de 2 horas, tolerância incluída. Responda às questões
Exame de 1ª Época Computação Gráfica
Exame de 1ª Época Computação Gráfica LEIC - Alameda Ano Lectivo de 26/27 Prof. João Brisson Lopes 28 de Junho 27 Nº Nome: Responda o mais completamente às seguintes questões justificando adequadamente
1º Teste de Computação Gráfica 3º Ano
1º Teste de omputação Gráfica 3º no Licenciatura em Eng. Informática e de omputadores Prof. responsável risson Lopes 5 de Maio de 2000 Nº «Número» Nome: «Nome» Sala: «Sala» Responda às questões seguintes
Visibilidade. Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Computação Gráfica. Edward Angel, Cap. 7 Apontamentos CG
Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Computação Gráfica Visibilidade Edward Angel, Cap. 7 Apontamentos CG Pipeline de Visualização 3D Pipeline de Visualização 3D LEIC CG Sombreamento
Visibilidade. Apontamentos CG + Edward Angel, Sec Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010
Visibilidade Apontamentos CG + Edward Angel, Sec. 7.11 Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010 1 Na últimas aulas Rasterização Discretização de linhas Preenchimento de polígonos Aliasing
Computação Gráfica. Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Alameda/Taguspark. 1º Exame 29 Junho de 2010
Computação Gráfica Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Alameda/Taguspark º Exame 29 Junho de 2 O exame tem a duração de 2h3, tolerância incluída. Responda às questões unicamente nestas
2º Exame Computação Gráfica
2º Exame Computação Gráfica LEIC/LERCI Prof. João Brisson Lopes Prof. Mário Rui Gomes 16 de Julho 2005 Nome: Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas. O exame tem uma
1º Teste Computação Gráfica
1º Teste Computação Gráfica LEIC-Alameda Prof. João Brisson Lopes Prof. Mário Rui Gomes 19 de Abril de 25 Nome: Responda às questões seguintes justificando adequadamente todas as respostas. O Teste tem
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens -Linhas e superfícies escondidas
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens -Linhas e superfícies escondidas Júlio Kiyoshi Hasegawa 26 Fontes: Rogers, D. F. Procedural Elements for Computer Graphics Introdução Linhas e superfícies
de Recta e Polígonos
Mário Rui Gomes Computação Gráfica 1 Recorte de Segmentos de Recta e Polígonos 1.1 Introdução Relembrando os andares do pipeline de visualização, podemos verificar que no andar anterior foi efectuada a
Coloração (Shading)e Iluminação global
Coloração (Shading)e Iluminação global Computação Gráfica Modelos de Iluminação Dependentes da Luz! Modelos dependentes da luz! Ambiente! Normais à superfície não são importantes! Difusa! Ângulo entre
Modelação de Sólidos. Sistemas Gráficos/ Computação Gráfica e Interfaces FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO
Modelação de Sólidos Sistemas Gráficos/ Computação Gráfica e Interfaces 1 Modelação de Sólidos Em 2D um conjunto de segmentos de recta ou curvas não formam necessariamente uma área fechada. Em 3D uma colecção
1º Exame. Computação Gráfica
1º Exame Computação Gráfica LEIC-A/T Prof. Mário Rui Gomes Prof. João Pereira Prof. Daniel Gonçalves 5 de Julho 28 Nº Nome: A O exame tem a duração de 2 horas, tolerância incluída. Responda às questões
1º Exame. Computação Gráfica
1º Exame Computação Gráfica LEIC-A/T Prof. Mário Rui Gomes Prof. João Pereira Prof. Daniel Gonçalves 5 de Julho 28 Nº Nome: B O exame tem a duração de 2 horas, tolerância incluída. Responda às questões
Sumário COMPUTAÇÃO GRÁFICA E INTERFACES. Modelos e modelagem. Modelos e modelagem. Transformações Geométricas e Visualização 2D
Sumário COMPUTAÇÃO GRÁFICA E INTERFACES Transformações Geométricas e Visualização D Transformações geométricas Pipeline de visualização D Transformação de coordenadas Window-Viewport Recorte (Clipping)
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 11º Ano de Matemática A Tema I Geometria no Plano e no Espaço II. 1º Teste de avaliação.
Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis 11º Ano de Matemática A Tema I Geometria no Plano e no Espaço II 1º Teste de avaliação Grupo I As cinco questões deste grupo são de escolha múltipla. Para cada uma
Transformações de Visualização 2D: Clipping. Antonio L. Bajuelos Departamento de Matemática Universidade de Aveiro
Transformações de Visualização 2D: Clipping Antonio L. Bajuelos Departamento de Matemática Universidade de Aveiro 1 Clipping (recorte) Qualquer procedimento que identifica porções de uma figura que estão
Lista de exercícios. 4) Defina o conceito de função de eficiência luminosa. (Victor)
Instituto de Computação Pós-graduação em Ciência da Computação Disciplina: Computação Gráfica 1 semestre de 2011. Prof.: Anselmo Montenegro Lista de exercícios Grupo I - Cores 1) Explique em detalhes o
Computação Gráfica. Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Alameda / Taguspark. Terceiro Teste 19 de Maio de 2012
CG / Terceiro Teste LEIC Alameda/Taguspark Computação Gráfica Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Alameda / Taguspark Terceiro Teste 9 de Maio de O teste tem a duração de h, tolerância
Transformações 3D. Soraia Raupp Musse
Transformações 3D Soraia Raupp Musse 1 Transformações 3D Translação gltranslatef(dx, dy, dz) T(dx, dy, dz): 1 1 1 dz dy dx 2 Escala glscalef(sx, Sy, Sz) S(Sx, Sy, Sz): 1 1 Sz Sy Sx Transformações 3D Rotação
Prof. Fernando V. Paulovich 3 de agosto de SCC Computação Gráca
Dispositivos de Saída e SCC0250 - Computação Gráca Prof. Fernando V. Paulovich http://www.icmc.usp.br/~paulovic [email protected] Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) Universidade
Modelação de Sólidos. Sistemas Gráficos/ Computação Gráfica e Interfaces FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO
Modelação de Sólidos Sistemas Gráficos/ Computação Gráfica e Interfaces 1 Modelação de Sólidos Em 2D um conjunto de segmentos de recta ou curvas não formam necessariamente uma área fechada. Em 3D uma colecção
Resumo. Computação Gráfica: Uma Proposta de Plano Pedagógico. Áreas Correlatas. Definição. Uma Visão Integrada da C.G.
Computação Gráfica: Uma Proposta de Plano Pedagógico Luiz Velho Definições Metodologia Estrutura Avaliação Discussão Resumo IMPA - Instituto de Matemática Pura e Aplicada Definição Computação Gráfica:
Resoluções Exames Computação Gráfica
Resoluções Exames Computação Gráfica Exame normal 2014 1. Em termos de arquitetura e processamento da informação, identifique diferenças entre os sistemas gráficos baseados nas tecnologias raster e vetorial.
Triangulação Mapeamento em Viewport Modelação Geométrica
Triangulação Mapeamento em Viewport Modelação Geométrica Apontamentos CG + Edward Angel, Cap Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 29/2 Na última aula... Iluminação e Reflexão Modelo de Iluminação
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) PROVA 408/4 Págs. Duração da prova: 150 minutos 2007 2.ª FASE PROVA PRÁTICA DE DESENHO E GEOMETRIA
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens Recorte 2D
1 Introdução ao Processamento e Síntese de imagens Recorte 2D Fontes: Rogers, D. F. Procedural Elements for Computer Graphics Traina, A. J. M. & Oliveira, M. C. F. (2004) 2016 2 Recorte - (Clipping) Numa
Computação Gráfica - 09
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 9 [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav Objetos
Visualização 2D: - Transformação window to viewport - Clipping
Visualização 2D: - Transformação window to viewport - Clipping Sistemas Gráficos/ Computação Gráfica e Interfaces 1 Transformação de Visualização (window to viewport) Objectivo: obter uma matriz de transformação
O Problema de Visibilidade. Computação Gráfica Recorte. Onde Acontece? O que é Recorte? Renato Ferreira
O Problema de Visibilidade Computação Gráfica Recorte Renato Ferreira Numa cena tri-dimensional, normalmente não é possível ver todas as superfícies de todos os objetos Queremos descartar objetos ou partes
Introdução à Computação Gráfica
Introdução à Computação Gráfica Desenho de Construção Naval Manuel Ventura Instituto Superior Técnico Secção Autónoma de Engenharia Naval 27 Sumário Entidades Geométricas Transformações Geométricas 2D
Prova Prática de Geometria Descritiva A
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Prática de Geometria Descritiva A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 708/2.ª Fase 6 Páginas Duração da Prova: 150 minutos.
Transformações (Cap 4.3, 4.4 e 4.6 a 4.10)
4.6 a 4.) Transformações (Cap 4.3, 4.4 e 4.6 a 4.) Instituto Superior Técnico, 26/27 Sumário Revisões Transformações Elementares Coordenadas Homogéneas Composição de Transformações Transformações em OpenGL
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens Rendering 2016
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens Rendering 2016 Fontes: Rogers, D. F. Procedural Elements for Computer Graphics Modelos de Iluminação A Computação Gráfica simula como os objetos refletem
Pipeline de Visualização 3D
Pipeline de Visualização 3D André Tavares da Silva [email protected] Capítulo 5 de Foley Capítulo 2 de Azevedo e Conci Processo de Visualização https://www.youtube.com/watch?v=ogqam2mykng Processo de
Iluminação e Sombreamento
luminação e Sombreamento Computação Gráfica Carlos Guedes @ 2006 SEL/DEETC/SP Computação Gráfica 1 Computação Gráfica Carlos Guedes @ 2006 SEL/DEETC/SP Computação Gráfica http://www.oyonale.com/ldc/english/classroom.htm
Instituto de Computação Bacharelado em Ciência da Computação Disciplina: Computação Gráfica Primeira lista de exercícios
Instituto de Computação Bacharelado em Ciência da Computação Disciplina: Computação Gráfica Primeira lista de exercícios - 2012.2 Conceitos fundamentais 1) A Computação Gráfica é dividida em diversas sub-áreas.
CG 2015/2016 Segundo Teste LEIC Alameda/Taguspark. Segundo Teste. 18 de Novembro de 2015
CG 015/016 Segundo Teste LEIC Alameda/Taguspark Computação Gráfica Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores Alameda / Taguspark Segundo Teste 18 de Novembro de 015 O teste tem a duração
Computação Gráfica - 09
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 9 [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav Objetos
Poliedros 1 ARESTAS FACES VERTICES. Figura 1.1: Elementos de um poliedro
Poliedros 1 Os poliedros são sólidos cujo volume é definido pela interseção de quatro ou mais planos (poli + edro). A superfície poliédrica divide o espaço em duas regiões: uma região finita, que é a parte
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Pedro Martins Menezes. Um estudo dos estágios dos pipelines gráficos
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Pedro Martins Menezes Um estudo dos estágios dos pipelines gráficos Niterói 2008 Pedro Martins Menezes Um estudo dos estágios dos pipelines gráficos Trabalho de Conclusão
A terceira dimensão. A terceira dimensão. Modelagem tridimensional. A terceira dimensão Wilson de Pádua Paula Filho
A terceira dimensão A terceira dimensão Realidade virtual Métodos de representação tridimensional: modelos geométricos; superfícies poligonais; superfícies curvas; representações de varredura; geometria
Instituto de Computação Bacharelado em Ciência da Computação Disciplina: Computação Gráfica Primeira lista de exercícios
Instituto de Computação Bacharelado em Ciência da Computação Disciplina: Computação Gráfica Primeira lista de exercícios - 2013.1 Conceitos fundamentais 1) A Computação Gráfica é dividida em diversas sub-áreas.
Caderno 1: 35 minutos. Tolerância: 10 minutos. É permitido o uso de calculadora.
Prova Final de Matemática Prova 92 1.ª Fase 3.º Ciclo do Ensino Básico 2017 Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Duração da Prova (Caderno 1 + Caderno 2): 90 minutos. Tolerância: 30 minutos. Caderno
Rendering de Polígonos. Determinação de Superfícies Visíveis. Back Face Culling. Back Face Culling. Back Face Culling. Back Face Culling.
Determinação de Superfícies Visíveis M.C.F. de Oliveira Fontes: Hearn & Baker, Cap. 9 Curso CG, University of Leeds (Ken Brodlie): http://www.comp.leeds.ac.uk/kwb/gi21/lectures.html Rendering de Polígonos
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) PROVA 408/4 Págs. Duração da prova: 150 minutos 2007 1.ª FASE PROVA PRÁTICA DE DESENHO E GEOMETRIA
Prova Prática de Geometria Descritiva A
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Prática de Geometria Descritiva A 11.º/12.º Anos de Escolaridade Prova 708/1.ª Fase 6 Páginas Duração da Prova: 150 minutos.
Computação Gráfica II
Computação Gráfica II Iluminação e Textura Prof. Rodrigo Rocha [email protected] http://www.bolinhabolinha.com Introdução Determinação da cor envolve Além das propriedades da superfícies Cor,
Escola Secundária da Sé-Lamego Ficha de Trabalho de Matemática Ano Lectivo de 2003/04 Trigonometria 1 (Revisões) 12.º Ano
Escola Secundária da Sé-Lamego Ficha de Trabalho de Matemática no Lectivo de 00/04 Trigonometria 1 (Revisões) 1º no Nome: Nº: Turma: 1 Um cone, cuja base tem raio r e cuja geratriz tem comprimento l, roda
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens - Projeções
Introdução ao Processamento e Síntese de imagens - Projeções Júlio Kiyoshi Hasegawa Fontes: Esperança e Cavalcanti (22) (UFRJ) e Traina e Oliveira (24) (USP) Antonio Maria Garcia Tommaselli - notas de
Escola Secundária com 3º Ciclo D. Dinis. Ficha de Apoio nº2
Escola Secundária com 3º Ciclo D. Dinis Ano Lectivo 2008 /2009 Matemática B Ano 10º Turma D 1. Observe a figura. 1.1.Indique as coordenadas dos pontos A, B, C, A, B e C. 1.2. Descreva a transformação geométrica
