- QUALITY FUNCTION DEPLOYMENT - (QFD)

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Transcrição:

- QUALITY FUNCTION DEPLOYMENT - (QFD) Desdobramento da Função Qualidade TRADUÇÃO DOS REQUISITOS DOS CLIENTES EM ESPECIFICAÇÕES DE PRODUTOS E SERVIÇOS LES0778 - Gestão da Qualidade I M.Milan Departamento de Engenharia de Biossistemas USP/ESALQ

MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO - MEG - FUNDAMENTOS DA EXCELÊNCIA Conceitos reconhecidos internacionalmente e que se traduzem em práticas ou fatores de desempenho encontrados em organizações líderes, de classe mundial: conceitos intangíveis

FUNDAMENTOS DA EXCELÊNCIA 1-Pensamento Sistêmico 2-Aprendizado organizacional - Cultura de inovação. - Liderança e constância de propósitos 5- Orientação por processos e informações 6- Visão de futuro 7- Geração de valor 8- Valorização das pessoas 9- Conhecimento sobre o cliente e o mercado 10- Desenvolvimento de parcerias 11- Responsabilidade social

MODELO DE EXCELÊNCIA DA GESTÃO - MEG - - VISÃO SISTÊMICA DA ORGANIZAÇÃO - Fonte Fundação Nacional da Qualidade - FNQ -

QUALITY FUNCTION DEPLOYMENT- QFD Desdobramento da qualidade Requisitos do cliente - características de projeto do produto/serviço Desdobramento da função: Requisitos do projeto do produto/serviço - requisitos de seus componentes, processo e manufatura. PRINCÍPIOS Determinar o que é realmente importante; Projetar de modo a reduzir variações; Otimizar o produto/serviço.

HISTÓRIA DO QFD Japão: final dos anos 1960 Profs. Akao e Mizuno: Sementes do QFD Kobe Shipyards of Mitsubishi Heavy Industry: Quality chart - núcleo da metodologia QFD 1979- Hino Motors e Toyota Auto Body, (Empresas Toyota): Primeiras a aplicar o QFD.

HISTÓRIA DO QFD 198: Revista: Quality Progress Akao. QFD é introduzido nos EUA e Europa 198: FORD, GM, CHRYSLER EUA; 1987: ~ 80 empresas no Japão usavam o QFD; 1989: no Brasil durante o ICQC

VANTAGENS E BENEFÍCIOS Maior satisfação do cliente; Redução do ciclo de desenvolvimento do produto; Menores mudanças de projeto; Aumento de comunicação entre departamentos; Redução de custos: Toyota 20% custos iniciais de uma van; 61% após 5 anos.

AUMENTO DA COMUNICAÇÃO ENTRE DEPARTAMENTOS DA EMPRESA: ELIMINAR AS BARREIRAS Metas do produto ou serviço Metas não realísticas- não refletem a compreensão do projeto do produto ou serviço Projeto do produto/ serviço modificado O produto/ serviço não pode ser produzido como esperado Documentação de processo modificada Processo não verificadonão pode funcionar Produto/ serviço e preço modificados Produto/ serviço/ preço não atende ao cliente Marketing Projetista de produto ou serviço Projetista de processo Produção/ operações Vendas Cliente

PLANEJAMENTO PREVENTIVO VERSUS AÇÕES CORRETIVAS APÓS LANÇAMENTO Ataque dos problemas relacionados ao projeto Ataque de problemas após o lançamento do produto

DESDOBRAMENTO DA QUALIDADE REQUISITOS DO PROJETO DESDOBRAMENTO DA FUNÇÃO NECESSIDADES DO CLIENTE PLANEJAMENTO DO PRODUTO ( MARKETING) ) REQUISITOS DO PROJETO CARACTER. DOS COMPO- NENTES OPERAÇÕES DE FABRICAÇÃO DESENVOLVIMENTO DOS COMPONENTES ( ENGENHARIA DO PRODUTO ) CARACTERISTICAS DOS COMPONENTES REQUISITOS DE PRODUÇÃO PLANEJAMENTO DO PROCESSO ( ENGENHARIA INDUSTRIAL ) OPERAÇÕES DE FABRICAÇÃO PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO

GRAU DE IMPORTÂNCIA PLANO DE MELHORIA INDICE MELHORIA ARGUMENTO DE VENDAS PESO ABSOLUTO PESO RELATIVO Positivo Forte Positivo Negativo Negativo Forte Nossa empresa Empresa A Empresa B AVALIAÇÃO COMPETITIVA CARACTERISTICA da QUALIDADE (COMO) QUALIDADE EXIGIDA (O QUÊ) 1 2 5 Peso Absoluto Peso relativo Nossa Empresa Empresa X Empresa Y Qualidade Projetada Unidade 9 FORTE MÉDIO 1 FRACO PR=GIxIM*AV

Equipe 1 2 Qual é o produto Qual é o cliente Quais são as exigências do cliente "Como versus Como" ETAPAS 10 Matriz de correlações ("Telhado") "Como's"- requisitos do projeto 6 "Por que's" "Que's" 7 Matriz de relações Como's versus Que's 5 Avaliação competitiva do cliente (Benchmark) Grau de Importância "Quanto's" (Benchmark Técnico) 8 9 Especificações Avaliação Ouvir o Cliente Requisitos do Projeto

CASA (MATRIZ) DA QUALIDADE

ETAPAS Equipe 1 2 Qual é o produto Qual é o cliente Quais são as exigências do cliente "Como versus Como" 10 Matriz de correlações ("Telhado") "Como's"- requisitos do projeto 6 "Por que's" "Que's" 7 Matriz de relações Como's versus Que's 5 Avaliação competitiva do cliente (Benchmark) Grau de Importância "Quanto's" (Benchmark Técnico) 8 9 Especificações Avaliação Ouvir o Cliente Requisitos do Projeto

OBJETIVO A metodologia do QFD começa com a definição do objetivo, que deve ser: Claro; preciso; compreendido por todos os membros da equipe Exemplo: Quais são as características mais importantes para um abridor de latas? (Qualidade Exigida O QUE?) 1 2 Qual é o produto Qual é o cliente Quais são as exigências do cliente "Que's" Grau de Importância "Como versus Como" "Como's"- requisitos do projeto 6 7 Matriz de relações Como's versus Que's "Quanto's" (Benchmark Técnico) "Por que's" 5 Avaliação competitiva do cliente (Benchmark) 8 9 10 Matriz de correlações ("Telhado") Especificações Avaliação QUALIDADE EXIGIDA SER BARATO SER DURÁVEL SER FÁCIL DE LIMPAR SER PEQUENO E LEVE SER PRÁTICO NÃO ENFERRUJAR

Definindo os O QUE s? Qualidade Exigida O PONTO DE PARTIDA Minhas Necessidades A Voz do Cliente: O QUE s... Meus Recursos

O QUÊ s? O que o consumidor compra e considera de valor nunca é um produto. É sempre a utilidade, isto é, o que o produto ou serviço faz por êle. E o que é de valor para o consumidor é tudo, menos o óbvio. Peter Durcker (1909-2005)

ANÁLISE DE VALOR A utilidade é que é importante; As funções do produto ou serviço devem corresponder com a utilidade para o cliente; Valor é a utilidade pela qual o cliente está disposto a pagar. Vai resolver o meu problema! Agregou valor para o cliente.

Não podemos considerar a qualidade sem considerar os seus custos. Definir a qualidade e os custos em um mesmo projeto. Os custos estão limitados ao que o cliente está disposto a pagar. Kaoru Ishikawa (1915-1989)

Muito insatisfeito Muito satisfeito MODELO DE NORIAKI KANO SATISFAÇÃO DO CLIENTE Sentimento satisfeito Qualidade atrativa Atendimento da necessidade Não atingido Plenamente atingido Qualidade Linear Qualidade esperada ou básica não verbalizada

COMO OBTER A VOZ DO CLIENTE (O QUE?) Qual o segmento alvo de mercado ( publico alvo)? Qual técnica será utilizada para obtenção das informações? Qual o tamanho das amostras? Como as pessoas serão selecionadas?

IDENTIFICANDO AS NECESSIDADES - CONHECENDO OS CLIENTES PESQUISA DE MERCADO; ENTREVISTAS; PROGRAMA CLIENTE POR UM DIA; TELEFONEMAS; VISITAS; UTILIZAÇÃO DOS PRODUTOS; ONBUDSMAN; CALL CENTER; FOCUS GROUP.

COMO OBTER A VOZ DO CLIENTE?

PESQUISA SOBRE TRANSPORTES AÉREOS LINEAR Bom atendimento dos comissários Pontualidade de vôo Ter sistema de desconto COMPULSÓRIA Bom comportamento dos comissários Poltrona confortável Excelente serviço de emergência ATRATIVA Serviço de boas bebidas Possibilidade de assistir televisão Possibilidade de usar telefone

OUVINDO A VOZ DO CLIENTE: O QUE s: CARACTERISTICA Qualidades exigidas (desejadas) pelo DA QUALIDADE cliente. (COMO) Pergunte a ele!!! 1 2 Qual é o produto Qual é o cliente Quais são as exigências do cliente "Como versus Como" "Como's"- requisitos do projeto 6 10 "Por que's" Matriz de correlações ("Telhado") QUALIDADE EXIGIDA (O QUÊ) SER BARATO "Que's" Grau de Importância 7 Matriz de relações Como's versus Que's "Quanto's" (Benchmark Técnico) 5 Avaliação competitiva do cliente (Benchmark) 8 9 Especificações Avaliação SER DURÁVEL SER FÁCIL DE LIMPAR SER PEQUENO E LEVE SER PRÁTICO NÃO ENFERRUJAR

NÍVEL PRIMÁRIO SECUNDÁRIO TERCIÁRIO 1 1.1 1.1.1 1.1.2 1.2 1.2.1 1.2.2 2.1.1 2.1 2.1.2 2 2.1. n 2.2 n.1 2.2.1 2.2.2 n.1.1 n.1.2

COMO? NIVEL 1 Fácil Operação NIVEL 2 Fácil Ligar e Desligar Fácil de Focalizar NIVEL Fácil acesso ao comando L/D Acionamento rápido Acionamento sem esforço Fácil de entender como focalizar. Focaliza rápidamente Diagrama de Árvore POR QUE?

GRAU DE IMPORTÂNCIA GRAU DE IMPORTÂNCIA 1 2 Qual é o produto Qual é o cliente Quais são as exigências do cliente "Que's" Grau de Importância "Como versus Como" "Como's"- requisitos do projeto 6 7 Matriz de relações Como's versus Que's "Quanto's" (Benchmark Técnico) 1-Nenhuma Importância 2- Pouca Importância - Alguma Importância - Importante 5- Muito Importante "Por que's" 5 Avaliação competitiva do cliente (Benchmark) 8 9 10 Matriz de correlações ("Telhado") Especificações Avaliação CARACTERISTICA DA QUALIDADE (COMO) QUALIDADE EXIGIDA (O QUÊ) SER BARATO SER DURÁVEL SER FÁCIL DE LIMPAR SER PEQUENO E LEVE SER PRÁTICO NÃO ENFERRUJAR 2 2

PÉSSIMO RUIM REGULAR BOM ÓTIMO AVALIAÇÃO COMPETITIVA Nossa empresa Empresa A Empresa B 1 2 Qual é o produto Qual é o cliente Quais são as exigências do cliente "Como versus Como" "Como's"- requisitos do projeto 6 10 "Por que's" Matriz de correlações ("Telhado") AVALIAÇÃO COMPETITIVA "Que's" 7 Matriz de relações Como's versus Que's 5 Avaliação competitiva do cliente (Benchmark) Grau de Importância "Quanto's" (Benchmark Técnico) 8 9 Especificações Avaliação 1-Péssimo 2- Ruim - Regular - Bom 5- Ótimo

Resultado da pesquisa quantitativa ( retro projetor)

GRAU DE IMPORTÂNCIA PÉSSIMO RUIM REGULAR BOM ÓTIMO AVALIAÇÃO COMPETITIVA Nossa empresa Empresa A Empresa B CARACTERI STI CA DA QUALIDADE (COMO) AVALIAÇÃO COMPETITIVA 1 2 5 QUALI DADE EXIGIDA (O QUÊ) SER BARATO SER DURÁVEL SER FÁCIL DE LIMPAR SER PEQUENO E LEVE SER PRÁTICO NÃO ENFERRUJAR 2 2

GRAU DE IMPORTÂNCIA PLANO DE MELHORIA INDICE MELHORIA ARGUMENTO DE VENDAS PESO ABSOLUTO PESO RELATIVO GRAU DE IMPORTÂNCIA PLANO DE MELHORIA INDICE MELHORIA ARGUMENTO DE VENDAS PESO ABSOLUTO PESO RELATIVO % QUALIDADE PLANEJADA GI Positivo Forte Positivo Negativo Negativo Forte Nossa empresa Empresa A Empresa B CARACTERISTICA DA QUALIDADE (COMO) CARACTERISTICA da QUALIDADE (COMO) AVALIAÇÃO COMPETITIVA QUALIDADE EXIGIDA (O QUÊ) QUALIDADE EXIGIDA (O QUÊ) 1 2 5 SER BARATO,0 1,0 9,0 28,1 SER DURÁVEL 1, 1,2 6, 20,0 Peso Absoluto Peso relativo Nossa Empresa Empresa X Empresa Y Qualidade Projetada Unidade PR=GIxIM*AV 9 FORTE MÉDIO 1 FRACO GI=Grau de Importância PM- Plano de Melhoria IM- Índice de Melhoria AV- Argumento de Vendas PA- Peso Absoluto PR- Peso Relativo SER FÁCIL DE LIMPAR SER PEQUENO E LEVE SER PRÁTICO NÃO ENFERRUJAR 2 2 5 1,0 1, 1, 1,0 1,2 1,0 1,5 1,2,6 2,7 8,0 2, 11,2 8, 2,9 7,5 Peso Absoluto PAi=GIi x IMi x Avi Peso Relativo PRi= (PAi/ PAi) x 100 2,1 100,0

QUALIDADE PLANEJADA

Traduzir a voz dos clientes em informações de projeto...

Matriz da Qualidade

GRAU DE IMPORTÂNCIA CARACTERISTICA da QUALIDADE (COMO) QUALIDADE EXIGIDA (O QUÊ) COMO? O QUE? EXTRAÇÃO

Extração de características da qualidade retro projetor

O QUE? GRAU DE IMPORTÂNCIA CUSTO DIMENSÃO PESO FORÇA PARA ABRIR A LATA DUREZA ELEM. CORTANTE VIDA UTIL ELEM. CORTANTE MATERIAL ELEM. CORTANTE MATERIAL CABO NÚMERO DE COMPONENTES COMO? CARACTERISTICA DA QUALIDADE (COMO) QUALIDADE EXIGIDA (O QUÊ) SER BARATO SER DURÁVEL SER FÁCIL DE LIMPAR SER PEQUENO E LEVE SER PRÁTICO NÃO ENFERRUJAR 2 2 9 25 0 0 0 0 8 8 8 0 1 9 9 9 60 0 0 20 180 180 180 60 0 0 0 0 0 0 0 1 1 9 1 8 8 75 0 0 0 0 8 0 9 1 9 1 1 0 225 25 225 0 75 0 25 25 9 9 22 0 0 0 0 22 67 67 0

Matriz da Qualidade

GRAU DE IMPORTÂNCIA CUSTO DIMENSÃO PESO FORÇA PARA ABRIR A LATA DUREZA ELEM. CORTANTE VIDA UTIL ELEM. CORTANTE MATERIAL ELEM. CORTANTE MATERIAL CABO NÚMERO DE COMPONENTES CARACTERISTICA DA QUALIDADE (COMO) QUALIDADE EXIGIDA (O QUÊ) SER BARATO SER DURÁVEL SER FÁCIL DE LIMPAR SER PEQUENO E LEVE SER PRÁTICO NÃO ENFERRUJAR 2 2 9 25 0 0 0 0 8 8 8 0 1 9 9 9 60 0 0 20 180 180 180 60 0 0 0 0 0 0 0 1 1 9 1 8 8 75 0 0 0 0 8 0 9 1 9 1 1 0 225 25 225 0 75 0 25 25 9 9 22 0 0 0 0 22 67 67 0 9 1

Matriz da Qualidade

Matriz da Qualidade: exemplo para um retro projetor

QUALIDADE PROJETADA

GRAU DE IMPORTÂNCIA CUSTO DIMENSÃO PESO FORÇA PARA ABRIR A LATA DUREZA ELEM. CORTANTE VIDA UTIL ELEM. CORTANTE MATERIAL ELEM. CORTANTE MATERIAL CABO NÚMERO DE COMPONENTES PÉSSIMO RUIM REGULAR BOM ÓTIMO PLANO DE MELHORIA INDICE MELHORIA ARGUMENTO DE VENDAS PESO ABSOLUTO PESO RELATIVO % CARACTERISTICA DA QUALIDADE (COMO) AVALIAÇÃO COMPETITIVA QUALIDADE EXIGIDA (O QUÊ) SER BARATO SER DURÁVEL SER FÁCIL DE LIMPAR SER PEQUENO E LEVE SER PRÁTICO NÃO ENFERRUJAR 2 2 Peso Absoluto peso relativo Nossa Empresa Empresa X Empresa Y Qualidade Projetada Unidade 9 25 0 0 0 0 8 8 8 0 1 9 9 9 60 0 0 20 180 180 180 60 0 0 0 0 0 0 0 1 1 9 1 8 8 75 0 0 0 0 8 0 9 1 9 1 1 0 225 25 225 0 75 0 25 25 9 9 22 0 0 0 0 22 67 67 0 267 100 2 180 61 1 278 59 216 2,1 100,0 16 12 5 11 8 17 15 1 100,50 170 95,0 0,25 60 190 860 Plas 15 9 1,60 180 99,5 0,65 62 260 860 inox 10 1,99 16 51,7 0,25 59 190 860 Plas 9 1 2,50 170 95,0 0.15 60 260 860 Plas 15 R$ mm g kn Rc m PR=GIxIm*Av 5,0 1,0 9,0 1, 1,0 1, 1, 1,0 1,2 1,2 1,0 1,5 1,2 6,,6 2,7 8,0 2, 28,1 20,0 11,2 8, 2,9 7,5

QUALIDADE PROJETADA Peso Absoluto peso relativo Nossa Empresa Empresa X Empresa Y Qualidade Projetada Unidade 267 100 2 180 61 1 278 59 216 16 12 5 11 8 17 15 1 100,50 170 95,0 0,25 60 190 860 Plas 15 1,60 180 99,5 0,65 62 260 860 inox 10 1,99 16 51,7 0,25 59 190 860 Plas 9 2,50 170 95,0 0.15 60 260 860 Plas 15 R$ mm g kn Rc m

Matriz da Qualidade

Massa Dimensões Fonte "Que's" Avaliação 10 10 Matriz de Correlação "Como's versus Como's" "Como's" "Como versus Que's" "Quanto's" LEGENDA Positiva forte Positiva fraca Negativa fraca Negativa forte

GRAU DE IMPORTÂNCIA CUSTO DIMENSÃO PESO FORÇA PARA ABRIR A LATA DUREZA ELEM. CORTANTE VIDA UTIL ELEM. CORTANTE MATERIAL ELEM. CORTANTE MATERIAL CABO NÚMERO DE COMPONENTES Positivo Forte Positivo Negativo Negativo Forte CARACTERISTICA DA QUALIDADE (COMO) QUALIDADE EXIGIDA (O QUÊ)

GRAU DE IMPORTÂNCIA CUSTO DIMENSÃO PESO FORÇA PARA ABRIR A LATA DUREZA ELEM. CORTANTE VIDA UTIL ELEM. CORTANTE MATERIAL ELEM. CORTANTE MATERIAL CABO NÚMERO DE COMPONENTES PÉSSIMO RUIM REGULAR BOM ÓTIMO PLANO DE MELHORIA INDICE MELHORIA ARGUMENTO DE VENDAS PESO ABSOLUTO PESO RELATIVO % Positivo Forte Positivo Negativo Negativo Forte Nossa empresa Empresa A Empresa B FORTE MÉDIO FRACO CARACTERISTICA DA QUALIDADE (COMO) AVALIAÇÃO COMPETITIVA QUALIDADE EXIGIDA (O QUÊ) SER BARATO SER DURÁVEL SER FÁCIL DE LIMPAR SER PEQUENO E LEVE SER PRÁTICO NÃO ENFERRUJAR 2 2 Peso Absoluto peso relativo Nossa Empresa Empresa X Empresa Y Qualidade Projetada Unidade 9 1 1 9 9 1 1 9 9 9 9 9 1 1 9 1 25 60 0 8 0 22 0 0 8 225 0 0 0 0 75 25 0 0 20 0 0 225 0 0 180 0 0 0 0 8 180 0 0 75 22 8 180 0 0 0 67 8 60 8 25 67 0 0 0 25 0 5,0 1, 1,0 1, 1, 1,0 1,0 1,2 1,2 1,0 1,5 1,2 9,0 6,,6 2,7 8,0 2, 28,1 20,0 11,2 8, 2,9 7,5 267 100 2 180 61 1 278 59 216 2,1 100,0 16 12 5 11 8 17 15 1 100,50 170 95,0 0,25 60 190 860 Plas 15 9 1,60 180 99,5 0,65 62 260 860 inox 10 1,99 16 51,7 0,25 59 190 860 Plas 9 1 2,50 170 95,0 0.15 60 260 860 Plas 15 R$ mm g kn Rc m PR=GIxIm*Av

MILAGRE: A MUDA FALOU! Graças ao QFD posso expressar as minhas necessidades como cliente

. Bom plantio cm m % gemas.m -1 % t.ha -1 % cm cm cm min kg.ha -1 l.ha -1 horas ha.h -1 % % l.h -1 Absoluto Relativo.1 profundidade de sulco.2 espaçamento. pisoteio. densidade de gemas viáveis.5 gemas danificadas.6 consumo de mudas.7 espaços vazios no sulco.8 mudas expostas.9 profundidade da muda.10 altura de cobrição.11 distancia do adubo à muda.12 tempo de abastecimento.1 taxa de aplicação.1 autonomia.15 tamanho de torrões.16 capacidade de campo.17 disponibilidade maquina.18 disponibilidade operador.19 consumo de combustível Viveiro de mudas de qualidade Boa colheita de mudas Bom transporte de mudas Bom plantio Qualidade pós plantio O QUE? Ter mudas de qualidade Ser adequado a colheita mecanizada Ter boa logística Qualidade no corte Qualidade no processamento Desempenho e confiabilidade Baixo custo Ser Confiável Ser Eficiente Não perder muda Baixo custo Boa sulcação Boa deposição e distribuição de mudas Boa distribuição e aplicação de insumos e defensivos Boa cobertura de sulco Desempenho e confiabilidade Baixo custo Boa conservação do solo Boa brotação e perfilhamento O QUÊ? 8% 5% % 7% 7% 9% 5% 7% 1% 1% % 5% 1% % 5% % 2% 6% Relações: Forte Média r Fraca Correlações: ++ Fortemente positiva + Positiva - Negativa # Fortemente negativa ++ + ++ ++ ++ - ++ ++ ++ + ++ ++ ++ + # ++ ++ ++. Plantio Desempenho: +, +, $ +, $, $ $ +, +, +, $ +, #, # # # $ Peso # Quanto maior melhor $ Quanto menor melhor + Quanto maior melhor, mas possui um limite, Quanto menor melhor, mas possui um limite +, Possui limite especificado.1.1 Profundidade adequada e uniforme 7,50 1,7 15,6 15,6 15,6 15,6.1 Boa sulcação.1.2 Paralelismo entre fileiras 9,8 2,17 19,6 19,6.1. Não pisotear sulcos adjacentes 1,25 0,29 2,6 2,6.2.1 Distribuição uniforme 12,50 2,90 26,1 8,7 26,1 26,1 26,1.2.2 Distribuição em quantidade adequada 15,00,8 1, 1, 1, 1,.2. Não deixar sulcos sem muda 15,00,8.2 Boa deposição e 1, 1, 1, distribuição 6% de mudas.2. Colocar mudas na posição correta 1,00 0,2 (horizontal) 2,1 2,1 2,1 0,7 0,7.2.5 Colocar mudas no fundo do sulco 0,80 0,19 1,7 1,7 1,7 1,7.2.6 Não danificar gemas 10,00 2,2 20,9..1 Aplicação adequada em relação a 2,00 0,6 localização da muda,2. Boa distribuição e..2 Abastecimento rápido e fácil 1,25 0,29 2,6 0,9 aplicação de insumos e defensivos.. Boa autonomia 2,00 0,6,2,2,2 r.. Dosagem uniforme 6,25 1,5 1, 1,0 1,0..1 Altura de cobrição uniforme 7,50 1,7 5,2 15,6 15,6 15,6 15,6. Boa cobertura de..2 Não deixar mudas expostas 6,00 1,9 sulco,2 12,5 12,5 12,5 12,5.. Não deixar bolsas de ar entre mudas 5,00 1,16 após a cobrição,5,5 10,.5.1 Ter bom desempenho operacional 12,50 2,90.5 Desempenho e 26,1 26,1 26,1 26,1 26,1 26,1 26,1 confiabilidade r.5.2 Não interromper o plantio 15,00,8 1, 1, 1,,5.6 Baixo custo.6.1 Baixo custo operacional 15,00,8 1, 1, 1, 1, Peso Absoluto 22 6 250 97 180 12 7 50 79 6 9 1 89 89 61 2 100 Peso Relativo 0,89 0, 0,72 5,00 1,95,60 2,65 1,7 0,99 1,59 0,11 0,66 0,87 0,88 0,77 2,88 1,78 1,78 1,22 Classificação 6 57 52 1 19 2 11 29 27 61 5 8 7 9 8 21 21 7 Real 22 1,5 2 7 21,5 8 Avaliação técnica comparativa Ideal 25-0 1, 18-21 18 7 80 desempenho 27 1, 20 19 6 50 Metas de

Pós plantio. Bom plantio Plantio cm m % gemas.m -1 % t.ha -1 % cm cm cm min kg.ha -1 l.ha -1 horas ha.h -1 % % l.h -1 Absoluto Relativo Transporte de mudas.1 profundidade de sulco.2 espaçamento. pisoteio. densidade de gemas viáveis.5 gemas danificadas.6 consumo de mudas.7 espaços vazios no sulco.8 mudas expostas.9 profundidade da muda.10 altura de cobrição.11 distancia do adubo à muda.12 tempo de abastecimento.1 taxa de aplicação.1 autonomia.15 tamanho de torrões.16 capacidade de campo.17 disponibilidade maquina.18 disponibilidade operador.19 consumo de combustível Colheita de Mudas Viveiro de mudas comprimento de entrenó idade cm meses gemas viáveis % infestação de pragas % infestação de doenças % declividade % obstáculos obstáculos.ha -1 desnível entre fileiras e entrefileiras cm porte E/A/D * distância da área de plantio abalo de soqueira % altura de tocos km cm comprimento de tolete cm capacidade de campo t.h -1 disponibilidade mecânica % disponibilidade operador % absenteísmo dia consumo de combustível l.t -1 disponibilidade mecânica % disponibilidade operador % capacidade de transporte t.h -1 eficiência de transporte % consumo de combustível l.h -1 densidade de gemas viáveis gemas.m -1 gemas danificadas % consumo de mudas t.ha -1 espaços vazios no sulco mudas expostas % cm altura de cobrição cm capacidade de campo ha.h -1 disponibilidade maquina % disponibilidade operador % consumo de combustível l.h -1 falhas % brotação brotos.m -1 perfilhos perfilhos.m -1 * E = ereto; A = acamado; D = deitado COMO? 1,8% 2,% 2,2% COMO? 1,% 1,% 1,6% CARACTERÍSTICA 2,6% S 2,0% 1,2% TÉCNICAS...,5% 1,% 1,% 0,8% MENSURÁVEIS 2,5%,%,% 1,7% 1,7% 2,0% 2,0%,5%,5% 1,% 5,0% 1,9%,6% 2,7% 1,5% 1,6% 2,9% 1,8% 1,8% 1,2% 1,8% 2,7% 2,8% ++ + ++ ++ ++ - ++ ++ ++ + ++ ++ ++ + # ++ ++ ++. Plantio Relações: Correlações: Forte ++ Fortemente positiva Média + Positiva r Fraca - Negativa # Fortemente negativa Desempenho: +, +, $ +, $, $ $ +, +, +, $ +, #, # # # $ Peso # Quanto maior melhor $ Quanto menor melhor + Quanto maior melhor, mas possui um limite, Quanto menor melhor, mas possui um limite +, Possui limite especificado.1.1 Profundidade adequada e uniforme 7,50 1,7 15,6 15,6 15,6 15,6.1 Boa sulcação.1.2 Paralelismo entre fileiras 9,8 2,17 19,6 19,6.1. Não pisotear sulcos adjacentes 1,25 0,29 2,6 2,6.2.1 Distribuição uniforme 12,50 2,90 26,1 8,7 26,1 26,1 26,1.2.2 Distribuição em quantidade adequada 15,00,8 1, 1, 1, 1,.2. Não deixar sulcos sem muda 15,00,8.2 Boa deposição e 1, 1, 1, distribuição de mudas.2. Colocar mudas na posição correta 1,00 0,2 (horizontal) 2,1 2,1 2,1 0,7 0,7.2.5 Colocar mudas no fundo do sulco 0,80 0,19 1,7 1,7 1,7 1,7.2.6 Não danificar gemas 10,00 2,2 20,9..1 Aplicação adequada em relação a 2,00 0,6 localização da muda,2. Boa distribuição e..2 Abastecimento rápido e fácil 1,25 0,29 2,6 0,9 aplicação de insumos e defensivos.. Boa autonomia 2,00 0,6,2,2,2 r.. Dosagem uniforme 6,25 1,5 1, 1,0 1,0..1 Altura de cobrição uniforme 7,50 1,7 5,2 15,6 15,6 15,6 15,6. Boa cobertura de..2 Não deixar mudas expostas 6,00 1,9 sulco,2 12,5 12,5 12,5 12,5.. Não deixar bolsas de ar entre mudas 5,00 1,16 após a cobrição,5,5 10,.5.1 Ter bom desempenho operacional 12,50 2,90.5 Desempenho e 26,1 26,1 26,1 26,1 26,1 26,1 26,1 confiabilidade r.5.2 Não interromper o plantio 15,00,8 1, 1, 1,,5.6 Baixo custo.6.1 Baixo custo operacional 15,00,8 1, 1, 1, 1, Peso Absoluto 22 6 250 97 180 12 7 50 79 6 9 1 89 89 61 2 100 Peso Relativo 0,89 0, 0,72 5,00 1,95,60 2,65 1,7 0,99 1,59 0,11 0,66 0,87 0,88 0,77 2,88 1,78 1,78 1,22 Classificação 6 57 52 1 19 2 11 29 27 61 5 8 7 9 8 21 21 7 Avaliação técnica Real 22 1,5 2 7 21,5 8 comparativa Ideal 25-0 1, 18-21 18 7 80 Metas de desempenho 27 1, 20 19 6 50

PONTOS CRÍTICOS Restrições de projeto nos COMOs? Cada QUE tem um COMO fortemente correlacionado? Estratégia para cada COMO? Valores-alvo ajustados? Oportunidades para copiar ou incorporar características dos competidores? Correlações certas no telhado?

VANTAGENS Maior focalização no cliente Melhoria no processo de desenvolvimento do produto, maior confiabilidade e menor tempo Abordagem multifuncional: melhor comunicação, trabalho em grupo Melhor documentação do desenvolvimento do produto

VANTAGENS Menor número de modificações; ocorrem mais cedo Menos problemas no início da produção Menores custos Transferência do conhecimento Criação de base de dados para melhoria

ARMADILHAS QFD em tudo; Prioridades inadequadas; Time ineficiente; Focalização excessiva nos diagramas; Permanecer preso à tradição; Pressa em terminar.

CHENG, L.C. et al. QFD: Planejamento da qualidade; Belo Horizonte: UFMG, Escola de Engenharia, Fundação Cristiano Ottoni, 1995. 262p. CHENG, L.C., Melo Filho, L.D.R. QFD: Desdobramento da função qualidade na gestão de desenvolvimento de produtos. São Paulo: Editora Blücher,2007. 59 p. GOVERS, C.P.M. What and how about quality function deployment (QFD); Int. J. Production Economics 6-7 (1996) 575-585. www.qfdi.org