Sistema Cardiovascular



Documentos relacionados
DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO

SISTEMA CIRCULATÓRIO. Prof. Dr. José Gomes Pereira

Doenças do Sistema Circulatório

Sistema circulatório. Coração e generalidades

A. Patologias vasculares B. Choque C. Hemostasia. 2 Letícia C. L. Moura

- CAPÍTULO 3 - O SISTEMA CARDIOVASCULAR. 3) ANATOMIA DO CORAÇÃO HUMANO - O coração é um órgão oco localizado no meio do peito, na cavidade torácica;

Unidade I Energia: Conservação e transformação. Aula 5.1 Conteúdo: Sistema cardiovascular.

Capítulo 3 Úlceras Tróficas de Perna

A. Cardiopatia Isquêmica B. Cardiopatia Hipertensiva C. Cardiopatia Valvular. 2 Letícia C. L. Moura

Doenças Vasculares. Flebite ou Tromboflebite. Conceito:

Sistema circulatório

Jornal de Piracicaba, Piracicaba/SP, em 4 de Junho de 1993, página 22. Animais de companhia: O verme do coração do cão

Prof.ª Dr.ª Rosângela de Oliveira Alves Carvalho

ARTÉRIAS E VEIAS. Liga Acadêmica de Anatomia Clínica. Hugo Bastos. Aula III

NECROSE MIOCÁRDICA. IV - Alterações Circulatórias 13/03/2012. Petéquias Sufusões Infartos. Isquemia súbita e difusa - FATAL!!

PAUL.SSII.renatocosta.net/MOD

Circulação sanguínea Intrapulmonar. V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração.

Patologia do sistema linfóide

Universidade Federal do Acre Curso de Medicina Veterinária

Sistema Circulatório. Sistema Circulatório. Ciências Naturais 9º ano

Nematóides mais comuns em Seres Humanos e Animais

DISTÚRBIOS DA CIRCULAÇÃO

SISTEMA CARDIOVASCULAR

Prof. Me. Leandro Parussolo

Colesterol O que é Isso? Trabalhamos pela vida

TRATO URINÁRIO INFERIOR

Sistema Circulatório

CATATERIZAÇÃO DA ARTÉRIA UMBILICAL

Professor: João Paulo ALGUNS PROBLEMAS CARDIOVASCULARES. Prof: João Paulo

Definição IAM. Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)

Bibliografia: Capítulo 2 e 3 - Nowak Capítulo 12, 13 e 14 Fisiopatologia Fundamentos e Aplicações A. Mota Pinto Capítulo 4 S.J.

Histórico Diagnóstico Indicações Tratamento cirúrgico Resultados e Complicações

COLESTEROL. Colesterol é o substrato para formar hormônios,membranas, ele é o tijolo essencial para todo o corpo.( Sposito AC,2010).

Sistema Cardiovascular Vasos e Sangue

04/06/2012 INTRODUÇÃO À RAGIOLOGIA SIMPLES DO TÓRAX. Dante L. Escuissato RADIOGRAFIAS DO TÓRAX INCIDÊNCIAS: FRONTAL (PA) PERFIL TÓRAX

Colibacilose Aviária. Disciplina de Doença das Aves Curso de Medicina Veterinária MV Leonardo Bozzi Miglino Mestrando em Cinecias Veterinarias - UFPR

Reparo, formação de cicatriz e fibrose. Prof. Thais Almeida

DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL. Profª. Thais de A. Almeida Aula 21/05/13

Sessão Cardiovascular

Tamponamento Cardíacodefinição. Pericárdio. Pericárdio. Pericárdio. Pericárdio 6/1/2014 TAMPONAMENTO CARDÍACO- COMO DIAGNOSTICAR E TRATAR

Patologia por imagem Abdome. ProfºClaudio Souza

Aterosclerose. Aterosclerose

Alterações Circulatórias Trombose, Embolia, Isquemia, Infarto e Arterosclerose

Área de concentração: CLÍNICA MÉDICA DE PEQUENOS ANIMAIS

INTERATIVIDADE FINAL EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA AULA. Conteúdo: Sistema cardiovascular no exercício físico

Sistema circulatório. Componentes: - Vasos sanguíneos. - Sangue (elementos figurados e plasma) - Coração

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Curso de Graduação em Enfermagem Liga de Enfermagem em Neurologia

Biologia. Sistema circulatório

SISTEMA CIRCULATÓRIO II

Nematódeos parasitas do ser humano. Prof.: Chico Pires

Hemodinâmica. Cardiovascular. Fisiologia. Fonte:

DOENÇAS CARDÍACAS NA INSUFICIÊNCIA RENAL

Biomassa de Banana Verde Integral- BBVI

HOSPITAL SÃO FRANCISCO RIBEIRÃO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA EM 2016

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes

CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 PLANO DE CURSO

EXERCÍCIO E DIABETES

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar:

ETIOLOGIA: DEFINIÇÃO: A EMBOLIA É UM PROCESSO DE OCLUSÃO TOTAL OU GR. "ÉMBOLO" = TAMPÃO, ROLHA; E "EMBOLEÉ" = IRRUPÇÃO

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 9.º ANO

Como surge o diabetes? Como surge o diabetes?

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ANGIOLOGISTA

FISIOLOGIA DO SANGUE HEMATÓCRITO 08/10/2008 ERITRÓCITOS OU HEMÁCIAS HEMATÓCRITO PLASMA: CELULAR:

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO

Capítulo 1 Introdução 12

Retinopatia Diabética

Aula 21 Protozoários parasitas

Contagem total de leucócitos Contagem diferencial e absoluta Neutrófilos Linfócitos Monócitos Eosinófilos Basófilos Achados de esfregaço sanguíneo

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária

SISTEMA CIRCULATÓRIO

Nomes: Melissa nº 12 Naraiane nº 13 Priscila nº 16 Vanessa nº 20 Turma 202

Figura 1 Principais áreas de atuação

DICIONÁRIO DE TERMOS DA HEMODINÂMICA

EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS 8 AN0

Biologia. Sistema circulatório

PROVA ESPECÍFICA Cargo 51

17/08/2014. Prof. Me. Alexandre Correia Rocha Exercício e CORONARIOPATA

Nematódeos. - infecção oral. Classificação. Reino: Animalia Filo: Aschelminthes Classe: Nematoda Ordem: Ascaridida Ascarididae Ascaris lumbricoides

DIROFILARIOSE EM PEQUENOS ANIMAIS REVISÃO DE LITERATURA HEARTWORM SMALL ANIMALS - REVIEW

[VERMINOSES]

Abordagem. Fisiologia Histologia. Aspectos Clínicos. ANATOMIA -Partes constituintes -Vascularização e Inervação -Relações

Índice. Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio

Unidade 1 Adaptação e Lesão Celular

Dissecação de um coração de mamífero

PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA 2014 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia

RADIOLOGIA DO ESÔFAGO

Conheça alguns termos comumente utilizados na Hemodinâmica

TROMBOSE Prof. Rafael Fighera

COAGULOPATIAS NO PACIENTE ONCOLÓGICO. Dra Carmen Helena Vasconcellos Hospital Veterinário Botafogo - RJ

O que é O que é. colesterol?

Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto FAMERP OBSTRUÇÃO INTESTINAL. Prof. Dr. João Gomes Netinho. Disciplina de Coloproctologia

Prof.: José Rubens de Andrade

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso

azul NOVEMBRO azul Saúde também é coisa de homem. Doenças Cardiovasculares (DCV)

Transcrição:

Sistema Cardiovascular

Patologia do Sistema Cardiovascular Patologia Especial Veterinária ria 2008-2 Josiane Bonel-Raposo

Distúrbios do Miocárdio Coração Patologia do Sistema Cardiovascular

Necroses no Miocárdio Aspecto Macro

Distúrbios do Miocárdio Necroses

Necroses no Miocárdio Causas Nutricionais Tóxicas Infecciosas

Necroses no Miocárdio Causas Nutricionais Deficiência de Vitamina E e Selênio Suínos: Doença a do coração de amora ou Hepatose dietética tica Bovinos: Doença a dos músculos m brancos

Doença a do Coração de amora

Doença a do Coração de amora

Doença a dos Músculos M Brancos

Doença a dos Músculos M Brancos

Necroses no Miocárdio Causas TóxicasT Ionóforos Monensina e Narasina Gossipol

Necroses no Miocárdio Causas TóxicasT Senna ocidentalis

Senna (Cassia( Cassia) ocidentalis

Senna (Cassia( Cassia) ocidentalis

Senna (Cassia( Cassia) ocidentalis

Distúrbios do Miocárdio Inflamações Miocardites Aspectos Gerais

MIOCARDITE DEFINIÇÃO Inflamação dos miócitos e estruturas celulares que fazem parte do miocárdio rdio.

Causas virais de Miocardites Parvovirose canina animais com 3 a 8 semanas com hiperpnéia, ia, dispnéia, ia, cianose e morte. Aftosa Cinomose Herpesvírus rus

Causas Bacterianas de Miocardites Tuberculose Listeriose Necrobacilose Histophilus somni somni (Haemophillus somnus) Septicemia, endocardite, pericardite O animal apresenta febre e arritmia

Causas Parasitárias rias de Miocardites Cisticercose Dirofilariose Neosporose Sarcocistose

DIROFILARIOSE CANINA ETIOLOGIA Dirofilaria immitis; 15-30 cm de comprimento (adultas); É cosmopolita, mas prevalece em regiões litorâneas. TRANSMISSÃO Mais de 70 espécies de mosquitos CICLO DE VIDA

DIROFILARIOSE CANINA CICLO DE VIDA

DIROFILARIOSE CANINA

Dirofilariose

Dirofilariose

DIROFILARIOSE FELINA Apresentam % de infecção bem mais baixas Resistência do hospedeiro: Baixa carga de vermes adultos (reação imune contra filaria) Baixo n n de L3 alcança a a maturidade Tamanho reduzido dos vermes adultos

SINAIS CLÍNICOS DE DIROFILARIOSE Letargia FELINA Anorexia/perda de peso Dispnéia/taquipn ia/taquipnéia Tosse Convulsão Síncope/morte súbitas

Dirofilariose Felina

Outras causas de Miocardites Protozoário rio ( (T. gondii): oocisto eliminado pelo gato contamina homem e cão. Localiza-se no miocárdio, cérebro, c fígado f e músculos m esqueléticos Micoses: Criptococcus neoformans e Aspergillus terreus. É muito rara.

Patologias Cardíacas acas Neoplasmas Primários rios Metastáticos ticos Hemangiossarcomas Leucose bovina

Patologia Cardíaca aca Normal Resposta a Agressão Fisiopatologia Insuficiência cardíaca aca Patologias do Pericárdio rdio Patologias do Endocárdio Patologias do Miocárdio

Patologia do Sistema Cardiovascular Patologias Cardíacas Patologias Vasculares

Patologia do Sistema Cardiovascular Patologias Vasculares

Patologias Vasculares I. INTRODUÇÃO II. III. IV. PATOLOGIAS DAS ARTÉRIAS RIAS PATOLOGIAS DAS VEIAS PATOLOGIAS DOS LINFÁTICOS

INTRODUÇÃO 1. MORFOLOGIA NORMAL Arterial: artérias elásticas, musculares e arteríolas Capilar Venosa: veia e vênulas Linfáticos: vasos e capilares

Morfologia Normal

Morfologia Normal Artérias Veias Linfáticos

Introdução Inflamações Vasculites Artéria ria arterite Veia flebite Linfático linfangite

PATOLOGIA DAS ARTÉRIAS RIAS Aneurismas e Rupturas Degeneração e Necrose Trombose e Embolismo Inflamação Neoplasmas

Aneurismas e Rupturas Aneurismas: dilatação ou a formação de uma bolsa evaginante de uma área adelgaçada e enfraquecida de um vaso. A principal origem é a aterosclerose Usualmente são afetadas as artérias rias, especialmente as elásticas calibrosas, mas a lesão pode atingir as veias. As principais complicações são a ruptura predisposição à trombose. e a

Aneurisma da artéria ria uterina bovino

Aneurismas e Rupturas Rupturas: com conseqüências rapidamente fatais, porque em geral estão envolvidas artérias bastantes calibrosas.

Fatores predisponentes hipertensão arterial - em 70% dos casos humanos alterações degenerativas da túnica média da aorta - originada por distúrbio genético hereditário dos tecidos de sustentação. Ateroesclerose pela ocorrência de fissura originada na íntima nas bordas de uma placa ateromatosa

Rupturas arteriais severos traumatismos, lesões espontâneas.

Rupturas arteriais Os eqüinos sujeitos à súbita ruptura da aorta ascendente associada ao exercício excessivo A morte por tamponamento cardíaco.

Rupturas arteriais Cães atropelados é comum a ocorrência de ruptura da aorta torácica.

Degeneração e Necrose Arterioesclerose Ateroesclerose Calcificação medial arterial

Arterioesclerose Lesão relacionada com idade, freqüente em animais, mas que raramente causa alterações clínicas. É uma resposta degenerativa e proliferativa crônica com perda da elasticidade, endurecimento das artérias e estenose luminal. Os fatores etiológicos não estão muito bem definido.

Degeneração e Necrose Paratuberculose, Arterioesclerose,, aorta, bovino

Arterioesclerose As lesões são observadas como placas brancas, firmes e ligeiramente elevadas. Espessamento da íntima pelo acúmulo de depósitos de mucopolissacarídeos As lesões da doença de ocorrência natural podem ser detectadas em porcos e aves idosas, bem como em cães com hipotiroidismo e uma concomitante hipercolesterolemia

Degeneração e Necrose Arterioesclerose coronária, ria, hipoparatiroidismo,, VE coração, cão

Aterosclerose doença vascular de maior importância em seres humanos, ocorre com pouca freqüência em animais. A principal alteração é o acúmulo de extensos depósitos de lipídios (ateromas), tecido conjuntivo e cálcio na parede dos vasos, que terminam levando à diminuição da luz vascular.

Ateroesclerose

Degeneração e Necrose Ateroesclerose,, artéria ria meningeal,, eqüino. Acúmulo de lipídios em macrófagos espumoso na túnica t médiam

Inflamação Arterites Cães Dirofilariose (verme do coração) Eqüinos Strongylus vulgaris

Patogenia do aneurisma verminótico pelo S. vulgaris em eq em eqüinos Strongylus vulgaris ovos

Patogenia do aneurisma verminótico pelo S. vulgaris em eq em eqüinos Larva L3 penetra na mucosa das artérias mesentéricas e faz uma migração subendotelial Lesão no endotélio - formação de um trombo Se sofrer fragmentação dá origem a um êmbolo e conseqüentemente a um infarto intestinal.

Patogenia do aneurisma verminótico pelo S. vulgaris em eq em eqüinos Larva L3 penetra na mucosa das artérias mesentéricas e faz uma migração subendotelial: arterite local e dilatação da artéria mesentérica cranial. Lesão no endotélio: expõe as camadas internas e o colágeno fibrilar: agregação plaquetária ativação do sistema de coagulação formação de um trombo. Se sofrer fragmentação: dá origem a um êmbolo e conseqüentemente a um infarto intestinal.

Patogenia do aneurisma verminótico pelo S. vulgaris em eq em eqüinos Se os trombos forem oclusivos: isquemia e infarto de grandes áreas do ceco ou colon. Se os êmbolos tiverem com larvas no seu interior, estes podem migrar para o cérebro: encefalomalácia, encefalite e conseqüentemente incoordenação motora. Se ocorrer rompimento do aneurisma ou ulceração de alças intestinais o conteúdo fecal cai na cavidade peritoneal produzindo peritonite e morte.

Patogenia do aneurisma verminótico pelo S. vulgaris em eq em eqüinos Strongylus vulgaris adulto em intestino eqüino

Patogenia do aneurisma verminótico pelo S. vulgaris em eq em eqüinos Trombose da aorta e arteria mesentérica - Strongylus vulgaris eqüino

Infarto do cólon c Estrongilose eqüina

Tromboembolismo aórtico a Estrongilose eqüina

Arterite verminótica crônica Estrongilose eqüina

PATOLOGIA DAS VEIAS Anomalias congênitas Inflamação

Anomalias congênitas Desvio porto-cava ocorre em cães. O sangue é desviado do fígado e por causa disso ocorrem distúrbios neurológicos associados à não degradação, pelo fígado, de produtos nitrogenados como a amônia. Essa síndrome nervosa é chamada encefalopatia hepática.

Inflamação Flebite é uma lesão vascular comum e é freqüentemente complicada com trombose. A lesão vascular pode originar-se de: Infecções sistêmicas Extensão local de infecção e Injeção intravenosa inadequadamente aplicada.

Infecções sistêmicas que apresentam flebite: salmonelose em várias espécies peritonite infecciosa felina Em suínos com septicemia de várias causas Injeções intravenosas de soluções irritantes cateterização venosa prolongada

Onfaloflebite ( Mal do umbigo ) inflamação da veia umbilical, comum em animais de fazenda contaminação bacteriana do umbigo imediatamente após a parição.

Onfaloflebites

Abscessos hepáticos Bovinos a infecção estende-se às grandes veias hepáticas adjacentes e resulta na formação de trombos sépticos (trombos murais) na veia cava caudal. Às vezes ocorre desvitalização focal da parede da veia cava com ruptura do abscesso, liberando seu conteúdo na luz do vaso e produzindo a morte súbita do animal afetado.

Peritonite Infecciosa Felina (PIF) Gatos com PIF muitas vezes desenvolvem flebite em vários órgãos abdominais. Essa lesão ocorre em função de depósitos de imunocomplexos e consequentemente evolução do processo inflamatório nos vasos afetados.

Patologia dos Linfáticos Linfangectasia dilatação dos vasos linfáticos Causas: Interferência na drenagem linfática Linfadenite necrotizante Neoplasias Idiopática (linfangectasia intestinal)

Patologia dos Linfáticos Linfangite: enfermidades infecciosas Paratuberculose Tuberculose Actinobacilose Histoplasmose...

Linfangite purulenta

Obrigada pela atenção!!!! O dia mais belo? Hoje