TROMBOSE Prof. Rafael Fighera
|
|
|
- Felícia Bernardes Gomes
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 TROMBOSE Prof. Rafael Fighera Serviço de Consultoria Diagnóstica Veterinária Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria
2 O que é trombose?
3 O que é trombose? Trombose é processo de solidificação do sangue no interior do sistema circulatório de um indivíduo vivo, ou seja, é a ativação excessiva dos processos hemostáticos normais a ponto de formar um tampão sólido constituído pelos componentes do próprio sangue, chamado trombo.
4 Trombo
5 Trombo
6 Trombo
7 Trombo
8 Trombo
9 Quais os tipos de trombose?
10 Tipos de trombose Trombose venosa Trombose arterial Trombose cardíaca
11 Tipos de trombose Trombose venosa Trombose arterial Trombose cardíaca
12 Trombose venosa
13 Trombose venosa
14 Tipos de trombose Trombose venosa Trombose arterial Trombose cardíaca
15 Trombose arterial
16 Tipos de trombose Trombose venosa Trombose arterial Trombose cardíaca
17 Trombose cardíaca (valvar [mitral])
18 Coração normal (valvar [mitral])
19 Trombose cardíaca versus coração normal (valvar [mitral])
20 Trombose cardíaca (valvar [mitral])
21 Coração normal (valvar [mitral])
22 Trombose cardíaca versus coração normal (valvar [mitral])
23 Trombose cardíaca (valvar [aórtica])
24 Trombose cardíaca (valvar [aórtica])
25 Trombose cardíaca (mural)
26 Trombose cardíaca (luminal)
27 Trombose cardíaca (luminal)
28 O que causa trombose?
29 Causas de trombose Tríade de Virchow Lesão endotelial Estase ou turbulência sanguínea Hipercoagulabilidade
30 Tríade de Virchow Rudolf Ludwig Karl Virchow ( ) patologista alemão
31 Causas de trombose Tríade de Virchow Lesão endotelial Estase ou turbulência sanguínea Hipercoagulabilidade
32 Migração de Strongylus vulgaris
33 Migração de Strongylus vulgaris
34 Strongylus vulgaris adulto no cólon
35 Strongylus vulgaris adulto no cólon
36 Endocardite valvar bacteriana
37 Endocardite valvar bacteriana
38 Coração normal (valvar [mitral])
39 Endocardite versus coração normal (valvar [mitral])
40 Endocardite valvar bacteriana
41 Endocardite valvar bacteriana
42 Coração normal (valvar [mitral])
43 Endocardite versus coração normal (valvar [mitral])
44 Causas de trombose Tríade de Virchow Lesão endotelial Estase ou turbulência sanguínea Hipercoagulabilidade
45 Trombose venosa profunda
46 Trombose venosa profunda
47 Torção esplênica
48 Torção esplênica
49 Torção intestinal
50 Torção intestinal
51 Torção uterina
52 Torção uterina
53 Torção pulmonar
54 Torção hepática
55 Causas de trombose Tríade de Virchow Lesão endotelial Estase ou turbulência sanguínea Hipercoagulabilidade
56 Miocardiopatia hipertrófica primária felina
57 Miocardiopatia hipertrófica primária felina
58 Coração normal
59 Miocardiopatia hipertrófica primária felina versus coração normal
60 Miocardiopatia hipertrófica primária felina
61 Coração normal
62 Miocardiopatia hipertrófica primária felina versus coração normal
63 Miocardiopatia dilatada primária canina
64 Miocardiopatia dilatada primária canina versus coração normal
65 Miocardiopatia dilatada primária canina
66 Miocardiopatia dilatada primária canina
67 Miocardiopatia dilatada primária canina
68 Estenose subaórtica
69 Estenose subaórtica
70 Causas de trombose Tríade de Virchow Lesão endotelial Estase ou turbulência sanguínea Hipercoagulabilidade
71 Quais as consequências da trombose?
72 Consequências da trombose Infarto Tromboembolismo (e infarto) Congestão e edema
73 Consequências da trombose Infarto Tromboembolismo (e infarto) Congestão e edema
74 Infarto
75 Infarto
76 Consequências da trombose Infarto Tromboembolismo (e infarto) Congestão e edema
77 Tromboembolismo e infarto
78 Tromboembolismo e infarto
79 Tromboembolismo e infarto
80 Tromboembolismo e infarto
81 Tromboembolismo e infarto
82 Tromboembolismo e infarto
83 Tromboembolismo e infarto
84 Tromboembolismo e infarto
85 Tromboembolismo e infarto
86 Tromboembolismo e infarto
87 Tromboembolismo e infarto
88 Lembrete! Watershed area ( área do divisor de águas ) A expressão área de divisor de águas refere-se às regiões do corpo localizadas na periferia de áreas em que dois leitos vasculares se encontram, como por exemplo quando há irrigação de um determinado local por duas artéria distintas. Tal expressão é muito utilizada em neuroanatomia e neuropatologia para definir a áreas de transição entre as substâncias branca e cinzenta do encéfalo, irrigadas por artéria corticais diferentes, mas que exatamente nessa área se anastomosam. Em gastroenterologia, a mesma expressão é utilizada para definir uma área de transição localizada na flexura esplênica do intestino grosso de humanos. Devido ao fato dessa região estar na periferia da área irrigada, torna-se muito suscetível a distúrbios circulatórios, como por exemplo, infartos.
89 Tromboembolismo e infarto
90 Tromboembolismo e infarto
91 Lembrete! Então o cão também pode ter um AVC (ou AVE)?
92 Tromboembolismo e infarto
93 Tromboembolismo e infarto
94 Tromboembolismo e infarto
95 Tromboembolismo e infarto
96 Tromboembolismo e infarto
97 Tromboembolismo e infarto
98 Tromboembolismo e infarto
99 Tromboembolismo e infarto
100 Tromboembolismo e infarto
101 Tromboembolismo e infarto
102 Tromboembolismo e infarto
103 Tromboembolismo e infarto
104 Quais os principais locais de infartos? Infarto renal Infarto com padrão cuneiforme Infarto esplênico Hematomas nas áreas de infarto Infarto cardíaco Infarto encefálico Watershed area ( área do divisor de águas ) Infarto intestinal Infarto dos membros pélvicos Infarto pulmonar
105 Consequências da trombose Infarto Tromboembolismo (e infarto) Congestão e edema
106 Congestão e edema
107 Congestão e edema
108 Congestão e edema
109 Quais os destinos do trombo?
110 Quais os destinos do trombo? Resolução Propagação Organização com incorporação a parede do vaso com recanalização
111 Destinos do trombo
112 Quais os destinos do trombo? Resolução Propagação Organização com incorporação a parede do vaso com recanalização
113 Trombo em propagação
114 Quais os destinos do trombo? Resolução Propagação Organização com incorporação a parede do vaso com recanalização
115 Trombo em organização
116 Trombo em organização
117 O que é coagulação intravascular disseminada (CID)?
118 O que é coagulação intravascular disseminada (CID)? Coagulação intravascular disseminada é uma expressão utilizada para definir a ocorrência simultânea de múltiplos focos de trombose em vasos sanguíneos de diferentes locais do organismo.
119 O que causa CID?
120 Causas de coagulação intravascular disseminada Lesão vascular disseminada Necrose tecidual massiva
121 Lesão vascular disseminada associada a CID
122 Lesão vascular disseminada associada a CID
123 Necrose tecidual massiva associada a CID
124 Necrose tecidual massiva associada a CID
125 Necrose tecidual massiva associada a CID
126 Necrose tecidual massiva associada a CID
127 Necrose tecidual massiva associada a CID
128 Necrose tecidual massiva associada a CID
129 Necrose tecidual massiva associada a CID
130 Necrose tecidual massiva associada a CID
131 Necrose tecidual massiva associada a CID
132 Quais as consequências da CID?
133 Consequências da coagulação intravascular disseminada Trombose disseminada múltiplos microinfartos/infartos Coagulopatia de consumo diátese hemorrágica
134 Coagulopatia de consumo secundária a CID
135 Coagulopatia de consumo secundária a CID
136 Coagulopatia de consumo secundária a CID
137 Coagulopatia de consumo secundária a CID
138 Coagulopatia de consumo secundária a CID
139 Coagulopatia de consumo secundária a CID
140 Coagulopatia de consumo secundária a CID
141 Coagulopatia de consumo secundária a CID
142 Coagulopatia de consumo secundária a CID
Alterações Circulatórias Trombose, Embolia, Isquemia, Infarto e Arterosclerose
Alterações Circulatórias Trombose, Embolia, Isquemia, Infarto e Arterosclerose PhD Tópicos da Aula A. Patologias vasculares B. Patologias circulatórias C. Arterosclerose 2 Patogenia Trombose A. Patologias
DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS
Cursos de Graduação em Farmácia e Enfermagem DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS PARTE 2 Disciplina: Patologia Geral http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS
PATOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR
PATOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR Prof. Rafael Fighera Serviço de Consultoria Diagnóstica Veterinária Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa
Distúrbios Circulatórios
Distúrbios Circulatórios Patologia do Sistema de Transporte Alterações Locais da Circulação Isquemia Hiperemia Hemorragia Trombose Embolia Infarto Hiperemia Etimologia Grego (hyper = aumento + haima =
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA Prof. Rafael Fighera Serviço de Consultoria Diagnóstica Veterinária Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa
HEMORRAGIA Mecanismos Per rexis: ruptura Per diabrosis: corrosão Per diapedesis: aumento de permeabilidade
HEMORRAGIA Saída de sangue do interior dos vasos para o interstício, cavidades ou exterior do organismo HEMORRAGIA Mecanismos Per rexis: ruptura Per diabrosis: corrosão Per diapedesis: aumento de permeabilidade
DIAGNÓSTICOS PARA ENCAMINHAMENTO VIA CROSS PARA TRIAGEM NO INSTITUTO DO CORAÇÃO
DIAGNÓSTICOS PARA ENCAMINHAMENTO VIA CROSS PARA TRIAGEM NO INSTITUTO DO CORAÇÃO AMBULATÓRIO GERAL CID B570 B572 D151 E059 E260 E783 E784 E785 E786 E788 E789 E853 I050 I051 I058 I059 I060 I061 I062 I068
Aterosclerose. Aterosclerose
ATEROSCLEROSE TROMBOSE EMBOLIA Disciplinas ERM 0207/0212 Patologia Aplicada à Enfermagem Profa. Dra. Milena Flória-Santos Aterosclerose Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública Escola
09/08/2010 HEMORRAGIA HEMORRAGIA
HEMORRAGIA HEMORRAGIA Mecanismos Per rexis: ruptura Per diabrosis: corrosão Saída de sangue do interior dos vasos para o interstício, cavidades ou exterior do organismo Per diapedesis: aumento de permeabilidade
Ciclo cardíaco sístole e diástole. Sístole
Ciclo cardíaco sístole e diástole Sístole Diástole Sístole e diástole Eventos no AE, VE e aorta durante o ciclo cardíaco Elétricos Mecânicos Sonoros Sons cardíacos Origem dos sons cardíacos 2º som 1º som
2/3/2012. Considerações iniciais. Alterações Circulatórias. Nomenclatura. Hiperemia (Congestão Ativa) HIPEREMIA E/OU CONGESTÃO CONGESTÃO
Considerações iniciais Órgãos; Proporção da distribuição de fluidos; Equilíbrio dos gradientes de pressão: forças de Starling. DISTÚRBIOS HIDRO E HEMODINÂMICOS Alterações Circulatórias HIPEREMIA E/OU CONGESTÃO
Simpósio Coração da Mulher: Antigo Desafio, Novos Conhecimentos. Anticoncepção. Nilson Roberto de Melo
Simpósio Coração da Mulher: Antigo Desafio, Novos Conhecimentos Anticoncepção Nilson Roberto de Melo Critérios Médicos de Elegibilidade para Métodos Anticoncepcionais (OMS) 3 4 Condição sem restrição para
PATOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR
PATOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR Prof. Rafael Fighera Serviço de Consultoria Diagnóstica Veterinária Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa
AULA-7 PROCESSO DE HEMOSTASIA
AULA-7 PROCESSO DE HEMOSTASIA Profª Tatiani UNISALESIANO PROCESSO DE HEMOSTASIA- COAGULAÇÃO DO SANGUE Toda vez que ocorre ferimento e extravasamento de sangue dos vasos, imediatamente são desencadeados
ETIOLOGIA: DEFINIÇÃO: A EMBOLIA É UM PROCESSO DE OCLUSÃO TOTAL OU GR. "ÉMBOLO" = TAMPÃO, ROLHA; E "EMBOLEÉ" = IRRUPÇÃO
EMBOLIA ETIOLOGIA: GR. "ÉMBOLO" = TAMPÃO, ROLHA; E "EMBOLEÉ" = IRRUPÇÃO DEFINIÇÃO: A EMBOLIA É UM PROCESSO DE OCLUSÃO TOTAL OU PARCIAL DE UM VASO SANGUÍNEO POR UM CORPO SÓLIDO (ÊMBOLO) OU POR UMA SUBSTÂNCIA
Ciclo cardíaco sístole e diástole. Sístole
Ciclo cardíaco sístole e diástole Sístole Diástole Sístole e diástole Eventos no AE, VE e aorta durante o ciclo cardíaco Elétricos Mecânicos Sonoros Sons cardíacos Origem dos sons cardíacos 2º som 1º som
- CAPÍTULO 3 - O SISTEMA CIRCULATÓRIO
- CAPÍTULO 3 - O SISTEMA CIRCULATÓRIO 01. Quais são as três estruturas básicas que compõem nosso sistema circulatório ou cardiovascular? 02. Que funções o sistema circulatório desempenha em nosso organismo?
Peso do coração x Frequência cardíaca
Peso do coração x Frequência cardíaca Taxa metabólica é proporcional à frequência cardíaca. Tempo de circulação do volume sanguíneo: Elefante 140 segundos Homem 50 segundos Camundongo 7 segundos Ciclo
ANEMIA EM CÃES E GATOS
ANEMIA EM CÃES E GATOS Prof. Rafael Fighera Serviço de Consultoria Diagnóstica Veterinária Laboratório de Patologia Veterinária Departamento de Patologia Hospital Veterinário Universitário Universidade
PATOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR
PATOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR Prof. Rafael Fighera Serviço de Consultoria Diagnóstica Veterinária Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa
Trombose. Prof. Dr. Halbert Villalba
Trombose Trombose é o processo de formação de um coágulo sangüíneo (trombo) no interior dos vasos ou do coração de indivíduos vivos. Os trombos são massas sólidas formadas por constituintes do sangue,
IMPORTÂNCIA DA CONSULTA DE ENFERMAFGEM PARA PREVENÇÃO DA TROMBOSE VENOSA PROFUNDA EM PUÉRPERAS
14. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE
Alterações Circulatórias Edema, Hiperemia e Congestão, Hemorragia, Choque e Hemostasia
Alterações Circulatórias Edema, Hiperemia e Congestão, Hemorragia, Choque e Hemostasia PhD Tópicos da Aula A. Patologias vasculares B. Choque C. Hemostasia 2 A. Patologias Vasculares Patogenia Edema Fisiopatogenia
NECROSE MIOCÁRDICA. IV - Alterações Circulatórias 13/03/2012. Petéquias Sufusões Infartos. Isquemia súbita e difusa - FATAL!!
IV - Alterações Circulatórias Petéquias Sufusões Infartos Bezerro - P. aquilinum - Intoxicação aguda CAUSAS ISQUÊMICAS NECROSE MIOCÁRDICA CAUSAS NÃO ISQUÊMICAS INFARTO Causas Área localizada de necrose
Aula 5: Sistema circulatório
Aula 5: Sistema circulatório Sistema circulatório Sistema responsável pela circulação de sangue através de todo o organismo; Transporta oxigênio e todos os nutrientes necessários para a manutenção das
Aterosclerose Trombose Embolia
Mortalidade - Brasil Aterosclerose Trombose Embolia Óbitos p/residênc por Região segundo Causa - CID-BR-10 Período: 2005 Causa - CID-BR-10 Norte Nordeste Sudeste Sul C.Oeste Total Fonte: MS /SVS/DASIS
Anatomia Sistêmica Cardiovascular
Universidade Federal do Espirito Santo Programa de Pós Graduação em Ciências Fisiológicas Laboratório de Fisiologia Celular e Molecular Prof. João Victor Coutinho Anatomia Sistêmica Cardiovascular São
SISTEMA CARDIOVASCULAR. Elab.: Prof. Gilmar
1 SISTEMA CARDIOVASCULAR 2 Funções Gerais: Transporte de gases respiratórios:o sangue carrega oxigênio dos pulmões para as células do corpo e dióxido de carbono das células para aos pulmões. Transporte
Letícia Coutinho Lopes 1
Cardiopatias Profa. Letícia Coutinho Lopes Moura Tópicos da aula A. Cardiopatia Isquêmica B. Cardiopatia Hipertensiva 2 A. Cardiopatia Isquêmica Manifestações Clínicas Patogenia Angina Pectoris Síndromes
LEUCOGRAMA O que realmente precisamos saber?
LEUCOGRAMA O que realmente precisamos saber? Prof. Rafael Fighera Serviço de Consultoria Diagnóstica Veterinária Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal
Urgência e Emergência
Urgência e Emergência CHOQUE Choque Um estado de extrema gravidade que coloca em risco a vida do paciente. Dica: Em TODOS os tipos de choques ocorre a queda da pressão arterial e, consequentemente, um
Disciplina: Clínica Médica de Pequenos Animais
Escola de Veterinária e Zootecnia da UFG Departamento de Medicina Veterinária Maria Clorinda Soares Fioravanti ([email protected]) Disciplina: Clínica Médica de Pequenos Animais Choque Definição O que
SOPROS CARDÍACOS NA INFÂNCIA
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO OESTE DO PARANÁ LIGA MÉDICO-ACADÊMICA DE PEDIATRIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ LIPED-UNIOESTE RESIDÊNCIA MÉDICA DE PEDIATRIA SOPROS CARDÍACOS NA INFÂNCIA ACADÊMICO:
Este material visa informar os pontos fortes da realização destes exames na clínica/hospital, de forma a contribuir ao profissional da saúde a ter um
Este material visa informar os pontos fortes da realização destes exames na clínica/hospital, de forma a contribuir ao profissional da saúde a ter um maior conhecimento destes exames, para melhor benefício
Conteúdo ONLINE. Temas. Duração. Professor: Wilson Mathias Jr. Professor: Wilson Mathias Jr. Professor: Wilson Mathias Jr.
Conteúdo ONLINE Módulo I: Princípios do US, Função Sistólica e Diastólica Princípios físicos do ultrassom I Princípios físicos do ultrassom II Princípios físicos do ultrassom III Princípios físicos do
TROMBOEMBOLISMO PULMONAR EMERGÊNCIAS AÓRTICAS. Leonardo Oliveira Moura
TROMBOEMBOLISMO PULMONAR EMERGÊNCIAS AÓRTICAS Leonardo Oliveira Moura Dissecção da Aorta Emergência aórtica mais comum Pode ser aguda ou crônica, quando os sintomas duram mais que 2 semanas Cerca de 75%
DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS
Cursos de Graduação em Farmácia e Enfermagem DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS Disciplina: Patologia Geral Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2014 DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS - São caracterizadas por alterações
Problemas Cardiovasculares. Aspectos anatômicos e fisiológicos na UTI
Problemas Cardiovasculares Aspectos anatômicos e fisiológicos na UTI Na imagem, vêem-se a veia cava superior (azul), a aorta (vermelho), a artéria pulmonar (lilás), entre outras estruturas VEIA CAVA SUPERIOR
Peculiariedades na macroscopia de Biópsias e Peças cirúrgicas
XX Congresso Brasileiro de Histotecnologia Peculiariedades na macroscopia de Biópsias e Peças cirúrgicas Andressa Germano da Silva 02 de novembro de 2017 MinasCenter Belo Horizonte - MG Biópsias e Peças
CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES OCUPACIONAIS
CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES OCUPACIONAIS (existe analogia entre esta classificação e a das atividades recreativas) CATEGORIA I TRABALHO MUITO PESADO atividades que gastam 6 a 7 cal/min ou um pouco mais.
Caso clínico. S.A.G, 35 anos
Caso clínico S.A.G, 35 anos Negra, casada, prendas domésticas. Natural de Poços de Caldas - MG, Procedente de Botucatu - SP. G4 P3 A0 C0 DUM: 23/07/2014 1º US: 27/10/2014 (14s 1d DUM correta) IG: 32s 5d
I00-I99 CAPÍTULO IX : Doenças do aparelho circulatório I00-I02 Febre reumática aguda I05-I09 Doenças cardíacas reumáticas crônicas I10-I15 Doenças hipertensivas I20-I25 Doenças isquêmicas do coração I26-I28
AFECÇÕES CARDIOVASCULARES
AFECÇÕES CARDIOVASCULARES Enf. Alberto César ARTERIOSCLEROSE X ATEROSCLEROSE MÓDULO 06 - CARDIOLOGIA CLÍNICA 1 ARTERIOSCLEROSE A arteriosclerose é uma doença da parede arterial que perde a elasticidade
Isquemia Mesentérica Aguda
Reunião temática Raquel Madaleno 3 de Maio de 2017 Serviço de Imagem Médica Dir.: Prof. Doutor Filipe Caseiro Alves Isquemia Mesentérica Sumário Introdução Anatomia e Fisiologia Etiologia Fisiopatologia
DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS
Cursos de Graduação em Farmácia e Enfermagem DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS Disciplina: Patologia Geral Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 DISFUNÇÕES HEMODINÂMICAS - São caracterizadas por alterações
RESUMO ATEROSCLEROSE, TROMBOSE E EMBOLIA PATOLOGIA GERAL ATLAS VIRTUAL DE PATOLOGIA FAMERP FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
ATEROSCLEROSE A aterosclerose é um tipo de arteriosclerose que é uma doença inflamatória crônica caracterizada pela formação de ateromas dentro dos vasos sanguíneos. Os ateromas são placas, compostas especialmente
Viviane Rohrig Rabassa
Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Veterinária Departamento de Clínicas Veterinária Viviane Rohrig Rabassa Prof a. Adjunta de Semiologia Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária Sistema
CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA GERAL DO CBC-SP ABDOME AGUDO VASCULAR
CURSO CONTINUADO DE CIRURGIA GERAL DO CBC-SP ABDOME AGUDO VASCULAR TCBC Wilson Rodrigues de Freitas Junior Dept. de Cirurgia Santa Casa SP SÃO PAULO 27/09/2014 ISQUEMIA MESENTÉRICA AGUDA RELATIVAMENTE
Figura 5. Bovino. Encéfalo de animal intoxicado por nitrato/nitrito. Moderada congestão de vasos superficiais e sangue de coloração amarronzada.
Figura 5. Bovino. Encéfalo de animal intoxicado por nitrato/nitrito. Moderada congestão de vasos superficiais e sangue de coloração amarronzada. Figura 6. Bovino. Encéfalo com abscesso cerebral. Observa-se
Alterações Circulatórias
Alterações Circulatórias 1. Revisão de conceitos básicos Sistema circulatório Estrutura dos vasos sanguíneos 2. Edema local e generalizado 3. Hiperemia e Congestão 4. Hemostasia/coagulação Sistema circulatório
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (ISQUÊMICO) Antônio Germano Viana Medicina S8
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (ISQUÊMICO) Antônio Germano Viana Medicina S8 Definição Episódio de disfunção neurológica, geralmente focal, de instalação súbita ou rápida evolução, causada por infarto em território
Sistema Cardiovascular. Prof. Dr. Leonardo Crema
Sistema Cardiovascular Prof. Dr. Leonardo Crema Visão Geral do Sistema Circulatório: A função da circulação é atender as necessidades dos tecidos. Sistema Circulartório= Sistema Cardiovascular É uma série
Plaquetas 1) CARACTERÍSTICAS DAS PLAQUETAS 10/4/2017. Thais Schwarz Gaggini. 1) Características das plaquetas; 2) Função; 3) Trombocitopoiese;
Plaquetas Thais Schwarz Gaggini Médica Veterinária, Msc., Dra. CONTEÚDOS DE AULA 1) Características das plaquetas; 2) Função; 3) Trombocitopoiese; 4) Hemostasia; 5) Alterações da hemostasia; 1) CARACTERÍSTICAS
PROGRAMAÇÃO DE ESTÁGIO CARDIOLOGIA
PROGRAMAÇÃO DE ESTÁGIO CARDIOLOGIA 2019 Estágio em Cardiologia Reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia Essa programação objetiva promover os conhecimentos necessários ao primeiro ano de Estágio
Sistema circulatório
Sistema circulatório O sangue Líquido vermelho e viscoso que circula no nosso organismo, sem parar, e que tem várias funções no organismo: Transporte de gases e nutrientes Regulação da temperatura Defesa
Prof. Dr. Jair Junior 1
Prof. Dr. Jair Junior 1 O sistema circulatório Sistema circulatório = Bomba + tubos Bomba = coração Tubos = vasos sanguíneos (artérias, capilares e veias) A pressão no corpo deve-se basicamente à: pressão
Formação Avançada em Ecocardiografia Lisboa e Porto Das 14h30 às 20h00
Formação Avançada em Ecocardiografia Lisboa e Porto Das 14h30 às 20h00 Módulo 1 PRINCÍPIOS GERAIS DE ECOCARDIOGRAFIA E EXAME NORMAL Porto: 8 de novembro de 2018 Lisboa: 16 de novembro de 2018 Módulo 2
Insuficiência Vascular. Profª Priscilla Rocha
Insuficiência Vascular Profª Priscilla Rocha REVISÃO ANATÔMICA FISIOLÓGICA Circulação pulmonar - lado D Circulação sistêmica - lado E ANATOMIA DO SISTEMA VASCULAR Artérias e arteríolas (microcirculação);
ENFERMAGEM ANATOMIA. SISTEMA CARDIOVASCULAR Aula 5. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM ANATOMIA SISTEMA CARDIOVASCULAR Aula 5 Profª. Tatiane da Silva Campos Veia porta O sistema venoso hepático é constituído pela veia porta, que penetra no fígado trazendo sangue venoso do estômago
ENFERMAGEM ANATOMIA. SISTEMA CARDIOVASCULAR Aula 3. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM ANATOMIA SISTEMA CARDIOVASCULAR Aula 3 Profª. Tatiane da Silva Campos Artérias Como as artérias participam ativamente da circulação sanguínea, suas paredes devem possuir certa flexibilidade
Distúrbios do Coração e dos Vasos Sangüíneos II
Distúrbios do Coração e dos Vasos Sangüíneos II DEFINIÇÃO Hemostasia é o conjunto de mecanismos que o organismo emprega para coibir hemorragia. Para tal, é formado um trombo que obstrui a lesão na parede
Aulas Multimídias Santa Cecília. Profª Ana Gardênia
Aulas Multimídias Santa Cecília Profª Ana Gardênia Sistema Cardiovascular Humano Funções Transporte de Gases Transporte de Nutrientes Transporte de excretas Transporte de Hormônios Defesa Componentes Coração
MANIFESTAÇÕES NEUROLÓGICAS DAS DOENÇAS SISTÊMICAS. José C. B. Galego
MANIFESTAÇÕES NEUROLÓGICAS DAS DOENÇAS SISTÊMICAS José C. B. Galego MANIFESTAÇÕES NEUROLÓGICAS DAS DOENÇAS SISTÊMICAS Doença cardíaca Doença hepática Doença renal Doença endócrina Doença reumatológica
Radiologia do Coração
Radiologia do Coração Radiologia do Coração Introdução Análise crítica Indicações Screening para marcantes anormalidades Insuficiência cardíaca avaliar a circulação pulmonar, verificar se não houve descompensação
CURSO: MEDICINA GABARITO 01 E 02 A 03 C 04 E 05 C 06 E 07 A 08 B 09 D 10 D 11 B 12 C 13 A 14 D 15 E 16 C 17 A 18 B
CURSO: MEDICINA DISCIPLINA: PATOLOGIA PROFESSOR (A): MAINE CONFESSOR PERÍODO: 2 ALUNO (A): N DE MATRÍCULA: DATA: NOTA ( ) GABARITO QUESTÃO RESPOSTA CORRETA 01 E 02 A 03 C 04 E 05 C 06 E 07 A 08 B 09 D
Radiologia do crânio
Radiologia do crânio WWW.CEDAV.COM.BR Blog Dr. Ricardo [email protected] Para aprender a tratar uma doença, primeiro é preciso aprender a reconhece-la. Jean Martin Charcot 1825-1893 Neuroanatomia
ANATOMIA SISTÊMICA Profa.Ms. Marcelo Lima
Sistema Cardiovascular ANATOMIA SISTÊMICA Profa.Ms. Marcelo Lima INTRODUÇÃO: CONCEITO: O sistema cardiovascular ou circulatório é formado por uma vasta rede de tubos, que põe em comunicação todas as partes
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA E FARMÁCIA SISTEMA CIRCULATÓRIO
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA E FARMÁCIA SISTEMA CIRCULATÓRIO SISTEMA CIRCULATÓRIO FUNÇÕES Levar material nutritivo e oxigênio às células Contém células responsáveis
Distúrbios hemodinâmicos
Distúrbios hemodinâmicos DISTÚRBIOS HEMODINÂMICOS Distúrbios que acometem a irrigação sanguínea e o equilíbrio hídrico Alterações hídricas intersticiais: - Edema Alterações no volume sanguíneo: - Hiperemia,
Ultra-sonografia nas Lesões Hepáticas Focais Benignas. Dr. Daniel Bekhor DDI - Radiologia do Abdome - UNIFESP
Ultra-sonografia nas Lesões Hepáticas Focais Benignas Dr. Daniel Bekhor DDI - Radiologia do Abdome - UNIFESP Hemangioma Típico Prevalência: 1 a 20%. F: M até 5:1 Assintomático. Hiperecogênico bem definido
BIOFÍSICA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR
UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL FACULDADES INTEGRADAS DA UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL Curso de Medicina Veterinária Disciplina de Biofísica BIOFÍSICA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR Prof. MSc.
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM
Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Disciplina - Fisiologia Fisiologia Cardiovascular (Hemodinâmica) Prof. Wagner de Fátima Pereira Departamento de Ciências Básicas Faculdade
Acidente Vascular Cerebral. Prof. Gustavo Emídio dos Santos
Acidente Vascular Cerebral Prof. Gustavo Emídio dos Santos Qual a melhor nomenclatura? Acidente Vascular Cerebral ou Acidente Vascular Encefálico? AVC Grupo de doenças com início abrupto que provocam danos
Kit do Cidadão. De que falamos quando falamos de coração? spc.pt
Kit do Cidadão De que falamos quando falamos de coração? spc.pt /spcardiologia @spcardio FATORES DE RISCO A MAIORIA DAS PODE SER PREVENIDA SE OS FATORES DE RISCO FOREM IDENTIFICADOS E CONTROLADOS. COLESTEROL
SISTEMA CARDIOVASCULAR DISCIPLINA: FISIOLOGIA I
SISTEMA CARDIOVASCULAR DISCIPLINA: FISIOLOGIA I PROFESSOR RESPONSÁVEL: FLÁVIA SANTOS Sistema Cardiovascular Função da circulação: 1. Transportar nutrientes 2. Transportar produtos de excreção 3. Transportar
UNIDADE IV: Distúrbios circulatórios e hemodinâmicos
1 UNIDADE IV: Distúrbios circulatórios e hemodinâmicos HIPEREMIA E CONGESTÃO Definição: hiperemia e congestão se referem ao aumento de volume de sangue em um tecido deixando os vasos sangüíneos (capilares)
- termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um. - Considerado aneurisma dilatação de mais de 50% num segmento vascular
Doenças Vasculares Aneurisma A palavra aneurisma é de origem grega e significa Alargamento. - termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um segmento vascular. - Considerado aneurisma dilatação
área acadêmica
WWW.cedav.com.br área acadêmica Anatomia vascular 2018 Dr. Ricardo Ferreira Mestre em radiologia UFTP Prof. Assist. Radiologia FEPAR Prof. Assist. Anatomia FEPAR Diretor Centro do Diagnostico Água Verde
SISTEMA CIRCULATÓRIO PROF.ª LETICIA PEDROSO
SISTEMA CIRCULATÓRIO PROF.ª LETICIA PEDROSO SISTEMA CIRCULATÓRIO Formado pelo coração, vasos sanguíneos e o sangue. Função da circulação do sangue: levar material nutritivo e oxigênio às células de vários
SISTEMA CARDIOVASCULAR. Fisiologia Humana I
SISTEMA CARDIOVASCULAR Fisiologia Humana I Fornecer e manter suficiente, contínuo e variável o fluxo sanguíneo aos diversos tecidos do organismo, segundo suas necessidades metabólicas para desempenho das
Disfunções valvares. Prof. Dra. Bruna Oneda 2013
Disfunções valvares Prof. Dra. Bruna Oneda 2013 Valva O funcionamento normal do sistema circulatório humano depende da unidirecionalidade do fluxo sanguineo. Esse fluxo unidirecional é normalmente assegurado
Capilares e Sistema Linfático
Capilares e Sistema Linfático Organização da aula 1. Capilares a. microcirculação b. trocas nos tecidos c. auto-regulação do fluxo tecidual 2. Sistema Linfático O sistema vai se ramificando... Os capilares
CATETERISMO CARDÍACO. Prof. Claudia Witzel
CATETERISMO CARDÍACO CATETERISMO CARDÍACO Método diagnóstico invasivo É avaliada a presença ou não de estreitamentos nas artérias coronárias secundário às "placas de gordura" além do funcionamento das
Área acadêmica. Diagnostico por imagem. Estudo por imagem do cranio maio 2018
WWW.CEDAV.COM.BR Área acadêmica Diagnostico por imagem Estudo por imagem do cranio maio 2018 1 Neuroanatomia Para aprender a tratar uma doença, primeiro é preciso aprender a reconhece-la. Jean Martin Charcot
BRUNA FERREIRA BERNERT LUIZ FERNANDO BLEGGI TORRES APOSTILA DE NEUROPATOLOGIA ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL. 1 a edição
BRUNA FERREIRA BERNERT LUIZ FERNANDO BLEGGI TORRES ISBN 978-85-913880-2-8 APOSTILA DE NEUROPATOLOGIA ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL 1 a edição Curitiba Bruna Ferreira Bernert 2012 Dr. Luiz Fernando Bleggi
INTRODUÇÃO À HEMOSTASIA. Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria
INTRODUÇÃO À HEMOSTASIA Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Hemostasia A hemostasia compreende as interações que ocorrem
LINHA DE CUIDADO EM CARDIOLOGIA PNEUMOLOGIA E DOENÇAS METABÓLICAS
LINHA DE CUIDADO EM CARDIOLOGIA PNEUMOLOGIA E DOENÇAS METABÓLICAS Nome da atividade: Estágio Supervisionado em Fisioterapia Cardiovascular Tipo de atividade: Disciplina de Graduação Responsáveis: Profª
Biologia. etor 1403 Aulas 39 à 42. Prof. Rafa
Biologia etor 1403 Aulas 39 à 42 Prof. Rafa Sistema Circulatório (SC) Função: transporte e distribuição de substâncias SANGUE : tecido conjuntivo, com funções de transporte (nutrientes, gases, excretas,
