Distúrbios hemodinâmicos
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- Pedro Henrique Santiago Benke
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1 Distúrbios hemodinâmicos
2 DISTÚRBIOS HEMODINÂMICOS Distúrbios que acometem a irrigação sanguínea e o equilíbrio hídrico Alterações hídricas intersticiais: - Edema Alterações no volume sanguíneo: - Hiperemia, hemorragia e choque Alterações por obstrução intravascular: - Embolia, trombose, isquemia e infarto
3 Edema
4 EDEMA Conceito: acúmulo de líquido no interstício ou em cavidades do organismo Origem: desequilíbrio entre os fatores hidrodinâmicos entre interstício e o meio intravascular pressão hidrostática sanguínea e intersticial, pressão oncótica vascular e intersticial os vasos linfáticos
5 Distribuição de água corporal 60% do peso corporal 2 / 3 intracelular 1 / 3 extracelular 5% intravascular
6 Etiopatogênese Aumento da P hidrostática intravascular Diminuição da P oncótica do plasma Obstrução linfática Aumento da permeabilidade capilar
7 EDEMA/FATORES o Pressão hidrostática sanguínea: quando essa pressão aumenta, ocorre saída excessiva de líquido do vaso, situação comum em estados de hipertensão e drenagem venosa defeituosa (por exemplo, em casos de varizes, insuficiência cardíaca etc).
8 EDEMA/FATORES o Pressão hidrostática intersticial: se diminuída essa força, o líquido não retorna para o meio intravascular, acumulando-se intersticialmente. o Pressão oncótica sanguínea: a redução da pressão oncótica provoca o não deslocamento do líquido do meio intersticial para o interior do vaso. Essa variação da pressão oncótica é determinada pela diminuição da quantidade de protéinas plasmáticas presentes no sangue.
9 EDEMA/FATORES o Pressão oncótica intersticial: um aumento da quantidade de proteínas no interstício provoca o aumento de sua pressão oncótica, o que favorece a retenção de líquido nesse local. Além disso, o aumento dessa força contribui para a dificuldade de drenagem linfática na região.
10 EDEMA/FATORES o o Vasos linfáticos: se a função destes de drenagem dos líquidos estiver comprometida, pode surgir o edema. Esse quadro é observado, por exemplo, em casos de obstrução das vias linfáticas (ex.elefantíase). Acúmulo de sódio no interstício: ocorre quando há ingestão de sódio maior do que sua excreção pelo rim; o sódio em altas concentrações aumenta a pressão osmótica do interstício, provocando maior saída de água do vaso.
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12 EDEMA -Classificação Localizado ou sistêmico Transudato ou exsudato 1- Edema de cavidades=hidro=local (ex. hidrotórax) 2- Anasarca=edema generalizado
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15 PRINCIPAIS CAUSAS DE EDEMA Edema da glomerulonefrite aguda queda da filtração glomerular (inflamação local) retenção de sódio e de água. hipervolemia hipertensão arterial sistêmica, aumento da pressão hidrostática capilar o edema.
16 PRINCIPAIS CAUSAS DE EDEMA Edema da Síndrome Nefrótica A lesão primária nos glomérulos Perda protéica Hipoproteinemia (albumina) Diminuição da pressão oncótica intravascular gerando edema
17 PRINCIPAIS CAUSAS DE EDEMA Edema de origem nutricional baixa produção de proteínas plasmáticas. Diminuição da pressão oncótica intravascular edema.
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20 EDEMA
21 EDEMA
22 EDEMA
23 EDEMA/ELEFANTÍASE
24 EDEMA
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26 HIPEREMIA
27 HIPEREMIA/CONCEITO Aumento do volume sangüíneo localizado em um órgão ou parte dele por intensificação do aporte sanguíneo ou diminuição do escoamento venoso, com conseqüente dilatação vascular. Ocorre por alteração no sistema: Pressão arterial X Resistência Pré e Pós capilar
28 CLASSIFICAÇÃO DA HIPEREMIA Hiperemia Ativa ou Arterial Dilatação arteriolar com aumento do afluxo sangüíneo arterial local por aumento da Pressão Arterial e/ou diminuição da Resistência Pré capilar Hiperemia Ativa Fisiológica Hiperemia Ativa Patológica
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30 HIPEREMIA ATIVA FISIOLÓGICA Aumento do suprimento de O2 e nutrientes, demanda de maior trabalho. expansão do leito vascular, Exemplos: Tubo gastrointestinal durante a digestão Musculatura esquelética durante exercícios físicos Cérebro durante estudo Glândula mamária durante lactação Rubor facial após hiperestimulação psíquica
31 HIPEREMIA ATIVA PATOLÓGICA Aumento do fluxo sangüíneo à liberação local de mediadores inflamatórios relaxamento de esfíncteres pré-capilares e diminuição da Resistência pré-capilar. Do mesmo modo que na hiperemia fisiológica, ocorre expansão do leito vascular, com os vasos de reserva se tornando funcionais. Exemplos: Injúria térmica (queimaduras ou congelamento)/irradiações intensas/traumatismos Infecções/Inflamação aguda
32 CLASSIFICAÇÃO DA HIPEREMIA Hiperemia Passiva: congestão o Diminuição da drenagem venosa por aumento da Resistência Pós Capilar. Hiperemia Passiva local Obstrução ou compressão vascular Torção de vísceras (H. Passiva aguda) Trombos venosos Compressão vascular por neoplasias, abscessos
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34 CLASSIFICAÇÃO DA HIPEREMIA o Hiperemia Passiva sistêmica Insuficiência Cardíaca Congestiva Trombose e embolia pulmonar Lesões pulmonares extensas
35 CONSEQÜÊNCIAS DA HIPEREMIA Edema - O aumento da Pressão Hidrostática eleva a filtração e reduz a reabsorção capilar. Hemorragias -Por diapedese ou por ruptura de capilares e pequenas vênulas. Degenerações, Necrose e Fibrose ("Induração de estase") -Por redução do fluxo de O2 e nutrientes. Trombose -Por diminuição da velocidade do fluxo.
36 HIPEREMIA
37 HIPEREMIA
38 HIPEREMIA
39 HEMORRAGIA
40 HEMORRAGIA/CONCEITO Saída do sangue do espaço vascular para o compartimento extravascular (cavidades ou interstício) ou para fora do organismos
41 HEMORRAGIA/CLASSIFICAÇÃO Quanto ao local. Hemorragia interna. Hemorragia externa Quanto ao meio. Hemorragia arterial. Hemorragia venosa
42 HEMORRAGIA INTERNA o Na hemorragia interna o sangue perdido não é visível e pode ser devido a lesões traumáticas de vísceras internas ou grandes vasos. São mais difíceis de reconhecer porque o sangue se acumula nas cavidades do corpo, tais como: cavidades craniana, torácica, abdominal e etc.
43 HEMORRAGIA INTERNA SINTOMAS: fraqueza sede frio ansiedade ou indiferença
44 HEMORRAGIA INTERNA SINAIS: Alteração do nível de consciência ou inconsciência; agressividade ou passividade; tremores e arrepios do corpo; pulso rápido e fraco; respiração rápida e artificial; pele pálida, fria e úmida; sudorese; e pupilas dilatadas.
45 HEMORRAGIA INTERNA/IDENTIFICAÇÃO o Além dos sinais e sintomas clínicos, suspeita-se que haja hemorragia interna quando houver: acidente por desaceleração (acidente automobilístico) ferimento por projétil de arma de fogo, faca ou estilete, principalmente no tórax ou abdome acidente em que o corpo suportou grande pressão (soterramento, queda).
46 HEMORRAGIA INTERNA/IDENTIFICAÇÃO Se houver perda de sangue pela boca, nariz e ouvido, existe suspeita de uma hemorragia no cérebro Se a vítima apresentar escarros sanguinolentos, provavelmente a hemorragia será no pulmão Se vomitar sangue será no estômago Se evacuar sangue, será nos intestinos
47 HEMORRAGIA EXTERNA São aquelas que ocorrem derramamento de sangue para fora do corpo; é o caso dos cortes ou esmagamentos As hemorragias externas dividem-se em: arterial, venosa e capilar.
48 HEMORRAGIA EXTERNA Nas hemorragias arteriais, o sangue é vermelho vivo, rico em oxigênio, e a perda é pulsátil, obedecendo às contrações sistólicas do coração. Esse tipo de hemorragia é particularmente grave pela rapidez com que a perda de sangue se processa. As hemorragias venosas são reconhecidas pelo sangue vermelho escuro, pobre em oxigênio, e a perda é de forma contínua e com pouca pressão. São menos graves que as hemorragias arteriais, porém, a demora no tratamento pode ocasionar sérias complicações. As hemorragias capilares são pequenas perdas de sangue, em vasos de pequeno calibre que recobrem a superfície do corpo.
49 ALGUNS TIPOS ESPECIAIS DE HEMORRAGIA Epistaxe: é o sangramento provocado por rompimento de vasos do nariz. Hematêmese: é o extravasamento de sangue proveniente do estômago, utilizando-se o esôfago e em forma de vômitos. Pode vir acompanhado de alimentos e o sangue apresenta cor escura. Hemoptise: é a saída de sangue pelas vias respiratórias, o sangue pode vir em golfadas, apresentando-se em cor vermelho vivo.
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52 HEMORRAGIA
53 HEMORRAGIA/INTERNA
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63 CHOQUE
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81 CHOQUE/CONCEITO É um colapso circulatório caracterizado por uma hipotensão significativa É uma incapacidade generalizada do sistema circulatório de perfundir as células e tecidos com teores adequados de oxigênio e nutrientes
82 CHOQUE/CAUSAS Falha no mecanismo que bombeia o sangue (coração) Problemas nos vasos sangüíneos (alteração na resistência da parede vascular) Baixo nível de fluido no corpo (sangue ou líquidos corporais)
83 CHOQUE/CLASSIFICAÇÃO CHOQUE HIPOVOLÊMICO: perda de sangue, plasma ou líquidos extracelulares; CHOQUE CARDIOGÊNICO: insuficiência miocárdica CHOQUE DISTRIBUTIVO: diminuição do tônus vascular Dividido em: CHOQUE NEUROGÊNICO; CHOQUE ANAFILÁTICO; CHOQUE SÉPTICO. CHOQUE OBSTRUTIVO: obstrução mecânica do fluxo sangüíneo.
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Componente: Teórica AULA n.º: 1 Dia 17-02-2016 das 15:00 às 17:00 celular I. celular II. Neurónio. Sinapses. Neurotransmissores. Transdução do sinal. AULA n.º: 2 Dia 23-02-2016 das 14:00 às 17:00 Organização
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02- Analise a imagem abaixo: Nomeie os órgãos numerados de 1 a 5.
PROFESSOR: EQUIPE DE CIÊNCIAS BANCO DE QUESTÕES - CIÊNCIAS - 8º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= 01- Associe as colunas.
Coração Normal. Fisiologia Cardíaca. Insuficiência Cardíaca Congestiva. Eficiência Cardíaca. Fisiopatogenia da Insuficiência Cardíaca Congestiva
Coração Normal Fisiopatogenia da Insuficiência Cardíaca Congestiva Marlos Gonçalves Sousa, MV, MSc, PhD Fisiologia Cardíaca Desempenho mecânico do coração Envolve a capacidade do coração exercer sua função
SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site:
SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: [email protected] FACULDADE
Alterações do equilíbrio hídrico Alterações do equilíbrio hídrico Desidratação Regulação do volume hídrico
Regulação do volume hídrico Alteração do equilíbrio hídrico em que a perda de líquidos do organismo é maior que o líquido ingerido Diminuição do volume sanguíneo Alterações do equilíbrio Hídrico 1. Consumo
CURSO: MEDICINA GABARITO 01 E 02 A 03 C 04 E 05 C 06 E 07 A 08 B 09 D 10 D 11 B 12 C 13 A 14 D 15 E 16 C 17 A 18 B
CURSO: MEDICINA DISCIPLINA: PATOLOGIA PROFESSOR (A): MAINE CONFESSOR PERÍODO: 2 ALUNO (A): N DE MATRÍCULA: DATA: NOTA ( ) GABARITO QUESTÃO RESPOSTA CORRETA 01 E 02 A 03 C 04 E 05 C 06 E 07 A 08 B 09 D
Emergências Médicas I
Emergências Médicas I Objetivos: Proporcionar aos participantes conhecimentos e habilidades que os capacitem a: 1. Definir Urgências Médica e Clínica; 2. Definir Infarto Agudo do Miocárdio, citar os sinais
PROGRAMA DE DISCIPLINA
Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana Autorizada pela Portaria Ministerial nº 552 de 22 de março de 2001 e publicada no Diário Oficial da União de 26 de março de 2001. Endereço: Rua Juracy Magalhães,
Transporte nas plantas
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Relação Ventilação/Perfusão e Função Respiratória
A diferença entre ventilação e respiração Normalmente, quando dizemos que um indivíduo está respirando, estamos querendo dizer, na verdade, que está ocorrendo o processo de ventilação. Isto porque, o termo
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1 Processo pelo qual os fármacos abandonam, de forma reversível, a circulação sistêmica e se distribuem para os Líquidos Intersticial e Intracelular. 2 corrente sanguínea Não é esperado a ligação, por
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