Informação SUS, Não SUS e Filantropia



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Transcrição:

Informação SUS, Não SUS e Filantropia O que esses temas têm em comum e quais as implicações para prestadores e gestores. João Alfredo Carvalho Rodrigues Gonçalves Águas de Lindóia 12/09/2012

Agenda da Apresentação F AT OS Tema Slides A Santa Casa de Santos 8 Filantropia: Legislação 4 Gestão da Informação 8 Informação em Saúde 10 Cálculo da Filantropia 6 Considerações Finais 3 Total 39

Linha do Tempo: ISCMS Colônia Império República 1500 a 1822 1822 a 1889 1889 Atual F AT OS 1.500: Descobrimento do Brasil 1.543: S. C. Santos 1º Prédio 1.665: S. C. Santos 2º Prédio 1.836: S. C. Santos 3º Prédio 1.945: S. C. Santos 4º Prédio 1.988: C. F. Criação do SUS 1.990: Lei 8.080 Regulamentação PERÍODO

Princípio de Atuação: Filantropia 468 anos F AT OS CASA DE DEUS PARA OS HOMENS, PORTA ABERTA AO MAR... Braz Cubas

Complexo: ISCMS Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Santos Hospital Desde 1543. Operador a Desde 1992. Serviço Funerário Desde 1975. F AT OS Centros- Médicos: Cubatão; Guarujá; Praia Grande; Santos, e São Vicente. Desde 1999. Pronto- Atendimento: Guarujá e Praia Grande. Desde 2010. Assistência Médica e Odontológica 120 mil vidas, e Maior Operadora do segmento filantrópico. Apoio ao Luto Integral para os Necessitados, e Transporte para o IML.

Perfil: ISCMS Hospital de Ensino com: o15 Programas de Residência Médica oresidência Multiprofissional em: Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Pedagogia, Psicologia, Serviço Social Terapia Ocupacional. ocampo de Estágio para ; Graduação e Nível Técnico em Exatas e Humanas; F AT OS 37 Especialidades Médicas com oplantão 24 x 7 : Anestesia; Cardiologia; Oftalmologia; Pediatria; Ginecologia e Obstetrícia; Cirurgias: Geral, Plástica, Pediátrica, Neurologia e Trauma-Ortopedia; 724 Leitos, sendo: o600 Operacionais; 85 Complementares e 39 de Observação e Emergência. 3 Centros Cirúrgicos, sendo: ocentral, Obstétrico e Oftalmológico, com 23 Salas Operatórias Alta Complexidade em: ocardio-vascular; Nefrologia; Neurologia e Neurocirurgia ; Oftalmologia; Oncologia (CACON); Terapia Nutricional Enteral e Parenteral, e Trauma-Ortopedia; Unidade de Terapia Intensiva Tipo III Adulta, Pediátrica e Neo-Natal; Tipo III em Urgência; Enfermaria de Queimados e Medicina Hiperbárica Recursos Humanos: o3.900 Empregados Diretos; o600 Médicos; o120 Médicos-Residentes; o40 Residentes Multiprofissionais, e o1.000 Voluntários: Amarelinhas, Rosinhas e Verdinhas Área Física: 100.000 m2, sendo: o Área Construída com 44.000 m2

ISCMS: Referência na RMBS F AT OS 9 (nove) municípios: Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente; Área: 2.373 Km2 População: 1.663.082 (oscilando nas férias): 14º lugar Nacional, 3º lugar Estadual e Evolução de Idosos (estrutura típica).

ISCMS: Atendimentos ao SUS - 2011 Atendimentos Realizados Região Observação Internação Internações 12.363 16,42% 1º Lugar da Região (de 16) e 47º do Estado (de 595). Paciente-Dia 80.948 19,03% 1º Lugar da Região (de 16) e 48º do Estado (de 595). Diária de UTI 10.862 29,17% 1º Lugar da Região (de 16) e 13º do Estado (de 227). Ambulatório Oncologia 40.465 60,69% Apenas 4 estabelecimentos na região. F AT OS Quimioterapia 13.285 55,20% Radioterapia 27.180 63,78% Nefrologia 23.935 33,84% Fonte: TABWIN no ano de 2011. Apenas 4 estabelecimentos na região. 1º Lugar da Região e 15º lugar do Estado (de 64). Apenas 2 estabelecimentos na região. 1º Lugar da Região e 28º lugar do Estado (de 36). Apenas 4 estabelecimentos na região. 1º Lugar da Região e 42º lugar do Estado (de 142).

Linha do Tempo: Legislação F AT OS 1.500: Descobrimento do Brasil 1.543: S. C. Santos 1º Prédio 1.665: S. C. Santos 2º Prédio 1.836: S. C. Santos 3º Prédio 1.945: S. C. Santos 4º Prédio 1.988: C. F. Criação do SUS 1.990: Lei 8.080 Regulamentação 2009: Lei 12.101 Dispõe sobre a Certificação... 2010: Decreto 7.237 Regulamenta a Lei 12.101 2011: Portaria 1.970 Dispõe sobre Processo CEBAS PERÍODO

Filantropia: Legislação Vigente Lei nº 12.101, de 27 de novembro de 2009: Dispõe sobre a certificação das entidades beneficentes de assistência social; (...); e dá outras providências. Decreto nº 7.237, de 20 de julho de 2010: Regulamenta a Lei no 12.101, de 27 de novembro de 2009, para dispor sobre o processo de certificação das entidades beneficentes de assistência social para obtenção da isenção das contribuições para a seguridade social, e dá outras providências. Portaria nº 1.970, de 16 de agosto de 2011: Dispõe sobre o processo de Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social na área da Saúde (CEBAS-SAÚDE).

Filantropia: Legislação Vigente A entidade de saúde deverá ainda informar, obrigatoriamente, ao Ministério da Saúde, na forma por ele estabelecida: I - a totalidade das internações e atendimentos ambulatoriais realizados para os pacientes não usuários do SUS; II - a totalidade das internações e atendimentos ambulatoriais realizados para os pacientes usuários do SUS; e III - as alterações referentes aos registros no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES. Parágrafo único. A entidade deverá manter o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES atualizado, de acordo com a forma e o prazo determinado pelo Ministério da Saúde. Artigo 5º da Lei nº 12.101/09

Filantropia: Legislação Vigente A entidade de saúde deverá ainda informar, obrigatoriamente, ao Ministério da Saúde, na forma por ele estabelecida: I - a totalidade das internações e atendimentos ambulatoriais realizados para os pacientes não usuários do SUS; II - a totalidade das internações e atendimentos ambulatoriais realizados para os pacientes usuários do SUS; e III - as alterações referentes aos registros no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES. Parágrafo único. A entidade deverá manter o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde - CNES atualizado, de acordo com a forma e o prazo determinado pelo Ministério da Saúde. Artigo 5º da Lei nº 12.101/09

Jornal O Estado de S. Paulo 29/07/2012 11º AUDHOSP Motivo: SUS x Não-SUS Por que atender ao Não-SUS? Equilíbrio Financeiro! As dívidas das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, acumulados até maio, passam de R$ 11 bilhões...

Informação SUS, Não SUS e Filantropia Gestão da Informação SUS SUS Não- SUS

Informação: Conceito Informação: é o resultado do processamento, manipulação e organização de dados, de tal forma que represente uma modificação (quantitativa ou qualitativa) no conhecimento do sistema que a recebe (disponível em www.wikipedia.org.br). Dados Dados Informações Tecnologia da Informação Conhecimento

Gestão da Informação: Relevância Peter Drucker defende o primado da informação como a base e a razão para um novo tipo de gestão, em que se perspectiva a troca do binômio capital/trabalho pelo binômio informação/conhecimento como fatores determinantes no sucesso empresarial.

Gestão da Informação: Relevância Peter Drucker defende o primado da informação como a base e a razão para um novo tipo de gestão, em que se perspectiva a troca do binômio capital/trabalho pelo binômio informação/conhecimento como fatores determinantes no sucesso empresarial.

Aplicação: Informação em Saúde Faturamento x Informação Essa é a relação aplicada! O FATURAMENTO é apenas uma DIMENSÃO do PROCESSO!

Fluxo da Informação: Realidade Atendimento Ambulatorial (ou Urgência e Emergência) Recepção Médic o Enfermeir a Mat. & Med / SADT Atendimento Internação Médicos Fisioterapeuta Médicos Fisioterapeuta Enfermagem Nutricionista Enfermagem Nutricionista SADT s Medicamentos SADT s Medicamentos

Fluxo da Informação: Realidade Faturamento Gestor Prontuário do Paciente

11º AUDHOSP Internação Ambulatório Internação + Ambulatório: Filantropia Atendimento SUS Não-SUS Internação SIH CIHA Ambulatório SIA CIHA Internação Internação Internação SUS Paciente-Dia Ambulatório SUS Atendimentos (ou Procedimentos) Filantropia (%) Internação Não-SUS Paciente-Dia Ambulatório Não-SUS Atendimentos (ou Procedimentos) SUS: 60% (mínimo)

Macrofluxo: Prestador x Gestor SIH / SIA Hospital CIHA CNES Gestor DATASUS - MS

Internação: Paciente-Dia PACIENTE-DIA:Unidade de medida que representa a assistência prestada a um paciente internado durante um dia hospitalar. O dia da alta só será computado se a alta ocorrer no mesmo dia da internação. Portaria 312 de 2 de maio de 2002. DATA DE ALTA DATA DE INTERNAÇÃO PACIENTE-DIA = DATA DE ALTA DATA DE INTERNAÇÃO Alta Internação Paciente-Dia 31/05/201 2 12/06/201 2 13/07/201 2 14/07/201 2 10/05/201 2 21 11/06/2012 1 10/07/201 2 12/07/201 2 3 2 NÃO CONSIDERAR O DIA DA ALTA!

Internação: Paciente-Dia PACIENTE-DIA:Unidade de medida que representa a assistência prestada a um paciente internado durante um dia hospitalar. O dia da alta só será computado se a alta ocorrer no mesmo dia da internação. Portaria 312 de 2 de maio de 2002. DATA DE ALTA DATA DE INTERNAÇÃO PACIENTE-DIA = 1 Alta Internação Paciente-Dia 31/05/2011 31/05/2011 1 12/06/2011 12/06/2011 1 13/07/2011 13/07/2011 1 14/07/2011 14/07/2011 1 15/08/2011 15/08/2011 1 07/09/2011 07/09/2011 1 SEMPRE 1

Hospita l 11º AUDHOSP Internação: Paciente-Dia SUS PACIENTE-DIA SUS: A análise será pelos dados do faturamento! SUS ATENDIMENTO FATURAMENTO Permanência Clique para editar os estilos do texto mestre Segundo nível Terceiro nível Quarto nível Quinto nível Ano

Hospita l 11º AUDHOSP Internação: Paciente-Dia Não-SUS (ALTA)! PACIENTE-DIA NÃO-SUS: A análise será pelo atendimento ATENDIMENTO ALTA Permanência Não-SUS Ano

Internação: Paciente-Dia Não-SUS PACIENTE-DIA NÃO-SUS: Outra forma de análise... Relatório do Aplicativo CIHA

Ambulatório: Atendimentos (Procedimentos) Número de Atendimentos / Procedimentos: Representa o total de procedimentos/atendimentos realizados no ambulatório. ATENDIMENTO PROCEDIMENTO Considerar a quantidade de atendimentos ambulatoriais realizados, agrupando os Atendimentos Individualizados e Consolidados.

Hospita l 11º AUDHOSP Ambulatório: Atendimentos (Procedimentos) SUS Atendimento / Procedimento: A análise será pelo faturamento! SUS Frequência Ano

Hospita l 11º AUDHOSP Ambulatório: Atendimentos (Procedimentos) Não-SUS Número de Atendimentos / Procedimentos: A análise será pelo atendimento (ALTA)! ATENDIMENTO Não-SUS ALTA Permanência Ano

Ambulatório: Atendimentos (Procedimentos) Não-SUS Número de Atendimentos / Procedimentos: Outra forma de análise... Relatório do Aplicativo CIHA

Informação SUS, Não SUS e Filantropia Cálculo do Percentual de Filantropia

% SUS: Internação TOTAL DE PACIENTE- DIA SUS % SU S INT TOTAL DE PACIENTE-DIA SUS e NÃO- SUS NÃO 60 % SIM 100 % SU S INT

% SUS: Ambulatório TOTAL DE Procedimento ssus TOTAL DE Procedimentos SUS e NÃO- SUS 100 % SUS AMB % SUS AM B LIMITADO EM: 10 %

% SUS: Ações Prioritárias Plano Ação Regional (Portaria MS 1.970/2011 - Artigo 33) Acréscimo I - Atenção obstétrica e neonatal: 1,5% II - Atenção oncológica; 1,5% III - Atenção às urgências e emergências; 1,5% IV - Atendimentos voltados aos usuários de álcool, crack e outras drogas; e 1,5% V - Hospitais de Ensino 1,5% SOMA: % SUS Ações

Prestação: Percentual SUS % SUS INT % SUS AMB % SUS Ações Percentual de Atendimento NÃO SUS SIM 60% Hipótese: Complementar com Gratuidade

Fehosp: Planilha de Apoio

Inovação Vamos enxergar de outra forma?

Tratamento DESIGUAL Procedimento Ambulatorial de Alta Complexidade, geralmente recebe a mesma complexidade de uma internação

Agradecimentos Muito Obrigado! A maneira como você coleta, gerencia e utiliza as informações, determina se você vai vencer ou perder. Bill Gates João Alfredo joao@scsantos.com.br