IVA e VA Bolo de Cenoura



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Transcrição:

IVA e VA Bolo de Cenoura A ideia de confeccionarmos um bolo de cenoura partiu de uma atividade de texto coletivo apresentado às crianças. Observando uma figura de revista, estas organizaram um texto oral no qual os personagens faziam um delicioso bolo de cenoura. E por que não confeccionarmos um bolo de verdade? Reunindo os ingredientes necessários para a proposta, convidamos a turma da Força Azul (VA) para participar de um piquenique. A integração entre as turmas foi maravilhosa! As crianças contribuíram, observaram e participaram com entusiasmo. Entenderam também, a dinâmica de mudança de ambiente e, ao mudar de espaço, comportaram-se muito bem, atendendo as regras de boa educação, falando baixo e mantendo a atenção na proposta. Na hora marcada, todos estavam envolvidos na elaboração do bolo, colocando a mão na massa! Devagar, cada criança pode colaborar com a receita, acrescentando os ingredientes ou misturando-os para dar o toque final: o bolo ficou perfeito e saboroso! Ao degustar a receita, todos quiseram provar e repetir! Nosso piquenique teve ainda, além do bolo, frutas: banana, mamão, sucrilhos e iogurte. Vejam as fotos a seguir e aproveitem a receita:

Ingredientes 3 copos de farinha de trigo; 2 copos de açúcar; 1 copo de óleo; 3 ovos; 2 colheres pequenas de fermento; 2 cenouras grandes; 1 lata de leite condensado; Chocolate em pó; Margarina para untar o tabuleiro e para a calda de chocolate. Modo de fazer Bata no liquidificador as cenouras, o óleo e os ovos. Misture com a farinha, o açúcar e o fermento, mexendo sempre devagar. Passe essa mistura para uma forma untada com margarina e açúcar. Faça a calda de chocolate no fogo, misturando o leite condensado, o chocolate e uma colher de margarina. Espere ferver e depois coloque a calda sobre o bolo pronto. IVA - Turma Sempre Juntos Professoras - Ana Kerina e Priscilla Abreu VA Turma da Força Azul Professoras - Adriana Lopes e Luciana

IV B e IVE Bingo de letras Objetivos: Reconhecer e nomear as letras do alfabeto e a concentração. Quando brincamos com o jogo de bingo das letras podemos observar o grande interesse e curiosidade das crianças pelo alfabeto. Através deste jogo, as crianças vão ampliando o seu conhecimento deste conteúdo, identificando e nomeando as letras cantadas e, muitas vezes, até arriscam dizer palavras que começam com algumas letras, como também, identificam as iniciais do nome de seus familiares, compartilhando com seus amigos a sua história, com alegria e satisfação. Ao brincar com o bingo, cada criança recebe uma cartela, contendo algumas letras do nosso alfabeto. Em seguida, vão sendo cantadas e mostradas as letras e as crianças marcam sua cartela com tampinhas de refrigerante, vibrando com cada letra marcada. É também um grande momento de integração e ajuda mútua, pois elas mesmas ajudam umas às outras, sinalizando ao colega sentado ao seu lado a letra chamada, quando este ainda não percebeu. Esta proposta contém várias etapas que precisam ser cumpridas. Ao preenchimento da cartela, as crianças gritam Bingo com animação e permanecem sentadas na roda, até que todas concluam sua tarefa. Após este momento, elas guardam as tampinhas e cartelas, para que possam ser usadas num próximo dia. Assim, foi possível perceber o envolvimento e o entendimento para a realização satisfatória da atividade. Equipe: Cida e Carla

IV C e IVD Meu Nome... Trabalhar o nome da criança é fundamental, pois está ligado a uma história de vida e a uma identidade pessoal e particular. O trabalho com o nome permite que se estabeleça, no espaço da sala de aula, a articulação individual e coletiva. Individual, porque a criança se diferencia em seus desejos e coletivo, porque aprende a atuar no grupo e a respeitar a individualidade de cada um. Para aprender a escrever, a criança precisa de uma intensa interação com a escrita e é necessário ainda, na fase inicial da alfabetização, que o objeto de conhecimento (no caso a escrita), tenha um forte significado afetivo e o nome da criança tem este forte significado emocional. Este é o primeiro sinal da sua identidade e é nele que a criança se reconhece e se sente reconhecida. Ao identificar seu nome e observá-lo escrito em diferentes materiais, consequentemente, a criança o memoriza. Assim, inicia-se um relacionamento com a escrita, como representação da sua identidade, auxiliando-a a se enxergar como um indivíduo que possui identificação e um nome que é seu. A turma dos Ajudantes está trabalhando alguns eixos que são significativos e apropriados, o que contribui para a formação da sua identidade, como por exemplo: - Nome próprio - História do nome - Nome dos familiares - Letra inicial do nome - Escrita do nome - Número de letras - Letras iguais e diferentes - Bingo com o nome, entre outras atividades. Portanto, trabalhar com o nome próprio deve ser uma das atividades iniciais da leitura e escrita, o que irá proporcionar à criança uma relação positiva com a aprendizagem. Um abraço. Equipe:Nivia e Renata; Bárbara e Renata

VB e VE JOGOS MATEMÁTICOS: BRINCANDO E APRENDENDO A exploração da matemática pode ser um bom caminho para favorecer o desenvolvimento intelectual, social e emocional da criança. Do ponto de vista do conteúdo matemático, a exploração matemática nada mais é do que uma primeira aproximação das crianças, intencional e direcionada, ao mundo das formas e das quantidades. É isso que propomos ao realizarmos atividades com o uso de materiais lúdicos, para apoiar a aprendizagem infantil. Acreditamos que cabe ao professor oferecer oportunidades para que as crianças realizem experiências e descobertas, com sua observação e, muitas vezes, orientação, pois assim, elas poderão desenvolver suas habilidades em resolver problemas, serão motivadas a criar suas próprias hipóteses e a apresentar suas justificativas verbais e/ ou escritas. Para isso, é extremamente importante que o professor as encoraje a fazer perguntas, a se comunicar com os colegas, a trocar ideias a respeito do que estão fazendo, melhorando portanto, suas linguagens e suas aptidões, para analisar e justificar. Mas é preciso sempre se basear na vivência das crianças, aproveitando o conhecimento que elas adquiriram antes e fora da escola. O objetivo é proporcionar às crianças condições para elas trabalharem significativamente com as noções matemáticas e com o fazer matemático, para que apreciem novos conhecimentos, a beleza da matemática e se beneficiem das descobertas desses conhecimentos no cotidiano. Partindo desta concepção, utilizamos dois jogos: o jogo de dominó e o jogo com dados; que, por suas próprias características, favorecem o aprendizado da matemática de maneira prazerosa. Percebemos que este tipo de atividade além de mobilizar todo o grupo, também despertou o interesse de cada criança em descobrir e experimentar o mundo da matemática, desmistificando a antiga crença de que esta é um bicho papão. Virginia e Karina (grupos V B e V E)

VC Da cabeça aos pés. Trabalhar a identidade da criança é uma das formas mais seguras de favorecer o conhecimento e a convivência com seus pares, o que ajuda-a a perceber que estes também atuam de forma ativa no mundo em que vive. Ao auxiliar as crianças a se conhecerem melhor, contribuímos para a aceitação do outro, das diferenças o que reforça as atitudes de respeito à diversidade. O projeto Identidade tem como objetivo proporcionar às crianças um conhecimento amplo de si mesmas, das várias nuances do ser humano com enfoque nas áreas: cognitiva, sócio-afetiva e corporal. Muitas histórias sobre este tema estão sendo contadas, mas a Turma da Verdade ficou encantada pela história Da cabeça aos pés, que relata uma menina de sete anos chamada Mariana, que ainda chupava chupeta e não tinha coragem de jogála fora. Diante desta questão, foi trabalhado o sentimento de medo e como o mesmo nos impede de vivenciar coisas legais, levando cada criança a refletir sobre desejos e vontade de fazer algo, mas não tem coragem, assim como a personagem da história. Observem algumas respostas que as crianças deram para a pergunta: Preciso de coragem para... - Subir na árvore. - Voar de asa-delta e nadar no mar. - Nadar na onda. - Jogar bola, entre outros desejos. Também, refletimos sobre nossa imagem, diferenças, semelhanças e a função de alguns membros e órgãos do corpo, que foram retratados na história e ditas pelas crianças, como por exemplo: - O coração bombeia o sangue pelo corpo. - O cérebro serve para pensar, guardar as coisas na memoria, raciocinar e comandar o corpo. - O nariz serve para cheirar e respirar. - As veias servem para passar o sangue. Com isso, as crianças da Turma da Verdade foram levadas ao autoconhecimento, a saberem identificar suas preferências, a reconhecerem seus limites, seus gostos, suas emoções e atitudes, o que levou a se perceberem como alguém diferente do outro. Um abraço, Nivia e Aldi.

VD FALANDO SOBRE AS DIFERENÇAS A partir da leitura da história Na minha escola todo mundo é igual, surgiu uma discursão entre as crianças, onde foram levantadas diversas questões sobre as diferentes raças. Observando uma determinada ilustração da história, as crianças perceberam as suas características físicas. Ao questionar o grupo o que está observando, Daniel respondeu: um mundo e Manuella completou: um mundo com pessoas diferentes, mas que não tem problema. Laura rapidamente também expôs o seu pensamento: mesmo sendo diferentes eles podem ser amigos. Então, o assunto se estendeu e fomos buscar informações sobre as origens das diferentes raças. Conversamos sobre as características físicas predominantes em alguns continentes, como: os brancos que vieram da Europa, os orientas que vieram da Ásia, os negros que vieram da África e as Américas. Questionamos o grupo, como eram as pessoas aqui no Brasil? Maria Eduarda respondeu, dizendo: aqui todo mundo é misturado e Enzo, explorando todo o seu conhecimento prévio, disse: é mesmo, eu sou um pouco Índio. E o Pelé é pretinho, completou Thiago. Para que, as crianças pudessem entender de forma mais apropriada para a faixa etária que se encontram, direcionamos o assunto para dentro da nossa sala de aula e pontuamos as nossas características físicas. Descobrimos que temos uma turma muito misturada. Mateus Marinho fez colocações pertinentes à proposta ao falar: o Wilson parece que veio da África, porque ele é negro e o Thiago parece europeu. Como culminância desta atividade que começou com uma simples leitura de uma história, a turma construiu um mundo e completamos os continentes com figuras de pessoas de diferentes raças, recortadas de revistas. Trabalhamos não somente nossas identidades, mas principalmente o respeito mútuo, onde o objetivo principal é fazer com que nossos pequenos alunos cresçam, sabendo respeitar as diferenças, não apenas em nossa sala de aula, mas que entendam que o mundo é diferente. Fabiana e Aldi

VF Jogando e Aprendendo Na Educação Infantil, o jogo é essencial para o desenvolvimento do processo de ensinoaprendizagem. É um instrumento eficaz e, se convenientemente planejado, contribui para a aquisição de conhecimentos pela criança. Os jogos e brincadeiras fazem parte do cotidiano infantil e, desde muito cedo, as crianças participam de várias situações lúdicas. Sabemos que por meio dos jogos a criança vê e constrói o mundo. Em função disso, trabalhar com as atividades lúdicas na sala de aula desperta a vontade para o aprender. Podemos dizer que todo ser humano pode beneficiar-se dos jogos, tanto pelo aspecto lúdico de diversão e prazer, quanto pelo aspecto da aprendizagem. Assim, além de contribuir para o desenvolvimento cognitivo, os jogos garantem também, de forma prazerosa, o desenvolvimento pessoal, social, afetivo, físico e psicomotor. Tendo em vista esta percepção, em nossa sala de aula, os jogos estão sempre presentes, promovendo a interação, curiosidade, interesse e aprendizagem. A Turma dos Guerreiros Felizes utiliza vários jogos no nosso dia a dia, como: bingo de letras e de números, quebra-cabeças diversos, blocos de montar, trilha, dominó, jogo da memória, entre outros. As crianças se organizam em duplas ou grupos maiores, dirigidos ou não pela professora. Desta forma, todos têm a oportunidade de conhecer novos jogos e elaborar e respeitar as regras. Além disso, durante estes momentos, as crianças vivenciam diversas experiências em que compartilham, dividem, exercitam a concentração, competem de forma saudável e descobrem o prazer de se divertir ao jogar em grupo. É muito divertido brincar e aprender! Equipe: Adriana Silva e Márcia Cristina