Painel 4 Vistorias em Edificações

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Diagnósticos Técnicos e a Preservação de Direitos na Construção Civil Painel 4 Vistorias em Edificações Palestrante José Carlos Muniz Falcon Realização Apoio Técnico Apoio Institucional

Vistorias em Edificações- Legislação Lei nº 16.050/2014 - Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo São Paulo tem um novo Plano Diretor, aprovado no dia 30 de junho de 2014 e sancionada em 31 de julho pelo prefeito Fernando Haddad, a nova lei traz uma série de diretrizes para orientar o desenvolvimento e o crescimento da cidade pelos próximos 16 anos. Lei nº 15.764/2013 - Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano Lei nº 14.917/2009 - Concessão Urbanística no Município de São Paulo Lei nº 14.918/2009 - Concessão Urbanística na Área da Nova Luz Lei nº 13.885/2004 - Planos Regionais Estratégicos (Zoneamento) Lei nº 10.257/2001 - Estatuto da Cidade Lei nº 11.228/1992 - Código de Obras e Edificações do Município de São Paulo Uma lei que norteia as regras gerais e específicas que devem ser seguidas em projetos, pedidos de licenciamento, execução, manutenção e utilização das obras e edificações no limite dos imóveis. Após mais de 20 anos em vigor, o Código de Obras e Edificações (COE) da cidade de São Paulo irá passar por uma revisão que restringirá as atividades do poder público. A Revisão do Código irá responsabilizar profissional por irregularidades de imóveis. Detalhes internos de imóveis sairão do foco das fiscalizações. Constituição Federal de 1988 Lei Orgânica do Município de São Paulo

Vistorias em Edificações- Normalização A Norma é o documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido, que fornece regras, diretrizes ou características mínimas para atividades ou para seus resultados, visando à obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto. Por princípio, de uso voluntário, mas quase sempre é usada por representar o consenso sobre o estado da arte de determinado assunto, obtido entre especialistas das partes interessadas. Importância das Normas tornam o desenvolvimento, a fabricação e o fornecimento de produtos e serviços mais eficientes, mais seguros e mais limpos; facilitam o comércio entre países tornando-o mais justo; fornecem aos governos uma base técnica para saúde, segurança e legislação ambiental, e avaliação da conformidade; compartilham os avanços tecnológicos e a boa prática de gestão; disseminam a inovação; protegem os consumidores e usuários em geral, de produtos e serviços; e tornam a vida mais simples provendo soluções para problemas comuns. Fonte: Ferramenta da Competitividade

Vistorias em Edificações- Normalização São objetivos, segundo o ABNT ISO/IEC Guia 2:2006

Vistorias em Edificações- Normalização ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas É o Foro Nacional de Normalização por reconhecimento da sociedade brasileira desde a sua fundação, em 28 de setembro de 1940, e confirmado pelo governo federal por meio de diversos instrumentos legais. Também é responsável pela publicação das Normas Brasileiras (ABNT NBR), elaboradas por seus Comitês Brasileiros (ABNT/CB), Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE). + de 150 normas na área da Construção Civil NORMAS INTERNACIONAIS ISO: International Organization for Standardization. IEC: International Electrotechnical Commission. BSI: British Standards Institution AFNOR: Association Française de Normalisation. JIS: JSA (Japanese Standards Association). NFPA: National Fire Protection Association. ASTM: American Society for Testing and Materials.

Vistorias em Edificações- Perícias ABNT NBR 13.752 /1996 Perícias de Engenharia na Construção Civil Tem como objetivo fixar diretrizes básicas, conceitos e procedimentos relativos as perícias na construção civil. Exigida em todas as manifestações escritas de trabalhos periciais de engenharia, com exclusiva competência dos profissionais legalmente habilitados pelos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (lei 5.194/66). Perito em Engenharia Profissional alia formação técnica em Engenharia /Arquitetura e conhecimentos do mercado imobiliário e do direito O perito em engenharia é aquele que investiga, analisa informações colhidas e apresenta conclusões sobre as condições técnicas de um imóvel, de uma máquina, ou de qualquer outro produto da engenharia.

GRUPO A O Empreendimento ( o que construir? ) Casas Residenciais ou Conjunto Residencial Horizontal. Edifícios: Residenciais / Comerciais / Mistos / Industriais. Armazéns / Galpão / Depósitos / Lojas de Departamento. Hotéis / Hospitais / Igrejas. Teatros / Cinemas / Auditórios / Colégios / Ginásios Esportes. Shopping Centers. Ampliações / Reformas / Retrofit GRUPO B Obras: Rodoviárias / Ferroviárias / Portuárias / Metroviárias Aeroportos. Tuneis / Pontes / Viadutos. Obras de Saneamento / Oleodutos / Linhas de Transmissão Silos / Tanques Plataformas Inshore ou offshore / Instalações Químicas ou Petroquímicas Usinas Hidrelétricas / Eólicas / Barragens Outras

O Empreendimento ( onde construir? ) Conhecimento do local da Edificação ( região ) Terreno: condições geológicas (sondagens) e topográficas (plani-altimétrico) Natureza do solo, solo estabilizado, existência / necessidades de corte ou aterro. Taludes : estabilizados, serviços de escavações, sistemas de contenção Rebaixamento / esgotamento do lençol freático. Acidentes hidrográficos ( proximidades e diferenças de cotas ) Existência de outros prédios no terreno (demolição) Vizinhança : prédios circunvizinhos (distância, tipo, estado de conservação) Condições climáticas predominantes, ventos, eventos ocorridos no local. Influência de todo eco sistema.

O Empreendimento ( como construir? ) Projeto Financeiro Projeto do Empreendimento Ciclos de vida Iniciação Planejamento Dimensionamento Orçamento Execução Monitoramento e Controle Encerramento GERENCIAMENTO do PROJETO

Gerenciamento do Projeto O Gerenciamento de projetos é composto por nove áreas de conhecimento ( VARGAS - 2002 ). 1. Gerenciamento da Integração do Projeto 2. Gerenciamento do Escopo do Projeto 3. Gerenciamento do Tempo 4. Gerenciamento dos Custos 5. Gerenciamento da Qualidade 6. Gerenciamento dos Recursos Humanos 7. Gerenciamento da Comunicação 8. Gerenciamento das Aquisições 9. Gerenciamento de Riscos

Industria de Papel e Celulose (case) B 6 B 8 B 7 B 9 ACABAMENTO J C Falcon Engenharia de Seguros Ltda.

Gerência de Riscos Procedimentos de planejar, organizar, dirigir e controlar os recursos e as atividades de uma organização, visando a mitigar riscos, isto é, reduzir ao mínimo os efeitos adversos das perdas acidentais ao menor custo possível sobre implantação do empreendimento.

Conceito de Risco Risco é um acontecimento (evento) possível, futuro, incerto, independente da vontade humana e de cuja ocorrência possam ocorrer : danos pessoais e/ou prejuízos de natureza econômica. CAUSAS (origem) RISCOS EFEITOS (consequências)

Riscos Empresariais Riscos Legais (fase de implantação) Riscos Especulativos (riscos do negócio) Riscos Financeiros Riscos Puros Documentação Aprovação Alvarás, etc.. Sucesso ou Insucesso do empreendimento. Crédito, Garantias Danos pessoais Danos materiais Perdas emergentes Perdas por responsabilidade

Identificação de Risco J C Falcon Engenharia de Seguros Ltda.

Análise de Riscos J C Falcon Engenharia de Seguros Ltda.

Tratativas dos Riscos J C Falcon Engenharia de Seguros Ltda.

ACIDENTES ACONTECEM!!!!! J C Falcon Engenharia de Seguros Ltda.

Obrigado José Carlos Muniz Falcon J C Falcon Engenharia de Seguros Ltda. jcfalcon@uol.com.br (11) 99196 8300 Realização Apoio Técnico Apoio Institucional