DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL



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Transcrição:

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL PLANO BRASIL MAIOR Lei nº 12.546, de 14.12.2011 (Conversão da MP nº 540) Lei nº 12.715, de 17.09.2012 (Conversão da MP nº 563) Lei nº 12.794, de 02.04.2013 (Conversão da MP nº 582/12) MP nº 601/12, de 28.12.2012 (Não convertida - APMCN nº 36/13) MP nº 612/13, de 04.04.2013 (prorrogada até 03.08 APMCN nº 28/13)

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL Em 1976 a contribuição Previdenciária Patronal (Decreto 77.077/76) chegava ao máximo de 21,1%, sobre um teto máximo de Cr$28.940,00 Geral 8,0% Rural 2,4% Salário família 4,0% 13º salário 1,2% Salário Maternidade 0,3% SENAI ou SENAC 1,0% SESI ou SENAC 1,5% INCRA 0,2% Salário-Educação 2,5% Total 21,1%

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL Estes limites foram sendo ampliados ao longo do tempo: Período Base para cálculo Percentual Trabalhador / Empresa 60 a 66 66 a 73 73 a 76 76 a 81 82 a 89 89 a 95 95 a 00 00 até hoje 5 SM 10 SM 20 SM 20 Limite. Maximo 20 SMR 20 SMR Teto empregado sem teto Empresa Teto empregado sem teto Empresa 8 % 8 % 8 % 8 % 8 % 8 % 8 % 8 % 8 % 8 % 8 % 16% 10% 20% 11% 20% Fundamentação Decreto 48.959- A/60 DL 66/66 Lei 5.890/73 Lei 6.332/76 Lei 7.787/96 LC 84/96 Lei 9.876

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL

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DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL TERCEIRIZOU CUSTO PREVIDENCIÁRIO REDUZIDO

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL A SAÍDA GLORIOSA? COBRAR SOBRE A RECEITA BRUTA

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL ORIGEM

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL 1ª - Sobre a comercialização da Produção Rural. (FUNRURAL), 2ª - Receita de Espetáculos de Futebol 3ª - Através da instituição do Simples Federal, Lei nº 9.713/96, que incluía a CPP e na época variava de 1,8% ao máximo de 7,56%. 4ª - Hoje, no Simples Nacional há um mínimo de 2,75% a 7,83% para as empresas dos anexos I, II e III, da LC nº 123/06

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL Em 2008, um novo setor da economia foi beneficiado com a desoneração da folha de pagamento : As empresas de Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Estas possuíam uma sistemática de redução da contribuição previdenciária sobre o faturamento, tratada no art. 201-D do Regulamento da Previdência Social (RPS), aprovado pelo Decreto nº 3.048/99, incluído pelo Decreto nº 6.945/09, com origem no art. 14 da Lei nº 11.774/08, cuja eficácia está suspensa enquanto vigorar a regra da Lei nº 12.546/11, tendo em vista que esta disposição legal estabelece novas diretrizes.

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL NOVAS DIRETRIZES MP 540 Convertida na Lei nº 12.546/11 TI e TIC e atividades industriais previstas no anexo. MP 563/12 Convertida na Lei nº 12.715/12 - Novas alíquotas, atividades e produtos. MP 582/12 Convertida na Lei nº 12.794/12 Novas atividades e produtos e excluiu outros MP 601/12 Não convertida - Novas atividades (Construção.Civil) e produtos e varejo tipificado. Vigorou até 03.06.13. (abril e maio) ver CF/88 MP 612/13 Com prazo de validade até 04.08.13 Incluiu novas atividades e produtos e excluiu outros. Vigências a partir de 01.08.2013 e 01.01.2014

ATIVIDADES DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL TI e TIC Definidas no 4º do art. 14 da Lei nº 11.774/08 Call Center Hotéis/H. Fazendas/Pousadas/SPA Indústrias Transportes Passageiros Manutenção e Transportes Aéreos Manutenção e Transportes Marítimos Construção Civil Comércio Varejista, dentre outros

ATIVIDADE DE TI E TIC I - análise e desenvolvimento de sistemas; II - programação; III - processamento de dados e congêneres; IV - elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos; V - licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; VI - assessoria e consultoria em informática; VII - suporte técnico em informática, inclusive instalação, configuração e manutenção de programas de computação e bancos de dados; e VIII - planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas. Não se aplica a atividades de representante, distribuidor ou revendedor de programas de computador, cuja receita bruta decorrente dessas atividades seja igual ou superior a 95% (noventa e cinco por cento) da receita bruta total.

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL CONCEITO DE RECEITA BRUTA - RFB A receita bruta compreende o produto da venda de bens nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado auferido na operações de conta alheia, excluídas as vendas canceladas, as devoluções de vendas, os descontos incondicionais concedidos e os impostos não cumulativos cobrados, destacadamente do comprador ou contratante, e dos quais o vendedor dos bens ou prestador dos serviços seja mero depositário. (art. 31 da Lei nº 8.981/95) excluídas os ajustes (art. 9º, I, 12.715).

DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO SOLUÇÃO DE CONSULTA No- 45, DE 14 DE JUNHO DE 2012 ASSUNTO: Contribuições Sociais Previdenciárias EMENTA: Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB). Os recolhimentos dos valores pertinentes à chamada Contribuição Previdenciária Patronal substitutiva da Folha de Pagamentos, instituída, na espécie, pelo art. 8º da Lei nº 12.546, de 2011, alterado pela Medida Provisória nº 563, de 2012, devem ser efetuados de forma centralizada pelo estabelecimento matriz, nos mesmos moldes das demais contribuições sociais incidentes sobre a receita bruta, de modo que, na respectiva base de cálculo, deve ser incluída, portanto, a receita bruta auferida por filiais, ainda que, na hipótese, estas últimas exerçam, exclusivamente, atividade comercial. Para os fins da citada CPRB, considera-se receita bruta o valor percebido na venda de bens e serviços nas operações em conta própria ou alheia, bem como o ingresso de qualquer outra natureza auferido pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação ou de sua classificação contábil, sendo irrelevante o tipo de atividade exercida pela empresa. Porém, não integram tal base de cálculo: a) as vendas canceladas; b) os descontos incondicionais concedidos; c) o valor do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI destacado em nota fiscal, e d) o valor do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS devido pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário, desde que destacado em documento fiscal. DISPOSITIVOS LEGAIS: Constituição Federal, art. 195, inciso I, alíneas "a" e "b", e 12 e 13; Lei nº 12.546, de 2011, arts. 7º a 10, com redação da Medida Provisória nº 563, de 2012; Instrução Normativa RFB nº 1.110, de 2010, art. 6º, inciso XII, 11, alterada pela Instrução Normativa RFB nº 1.258, de 2012; Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 42, de 2011; Ato Declaratório Executivo Codac nº 86, de 2011; Ato Declaratório Executivo Codac nº 93, de 2011, art. 5º, parágrafo único; Ato Declaratório Executivo Codac nº 47, de 2012.

Parecer Normativo nº 3/2012 14. Diante do exposto, conclui-se que: a) a receita bruta que constitui a base de cálculo da contribuição a que se referem os arts. 7º a 9º da Lei nº 12.546, de 2011, e compreende: a receita decorrente da venda de bens nas operações de conta própria; a receita decorrente da prestação de serviços em geral; e o resultado auferido nas operações de conta alheia; (são aquelas decorrentes de comissões obtidas sobre representação de bens ou serviços de terceiros) b) podem ser excluídos da receita bruta a que se refere o item "a" os valores relativos: à receita bruta de exportações; às vendas canceladas e aos descontos incondicionais concedidos; ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), quando incluído na receita bruta; e ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário. Este parecer tem como fundamento o Art. 3º da Lei 9.718/98 que no 2º exclui a receita de venda de ativo permanente.

Decreto nº 7828/12 16/10/2012 Art. 5º Para fins do disposto nos arts. 2º e 3º: (Receita Bruta) I - a receita bruta deve ser considerada sem o ajuste de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976; (os elementos do ativo decorrentes de operações de longo prazo serão ajustados a valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante) e II - na determinação da base de cálculo da contribuição previdenciária sobre a receita, poderão ser excluídos: a) a receita bruta de exportações; b) as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos; c) o IPI, quando incluído na receita bruta; e d) o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário.

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL EXCLUSÃO DA BASE DE CÁLCULO Para efeito da determinação da base de cálculo, podem ser excluídos da receita bruta: I - as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos; II - o Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, se incluído na receita bruta; e III - o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário. IV - Receitas de exportação 7º do Art. 9º da Lei 12.456 na redação dada pela Lei nº 12.715/12 c/c Art. 5º, inciso II do decreto nº 7.828/13

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL É CORRETO O TERMO DESONERAR?

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL Segundo o Aurélio/ O Globo: O mesmo que exonerar, tirar o ônus, dispensar; Libertar ou libertar-se de uma obrigação ou de um dever. = DESCARREGAR, DESOBRIGAR, EXIMIR

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL O correto seria SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA, inclusive com base na própria lei.

DESONERAÇÃO DA FOLHA SALARIAL No art. 7º da Lei nº 12.546/11 (MP 540/11) aparece a primeira fase de substituição da folha, ao determinar, até 31.12.2014, que as empresas com atividade de TI e TIC referidas nos 4º e 5º do art. 14 da Lei nº 11.744/08, acrescentado depois as de empresas de Call Center, Hotéis, Transportes de Passageiros (Lei 12.715) e outros, como Construção civil e Varejo, em substituição à contribuição dos 20% sobre a folha de pagamento, recolherão a CPP a base de 2% sobre o seu faturamento bruto.

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA PATRONAL Substituída Art. 7 o Até 31 de dezembro de 2014, contribuirão sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, em substituição às contribuições previstas nos incisos I e III do art. 22 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, à alíquota de 2% (dois por cento): Art. 8 o Até 31 de dezembro de 2014, contribuirão sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos, à alíquota de um por cento, em substituição às contribuições previstas nos incisos I e III do art. 22 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, as empresas que fabricam os produtos classificados na Tipi, aprovada pelo Decreto nº 7.660, de 23 de dezembro de 2011, nos códigos referidos no Anexo I Lei nº 8.212/91, Art. 22, incisos I e III I 20% sobre a remuneração dos empregados e trabalhadores avulsos (sem limite); III 20% sobre a remuneração dos contribuintes individuais (também sem limite) Continua devendo terceiros, RAT e pagamentos a cooperativas.

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Agora, na Lei nº 12.546/12, já modificada pela Lei nº 12.715, 12.794 sofre alterações pelas MPs 601/12 e 612/13, temos, para alcançar outros seguimento produtivo, a inclusão de novos setores que possuem um forte contingente de trabalhadores. Ao art. 7º foi acrescentado o item, (alíquota de 2%) IV - as empresas do setor de construção civil, enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439 da CNAE 2.0 Grupos Descrição CNAE 412 Construção de Edifícios. 432 Instalações Elétricas, Hidráulicas e outras Instalações. 433 Obras de Acabamento. 439 Outros Serviços Especializados para Construção. (MP601) Transportes por afretamento, transporte ferroviário, metroferroviário (vigência 01.04.2014) Engenharia e Arquitetura; (vigência 01.04.2014) E no Art. 8º os Incisos: (1%) XI -de manutenção e reparação de embarcações; (Vigência 1º.04.2013) XII - de varejo que exercem as atividades listadas no Anexo II. (Vigência 1º.04.2013) XIII Operação de carga até XX (vigência 01.04.2014)

ANEXO II (Incluído pela Medida Provisória nº 601, de 2012) (Vigência 01.04.2013 até 31.12.2014) Alíquota 1% (MP 601) Lojas de departamentos ou magazines, enquadradas na Subclasse CNAE 4713-0/01 Comércio varejista de materiais de construção, enquadrado na Subclasse CNAE 4744-0/05 Comércio varejista de materiais de construção em geral, enquadrado na Subclasse CNAE 4744-0/99 Comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática, enquadrado na Classe CNAE 4751-2 Comércio varejista especializado de equipamentos de telefonia e comunicação, enquadrado na Classe CNAE 4752-1 Comércio varejista especializado de eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo, enquadrado na Classe CNAE 4753-9 Comércio varejista de móveis, enquadrado na Subclasse CNAE 4754-7/01 Comércio varejista especializado de tecidos e artigos de cama, mesa e banho, enquadrado na Classe CNAE 4755-5 Comércio varejista de outros artigos de uso doméstico, enquadrado na Classe CNAE 4759-8 Comércio varejista de livros, jornais, revistas e papelaria, enquadrado na Classe CNAE 4761-0 Comércio varejista de discos, CDs, DVDs e fitas, enquadrado na Classe CNAE 4762-8 Comércio varejista de brinquedos e artigos recreativos, enquadrado na Subclasse CNAE 4763-6/01 Comércio varejista de artigos esportivos, enquadrado na Subclasse CNAE 4763-6/02 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas, enquadrado na Subclasse CNAE 4771-7/01 Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal, enquadrado na Classe CNAE 4772-5 Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, enquadrado na Classe CNAE 4781-4 Comércio varejista de calçados e artigos de viagem, enquadrado na Classe CNAE 4782-2 Comércio varejista de produtos saneantes domissanitários, enquadrado na Subclasse CNAE 4789-0/05 Comércio varejista de artigos fotográficos e para filmagem, enquadrado na Subclasse CNAE 4789-0/08 Observação: As Classes e Subclasses CNAE referidas neste Anexos correspondem àquelas relacionadas na Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0.

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Subclasse 4713-0/01 LOJAS DE DEPARTAMENTOS OU MAGAZINES Notas Explicativas: Esta subclasse compreende: - o comércio varejista não especializado sem predominância de gêneros alimentícios em estabelecimentos organizados em departamentos, que oferecem variedades de linhas de mercadorias comercializadas (roupas, móveis, eletrodomésticos, ferragens, cosméticos, bijuterias, jogos, artigos de esporte, etc.) Esta subclasse compreende também: - o comércio fora de lojas não-especializado via internet, telefone, catálogo, etc Subclasse 4744-0/05 COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE Notas Explicativas: Esta subclasse compreende: - o comércio varejista especializado em materiais de construção não especificados anteriormente 4744-0/01 COMÉRCIO VAREJISTA DE FERRAGENS E FERRAMENTAS 4744-0/02 COMÉRCIO VAREJISTA DE MADEIRA E ARTEFATOS 4744-0/03 COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAIS HIDRÁULICOS 4744-0/04 COMÉRCIO VAREJISTA DE CAL, AREIA, PEDRA BRITADA, TIJOLOS E TELHAS 4744-0/05 COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE Subclasse 4744-0/99 COMÉRCIO VAREJISTA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO EM GERAL Notas Explicativas: Esta subclasse compreende: - o comércio varejista de materiais de construção em geral, sem especialização

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Cálculo na Prestação de serviços conf. Art. 7º. Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), Call Center e de passageiros Hotéis, transporte Rodoviário coletivos. a) quanto à parcela da receita bruta correspondente aos serviços, da seguinte forma: Contribuição Previdenciária = Receita Bruta (-) Vendas Canceladas (-) Descontos Incondicionais (-) Receita de exportação (x) 2%; e Continuará a recolher, a contribuição descontada, terceiros, SAT/RAT

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Cálculo quando em conjunto com outra atividade Art. 7º com atividade Art. 8º Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), Call Center e Hotéis com outra atividade. a) quanto à parcela da receita bruta correspondente aos serviços, da seguinte forma: Contribuição Previdenciária = Receita Bruta (-) Vendas Canceladas (-) Descontos Incondicionais (-) Receita de Exportação (x) 2%; e b) 20% sobre a folha de pagamento de empregados e contribuintes individuais, reduzindo-se o valor da contribuição a recolher ao percentual resultante da razão entre receita bruta de atividades não relacionadas aos serviços deste tópico e a receita bruta total. Continuará a recolher, a contribuição descontada, terceiros, SAT/RAT OBS Esta regra não é aplicável aos distribuidores, revendedores e representantes de programas de computador cuja receita bruta dessas atividades seja igual ou superior a 95%.

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA A esta metodologia podemos reduzir à seguinte expressão matemática: Receitas até 31/07/2012 {(Receita não enquadrada / receita bruta total) X folha x 20%} + (2,5%x Receita Incentivada) Receitas a partir de 01/08/2012 ou a partir de 1º de janeiro (transportes) até 31/12/2014 {(Receita não enquadrada / receita bruta total) X folha x 20%} + (2% x Receita Incentivada) Continuará a recolher, a contribuição descontada, terceiros, SAT/RAT

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Cálculo Produtos e serviços do Art. 8º a) quanto à parcela da receita bruta correspondente aos serviços do art. 8º e produtos listados no anexo, da seguinte forma: Contribuição Previdenciária = Receita Bruta (-) Vendas Canceladas (-) Descontos Incondicionais (-) receita de exportação X e 1% até 31.12.2014; e Continuará a recolher, a contribuição descontada, terceiros, SAT/RAT

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Serviços e Produtos do art. 8º com serviços do Art. 7º. a) quanto à parcela da receita bruta correspondente aos produtos listados no anexo, da seguinte forma: Contribuição Previdenciária = Receita Bruta (-) Vendas Canceladas (-) Descontos Incondicionais (-) receita de exportação X 1% e Receitas a partir de 01/08/2012 ou a partir de 1º de Janeiro de 2013 até 31/12/2014 {(Receita não enquadrada / receita bruta total) X folha x 20%} + (1% x Receita Incentivada) Continuará a recolher, a contribuição descontada, terceiros, SAT/RAT OBS Esta regra só será aplicável se a receita da outra atividade for superior a 5% da Receita Bruta total.

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Salientamos que no caso de atividade concomitante : com as do Art. 7º, não será aplicada se a RB da outra atividade for = > 95% Art. 7º, 1º, II, letra a) A proporcionalização prevista Art. 7º e 8º somente será aplicada se a Receita Bruta da outra atividade for = < 5% Art. 9º, 5º

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Objetivos da SUBSTITUIÇÃO Contratar mais empregados registrados; Reduzir o custo das empresas, inclusive para as exportadoras; Evitar terceirização; Tornar os produtos nacionais competitivos com os importados...

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Efeitos diretos. Empresas com custo da mão de obra: inferior a 10% da RB para serviços e TI, TIC, Call Center, hotéis, transportes e Construção Civil previstos no art 7º; e inferior a 5% da RB, industrias e serviços previstos no art. 8º, terão elevação em seus custos.

Por força do art. 24 da LC 123/06 e do contido no art. 36 da Resolução CGSN nº 94/11, não há como estas empresas venham a se beneficiar da desoneração. A única exceção é para as MEs e EPPS subordinadas ao anexo IV, uma vez que são obrigadas a recolher a contribuição patronal do art. 22 da Lei 8.212. LC 123/06. ME e EPP Art. 24. As microempresas e as empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional não poderão utilizar ou destinar qualquer valor a título de incentivo fiscal. Parágrafo único. Não serão consideradas quaisquer alterações em bases de cálculo, alíquotas e percentuais ou outros fatores que alterem o valor de imposto ou contribuição apurado na forma do Simples Nacional, estabelecidas pela União, Estado, Distrito Federal ou Município, exceto as previstas ou autorizadas nesta Lei Complementar.

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA

SUBSTITUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA LEGISLAÇÃO CF/88 art. 195, I, b, 4º, 6º e 12. Lei nº 8.212, I e II Lei nº 12.546/11 conversão da MP 540/11 Lei nº 12.715/12 conversão da MP nº 563 amplia os benefícios Lei nº 12.794/12MP nº 582/12 Exclui produtos MP nº 601/12 inclui produtos e atividades MP nº 612/123 Inclui atividades Ato Codac 86/11 estabelece os códigos ADE Codac 93/11 orientação para GFIP ADI RFB 42/11 regras para o 13º Solução de Consulta nº 45/12 Parecer normativo nº 3/12

Texto do Art. 62 EC 32/01 Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias, com força de lei, devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional. 3º As medidas provisórias, ressalvado o disposto nos 11 e 12 perderão eficácia, desde a edição, se não forem convertidas em lei no prazo de sessenta dias, prorrogável, nos termos do 7º, uma vez por igual período, devendo o Congresso Nacional disciplinar, por decreto legislativo, as relações jurídicas delas decorrentes. 4º O prazo a que se refere o 3º contar-se-á da publicação da medida provisória, suspendendo-se durante os períodos de recesso do Congresso Nacional. 6º Se a medida provisória não for apreciada em até quarenta e cinco dias contados de sua publicação, entrará em regime de urgência, subseqüentemente, em cada uma das Casas do Congresso Nacional, ficando sobrestadas, até que se ultime a votação, todas as demais deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando. 7º Prorrogar-se-á uma única vez por igual período a vigência de medida provisória que, no prazo de sessenta dias, contado de sua publicação, não tiver a sua votação encerrada nas duas Casas do Congresso Nacional. 10. É vedada a reedição, na mesma sessão legislativa, de medida provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido sua eficácia por decurso de prazo. 11. Não editado o decreto legislativo a que se refere o 3º até sessenta dias após a rejeição ou perda de eficácia de medida provisória, as relações jurídicas constituídas e decorrentes de atos praticados durante sua vigência conservar-se-ão por ela regidas. 12. Aprovado projeto de lei de conversão alterando o texto original da medida provisória, esta manterse-á integralmente em vigor até que seja sancionado ou vetado o projeto.