Um conhecimento básico sobre Narcolepsia : a doença do sono

Documentos relacionados
VIVER COM. Narcolepsia. Sintomas Diagnóstico Tratamento ISTEL

Perturbações do Sono-Vigília

VIVER BEM O SONO DE CARLOS ROBERTO SONO

Distúrbios do Sono e Transtornos de Aprendizagem

O TRABALHO NOTURNO E O SONO DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Dra. Veralice Meireles Sales de Bruin

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA COMITÊ DE INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE - CIA EPILEPSIA

(11)

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS)

ENFERMAGEM SAÚDE DO IDOSO. Aula 8. Profª. Tatiane da Silva Campos

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS)

Patologia do Sono no Idoso: o que fazer? Prof. Doutor Mário Simões

Sobre a Esclerose Tuberosa e o Tumor Cerebral SEGA

Febre recorrente relacionada com NLRP12

Doenças do Sistema Nervoso

A Importância do Sono

A PESQUISA E SUAS CLASSIFICAÇÕES. Sâmia Araújo dos Santos Suelene S. Oliveira Nascimento

Tratamento Com freqüência, é possível se prevenir ou controlar as cefaléias tensionais evitando, compreendendo e ajustando o estresse que as ocasiona.

American Academy of Sleep Medicine. h3p://

SINDROME DE GILLES DE LA TOURETTE

Ansiedade Generalizada. Sintomas e Tratamentos

EBOOK SINTOMAS DEPRESSÃO DA DIEGO TINOCO

A ACTIMETRIA COMO FERRAMENTA DE AUXÍLIO PARA DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE DISTÚRBIOS DE SONO

As anfetaminas são drogas estimulantes da atividade do sistema nervoso central, isto é, fazem o cérebro trabalhar mais depressa, deixando as pessoas

ESTUDO DIRIGIDO: O SONO E A POLISSONOGRAFIA Prof Dr Vitor Tumas Prof Dr Allan Eckelli

Tabela 1: Média diária de necessidade de sono.

O SONO NA ADOLESCÊNCIA QUAL A SUA IMPORTÂNCIA?

TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

Prepare-se para a consulta com seu médico

Sistemas Humanos. Sistema Nervoso

Cartilha do Sono. Associação Brasileira do Sono.

Vertigens, desmaios e crises convulsivas. Prof. Sabrina Cunha da Fonseca Site:

Depressão. Em nossa sociedade, ser feliz tornou-se uma obrigação. Quem não consegue é visto como um fracassado.

Sumário ANEXO I COMUNICADO HERMES PARDINI

LER A DOENÇA DO SÉCULO

XV Curso de Capacitação Profissional em Medicina do Sono. AULA e 21/08/ Dra. Monica Levy Andersen Tema: Sono e suas Funções

Genes e Epilepsia: Epilepsia e Alterações Genéticas

Distúrbios do Sono e Influência na Saúde da Criança

DISTÚRBIO DA ANSIEDADE E DEPRESSÃO

ANOREXIA NERVOSA TRANSTORNOS ALIMENTARES. DISFUNÇÕES Inapetência Sitiofobia Anorexia Hiperfagia Bulimia. PERVERSÕES Alotriofagia

O ENSINO DE MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA: PERCEPÇÃO DE ALUNOS DO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM UMA ESCOLA ATENDIDA PELO PIBID BIOLOGIA

ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS AVE / AVC. Profª. Tatiane da Silva Campos

SONO. SPO - Serviço de Psicologia e Orientação

Conheça algumas doenças tipicamente femininas

EPILEPSIA ALGUMAS PERGUNTAS ALGUMAS RESPOSTAS. EPILEPSIA: o que é?

RESISTÊNCIA AERÓBICA: UM CONTEÚDO DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA.

Metodologia do Ensino de Ciências Aula 19

Acidente Vascular Encefálico

INSOLAÇÃO VOCÊ SABE O QUE FAZER?

RITMOS BIOLÓGICOS SONO, SONHOS E SUAS PERTUBAÇÕES

Insônia é a percepção ou queixa de sono inadequado, ou de baixa qualidade, por causa das seguintes razões:

A esquizofrenia é uma perturbação psiquiátrica caracterizada pela presença de comportamento psicótico ou amplamente desorganizado;

Projeto de Acessibilidade Virtual RENAPI/NAPNE. Junho de 2010

DOENÇA DE PARKINSON NA VIDA SENIL PANORAMA DAS TAXAS DE MORBIMORTALIDADE E INCIDÊNCIA ENTRE AS REGIÕES BRASILEIRAS

Depressão Pós Parto. (NEJM, Dez 2016)

DEFICIENCIA INTELECTUAL

DIRETRIZES SOBRE COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS EM DEPENDÊNCIA AO ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

SISTEMA NERVOSO neurônio dendrito, corpo celular, axônio e terminações do axônio sinapses

XVIII ENDIPE Didática e Prática de Ensino no contexto político contemporâneo: cenas da Educação Brasileira

PROJETOS DE PESQUISA E CLASSIFICAÇÃO DOS TIPOS DE PESQUISAS

6º Período - Fisioterapia PUC Minas - Belo Horizonte

TEA Módulo 2 Aula 5. Transtornos alimentares e de sono

Todos os dados serão anónimos e confidenciais, pelo que não deverá identificar-se em parte alguma do questionário.

Localização: Relicário de Sons Rua Rodrigues Sampaio 19b Lisboa. Aspectos conceptuais sobre a Perturbação do Déficit de Atenção

Sintomas Patológicos na Sociedade Tecnológica

AUTISMO INFANTIL E A INCLUSÃO SOCIAL NA CIDADE DE PATROCÍNIO - MG

AFFRON 30 cápsulas 13/11/2017

DICAS DE SAÚDE. Quais as opções de tratamento disponíveis para depressão?

DUPLO DIAGNÓSTICO: Transtornos Mentais na Síndrome de Down

Mas algumas doenças matam pessoas há muitos anos e o homem até hoje não. conseguiu descobrir a cura e nema razão que causa a condição.

Projeto de Pesquisa Algumas considerações sobre os elementos que o constitui, de acordo com a NBR 15287:2006.

1 SIMPÓSIO DE OFTALMOLOGIA NEUROMIELITE ÓPTICA NA PERSPECTIVA DA NEUROLOGIA

DOR E CEFALEIA. Profa. Dra. Fabíola Dach. Divisão de Neurologia FMRP-USP

Cartilha do Sono. Associação Brasileira do Sono.

Nosso objetivo: Exposição de casos clínicos, compartilhar conhecimentos e ampliar as possibilidades de atendimentos no seu dia a dia profissional.

INTERFACE DOS DISTÚRBIOS PSIQUIÁTRICOS COM A NEUROLOGIA

Por muitos anos, Mary Rose lutou para dormir e manter o sono, porque constantemente tinha a sensação de que sua pele estava sendo atacada por insetos.

Guia completo de regras ABNT para fazer um projeto de pesquisa

LIGA ACADÊMICA DE NEUROCIENCIAS NAS ESCOLAS:

Depressão, vamos virar este jogo?

Calendário Distúrbios do sono. ed. Lisboa. 2018

INSERÇÃO SOCIAL DOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO A PARTIR DO TRABALHO ASSALARIADO.

ENTREVISTA Como Método de Observação em Pesquisa Científica

Associação entre síndrome pré-menstrual e transtornos mentais Celene Maria Longo da Silva Gicele Costa Minten Rosângela de Leon Veleda de Souza

Drogas que afetam o sistema nervoso. Disciplina Farmacologia Profª Janaína Santos Valente

Luxação do Ombro. Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo. Dr. Marcello Castiglia

ESCLEROSE MÚLTIPLA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves

Transcrição:

Um conhecimento básico sobre Narcolepsia : a doença do sono Caroline Câmara¹, Dállib Souza¹, Karyne Soares¹, Michelle Cardoso da Silva 2 ¹Estudantes do curso de Técnico em Agronegócio integrado ao Ensino Médio, letiva no 1 ano. IFTO-Campus Gurupi carolinecasb@hotmail.com; dallibdiogo@hotmail.com; liline_gpi@hotmail.com 2 Graduada em Direito. TAE- IFTO-Campus Gurupi. e-mail: michelle.silva@ifto.edu.br Resumo:Este artigo tem como objetivo relatar uma doença que até então é pouco conhecida pela sociedade, pelo fato de ocorrer em uma a cada mil pessoas. A narcolepsia é um distúrbio de etiologia genética caracterizado por sonolência excessiva que, tipicamente, está relacionada com cataplexia e outros fenômenos do sono REM, como a paralisia do sono e as alucinações hipnagógicas, também pode ser um déficit do neurotransmissor denominado orexina no hipotálamo. O sintoma mais expressivo é a preguiça e a sonolência diurna, que deixa o indivíduo em perigo ao executar tarefas que mesmo exigindo certo esforço são consideradas normais em nosso dia a dia. Enquanto o ataque de sono está acontecendo à pessoa é incapaz de mover os músculos, o que a previne de reagir fisicamente durante o sono que está tendo. Esses ataques de sono geralmente ocorrem depois da pessoa não ter dormido o suficiente durante a noite, mesmo acordando se sentindo descansado. O objetivo da pesquisa é identificar o conhecimento dos entrevistados á respeito da doença. A forma de abordagem a pesquisa é classificada como qualitativa. Utilizou-se do método indutivo, e a pesquisa é classificada como exploratória, através de pesquisa de campo utilizando como método de coleta de dados questionário específico, direcionados aos sujeitos da pesquisa, onde 40 alunos do IFTO Campus Gurupi foram localizados e estudados. Palavras chave: Distúrbios; Narcolepsia; Sonolência excessiva. 1. INTRODUÇÃO O presente artigo insere-se em um momento no qual o IFTO realiza a 5ª edição da Jornada de Iniciação Científica e Extensão. O presente trabalho tem a finalidade de propiciar aos pesquisadores experiência e, através dela adquirir conhecimento com a pesquisa científica. Aborda-se sobre a narcolepsia. Assim, para sua definição recorremos ao dicionário Aurélio no qual aduz que a narcolepisa é doença caracterizada por períodos de sono breves, repetidos e incontroláveis; de etiologia desconhecida, pode manifestar-se associada a alucinações hipnagógicas, cataplexia e paralisia do sono. (FERREIRA, p.1452, 2010) Compartilha dessa definição Flávio Alóe,: A narcolepsia é um transtorno neurodegenerativo crônico caracterizado por sonolência excessiva (SE) e manifestações dissociativas do sono REM, como cataplexia, paralisia do sono, alucinações hipnagógicas e sono REM precoce. O significativo impacto psicossocial e funcional da narcolepsia fazem com que sua importância clínica exceda a magnitude da sua prevalência. A narcolepsia em humanos envolve fatores ambientais, agindo em uma plataforma genética autoimune específica com perda neuronal. (ALOÉ,2010) Ressalta MORGADINHO (2013) que a narcolepsia pode ser dividida em narcolepsia com cataplexia e narcolepsia sem cataplexia, e sua forma secundária pode ser consequência de outra condição médica, como a doença de Parkinson ou um trauma severo de crânio. A literatura médica aduz que excesso de sono também é capaz de indicar uma disfunção. Ela afeta uma em cada 2 mil pessoas e apesar de dormir a noite toda, o narcoléptico costuma ter

acessos de sono incontroláveis durante o dia. A hipersonolência diurna pode ser um dos principais indícios desse distúrbio e é um problema que pode ter sérias conseqüências, pois o indivíduo está mais sujeito aos acidentes domésticos, de trabalho e de trânsito e enfrenta dificuldades no rendimento escolar e nos relacionamentos sociais. Não é fácil diagnosticar a narcolepsia. As manifestações geralmente começam durante a adolescência ou início da idade adulta. Apagar sem motivo durante o dia, despertar inúmeras vezes durante a noite e ter sonhos que parecem reais são outros sintomas.as pessoas com narcolepsia apresentam um risco significativamente mais elevado de morte ou de uma lesão grave. Por esta razão, devem ter o cuidado de evitar conduzir e determinadas atividades laborais se a doença não estiver controlada. Durante a pesquisa de campo foram utilizados como instrumentos de coleta de dados um roteiro de perguntas, que permitiu no transcorrer da pesquisa identificar o real conhecimento dos estudantes do 2º ano do Ensino Médio sobre a narcolepsia, justamente por que seus sintomas podem aparecer na faixa etária dos entrevistados. Assim, a premissa subjacente para a pesquisa é a de que a falta de informação causa o desconhecimento de mais de 80% dos entrevistados sobre a doença, que ainda não existe uma cura. 2. METODOLOGIA A metodologia da presente pesquisa teve como referencial pressupostos de abordagem qualitativa e a exploratória que caracterizou-se segundo (GIL, 2002, p. 43), num trabalho que envolve: Levantamento bibliográfico, entrevistas com pessoas que tiveram (ou tem) experiências práticas com o problema pesquisado e análise de exemplos que estimulem a compreensão. Possui ainda a finalidade básica de desenvolver, esclarecer e modificar conceitos e ideias para a formulação de abordagens posteriores. O objetivo fora aplicar um questionário no qual pretendemos caracterizar o conhecimento dos alunos no Ensino Médio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins sobre a narcolepsia. O lócus da pesquisa foram 40 estudantes, regularmente matriculados no 2º ano do Ensino Médio Integrado ao Agronegócio, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO), Campus Gurupi. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Os dados coletados na pesquisa foram desenvolvidos no IFTO campus Gurupi, no período de agosto de 2014. Tem por objetivo mapear o conhecimento dos pesquisados sobre as principais causas e/ou motivos, sintomas e tratamentos sobre a narcolepsia. Os primeiros dados demonstra a distribuição por gênero de todo o universo dos entrevistados 68% (27) do gênero masculino e 32% (13) do gênero feminino. Quanto à faixa etária 5% (2) tem entre 13-15 anos, 80% (32) entre 15-17 anos, 12% (5) entre 17-20 anos e 3% (1) 20 anos ou mais. O primeiro gráfico temos a indagação se os entrevistados sabem o que é narcolepsia. E 80% (35) responderam que não sabem doença, e 12% (5) disseram que sabem o que é a doença.

Você sabe o que é narcolepsia? 88% 12% Sim Não Quanto aos sintomas da doença, revela-se ataques irresistíveis de sono, episódios temporários de fraqueza muscular, paralisia do sono e alucinações hipnagógicas que se assemelham a sonhos, elas envolvem a visão e a audição e, possivelmente, outros sentidos (alucinações que ocorrem durante o adormecer ou durante o despertar). Esses períodos duram cerca de 20 minutos cada, embora possam ser mais longos. Geralmente, ocorrem após as refeições, mas podem ocorrer enquanto a pessoa dirige ou quando fala com alguém, dentre outras situações.a paralisia do sono acontece quando a pessoa não consegue se mover assim que acorda, também pode acontecer no início da sonolência. A maioria dos ataques dura menos de 30 segundos e pode passar despercebida, a cabeça de repente cai para frente, à mandíbula se folga, e os joelhos travam, nos casos mais graves, a pessoa pode cair e ficar paralisada por até vários minutos. Indagados sobre os sintomas da doença, 53% dos entrevistados acham ser a sinônimo de sonolência excessiva. Quais desses sintomas você acha que pode ser sinônimo a dessa doença? Depressão 18% 53% 17% 12% Comer excessivamente e ainda sentir fome Sonolência excessiva Febre e dores musculares Sobre as causas e conseqüências, 90% dos entrevistados não souberam responder. Fatores genéticos estão envolvidos na narcolepsia, que é causada por alteração no equilíbrio existente entre algumas substâncias químicas (neurotransmissores) situados numa região do cérebro o hipotálamo, responsável pela produção de um neurotransmissor específico (hipocretina). A hipocretina é uma substância que atua como estimulante em diversas áreas do cérebro, e na sua ausência, ocorre um estado de sonolência excessiva. O doente com narcolepsia

pela sonolência incapacitante apresenta deficiências a vários níveis: profissional, familiar e social. Em geral, o distúrbio está associado a um alelo ligado ao complexo maior de histocompatibilidade, ou seja, a uma proteína relacionada com a sonolência excessiva durante o dia. Em cães, o gene responsável pela narcolepsia já foi isolado. A cataplexia, isto é, a perda súbita e reversível da força muscular durante a vigília, é o único sintoma exclusivo da narcolepsia. Os outros são: sonolência diurna excessiva, anormalidades do sono REM, paralisia muscular e alucinações hipnagógicas. Sobre o tratamento,51% afirmaram não saber seu tratamento e 43% afirmaram não existir cura.. Condições que podem causar a narcolepsia incluem: insônia e outros Distúrbios do sono; Síndrome das pernas inquietas; Convulsões; Apneia do sono; Outras doenças do sistema nervoso, psiquiátricas e físicas. Outros exames possíveis para o diagnóstico da narcolepsia são:ecg (mede a atividade elétrica do coração); Eletro encefalograma (mede as atividades do cérebro); Monitoramento da respiração; Testes genéticos para identificar o gene da narcolepsia. Existe tratamento? 51% 14% 35% Sim Não Não sei Existe cura? 35% 22% 43% Sim Não Não sei Apesar de ser uma doença tão frequente quanto à esclerose múltipla, muitos profissionais de saúde ainda não estão preparados para o diagnóstico correto. Infelizmente, muitos portadores

de narcolepsia ainda hoje são incorretamente diagnosticados e tratados como sendo portadores de outras doenças como distúrbios psiquiátricos e epilepsia. 6. CONCLUSÕES Neste trabalho abordamos sobre narcolepsia, uma doença que é causada por alterações no equilíbrio existente entre algumas substancias químicas situadas numa região do cérebro, o hipotálamo. Após a aplicação do questionário, podemos analisar qual era o grau de conhecimento das pessoas no ambiente onde estávamos realizando a pesquisa, e chegamos a conclusão que mais de 50 por cento das pessoas entrevistadas não tem total conhecimento da doença. Abordamos também alguns sintomas, como o excesso de sono, fraqueza muscular, paralisia do sono, entre outros. Com este artigo conseguimos cumprir todos os objetivos que nos tínhamos proposto que foi ter e transmitir um maior conhecimento dessa doença, já que a mesma é tão rara e pouco conhecida. REFERÊNCIAS ALBERT EINSTEIN SOCIEDADE BENEFICENTE ISRAELITA BRASILEIRA. Narcolepsia: bem além da preguiça. Disponível em:http://www.einstein.br/einstein-saude/emdia-com-a-saude/paginas/narcolepsia-bem-alem-da-preguica.aspx.acesso em 29 de ago. 2014. ALÓE, Flávio. Diretrizes brasileiras para o diagnóstico da narcolepsia. Revista Brasileira de Psiquiatria. vol 32, nº 3, set2010. Disponível em: (http://www.scielo.br/pdf/rbp/v32n3/aop1410.pdf) VARELLA, Dráuzio. Distúrbios do sono: Narcolepsia. Disponível em:http://drauziovarella.com.br/letras/n/narcolepsia/. Acesso em: 29 de ago. 2014. GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas. 2002. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 5ed. Curitiba: Positivo, 2010. HEAL. Narcolepsia. Disponível em: http://ec.bledar.com/narcolepsia#ox_treatments-anddrugs. Acesso em: 29 de ago. 2014 HMSPORTUGAL. O que é narcolepsia?. Disponível em:http://hmsportugal.wordpress.com/2011/03/18/o-que-e-narcolepsia/. Acesso em: 29 de ago. 2014. MINHA VIDA. Narcolepsia. Disponível em: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/narcolepsia. Acesso em: 29 de ago. 2014.

POLISONO. narcolepsia: tratamento e sintomas (cataplexia). Disponível em: http://www.polisono.com.br/disturbios-sono/narcolepsia-cataplexia.asp. Acesso em: 29 de ago. 2014. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2006 MORGADINHO, Fernando. Narcolepsia: bem além da preguiça. Disponível em: http://www.einstein.br/einstein-saude/em-dia-com-a-saude/paginas/narcolepsia-bemalem-da-preguica.aspx)