Orientações Agricultura e Floresta



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Transcrição:

Orintaçõs Agricultura Florsta Promovr o dsnvolvimnto rural na óptica da multifuncionalidad dos spaços, através d stratégias instrumntos qu nglobm os divrsos actors públicos privados com intrsss nsts domínios. Promovr actividads d produção agrícolas florstais conomicamnt comptitivas rspitadoras do ambint, da sgurança alimntar do bm-star animal da multifuncionalidad dos spaços florstais. Valorizar os rcursos naturais, paisagísticos patrimoniais dos spaços rurais. Promovr a laboração dos Planos d Gstão Florstal das áras submtidas a rgim florstal, das propridads privadas com ára suprior ao dfinido m cada PROF m spcial das matas modlo (Quinta do Furadouro uma ára intgrada na Companhia das Lzírias, S. A.), uma vz qu stas são constituídas por spaços florstais ond há possibilidad d implmntar tstar modlos d gstão qu s prtndm xmplars. Estimular a divrsificação do tcido conómico social a mlhoria da qualidad d vida das zonas rurais, promovndo a salvaguarda das áras agrícolas prioritárias na afctação do trritório a outras utilizaçõs dominants. Intgrar os procssos d modrnização, xpansão instalação d novas actividads no trritório, rlativas à transformação distribuição, no contxto das soluçõs qu vnham a sr propostas para as rstants actividads conómicas. Promovr a adopção, por part das ntidads comptnts, d mcanismos d tratamnto prioritário dos procssos d licnciamnto d iniciativas mprsariais intgradas no contxto das filiras stratégicas propostas no âmbito do Plano Estratégico Nacional 2007-13 (PEN). Dsnvolvr unidads d valorização d flunts, rsíduos lamas provnints d agro-indústrias xploraçõs agro-pcuárias d forma a contribuir para a mlhoria dos solos (incorporação d matéria orgânica d qualidad), prvndo soluçõs colctivas multisctoriais, prvndo a produção d nrgias rnovávis (biodigstão).

O dsnvolvimnto sustntávl m spaço rural dv: Sujitar as actividads florstais aos objctivos normas spcíficas comuns prvistos nos PROF do Ost Ribatjo, tndo m conta as rspctivas sub-rgiõs homogénas funcionalidads, tal como idntificado no Anxo IV. Sujitar as actividads agrícolas dsnvolvidas m áras dsignadas como Zonas Vulnrávis, ao abrigo Dirctiva Nitratos (Dirctiva n.º 91/676/CEE, do Conslho, d 12 d Dzmbro), ao nquadramnto prvisto nos rspctivos Programas d Acção. Acautlar a rmoção d nutrints durant o tratamnto d águas rsiduais urbanas ou agro-industriais m zonas vulnrávis aos nitratos. Sujitar as actividads agrícolas florstais dsnvolvidas nas áras classificadas para consrvação da naturza da biodivrsidad à compatibilização das msmas aos objctivos para qu foram criadas. Sujitar os solos suscptívis d dsrtificação às normas rsultants da aplicação rgional do Plano d Acção Nacional d Combat à Dsrtificação. Promovr salvaguardar os invstimntos (públicos ou privados) struturants do spaço rural, tais como áras d rgadio, a florsta, as acçõs d struturação fundiária, ou ainda os invstimntos com impact social conómico na comunidad, tais como rgadios tradicionais, construçõs ou bnfitorias.

Dirctrizs Agricultura Florsta DIRECTRIZES 1. Nas áras idntificadas com potncialidads agrícolas florstais, condicionar a ocupação uso do solo às sguints dirctrizs: 1.1. Prsrvar promovr o uso agrícola nos solos d maior capacidad produtiva, nomadamnt, ond s fctuaram ou s prvê fctuar invstimntos significativos, públicos ou privados, ou ond s dsnvolvam os sistmas culturais intgrados m filiras stratégicas rgionais /ou d qualidad (frutícolas, hortícolas, culturas industriais, vinha, olival) os intgrados na RAN m aprovitamntos hidroagrícolas colctivos 1.2. Rordnar ralocar os usos do solo rural, cujo aprovitamnto sja conflitual com os rcursos hídricos, spaços d potncialidad aptidão agrícola ou zonas d risco (.g. incêndio) 1.3. Dlimitar trritórios prfrnciais, com vista a rgular usos ocupaçõs qu prmitam a dfsa promoção do sctor 1.4. Establcr as condiçõs para a instalação d stufas, spcialmnt as d lvado invstimnto por unidad d ára, d forma a garantir a xpansão sustntávl a salvaguarda da rspctiva ára d influência 1.5. Prvr áras para instalação funcionamnto d rcolha triagm d plásticos da agricultura, bm como, acautlar a implantação d unidads d rqualificação d rsíduos agro-rurais Lgislação- Concrtização Instrumnto d Estratégia / Incntivos Critérios d dcisão Entidad Excutora 1.6 Promovr sistmas práticas agrícolas florstais com funçõs rlvants para a qualidad ambintal da rgião PEN 2007-2013 PROF Rib. PROF Ost 1.7. Alargar a ára sujita a modos d produção d lvada sustntabilidad ambintal à crtificação d gstão sustntávl, d forma a minimizar os impactos ngativos significativos no mio nvolvnt 1.8. Na dlimitação ou implmntação das tipologias d spaços d unidads turísticas dvrão sr salvaguardadas as áras stratégicas agrícolas florstais, nomadamnt as áras d povoamnto d sobriro azinhira. 2. No domínio das actividads d pcuária intnsiva, transformação distribuição agroalimntar florstal, condicionar a ocupação uso do solo às sguints dirctrizs:

DIRECTRIZES 2.1. Promovr a adopção, por part das ntidads comptnts, d mcanismos d tratamnto prioritário dos procssos d licnciamnto d iniciativas mprsariais intgradas no contxto das filiras stratégicas propostas no âmbito do Plano Estratégico Nacional 2007-13 (PEN) 2.2. Dfinir condiçõs idntificar áras para a implantação d novas unidads sctoriais produtivas para a dslocalização d unidads qu stjam m conflito com outros sctors 2.3. Rqualificar os trritórios com lvada carga primária intnsiva suiniculturas, boviniculturas xploraçõs avícolas sm tratamnto colctivo d flunts 2.4. Salvaguardar a prmanência m solo rural das áras com unidads produtivas pcuárias 3. Promovr o dsnvolvimnto sustntávl m spaço rural através das sguints dirctrizs: 3.1. Contrariar a fragmntação das unidads culturais a dstruição das struturas ou áras d lvado intrss agrícola paisagístico, através d: Lgislação- Concrtização Instrumnto d Estratégia Incntivos Critérios d dcisão Entidad Excutora 3.1.1. Compartimntação com sbs ou muros tradicionais, m pdra sca, acidnts naturais; tc. 3.1.2. Culturas m socalcos 3.1.3. Vals abrtos ncaixados com lvada qualidad visual 3.1.4. Margns d linhas d água, barragm albufiras, faixas ripícolas, 3.2. Assgurar a prsrvação d struturas tradicionais associadas à actividad agrícola. (x: iras, poços, tanqus, noras, moinhos, muros m pdra,tc 3.3. Assgurar qu as construçõs rspitm padrõs d qualidad arquitctónica, quando a qualidad da paisagm o justifiqu, os padrõs tradicionais d construção 4. No âmbito dos spaços florstais com funçõs d produção, silvopastorícia, caça psca dvs rspitar as sguints dirctrizs: 4.1. Diminuir progrssivamnt a xtnsão trritorial abrangida por povoamntos puros d spécis d rápido crscimnto sujitos a silvicultura intnsiva, alocando-os prfrncialmnt m zonas com maior produtividad PROF Rib. PROF Ost MADRP 4.2. Mlhorar os povoamntos sujitos a silvicultura intnsiva, maximizando a sua rndibilidad por unidad trritorial, aproximando-os dos objctivos produtivos stablcido na Estratégia Nacional para as Florstas dos PROF do Ost Ribatjo 4.3. Fomntar a xpansão do sobriro pinhiromanso, d forma a consolidar a filira da cortiça promovr uma filira rgional cntrada na produção do pinhão, conform as mtas prvistas para cada

DIRECTRIZES sub-rgião homogéna do rspctivo PROF Lgislação- Concrtização Instrumnto d Estratégia Incntivos Critérios d dcisão Entidad Excutora 4.4. Aumntar a ára sujita a gstão florstal sustntávl 4.5. Fomntar as zonas d intrvnção florstal nas rgiõs com grand fragmntação da propridad qu tnham aptidão florstal 4.6. Fomntar a divrsidad florstal, diminuindo a xtnsão d áras com povoamntos monospcíficos promovr a divrsificação d produtos florstais 4.7. Estimular a implmntação d técnicas d mobilização dos solos nos montados d sobro azinho qu garantam a não afctação das raízs da rgnração natural das árvors das opraçõs d manutnção d forma a proporcionar as adquadas condiçõs d dsnvolvimnto dos povoamntos 4.8. Incrmntar a valorização nrgética da biomassa florstal como font rnovávl d nrgia, sm compromtr o balanço d nutrints xistnts nos cossistmas florstais 4.9. Implmntar programas d prvnção d fogos florstais, d acordo com as boas práticas d condução d povoamntos 4.10. Divrsificar as produçõs associadas aos spaços florstais, incntivando a multifuncionalidad dsts spaços, aumntando os sus contributos para a rndibilidad global das xploraçõs florstais 5. No âmbito dos spaços florstais com funçõs d protcção d consrvação, dv-s rspitar as sguints dirctrizs: 5.1. Fomntar as galrias ripícolas, com acçõs d manutnção consolidação vocacionadas para a consrvação dos rcursos hidrológicos d habitats spcíficos classificados, ond a xploração florstal stará subordinada aos princípios da consrvação protcção 5.2. Fomntar spaços florstais para protcção contra a rosão ólica, hídrica chias, através da instalação d spécis adaptadas à stação, promovndo a rápida cobrtura do solo, com mobilização mínima, adoptando uma strutura irrgular, com uma dnsidad suprior à dos povoamntos m produção 5.3. Rcuprar solos dgradados mdiant o fomnto dos fnómnos conducnts à formação d solo, através da utilização d spécis pioniras, técnicas conducnts à mobilização mínima dos solos utilização prfrncial d spécis autóctons, com spcial atnção à sua rgnração natural PROF Rib. PROF Ost MADRP

DIRECTRIZES 5.4. Fomntar a consrvação rcupração dos habitats florstais classificados, através do aprovitamnto da rgnração natural dsts cossistmas, do controlo das spécis xóticas com caráctr invasor. Adopção d normas mínimas d intrvnção, favorcndo a divrsidad da flora da fauna, ao nívl do povoamnto, no intuito da manutnção dos valors objcto d mdidas d consrvação 5.5. Dsincntivar o stablcimnto d novos povoamntos puros d rápido crscimnto, privilgiar os povoamntos irrgulars, promovr a divrsidad na composição dos povoamntos florstais proporcionar o alongamnto da idad dos povoamntos o surgimnto d árvors longvas ou cavrnosas, no intrior dos sistmas cuja função d consrvação d habitats, com spécis d flora fauna protgidos stja prsnt 6. As Câmaras Municipais, no âmbito dos dos s Municipais/procsso d licnciamnto, m áras florstais com função d rcrio nquadramnto paisagístico são rsponsávis por: 6.1. Incntivar a ocupação agrícola no intrior d manchas florstais xtrms, contribuindo qur para a divrsidad cultural qualidad paisagística qur para vitar a propagação d incêndios 6.2. Divrsificar naturalizar a paisagm nas áras sujitas a mprndimntos turísticos rlvants, nomadamnt no qu rspita aos povoamntos florstais monospcíficos 6.3. Promovr garantir o acsso à utilização social da florsta, promovndo a harmonização das múltiplas funçõs qu la dsmpnha salvaguardando os sus aspctos paisagísticos, rcrativos, cintíficos culturais 6.4. Aumntar a qualidad paisagística no intrior dos sistmas cujas funçõs d rcrio d nquadramnto paisagístico stjam prsnts, contribuindo para o aumnto do bm-star das populaçõs 6.5. Utilizar spécis florstais m ambints urbanos qu obdçam a normas d sgurança, d saúd d nquadramnto paisagístico adquados a ambints urbanos Lgislação- Concrtização Instrumnto d Estratégia Incntivos Critérios d dcisão Entidad Excutora Font: PROT OVT