Fiscalidade IRS-IRC. Manual do Formador

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Transcrição:

Fiscalidade IRS-IRC Manual do Formador

ÍNDICE Introdução 3 1º Módulo - IRS - Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Singulares 4 2º Módulo - IRC - Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas 7 Referências Bibliográficas 10 Ficha Técnica 11 2 MANUAL DO FORMADOR

INTRODUÇÃO O presente manual está concebido de forma a constituir um Guia Básico de Apoio para ajudar os formadores a preparar e a realizar acções de formação subordinadas ao tema da Fiscalidade - IRS e IRC. Tendo em conta a complexidade do assunto bem como a possibilidade de flexibilização programática e metodológica, recomenda-se a sua adaptação ao público-alvo e à estrutura formativa que estiver em causa. Os conteúdos gerais propostos para a realização da formação baseiam-se nos conteúdos abordados no Manual do Formando de "Fiscalidade IRS - IRC". A metodologia de abordagem aplicada a este Guia prevê a apresentação de um plano global da acção ajustável às sessões definidas, organizado por módulos, definindo-se em relação a cada módulo os seguintes aspectos: Objectivos; Conteúdos Programáticos; Auxiliares Pedagógicos. Refira-se que, os auxiliares pedagógicos concebidos disponibilizam, desde logo, uma apresentação do programa de formação, a que os formadores poderão recorrer no início da formação para a definição dos objectivos da formação e apresentação dos conteúdos programáticos a ministrar. Encontra-se, ainda disponível do presente CDROM um conjunto de exercícios de aplicação com as respectivas soluções, susceptíveis de serem utilizados ao longo da formação. Os referidos exercícios poderão, também, servir como instrumento de avaliação da aquisição de conhecimentos por parte dos formandos. Finalmente, o CDROM inclui alguns modelos fiscais cujo preenchimento em sala, se aconselha. MANUAL DO FORMADOR 3

1º MÓDULO IRS - IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES OBJECTIVOS No final do módulo os formandos deverão ser capazes de: Identificar as diferentes categorias de rendimentos; Caracterizar as diferentes categorias de rendimentos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS IRS - IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES Estrutura do IRS Categorias de Rendimento Categoria A: Rendimento do Trabalho Dependente Incidência Remunerações em espécie e subsídios complementares Trabalho por conta de outrem Trabalho equiparado Desportistas Deficientes Reporte Deduções específicas Retenção na fonte 4 MANUAL DO FORMADOR

Categoria B: Rendimentos Profissionais e Empresariais Caracterização dos rendimentos profissionais e empresariais Formas de determinação dos rendimentos profissionais e empresariais. Actos isolados Transferência do património empresarial para a realização do capital empresarial Encargos não dedutíveis para efeitos fiscais Dedução de perdas Taxas Regime de tributação simplificado Taxas de tributação autónoma Retenção na fonte Deduções à colecta Pagamentos por conta Obrigações acessórias Manifestações de fortuna Categoria E: Rendimentos de Capitais Base do imposto Sujeito passivo Momento a partir do qual ficam sujeitos a tributação e retenção na fonte Pagamento MANUAL DO FORMADOR 5

Categoria F: Rendimentos Prediais Base do imposto Sujeito passivo Imposto municipal sobre transmissões onerosas de imóveis Deduções Retenção na fonte Taxas Dispensa de retenção Pagamento Categoria G: Incrementos Patrimoniais Base do imposto Apuramento do valor dos rendimentos Valor de aquisição e realização Deduções Transmissões de partes sociais Categoria H: Pensões Base do imposto Deduções específicas Retenção na fonte AUXILIARES PEDAGÓGICOS Para o desenvolvimento deste módulo aconselha-se o recurso aos diapositivos 5 a 16 da apresentação powerpoint contida neste CDROM. 6 MANUAL DO FORMADOR

2º MÓDULO IRC - IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLECTIVAS OBJECTIVOS No final do módulo os formandos deverão ser capazes de: Identificar as diferentes categorias de rendimentos; Caracterizar as diferentes categorias de rendimentos. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS IRC - IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLECTIVAS Disposições gerais Sujeitos passivos de imposto Transparência fiscal Período de tributação Isenções Retenção na fonte Determinação da matéria colectável Definição da matéria colectável Pessoas colectivas e outras entidades residentes que não exerçam a título principal, actividade comercial, industrial ou agrícola Regime especial de tributação para as sociedades de grupo Transformação de sociedades MANUAL DO FORMADOR 7

Fusões, cisões, entradas de activos e permutas de acções Liquidação de sociedades e outras entidades Instrumentos financeiros derivados Correções para efeitos de determinação da matéria colectavel - Regime das reintegrações e amortizações - Regime de provisões - Realizações de utilidade social - Estatuto do mecenato - Encargos não dedutíveis para efeitos fiscais - Regime das mais valias - Reavaliação do activo imobilizado corpóreo - Deduções de prejuízos fiscais - Sociedades residentes e não residentes - Entidades residentes em regimes fiscais privilegiados - Subcapitalização Apuramento do IRC Taxas Regime de tributação autónoma Regime simplificado de determinação do lucro tributável 8 MANUAL DO FORMADOR

Deduções à colecta - Eliminação da dupla tributação económica Crédito de imposto por dupla tributação internacional Estatuto dos benefícios fiscais Liquidação e pagamentos Preenchimento da declaração do modelo 22 Regime das amortizações e reintegrações Pagamento por conta Pagamento especial por conta Declaração anual Constituição do dossier fiscal Obrigações acessórias - declarativas AUXILIARES PEDAGÓGICOS Para o desenvolvimento deste módulo aconselha-se o recurso aos diapositivos 17 a 28 da apresentação powerpoint contida neste CDROM. MANUAL DO FORMADOR 9

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Boletim do Contribuinte, nº 1, Janeiro, Companhia Editora do Minho, SA., Porto, 2003 Boletim do Contribuinte, nº 3, Fevereiro, Companhia Editora do Minho, SA., 2003 Boletim do Contribuinte, nº 6, Março, Companhia Editora do Minho, SA., Porto, 2003 Boletim do Contribuinte, nº 8, Maio, Companhia Editora do Minho, SA., Porto, 2003 Boletim do Contribuinte, nº 9, Maio, Companhia Editora do Minho, SA., Porto, 2003 BRÁS, Carlos et al., Guia dos Impostos em Portugal, Quid Júris, Lisboa, 2004 DEVESA, Jaime et al., Código do IRS, IRC, CA e EBF, 5ª edição, Almedina, Coimbra, 2002 DÓRIA, A. A., Reservas e Provisões, Livraria Cruz, Braga, 1983 FARIA, M.T.B., Estatuto dos Benefícios Fiscais - Anotado e Comentado, 4ª edição, Rei dos Livros, Lisboa, 1995 Informador Fiscal, Código do IVA, Ginoinformações, Publicações, Lda, Porto, Agosto, 2002 PINTO, S. P. et al., Código do IRS, IRC e EBF, 2ª edição, Vislis Editores, Lisboa, 1999 CD do Sistema de Informação do Técnico Oficial de Contas, DigiLex, Produtos Informáticos, Lda, 2004 10 MANUAL DO FORMADOR

FICHA TÉCNICA Título: Fiscalidade IRS-IRC Autoria: Leandro Gustavo Ribeiro Ribeiro Edição: CECOA Coordenação: Cristina Dimas Design e Composição: Altura Data Publishing Produção apoiada pelo Programa Operacional Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), cofinanciado pelo Estado Português e pela União Europeia, através do Fundo Social Europeu. Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social União Europeia Fundo Social Europeu MANUAL DO FORMADOR 11

Fiscalidade IRS-IRC Exercícios de Aplicação

EXERCÍCIO DE APLICAÇÃO Nº 1 - IRS Pretende-se o preenchimento da declaração de IRS com os seguintes dados: Agregado familiar: Pai, mãe e três filhos dependentes, dos quais um é deficiente tendo um grau de invalidez de 80%. Este auferiu os rendimentos enquadrados nas diferentes categorias do IRS durante o ano de 2003 que se indicam nos anexos à declaração modelo 3 do IRS, e suportou as despesas referidas a seguir: ANEXO A - RENDIMENTOS DAS CATEGORIAS A E H QUADRO 3 - RENDIMENTOS DE TRABALHO DEPENDENTE Devem ser indicados os rendimentos ilíquidos e as deduções que foram efectuadas a esses rendimentos. CAMPO Rendimento bruto Sujeito passivo A - 33.000,00 (dos quais 7.900,00 respeitam aos anos de 1999 e 2000) Sujeito passivo B - 22.000,00 CAMPO Retenções na fonte Sujeito passivo A - 7.550,00 Sujeito passivo B - 4.300,00 CAMPO Contribuições obrigatórias para regimes de protecção social Sujeito passivo A - 3.630,00 Sujeito passivo B - 2.420,00 CAMPO Quotizações sindicais Sujeito passivo B - 225,00 (150,00 x 1,5) 2 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO

QUADRO 4 - RENDIMENTOS DE ANOS ANTERIORES CAMPO indicar: Sujeito passivo A - 7.900,00 Nº de anos - 2 QUADRO 6 - ABATIMENTOS E DEDUÇÕES À COLECTA As despesas devem ser indicadas pelo total do valor suportado, sendo o eventual excesso corrigido pela administração fiscal, quando efectuar as operações inerentes à liquidação do imposto. CAMPO abatimento sem limite Pensão de alimentos judicialmente homologada - 3.100,00 CAMPO dedução à colecta de 30%, sem limite Medicamentos e outras despesas de saúde não comparticipadas, isentas de IVA ou sujeitas à taxa reduzida - 500,00 CAMPO dedução à colecta de 30%, com limite de 55,99 Medicamentos e outras despesas de saúde não comparticipadas, sujeitas a IVA a taxa superior à reduzida, com prescrição médica - 130,00 CAMPO dedução à colecta de 30%, com limite de 584,96 + 3 x 109,68 = 914,00 Despesas de educação e de formação de três dependentes: 3.750,00 Infantário - 2.790,00 Ensino secundário - 425,00 Ensino superior - 535,00 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 3

CAMPO dedução à colecta de 30%, com limite de 517,64 Juros e amortização de habitação própria permanente: 5.500,00 CAMPO dedução à colecta de 25%, com limite de 111,98 Prémio de seguro de acidentes pessoais: 106,00 CAMPO dedução à colecta de 25%, com limite de 149,31+ 3 x 37,33 = 261,30 Prémios de seguro de saúde: 270,00 CAMPO dedução à colecta de 20%, com limite de 139,71 Despesas com advogados: 500,00 ANEXO B - CATEGORIA B - REGIME SIMPLIFICADO Um dos dependentes prestou serviços de explicações a mais de uma entidade no valor de 4.000,00. Não foi retida qualquer importância. Está abrangido pelo regime simplificado. QUADRO 4A - APURAMENTO DO RENDIMENTO CAMPO 403 - Rendimento ilíquido 4.000,00 ANEXO C - CATEGORIA B - REGIME DA CONTABILIDADE ORGANIZADA Rendimentos auferidos pelo sujeito passivo A QUADRO 4 - APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL Campo Resultado Liquido: 1.500,00 Campo Reintegrações (excesso por valor de aquisição (40.000,00) > a 29.927,87): 2.518,04 Campo Correcção por excesso dos limites (art. 33. do CIRS): 1.300,00 4 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO

QUADRO 10 - TRIBUTAÇÃO AUTÓNOMA Campo Despesas de representação: 1.300,00 Campo Encargos com viaturas ligeiras de passageiros: 11.000,00 ANEXO E - RENDIMENTOS DE APLICAÇAO DE CAPITAIS Foram colocados à disposição, do sujeito passivo A, lucros no valor de 500,00, cuja retenção totalizou 75,00. Foram colocados à disposição, do sujeito passivo B, dividendos no valor de 3000,00 (ilíquidos de retenção) de acções adquiridas no âmbito de privatizações. A retenção foi de 200,00. Estão isentos 50% dos dividendos de acções obtidas com privatizações: 3000,00 x 50% = 1.500,00 São englobados 50% x (1.500,00+500) = 750,00 (art. 40 -A do CIRS) QUADRO 4 A - RENDIMENTOS ENGLOBADOS CAMPO - lucros = 1.000,00 Retenção na fonte = 275,00 ANEXO F - RENDIMENTOS PREDIAIS Rendas recebidas, pelo arrendamento da fracção autónoma de prédio de que os sujeitos passivos A e B são proprietários, no valor de 6.000,00, por contrato celebrado em 1/2/97, ao abrigo do DL n.º 321-B/90, de 15/10. Suportaram despesas de condomínio no valor de 600,00 e de contribuição autárquica (actual IMI) a importância de 500,00. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 5

ANEXO H - BENEFÍCIOS FISCAIS QUADRO 7 - DEDUÇÕES À COLECTA CÓDIGO dedução à colecta de 25%, com limite de 575,57 Valor depositado na conta poupança-habitação: 2 000,00 CÓDIGO dedução à colecta de 25%, com limite de 182,97 Valor de aquisição de computador e aparelhos de terminal: 800,00 6 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO

EXERCÍCIO DE APLICAÇÃO Nº 2 - IRC A empresa XPTO, com NIPC 500.001.001, é uma sociedade anónima com sede em Braga, que se dedica ao sector têxtil. Relativamente aos seus elementos contabilísticos, sabe-se que o balancete do razão em 31/12/2003 (após regularizações e antes do apuramento do IRC e resultados) apresenta um total de proveitos de 5.100.000 e um total de custos de 4.600.000. Relativamente a esse exercício conhecem-se os seguintes factos com relevância em sede de IRC: 1. O saldo devedor da conta 241 no montante de 100.000, refere-se a: 1.1. Pagamentos por Conta de IRC - 60.000 1.2. Retenções na Fonte de RC - 40.000 2. Relativamente às Amortizações do Exercício: 2.1.O valor de 10.000, diz respeito à amortização de uma viatura ligeira de passageiros adquirida em 2001 por 40.000, a qual tem vindo a ser amortizada à taxa de 25%; 2.2. O montante de 2.500, refere-se à amortização de uma máquina adquirida em 2001 por 10.000, a qual tem vindo a ser amortizada à taxa de 25%, quando a taxa prevista nas tabelas do DR n.º 2/90 corresponde a 20%. 3. Relativamente às provisões do exercício, 10.500 referem-se a um crédito sobre um cliente, considerado de cobrança duvidosa, desse montante, em mora há 7 meses contados a partir da data da emissão da factura (31/05/2003), a qual prevê um prazo de pagamento de 60 dias. 4. Encargos com uma creche destinada aos filhos dos funcionários - 30.000. 5. Multas relacionadas com infracções ao Código da Estrada no montante de 3.000 e coimas por infracções fiscais de 1.300. 6. Encargos com viaturas ligeiras de passageiros - 20.000. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 7

7. Despesas não devidamente documentadas - 5.000. 8. Donativo a uma comissão de festas - 500. 9. Deslocações (ajudas de custo e kilómetros) pagas aos funcionários - 6.500. 10. Nos proveitos extraordinários, 10.000 referem-se à alienação de uma máquina adquirida em 2000 por 100.000, a qual tem vindo a ser amortizada à taxa de 10%, tendo sido vendida por 80.000 (+ IVA). 11. Nos proveitos estão incluídos dividendos com a seguinte natureza: 11.1. Distribuídos por uma sociedade por quotas, na qual a empresa ALFA detém uma participação de 15% desde Janeiro de 2000 - o valor recebido ascendeu a 15.000; 11.2. Distribuídos por uma sociedade com sede na Austrália (país sem CDT), a qual é detida em 40%, desde 1998, pela empresa XPTO - o valor recebido ascendeu a 20.000, tendo sido retido na fonte a título de imposto sobre as sociedades (imposto australiano) o montante de 40%. 12. Prevê-se a atribuição de uma gratificação a um sócio-gerente, em meados de 2004, a titulo de participação nos resultados, do montante de 25 000 - tal sócio-gerente, possui uma quota na sociedade XPTO correspondente a 20% do capital social e auferiu durante todo o exercício de 2003 uma remuneração igual ao valor do s.m.n. (356,60 ). Nas mesmas circunstâncias, prevê-se também a atribuição ao chefe de produção do valor de 10.000, o qual aufere uma remuneração mensal de 1.600. Pretende-se o enquadramento das situações anteriores em sede de IRC relativamente ao exercício de 2003. 8 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO

SOLUÇÃO DO EXERCÍCIO DE APLICAÇÃO Nº 1 - IRS Pretende-se com esta solução verificar se os formandos foram capazes de preencher a declaração de IRS com os dados em falta solicitados: Agregado familiar: Pai, mãe e três filhos dependentes, dos quais um é deficiente tendo um grau de invalidez de 80%. Este auferiu os rendimentos enquadrados nas diferentes categorias do IRS durante o ano de 2003 que se indicam nos anexos à declaração modelo 3 do IRS, e suportou despesas referidas a seguir: ANEXO A - RENDIMENTOS DAS CATEGORIAS A E H QUADRO 3 RENDIMENTOS DE TRABALHO DEPENDENTE Devem ser indicados os rendimentos ilíquidos e as deduções que foram efectuadas a esses rendimentos. CAMPO 401 - Rendimento bruto Sujeito passivo A - 33.000,00 (dos quais 7.900,00 respeitam aos anos de 1999 e 2000) Sujeito passivo B - 22.000,00 CAMPO 402 - Retenções na fonte Sujeito passivo A - 7.550,00 Sujeito passivo B - 4.300,00 CAMPO 403 - Contribuições obrigatórias para regimes de protecção social Sujeito passivo A - 3.630,00 Sujeito passivo B - 2.420,00 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 9

CAMPO 404 - Quotizações sindicais Sujeito passivo B - 225,00 (150,00 x 1,5) QUADRO 4 - RENDIMENTOS DE ANOS ANTERIORES CAMPO 501 - indicar: Sujeito passivo A - 7.900,00 Nº de anos - 2 QUADRO 6 - ABATIMENTOS E DEDUÇÕES À COLECTA As despesas devem ser indicadas pelo total do valor suportado, sendo o eventual excesso corrigido pela administração fiscal, quando efectuar as operações inerentes à liquidação do imposto. CAMPO 601 - abatimento sem limite Pensão de alimentos judicialmente homologada - 3.100,00 CAMPO 801 - dedução à colecta de 30%, sem limite Medicamentos e outras despesas de saúde não comparticipadas, isentas de IVA ou sujeitas à taxa reduzida - 500,00 CAMPO 802- dedução à colecta de 30%, com limite de 55,99 Medicamentos e outras despesas de saúde não comparticipadas, sujeitas a IVA a taxa superior à reduzida, com prescrição médica - 130,00 CAMPO 803 - dedução à colecta de 30%, com limite de 584,96 + 3 x 109,68 = 914,00 Despesas de educação e de formação de três dependentes: 3.750,00 Infantário - 2.790,00 Ensino secundário - 425,00 Ensino superior - 535,00 10 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO

CAMPO 805- dedução à colecta de 30%, com limite de 517,64 Juros e amortização de habitação própria permanente: 5.500,00 CAMPO 807- dedução à colecta de 25%, com limite de 111,98 Prémio de seguro de acidentes pessoais: 106,00 CAMPO 808 - dedução à colecta de 25%, com limite de 149,31+ 3 x 37,33 = 261,30 Prémios de seguro de saúde: 270,00 CAMPO 811 - dedução à colecta de 20%, com limite de 139,71 Despesas com advogados: 500,00 ANEXO B - CATEGORIA B - REGIME SIMPLIFICADO Um dos dependentes prestou serviços de explicações a mais de uma entidade no valor de 4.000,00. Não foi retida qualquer importância. Está abrangido pelo regime simplificado. QUADRO 4A - APURAMENTO DO RENDIMENTO CAMPO 403 - Rendimento ilíquido 4.000,00 ANEXO C - CATEGORIA B - REGIME DA CONTABILIDADE ORGANIZADA Rendimentos auferidos pelo sujeito passivo A QUADRO 4 - APURAMENTO DO LUCRO TRIBUTÁVEL Campo 401 - Resultado Liquido: 1.500,00 Campo 406 - Reintegrações (excesso por valor de aquisição (40.000,00) > a 29.927,87): 2.518,04 Campo 418 - Correcção por excesso dos limites (art. 33. do CIRS): 1.300,00 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 11

QUADRO 10 - TRIBUTAÇÃO AUTÓNOMA Campo 1002 - Despesas de representação: 1.300,00 Campo 1003 - Encargos com viaturas ligeiras de passageiros: 11.000,00 ANEXO E- RENDIMENTOS DE APLICAÇAO DE CAPITAIS Foram colocados à disposição, do sujeito passivo A, lucros no valor de 500,00, cuja retenção totalizou 75,00. Foram colocados à disposição, do sujeito passivo B, dividendos no valor de 3000,00 (ilíquidos de retenção) de acções adquiridas no âmbito de privatizações. A retenção foi de 200,00. Estão isentos 50% dos dividendos de acções obtidas com privatizações: 3.000,00 x 50% = 1.500,00 São englobados 50% x (1.500,00+500) = 750,00 (art. 40 -A do CIRS) QUADRO 4 A - RENDIMENTOS ENGLOBADOS CAMPO 405 - lucros = 1.000,00 Retenção na fonte = 275,00 ANEXO F - RENDIMENTOS PREDIAIS Rendas recebidas, pelo arrendamento da fracção autónoma de prédio de que os sujeitos passivos A e B são proprietários, no valor de 6.000,00, por contrato celebrado em 1/2/97, ao abrigo do DL n.º 321-B/90, de 15/10. Suportaram despesas de condomínio no valor de 600,00 e de contribuição autárquica (actual IMI) a importância de 500,00. 12 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO

ANEXO H - BENEFÍCIOS FISCAIS QUADRO 7 - DEDUÇÕES À COLECTA CÓDIGO 702 dedução à colecta de 25%, com limite de 575,57 Valor depositado na conta poupança-habitação: 2.000,00 CÓDIGO 708 dedução à colecta de 25%, com limite de 182,97 Valor de aquisição de computador e aparelhos de terminal: 800,00 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 13

SOLUÇÃO DO EXERCÍCIO DE APLICAÇÃO Nº 2 - IRC A empresa XPTO, com NIPC 500.001.001, é uma sociedade anónima com sede em Braga, que se dedica ao sector têxtil. Relativamente aos seus elementos contabilísticos, sabe-se que o balancete do razão em 31/12/2003 (após regularizações e antes do apuramento do IRC e resultados) apresenta um total de proveitos de 5.100.000 e um total de custos de 4.600.000. Relativamente a esse exercício conhecem-se os seguintes factos com relevância em sede de IRC: 1. O saldo devedor da conta 241 no montante de 100.000, refere-se a: 1.1. Pagamentos por Conta de IRC - 60.000 1.2. Retenções na Fonte de RC 40.000 2. Relativamente às Amortizações do Exercício: 2.1. O valor de 10.000, diz respeito à amortização de uma viatura ligeira de passageiros adquirida em 2001 por 40.000, a qual tem vindo a ser amortizada à taxa de 25%; 2.2. O montante de 2 500, refere-se à amortização de uma máquina adquirida em 2001 por 10.000, a qual tem vindo a ser amortizada à taxa de 25%, quando a taxa prevista nas tabelas do DR n.º 2/90 corresponde a 20%. 3. Relativamente às provisões do exercício, 10.500 referem-se a um crédito sobre um cliente, considerado de cobrança duvidosa, desse montante, em mora há 7 meses contados a partir da data da emissão da factura (31/05/2003), a qual prevê um prazo de pagamento de 60 dias. 4. Encargos com uma creche destinada aos filhos dos funcionários - 30.000. 5. Muitas relacionadas com infracções ao Código da Estrada no montante de 3.000 e comias por infracções fiscais de 1.300. 6. Encargos com viaturas ligeiras de passageiros - 20.000. 14 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO

7. Despesas não devidamente documentadas - 5.000. 8. Donativo a uma comissão de festas - 500. 9. Deslocações (ajudas de custo e kilómetros) pagas aos funcionários - 6500. 10. Nos proveitos extraordinários, 10 000 referem-se à alienação de uma máquina adquirida em 2000 por 100 000, a qual tem vindo a ser amortizada à taxa de 10%, tendo sido vendida por 80.000 (+ IVA). 11. Nos proveitos estão incluídos dividendos com a seguinte natureza: 11.1. Distribuídos por uma sociedade por quotas, na qual a empresa ALFA detém uma participação de 15% desde Janeiro de 2000 - o valor recebido ascendeu a 15.000; 11.2. Distribuídos por uma sociedade com sede na Austrália (país sem CDT), a qual é detida em 40%, desde 1998, pela empresa XPTO - o valor recebido ascendeu a 20.000, tendo sido retido na fonte a título de imposto sobre as sociedades (imposto australiano) o montante de 40%. 12. Prevê-se a atribuição de uma gratificação a um sócio-gerente, em meados de 2004, a titulo de participação nos resultados, do montante de 25.000 - tal sócio - gerente, possui uma quota na sociedade XPTO correspondente a 20% do capital social e auferiu durante todo o exercício de 2003 uma remuneração igual ao valor do s.m.n. (356,60 ). Nas mesmas circunstâncias, prevê-se também a atribuição ao chefe de produção do valor de 10.000, o qual aufere uma remuneração mensal de 1.600. Pretende-se o enquadramento das situações anteriores em sede de IRC relativamente ao exercício de 2003. EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 15

FICHA TÉCNICA Título: Fiscalidade IRS-IRC Autoria: Leandro Gustavo Ribeiro Edição: CECOA Coordenação: Cristina Dimas Design e Composição: Altura Data Publishing Produção apoiada pelo Programa Operacional Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), cofinanciado pelo Estado Português e pela União Europeia, através do Fundo Social Europeu. Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social União Europeia Fundo Social Europeu 16 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO

Slide 1 IRS - IRC

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA IRS ESTRUTURA DO IRS CATEGORIAS DE IRS Slide 2

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA IRC DISPOSIÇÕES GERAIS DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL APURAMENTO DO IRC DEDUÇÕES À COLECTA Slide 3

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS LIQUIDAÇÃO E PAGAMENTOS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS - DECLARATIVAS Slide 4

IRS IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES Slide 5

ESTRUTURA DO IRS O IRS é o imposto que incide sobre o rendimento das pessoas singulares, incide sobre o valor anual global do rendimento dos contribuintes, depois de efectuadas as correspondentes deduções e abatimentos patrimoniais. Slide 6

CATEGORIAS DE RENDIMENTO Categoria A Trabalho dependente. Categoria B Rendimentos empresariais e profissionais. Categoria E Rendimentos de capitais. Categoria F Rendimentos prediais. Categoria G Rendimentos patrimoniais. Categoria H Pensões. Slide 7

CATEGORIAS DE RENDIMENTO Categoria A Trabalho dependente Slide 8 a) Incidência b) Remunerações em espécie e subsídios complementares c) Trabalho por conta de outrem d) Trabalho equiparado e) Desportistas f) Deficientes g) Reporte h) Deduções específicas i) Retenção na fonte

CATEGORIAS DE RENDIMENTO Categoria B Rendimentos empresariais e profissionais a) Caracterização dos rendimentos profissionais e empresariais b) Formas de determinação dos rendimentos profissionais e empresariais c) Actos isolados Slide 9

CATEGORIAS DE RENDIMENTO Categoria B Rendimentos empresariais e profissionais d) Transferência do património empresarial para a realização do capital empresarial e) Encargos não dedutíveis para efeitos fiscais f) Dedução de perdas g) Taxas Slide 10

CATEGORIAS DE RENDIMENTO Categoria B Rendimentos empresariais e profissionais h) Regime de tributação simplificado i) Taxas de tributação autónoma j) Retenção na fonte k) Deduções à colecta l) Pagamentos por conta m) Obrigações acessórias Slide 11

CATEGORIAS DE RENDIMENTO Categoria E: Rendimentos de Capitais a) Base do imposto b) Sujeito passivo c) Momento a partir do qual ficam sujeitos a tributação e retenção na fonte d) Pagamento Slide 12

CATEGORIAS DE RENDIMENTO Categoria F: Rendimentos Prediais a) Base do imposto b) Sujeito passivo c) ) Imposto Municipal sobre transmissões onerosas de imóveis d) Deduções Slide 13

CATEGORIAS DE RENDIMENTO Categoria F: Rendimentos Prediais e) Retenção na fonte f) Taxas g) Dispensa de retenção h) Pagamento Slide 14

CATEGORIAS DE RENDIMENTO Categoria G: Incrementos Patrimoniais a) Base do imposto b) Apuramento do valor dos rendimentos c) Valor de aquisição e realização d) Deduções e) Transmissões de partes sociais Slide 15

CATEGORIAS DE RENDIMENTO Categoria H: Pensões a) Base do imposto b) Deduções específicas c) Retenção na fonte Slide 16

IRC - IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLECTIVAS Slide 17

CATEGORIAS DE RENDIMENTO DISPOSIÇÕES GERAIS DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL APURAMENTO DO IRC DEDUÇÕES À COLECTA Slide 18

CATEGORIAS DE RENDIMENTO ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS LIQUIDAÇÃO E PAGAMENTOS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS - DECLARATIVAS Slide 19

CATEGORIAS DE RENDIMENTO DISPOSIÇÕES GERAIS SUJEITOS PASSIVOS DE IMPOSTO TRANSPARÊNCIA FISCAL PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO ISENÇÕES Slide 20

CATEGORIAS DE RENDIMENTO DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL 1. DEFINIÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL 2. PESSOAS COLECTIVAS E OUTRAS ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERÇAM A TÍTULO T TULO PRINCIPAL, ACTIVIDADE COMERCIAL, INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA 3. REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO PARA AS SOCIEDADES DE GRUPO Slide 21

CATEGORIAS DE RENDIMENTO DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL 1. TRANSFORMAÇÃO DE SOCIEDADES 2. FUSÕES, CISÕES, ENTRADAS DE ACTIVOS E PERMUTAS DE ACÇÕES 3. LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES E OUTRAS ENTIDADES 4. INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVADOS Slide 22 5. CORREÇÕES PARA EFEITOS DE DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL

CATEGORIAS DE RENDIMENTO APURAMENTO DO IRC 1. TAXAS 2. REGIME DE TRIBUTAÇÃO AUTÓNOMA 3. REGIME SIMPLIFICADO DE DETERMINAÇÃO DO LUCRO TRIBUTÁVEL Slide 23

CATEGORIAS DE RENDIMENTO DEDUÇÕES À COLECTA 1. ELIMINAÇÃO DA DUPLA TRIBUTAÇÃO ECONÓMICA 2. CRÉDITO DE IMPOSTO POR DUPLA TRIBUTAÇÃO INTERNACIONAL Slide 24

CATEGORIAS DE RENDIMENTO ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS Direitos fiscais constituem direitos adquiridos, que vão sofrendo adaptações consoante os condicionalismos nacionais e internacionais Slide 25

CATEGORIAS DE RENDIMENTO ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS SUJEITO PASSIVO Fundos de pensões e equiparáveis. (Art. 14.º) TIPO DE BENEFÍCIO Isenção de IRC. Entidades que criem postos de trabalho. (Art. 17.º) Os encargos correspondentes à criação líquida de postos de trabalho com contrato sem termo e idade inferior a 30 anos contam com 150%, durante um período de cinco anos. Slide 26 Fundos de poupança-reforma, e poupança reforma/educação. (Art. 21.º) Isenção de IRC.

CATEGORIAS DE RENDIMENTO LIQUIDAÇÃO E PAGAMENTOS 1. PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO DO MODELO 22 2. REGIME DAS AMORTIZAÇÕES E REINTEGRAÇÕES 3. PAGAMENTO POR CONTA 4. PAGAMENTO ESPECIAL POR CONTA 5. DECLARAÇÃO ANUAL Slide 27 6. CONSTITUIÇÃO DO DOSSIER FISCAL

CATEGORIAS DE RENDIMENTO OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS DECLARATIVAS SUJEITO PASSIVO DECLARAÇÕES DATA DE APRESENTAÇÃO RESIDENTES QUE EXERÇAM A TITULO PRINCIPAL A ACTIVIDADE COMERCIAL INDUSTRIAL OU AGRICOLA E NÃO RESIDENTES COM ESTABELECIMENTO ESTÁVEL. INÍCIO DE ACTIVIDADE PERIÓDICA DE RENDIMENTOS DE ALTERAÇÕES 90 DIAS A CONTAR DA INSCRIÇÃO NO RNPC. ATÉ AO ÚLTIMO DIA ÚTIL DE MAIO 15 DIAS APÓS AS CORRESPONDENTES ALTERAÇÕES RESIDENTES QUE NÃO EXERÇAM A TITULO PRINCIPAL A ACTIVIDADE COMERCIAL INDUSTRIAL OU AGRICOLA INÍCIO DE ACTIVIDADE PERIÓDICA DE RENDIMENTOS DE ALTERAÇÕES 90 DIAS A CONTAR DA INSCRIÇÃO NO RNPC. ATÉ AO ÚLTIMO DIA ÚTIL DE MAIO 15 DIAS APÓS AS CORRESPONDENTES ALTERAÇÕES Slide 28 NÃO RESIDENTES COM ESTABELECIMENTO ESTÁVEL. INÍCIO DE ACTIVIDADE PERIÓDICA DE RENDIMENTOS 15 DIAS A CONTAR DA OCORRÊNCIA ATÉ AO ÚLTIMO DIA ÚTIL DE MAIO