BRASIL: BANCOS ANÁLISE DE RISCO DE BANCOS



Documentos relacionados
Análise de Risco de Bancos

RATING Dez / 02 SOLIDEZ FINANCEIRA INDUSTRIAL BANCO INDUSTRIAL DO BRASIL S/A

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

Análise de Risco de Bancos

Basiléia. Patrimônio Líquido Jun/09 Jun/10 Jun/11 Jun/12 Jun/13. Captações (líquidas de compulsório)

Banco Santander (Brasil) S.A.

Análise de Risco de Bancos

Teleconferência de Resultados 4T09

BANCO INDUSTRIAL DO BRASIL S.A.

Earnings Release 1s14

BANCO INDUSTRIAL DO BRASIL S.A. APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL JUNHO 2013

VERAX RPW MICROFINANÇAS FIDC ABERTO. Rating. Fundo de Investimento em Direitos Creditórios FUNDAMENTOS DO RATING

Apresentação Bradesco

Indicadores do Segmento Bancário. Março 2013

Rating BANCO BMG S/A. Bancos FUNDAMENTOS DO RATING

RATING Dezembro de 2003 SOLIDEZ FINANCEIRA. Baixo Risco de Crédito BANCO INDUSTRIAL DO BRASIL S/A. Fatores Positivos 1) A CLASSIFICAÇÃO OBTIDA

5 de fevereiro de 2002

Banco Caterpillar S.A. Rua Alexandre Dumas, Edifício Birmann 11-9º andar Setor 2 - São Paulo - SP CNPJ: /

REALINHAMENTO DE EMPRESAS

INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Castro Alves, Rolândia - PR CNPJ: /

Resultados do 1T de maio de 2008

ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A.

BANCO INDUSTRIAL DO BRASIL S.A. APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL JUNHO 2014

4 trimestre de Sumário Executivo. Itaú Unibanco Holding S.A.

Relatório de Gerenciamento de Riscos. Informações Adicionais e. Dados Quantitativos

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

ANEND AUDITORES INDEPENDENTES S/C

Rating BANCO DO ESTADO DE SERGIPE S/A - BANESE. Bancos FUNDAMENTOS DO RATING

Curso CPA-10 Certificação ANBID Módulo 4 - Princípios de Investimento

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

ABCD. Banco Nossa Caixa S.A. Laudo de avaliação do patrimônio líquido contábil

Circular nº Total de Créditos Tributários Decorrentes de Diferenças Temporárias Líquidos de Obrigações Fiscais

BRB. Banco de Brasília S.A. Monitoramento de Rating

Teleconferência de Resultados 1T15. 8 de maio de Magazine Luiza

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ. 1 Objetivo. 2 Diretrizes. 2.1 Princípios para Gerenciamento do Risco de Liquidez

Os resultados do segundo trimestre e primeiro semestre de 2014 consolidam as Empresas BRF S.A.

Especial Lucro dos Bancos

Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento

ING. Demonstrações Financeiras

BBB. Rating NBC BANK BRASIL S.A. Bancos FUNDAMENTOS DO RATING

Teleconferência de Resultados do 3T09

Teleconferência de Resultados 2T de julho de Magazine Luiza

Concurso Prof. Cid Roberto. Bancos Comerciais. Bancos Comerciais.

D&B Indicadores Setoriais

Índice. RS no Brasil Nossa Empresa Governança Corporativa Nossos Números Análise Comparativa Sustentabilidade Projeções e Estimativas

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VIDA FELIZ FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ / OUTUBRO/2015

FANOR. MBA Internacional - Finanças. DISCIPLINA: Análise Financeira Estratégica. PROFESSOR: José Moraes Feitosa (Neto)

CENTRO DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA I CAPITAL DE GIRO

metodologias SR RATING

Conhecimentos Bancários. Item Fundos de Investimentos 2ª parte:

SANTINVEST S/A CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ / SETEMBRO/2015

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o 20/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Março de 2015

Apresentação de Resultados 1T15

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S/A / CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

COMPANHIA DE GÁS DE SÃO PAULO - COMGÁS. 2ª Emissão Pública de Debêntures

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

PERFIL CORPORATIVO FOCO NO CLIENTE. Sustentabilidade econômica e sócioambiental. Expansão da base geográfica RELACIONAMENTO

Política de Gerenciamento de Riscos Financeiros Endesa Brasil

INSTITUTO ASSAF: ANÁLISE DO DESEMPENHO DOS BANCOS MÉDIOS E DOS BANCOS GRANDES


Análise de Risco de Bancos. Palestra Ocepar

CRITÉRIOS / Indicadores

Teleconferência Resultados 3T10

Nota de Crédito PJ. Janeiro Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014

BRB. Banco de Brasília S.A. Monitoramento de Rating

Risco de Crédito Estrutura de gerenciamento do risco de crédito

3. BANCO BANORTE 266,6 285,0 17,4 569,0. CPI Proer Capítulo III-3 100

CIBRASEC - COMPANHIA BRASILEIRA DE SECURITIZAÇÃO

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Outubro 2009

JSL Arrendamento Mercantil S/A.

Destaques Operacionais. Desempenho Financeiro

Parágrafo 2º As operações de crédito contratadas a taxas prefixadas passam a ser informadas, a partir de

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S/A / CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO

2005 Corretora em Nova York. Diversificação do portfólio Expansão em Investment Bank, Consignado e Cartões. Estrutura acionária 3

A Gestão dos Riscos de Crédito no apoio à internacionalização das empresas. 3 de Abril de 2013 São Paulo

LOCALIZA RENT A CAR S.A. 5ª Emissão Pública de Debêntures

BV LEASING - ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. 2ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014

OI S.A. (Atual denominação de Brasil Telecom S.A.) 8ª Emissão Pública de Debêntures

Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro

REDE DE ENSINO LFG AGENTE E ESCRIVÃO PF Disciplina: Noções de Contabilidade Prof. Adelino Correia Aula nº09. Demonstração de Fluxo de Caixa

N A P NORMA DE APLICAÇÃO PERMANENTE

Integração ESG. Raquel Costa. 27/maio/2015 PUBLIC

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

Transcrição:

BRASIL: BANCOS ANÁLISE DE RISCO DE BANCOS RATING Set / 02 SOLIDEZ FINANCEIRA A BANCO DO BRASIL S/A 1) A CLASSIFICAÇÃO OBTIDA O Comitê de Classificação de Risco da Austin Rating, em reunião do dia 11 de novembro de 2002 confirmou o grau de investment grade A para o Banco Industrial do Brasil S/A. A classificação é justificada pela sua evolução consistente. Sem abrir mão de uma administração prudente, o Banco Industrial apresenta histórico de bons índices de rentabilidade. Neste terceiro trimestre manteve a política de preservar a liquidez e operar sob alavancagem controlada e mesmo com as adversidades deste ano, avançou na estratégia fundamentada nas operações de crédito para empresas do middle market e nas que utilizam linhas de repasse do BNDES. Nos primeiros nove meses de 2002, o perfil dos créditos sofreu poucas alterações em termos de clientes e modalidades praticadas. O banco apresenta solidez financeira intrínseca boa. São instituições dotadas de negócio seguro e valorizado, boa situação financeira atual e histórica. O ambiente empresarial e setorial podem variar sem, porém, afetar as condições de funcionamento do banco. O risco é muito baixo. Fatores Positivos Participação do acionista em todas as decisões estratégicas; O banco opera bem capitalizado, com histórico do índice da Basiléia elevado; Reduzido nível de despesas; Política de crédito é seletiva no que se refere à prospecção de novos clientes. Fatores Negativos Reduzida economia de escala, tornando suas captações mais vulneráveis às oscilações da economia; Aumento da concorrência no segmento de middle market clientes médios. Contato Banco Industrial S/A Eduardo Barcelos Guimarães Tel. : (11) 3049-9774 e-mail: guimarães@bancoindustrial.com.br Austin Rating Classificadora de Risco www.austinet.com.br 11 de novembro de 2002

AUSTIN RATING RATING BANCO 3) DESEMPENHO Set/2002 (***)set/2002 jun/2002 dez/2001 dez/2000 Ativo Total (*) 801,1 680,6 411,7 330,3 Depósito Total (*) 174,5 172,2 137,1 140,5 Operações de Crédito (*) 313,1 269,6 209,1 176,7 Patrimônio Líquido (*) 121,2 105,5 93,2 85,6 Liquidez Corrente (**) 104,0 105,9 148,6 165,3 Inadimplência (**) 2,0 1,4 2,2 2,7 Alavancagem (**) 429,0 544,9 281,6 239,0 Basiléia (**) 23,2 29,4 25,8 31,8 Custo Operacional (**) 4,1 4,2 6,0 5,9 Eficiência (**) 41% 51,0 63,8 53,8 Rentabilidade do PL (**) 48,4 24,9 15,3 12,6 (*) Valores em R$ Milhões (**)Valores em % (***) Dados do Consolidado 4) ANÁLISE SET / 2002 Apresentando um histórico de crescimento sustentado por bons resultados, o Banco Industrial do Brasil S/A, no terceiro trimestre de 2002, apresentou indicadores que comprovam a continuidade deste processo, não havendo nenhuma divergência que mereça ser destacada. Operando sob condições adequadas de liquidez e alavancagem, conseguiu, mesmo com as adversidades deste ano, expandir de forma contínua mantendo-se o controle sobre as variáveis risco e retorno da atividade. A administração cautelosa minimiza os impactos em momentos de maior volatilidade. 2

AUSTIN RATING RATING BANCO Classificação da Austin Rating Solidez Financeira AAA - O banco apresenta solidez financeira intrínseca excepcional. Normalmente trata-se de grandes instituições dotadas de negócio seguro e valorizado, excelente situação financeira atual e histórica. O ambiente empresarial e setorial podem variar sem, contudo, afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é quase nulo. Comitê de Crédito e Risco Erivelto Rodrigues (Presidente) Jorge U.S. Alves Rodrigo Indiani Tadeu Marcelo Resca Departamento de Análise de Risco AA A - O banco apresenta solidez financeira intrínseca excelente. São instituições dotadas de negócio seguro e valorizado, boa situação financeira atual e histórica. O ambiente empresarial e setorial podem variar sem, porém, afetar as condições de funcionamento do banco. O risco é irrisório. - O banco apresenta solidez financeira intrínseca boa. São instituições dotadas de negócio seguro e valorizado, boa situação financeira atual e histórica. O ambiente empresarial e setorial podem variar sem, porém, afetar as condições de funcionamento do banco. O risco é muito baixo. Analistas: Jorge U.S. Alves Rodrigo Indiani Simone Escudero Tadeu Marcelo Resca BBB - O banco apresenta solidez financeira intrínseca adequada. Normalmente são instituições com ativos dotados de cobertura. Tais bancos apresentam situação financeira razoável e estável. O ambiente empresarial e setorial podem ter uma variação mais acentuada do que nas categorias anteriores e apresenta algum risco nas condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é baixo BB B CCC CC C - O banco apresenta solidez financeira intrínseca regular. Apresenta parâmetros de proteção adequados mas vulneráveis às condições econômicas, gerais e setorial que podem afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é médio. - O banco apresenta solidez financeira intrínseca regular. Apresenta parâmetros de proteção adequados, tem uma vulnerabilidade grande às condições econômicas, gerais e setorial que podem afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é médio. - O banco apresenta baixa solidez financeira, exigindo eventual assistência externa, apresenta uma vulnerabilidade muito grande às condições econômicas, gerais e setorial que podem afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é alto. - O banco apresenta baixa solidez financeira, exigindo eventual assistência externa, apresenta uma vulnerabilidade muito grande às condições econômicas, gerais e setorial que podem afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é muito alto. - O banco apresenta péssima solidez financeira, exigindo eventual assistência externa. Tais instituições estão limitadas por um ou mais dos seguintes elementos: negócio de questionável valor; condições financeiras deficientes e um ambiente empresarial altamente desfavorável. O risco é altíssimo. Austin Rating Rua Bertioga, 514 São Paulo SP Tel: (55 11) 5581-6600 Fax: (55 11) 5583-1013 Rating é uma classificação de risco, por nota ou símbolo. Esta expressa a capacidade do emitente de título de dívida negociável ou inegociável em honrar seus compromissos de juros e amortização do principal até o vencimento final. O rating pode ser do emitente, refletindo sua capacidade em honrar qualquer compromisso de uma maneira geral, ou de uma emissão específica, onde é considerada apenas a capacidade do emitente em honrar aquela obrigação financeira determinada. As informações obtidas pela Austin Asis foram consideradas como adequadas e confiáveis. As opiniões e simulações realizadas neste relatório constituem-se no julgamento da Austin Asis acerca do emitente, não se configurando no entanto em recomendação de investimento para todos os efeitos. 3

Segmento:Atacado e Negócios Origem de Capital:Privado Nacional Austin Bank - Análise de Risco Análise Quantitativa => Score : 5 Análise Qualitativa => Score : 6 Rating: A Risco: Muito Baixo Nome: BANCO DO BRASIL S/A C.G.C.: 31.895.683 Tipo: Múltiplo Sede: AV PRES JUSCELINO KUBITSCHEK, 1.703 Data da Fundação: 03/03/1988 Porte:Pequeno CEP: 04543-000 Bairro: ITAIM BIBI Cidade: SAO PAULO UF: SP Telefone: (11) 3049-9700 Fax: (11) 3049-9811 Carteira:COMERCIAL; INVESTIMENTO; CREDITO, FINANCIAMENTO, INVESTIMENTO; CAMBIO. Market Share (Jun/2002 - Amostragem 165 Bancos) Geral Segmento Origem de Capital Jun/2002 R$ Mil # Part % # Part % # Part % Operações de Crédito 255.450 78º 0,08 30º 0,66 35º 0,19 Índice da Basiléia(%) 29,39 Ativo Total 734.975 84º 0,07 32º 0,56 38º 0,19 Agências no País 2 Depósitos a Prazo 159.615 64º 0,09 23º 0,79 32º 0,24 Agências no Exterior Depósitos Totais 193.513 76º 0,05 26º 0,69 36º 0,13 PABs Patrimônio Líquido 105.543 86º 0,10 31º 0,61 40º 0,19 Número de Funcionários 82 Acionistas/Sócios Nacionalidade % Ord % Pref Administradores Cargo CARLOS ALBERTO MANSUR BRASILEIRA 100,00 100,00 CARLOS ALBERTO MANSUR PRESIDENTE CM - INDUSTRIA E COMERCIO LTDA BRASILEIRA 0,01 ENRIQUE JOSE ZARAGOZA DUENA DIRETOR FERNANDO F. MARCONDES DE SOUZA DIRETOR EDUARDO BARCELOS GUIMARÃES DIRETOR LUIZ CASTELLANI PEREZ DIRETOR PERFIL O Banco Industrial do Brasil S/A, adquirido pelo empresário Carlos Alberto Mansur, sucedeu em Janeiro de 94 o Banco Santista (Grupo Bunje y Born), fundado em 1988. Em seu primeiro ano de atividade o foco e resultado foram as operações de Tesouraria. A partir de 95 dirige sua atuação para o Crédito que permanece sendo sua estratégia. Neste mesmo ano, entram também em operação suas empresas controladas: Distribuidora (Junho) e Leasing (Julho).Banco de crédito, sem rede de agências, com atuação no Estado de São Paulo, voltada para empresas de "middle market" (faturamento anual de R$12 a 100 milhões). Pratica e cultiva política de relacionamento perene com o cliente. O Banco está organizado sob forma de Banco múltiplo, autorizado a operar com carteiras comercial, de investimentos, de crédito, de financiamento e investimento de câmbio. PARECER DA AUDITORIA NÃO AUDITADO 1/4

Austin Bank - Análise de Risco ATIVO/PASSIVO (R$ Mil) 09/98 09/99 09/00 09/01 09/02 Variação a.a. Ult. pd. 1 ATIVO CIRCULANTE 614.322 295.698 263.031 245.417 507.694-4,7 106,9 11,3 2 DISPONIBILIDADES 496 202 332 1.616 1.269 26,5-21,5 57,6 3 APLICAÇÕES INTERFINANC. LIQUIDEZ 313.138 21.324 16.608 36.022 4.633-65,1-87,1 5,5 4 Aplicações no Mercado Aberto 299.999 18.800 16.003 35.017 800-77,3-97,7-1,2 5 Aplic.Depósitos Interfinanceiros 13.139 2.524 605 1.005 3.833-26,5 281,4 9,6 6 Aplic.Moedas Estrangeiras 355,5 7 Outras Aplicações 8 (-) Provisão para Perdas 81,2 9 TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS 131.306 116.602 38.518 4.183 174.288 7,3 4.066,6 54,7 10 Carteira Própria 80.293 89.736 38.518 4.183 34.043-19,3 713,8 62,3 11 Vinculados a Compromisso Recompra 47.229 140.013 31,2 34,8 12 Vincul. a Negoc./Interm.Valores 131,9 13 Vinculados ao Banco Central 3.784 26.866-100,0 329,5 14 Vinc. à Prestação de Garantias 15 Instrumento Financeiro Derivativo 232 16 Outros (Certificado Privatização) 2,4 17 (-) Provisões p/ Desvalorizações 3,1 18 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS 11.747 1.739 2.809 5.321 4.512-21,3-15,2 1,3 19 RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS -26,6 20 OPERAÇÕES DE CRÉDITO 127.403 117.224 159.564 156.514 218.325 14,4 39,5-12,4 21 Operações Crédito - Setor Privado 129.043 118.135 160.433 160.199 221.629 14,5 38,3 21,4 22 Operações Crédito - Setor Publico -90,5 23 (-) Provisão p/créd.liq.duvidosa 1.640 911 869 3.685 3.304 19,1-10,3 16,7 24 OPERAÇÕES ARRENDAMENTO MERCAN -14,7 25 Oper Arrend/Subarrend a Receber -21,3 26 (-) Rendas Aprop Arrend Mercantil -18,8 27 (-) Provisão p/créd.arr.liq.duv. -63,0 28 OUTROS CRÉDITOS 27.337 34.761 38.325 41.700 98.707 37,8 136,7 17,9 29 OUTROS VALORES E BENS 2.895 3.846 6.875 61 5.960 19,8 9.670,5-4,2 30 REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 106.322 173.390 63,1 24,3 31 APLICAÇÕES INTERF. LIQUIDEZ-LP 95,2 32 TITS.E VALORES MOBILIÁRIOS-LP 55.860 84.167 50,7 19,1 33 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS-LP 27,5 34 OPERAÇÕES DE CRÉDITO-LP 39.977 78.493 96,3 37,7 35 Oper Crédito - Setor Privado-LP 39.977 78.493 96,3 34,2 36 Oper Crédito - Setor Público-LP 51,1 37 (-) Provisão p/cred.liq.duvid.-lp 0,4 38 OPER ARRENDAMENTO MERCANTIL-LP 82,7 39 OUTROS CRÉDITOS-LP 4.073 10.730 163,4 16,2 40 OUTROS VALORES E BENS-LP 6.412 102,2 41 PERMANENTE 37.112 48.423 52.635 77.215 113.351 32,2 46,8 16,1 42 ATIVO TOTAL 651.434 344.121 315.666 428.954 794.435 5,1 85,2 14,9 43 PASSIVO CIRCULANTE 585.674 265.748 233.250 184.766 553.436-1,4 199,5 9,2 44 DEPÓSITOS 155.904 157.016 120.749 101.339 185.089 4,4 82,6 11,9 45 Depósitos a Vista 2.313 7.642 2.099 3.245 4.899 20,6 51,0 11,0 46 Depósitos de Poupança 6,8 47 Depósitos Interfinanceiros 71.013 62.375 14.841 3.502 35.337-16,0 909,1 17,1 48 Depósitos a Prazo 82.578 86.999 103.809 94.592 144.853 15,1 53,1 16,0 49 Outros Depósitos 50 CAPTAÇÃO NO MERCADO ABERTO 340.499 150 133.263-20,9 17,6 51 RECURSOS ACEITES EMISSÃO TITS 28,6 52 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS 2.548 1.882 3.483 11.258 3.950 11,6-64,9 296,0 53 RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS 44 47 73 55,3-1,0 54 OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS 39.276 57.500 46,4 55 REPASSES PAIS-INST.OFICIAIS 9.883 8.362 10.404 9.966 19.830 19,0 99,0-73,2 56 REPASSES DO EXTERIOR 29.514 41.924 45.210 1.916 63.971 21,3 3.238,8 23,4 57 INSTRUMENTO FINANCEIRO DERIVATIV 8.094 58 OUTRAS OBRIGAÇÕES 22.002 32.845 21.803 20.964 81.666 38,8 289,6 28,9 59 EXIGIVEL A LONGO PRAZO 139.118 119.572-14,0 38,3 60 DEPÓSITOS-LP 36.288 17.941-50,6 61 CAPTAÇÃO NO MERCADO ABERTO-LP 62 RECURSOS ACEITES EMIS TITS-LP -16,4 63 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS-LP 547,1 64 OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS-LP 65 REPASSES PAÍS-INST.OFICIAIS-LP 32.032 54.877 71,3 6,0 66 REPASSES NO EXTERIOR-LP 63.393 40.531-36,1 24,1 67 INSTRUMENTO FINANCEIRO DERIVATIVO 68 OUTRAS OBRIGAÇÕES-LP 7.405 6.223-16,0 86,5 69 RESULTADO EXERCÍCIOS FUTUROS 249 337 273 378 182-7,5-51,9 123,4 70 PARTICIPACAO MINORITÁRIA 71 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 65.511 78.036 82.143 104.692 121.245 16,6 15,8 28,3 72 PASSIVO TOTAL 651.434 344.121 315.666 428.954 794.435 5,1 85,2 14,9 CARTEIRA DE TÍTULOS E DERIVATIVOS (R$ Mil) 09/00 % 09/01 % 09/02 % TOTAL DE TVM E DERIVATIVOS 258.222 Títulos para Negociação Títulos Disponíveis para Venda 145.090 56,19 Títulos Mantidos até o Vencimento 113.132 43,81 2/4

Austin Bank - Análise de Risco DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS (R$ Mil) Variação 09/98 09/99 09/00 09/01 09/02 a.a. Ult. pd. 73 RECEITA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 23.752 87.606 14.702 67.284 134.023 54,1 99,2 28,8 74 Operações de Crédito 8.941 44.342 11.174 47.301 81.942 74,0 73,2 27,0 75 Rendas de Aplicações Interf.Liquidez 933 1.360 572-100,0-26,0 76 Operações de Arrendam. Mercantil -9,9 77 Títulos e Valores Mobiliários 13.509 27.045 1.995 16.570 71.370 51,6 330,7 26,4 78 Instrumentos Financeiros Derivativos -21.726 79 Aplicações Compulsórias 35,8 80 Resultado de Câmbio 369 14.859 961 3.413 2.437 60,3-28,6 86,8 81 DESPESA DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEI 18.871 76.589 8.530 53.941 127.584 61,3 136,5 38,9 82 Captação no Mercado 16.164 28.671 4.771 16.842 40.655 25,9 141,4 31,0 83 Empréstimos,Cessões e Repass 2.627 34.975 3.342 33.829 84.869 138,4 150,9 43,4 84 Arrendamento Mercantil 10,4 85 Provisões p/ Créd. Liq.Duvid 3.270 2.060-37,0 84,2 86 Resultado de Câmbio 80 12.943 417-100,0 72,4 87 RESULTADO BRUTO INTERM. FINANCEIR 4.881 11.017 6.172 13.343 6.439 7,2-51,7 5,5 88 OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIO -1.572 1.470-2.851 8.071 24.616 205,0-4,0 89 Receitas de Prestação Serviços 112 218 121 697 1.453 89,8 108,5 13,5 90 Resultado Part.Coligada/Controlada 2.731 12.736 2.148 21.044 41.799 97,8 98,6 68,0 91 Despesas de Pessoal 7.379 9.303 26,1 3,4 92 Outras Despesas Administrativas 3.283 7.350 4.046 7.780 11.939 38,1 53,5 10,6 93 Despesas Tributárias 1.235 1.555 25,9 17,7 94 Reversão de Provisões -100,0 95 Rendas Seguros, Previd. e Capital. 96 Desp. Seguros, Previd. e Capital. 97 Outras Rec./Desp.Operacionais -1.132-4.134-1.074 2.724 4.161 52,8-210,9 98 RESULTADO OPERACIONAL 3.309 12.487 3.321 21.414 31.055 75,0 45,0 34,6 99 Resultado Não Operacional -3-224 -2-20 -73-265,0-926,9 100 Res. da Correção Monet. Balanço 101 RESULTADO ANTES IR 3.306 12.263 3.319 21.394 30.982 75,0 44,8-59,6 102 Imposto de Renda -36-681 337-756 -1.361-80,0 13,0 103 Contribuição Social 64,4 104 Participações 38,5 105 Ganho/Perda Conversão Moeda 106 RESULTADO LÍQUIDO 3.342 12.944 2.982 22.150 32.343 76,4 46,0 12,3 PERÍODO DA DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA 3 3 3 9 9 MÉTODO CONTÁBIL LS LS LS LS LS NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS 109 NÚMERO DE AGÊNCIAS NO PAÍS 1 DÓLAR FINAL 1,186 1,922 1,844 2,671 3,895 US$ MÉDIO 1,152 1,839 1,799 2,298 2,796 FATOR DE CORREÇÃO CARTEIRA DE CRÉDITO (R$ Mil) 09/00 % 09/01 % 09/02 % % Acum. TOTAL DE CRÉDITO 163.044 205.020 316.707 Risco Nível AA 119.247 73,14 136.345 66,50 233.463 73,72 73,72 Risco Nível A 19.915 12,21 23.949 11,68 41.737 13,18 86,89 Risco Nível B 18.441 11,31 21.627 10,55 13.338 4,21 91,11 Risco Nível C 4.010 2,46 14.655 7,15 19.920 6,29 97,40 Risco Nível D 581 0,36 4.917 2,40 5.642 1,78 99,18 Risco Nível E 627 0,38 1.149 0,56 652 0,21 99,38 Risco Nível F 271 0,13 229 0,07 99,46 Risco Nível G 17 0,01 503 0,25 38 0,01 99,47 Risco Nível H 206 0,13 1.604 0,78 1.688 0,53 100,00 TOTAL DE CRÉDITO EM ATRASO 6.595 5.376 Risco em atraso Nível AA Risco em atraso Nível A Risco em atraso Nível B 845 12,81 1.023 19,03 19,03 Risco em atraso Nível C 1.054 15,98 904 16,82 35,84 Risco em atraso Nível D 1.820 27,60 1.336 24,85 60,70 Risco em atraso Nível E 499 7,57 158 2,94 63,63 Risco em atraso Nível F 271 4,11 229 4,26 67,89 Risco em atraso Nível G 503 7,63 38 0,71 68,60 Risco em atraso Nível H 1.603 24,31 1.688 31,40 100,00 PROVISÃO CONSTITUÍDA 869 3.703 3.529 PROVISÃO ADICIONAL CRÉDITOS RENEGOCIADOS AVAIS E FIANÇAS 16.705 RECUPERAÇÃO DE CRÉDITOS 12 CRÉDITOS BAIXADOS(WRITE-OFFS) 15.798 1.680 3/4

Austin Bank - Análise de Risco INDICADORES DE DESEMPENHO (%) 09/98 09/99 09/00 09/01 09/02 Decil Mediana Nível Dispersão ADEQUAÇÃO DO CAPITAL 1 Capitalização 11,2 29,3 35,2 32,30 18,0 4º 23,8 Baixo 0,40 2 Imobilização 56,7 62,1 64,1 73,80 93,5 10º 32,7 Muito Elevado 0,21 3 Capital de Giro 43,4 38,0 35,9 26,30 6,5 1º 63,3 Muito Baixo 0,48 4 Alavancagem 436,5 341,0 284,1 309,70 555,2 7º 386,4 Elevado 0,29 => A instituição apresentou, em 09/02, alavancagem de 5,55 vezes (captação sobre PL), encontrando-se em nível adequado, tendo como parâmetro a mediana do mesmo segmento de atuação que foi de 3,86 vezes. O Capital de Giro de 6,5% diminuiu sendo considerado inadequado. Quanto à imobilização a controladora apresenta nível alto e aumentou no período. LIQUIDEZ 5 Encaixe 21,4 2,6 15,8 49,8 25,9 4º 58,8 Baixo 0,75 6 Dependência Interbancário 12,1 23,4 6,4 1,1 5,3 8º 1,1 Elevado 0,89 7 Liquidez Corrente 104,9 111,3 112,8 132,8 91,7 1º 119,2 Muito Baixo 0,13 8 Gap de Prazos 43,6 72,0 9º 21,8 Muito Elevado 1,44 9 Liquidez Imediata 89,6 88,0 45,9 41,3 56,6 3º 97,9 Baixo 0,36 => A liquidez corrente encontra-se em nível baixo, a dependência do interbancário é moderada. Quanto ao gap de prazo, não observa-se descasamento.. A liquidez imediata é considerada baixa. QUALIDADE DO ATIVO 10 Inadimplência (>60 dias) 0,9 2,3 1,1 4º 2,5 Baixo 1,11 11 Provisionamento 1,2 0,8 0,5 1,8 1,1 4º 2,8 Baixo 0,45 12 Índice da Qualidade da Carteira 8,5 8,3 8,5 9º 5,0 Muito Elevado 0,91 13 Comprometimento do PL (>60 dias) 1,7 4,3 2,8 5º 4,7 Moderado 1,05 14 Write-Off/Oper.Crédito 7,7 0,5 8º 0,0 Elevado 2,07 => A instituição apresentou, em 09/02, inadimplência baixa com relação ao segmento, sendo que as provisões representam 101,8% dos créditos problemáticos, demonstrando uma política conservadora de provisionamento. O comprometimento do patrimônio líquido de 2,8% é moderado, sendo que o índice de qualidade da carteira encontra-se em nível muito elevado, demonstrando uma política de crédito e acompanhamento da carteira muito eficiente. CUSTO 15 Intermediação 13,3 120,3 15,0 22,2 25,3 8º 17,8 Elevado 1,16 16 Pessoal 3,0 1,8 5º 2,1 Moderado 1,44 17 Administrativo 2,3 11,6 7,1 3,2 2,4 5º 2,6 Moderado 0,76 18 Eficiência 65,8 65,4 64,3 108,0 269,2 9º 64,7 Muito Elevado 0,77 19 Custo Total 15,6 131,9 22,1 28,9 29,8 6º 27,1 Moderado 1,06 => Quanto aos custos, as despesas de captação de recursos encontram-se em nível adequado. As despesas de captação que representavam 24,8% no período anterior, passaram a representar 30,0% no período atual da receita operacional. No tocante à estrutura interna, as despesas de pessoal e administrativas, que no período anterior, representavam 22,3% da receita operacional, passaram a representar 15,7% no período atual. O Overhead Ratio encontra-se em nível inadequado sendo que as despesas de pessoal e administrativas representam 269,2% do Resultado da Intermediação e Serviços, demonstrando que a Instituição deve diminuir seu custo operacional ou aumentar receita da intermediação. RENTABILIDADE 20 Geração de Rendas 15,9 123,9 22,9 25,5 26,2 6º 23,1 Moderado 1,06 21 Margem Bruta 20,5 12,5 41,6 19,6 4,8 2º 28,3 Muito Baixo 0,69 22 Margem Operacional 13,9 14,2 22,4 31,5 22,9 8º 12,8 Elevado 0,35 23 Margem Líquida 13,6 14,1 19,6 32,6 23,9 9º 10,0 Muito Elevado 0,38 24 Rentabilidade PL 20,4 66,4 14,5 28,2 35,6 10º 12,9 Muito Elevado 0,61 25 Retorno sobre Ativo 2,1 15,1 3,8 6,9 5,4 9º 2,0 Muito Elevado 0,76 26 Rentab.Ativ.Bancária 10,7 20,8 11,2-3,0-16,4 2º 11,1 Muito Baixo 3,11 => A instituição apresentou um resultado positivo de R$ 32.343 contra um resultado, também positivo, de R$ 22.150 no período anterior. A rentabilidade do PL foi de 35,6% e é considerada muito elevada. A margem operacional demonstra um Bom desempenho. A rentabilidade da atividade bancária foi de -16,4% encontrando-se num nível muito baixo. O retorno do ativo foi muito elevado. INDICADORES DE GESTÃO 27 Spread 2,4 1,6 6,9 2,7 0,8 3º 3,1 Baixo 0,82 28 Rentabilidade Câmbio 22,0 853,0 57,5 25,7 3,9 6º 0,8 Moderado 1,92 29 Rentabilidade Tesouraria 13,4 86,1 19,1 23,0 36,2 8º 20,8 Elevado 0,83 30 Concentração em Crédito 25,2 51,4 62,0 58,3 46,5 6º 43,1 Moderado 0,30 31 Taxa Crescimento PL (US$) 4,0-26,5 9,7 27,5 15,8 7º 7,3 Elevado 3,31 32 Geração de Caixa/PL 0,9 0,3 1,0 4,3-6,1 1º 9,3 Muito Baixo 47,42 33 Custo Operacional 2,1 8,9 5,3 4,7 3,6 5º 3,8 Moderado 0,52 34 Índice da Basiléia 32,5 38,2 32,1 11,0 => A Instituição apresenta situação econômico-financeira razoável, relativamente ao segmento Atacado e Negócios. 4/4