NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO
|
|
|
- Larissa de Figueiredo Sequeira
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 NOTA CEMEC 03/2015 FATORES DA QUEDA DO INVESTIMENTO Março
2 NOTA CEMEC 03/2015 SUMÁRIO Os dados de Contas Nacionais atualizados até o terceiro trimestre de 2014 revelam a continuidade da queda da taxa de investimento que era de 20,2% em 2010 para apenas 17,0%, a maior parte ocorrida nas empresas não financeiras. Tudo indica que a queda da taxa de retorno sobre o capital investido para níveis inferiores ao custo médio da dívida dessas empresas, desde 2012, seja um dos fatores mais relevantes para explicar esse desempenho. Especialmente no setor industrial o problema aparece na forma de redução de margens, que resulta da dificuldade de repassar aos preços de venda os aumentos de custos, especialmente do custo unitário do trabalho que se elevou muito acima do preço em reais dos produtos importados, estes reduzidos pela valorização do real. A recente correção de preços relativos, inclusive câmbio, contribui para a recuperação de margens, enquanto que o sucesso do ajuste fiscal pode sustentar mais adiante a redução do custo de capital, movimento que sendo combinado com a criação de condições favoráveis à participação privada em infraestrutura, pode ajudar na reversão do cenário em favor da retomada do investimento. 2
3 O CEMEC não se responsabiliza pelo uso dessas informações para finalidade de aplicação financeira ou qualquer outra que possa causar algum prejuízo, de qualquer natureza, aos usuários da informação. As opiniões emitidas nesta publicação são de inteira e exclusiva responsabilidade dos autores, não exprimindo, necessariamente, o ponto de vista do Centro de Estudos de Mercado de Capitais, do IBMEC ou de qualquer de seus apoiadores. Todos os dados utilizados foram obtidos das fontes citadas e podem sofrer revisões. A publicação foi produzida com as informações existentes em fevereiro de Dúvidas e Comentários: [email protected] Equipe Técnica: Diretor: Carlos Antônio Rocca Superintendente Técnico: Lauro Modesto Santos Jr. Analistas: Elaine Alves Pinheiro e Fernando M. Fumagalli 3
4 1. A queda da taxa de investimento das empresas não financeiras Com algumas flutuações, verifica-se a partir de 2010 nítida tendência de queda da taxa de investimento da economia brasileira, de 20,2% do PIB observada naquele ano, para apenas 17,0% nos quatro trimestres encerrados em setembro de 2014, configurando uma redução de 3,2 pontos porcentuais do PIB. Esses dados são representados no Gráfico 01. GRÁFICO 01 Fonte: Contas Nacionais Trimestrais (IBGE) Estimativas feitas pelo CEMEC sugerem que cerca de 72% dessa queda, ou seja 2,3 pontos porcentuais do PIB ocorreu nas empresas não financeiras, como evidenciado no (Gráfico 02). 4
5 GRÁFICO 02 Fonte: Contas Nacionais (IBGE) até 2009 e estimativas CEMEC 2010 em diante A consolidação de balanços das companhias abertas e maiores empresas fechadas não financeiras mostra queda do coeficiente de investimentos em relação ao PIB no período de 2010 a Essa tendência foi mantida nas companhias abertas até o terceiro trimestre de 2014, para as quais são disponíveis dados até essa data. (Gráfico 03). 1 V. Rocca, Carlos A. e Santos Jr., Lauro M. Redução da taxa de poupança e o financiamento dos investimentos no Brasil Estudo Especial CEMEC Centro de Estudos do IBMEC 5
6 GRÁFICO 03 Fonte dos dados básicos: Economática e Maiores e Melhores Exame Estimativas: CEMEC 2. A partir de 2012 taxa de retorno das empresas não financeiras fica abaixo do custo da dívida Tomando-se essa mesma base de dados, a consolidação dos balanços mostra acentuada queda de lucros e dos lucros retidos dessas empresas no período, tendência essa que se mantem até o terceiro trimestre 2014 no caso de companhias abertas não financeiras. (Gráfico 04). 6
7 GRÁFICO 04 Fonte dos dados básicos: Economática e Maiores e Melhores Exame Estimativas: CEMEC Como resultado dessa redução de lucros, observa-se acentuada queda da taxa de rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROE), como evidenciado no Gráfico 05. 7
8 GRÁFICO 05 Fonte dos dados básicos: Economática e Maiores e Melhores Exame Estimativas: CEMEC Até 2013, são disponíveis os dados para companhias abertas e maiores fechadas. Na soma dos dois grupos, a taxa de rentabilidade nominal do patrimônio líquido havia caído de 16,4% para 7,1% nesse período. O cálculo do ROE para as companhias abertas nos quatro trimestres terminados em setembro de 2014 mostra uma continuidade na tendência de queda, de 6,6% a.a. em 2013 para apenas 5,5% a.a.. Ou seja, a rentabilidade média do capital próprio dessas empresas em 2014 é inferior à taxa de inflação e portanto ficou negativa em termos reais. Nesse período essa taxa ficou muito abaixo da taxa de juros de uma aplicação em títulos públicos federais, com risco de crédito praticamente nulo e alta liquidez. Outra forma de avaliar o impacto desses números sobre a decisão de investir é comparar a taxa retorno sobre o total de capital investido, ou seja capital 8
9 próprio mais capital de terceiros, com o custo médio da dívida 2. No Gráfico 06 é feita essa comparação. GRÁFICO 06 Fonte dos dados básicos: Economática Estimativas: CEMEC Verifica-se que a partir de 2012 o custo médio do capital de terceiros (exigível financeiro) supera a taxa de retorno do capital total investido, fazendo com que parte do pagamento dos juros se dá com sacrifício da remuneração do capital próprio investido. Por exemplo, em 2014, se a empresa investe 100, com 50 de capital próprio e 50 de dívida, ao final de 1 ano o retorno será de 7,2, o pagamento de juros será de 4,65 (9,3% de 50) e sobrará para remunerar o capital próprio 2,55, o que equivale a uma taxa de rentabilidade nominal de 5,1% (2,55/50). Ou seja, nesse exemplo a taxa de rentabilidade real seria negativa 3. 2 Um modo simples de calcular essa taxa (ROIC) é dividir a soma do lucro líquido com as despesas financeiras liquidas do IRPJ pelo capital total investido, próprio e de terceiros. Para mais detalhes, v. Estudo Especial CEMEC de Novembro de 2014 já citado. 3 A rigor, para justificar um investimento a taxa de retorno sobre o capital investido (ROIC) deve cobrir o custo médio ponderado do capital (WACC), da empresa; o custo médio é mais elevado que o custo da dívida, de vez que o custo de capital próprio é ainda mais alto. 9
10 A decisão de investir tem por base a expectativa de retorno da expansão do negócio atual ou dos novos projetos. Entretanto, parece claro que o nível e a permanência desses padrões de rentabilidade do negócio existente durante vários anos, combinados com uma perspectiva de crescimento fraco ou nulo e o baixo nível de confiança no curso da economia acabam por inibir o espírito animal dos empresários tão lembrado nos últimos tempos. 3. Taxa de retorno caiu porque câmbio valorizado reduz preço de importados e impede repasse do aumento de custos para os preços de venda Verifica-se que o principal fator de redução das taxas de retorno é a redução de margens, ou seja, as empresas não financeiras não têm conseguido transferir para os preços de venda a totalidade dos aumentos de custo. O porcentual de lucro bruto permite dimensionar essa questão, medindo a diferença porcentual entre preço de venda líquido de impostos indiretos e o custo de produção dos produtos vendidos. Esse indicador, calculado a partir dos balanços das companhias abertas, mostra queda continuada no período, especialmente a partir de 2010 até 2014(setembro), quando se reduz em 7,2 pontos porcentuais, de 34,3% para 27,1% como evidenciado no Gráfico
11 GRÁFICO 07 Fonte dos dados básicos: Economática Estimativas: CEMEC Além dos casos em que as margens foram comprimidas por políticas públicas, como é o caso da Petrobras, Eletrobrás e das usinas de etanol, o setor que apresenta maior redução de lucros é o industrial 4. Embora existam fatores específicos influenciando os resultados de cada gênero industrial, no nível agregado tudo indica que o principal fator de compressão de margens resulta de um aumento do custo unitário do trabalho 5, gerado por um crescimento de salários reais acima da produtividade, combinado com a concorrência dos preços dos produtos importados convertidos a uma taxa de câmbio com o real valorizado. No Gráfico 08 é feita a comparação entre o crescimento do salário real médio industrial deflacionado pelo IPCA, e a evolução da produtividade por homem ocupado nesse mesmo setor. 4 Análise mais detalhada por subsetores é apresentada no citado Estudo Especial do CEMEC de Novembro de O Custo unitário do trabalho na indústria é obtido pela divisão do salário médio pelo índice de produtividade por homem ocupado. 11
12 GRÁFICO 08 Fonte dos dados básicos: IBGE, A.C.Pastore e Associados Elaboração: CEMEC Verifica-se que até 2008 os salários reais crescem em linha com a produtividade média. Ultrapassada a forte flutuação gerada pela crise, a produtividade para de crescer a partir de 2010, enquanto que os salários reais médios têm seu crescimento acelerado. O resultado é a elevação do custo unitário do trabalho especialmente a partir de 2010 até novembro de 2014, como pode ser observado no Gráfico
13 GRÁFICO 09 Fonte dos dados básicos: IBGE, A.C.Pastore e Associados Elaboração: CEMEC O Gráfico 10 mostra que a principal razão pela qual as empresas industriais não conseguiram repassar os aumentos de custo para os preços de venda é o limite superior imposto pela evolução dos preços dos produtos importados que competem com os produtos nacionais. GRAFICO 10 13
14 Fonte: FUNCEX, BACEN- Elaboração CEMEC Verifica-se que no período de 2004 a 2014 (novembro) o custo unitário nominal do trabalho na indústria aumenta quase 100%, contra um aumento do preço dos produtos industriais importados da ordem de 30%. É evidente que nesse período ficou muito difícil para a indústria nacional repassar plenamente os aumentos do custo unitário do trabalho e outras elevações de custos para o preço de venda, reduzindo assim suas margens e rentabilidade.. Essas constatações sugerem que um dos fatores de inibição dos investimentos na indústria a partir de 2010 resulta da estagnação da produtividade que resultou no aumento do custo unitário do trabalho combinado com a valorização real do câmbio, indicada pela redução da relação câmbio/salário. Realmente, o preço em moeda estrangeira dos produtos industriais importados cresce ao longo de todo o período, com um ciclo curto de redução em 2009, mas a evolução de seu preço em reais é limitada pela valorização cambial, como evidenciado no Gráfico
15 GRÁFICO 11 Fonte: FUNCEX, BACEN- Elaboração CEMEC 15
16 4. Observações finais Os dados de Contas Nacionais atualizados até o terceiro trimestre de 2014 revelam a continuidade da queda da taxa de investimento que era de 20,2% em 2010 para apenas 17,0%. Estimativas do CEMEC a partir de indicam que a maior parte dessa queda ocorreu nas empresas não financeiras. Esse resultado é confirmado com os números dos balanços consolidados das companhias abertas e maiores fechadas até dezembro de 2013 e para as abertas com os dados disponíveis até o terceiro trimestre de Existem razões para acreditar que a queda da taxa de retorno sobre o capital investido para níveis inferiores ao custo médio da dívida dessas empresas, desde 2012, seja um dos fatores mais relevantes para explicar a queda dos investimentos. Especialmente no setor industrial o problema aparece na forma de redução de margens, que resulta da dificuldade de repassar aos preços de venda os aumentos de custos. Entre os custos domésticos, verifica-se que o custo unitário do trabalho elevou-se muito acima do preço em reais dos produtos importados concorrentes, estes reduzidos pela valorização do real. Os resultados potenciais da politica ora adotada de ajuste de preços relativos deve permitir a recuperação de margens na maioria dos setores industriais enquanto a atualização preços de energia e combustíveis restabelece os resultados desses setores mas implicam aumentos de custos para os seus usuários. Com o ajuste do cambio o custo unitário do trabalho em moeda estrangeira deve ter redução, enquanto que o componente com maior elevação será provavelmente o custo de energia elétrica, que já teve um primeiro salto em 2014 e aumentos ainda maiores em Por sua vez, se bem sucedido, o ajuste fiscal pode sustentar mais adiante um processo de redução da taxa de juros e do custo de capital, movimento que sendo combinado com a recuperação de margens e condições favoráveis à participação privada em infraestrutura pode ajudar na reversão do cenário em favor da retomada do investimento. 6 Dados de Contas Nacionais segregam investimentos em empresas não financeiras até 2009; a partir de 2010 os dados de investimentos são agregados, razão pela qual o CEMEC fez estimativas, cuja metodologia está descrita no citado Estudo Especial de Novembro de
NOTA CEMEC 06/2015 CÂMBIO CONTRIBUI PARA RECUPERAÇÃO DE MARGENS E COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA
NOTA CEMEC 06/2015 CÂMBIO CONTRIBUI PARA RECUPERAÇÃO DE MARGENS E COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA Agosto de 2015 O CEMEC não se responsabiliza pelo uso dessas informações para tomada de decisões de compra
NOTA CEMEC 07/2015 FATORES DA DECISÃO DE INVESTIR DAS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS UM MODELO SIMPLES
NOTA CEMEC 07/2015 FATORES DA DECISÃO DE INVESTIR DAS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS UM MODELO SIMPLES Setembro de 2015 O CEMEC não se responsabiliza pelo uso dessas informações para tomada de decisões de compra
RELATÓRIO TRIMESTRAL DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL. Abril 2015
RELATÓRIO TRIMESTRAL DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL Abril 2015 Equipe Técnica: Diretor: Carlos Antônio Rocca Superintendente: Lauro Modesto Santos Jr. Analistas: Elaine Alves Pinheiro e Fernando
NOTA CEMEC 05/2015 INVESTIMENTO E RECESSÃO NA ECONOMIA BRASILEIRA 2010-2015: 2015: UMA ANÁLISE SETORIAL
NOTA CEMEC 05/2015 INVESTIMENTO E RECESSÃO NA ECONOMIA BRASILEIRA 2010-2015: 2015: UMA ANÁLISE SETORIAL Agosto de 2015 O CEMEC não se responsabiliza pelo uso dessas informações para tomada de decisões
REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E AS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS: 2010-2014
NOTAS CEMEC 01/2015 REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E AS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS: 2010-2014 Carlos A. Rocca Lauro Modesto Santos Jr. Fevereiro de 2015 1 1. Introdução No Estudo Especial CEMEC de novembro
REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E O FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL- 2012/2013
ESTUDO ESPECIAL REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E O FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL- 2012/2013 Carlos A. Rocca Lauro Modesto Santos Jr. Novembro 2013 SUMÁRIO 1. Sumário e conclusões... 3 2. Entre
REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E O FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL - 2010-2013
VERSÃO FINAL F ESTUDO ESPECIAL REDUÇÃO DA TAXA DE POUPANÇA E O FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL - 2010-2013 Carlos A. Rocca Lauro Modesto Santos Jr. Novembro de 2014 INDICE 1. RESUMO E CONCLUSÕES...
RELATÓRIO TRIMESTRAL DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL
RELATÓRIO TRIMESTRAL DE FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL Outubro 2013 SUMÁRIO 1. Introdução... 3 2. Visão macroeconômica: investimento e poupança na economia brasileira... 4 3. Padrão de financiamento
CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC RELATÓRIO CEMEC MENSAL DE DESEMPENHO DA POUPANÇA FINANCEIRA. Junho
CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS RELATÓRIO CEMEC MENSAL DE DESEMPENHO DA POUPANÇA FINANCEIRA Junho 2011 ÍNDICE 1. Objetivo do Relatório... 3 2. Modelo
A Carga Tributária para a Indústria de Transformação
nº 01 A A Indústria de Transformação brasileira deve encerrar 2014 com mais um resultado negativo para a produção, ratificando o quadro de baixa atividade fabril que caracterizou últimos quatro anos, período
MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS
MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Questão: Considere uma economia na qual os indivíduos vivem por dois períodos. A população é constante e igual a N. Nessa economia
ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS
ANEXO VII OBJETIVOS DAS POLÍTICAS MONETÁRIA, CREDITÍCIA E CAMBIAL LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007 (Anexo específico de que trata o art. 4º, 4º, da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000)
Dívida Líquida do Setor Público Evolução e Perspectivas
Dívida Líquida do Setor Público Evolução e Perspectivas Amir Khair 1 Este trabalho avalia o impacto do crescimento do PIB sobre a dívida líquida do setor público (DLSP). Verifica como poderia estar hoje
INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA
Indicadores CNI INVESTIMENTOS NA INDÚSTRIA Momento difícil da indústria se reflete nos investimentos Intenção de investimento para 2015 é a menor da pesquisa Em 2014, 71,8% das empresas investiram 7,9
CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC
SEMINÁRIO BANCO MUNDIAL CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC Financiamento de Investimentos no Brasil São Paulo 28/Abril/2011 SEMINÁRIO BANCO MUNDIAL SUMÁRIO 1. COMO AS EMPRESAS BRASILEIRAS SE
Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos
Economia e Mercado Aula 4 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Oscilações dos níveis de produção e emprego Oferta e demanda agregadas Intervenção do Estado na economia Decisão de investir Impacto da
Ano I Boletim II Outubro/2015. Primeira quinzena. são específicos aos segmentos industriais de Sertãozinho e região.
O presente boletim analisa algumas variáveis chaves na atual conjuntura da economia sertanezina, apontando algumas tendências possíveis. Como destacado no boletim anterior, a indústria é o carro chefe
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO
II RELATÓRIO ANALÍTICO 15 1 CONTEXTO ECONÔMICO A quantidade e a qualidade dos serviços públicos prestados por um governo aos seus cidadãos são fortemente influenciadas pelo contexto econômico local, mas
Conjuntura Dezembro. Boletim de
Dezembro de 2014 PIB de serviços avança em 2014, mas crise industrial derruba taxa de crescimento econômico Mais um ano de crescimento fraco O crescimento do PIB brasileiro nos primeiros nove meses do
Prefeitura Municipal de Castro
ANEXO DE METAS FISCAIS LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2015 (Art. 4º, 1º, inciso II do 2º da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000) DEMONSTRATIVO I ANEXO DE METAS ANUAIS Em cumprimento ao disposto
Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados
Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Fevereiro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Fevereiro de 2015...
Crescimento Econômico Brasileiro: Análise e Perspectivas
Crescimento Econômico Brasileiro: Análise e Perspectivas Fernando A. Veloso Ibmec/RJ XII Seminário Anual de Metas para a Inflação Maio de 2010 Crescimento da Renda per Capita Entre 1960 e 1980, a renda
CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC INFORMATIVO CEMEC MENSAL - POUPANÇA FINANCEIRA. Outubro
CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS INFORMATIVO CEMEC MENSAL - POUPANÇA FINANCEIRA Outubro 2011 ÍNDICE 1. Objetivo do Relatório... 3 1. Análise da Poupança
AJUSTE FISCAL E A RECUPERAÇÃO DO INVESTIMENTO 25/06/2014
14º SEMINARIO CEMEC DE MERCADO DE CAPITAIS AJUSTE FISCAL E A RECUPERAÇÃO DO INVESTIMENTO 25/06/2014 Carlos A. Rocca INDICE 1. Ajuste fiscal e retomada do crescimento 2. Visão Macro: poupança, investimento
Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking
1. Quando o IPCA tende a subir além das metas de inflação, qual medida deve ser tomada pelo COPOM: a) Abaixar o compulsório b) Reduzir taxa do redesconto c) Aumentar o crédito d) Elevar a taxa de juros
Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação
Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação O processo de desindustrialização pelo qual passa o país deve-se a inúmeros motivos, desde os mais comentados, como a sobrevalorização
Perspectivas da Economia Brasileira
Perspectivas da Economia Brasileira Márcio Holland Secretário de Política Econômica Ministério da Fazenda Caxias do Sul, RG 03 de dezembro de 2012 1 O Cenário Internacional Economias avançadas: baixo crescimento
EARNINGS RELEASE 2008 e 4T08 Cemig D
EARNINGS RELEASE 2008 e 4T08 Cemig D (Em milhões de reais, exceto se indicado de outra forma) --------- Lucro do Período A Cemig Distribuição apresentou, no exercício de 2008, um lucro líquido de R$709
Evolução Recente das Principais Aplicações Financeiras
Evolução Recente das Principais Aplicações Financeiras As principais modalidades de aplicação financeira disponíveis no mercado doméstico caderneta de poupança, fundos de investimento e depósitos a prazo
Produção Industrial Cearense Cresce 2,5% em Fevereiro como o 4º Melhor Desempenho do País
Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento
RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO. Junho de 2012
RISCOS E OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO Junho de 2012 Riscos e oportunidades para a indústria de bens de consumo A evolução dos últimos anos, do: Saldo da balança comercial da indústria
NUTRIPLANT ON (NUTR3M)
NUTRIPLANT ON (NUTR3M) Cotação: R$ 1,79 (18/06/2014) Preço-Alvo (12m): R$ 2,10 Potencial de Valorização: 18% 4º. Relatório de Análise de Resultados (1T14) Recomendação: COMPRA P/L 14: 8,0 Min-Máx 52s:
APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO
APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO 18 de Agosto de 2006 Demian Fiocca Presidente do BNDES www.bndes.gov.br 1 BRASIL: NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO Um novo ciclo de desenvolvimento teve início em 2004.
NOTA CEMEC 09/2015 COMPOSIÇÃO DA DÍVIDA DAS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS
NOTA CEMEC 09/2015 COMPOSIÇÃO DA DÍVIDA DAS EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS Novembro de 2015 SUMÁRIO NOTA CEMEC 09/2015 São apresentadas adiante estimativas da composição da divida (exigível financeiro) das empresas
CRITÉRIOS / Indicadores
CRITÉRIOS / Indicadores A lista de conceitos desta MELHORES E MAIORES Os valores usados nesta edição são expressos em reais de dezembro de 2014. A conversão para dólares foi feita, excepcionalmente, com
Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados
Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Abril de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março de 2015... 5 3.
Como as empresas financiam investimentos em meio à crise financeira internacional
9 dez 2008 Nº 58 Como as empresas financiam investimentos em meio à crise financeira internacional Por Fernando Pimentel Puga e Marcelo Machado Nascimento Economistas da APE Levantamento do BNDES indica
Os investimentos no Brasil estão perdendo valor?
1. Introdução Os investimentos no Brasil estão perdendo valor? Simone Maciel Cuiabano 1 Ao final de janeiro, o blog Beyond Brics, ligado ao jornal Financial Times, ventilou uma notícia sobre a perda de
Boletim Econômico Edição nº 89 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico
Boletim Econômico Edição nº 89 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Crise não afeta lucratividade dos principais bancos no Brasil 1 Lucro dos maiores bancos privados
MERCADO DE CAPITAIS CENTRO DE ESTUDOS DE CEMEC
10º. SEMINÁRIO CEMEC DE MERCADO DE CAPITAIS CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC Financiamento de Investimentos no Brasil e nas Empresas São Paulo 29/Novembro/2011 10º. SEMINÁRIO CEMEC DE MERCADO
Operações Crédito do SFN
Operações de Crédito do Sistema Financeiro Nacional em fev/2015 O crédito total do SFN incluindo as operações com recursos livres e direcionados somou R$ 3,03 trilhões em fev/15, após alta de 0,5% no mês
Especial Lucro dos Bancos
Boletim Econômico Edição nº 90 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Especial Lucro dos Bancos 1 Tabela dos Lucros em 2014 Ano Banco Período Lucro 2 0 1 4 Itaú Unibanco
TRABALHO DE ECONOMIA:
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS - UEMG FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA - FEIT INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE ITUIUTABA - ISEPI DIVINO EURÍPEDES GUIMARÃES DE OLIVEIRA TRABALHO DE ECONOMIA:
HSM EXPOMANAGEMENT 2014 Mercado de Capitais e Direito Internacional PAINEL 5
HSM EXPOMANAGEMENT 2014 Mercado de Capitais e Direito Internacional PAINEL 5 ACESSO DAS EMPRESAS AO MERCADO DE CAPITAIS 04 DE NOVEMBRO DE 2014 INSTITUTO IBMEC MERCADO DE CAPITAIS CEMEC Centro de Estudos
NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária
NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária Alcance 1. Uma entidade que prepara e apresenta Demonstrações Contábeis sob o regime de competência deve aplicar esta Norma
Avaliação de Conhecimentos. Macroeconomia
Workshop de Macroeconomia Avaliação de Conhecimentos Específicos sobre Macroeconomia Workshop - Macroeconomia 1. Como as oscilações na bolsa de valores impactam no mercado imobiliário? 2. OquemoveoMercadoImobiliário?
Investimento em infraestrutura: efeitos multiplicadores sobre o crescimento do PIB
Investimento em infraestrutura: efeitos multiplicadores sobre o crescimento do PIB Brasília (DF), 06 de outubro de 2015 1 Diretoria Estratégia da Marca Gerência de Assessoramento Econômico Economia Internacional
4º PAINEL: INVESTIMENTO PRIVADO, INVESTIMENTO PÚBLICO E MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL
SEMINARIO FIESP REINDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL: CHAVE PARA UM PROJETO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO 4º PAINEL: INVESTIMENTO PRIVADO, INVESTIMENTO PÚBLICO E MERCADO DE CAPITAIS NO BRASIL 26 agosto 2013 Carlos
Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios
Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte
Gráfico nº 1 - Variação do Nível de Atividade 1T/08-1T/07 Elaboração Núcleo de Pesquisa Industrial da FIEA 52,08
Resumo Executivo A Sondagem Industrial procura identificar a percepção dos empresários sobre o presente e as expectativas sobre o futuro. Os dados apresentados servem como parâmetro capaz de mensurar o
com produtos chineses perderam mercado no exterior em 2010. China Sendo que, esse percentual é de 47% para o total das indústrias brasileiras.
73% das indústrias gaúchas exportadoras que concorrem com produtos chineses perderam mercado no exterior em 2010. 53% das indústrias gaúchas de grande porte importam da China Sendo que, esse percentual
CENÁRIOS ECONÔMICOS O QUE ESPERAR DE 2016? Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2015
CENÁRIOS ECONÔMICOS O QUE ESPERAR DE 2016? Prof. Antonio Lanzana Dezembro/2015 1 SUMÁRIO 1. Economia Mundial e Impactos sobre o Brasil 2. Política Econômica Desastrosa do Primeiro Mandato 2.1. Resultados
Trabalho de Discussão Interna - TDI CEMEC 05
CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC Trabalho de Discussão Interna - FINANCIAMENTO DOS INVESTIMENTOS NO BRASIL E O PAPEL DO MERCADO DE CAPITAIS Junho 2011 SUMÁRIO 1. Introdução... 3 2. Visão
Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro
Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 22-10-08) Edição de 27 de Outubro de 08 Crise não teve impacto significativo nas operações
Fase 2 (setembro 2012) Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012
Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012 Apresentação A sondagem Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário 2012 Fase 2 apresenta a visão do empresário do transporte
AGÊNCIA ESPECIAL DE FINANCIAMENTO INDUSTRIAL FINAME RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31 DE DEZEMBRO DE 2008
AGÊNCIA ESPECIAL DE FINANCIAMENTO INDUSTRIAL FINAME RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31 DE DEZEMBRO DE 2008 Senhor acionista e demais interessados: Apresentamos o Relatório da Administração e as informações
Vendas Recrusul de Implementos Rodoviários (em unidades) 1T08 1T09 1T10 1T11 1T12
Faturamos 53 unidades de implementos rodoviários no 1T12 Vendas Recrusul de Implementos Rodoviários (em unidades) 116 33 40 55 53 1T08 1T09 1T10 1T11 1T12 O mercado de implementos rodoviários mostrou-se
Política monetária e senhoriagem: depósitos compulsórios na economia brasileira recente
Política monetária e senhoriagem: depósitos compulsórios na economia brasileira recente Roberto Meurer * RESUMO - Neste artigo se analisa a utilização dos depósitos compulsórios sobre depósitos à vista
Produtividade no Brasil: desempenho e determinantes 1
Produtividade no Brasil: desempenho e determinantes 1 Fernanda De Negri Luiz Ricardo Cavalcante No período entre o início da década de 2000 e a eclosão da crise financeira internacional, em 2008, o Brasil
CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO
CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO RECONHECIDA NOS TERMOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE EM 16 DE SETEMBRO DE 2010 Estudo técnico Edição nº 22 dezembro de 2014
SINCOR-SP 2016 ABRIL 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS
ABRIL 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 Sumário Palavra do presidente... 4 Objetivo... 5 1. Carta de Conjuntura... 6 2. Estatísticas dos Corretores de SP... 7 3. Análise macroeconômica...
ENTENDENDO COMO FUNCIONA A RENDA FIXA. Renda Fixa Plano B 124,0 % 10,0 % Renda Fixa Plano C 110,0 % 9,1 % Selic 71,0 % 6,5 %
ENTENDENDO COMO FUNCIONA A RENDA FIXA A partir de 2005 foi iniciado um processo de alongamento dos prazos das carteiras de renda fixa da PSS, que propiciou bons ganhos por oito anos seguidos até o final
Material Explicativo sobre Títulos Públicos
Material Explicativo sobre 1. Definições Gerais Os são emitidos pelo Tesouro Nacional, servindo como um instrumento de captação do Governo Federal para execução e financiamento de suas dívidas internas,
Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)
Anexo IV Metas Fiscais IV.1 Anexo de Metas Fiscais Anuais (Art. 4 o, 1 o, inciso II do 2 o da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Em cumprimento ao disposto na Lei Complementar n o 101, de
Pesquisa FEBRABAN de Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado
Pesquisa FEBRABAN de Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado Variáveis Macroeconômicas Pesquisa de Projeções Macroeconômicas (Média) Efetivos Efetivos Pesquisas anteriores 2012 2013 Pesquisa
Proposta do Ibmec estratégia nacional de acesso ao mercado de capitais
ESTUDOS E PESQUISAS Nº 417 Proposta do Ibmec estratégia nacional de acesso ao mercado de capitais Carlos A. Rocca * XXIV Fórum Nacional Rumo ao Brasil Desenvolvido (Em Duas Décadas): Estratégia de Desenvolvimento
INSTITUTO ASSAF: ANÁLISE DO DESEMPENHO DOS BANCOS MÉDIOS E DOS BANCOS GRANDES
INSTITUTO ASSAF: ANÁLISE DO DESEMPENHO DOS BANCOS MÉDIOS E DOS BANCOS GRANDES O Instituto Assaf comparou diversos indicadores de desempenho dos bancos grandes e dos bancos médios de 2009 a 2011. Primeiramente
2.7 Financiamento. Por que Financiamento? Comparação Internacional. Visão 2022
2.7 Financiamento Por que Financiamento? O ritmo de crescimento de uma economia e a competitividade da sua indústria dependem da disponibilidade de recursos para investimento e da capacidade do sistema
Situação da economia e perspectivas. Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC)
Situação da economia e perspectivas Gerência-Executiva de Política Econômica (PEC) Recessão se aprofunda e situação fiscal é cada vez mais grave Quadro geral PIB brasileiro deve cair 2,9% em 2015 e aumentam
PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)
PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL) Melhor método para avaliar investimentos 16 perguntas importantes 16 respostas que todos os executivos devem saber Francisco Cavalcante([email protected])
CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO
CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL
Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010
Curitiba, 25 de agosto de 2010. SUBSÍDIOS À CAMPANHA SALARIAL COPEL 2010 DATA BASE OUTUBRO 2010 1) Conjuntura Econômica Em função dos impactos da crise econômica financeira mundial, inciada no setor imobiliário
Gestão do Fluxo de Caixa em Épocas de Crise
Gestão do Fluxo de Caixa em Épocas de Crise Lucro que não gera caixa é ilusão "Se você tiver o suficiente, então o fluxo de caixa não é importante. Mas se você não tiver, nada é mais importante. É uma
6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26
Prefácio 1 Exercício Social, 1 Exercícios, 2 2 Disposições Gerais, 3 2.1 Demonstrações financeiras exigidas, 3 2.2 Demonstrações financeiras comparativas, 4 2.3 Contas semelhantes e contas de pequenos,
Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014
Nota de Crédito PJ Janeiro 2015 Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 mai/11 mai/11 Carteira de Crédito PJ não sustenta recuperação Após a aceleração verificada em outubro, a carteira de crédito pessoa jurídica
UNIJUI Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS ECONOMIA II PROFESSOR AGENOR CASTOLDI APONTAMENTOS DE MACROECONOMIA
UNIJUI Universidade Regional do Noroeste do Estado do RS ECONOMIA II PROFESSOR AGENOR CASTOLDI APONTAMENTOS DE MACROECONOMIA MATERIAL DE AUXILIO PARA AULAS DE ECONOMIA II CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ANO
ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DA EMPRESA BOMBRIL S.A.
Universidade Federal do Pará Centro: Sócio Econômico Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Análise de Demonstrativos Contábeis II Professor: Héber Lavor Moreira Aluno: Roberto Lima Matrícula:05010001601
Conjuntura - Saúde Suplementar
Conjuntura - Saúde Suplementar 25º Edição - Abril de 2014 SUMÁRIO Conjuntura - Saúde Suplementar Apresentação 3 Seção Especial 5 Nível de Atividade 8 Emprego 9 Emprego direto em planos de saúde 10 Renda
O sucesso do Plano Real na economia brasileira RESUMO
1 O sucesso do Plano Real na economia brasileira Denis de Paula * RESUMO Esse artigo tem por objetivo evidenciar a busca pelo controle inflacionário no final da década de 1980 e início da década de 1990,
O indicador do clima econômico piorou na América Latina e o Brasil registrou o indicador mais baixo desde janeiro de 1999
14 de maio de 2014 Indicador IFO/FGV de Clima Econômico da América Latina¹ O indicador do clima econômico piorou na América Latina e o Brasil registrou o indicador mais baixo desde janeiro de 1999 O indicador
