INSTRUÇÃO DE TRABALHO

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Enfª: Cilene Bisagni, Claudia Elizabeth de Almeida e Andreia Paz Enfº: Rogério Marques de Sousa

Emergência Intra-Hospitalar II. Prof Enfermeiro Diogo Jacintho

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Contraindicação: passagens nasais ocluídas, traumas de crânio, face, pescoço e coagulopatias,

Roteiro. Objetivos: Administrar os medicamentos por via oral com segurança ao paciente.

CONCEITO Consiste na administração de medicamentos, colírio e/ou pomada por via ocular no saco conjuntival inferior.

Consiste no processo de introdução de uma sonda apropriada através da cavidade nasal ou oral até o estômago.

Serve como um valioso instrumento para o diagnóstico de várias patologias cardíacas e distúrbios hidroeletrolítico.

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP ASSUNTO: Curativo de Úlcera Arterial

Procedimento Operacional Padrão (POP) Centro de Educação e Pesquisa em Enfermagem Título Limpeza das ambulâncias e equipamentos

PROTOCOLO OPERACIONAL PADRÃO

FINALIDADE Realizar avaliação física do sistema cardiovascular e fornecer dados para determinar o estado de saúde de paciente.

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Cheklist: Banho no leito

ANEXO I - DESCRIÇÃO DO OBJETO ITEM ESPECIFICAÇAO UND QTD MONITOR MULTIPARÂMETRO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO DE ENFERMAGEM POP CDC Nº041 DATA: 28/07/2014. Revisão: 00 PÁG: 1

DESATIVAÇÃO DE CATETER VENOSO CENTRAL Enf a.(s): Andreia Paz, Renata Maciel e Paula Alves

Registro dos eventos elétricos. Base do ECG. O eletrocardiograma (ECG) é o registro dos sinais elétricos emitidos durante a atividade cardíaca.

XIV. Respondendo dúvidas frequentes de análise

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Indicações: terapêutica indicada conforme patologia apresentada pelo paciente

UNIDADE ELETROCIRÚRGICA. Maria da Conceição Muniz Ribeiro

Setor: Todos os setores Responsável pela prescrição do POP Médico, Enfermeiro Responsável pela execução do POP Auxiliar ou Técnico em Enfermagem

COLETA DE URINA PARA ELEMENTOS ANORMAIS E SEDIMENTOS ( EAS) Enfª( s): Sandra Chaves e Andreia Paz, Cilene Bisagni, Elisabeth Novello

Registro dos eventos elétricos. Base do ECG. O eletrocardiograma (ECG) é o registro dos sinais elétricos emitidos durante a atividade cardíaca.

INDICAÇÕES: A medida da temperatura corporal deve ser realizada em toda avaliação de saúde.

CREATININA Valores de referência- Canino RESULTADO...: 1,20 mg/dl De 0,5 a 1,5 mg/dl MATERIAL UTILIZADO : SORO SANGÜINEO MÉTODO : CINÉTICO

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO/2014

ATIVAÇÃO DE UM CATETER VENOSO CENTRAL Enf a.(s): Andreia Paz, Renata Maciel e Paula Alves

ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM FERIDAS E CURATIVOS. Aula 7. Profª. Tatianeda Silva Campos

Transcrição:

1. Titulo: MONITORIZAÇÃO CARDÍACA 2. Definição: Consiste em manter a visualização contínua da atividade elétrica (ritmo e frequência) do coração, através de um monitor cardíaco. 3. Objetivos: Visualizar e monitorar, por um período prolongado, a frequência e o ritmo cardíaco do cliente e os efeitos terapêuticos advindos de terapias farmacológicas implementadas. 4. Indicação: Trauma torácico; Doenças cardíacas; Pós-cirúrgicos; Doenças Pulmonares; Doenças Esplênica; Sepse; Clientes que apresentam instabilidade hemodinâmica; Clientes submetidos à Cardioversão e principalmente naqueles que sofreram reversão pós-parada. Obs: Indicada para pacientes críticos, semi-críticos ou em outras situações que necessitem de repouso absoluto. 4.1 Contra-indicação: Não se aplica. 5. Responsáveis: Enfermeiros e técnicos em enfermagem.

6. Orientações Pré Procedimento: Verificar funcionamento adequado do equipamento; Evitar protuberâncias ósseas, articulações e dobras na pele, para realizar a monitorização com eletrodos; Remover os pelos corporais excessivos do local, caso necessário. 6.1 Pós Procedimento: Trocar os eletrodos diariamente, após o banho; Modificar os locais de colocação dos eletrodos a cada 2 a 3 dias devido à irritação cutânea; Comunicar ao plantonista alterações detectadas no monitor e registrar em documento de prontuário. 7. Frequência: Sempre que necessário e/ou conforme prescrição médica. 8. Materiais: EPI s: Luva de procedimento; Monitor multiparamétrico; 1cabo de monitorização de ECG (três ou cinco derivações); 3 ou 5 eletrodos descartáveis; Álcool a 70% (quando é necessário limpar a pele do cliente e para posterior desinfecção do equipamento); Tricotomizador elétrico com lâmina acoplada (caso seja necessário fazer tricotomia da região torácica). 9. Passos do Processo: Orientar o cliente e/ou acompanhante quanto ao procedimento; Realizar a Higienização das mãos conforme IT SCIH 1;

Reunir material necessário; Paramentar-se EPI s; Posicionar o paciente em decúbito dorsal; Ligar o monitor e conectar o cabo do paciente no local indicado; Realizar a tricotomia se houver necessidade, apenas nos locais de adesão dos eletrodos; Realizar a limpeza da pele com gaze umedecida com álcool a 70%; Conectar os eletrodos descartáveis no cabo de monitorização do paciente; Remover a parte que protege a aderência e a lubrificação do eletrodo descartável; Certificar da presença de gel em todos os eletrodos; Fixar os eletrodos sobre a pele do paciente de acordo com as posições padronizadas: RA: braço direito. Deve ser posicionado diretamente abaixo da clavícula e próximo ao ombro direito; LA; braço esquerdo. Posicionar diretamente abaixo da clavícula e próximo ao ombro esquerdo; RL: perna direita. Posicionar na parte inferior direita do abdome. LL: perna esquerda. Posicionar na parte inferior esquerda do abdome; V,G ou C: representa o fio terra, que inibe possíveis interferências geradas por outras aparelhagens ao redor e deve ser posicionado no terceiro espaço intercostal do hemitórax direito; Verificar a presença do traçado do ECG no monitor; Retirar as luvas; Realizar os seguintes ajustes: Colocar na derivação DII, pois permite melhor visualização da onda P e facilita a interpretação de arritmias; Avaliar a amplitude do complexo QRS; Ajustar os alarmes mínimo e máximo da frequência cardíaca de acordo com a clínica do paciente

(ideal mínimo = 50bpm e máximo= 100bpm); Ativar o sistema de alarme e a intensidade sonora; Recompor o paciente; Reunir e desprezar todo o material utilizado no procedimento; Realizar a Higienização das mãos conforme IT SCIH 1; Checar o procedimento na prescrição médica; Registrar o procedimento em documento de prontuário. 10. Considerações gerais: Ao término da monitorização os eletrodos deverão ser retirados com cautela, evitando lesão na pele do cliente, devendo esses ser desprezados em lixo hospitalar; A pele do cliente deve ser avaliada quanto à presença de irritação pela permanência prolongada dos eletrodos. Após o uso o equipamento deverá ser submetido à higienização e desinfecção com Surfa Safe antes de ser guardado. 11. Padrões de prática: Qualidade na monitorização. 12. Pontos Críticos/Riscos: Posicionamento inadequado dos fios e eletrodos; Excesso de suor na pele. 13. Ações Corretivas: Treinamento; Realizar a limpeza da pele. 14. Indicadores de qualidade: Ausência de eventos adversos.

15. Periodicidade de Treinamento: Admissional e sempre que necessário. 16. Registro: Documento de prontuário. 17. Referências: JUREMA, H. S. P. Enfermagem em cardiologia. Cuidados Avançados. Ed. Manole. São Paulo. 2007. Dados do Documento: Data: Elaboração: Leila de Assis Oliveira Ornellas 01/2014 Revisão: Katia Neuza Guedes; Luzia Alves Pereira Gusmão 04/2014 Aprovação: Maria do Rosário D. M. Wanderley 04/2014