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Inicialmente, vamos escalonar o sistema: adicionando os elementos da segunda equação aos da rimeira multilicados or ( ), e adicionando os elementos da terceira equação aos da rimeira multilicados or ( 3). Desta forma, tem-se: x y + z = 5 x + y + 3z = 3x y + k z = k + 5 x y + z = 5 5y + z = 8 5y + (k 3). z = k 0 Continuando, vamos adicionar os elementos da terceira equação aos da segunda multilicados or ( ): x y + z = 5 5y + z = 8 (k 4). z = k a) Para k = 0, tem-se: x y + z = 5 5y + z = 8 4z = Da terceira equação, tem-se z =. Substituindo z = na segunda equação, tem-se: 5y + = 8 5y = 8 y = 7 0

Substituindo z = e y = 7 0 x. 7 0 + = 5 x + 7 5 + = 5 na rimeira equação, tem-se: x = 5 7 5 x = 0 Para k = 0, o conjunto solução é dado or S = 0, 7 0, b) O sistema escalonado aresenta-se da seguinte maneira: x y + z = 5 5y + z = 8 (k 4). z = k Observando a última equação do sistema, tem-se: Para k =, tem-se 0. z = 0, de modo que z ode assumir qualquer valor real. Para k =, tem-se 0. z = 4. Neste caso, não existe valor de z que verifique tal equação. Para k e k, tem-se um único valor de z, ou seja, z = k k 4 = k +. Resostas: a) S = 0, 7 0, b) Para k e k, tem-se z = k + Sistema ossível e determinado. Para k = Sistema ossível e indeterminado. Para k = Sistema imossível. 3

a) Pela tabela, observa-se que Q(0) = 500 e Q(00) = 800, ou seja: 500 = a + b. log(0) 800 = a + b. log(00) 500 = a + b 800 = a + b Subtraindo a rimeira equação da segunda, tem-se: b = 300 Substituindo b = 300 na rimeira equação, tem-se a = 00. b) Deseja-se encontrar o valor de x ara o qual se tem Q(x) = 00, ou seja: Q(x) = a + b. log(x) 00 = 00 + 300. log(x) 00 00 = 300. log(x) 000 = 300. log(x) 0 = 3. log(x) 0 = log(x 3 ) x 3 = 0 0 x = 3 0 0 x = 3 0 3. 0 3. 0 3. 0 x = 3 0 3. 3 0 3. 3 0 3. 3 0 x 0. 0. 0.,5 x 50 Portanto, a área aroximada, em hectares, ara a qual se terá 00 tios de insetos é igual a 50. Resostas: a) a = 00 e b = 300 b) 50 4

a) Sendo r a medida do raio da circunferência menor, observe a figura: Alicando o teorema de Pitágoras no triângulo destacado, tem-se: ( + 3) = (r + 3) + (r + ) 5 = r + 0r + 3 r + 0r = 0 r + 5r 6 = 0 (r ). (r + 6) = 0 r = ou r = 6 (não convém, ois r > 0) Logo, o raio do círculo menor mede unidade de comrimento. 5

b) A área do losango cujos vértices são os centros dos quatro círculos maiores ode ser obtida or meio do semiroduto das medidas das diagonais. As diagonais do losango medem 8 e 6. Logo,a área é dada or: S = D. d S = 8. 6 S = 4 unidades de área Resostas: a) 0 b) 4 a) A quantidade de cubos com exatamente uma face vermelha é dada or: V =. [(n ). (n + ) + (n ). (n + ) + (n + ). (n + )] V =. [(n ). (n ) + (n ). n + (n ). n] Para que cubos ossuam exatamente uma face vermelha é necessário e suficiente que V =, ou seja: =. [(n ). (n ) + (n ). n + (n ). n] = (n ). (n ) + (n ). n + (n ). n = n 3n + + n n + n n 3n 6n 9 = 0 n n 3 = 0 Fatorando, obtém-se: (n 3). (n + ) = 0 n = 3 ou n = (não convém, ois n > 0) Portanto, n = 3. 6

b) A quantidade de cubos com nenhuma face vermelha é dada or: V 0 = (n ). (n + ). (n + ) V 0 = (n ). (n ). n Para que 4 cubos não ossuam qualquer face vermelha é necessário e suficiente que V 0 = 4, ou seja: 4 = (n ). (n ). n 4 = (n 3n + ). n 4 = n 3 3n + n n 3 3n + n 4 = 0 Fatorando o olinômio do rimeiro membro or meio dos rórios zeros, tem-se: (n 4). (n + n + 6) = 0 n = 4 ou n + n + 6 = 0 Como a equação n + n + 6 = 0 não aresenta raízes reais, conclui-se que n = 4. Resostas: a) 03 b) 04 7

a) O volume do cubo é igual a 4 3 = 64 cm 3. O menor sólido é uma irâmide cuja base tem área igual à metade da área de um quadrado de lado 4 cm e cuja altura é igual à aresta do cubo, ou seja, 4 cm. Desta forma, o volume do menor sólido (irâmide) é dado or: V menor = 3. 4. 4 = 6. 43 V menor = 3 3 cm3 O volume da irâmide é igual a um sexto do volume do cubo. Logo, o do maior sólido é igual a cinco sextos do volume do cubo, ou seja: V maior = 5 6. 43 V maior = 60 3. cm3 b) A área total da irâmide é constituída or 3 triângulos isósceles retângulos de catetos 4 cm e triângulo equilátero cuja medida do lado é igual a da diagonal de uma face do cubo. Logo, a área total da suerfície da irâmide é dada or: S menor = 3. 4. 4 + 4. 3 4 S menor = (4 + 8 3 ) cm 3 8

A área total do maior sólido é comosta or 3 quadrados de lado 4 cm, 3 triângulos retângulos isósceles de catetos 4 cm e triângulo equilátero cuja medida do lado é igual à da diagonal de uma face do cubo: S maior = 3. 4 + 3. 4. 4 + 4. 3 4 S maior = (7 + 8 3 ) cm 3 Resostas: a) 3 3 cm3 e 60 3 cm3 b) (4 + 8 3 )cm 3 e (7 + 8 3 )cm 3 a) A média aritmética dos números de licenças onderados elas quantidades de emregados é dada or: X = X = 80 30 X = 6 3. + 4. 3 + 5. 6 + 6. 9 + 7. 7 + 8. 4 + 3 + 6 + 9 + 7 + 4 Logo, a média de licenças or emregado é igual a 6. A moda da distribuição é igual à quantidade de licenças mais frequente, ou seja, 6. No cálculo da média aritmética, observou-se que são 30 emregados. Como essa quantidade é ar, existem dois termos centrais na sequência ordenada de licenças: 5º e 6º valores. Os termos centrais são ambos iguais a 6, de modo que a mediana é igual à média aritmética dos dois termos centrais: Md = 6 + 6 Md = 6 Assim, a mediana é igual a 6. 9

A variância da distribuição de licenças é dada or: V = (3 6). + (4 6). 3 + (5 6). 6 + (6 6). 9 + (7 6). 7 + (8 6). 4 + 3 + 6 + 9 + 7 + 4 V = 50 30 = 5 3 (licença) O desvio adrão da distribuição de licenças é dado or: 5 D = = 3 5 3 = 3 3 D = 5 3 licença Resostas: a) média = moda = mediana = 6 b) Variância = 5 3 (licença) e D = 5 3 licença a) A distância da origem ao onto P(3,4) é igual ao raio de C : R = (3 0) + (4 0) = 5 = 5 Logo, a equação cartesiana da circunferência C é dada or: (x 0) + (y 0) = 5 x + y = 5 0

O coeficiente angular da reta que assa ela origem e elo onto P é dado or: m = 4 0 3 0 = 4 3 Assim, a equação da reta que assa ela origem e elo onto P é dada or: y y 0 = m. (x x 0 ) y 0 = 4 3. (x 0) y = 4 3 x Os triângulos em destaque são semelhantes de modo que: a 3 3 a 3 3 = b 4 4 = 5 = 5 a = 5 b 4 4 = 5 b = 8 5 Portanto, a equação cartesiana da circunferência C é dada or: x 5 + y 8 5 = x 5 Resostas: + y 8 5 = 4 centro no onto 5, 8 5 a) Circunferência: x + y = 5; reta: y = 4 3 x b) x 5 + y 8 5 = 4 centro no onto 5, 8 5

a) O termo geral da exressão é dado or: T + = C n.. x 3. x n T + = C n.. x 3. x n T + = C n.. x (n 4) Para n = 4, tem-se T + = C 4.. x (4 4) Para que esse termo seja indeendente de x é necessário e suficiente que o exoente de x seja igual a zero, ou seja: 4 4 = 0 = Substituindo = no termo geral, tem-se: T + = C 4. (4 4. ). x T = 4.. x0 T = Logo, o termo indeendente de x ossui ordem (º termo) e coeficiente igual a.

b) Retornando ao termo geral, tem-se: T + = C n.. x (n 4) Para que o termo indeendente seja igual a 7 é necessário e suficiente que o coeficiente deste termo seja igual a 7 e o exoente seja igual a zero: C n. = 7 n 4 = 0 Da segunda equação, observa-se que = n 4, ou seja, n deve ser natural e divisível or 4. A tabela a seguir aresenta alguns diferentes valores de n e : n 0 4 8 6 0 3 4 C n. 7 7,5 3,75 A tabela indica que, ara n = 8 e =, tem-se n = 4 e C n. = 7. Logo, n = 8 é uma resosta do roblema. Para que a resosta seja única, é necessário demonstrar que não existe outro ar de valores (n, ) que C n satisfaça ambas as equações do sistema. = 7 n 4 = 0 3

Observando que n = 4 e calculando a razão, R, entre dois valores genéricos e consecutivos de, tem-se: R = C 4. C + 4(+). (4)!!. (4 )! + = (4 + 4)! ( + )!.[(4 + 4) ( + )]!. R = (4)!!. (3)!. ( + )!. (3 + 3)! (4 + 4)!. R =. R =. ( + ). (3 + 3). (3 + ). (3 + ) (4 + 4). (4 + 3). (4 + ). (4 + ) ( + ). (3 + 3). (3 + ). (3 + ) 4. ( + ). (4 + 3). (4 + ). (4 + ) R = (3 + 3). (3 + ). (3 + ). (4 + 3). (4 + ). (4 + ) Para que fique comrovado que não existe outro ar de valores (n, ) que satisfaçam o sistema, basta mostrar que a sequência formada elos valores de C. n Fazendo R <, tem-se: é crescente, o que equivale a rovar que R <. (3 + 3). (3 + ). (3 + ). (4 + 3). (4 + ). (4 + ) < Observa-se que é um número inteiro e ositivo, logo: (3 + 3). (3 + ). (3 + ) <. (4 + 3). (4 + ). (4 + ) 7 3 + 54 + 33 + 6 < 8 3 + 9 + 88 + 0 3 + 38 + 55 + 6 > 0 Como a desigualdade anterior é verificada ara qualquer valor ositivo de, uma vez que todas as arcelas ossuem coeficientes ositivos, conclui-se R < e que, consequentemente, o único ar ossível é igual a n = 8 e =. Resostas: a) T = b) 08 4

a) f o g = g o f De acordo com a definição de função comosta, tem-se: f(g(x)) = g(f(x)) c. g(x) + = f(x) + c c. (x + c) + = cx + + c cx + c + = cx + + c c c = 0 c. (c ) = 0 c = 0 ou c = b) Para encontrar a inversa de f vamos trocar as variáveis e isolar y: f(x) = cx + y = cx + x = cy + y = x c f (x) = x c, c 0 Se g = c f, então: x + c = c. x c x + c = x c = Resostas: a) c = 0 ou c = b) c = 5

a) Observe a ilustração indicando x como a medida do lado do segundo quadrado: x Utilizando o teorema de Pitágoras, tem-se: x = x = 4 x = + Por raciocínio análogo, a medida do lado do terceiro quadrado será igual à medida do lado do segundo multilicada or, ou seja, as medidas dos lados de quadrados consecutivos constituem uma rogressão geométrica cuja razão é igual a. Desta forma, a medida do lado do terceiro quadrado é igual a. = 4 =. 6

b) A soma dos erímetros dos infinitos quadrados é dada or: S = 4. + + +... S = 4. 8 S = ( ). ( + ) ( + ) S = 8. ( + ) ( ) S = 8. ( + ) S = 4. ( + ) Considerando,4, tem-se: S 4. ( +,4) S 3,6 Resostas: a) / b) S 3,6 (demonstração) 7