NÚCLEO DE ORIENTAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE:



Documentos relacionados
Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A LEGISLAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Atualizadas pela Lei Brasileira de Inclusão da PCD (Lei 13.

Educação Acessível para Todos

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011.

EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE. - Não seja portador de Preconceito -

RELATÓRIO VISTORIA N.º 001/2011

ACESSIBILIDADE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EXPERIÊNCIA COM UM ALUNO CEGO DO CURSO DE GEOGRAFIA, A DISTÂNCIA

O TRABALHO SOCIAL EM HABITAÇÃO COM UM CAMPO DE ATUAÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL

CARTA ABERTA PELO DIREITO A CIDADE E A GESTÃO DEMOCRÁTICA

Ambientes acessíveis

Gestão de impactos sociais nos empreendimentos Riscos e oportunidades. Por Sérgio Avelar, Fábio Risério, Viviane Freitas e Cristiano Machado

MINISTÉRIO DAS CIDADES. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 9 DE JUNHO DE 2015 (PUBLICADA NO DOU Nº 108, EM 10 DE JUNHO DE 2015, SEÇÃO 1, PÁGINAS 39 e 40)

PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G)

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G)

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO INTRODUÇÃO

A gestão da prática do voluntariado como responsabilidade social, no contexto da estratégia organizacional. Fundação ArcelorMittal

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 5, DE 2 DE FEVEREIRO DE

FACULDADE UNA DE SETE LAGOAS

Instruções para visita da Secretaria Municipal de Educação às escolas

Projeto Grêmio em Forma. relato de experiência

Objeto: seleção de empresa com vistas a Elaboração de Projeto Executivo de Engenharia para

Normas e Leis para Ocupação de Auditórios e Locais de Reunião. LEI Nº , DE 25 DE JUNHO DE 1992 (São Paulo/SP)

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro. Plano de Trabalho. Gestão Rodrigo Leitão Diretor

Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

Estrutura do PDI

Fórum Estadual de Educação PR Plano Nacional de Educação PNE 2011/2020

Padrões de Qualidade para Cursos de Comunicação Social

(MAPAS VIVOS DA UFCG) PPA-UFCG RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UFCG CICLO ANEXO (PARTE 2) DIAGNÓSTICOS E RECOMENDAÇÕES

A INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR: CONTRIBUIÇÕES DE LEV VIGOTSKI E A IMPLEMENTAÇÃO DO SUPORTE PEDAGÓGICO NO IM-UFRRJ

PROJETO ESCOLA DE FÁBRICA

1. Garantir a educação de qualidade

Inclusão escolar: o trabalho de comunicação alternativa com alunos que apresentam comprometimento motor e de fala na Rede Municipal de Ribeirão Preto

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

Programa Ambiental: 1º Ciclo de Palestras Uso sustentável dos recursos naturais

PBQP-H QUALIDADE HABITACIONAL OBRAS DE EDIFICAÇÕES

II Workshop de Desempenho

Área das Engenharias

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO PROJETO DE RESIDÊNCIA EM SOFTWARE PÚBLICO BRASILEIRO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP

RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Demonstrativo de Programas Temáticos Conferência Por Orgão - PPA Total. Rio Grande do Norte

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 24

Anexo I CATEGORIA I: ACESSIBILIDADE CATEGORIA II: CULTURA CATEGORIA III: EDUCAÇÃO DESCRIÇÃO. Acessibilidade. Acesso à cultura

Curso de Acessibilidade

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR


ANEXO 5 ESCOPO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA E JURÍDICA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO SISTEMA CECRED

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência

ACESSIBILIDADE E DIREITOS DOS CIDADÃOS: BREVE DISCUSSÃO

FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE BACABAL FEBAC Credenciamento MEC/Portaria: 472/07 Resolução 80/07

MUNICÍPIO DE MORRINHOS Estado de Goiás

ORIENTAÇÕES PARA A MONTAGEM DOS KITS NOS TELECENTROS APOIADOS PELO PROGRAMA

Políticas Públicas de Fomento ao Cooperativismo *

ADAPTAÇÕES NECESSÁRIAS PARA O ALUNO SURDOCEGO ADQUIRIDO NA ESCOLA DE ENSINO REGULAR

SALA TEMÁTICA: EDUCAÇÃO INFANTIL

Viva Acessibilidade!

INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES. Inatel Competence Center. Business School. Gestão de Projetos

PROJETO CURSO ALUNO INTEGRADO / 2013

CGEB Coordenadoria de Gestão da Educação Básica. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO Coordenadoria de Gestão da Educação Básica

FACULDADE INTERNACIONAL DO DELTA PROJETO PARA INCLUSÃO SOCIAL DOS SURDOS DA FACULDADE INTERNACIONAL DO DELTA

Deus. Dr. Milton Bigucci. SECOVI e ACIGABC. Sr. João Alberto. Família. Noiva. Amigos. Equipe do escritório. A todos aqui presentes.

Introdução. Gestão Ambiental Prof. Carlos Henrique A. de Oliveira. Introdução à Legislação Ambiental e Política Nacional de Meio Ambiente - PNMA

INSTITUTO MUNICIPAL DE URBANISMO PEREIRA PASSOS IPP

Política Nacional de Mobilidade Urbana e Construção do Plano de Mobilidade

RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO

Incentivar a comunidade escolar a construir o Projeto político Pedagógico das escolas em todos os níveis e modalidades de ensino, adequando o

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015

Universidade do Grande Rio Prof. José de Souza Herdy ESCOLA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - ECT

Introdução. Laboratórios de informática

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Inclusão, Diversidades e EJA

RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum

A Propaganda de Medicamentos no Brasil

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DOS PROJETOS DE CURSO DO CEFET-MG

A Importância dos Projetos de Sistemas de Proteções Coletivas Engº José Carlos de Arruda Sampaio

Extensão Universitária: Mapeamento das Instituições que Fomentam Recursos para Extensão Universitária RESUMO

Elaboração e Avaliação de Projetos Sociais. Prof. Lucas Henrique da Luz lhluz@unisinos.br Telefone:(51)

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE FUNDO COMUNITÁRIO DE VOLTA REDONDA

COLÉGIO MATER CONSOLATRIX PROJETO DE INTERVENÇÃO DE PSICOLOGIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

Escola Mangwana. Escolha do local para implementação do Projeto

Portadores de necessidades especiais: trabalhando com saúde. Lailah Vasconcelos de Oliveira Vilela

Tarcia Paulino da Silva Universidade Estadual da Paraíba Roseane Albuquerque Ribeiro Universidade Estadual da Paraíba

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago GASTOS SOCIAIS: FOCALIZAR VERSUS UNIVERSALIZAR José Márcio Camargo*

Gestão em Sistemas de Saúde

Transcrição:

NÚCLEO DE ORIENTAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE: o direito à moradia acessível Ana Cecília Estevão Felipe Sérgio Bastos Jorge Matheus Henrique Araújo Silva CEFET-MG Campus Curvelo Eixo Temático: Desenho universal e acessibilidade Palavras Chave: Acessibilidade; Desenho Universal; Educação Inclusiva, Moradia Acessível. 1. Introdução No Brasil um número significativo de moradias é construído de forma autogerida, sem o acompanhamento de um responsável técnico, seja um engenheiro ou arquiteto. Ao empreender a construção de sua própria moradia, as famílias geram edificações que, em sua maioria, apresentam condições inadequadas de habitabilidade tais como a ausência de conforto térmico, da disposição adequada dos cômodos, da segurança estrutural e da acessibilidade (GRASSIOTO, 2003 apud ESTEVÃO, 2010). Acessibilidade é a condição para utilização segura e autônoma dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, por pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. Um dos instrumentos para promoção da acessibilidade em projetos de engenharia é o Desenho Universal, que é uma ferramenta para concepção de produtos, ambientes, programas e serviços capazes de serem usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva (BRASIL, 2016). Através do Desenho Universal, engenheiros e arquitetos planejam espaços acessíveis, sejam estes espaços de uso público ou privado. De forma a buscar cidades ambientalmente corretas e socialmente justas torna-se necessário que o conhecimento adquirido ao longo da formação destes profissionais seja amplamente utilizado na produção de edificações, destinadas à moradia, principalmente, da população de baixa renda.

Neste contexto cabe destacar que o governo promulgou, em 2008, a lei 11.888, conhecida como a Lei da Assistência Técnica, que assegura às famílias de baixa renda assistência técnica pública e gratuita para o projeto e a construção de Habitação de Interesse Social. Através da Lei, a parcela da população que empreende suas moradias de forma autogestionária, poderá ter a orientação de engenheiros e arquitetos para a produção de uma moradia digna. A lei 11.888/08 prevê que a assistência técnica pode ser realizada através do munícipio ou por extensão universitária (BRASIL, 2008). A Educação Inclusiva é o processo no qual se reestrutura a cultura, prática e política vivenciadas nos centros educacionais, de modo que estes respondam à diversidade de alunos (NORONHA & PINTO, 2011). Como parte da implantação de uma Educação Inclusiva a Lei Brasileira de Inclusão estabelece que, sejam incluídos conteúdos curriculares, em cursos de nível superior, de temas relacionados à pessoa com deficiência. Desta forma, este trabalho é o relato de uma experiência de pesquisa e extensão universitária que institui espaços de aprendizado inclusivo, promovendo o debate em torno de conteúdos relacionados à pessoa com deficiência na formação do Engenheiro civil. Como parte integrante do processo de Educação Inclusiva na formação de engenheiros no CEFET-MG, Campus Curvelo, foi criado o Núcleo de Orientação para a Sustentabilidade (NOS), um grupo de pesquisa e extensão que busca integrar a investigação sobre a engenharia sustentável no meio acadêmico e sociedade, estabelecendo um mecanismo de integralização que veicule para a comunidade tais estudos, buscando sua adaptação à realidade do município e da comunidade atendida. Através da implantação de um escritório publico de práticas de engenharia os alunos atendem a comunidade direcionando as soluções adotadas com vistas ao desenvolvimento sustentável, com especial atenção a adequação das moradias aos parâmetros de acessibilidade. 2. Metodologia A metodologia da experiência aqui relatada contempla revisão bibliográfica envolvendo temas tais como: acessibilidade e suas dimensões, desenho universal e formas de aplicação, habitações de interesse social (HIS), assistência técnica de acordo com a lei 11.888/08 e acessibilidade arquitetônica em HIS.

Buscando contextualizar e dinamizar os atendimentos é desenvolvido um diagnóstico urbano do município de atuação do projeto, a cidade de Curvelo em Minas Gerais, e um catálogo de técnicas construtivas sustentáveis. Assim, durante os atendimentos recorre-se a essas informações para definições de soluções sustentáveis a serem aplicadas e adequação das mesmas ao contexto local. Através da implantação de um escritório público, são atendidas famílias com renda entre 0 e 3 salários mínimos. O atendimento contempla a elaboração de projetos e acompanhamento da obra, com a premissa de adotar técnicas construtivas sustentáveis e os parâmetros da NBR9050/16 para garantia da moradia acessível. Há ainda parceria com equipes jurídicas em questões relacionadas à propriedade do imóvel e de assistência social para mediação do atendimento e ações de geração de trabalho e renda. Em relação ao projeto de moradia acessível, as etapas de identificação das necessidades e definição das soluções podem ser descritas através do fluxograma apresentado na FIG. 1. Figura 1 etapas projeto moradia acessível

Desta forma, as famílias atendidas participam efetivamente das escolhas, que observam as recomendações da NBR9050/16 com vistas à obtenção de um espaço de moradia que amplie as possibilidades de autonomia de seus moradores. 3. Resultados e discussões No primeiro atendimento do escritório, que se encontra em andamento no momento de elaboração deste artigo, a proposta é a construção de uma residência para uma família composta por um casal e uma filha, na qual a mãe, devido à obesidade, possui mobilidade reduzida. O terreno é acidentado e a residência será implantada em um platô há aproximadamente 2,5m acima do nível da rua. Dessa forma foi projetada uma rampa acessível, de inclinação de 8,33% conforme prevê a NBR9050/16. Em todo o trajeto da rampa serão instalados corrimãos a fim de maior estabilidade e auxílio no deslocamento. Na parte interna, serão instaladas barras fixas de apoio no quarto, na sala, no banheiro e nos corredores. Entre a sala e a cozinha foi projetada uma bancada, semelhante às cozinhas americanas, em altura máxima de 0,85m e largura do tampo de 0,90m para refeições, trabalho e estudo da família. Na parte externa foi projetado um banco próximo ao local no qual está prevista a horta, para que pessoas com mobilidade reduzida tenham maior autonomia durante as atividades de cultivo. A bancada e o banco serão executados através de tecnologia sustentável utilizando garrafas pet. O projeto prevê também a instalação de manta térmica com caixas Tetra Pak. Essas soluções estão em fase de viabilidade financeira e aprovação pela família. 4. Conclusão O Relatório Mundial sobre a Deficiência (2012) indica uma prevalência maior da deficiência em países de baixa renda do que em países de renda mais alta. De mesmo modo, pessoas do quintil mais pobre, mulheres e idosos também apresentam uma maior prevalência da deficiência. Pessoas com baixa renda, que estão desempregadas ou possuem baixa qualificação profissional, estão expostas a um risco mais alto de deficiência. Através do atendimento realizado pelo NOS famílias de baixa renda do município de Curvelo poderão ter suas casas adaptadas em relação aos seus desejos e necessidades pessoais

de utilização dos espaços possibilitando, especialmente às pessoas com deficiência, uma vida mais autônoma. Destaca-se a importância do projeto como ferramenta de educação inclusiva, ao passo que os alunos envolvidos estudam normas, leis e conceitos relacionados à pessoa com deficiência além de estabelecer contato direto com estas no exercício da futura atividade profissional, contribuindo com a formação de Engenheiros civis preocupados com as questões de inclusão social na construção de cidades sustentáveis. Referências BRASIL. Lei nº 13.146, de 06 de julho de 2015, dispõe sobre a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: www.planalto.gov.br. Acesso em: 21 mar. 2016. BRASIL. Norma Brasileira NBR 9050, de 11 de setembro de 2016, dispõe sobre a Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Disponível em: www.pessoacomdeficiencia.gov.br. Acesso em: 21 mar. 2016. ESTEVÃO, A. C. ; CARVALHO, M. C. R.. Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social: O direito à Moradia Digna. In: 54th IFHP World Congress, 2010, Porto Alegre. Anais 54th IFHP World Congress 2010. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010. p. 28-28. NORONHA, E. G.; PINTO, C. L. Educação especial e educação inclusiva: aproximações e convergências. Semana da Pedagogia. Faculdade Católica de Uberlândia. Uberlândia, 2011. Disponível em: catolicaonline.com. br. Acesso em: 21 mar. 2016. RELATÓRIO MUNDIAL SOBRE A DEFICIÊNCIA. Secretaria do direito das pessoas com deficiência. São Paulo, 2012. Disponível em: http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br. Acesso em: 24 mar. 2016.