PROGRAMA ZONA FRANCA VERDE IDAM INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO FLORESTAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DO AMAZONAS SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL 1
ESTRUTURA DO SETOR PRIMÁRIO NO ESTADO DO AMAZONAS SEPROR SEPA SECRETARIA EXECUTIVA SEC. EXECUTIVA ADJUNTA CODESAV IDAM 2
ESTRUTURA DO IDAM IDAM B. CONSTANT CASTANHO HUMAITÁ ITACOATIARA IRANDUBA GERÊNCIA DE APOIO AQUICULTURA E PESCA MANACAPURU MANAUS P. FIGUEIREDO 66 UNIDADES LOCAIS 17 ENGENHEIROS DE PESCA 05 TÉCNICOS EM PESCA RIO PRETO TEFÉ EIRUNEPÉ C. DA VÁRZEA 3
DISTRIBUIÇÃO NO ESTADO 66 Unidades Locais 17 Engenheiros de Pesca 05 Técnicos em Pesca 4
SERVIÇO DE EXTENSÃO NO AMAZONAS A Extensão Rural no Estado do Amazonas teve início no dia 02 de dezembro de 1966, com a criação da Associação de Crédito e Assistência Rural do Amazonas (ACAR/AM). O Primeiro Escritório Local foi implantado em Itacoatiara, em 1967. Em 1977, o Governo Estadual criou a Empresa de Assistência i Técnica e Extensão Rural do Estado do Amazonas - Emater/AM. Em 03 de maio de 1993 foi criado o Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Amazonas que assumiu toda a estrutura da Emater/AM, mas manteve a mesma sigla, ou seja, Emater/AM. 5
SERVIÇO DE EXTENSÃO NO AMAZONAS Em julho de 1995, o Serviço de Extensão Rural foi transferido para a Companhia de Desenvolvimento do Estado do Amazonas - CIAMA. Já no dia 18 de março de 1996 o governo do Estado, através da Lei Estadual N. 2.384, criou o Instituto de Desenvolvimento e o Agropecuário do Estado do Amazonas IDAM. O IDAM é vinculada à SEPROR. Em maio de 2007 ele absorveu parte das atividades da Agência de Florestas e Negócios Sustentáveis do Amazonas (Afloram) e o nome sofreu alteração passando a ser denominado Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas. 6
SERVIÇO DE EXTENSÃO NO AMAZONAS IDAM está presente em todo o Estado com 66 Unidades Locais e tem a finalidade de supervisar, coordenar e executar atividades de assistência técnica, extensão agropecuária e florestal, no âmbito das políticas e estratégias té do Governo Estadual para os setores agropecuário, florestal, pesqueiro e agroindustrial. 7
PRINCÍPIOS Assegurar aos aquicultores familiares, acesso ao Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural, gratuita, de qualidade em quantidade suficiente. Contribuir para o desenvolvimento da aqüicultura de maneira sustentável, observando as potencialidades naturais. Estimular a adoção de novos enfoques metodológicos participativos, baseado nos princípios agroecológicos. Estabelecer uma gestão capaz de democratizar as decisões, contribuindo para o planejamento, monitoramento, avaliação das atividades e melhorando o andamento das ações estabelecidas. 8
DIRETRIZES Desenvolver um Serviço de Assistência i Técnica e Extensão Rural, que viabilize o desenvolvimento econômico nas comunidades rurais do Estado. Garantir um Serviço de ATER permanente aos aquicultores familiares do Estado. Realizar ações que promova a qualificação e aumento da produção aquícola do Estado, visando inicialmente alimentação básica da população. Implementar ações buscando a conservação e recuperação dos recursos naturais. 9
DIRETRIZES Promover um serviço de ATER que envolva as Instituições i Federais, Estaduais, Municipais e Organizações nãogovernamentais principalmente ligadas a agricultores familiares. Estimular a participação do serviço de ATER na geração de tecnologia, em parceria com Instituições de Ensino e Pesquisa. Estimular a participação das Comunidades das diversas regiões do estado, na elaboração dos programas e projetos de aqüicultura a serem desenvolvidas pelo serviço de ATER. Executar ações de capacitação e orientação a juventude rural, visando estimular a sustentabilidade da aqüicultura familiar. 10
DIRETRIZES Assegurar ações de ATER em toda a cadeia produtiva do pescado (fomento/produção/beneficiamento/comercialização). Apoiar as ações de Governo no tocante ao fomento: Construção de estações de reprodução, distribuição de pós-larva e alevinos. Promover assistência técnica e extensão rural aos aquicultores familiares, visando aumento da produtividade com equilíbrio ambiental. Articular com Órgãos Governamentais e outras entidades, ações que viabilize a comercialização do peixe e derivados. 11
DIRETRIZES Contribuir i para aplicação no setor aquicola recursos nãoreembolsáveis e financiamento. Contribuir para a legalização dos empreendimentos aquicolas familiar, junto aos Órgãos Ambientais (Federal/Estadual/Municipal). 12
QUADRO 1. SISTEMA DE CRIAÇÃO DE PEIXES EXISTENTE NO ESTADO. DISCRIMINAÇAO ÁREA ÁREA ACOMPANHADA Nº DE ALEVINOS ESPÉCIES ALAGADA (ha) PELO IDAM POVOADOS Viveiros de barragem 1.249,09 637,06 tambaqui 2.400.000 matrinchã 749.000 Viveiros escavados 720,39 500,29 tambaqui 2.300.000 matrinchã 720.000 Canal de igarapé TOTAL 14,17 1.983,65 9,35 1146,70 tambaqui tambaqui - 4.700.000 matrinchã matrinchã 2.100.000 3.569.000 Nº DE PISCICULTORES: 2.223 ACOMPANHADOS PELO IDAM: 1.427 PRODUÇÃO ANUAL: 10.000 Toneladas 13
DIFICULDADES Documentação da propriedade. d Questões ambientais. Ordenamento das ações planejadas. Custo elevado na implantação de projetos no Estado. Custo elevado da ração. Insuficiência de alevinos matrinxã (domínio da tecnologia de reprodução). 14
DIFICULDADES Dificuldade na distribuição de alevinos para os municípios mais distantes. Pouco conhecimento das espécies nativas (pesquisa). Deficiência do serviço de Extensão. Valorização dos profissionais da área. 15